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TAP suspende voos para Vigo, Corunha e Oviedo por falta de tripulantes

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Em comunicado, a transportadora aérea referiu que a suspensão da operação coincide com o Inverno IATA e “prende-se com as dificuldades que a White tem tido na contratação de tripulantes“.

“Este motivo, associado a uma menor rentabilidade das rotas Vigo, Corunha e Oviedo, faz com que a TAP tenha decidido pela suspensão das mesmas, tendo em conta também os constrangimentos conhecidos no Aeroporto de Lisboa”, acrescenta o mesmo comunicado.

A agência noticiosa EFE referiu que a TAP lançou várias ofertas de empregos nos últimos meses e chegou a eliminar a restrição de obrigatoriedade de falar a língua portuguesa para garantir a contratação.

LUSA

TAP proíbe uso do Galaxy Note 7 nos seus aviões

A TAP juntou-se às companhias aéreas a proibir a utilização do Galaxy Note 7, procurando evitar explosões acidentais dos smartphones a bordo do seu avião. A companhia aérea portuguesa emitiu as diretrizes sobre o mais recente smartphone da Samsung no seu próprio site.

A TAP aconselha assim para que o smartphone esteja desligado e pede ainda que ninguém “carregue o telemóvel a bordo, seja através de carregador portátil ou através das tomadas a bordo”. A companhia aérea refere ainda que o Galaxy Note 7 não deve ser guardado juntamente com a bagagem de porão. Mesmo que seja notada “alguma anomalia, por exemplo se o mesmo estiver danificado, a sobreaquecer, a deitar fumo, etc.,”, a TAP pede aos seus clientes que avisem um dos membros da tripulação.

A Samsung continua a tentar controlar a polémica que se criou em torno do seu Galaxy Note 7, um dispositivo que começou por ser elogiado pelos entusiastas de smartphones mas que agora está indelevelmente associado a explosões inesperadas.

TAP lança bilhetes “low cost”

A TAP vai começar hoje a vender bilhetes de avião a preços low cost para voos realizados a partir de outubro, para destinos da Europa e norte de África. A nova estratégia comercial visa combater a concorrência de transportadoras como a Ryanair ou a easyJet. Na prática, se o passageiro abdicar de certos serviços, como bagagem de porão, poderá comprar bilhetes a preços mais baixos, mas viajar nos aviões da transporta aérea portuguesa.

Veja como vai funcionar.

1 Quanto passam a custar os bilhetes?

Nas simulações da TAP, a viagem mais barata de Lisboa para Londres custava 69 euros; agora, custará a partir de 39 euros. Para Paris, o preço desce de 44 euros para 32 euros. Já para Madrid passa de 42 euros para 38 euros. Ainda, para Bruxelas, o preço cai de 52 euros para 35 euros. As simulações são para voos a partir de Lisboa, só para uma viagem (o regresso custará o mesmo) e incluem todas as taxas. Estes novos preços serão incluídos na classe Discount que, em média, representará uma descida de preço na ordem dos 34%, assegura a TAP.

2 As outras tarifas vão ficar mais caras?

A TAP garante que as restantes tarifas ficarão mais baratas. Com esta mudança, passará a ter seis tarifas: quatro em Económica (a Discount será a mais barata) e duas em executiva (a mais cara será a Top Executive).

3 Qual a diferença de serviço entre a tarifa low cost e as outras?

Dentro do avião, os serviços de todas as classes económicas serão iguais. Por exemplo, as quatro darão direito à mesma refeição e ao mesmo tipo de assento. Mas o passageiro low cost só terá direito a levar uma bagagem de cabine até 8 kg, não poderá marcar lugar no momento em que compra o bilhete (só é definido no check in) e só acumulará 10% das milhas.

4 Quais são as características das outras tarifas?

Como já vimos, a Discount (a low cost) adequa-se a quem viaja só com bagagem de mão. A tarifa seguinte, a Basic, inclui uma mala de porão grátis. Depois, a Classic tem todos os serviços da Basic, mas permite reservar o lugar quando se compra o bilhete. Além destes serviços, na Plus será possível mudar a reserva, sem ter de pagar por isso. Haverá ainda duas tarifas executivas. A Executive impõe algumas limitações a alterações de reserva ou a reembolsos. Por último, a Top Executive é a que tem mais flexibilidade.

5 Haverá preços low cost na ponte aérea Porto-Lisboa?

Nos voos entre o Porto e Lisboa haverá três tarifas, todas em classe económica: a Discount (low cost), a Basic e a Plus.

6 Depois de comprar um bilhete Discount, é possível enviar uma bagagem para o porão?

Sim, mas por um preço. Até 24 horas da viagem, uma bagagem com até 23 kg custará 20 euros. Se comprar no dia da viagem, o preço sobe para 35 euros.

7 É garantido que consigo comprar um bilhete ao preço anunciado?

Todas as companhias vão mudando os preços à medida que os bilhetes são vendidos, pelo que não é possível garantir que conseguirá comprar viagens pelo preço anunciado. Mas nas viagens low cost da TAP – tal como em qualquer outra – comprar com antecedência maximiza as hipóteses de conseguir um bilhete pelo valor anunciado. Não haverá um número limite de bilhetes vendidos a preço low cost: enquanto houver assentos no avião e viajantes interessados na tarifa mais barata, a TAP venderá bilhetes.

8 As viagens são feitas nos aviões da TAP?

Sim, os aviões serão os mesmos. Dentro de cada um poderão viajar passageiros com bilhetes de todas as tarifas.

9 Quando entra em vigor?

Os novos preços estão disponíveis a partir de hoje, mas só se aplicam a viagens realizadas de outubro em diante.

10 Os novos preços aplicam-se a todas as rotas?

Aplicam-se apenas aos voos da TAP para a Europa e o norte de África, o chamado médio curso.

TAP retoma voos diretos para Guiné-Bissau no dia 1 de dezembro

A transportadora aérea Portuguesa (TAP) retoma os voos regulares e diretos entre Lisboa e a capital da Guiné-Bissau a partir do dia 01 de dezembro próximo, anunciou esta sexta-feira o Governo de Bissau, em comunicado do conselho de ministros.

A retoma dos voos da TAP para Bissau foi comunicada ao coletivo governamental pelo secretário de Estado dos Transportes e Comunicações guineense, Fidélis Forbs que deu conta de diligências em curso junto da transportadora aérea portuguesa.

A TAP deixou de voar para a Guiné-Bissau desde que no dia 10 de dezembro de 2012 uma tripulação da companhia portuguesa foi obrigada a transportar para Lisboa, a partir do aeroporto de Bissau, 74 passageiros nacionais da Síria, mas que viajavam com documentação que se revelara falsa.

A tripulação alegaria que foi forçada a transportar aqueles passageiros que acabariam por pedir asilo em Portugal.

O Governo português classificou como “ato semelhante ao terrorismo” o embarque forçado dos passageiros e exigiu explicações detalhadas às autoridades de então em Bissau.

A Guiné-Bissau era dirigida na altura daqueles acontecimentos por um governo de transição saído de um golpe militar.

Foi realizado um inquérito cujas conclusões não foram tornadas públicas, mas do processo não houve nenhuma diligência judicial na Guiné-Bissau.

Sem ter as devidas explicações e considerando que não existiam as condições de segurança, a TAP decidiu pura e simplesmente, a 11 de dezembro de 2013, pela suspensão das suas operações para a Guiné-Bissau evocando “grave quebra de segurança” no aeroporto internacional Osvaldo Vieira.

A ligação aérea entre Bissau e Lisboa, passando por Casablanca, em Marrocos, com uma escala de várias horas, passou a ser feita pela companhia Royal Air Maroc, com voos todos os dias com exceção às quartas e sextas-feiras.

Em novembro de 2014, a companhia privada portuguesa, EuroAtlantic iniciou as suas operações regulares, ligando, com voos diretos, Lisboa e Bissau, inicialmente com um voo semanal e mas tarde aumentado para dois.

TAP/Privatização: Concorrência notificada sobre controlo conjunto entre o Estado e os privados

A Parpública e a Atlantic Gateway, consórcio de Humberto Pedrosa e David Neeleman, notificaram a Autoridade da Concorrência do controlo conjunto sobre a TAP, isto é, da operação que permite ao Estado ficar com 50% do capital da companhia.

Em comunicado divulgado esta terça-feira na página oficial, a Autoridade da Concorrência (AdC) informa que foi notificada, a 20 de julho de 2016, da operação de concentração, que consiste na aquisição do controlo conjunto pela Parpública – Participações Públicas e pela Atlantic Gateway, SGPS sobre a TAP – Transportes Aéreos Portugueses.

Atualmente, a TAP é controlada pelo consórcio privado Atlantic Gateway, que venceu a privatização do grupo, adquirindo 61% do capital, transação que foi renegociada pelo Governo de António Costa e culminou com uma alteração do figurino acionista.

Além da Concorrência, o processo terá ainda que ser submetido à Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), o regulador, que tem a palavra final e ainda está a analisar o processo anterior – da compra de 61% do grupo por privados.

O novo acordo de compra e venda de ações da TAP, assinado em maio, que agora está a ser analisado pela AdC, permite ao Estado ficar com 50% de ações da transportadora aérea, ficando agora o consórcio de Humberto Pedrosa e David Neeleman com 45%, podendo chegar aos 50% com a aquisição de 5% do capital que será colocado à disposição dos trabalhadores.

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, tem vindo a defender que este acordo faz com que os portugueses estejam representados na empresa e leva a que o Estado tenha sempre uma palavra a dizer sobre o futuro estratégico da companhia.

“Ao mesmo tempo temos um acionista privado, temos uma empresa mais capitalizada, mais forte, destinada a assegurar o emprego dos trabalhadores, mas sobretudo uma empresa muito importante para o turismo e para o país na relação com a lusofonia”, afirmou.

O conselho de administração irá ter seis elementos indicados pelo Estado e seis elementos da parte privada, sendo que o presidente nomeado pelo Estado terá voto de qualidade.

Avião da TAP aterra de emergência em Bordéus

Um avião da TAP que partiu do Luxemburgo com destino ao Porto esta segunda-feira teve de aterrar de emergência em Bordéus, no sul de França. Segundo fonte oficial da TAP, o desvio aconteceu porque um dos passageiros se sentiu mal a bordo e teve de ser assistido por uma equipa médica em terra.

A hora prevista de chegada do voo da TAP 687 ainda aparece na página de internet da ANA como sendo às 14h45. Segundo o Airlive, o voo aterrou em Bordéus depois de um dos tripulantes ter sofrido um ataque epilético. O piloto declarou a emergência quando o avião se encontrava a 50 minutos do seu destino, no Porto

TAP com dois charter e mais lugares nos voos regulares para Paris

De acordo com fonte oficial da TAP, a transportadora vai ter uma operação extraordinária assegurada por dois voos charter (fretados), com 324 lugares, que serão comercializados pelas agências de viagem.

A TAP vai ainda aumentar o número de lugares disponíveis em três dos oito voos regulares com partida de Lisboa, conseguindo transportar mais cerca de 200 passageiros, com recurso a aviões maiores (A330 e A340, em vez dos habituais A319 e A320, que asseguram o médio curso).

No domingo, pelas 21:00 locais (20:00 em Lisboa), a seleção francesa e a portuguesa vão-se encontrar no Stade de France, em Saint-Denis, para disputar a final do Euro’2016.

Os jogadores da seleção portuguesa de futebol regressam a casa na segunda-feira de manhã, a bordo do avião “Eusébio”, o mesmo em que voaram rumo ao Euro’2016, com chegada prevista para as 11:15 ao aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.

TAP com voos diários para Nova Iorque a partir desta sexta-feira

A partir de hoje, a TAP começa a voar diariamente para o Aeroporto John F. Kennedy, em Nova Iorque (EUA).

A inauguração desta rota, juntamente com o início de operação para Boston, no passado dia 11 de junho, passa a permitir que a companhia ofereça aos seus clientes voos diretos de Portugal para quatro importantes aeroportos nos EUA: Boston, Miami, Newark e Nova Iorque – JFK, informa a companhia em comunicado.

Os voos para o aeroporto de JFK partem às 17h de Lisboa, com chegada a Nova Iorque às 20h. No sentido inverso, os voos partem às 23h30 e chegam a Lisboa às 11h30 do dia seguinte.

Esta não é a única novidade preparada pela empresa, que acaba também de renovar as suas cabines nos aviões A330-200 e proprocionar mais conforto em classe executiva.

TAP mantém operação para a Venezuela inalterada

A TAP vai manter a operação para Caracas, na Venezuela, de três voos semanais, apesar do agudizar da crise económica e da retenção de capitais, que já levaram várias companhias aéreas a cancelar o destino.

“Fizemos alterações ao longo do tempo. Agora vamos manter a operação”, garantiu o presidente executivo da TAP, Fernando Pinto, à margem da conferência da imprensa em que a transportadora anunciou o reforço de conteúdos a bordo dos aviões de longo curso, através de uma parceria com a Sport TV.

Em declarações aos jornalistas, Fernando Pinto realçou a importância da operação da TAP para a comunidade portuguesa na Venezuela, adiantando que continuam a decorrer negociações para recuperar os capitais retidos, que penalizaram os resultados em 2015.

“Reduzimos a operação ao longo do tempo até porque o mercado reduziu drasticamente, mas por enquanto a nossa decisão é manter, principalmente em respeito pela grande comunidade portuguesa que existe naquele país”, declarou o gestor.

No sábado, a companhia aérea alemã Lufthansa anunciou que vai suspender os voos entre a Venezuela e a Alemanha a partir de 18 de junho devido à impossibilidade de trocar as receitas para dólares norte-americanos e à baixa procura de voos.

Na segunda-feira, foi a vez da Latam, a principal companhia aérea da América Latina, suspender indefinidamente os voos com destino à Venezuela.

A TAP consolidou nas contas do ano passado 91,4 milhões referentes a vendas na Venezuela, cujo valor ainda não foi transferido, situação agravada por diversas desvalorizações cambiais.

O acordo assinado hoje, entre o presidente da TAP, Fernando Pinto, e o presidente da Sport TV, Joaquim Oliveira, prevê que os 20 aviões de longo curso da TAP passem a disponibilizar aos seus passageiros um noticiário diário com cerca de 30 minutos.

Assinatura do acordo do Governo com a TAP adiada por “três semanas”

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas anunciou esta terça-feira no Parlamento que o Governo vai adiar, por duas ou três semanas, a assinatura do acordo de compra e venda de ações da TAP, que permite ao Estado manter 50% do capital da companhia aérea portuguesa. O motivo, disse, citado pelo Expresso, prende-se com a complexidade dos instrumentos jurídicos em causa.

“Os documentos de concretização do memorando de entendimento [assinado no início de Fevereiro] estão essencialmente concluídos”, disse Pedro Marques, prometendo fechar o dossiê “nas próximas três semanas”.

A assinatura do acordo devia acontecer até ao final desta semana, uma vez que o memorando de entendimento assinado com os acionistas privados só vigorava até sábado, dia 30. Não sendo assinado até essa data, tal significa que se voltava ao modelo anterior definido pelo Governo de Passos Coelho, em que o consórcio Atlantic Gateway, de David Neeleman, ficava com 61% da empresa.

Agora, o ministro da tutela vem dizer, durante uma audição na comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas, que vai passar o prazo, em duas ou três semanas, por motivos de complexidade dos instrumentos jurídicos. A ideia do atual Governo é manter a TAP com 50% de capital público, sendo que a gestão corrente continua a caber aos privados.

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