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Assinatura do acordo do Governo com a TAP adiada por “três semanas”

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas anunciou esta terça-feira no Parlamento que o Governo vai adiar, por duas ou três semanas, a assinatura do acordo de compra e venda de ações da TAP, que permite ao Estado manter 50% do capital da companhia aérea portuguesa. O motivo, disse, citado pelo Expresso, prende-se com a complexidade dos instrumentos jurídicos em causa.

“Os documentos de concretização do memorando de entendimento [assinado no início de Fevereiro] estão essencialmente concluídos”, disse Pedro Marques, prometendo fechar o dossiê “nas próximas três semanas”.

A assinatura do acordo devia acontecer até ao final desta semana, uma vez que o memorando de entendimento assinado com os acionistas privados só vigorava até sábado, dia 30. Não sendo assinado até essa data, tal significa que se voltava ao modelo anterior definido pelo Governo de Passos Coelho, em que o consórcio Atlantic Gateway, de David Neeleman, ficava com 61% da empresa.

Agora, o ministro da tutela vem dizer, durante uma audição na comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas, que vai passar o prazo, em duas ou três semanas, por motivos de complexidade dos instrumentos jurídicos. A ideia do atual Governo é manter a TAP com 50% de capital público, sendo que a gestão corrente continua a caber aos privados.

TAP fecha 2015 com prejuízos de 99 milhões de euros

Em comunicado, a TAP explica que o agravamento dos prejuízos resulta da necessidade de consolidar um montante de 91,4 milhões referente a vendas na Venezuela, cujo valor ainda não foi transferido, situação agravada por diversas desvalorizações cambiais.

Sem este fator extraordinário, acrescenta, “o resultado teria sido de apenas 7,6 milhões de euros negativos, evidenciando uma clara recuperação face a 2014”.

[Notícia em atualização]

 

TAP espera ganhar 60 milhões com ponte aérea Lisboa-Porto

A TAP antecipa um ganho líquido de 60 milhões de euros com a ponte aérea entre Lisboa e Porto, inaugurada neste fim-de-semana, um “valor que contribuirá para o equilíbrio das contas da companhia e para novos investimentos que beneficiarão o serviço”, afirma a transportadora em comunicado citado pelo i.

A ponte aérea, já experimentada pelo Observador (e comparada com a mesma viagem em comboio), implicou a supressão de nove rotas à parida de Lisboa e quatro à partida do Porto, indica a companhia, que lhes chama “deficitárias”. As mudanças têm sido duramente criticadas pela Câmara Municipal do Porto e pelo seu presidente, Rui Moreira, que acusam a TAP de tirar 74 voos semanais ao Aeroporto Sá Carneiro.

A empresa não revelou o número de passageiros no primeiro dia (domingo) mas indicou à imprensa que “todos os voos estavam cheios ou praticamente cheios”. Algo que “não deixa margem para dúvidas” sobre a oportunidade destas mudanças.

Rui Moreira: “Guerra” com a TAP à espera de novos capítulos

O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, não vai escrever mais nenhum livro sobre a “guerra” que travou sozinho contra a TAP, depois de a companhia aérea ter anunciado o fim de vários voos de médio curso, incluindo quatro a partir Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Mas esta “história não acaba aqui”. Foi exactamente isto que Rui Moreira disse nesta terça-feira, na Fundação de Serralves, na apresentação do livro TAP-Caixa Negra, que escreveu com o seu adjunto Nuno Nogueira Santos, e que é prefaciado por Luís Valente de Oliveira, ex-ministro e seu mandatário na candidatura à Câmara do Porto.

“A história – é claro – não acaba aqui, mas o livro acabou, não vamos, com certeza, escrever outro fascículo”, declarou, olhando para o co-autor. “Vamos esperar pelos próximos capítulos da TAP e dos transportes aéreos em Portugal, com ou sem TAP”, afirmou o autarca aos jornalistas durante uma pausa na sessão de autógrafos que se seguiu à apresentação da obra, que revela a perspectiva dos autores sobre os “bastidores” das negociações sobre o Aeroporto do Porto, desde a privatização da ANA, empresa gestora dos aeroportos, ao “desinvestimento da transportadora no Porto”.

Garantindo que o tempo lhe tem vindo a dar razão, o independente Rui Moreira assegura que, “com esta guerra, não foi apenas o Norte que perdeu, foi o país. Perdeu, porque houve um conjunto de erros sucessivos, que começaram com o modelo de privatização dos aeroportos, quando aos aeroportos foram privatizados em bloco”. Embalado, aproveitou para salientar que o “Porto tem vindo a assistir ao cancelamento sucessivo de voos” e reivindicou “mais equilíbrio e coesão nacional”. Isto, depois de sublinhar que “é claro” que quem manda na TAP não é o Governo, mas sim David Neeleman. “Precisamos urgentemente que este país não esteja inclinado apenas para um lado, para Lisboa – isso é absolutamente urgente”, proclamou, deixando claro que a regionalização não vai sair da gaveta tão cedo.

“Seria errado que acreditássemos que daqui a uns anos vai haver regionalização e, entretanto, vamos vivendo assim e isto depois compõe-se. A questão é mais candente, é uma questão mais urgente que tem a ver coma coesão territorial e o Presidente da República falou dela na sua tomada de posse”, apontou

Com casa cheia e muitas figuras conhecidas, o livro foi apresentado pelo amigo António Lobo Xavier. “Este livro poderia ser também como um livro de revolta. Tem a presunção dos predestinados e é um livro absolutamente inovador no domínio das obras escritas por políticos”, declarou, considerando a obra “poderia chamar-se ‘À Procura da Lógica‘, mas essa busca nunca teve qualquer sucesso”. Depois, criticou o “reforço do centralismo” e o “agravamento das assimetrias”, tal como o fizera o presidente da câmara e saiu em defesa do amigo. “O Rui exige lhe mostrem como é que é defendido o interesse público”, disse, elogiando o “brilho” que a escrita de Nuno Nogueira Santos, adjunto de Rui Moreira, acrescentou ao livro TAP-Caixa Negra.

easyJet está a avaliar as rotas suspensas pela TAP no aeroporto do Porto

“Estamos a olhar para o mercado e para oportunidades que estão a surgir para continuar a história de êxito no aeroporto do Porto”, disse à Lusa o diretor comercial da easyJet em Portugal, José Lopes, quando questionado sobre o interesse nas quatro rotas suspensas pela transportadora nacional.

Um ano após a abertura da base no aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, a companhia aérea britânica transportou mais de um milhão de passageiros de e para o Porto, tendo como meta crescer 40% em 2016 para os 1,4 milhões de passageiros.

“Além das rotas que normalmente analisamos em todas as temporadas, logicamente quando existem grandes alterações no mercado, como é o caso, também olhamos para essas rotas. Está a ser fruto de análise e atempadamente vamos tomar decisões sobre esse tema”, declarou o responsável da easyJet.

Em janeiro, a TAP anunciou a suspensão das ligações diretas do Porto para Barcelona (Espanha), Bruxelas (Bélgica) e Roma e Milão (Itália) a partir de 27 de março, alegando que estas rotas são deficitárias.

Em declarações à Lusa, José Lopes afirmou que “o aeroporto do Porto é estratégico para a companhia” de baixo custo, o que levou ao reforço da frota com um terceiro avião e ao lançamento de uma nova rota para o Funchal, a partir de maio.

Questionado sobre o desafio lançado pela Câmara do Porto à Ryanair, de substituir os voos cancelados pela TAP, o diretor comercial da easyJet disse que não vê “necessidade” de “ser chamado por terceiras partes para tomar decisões”.

“Não vimos como uma necessidade ser chamado por terceiras partes para tomar decisões. Havendo oportunidades que nos pareçam interessantes iremos avançar nesse sentido”, acrescentou.

Em novembro, a easyJet anunciou a decisão de instalar um terceiro avião em permanência na base do Porto, um Airbus 320, num investimento aproximado de 75 milhões de euros, com o objetivo de aumentar o número de frequências e operar a nova rota com destino ao Funchal, que terá quatro frequências semanais.

Entre pilotos e pessoal de cabine, o reforço da operação no Porto levou à criação de 40 postos de trabalho diretos.

Rui Moreira: “Guerra” com a TAP à espera de novos capítulos

O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, não vai escrever mais nenhum livro sobre a “guerra” que travou sozinho contra a TAP, depois de a companhia aérea ter anunciado o fim de vários voos de médio curso, incluindo quatro a partir Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Mas esta “história não acaba aqui”. Foi exactamente isto que Rui Moreira disse nesta terça-feira, na Fundação de Serralves, na apresentação do livro TAP-Caixa Negra, que escreveu com o seu adjunto Nuno Nogueira Santos, e que é prefaciado por Luís Valente de Oliveira, ex-ministro e seu mandatário na candidatura à Câmara do Porto.

“A história – é claro – não acaba aqui, mas o livro acabou, não vamos, com certeza, escrever outro fascículo”, declarou, olhando para o co-autor. “Vamos esperar pelos próximos capítulos da TAP e dos transportes aéreos em Portugal, com ou sem TAP”, afirmou o autarca aos jornalistas durante uma pausa na sessão de autógrafos que se seguiu à apresentação da obra, que revela a perspectiva dos autores sobre os “bastidores” das negociações sobre o Aeroporto do Porto, desde a privatização da ANA, empresa gestora dos aeroportos, ao “desinvestimento da transportadora no Porto”.

Garantindo que o tempo lhe tem vindo a dar razão, o independente Rui Moreira assegura que, “com esta guerra, não foi apenas o Norte que perdeu, foi o país. Perdeu, porque houve um conjunto de erros sucessivos, que começaram com o modelo de privatização dos aeroportos, quando aos aeroportos foram privatizados em bloco”. Embalado, aproveitou para salientar que o “Porto tem vindo a assistir ao cancelamento sucessivo de voos” e reivindicou “mais equilíbrio e coesão nacional”. Isto, depois de sublinhar que “é claro” que quem manda na TAP não é o Governo, mas sim David Neeleman. “Precisamos urgentemente que este país não esteja inclinado apenas para um lado, para Lisboa – isso é absolutamente urgente”, proclamou, deixando claro que a regionalização não vai sair da gaveta tão cedo.

“Seria errado que acreditássemos que daqui a uns anos vai haver regionalização e, entretanto, vamos vivendo assim e isto depois compõe-se. A questão é mais candente, é uma questão mais urgente que tem a ver coma coesão territorial e o Presidente da República falou dela na sua tomada de posse”, apontou

Com casa cheia e muitas figuras conhecidas, o livro foi apresentado pelo amigo António Lobo Xavier. “Este livro poderia ser também como um livro de revolta. Tem a presunção dos predestinados e é um livro absolutamente inovador no domínio das obras escritas por políticos”, declarou, considerando a obra “poderia chamar-se ‘À Procura da Lógica‘, mas essa busca nunca teve qualquer sucesso”. Depois, criticou o “reforço do centralismo” e o “agravamento das assimetrias”, tal como o fizera o presidente da câmara e saiu em defesa do amigo. “O Rui exige lhe mostrem como é que é defendido o interesse público”, disse, elogiando o “brilho” que a escrita de Nuno Nogueira Santos, adjunto de Rui Moreira, acrescentou ao livro TAP-Caixa Negra.

 

CP reage a companhias aéreas com uma nova campanha de descontos

Dos 11.000 lugares por semana com desconto, mais de metade (6.700) destinam-se a viagens entre Lisboa e Porto, que terá em média 960 lugares por dia com reduções que podem chegar aos 62% no serviço Intercidades e aos 65% no Alfa Pendular, com preços a partir de 9,5 euros e 11 euros, respetivamente.

Em janeiro, durante a apresentação da remodelação da frota do Alfa Pendular, o presidente da CP, Manuel Queiró, prometeu para breve uma resposta ao aumento da concorrência nas ligações entre Lisboa e Porto, depois do anúncio da TAP de duplicação das ligações aéreas entre as duas cidades, passando das atuais 57 frequências semanais para 114.

A referida ponte aérea oferecerá 16 voos diários de ida e volta entre Porto e Lisboa a partir de 27 de março, utilizando os novos aviões TAP Express (atualmente Portugália) e também a frota A320 nos horários e períodos em que a procura é maior, com preços a partir de 39 euros.

Em declarações à Lusa, Manuel Queiró explica que a nova campanha de descontos da CP cabe numa estratégia comercial que é praticada desde 2013, com resultados positivos em termos de passageiros e de proveitos, que agora dá mais um passo num “ambiente concorrencial mais apertado”.

“Começámos a registar resultados acumulados desta política e não queremos que esta estratégia cristalize”, declarou, revelando que a compra antecipada com descontos representou um crescimento de 17,6% – mais 789 mil viagens — em 2014 e 2015 à transportadora ferroviária.

Sobre o aumento da concorrência, Manuel Queiró considerou que “foi positiva”, depois do reforço da operação da companhia aérea de baixo custo Ryanair, acrescentando que a ponte aérea da TAP “é um incentivo para seguir na mesma estratégia, mas com incentivo extra”.

“Estamos atentos, mas alerta, mas estamos satisfeitos com o resultado deste confronto. Vem agora a TAP, o que é um incentivo para seguir na mesma estratégia, mas com incentivos extra”, declarou.

O presidente da CP sublinhou que os passageiros — sobretudo aqueles que podem programar as viagens com antecedência — são quem mais ganha com este aumento da concorrência, referindo que a campanha de descontos não se limita às viagens entre Lisboa e o Porto.

“Lisboa — Porto é um dos percursos beneficiados, mas a campanha beneficia todo o longo curso, que faz a ligação dos centros das principais cidades, como Braga, Guimarães, Aveiro, Coimbra, Guarda, Covilhã, Évora, Beja, Faro”, declarou.

Manuel Queiró acredita que “o resultado final vai ser transportar mais passageiros” em 2016, depois de, no último ano, ter transportado mais de 112 milhões, um aumento de 2,2 milhões face ao ano anterior, com crescimento em todos os serviços, mas sobretudo no longo curso.

Aliado ao fator preço, a CP promete não descurar a qualidade do serviço, o que aliás está na origem de um investimento de 18 milhões de euros na renovação da frota do Alfa Pendular.

Dizendo-se “otimista” sobre o resultado na nova campanha, Manuel Queiró escusou-se a fazer “previsões”: “Estamos confiantes de que vai produzir o seu efeito, ainda que com um ambiente concorrencial acrescido”.

TAP, a mais mencionada pelos consumidores

TAP

A transportadora aérea TAP teve momentos negros na história. Quando há um ano se falava nas greves dos pilotos, que afetavam todos os viajantes ou até mesmo na privatização que era eminente, mas a companhia parece voltar às boas graças dos portugueses.

Em fevereiro, o ranking de marcas com maior buzz social foi liderada pela TAP, “que recolheu 6,8% das menções encontradas no Facebook, Twitter, Google+, Instagram, Blogs, Fóruns e Youtube”, segundo indica a Marktest.

Já a marca Rock in Rio ficou em segundo lugar com 3,7% do total de menções. De seguida, encontra-se a MEO e Apple.

A NOS, Banif, Google, Continente, EDP e Banco Espírito Santo completam a lista das marcas mais mencionadas nos social media durante o mês de Fevereiro.

Presidente da SATA diz estar “atento” às rotas a partir do Porto

SATA

“A SATA está atenta às movimentações do mercado e não está insensível às mesmas”, declarou à agência Lusa Paulo Menezes, salvaguardando, contudo, que o grupo possui um plano estratégico, estando a trabalhar “com afinco” na sua implementação.

Sem se querer comprometer com eventuais novos cenários da operação da companhia, Paulo Menezes reafirma o cumprimento do plano, aprovado pela anterior administração da SATA, cujo capital social é detido pela Região Autónoma dos Açores.

O Plano de Desenvolvimento Estratégico 2015/2020 do grupo SATA privilegia na sua operação comercial os Açores, continente, EUA, Canadá e Macaronésia, abandonando as rotas regulares com a Europa, que se revelaram deficitárias.

Segundo o grupo SATA, o plano da operadora visa dar sustentabilidade à empresa e corrigir “desequilíbrios” financeiros que se têm agudizado nos últimos anos, bem como redimensionar e renovar o foco de negócio.

O documento contempla ainda a renegociação de uma dívida financeira de 179 milhões de euros, a redução de frotas e pessoal e cortes de custos.

No âmbito da sua estratégia, o grupo SATA já tem disponível um dos dois Airbus A-330 que pretende adquirir para realizar as suas operações de longo curso, em alternativa aos atuais Airbus A-310.

Num comunicado emitido na quarta-feira, o Sindicato do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SPVAC) reivindica o regresso da SATA Internacional às rotas que saem do Porto, depois de a operadora de baixo custo Ryanair ter anunciado que iniciará uma nova operação com voos para Barcelona, Milão, Roma e Bruxelas a partir da cidade nortenha.

A estrutura sindical pretendeu, desta forma, relembrar os “mais incautos que existe uma companhia aérea portuguesa que já explorou rotas a partir do Porto e que poderia naturalmente ocupar o espaço deixado pela TAP”.

O SNPVAC defendeu que esta companhia aérea “tem um custo de operação para estas rotas bastante inferior ao da companhia de bandeira nacional e poderia, desta forma, ajudar a criar uma plataforma giratória (‘hub’) complementar a Lisboa”.

O sindicato questionou ainda o presidente da Câmara Municipal do Porto sobre se irá exigir ao Governo da Região Autónoma dos Açores que assuma este lugar, lembrando que a SATA contribui para a Segurança Social e não sujeita os seus trabalhadores a situações precárias, factos de que acusa a Ryanair.

Ryanair admite avaliar rotas suspensas pela TAP no Porto

Avião da Ryanair

«Vamos olhar para elas [as rotas suspensas pela TAP]. São uma grande oportunidade», afirmou hoje o responsável da Ryanair em conferência de imprensa em Lisboa, com o objetivo de oficializar o lançamento de uma nova rota diária para Berlim.
A TAP cancelou rotas com partida do Porto para quatro cidades europeias (Bruxelas, Roma, Milão e Barcelona), explicando que apesar das «boas taxas de ocupação os custos da operação dessas rotas não permitem, atualmente, a rentabilidade da sua operação».

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