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Acusações e explicações sobre os fundos destinados a Pedrógão Grande

O incêndio de Pedrógão Grande assolou o país. Aquele 17 de junho trágico apanhou todos desprevenidos, com as chamas a deflagrarem e a tomarem conta do território sem que houvesse meios suficientes para travar a força da Natureza. Perderam-se 64 vidas, foram registados mais 250 feridos e o país uniu-se em prol da causa.

Os portugueses, particulares e empresas, contribuíram para fundos solidários com o intuito de ajudar as vítimas do incêndio e, após as declarações do presidente da Câmara Municipal de Pedrógão Grande, Valdemar Alves, a grande questão é: Onde está o dinheiro e para que foi utilizado?

Foi na antena da RTP que o autarca garantiu que há um “mau estar” no que toca à distribuição de bens, já que Estado e ONG’s estão a ajudar mas muitas vezes falta coordenação, o que leva a que umas pessoas a recebam várias vezes e outras acabem por ficar prejudicadas.

O autarca chegou mesmo a sugerir que o “Banco de Portugal [deve] informar o Ministério Público destas contas, para saber onde é que esse dinheiro foi”.

As reações não se fizeram esperar, primeiro o presidente de Castanheira de Pera, Fernando Lopes, confirmou a falta de canalização dos apoios e garantiu que não sabe do dinheiro dos fundos solidários. Porém, realçou que não tem conhecimento de “contas solidárias fraudulentas”.

A nível político, Assunção Cristas foi das primeiras a reagir, frisando que as juntas de freguesia estão “completamente postas à margem de todo este processo” e que existe uma “grande queixa em relação à forma como não têm sido envolvidos no terreno e na ajuda às populações, de forma que eles próprios [presidente de junta] não têm como explicar que ajudas estão a ser organizadas no terreno”.

Teresa Morais também pediu explicações, desta feita dirigidas ao Governo, ressalvando que “cumpre ao Governo, que entendeu criar um fundo público, gerido por uma entidade pública e tutelado pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, explicar cabalmente aos portugueses que valores são estes, onde estão os restantes donativos, quem os está a gerir e em que termos”.

A vice-presidente do PSD acusou ainda o Governo de revelar “total descoordenação e incapacidade” em gerir os donativos privados que os portugueses juntaram para as vítimas do incêndio.

O caso levou ontem o Presidente da República a pedir esclarecimentos para que os portugueses percebam o que está em cima da mesa. “Penso que é útil que quem de direito esclareça os portugueses sobre uma matéria que me foi explicada a mim no dia 17 de agosto, mas acho que deve ser explicado aos portugueses. Só uma parte dos fundos é que é gerida pelo Estado e a outra parte é gerida por outra entidades sociais por escolha da sociedade civil. E acho que era bom se explicassem aos portugueses quem gere o quê”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa.

E o líder do PSD, Passos Coelho, também questionado sobre o assunto que marca o momento, foi perentório, embora não se alargando muito: “O Governo não tem de dar explicações sobre aquilo que não está à sua guarda. Tem de dar explicações sobre aquilo que está à sua guarda”.

O líder social-democrata garantiu que não está em causa nenhuma “guerrilha partidária”, mas que, numa “sociedade madura, em que é suposto o Governo gerir com transparência estas matérias, é absolutamente natural que havendo dúvidas sobre estas questões que elas sejam colocadas e cabe ao Governo explicá-las”.

A resposta do Governo surgiu por parte do próprio chefe do Executivo, que garantiu que “é bom termos esta oportunidade para esclarecer que a maior parte dos fundos não foram recebidos pelo Estado”.

Para que as dúvidas sejam devidamente esclarecidas, o primeiro-ministro pediu a um membro do Governo que o quadro do fundo Revita seja publicado, para que seja esclarecido o montante em causa e para que foi canalizado.

Perante as acusações, Costa garantiu ainda que as manifestações de verbas para entrar no fundo Revita atingiram os 4,9 milhões de euros, mas que o valor recebido foi de 1,9 milhões.

“As mulheres de Angola têm muitas conquistas conseguidas”

É Vice-decana interina para os Assuntos Académicos da Faculdade de Letras da Universidade Agostinho Neto, deputada pela bancada do MPLA e secretária para as Relações Exteriores da OMA… Como descreveria o seu percurso e que motivações estiveram na origem de um trajeto desenhado entre o ensino, a política e o ativismo?

O meu percurso de vida esteve muito ligado aos meus sonhos. Desde pequena desejava ser professora, por força da vida (1974/ 75) enquadrei-me no MPLA e segui a trajetória política dos jovens da minha idade (irreverência) e tomada de decisão.

O ativismo veio por acréscimo, vontade de ajudar, colaborar e sobretudo prestar solidariedade aos que mais necessitavam. 

Por que escolheu o ensino para construir uma carreira profissional?

O ensino como carreira profissional, porque já fazia parte do meu “Eu”; a minha mãe dizia que mesmo desde pequena (7/11 anos) gostava de ensinar as crianças do bairro. Colocava-as em bancos e ensinava-as, estava inerente à minha pessoa.

A sociedade atribui ao papel de professor muitas vezes o de educador, aquele que prepara os futuros adultos e líderes. Sente isso?

Sinto sim senhora e tenho orgulho dessa minha vida de educadora, qualquer aluno ou estudante que passa por mim, sente isso, não só ensino, mas sobretudo educo.

É mãe de três filhos e já tem netos. Foi difícil encontrar o equilíbrio entre uma vida profissional tão preenchida com a familiar?

Nunca foi problema porque sempre tive apoio do meus familiares, especial do meu marido, que sempre envidou esforços para eu me formar e colaborar condignamente na família. Para ele, uma mulher formada é subsídio para vida futura.

O mundo está em constante mudança e com ele mudam as pessoas… Olhando para as gerações mais novas, que mundo diria que teremos amanhã?

Teremos amanhã o mundo que preparamos hoje. Acontece em todas as gerações. Tudo é fruto de continuidade. Tanto que nos adaptamos às mudanças muito rapidamente. Senão vejamos, até os anos 90 não existiam telefones móveis. Logo que as tecnologias evoluíram, imediatamente nos adaptamos e cá estamos. Hoje teclamos coisas que não sonharíamos em tempos.

Desde a criação da luz elétrica que o mundo vai se transformando vertiginosamente. Temos o dom de adaptação.

Sobre a OMA – organização que defende os direitos da mulher angolana – o que a levou a abraçar este projeto dedicado à emancipação feminina?

Foi toda uma sequência de vida, enquadrei-me na OMA quase simultaneamente com o Partido MPLA. A OMA naquela altura era uma organização muito proativa. Tínhamos o direito e dever de mobilizarmos as mulheres para os trabalhos socias no bairro; especificamente a educação familiar moral e ética. Presto uma homenagem merecida às mulheres que comigo militaram na OMA da Vila Alice: Regina Marques, Lourdes, Noémia, Miquelina Dinis, Deolinda, Conceição Caposso, Helena Milagre, Ana Ezequiel de Almeida, Conceição Piedade, Francisca do Marçal, Ana do Zangado, Palmira Pascoal, e tantas outras.

Neste momento, qual é a realidade da mulher angolana face à discriminação laboral e em sociedade?

A mulher angolana tem grandes desafios. Desde que me enquadrei na OMA que ela demostra estar com firmeza na luta pelos seus direitos. Temos vindo a ultrapassar algumas barreiras; as mulheres de Angola hoje têm muitas conquistas já conseguidas. Lutamos contra todas as formas de discriminação, sobretudo na educação do género; ainda há alguns tabus que não se conseguem ultrapassar somente com leis, mas sim com educação cultural; a mulher Angolana está inserida num processo de luta a nível mundial e há tabus que já conseguimos ultrapassar; Temos o direito ao voto; a Constituição de Angola consagra-nos no artigo 22º e 23º do Capítulo I, do Título II, Direitos e Deveres Fundamentais; Temos assinadas várias Convenções do género; somos membros da CEDAW (Comissão dos Direitos das Mulheres das Nações Unidas) e outras Convenções Internacionais. Mas, não descuramos o valor que a mulher detém na sociedade Angolana. Tudo são conquistas, não nos deixamos relaxar. 

Tem algum lema de vida? Qual é?

O meu lema de vida é a solidariedade e conseguir alcançar os meus sonhos. A solidariedade creio que é melhor para todas as mulheres de valor.

Estou inserida no continente africano, e como tal, em Angola, ainda há um longo caminho a percorrer na luta contra vários problemas sociais e não só. O nosso continente é muito fustigado. Temos problemas com refugiados, luta contra a pobreza, luta contra a discriminação, luta a favor da melhoria do meio ambiente, entre outras. Então não podemos adormecer. A nossa batalha é constante mas vamos vencer. Temos também que respeitar o outro, esse é outro lema para aprendermos a trabalhar em solidariedade e união. A nossa luta também é regional e internacional.

Juntos por uma causa: Leilão solidário da bola da final do Euro 2016

A bola de futebol do jogo que deu o primeiro título de Campeão Europeu de Futebol a Portugal, na final do EURO 2016, está a ser leiloada até ao próximo dia 30 de julho.  O total da verba angariada reverte para a Fundação Infantil Ronald McDonald™, com vista a apoiar o primeiro Espaço Familiar Ronald McDonald em Portugal. Este Espaço, que recentemente abriu as suas portas no Hospital Santa Maria, em Lisboa, é um lugar especial de descanso e descontração para as famílias das crianças em tratamento hospitalar – embora dentro do hospital, está longe do ambiente clínico e suficientemente perto das crianças.

A bola do jogo França-Portugal, que decorreu no dia 10 de julho de 2016, está acompanhada do certificado de autenticidade da UEFA, comprovando que a bola foi utilizada por ocasião do jogo da vitória. O leilão, que está a decorrer na plataforma eSolidar, aqui, teve como base de licitação 500 Euros e já atingiu os 3.000 Euros. Teve início no dia 10 de julho e termina no próximo dia 30 de julho. Cada participante pode licitar mais do que uma vez se pretender cobrir o valor mais alto até à ao último dia do leilão. Os participantes têm que estar devidamente identificados e indicar contacto telefónico. O anúncio do vencedor será feito no dia 31 de julho, através da plataforma eSolidar. A bola será entregue ao vencedor do leilão a partir do dia 31 de julho.

A verba angariada neste leilão reverte, na totalidade, para a Fundação Infantil Ronald McDonald e em particular para o seu novo programa, o Espaço Familiar Ronald McDonald, que recentemente abriu as suas portas no Hospital de Santa Maria – Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN). O Espaço Familiar Ronald McDonald conta com a parceria do Centro Hospitalar Lisboa Norte e a Associação para as Crianças de Santa Maria. Através deste Espaço, localizado no piso 1 do Hospital de Santa Maria, a Fundação Infantil Ronald McDonald continua a aproximar as famílias e as suas crianças e a contribuir para o seu bem-estar. É um Espaço onde as famílias podem estar, descansar, lavar as suas roupas e preparar as suas refeições num ambiente mais familiar, continuando a acompanhar de perto as suas crianças, que estão em tratamento no hospital.

Em Portugal, a Fundação Infantil Ronald McDonald tinha até agora como programas as Casas Ronald McDonald, localizadas em Lisboa e no Porto – que no total já acolheram mais de 1600 famílias. Junta-se agora o primeiro Espaço Familiar Ronald McDonald.

Sobre a Fundação Infantil Ronald McDonald em Portugal:

A Fundação Infantil Ronald McDonald é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) de reconhecida Utilidade Pública, que tem como missão a promoção e realização de iniciativas que contribuam para o bem-estar das crianças e suas famílias. A McDonald’s Portugal e os seus franquiados são os principais mecenas da Fundação Infantil Ronald McDonald. Criada em 2000, conta ainda com o apoio da sociedade civil e de muitos outros parceiros. A Casa Ronald McDonald de Lisboa situa-se no Largo Conde Pombeiro, perto do Hospital Dona Estefânia. A Casa Ronald McDonald do Porto situa-se no campus do Hospital de S. João, no Porto.  No total, as duas Casas já acolheram mais de 1600 famílias.  A Fundação Infantil Ronald McDonald abriu o primeiro “Espaço Infantil Ronald McDonald” em Portugal. No mundo existem 216 Espaços Familiares Ronald McDonald e 365 Casas Ronald McDonald.

Empresário oferece 30 mil árvores para Pedrógão Grande

“O objetivo passa pela integração de 20 a 30 mil árvores folhosas sem custos e plantadas no terreno”, disse hoje à agência Lusa, José Gameiro, ainda a propósito do incêndio que começou naquele concelho e que provocou a morte a 64 pessoas, além de mais de 200 feridos.

O empresário da Silvapor já encetou contactos com empresas francesas ligadas ao setor, que demonstraram “vontade de fazer algo” pela região de Pedrógão Grande, sobretudo ao nível da reflorestação do concelho.

“Há a possibilidade de ter árvores de floresta para plantar, sendo que serão oferecidas e plantadas”, explicou.

O empresário aproveitou hoje a presença em Pedrógão Grande para iniciar contactos formais com o município local, através do vice-presidente José Antunes Graça, a quem transmitiu a ideia, sendo que irá, brevemente, fazer o mesmo com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC).

O desafio está lançado, sendo que agora é preciso concertar com as entidades responsáveis o trabalho de planeamento.

Meia maratona do amor: terminou meia maratona graças à solidariedade de outros

Uma mulher exausta terminou a meia-maratona do amor de Filadélfia (Love Run Half-Marathon), graças à ajuda de outros participantes.

A poucos metros da meta uma corredora exausta é amparada por dois colegas. No entanto, devido ao extremo cansaço a mulher fica sem forças nas pernas e é quando surge um terceiro homem que volta para trás e leva-a no colo até à meta. A centímetros do fim larga-a para que a corredora possa atravessar a meta pelo seu próprio pé.

Traga legumes. Há Sopa no Bairro

Sopa no Bairro é uma iniciativa do Grupo Social de Mediação (GSM), uma associação sem fins lucrativos que intervém junto de idosos de Campo de Ourique, Lisboa, através do apoio domiciliário.

O espaço Sopa no Bairro abriu há uma semana e funciona como um café normal, aberto ao público, em que o cliente paga o preço de mercado (para os sócios do GSM é mais barato), porque é preciso “manter a sustentabilidade da associação”, explicou Conceição Pratas, assistente social e responsável pelo projeto.

Contudo, o seu principal objetivo é receber donativos sob a forma de legumes, de comerciantes ou de pessoas que tenham a mais, para fazer sopa e refeições que são distribuídas por habitantes carenciados.

Atualmente há 20 utentes a receber diariamente sopa, um número ainda pequeno para as ambições da associação, mas qualquer pessoa pode dirigir-se à associação e “fazer um pedido de avaliação de condição económica”.

Os donativos começam a chegar, mas são precisos mais para alcançar mais gente.

A responsável pretende também que o espaço seja de convívio sobretudo de pessoas de idade maior mas aberto a todas as gerações que pretendam comer com qualidade a preços acessíveis. Conta já com uma rede de apoios (sobretudo do comércio local) para a aquisição de alimentos que integrarão as sopas a confecionar diariamente.

A Sopa no Bairro está também a desenvolver um projeto de colaboração com uma escola primária do bairro, em que uma turma de crianças pode votar na sopa que quer e ir comer àquele espaço uma vez por semana.

No entanto, pretende-se chegar “principalmente à população que está em casa”, que tem vergonha de ir buscar uma sopa ou que não consegue deslocar-se.

Beesweet alia-se à iCLiGO por uma causa solidária

A Beesweet e a iCLiGO (Agência de Via43c340b2-2205-4090-af5a-b37ab3897c02gens), lança-vos o desafio de participarem na maravilhosa Gala solidária de Natal no Hotel Praia Golf – Espinho.

O evento ira decorrer já no próximo dia 18 de Dezembro – Domingo, pelas 14:45h. A entrada é gratuita com Coffee Break & degustação Mel Beesweet .

Trata-se de um evento solidário onde o objetivo é participarem com bens essenciais para serem ofertados à Instituição Maranatha (Jovens em risco) em Grijó.

Todos os presentes terão a possibilidade de ser premiados com presentes espetaculares.

A Beesweet dedica-se a desenvolver aromas naturais no Mel, recorrendo a plantas aromáticas, mantendo toda a essência pura deste produto tão natural e saudável, mas criando uma nova versatilidade de o saborear & consumir.

O Mel aromatizado Beesweet nasce de uma profunda inovação. É um super produto orgânico e de alta qualidade, sem adição de essências ou aromas artificiais, criado com um cunho muito pessoal.

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“Juntos Contra a Fome”

A corrida é uma iniciativa inserida na campanha “Juntos Contra a Fome!” que  se realiza com o objetivo de angariar fundos para contribuir para a erradicação da fome no espaço da CPLP, através de financiamento de projetos de desenvolvimento comunitário.

2014-10-16-unnamedA CPLP e a In Totum estão a organizar e a promover, com o patrocínio do IPDJ, através do PNDpT, da Associação Mutualista Montepio, da Fundação do Desporto e da EY, com o apoio da Câmara Municipal de Cascais, da Central de Cervejas, da Antena 1 e da CP, a 3ª Corrida “Juntos Contra a Fome!”. O evento terá lugar no dia 27 de novembro de 2016, domingo, às 10h00, no Passeio Dom Luís I, em Cascais. Realizar-se-ao, em simultâneo, uma corrida, com um percurso de dez quilómetros, e uma caminhada, com cerca de cinco. Ambas as iniciativas terão partida e chegada no mesmo local.

A 27 de novembro, domingo, com partida e chegada marcadas para o Passeio Dom Luís I, por volta das 10h00, esta terceira edição quer aumentar significativamente os fundos de ação da “Campanha Juntos Contra a Fome!”, tornando assim possível o financiamento de mais e melhores projetos de luta local e direta contra a fome no espaço da comunidade.

A Campanha “Juntos Contra a Fome!” é uma iniciativa desenvolvida em parceria pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), com o objetivo de mobilizar a sociedade para o processo de construção de uma Comunidade de povos livre da fome.

No quadro da Campanha, o Secretariado Executivo da CPLP tem promovido uma série de iniciativas institucionais, culturais, de lazer e desporto com o objetivo de sensibilizar os diferentes setores da sociedade e de captar recursos financeiros.

Em 2014, em Cascais, e em 2015, em Lisboa, realizaram-se a 1ª e 2ª edições, respetivamente, da Corrida “Juntos Contra a Fome!”, com mais de seis mil participantes diretos, tendo sido angariados aproximadamente 40 000€ para projetos sociais ligados à nutrição e segurança alimentar nos países da Comunidade.

Os recursos conseguidos em 2014 contribuíram de forma significativa para o financiamento dos projetos “Associação dos Amigos da Natureza” (Cabo Verde) e “Ação para o Desenvolvimento” (Guiné-Bissau). Já o retorno de 2015 financiou o trabalho daAssociação HELPO: “Nutrição e Saúde Escolar em São Tomé e Príncipe: Boas práticas a partir da infância” (São Tomé e Príncipe).

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“Pontos de Vista” numa corrida solidária

O evento que se realiza no próximo dia 16 de outubro e que tem um custo simbólico de 5 euros de inscrição, é uma boa forma de praticar exercício e ao mesmo tempo poder ajudar o próximo, neste caso o melhor da vida, as crianças.

Não deixe de participar e contribuir com produtos necessários e géneros alimentares, pois um sorriso no rosto de uma criança vale cada quilómetro de esforço da corrida e cada um dos cêntimos da inscrição.

O 1º TRAIL SOLIDÁRIO é organizado  pelo Clube Recreativo Candoso e a Associação Os Rotos. Parte da receita irá reverter a favor da CASA DA CRIANÇA em Guimarães ( http://www.casadacrianca.pt/ )

Para mais informações e inscrições consulte a página oficial do evento em http://chrono.pt/event/trail-solidario-2016/

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Vendedor de gelados de rua de 89 anos gera onda de solidariedade

A história foi contada no Facebook por Joel Cervantes Macias, que se emocionou quando viu o idoso a empurrar, com muito esforço, um carrinho de gelados. “Partiu-me o coração ver este homem que deveria estar a desfrutar da reforma e anda a trabalhar com esta idade”, escreveu Cervantes.

Depois de ter publicado uma fotografia a contar a história do vendedor de gelados, Joel Cervantes começou a receber mensagens de pessoas que queriam ajudar. “Os habitantes locais veem como ele luta para andar com o carro, parece que está a sofrer. Ele nunca se deu por vencido, tem que fazer isto para sobreviver”, escreveu no Facebook.

Com o objetivo de ajudar, Joel Cervantes criou uma campanha de angariação de fundos, para que o idoso deixasse de trabalhar.

A campanha está a decorrer no site “gofundme.com” e tinha como meta inicial os três mil euros. No entanto, em três dias, o donativo já atingiu os 120 mil euros.

Numa entrevista, Fidencio Sánchez e a esposa agradeceram o contributo a todas as pessoas.

O casal já se tinha reformado há alguns anos, mas, depois da morte da filha, o carrinho dos gelados teve que voltar às ruas da cidade. Neste momento, o negócio é a única forma que têm de pagar as contas.

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