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5ª Convenção Anual Sotheby’s International Realty está a chegar

Depois de ter levado a realidade virtual até ao SIL, a SIR subordina agora a sua convenção ao tema “Atitude e Tecnologia”, contando com a presença de Jaime McMullan, Head of Region, EMEIRA, EMEIRA e de David Russel, International Marketing Director.

Em destaque estarão as novas tecnologias adaptadas ao setor imobiliário, assim como o recorde dos 300 imóveis vendidos em 2018, ultrapassando a barreira dos 300 milhões de euros transacionados e a média de vendas de cerca de 1.000.057 euros na área residencial.

“2019 será um ano de consolidação do mercado, por isso, vamos apresentar aos escritórios novas ferramentas que permitem facilitar o dia a dia das nossas equipas comerciais, permitindo-lhes chegar mais rápido a mais clientes, aumentando assim os resultados face ao ano passado“, refere Miguel Poisson, diretor geral da Portugal Sotheby’s International Realty, sublinhando que “a revolução tecnológica está a transformar profundamente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos, sendo hoje uma oportunidade e um desafio também para o setor imobiliário.”

A Sotheby’s Realty dispõe atualmente de cerca de cinco mil imóveis de luxo em carteira e cerca de 30% dos empreendimentos existentes no nosso país está a ser comercializada pela marca. Por isso, e de acordo com o diretor geral da SIR em Portugal, “2019 será um ano de forte crescimento de vendas, expansão da marca noutras zonas do pais e de reforço das equipas para que, a par com o investimento em tecnologia, possamos continuar a lutar pela liderança na mediação imobiliária de luxo em todos os territórios em que estamos presentes. A qualidade do serviço prestado aos nossos clientes finais será sempre a nossa prioridade.

O programa da convenção divide-se entre ações de team bulding no dia 22, intervenções corporate e a entrega dos prémios SIR 2018 no sábado dia 23.

 

Quadro ‘Intrusion’ de Vieira da Silva vendido em leilão por 162.500 euros

© Sotheby's

Trata-se do lote 146 do Leilão de Arte Contemporânea que a Sotheby´s está a realizar desde o início da tarde de hoje, e que continua a decorrer, estando por revelar se foi ou não vendido ‘Fête’, outro quadro de Vieira da Silva, com o lote 121, que partia com a estimativa mais elevada.

‘Intrusion’ tinha uma estimativa de 70 mil a 100 mil euros, enquanto ‘Fête’ vai de 200 mil a 300 mil euros, de acordo com as informações da leiloeira.

Na quarta-feira, também num leilão na Sotheby’s, o quadro de Maria Helena Vieira da Silva ‘Red Houses’, atingiu 175 mil euros, ultrapassando o valor máximo da estimativa de 150 mil euros.

Contactada esta semana pela agência Lusa sobre a importância destas obras no contexto da obra da artista portuguesa, Marina Bairrão Ruivo, diretora do Museu Arpad Szénes-Vieira da Silva, em Lisboa, disse: “As obras são boas e importantes, sem serem tão importantes, mesmo em dimensões, como as da coleção Brito”.

No ano passado, o Estado Português pagou 5,55 milhões de euros por seis quadros de Vieira da Silva aos herdeiros do colecionador e empresário Jorge de Brito (1928-2006), proprietários das obras, com quem estava em negociações desde 2016.

As seis pinturas em causa – ‘Novembre’ (1958), ‘La Mer’ (1961), ‘Au fur et à mesure’ (1965), ‘L’Esplanade’ (1967), ‘New Amsterdam I’ e ‘New Amsterdam II’ (1970) – estão expostas no Museu Arpad Szènes – Vieira da Silva, em Lisboa.

“Não me parece que o Estado possa fazer este investimento agora”, comentou à Lusa a diretora do museu.

Fonte do gabinete de comunicação da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) contactada pela agência Lusa esta semana sobre o eventual interesse do Estado português de participar nos leilões para fazer alguma aquisição, respondeu: “Não há intenção de compra” por parte desta entidade.

‘Fête’ é um óleo sobre tela datado de 1965, foi apresentado a leilão por um colecionador particular que o adquiriu à galeria Daniel Varenne, de Paris, por volta de 1974, segundo a leiloeira.

O quadro, com uma dimensão de 65 centímetros por 81 centímetros, foi originalmente colocado pela pintora na galeria Knoedler, de Nova Iorque, em 1966.

‘Intrusion’, uma pintura de têmpera em papel de 1971, também pertencia a um colecionador privado, que o adquiriu à galeria da artista, em Paris, a Jeanne Bucher.

Com uma dimensão de 92 centímetros por 63,5 centímetros, tinha um valor estimado entre os 70 mil e os 100 mil euros.

O quadro ‘Red Houses’, vendido na quarta-feira, é uma das têmperas sobre tela apresentadas por Vieira da Silva em 1963, nas galerias Jeanne-Bucher, em Paris, Knoedler, em Nova Iorque, e na Phillips Collection, em Washington.

Com 37 centímetros de largura por 54 centímetros de comprimento, este quadro foi originalmente vendido pela galeria nova-iorquina, e seguiu para a Galeria Albert Loeb, também representada na capital francesa, onde um colecionador de Milão o adquiriu, de acordo com a genealogia agora apresentada pela leiloeira, que não indica alguma exposição pública da obra nem a passagem por Portugal.

No leilão de arte contemporânea de 06 de dezembro de 2017, a Sotheby’s Paris vendeu outro quadro da pintora, “Rue de la Glacière”, um óleo sobre tela de 1955, por 309 mil euros.

No passado mês de março, o óleo de Vieira da Silva ‘L’Incendie’ atingiu um valor recorde de 2,29 milhões de euros, num leilão da Christie’s, em Londres.

Trata-se de um dos quadros emblemáticos da artista, feito em 1944, durante o exílio no Brasil, que fez parte da coleção Jorge de Brito.

Nascida em Lisboa, em 1908, Vieira da Silva mudou-se para a capital francesa quando tinha dezanove anos, para poder estudar durante uma época de grande atividade artística, tendo acabado por se instalar na cidade, onde morreu em 1992.

No final de maio, a Direção-Geral do Património Cultural publicou em Diário da República um anúncio relativo à proposta de classificação de interesse público da pintura ‘Les bicycletes ou Les Cycles’, de Vieira da Silva, datada de 1951, na posse de um colecionador privado.

LUSA

Palácio português entre os mais caros à venda pela Sotheby’s

A notícia surge na mais recente edição da revista Billionaire que remete para o site da leiloeira Sotheby’s. Segundo a descrição neste último, o palácio é do século XVI, situando-se a cerca “de 30 minutos de Lisboa”, apresentando-se a fachada revestida por azulejos italianos, ao “estilo istoriato”, fabricados na cidade de Urbino.

Ainda segundo a Sotheby’s, a propriedade possui um lago com 900 metros quadrados, onde no centro se ergue uma construção em forma de templo. Tem 16 quartos e está referenciada na obra Casas Nobres de Portugal. O edifício propriamente dito ocupa uma área de 1573 metros quadrados.

Na lista das sete propriedades mais caras atualmente disponíveis no mercado, o palácio em Azeitão ocupa o terceiro lugar. O primeiro pertence – paradoxalmente – a um castelo contemporâneo, erguido no estado do Connecticut, em 2003, que está à venda por cerca de 35 milhões de euros.

O pretexto para a elaboração da lista foi o do aniversário do batismo da rainha Isabel II, que sucede domingo. A revista nota que o palácio de Buckingham está avaliado em 1,3 mil milhões de euros.

Fotos. A “imagem mais honesta de Marilyn Monroe” foi vendida por 101 mil euros

Olhos cabisbaixos, lábios entreabertos, um semblante tenso e os braços inertes além de um decote generoso. É esta a imagem de Marilyn Monroe que a sociedade de leilões Sotheby’s vendeu por quase 101 mil euros.

Considerada “a fotografia mais honesta” de uma das maiores musas de todos os tempos, a imagem foi captada em 1957 na cidade de Nova Iorque por Richard Avedon. “Durante horas ela dançou e cantou e namoriscou e depois fez isto. E então houve a queda inevitável. Quando a noite acabou e o vinho branco acabou e a dança acabou, ela sentou-se no canto como uma criança. Eu vi-a sentada em silêncio, sem expressão no rosto. Aproximei-me dela. Eu não a fotografaria sem a autorização dela. Mas quando me aproximei ela não disse que não”, contou o fotógrafo antes de morrer, em 2004.

A fotografia de Marilyn Monroe rendeu mais cerca de 36 mil euros do que estava inicialmente previsto pela Sotheby’s. A imagem estava incluída numa série de outras imagens igualmente épicas que valeram, no total, quase 2 milhões de euros.

Outra fotografia icónica incluída nesta série foi uma da autoria de Peter Lindbergh: “Models”, captada em 1990, mostra seis supermodelos – Linda Envangelista, Tatjana Patitz, Christy Turlington, Estella Lefebure, Karen Alexander e Rachel Williams – numa praia em Los Angeles, vestidas com camisas brancas de homem a rir e a brincar umas com as outras. Na altura, a American Vogue não quis utilizar a fotografia porque era “demasiado avant-garde” para a época, explicou Brandei Estes, da Sotheby’s.

O fotógrafo Peter Lindbergh tem outra fotografia na série de imagens vendida pela Sotheby’s: é “Mathilde”, com a modela homónima em top less a olhar para Paris do cimo de uma das barras da torre Eiffel. Apesar de uma polémica que dizia que Lindbergh tinha imitado uma imagem mais antiga de outra fotógrafa, ele veio dizer: “A minha intenção não é violar a personalidade da modelo ao transformá-la com maquilhagem e cabeleireiro, mas encontrar a sua personalidade”.

A imagem mais cara da série não foi, no entanto, nenhuma das anteriores. Foi antes uma fotografia tirada por Irving Penn para uma campanha da L’Oreal em 1986, que mostra uns lábios pintados com diversas cores e que foi vendida por perto de 288 mil euros. A imagem mais barata de todas pertence a Albert Watson: tirada nos anos noventa, a fotografia de Christy Turlington a soltar o fumo de um cigarro enquanto olha para trás valeu apenas 10,4 mil euros.

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