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Companhias aéreas alvo de mais de 700 queixas em 2019

O Portal da Queixa – uma referência nacional em matéria de consumo -, analisou as reclamações recebidas referentes ao setor do Turismo. As companhias aéreas voltam a liderar o setor, com mais de 700 reclamações registadas em 2019, verificando-se um aumento face ao ano anterior.  Em época de férias, fica ainda o alerta do Portal da Queixa aos consumidores para a importância de fazer compras seguras e para os direitos que têm quando algo não corre bem.

Desde o início do ano, até ao dia 24 de junho, o Portal da Queixa registou 716 reclamações dirigidas a companhias aéreas, um aumento face ao período homólogo, onde foram registadas 658 reclamações.

A análise da equipa do Portal da Queixa permitiu ainda constatar que, entre os períodos analisados (1 janeiro a 24 junho 2019 e período homólogo), maio de 2019 foi o mês com mais reclamações registadas desde 2018, com 145 queixas dirigidas às companhias aéreas.

Em ambos os períodos analisados, a TAP lidera o Top3 das companhias aéreas com maior número de reclamações, 325 (2019) e 320 (2018). Segue-se a Ryanair com 154 (2019) e 122 (2018). O terceiro lugar é ocupado pela EasyJet, com 63 queixas (2019) e 56 no período homólogo.

No período entre 1 de janeiro a 24 de junho de 2019, os principais motivos de reclamação apresentados pelos consumidores ao Portal da Queixa estão relacionados com atrasos nos voos, pedidos de reembolso, bagagem danificada/perdida, cancelamento de voo, falta ou mau atendimento.

[ Período: 1 janeiro – 24 junho 2019 ]

Principais motivos das reclamações N.º % representa
Atrasos de voo 163 22.8%
Pedidos de Reembolso 110 15.4%
Bagagem danificadas/Perdidas 100 14%
Cancelamentos de voo 78 10.9%
Falta/mau atendimento 52 7.3%

A insatisfação dos consumidores em relação às três companhias aéreas mais reclamadas reflete-se na página das marcas no Portal da Queixa. Na TAP, o Índice de Satisfação gerado pelos consumidores é de apenas 8,6% (em 100), e as Taxas de Solução e Resposta de 7,3%. Na Ryanair, o Índice de Satisfação é de apenas 4,5%, sendo as Taxas de Solução e Resposta de 3,8%. Na EasyJet, o Índice de Satisfação dos consumidores é de apenas 3,6%, sendo as Taxas de Solução e Resposta de 3,2%.

De salientar que o tratamento e a resolução das reclamações entre as marcas e os consumidores são da inteira responsabilidade dos intervenientes diretos, não existindo qualquer mediação ou interferência na comunicação pelo Portal da Queixa. Por essa razão, a plataforma disponibiliza de forma totalmente gratuita às marcas, as ferramentas de gestão de reclamações, tais como dar resposta e resolver, com vista a que estas possam chegar do problema à solução, sem custos e de forma a potenciarem a sua reputação positiva junto dos consumidores, gerando um reforço de confiança.

Férias à porta? O Portal da Queixa dá-lhe algumas dicas!

Existem vários fatores que podem ameaçar o tão esperado descanso e dar-lhe algumas dores de cabeça. Desta forma, o Portal da Queixa apresenta-lhe algumas dicas para o ajudar a solucionar possíveis problemas. O importante é saber que há solução para tudo e o consumidor está protegido de muitas formas.

  1. Pesquise antes de comprar

Na altura da pesquisa por local de alojamento ou agência de viagens, sugerimos que pesquise por opiniões públicas ou reclamações que possam estar disponíveis online, como no caso do Portal da Queixa. Este pode ser um ponto crucial para a tomada de decisão e para uma escolha mais segura.

  1. Voos atrasados ou cancelados

Muitas vezes o atraso de um voo significa problemas para quem vai de férias. Desta forma, a legislação europeia prevê que o consumidor tem direito a uma indeminização entre 125 e 600 euros, tendo em conta a distância do voo e a duração dos atrasos.

Caso o seu voo seja cancelado, deve ser-lhe dada a opção de reembolso do preço total do bilhete, no prazo de sete dias, ou deve ser apresentada uma outra opção razoável. Poderá ter ainda direito a uma indeminização entre 250 a 600 euros, exceto se o atraso do voo for por causa maior.

  1. Cuidado com as bagagens em viagens de avião

Bagagens perdidas, danificadas ou em atraso são um dos principais problemas associados a companhias aéreas como o Portal da Queixa alerta nesta mesma publicação. Caso se depare com uma situação destas, saiba que tem direito a uma indeminização até 1.223 euros, de acordo com a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor.

Caso a bagagem chegue até si danificada, deve apresentar queixa à companhia aérea até sete dias após receber a bagagem. Se o caso for de atraso na receção da bagagem tem até 21 dias para reclamar. O mais importante de tudo é: Não esquecer de guardar as cópias da reclamação!

  1. Tenha atenção aos alojamentos locais

Arrendar uma casa para férias através de anúncios (online ou em jornais) é uma modalidade cada vez mais procurada por quem vai de férias. Na maior parte dos casos, os contratos são celebrados por telefone e o pagamento feito antes de usufruir do espaço. O problema é que nem sempre o anúncio publicado corresponde à realidade. Caso se depare com uma situação fraudulenta, ou seja, se o que alugou não corresponde à realidade, pode pedir uma indeminização por danos. Para que tal aconteça, deve recorrer a um julgado de paz ou a um tribunal.

  1. Conheça os seus direitos!

Imagine que vai de férias, seja através de uma agência de viagens ou de uma reserva/compra online, e algo corre mal? Chega ao destino e nada é como aquilo que idealizava e tinha adquirido. Como pode reclamar e exercer os seus direitos?

  • Reclamar diretamente com a agência

Caso tenha adquirido as suas férias através de uma agência de viagens, esta é a forma mais simples de resolver o seu problema. Pode fazer a sua reclamação por email ou através do telefone diretamente com a agência.

O recomendável é fazer a sua reclamação via email, para que fique registada por escrito, e o mais rapidamente possível, ou seja, se chegar ao seu local de destino e não se deparar com o que comprou, deve fazer a reclamação de imediato.

  • Fundo de Garantia de Viagens e Turismo

Caso a sua agência de viagens não resolva o problema ou caso tenha comprado online e não obtêm uma solução para a sua situação, pode e deve requerer que lhe seja arbitrada uma indeminização através deste fundo de garantia. Existe uma plataforma online onde a sua reclamação deve ser apresentada.

  • Livro de reclamações

Caso chegue a uma unidade hoteleira e não está a usufruir do que comprou pode pedir o livro de reclamações e escrever qual o motivo pelo qual está a reclamar.

A reclamação é enviada para a ASAE e se o cliente tiver razão, pode ser aplicada uma coima ao hotel.

  • Provedor do cliente

O Provedor do Cliente é uma figura que existe para resolver problemas relacionados com o que foi comprado e o que foi ofertado.

Existe um site que contém todas as informações referentes a esta figura e onde tem um formulário próprio para fazer a sua reclamação. A partir do momento que chega a Portugal (caso tenha viajado para o estrangeiro) ou ao seu local de residência no fim das férias, tem 20 dias para apresentar a sua reclamação.

Esta plataforma não funciona em todos os casos, uma vez que, se alugar uma casa a alguém e esta não corresponder ao que pediu, se o titular da casa não for aderente ao Provedor do Cliente, a plataforma não pode interferir.

O que fazer nestes casos?

As plataformas online de reservas têm locais próprios para fazer comentários. Esses comentários têm impacto, uma vez que o titular do alojamento local está sempre com muita atenção aos comentários dos consumidores, porque se um comentário for negativo é mais difícil que o alojamento volte a ser alugado (obtém uma má classificação).

A verdade é que quanto mais bem informado estiver enquanto consumidor, melhor saberá resolver um constrangimento durante as férias. No entanto, não deve deixar que estes problemas estraguem os dias que tinha planeado. E se já está de partida para o merecido descanso, desejamos-lhe: Boas Férias!

TAP suspende voos para Vigo, Corunha e Oviedo por falta de tripulantes

© Lusa

Em comunicado, a transportadora aérea referiu que a suspensão da operação coincide com o Inverno IATA e “prende-se com as dificuldades que a White tem tido na contratação de tripulantes“.

“Este motivo, associado a uma menor rentabilidade das rotas Vigo, Corunha e Oviedo, faz com que a TAP tenha decidido pela suspensão das mesmas, tendo em conta também os constrangimentos conhecidos no Aeroporto de Lisboa”, acrescenta o mesmo comunicado.

A agência noticiosa EFE referiu que a TAP lançou várias ofertas de empregos nos últimos meses e chegou a eliminar a restrição de obrigatoriedade de falar a língua portuguesa para garantir a contratação.

LUSA

TAP proíbe uso do Galaxy Note 7 nos seus aviões

A TAP juntou-se às companhias aéreas a proibir a utilização do Galaxy Note 7, procurando evitar explosões acidentais dos smartphones a bordo do seu avião. A companhia aérea portuguesa emitiu as diretrizes sobre o mais recente smartphone da Samsung no seu próprio site.

A TAP aconselha assim para que o smartphone esteja desligado e pede ainda que ninguém “carregue o telemóvel a bordo, seja através de carregador portátil ou através das tomadas a bordo”. A companhia aérea refere ainda que o Galaxy Note 7 não deve ser guardado juntamente com a bagagem de porão. Mesmo que seja notada “alguma anomalia, por exemplo se o mesmo estiver danificado, a sobreaquecer, a deitar fumo, etc.,”, a TAP pede aos seus clientes que avisem um dos membros da tripulação.

A Samsung continua a tentar controlar a polémica que se criou em torno do seu Galaxy Note 7, um dispositivo que começou por ser elogiado pelos entusiastas de smartphones mas que agora está indelevelmente associado a explosões inesperadas.

TAP lança bilhetes “low cost”

A TAP vai começar hoje a vender bilhetes de avião a preços low cost para voos realizados a partir de outubro, para destinos da Europa e norte de África. A nova estratégia comercial visa combater a concorrência de transportadoras como a Ryanair ou a easyJet. Na prática, se o passageiro abdicar de certos serviços, como bagagem de porão, poderá comprar bilhetes a preços mais baixos, mas viajar nos aviões da transporta aérea portuguesa.

Veja como vai funcionar.

1 Quanto passam a custar os bilhetes?

Nas simulações da TAP, a viagem mais barata de Lisboa para Londres custava 69 euros; agora, custará a partir de 39 euros. Para Paris, o preço desce de 44 euros para 32 euros. Já para Madrid passa de 42 euros para 38 euros. Ainda, para Bruxelas, o preço cai de 52 euros para 35 euros. As simulações são para voos a partir de Lisboa, só para uma viagem (o regresso custará o mesmo) e incluem todas as taxas. Estes novos preços serão incluídos na classe Discount que, em média, representará uma descida de preço na ordem dos 34%, assegura a TAP.

2 As outras tarifas vão ficar mais caras?

A TAP garante que as restantes tarifas ficarão mais baratas. Com esta mudança, passará a ter seis tarifas: quatro em Económica (a Discount será a mais barata) e duas em executiva (a mais cara será a Top Executive).

3 Qual a diferença de serviço entre a tarifa low cost e as outras?

Dentro do avião, os serviços de todas as classes económicas serão iguais. Por exemplo, as quatro darão direito à mesma refeição e ao mesmo tipo de assento. Mas o passageiro low cost só terá direito a levar uma bagagem de cabine até 8 kg, não poderá marcar lugar no momento em que compra o bilhete (só é definido no check in) e só acumulará 10% das milhas.

4 Quais são as características das outras tarifas?

Como já vimos, a Discount (a low cost) adequa-se a quem viaja só com bagagem de mão. A tarifa seguinte, a Basic, inclui uma mala de porão grátis. Depois, a Classic tem todos os serviços da Basic, mas permite reservar o lugar quando se compra o bilhete. Além destes serviços, na Plus será possível mudar a reserva, sem ter de pagar por isso. Haverá ainda duas tarifas executivas. A Executive impõe algumas limitações a alterações de reserva ou a reembolsos. Por último, a Top Executive é a que tem mais flexibilidade.

5 Haverá preços low cost na ponte aérea Porto-Lisboa?

Nos voos entre o Porto e Lisboa haverá três tarifas, todas em classe económica: a Discount (low cost), a Basic e a Plus.

6 Depois de comprar um bilhete Discount, é possível enviar uma bagagem para o porão?

Sim, mas por um preço. Até 24 horas da viagem, uma bagagem com até 23 kg custará 20 euros. Se comprar no dia da viagem, o preço sobe para 35 euros.

7 É garantido que consigo comprar um bilhete ao preço anunciado?

Todas as companhias vão mudando os preços à medida que os bilhetes são vendidos, pelo que não é possível garantir que conseguirá comprar viagens pelo preço anunciado. Mas nas viagens low cost da TAP – tal como em qualquer outra – comprar com antecedência maximiza as hipóteses de conseguir um bilhete pelo valor anunciado. Não haverá um número limite de bilhetes vendidos a preço low cost: enquanto houver assentos no avião e viajantes interessados na tarifa mais barata, a TAP venderá bilhetes.

8 As viagens são feitas nos aviões da TAP?

Sim, os aviões serão os mesmos. Dentro de cada um poderão viajar passageiros com bilhetes de todas as tarifas.

9 Quando entra em vigor?

Os novos preços estão disponíveis a partir de hoje, mas só se aplicam a viagens realizadas de outubro em diante.

10 Os novos preços aplicam-se a todas as rotas?

Aplicam-se apenas aos voos da TAP para a Europa e o norte de África, o chamado médio curso.

TAP retoma voos diretos para Guiné-Bissau no dia 1 de dezembro

A transportadora aérea Portuguesa (TAP) retoma os voos regulares e diretos entre Lisboa e a capital da Guiné-Bissau a partir do dia 01 de dezembro próximo, anunciou esta sexta-feira o Governo de Bissau, em comunicado do conselho de ministros.

A retoma dos voos da TAP para Bissau foi comunicada ao coletivo governamental pelo secretário de Estado dos Transportes e Comunicações guineense, Fidélis Forbs que deu conta de diligências em curso junto da transportadora aérea portuguesa.

A TAP deixou de voar para a Guiné-Bissau desde que no dia 10 de dezembro de 2012 uma tripulação da companhia portuguesa foi obrigada a transportar para Lisboa, a partir do aeroporto de Bissau, 74 passageiros nacionais da Síria, mas que viajavam com documentação que se revelara falsa.

A tripulação alegaria que foi forçada a transportar aqueles passageiros que acabariam por pedir asilo em Portugal.

O Governo português classificou como “ato semelhante ao terrorismo” o embarque forçado dos passageiros e exigiu explicações detalhadas às autoridades de então em Bissau.

A Guiné-Bissau era dirigida na altura daqueles acontecimentos por um governo de transição saído de um golpe militar.

Foi realizado um inquérito cujas conclusões não foram tornadas públicas, mas do processo não houve nenhuma diligência judicial na Guiné-Bissau.

Sem ter as devidas explicações e considerando que não existiam as condições de segurança, a TAP decidiu pura e simplesmente, a 11 de dezembro de 2013, pela suspensão das suas operações para a Guiné-Bissau evocando “grave quebra de segurança” no aeroporto internacional Osvaldo Vieira.

A ligação aérea entre Bissau e Lisboa, passando por Casablanca, em Marrocos, com uma escala de várias horas, passou a ser feita pela companhia Royal Air Maroc, com voos todos os dias com exceção às quartas e sextas-feiras.

Em novembro de 2014, a companhia privada portuguesa, EuroAtlantic iniciou as suas operações regulares, ligando, com voos diretos, Lisboa e Bissau, inicialmente com um voo semanal e mas tarde aumentado para dois.

TAP/Privatização: Concorrência notificada sobre controlo conjunto entre o Estado e os privados

A Parpública e a Atlantic Gateway, consórcio de Humberto Pedrosa e David Neeleman, notificaram a Autoridade da Concorrência do controlo conjunto sobre a TAP, isto é, da operação que permite ao Estado ficar com 50% do capital da companhia.

Em comunicado divulgado esta terça-feira na página oficial, a Autoridade da Concorrência (AdC) informa que foi notificada, a 20 de julho de 2016, da operação de concentração, que consiste na aquisição do controlo conjunto pela Parpública – Participações Públicas e pela Atlantic Gateway, SGPS sobre a TAP – Transportes Aéreos Portugueses.

Atualmente, a TAP é controlada pelo consórcio privado Atlantic Gateway, que venceu a privatização do grupo, adquirindo 61% do capital, transação que foi renegociada pelo Governo de António Costa e culminou com uma alteração do figurino acionista.

Além da Concorrência, o processo terá ainda que ser submetido à Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), o regulador, que tem a palavra final e ainda está a analisar o processo anterior – da compra de 61% do grupo por privados.

O novo acordo de compra e venda de ações da TAP, assinado em maio, que agora está a ser analisado pela AdC, permite ao Estado ficar com 50% de ações da transportadora aérea, ficando agora o consórcio de Humberto Pedrosa e David Neeleman com 45%, podendo chegar aos 50% com a aquisição de 5% do capital que será colocado à disposição dos trabalhadores.

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, tem vindo a defender que este acordo faz com que os portugueses estejam representados na empresa e leva a que o Estado tenha sempre uma palavra a dizer sobre o futuro estratégico da companhia.

“Ao mesmo tempo temos um acionista privado, temos uma empresa mais capitalizada, mais forte, destinada a assegurar o emprego dos trabalhadores, mas sobretudo uma empresa muito importante para o turismo e para o país na relação com a lusofonia”, afirmou.

O conselho de administração irá ter seis elementos indicados pelo Estado e seis elementos da parte privada, sendo que o presidente nomeado pelo Estado terá voto de qualidade.

Avião da TAP aterra de emergência em Bordéus

Um avião da TAP que partiu do Luxemburgo com destino ao Porto esta segunda-feira teve de aterrar de emergência em Bordéus, no sul de França. Segundo fonte oficial da TAP, o desvio aconteceu porque um dos passageiros se sentiu mal a bordo e teve de ser assistido por uma equipa médica em terra.

A hora prevista de chegada do voo da TAP 687 ainda aparece na página de internet da ANA como sendo às 14h45. Segundo o Airlive, o voo aterrou em Bordéus depois de um dos tripulantes ter sofrido um ataque epilético. O piloto declarou a emergência quando o avião se encontrava a 50 minutos do seu destino, no Porto

TAP com dois charter e mais lugares nos voos regulares para Paris

De acordo com fonte oficial da TAP, a transportadora vai ter uma operação extraordinária assegurada por dois voos charter (fretados), com 324 lugares, que serão comercializados pelas agências de viagem.

A TAP vai ainda aumentar o número de lugares disponíveis em três dos oito voos regulares com partida de Lisboa, conseguindo transportar mais cerca de 200 passageiros, com recurso a aviões maiores (A330 e A340, em vez dos habituais A319 e A320, que asseguram o médio curso).

No domingo, pelas 21:00 locais (20:00 em Lisboa), a seleção francesa e a portuguesa vão-se encontrar no Stade de France, em Saint-Denis, para disputar a final do Euro’2016.

Os jogadores da seleção portuguesa de futebol regressam a casa na segunda-feira de manhã, a bordo do avião “Eusébio”, o mesmo em que voaram rumo ao Euro’2016, com chegada prevista para as 11:15 ao aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.

TAP com voos diários para Nova Iorque a partir desta sexta-feira

A partir de hoje, a TAP começa a voar diariamente para o Aeroporto John F. Kennedy, em Nova Iorque (EUA).

A inauguração desta rota, juntamente com o início de operação para Boston, no passado dia 11 de junho, passa a permitir que a companhia ofereça aos seus clientes voos diretos de Portugal para quatro importantes aeroportos nos EUA: Boston, Miami, Newark e Nova Iorque – JFK, informa a companhia em comunicado.

Os voos para o aeroporto de JFK partem às 17h de Lisboa, com chegada a Nova Iorque às 20h. No sentido inverso, os voos partem às 23h30 e chegam a Lisboa às 11h30 do dia seguinte.

Esta não é a única novidade preparada pela empresa, que acaba também de renovar as suas cabines nos aviões A330-200 e proprocionar mais conforto em classe executiva.

TAP mantém operação para a Venezuela inalterada

A TAP vai manter a operação para Caracas, na Venezuela, de três voos semanais, apesar do agudizar da crise económica e da retenção de capitais, que já levaram várias companhias aéreas a cancelar o destino.

“Fizemos alterações ao longo do tempo. Agora vamos manter a operação”, garantiu o presidente executivo da TAP, Fernando Pinto, à margem da conferência da imprensa em que a transportadora anunciou o reforço de conteúdos a bordo dos aviões de longo curso, através de uma parceria com a Sport TV.

Em declarações aos jornalistas, Fernando Pinto realçou a importância da operação da TAP para a comunidade portuguesa na Venezuela, adiantando que continuam a decorrer negociações para recuperar os capitais retidos, que penalizaram os resultados em 2015.

“Reduzimos a operação ao longo do tempo até porque o mercado reduziu drasticamente, mas por enquanto a nossa decisão é manter, principalmente em respeito pela grande comunidade portuguesa que existe naquele país”, declarou o gestor.

No sábado, a companhia aérea alemã Lufthansa anunciou que vai suspender os voos entre a Venezuela e a Alemanha a partir de 18 de junho devido à impossibilidade de trocar as receitas para dólares norte-americanos e à baixa procura de voos.

Na segunda-feira, foi a vez da Latam, a principal companhia aérea da América Latina, suspender indefinidamente os voos com destino à Venezuela.

A TAP consolidou nas contas do ano passado 91,4 milhões referentes a vendas na Venezuela, cujo valor ainda não foi transferido, situação agravada por diversas desvalorizações cambiais.

O acordo assinado hoje, entre o presidente da TAP, Fernando Pinto, e o presidente da Sport TV, Joaquim Oliveira, prevê que os 20 aviões de longo curso da TAP passem a disponibilizar aos seus passageiros um noticiário diário com cerca de 30 minutos.

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