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Apple Watch tem nova aplicação para ouvir música

Deezer lançou uma aplicação para o Apple Watch de forma a competir com o Spotify e a Apple Music no mercado de serviços de streaming.

A aplicação tem algumas funcionalidades chave, como o ‘Flow’, que descobre que tipo de música o utilizador quer ouvir. Depois, é possível ‘gostar’ ou passar as faixas, explica o Engadget.

A aplicação pode aceder a todas as músicas guardadas no iPhone em modo offline. Aproveitando o Force Touch, é possível que músicas estão em espera.

 

Google tem novas regras para aplicações no Android

O Android tem uma funcionalidade standard do iOS: a barra de navegação no rodapé. A Google mudou as suas guidelines para desenho de materiais, encorajando os developers a usar botões de navegação no fundo do ecrã. Até agora, a navegação dentro da aplicação acontecia através dos botões estáticos do Android.

No entanto, os botões estáticos do Android não vão desaparecer por completo: a Google continua a obrigar que os três botões estejam presentes. A barra adicional só pode ter, no máximo, cinco opções.

Durante o I/O, a Google deverá apresentar as novas mudanças que ainda não foram implementadas nas suas aplicações, indica o The Next Web.

Uma nova era na Oftalmologia

Sandra Barrão

A oftalmologia é uma especialidade médico-cirúrgica em que a evolução tecnológica tem tido um papel deveras importante quer no diagnóstico quer no tratamento das doenças oculares. E para isso tem tido especial papel a estreita relação entre a Medicina e a Física.

A imagiologia da retina tem sido alvo de um grande desenvolvimento nos últimos 18 anos com o advento da Tomografia de coerência ótica (OCT). Esta tecnologia revolucionou o diagnóstico e o seguimento da patologia oftálmica, e em particular da retina. O OCT marcou o início de uma nova era na Oftalmologia: a análise estrutural do globo ocular.
As suas imagens de alta resolução são comparáveis, a nível de detalhe, a um exame histológico – “biopsia” in vivo, não invasiva, de não contacto, reprodutível e rápida das estruturas oticamente acessíveis do globo ocular.
Está amplamente divulgada e, em poucos anos, tornou-se um exame indispensável em oftalmologia, dadas as suas características únicas.
A degenerescência macular da idade, primeira causa de cegueira nos países desenvolvidos e a retinopatia diabética, primeira causa de cegueira em indivíduos em idade ativa, são áreas onde o OCT se tem revelado crucial.
Faculta-nos uma avaliação morfológica e morfométrica das estruturas – análise qualitativa e quantitativa. Tem papel preponderante na decisão terapêutica e na avaliação da eficácia da mesma.
A procura de mais informação e maior resolução tem levado a indústria a um aperfeiçoamento da técnica, sempre com o intuito de melhor servir o doente.
Atualmente está disponível uma nova tecnologia OCT – o Swept Source OCT. Ao utilizar um feixe de luz com maior comprimento de onda, permite uma maior visualização dos tecidos mais profundos e maior penetração, ultrapassando algumas opacidades dos meios, como a catarata ou condensações do vítreo. Num mesmo scan de aquisição, analisa com alta resolução o vítreo, a retina, a coroideia e a esclera. A grande rapidez de aquisição, 100000 A scan/segundo e o facto de o scan ser invisível facilita a fixação do olhar por parte do doente, reduzindo os erros originados pelos movimentos oculares involuntários. Incorpora, ainda, num mesmo aparelho, a capacidade de realizar a fotografia a cores do fundo ocular, a avaliação da autofluorescência da retina e a angiografia fluoresceínica convencional.
O Instituto de Oftalmologia Dr. Gama Pinto (IOGP) tem o privilégio de ser o primeiro Hospital público a ter disponível esta mais valia no apoio aos seus utentes e aos referenciados por outras instituições que não disponham da técnica.
A preocupação permanente de disponibilizar cada vez melhores cuidados ao doente culminou num novo modo de realizar angiografia – o Angio OCT. Permite visualizar a vascularização do fundo ocular de forma não invasiva, sem a injeção de contraste (que pode ter efeitos adversos graves), e ainda de uma forma tridimensional. Tem aplicações específicas, de momento. O seu aperfeiçoamento terá um grande impacto como método complementar de diagnóstico.

Quem é a TOPCON?

A TOPCON é uma marca japonesa especializada em oftalmologia e topografia, áreas em que lidera com um posicionamento de referência no mercado mundial.

Surgiu em 1930 e foi solidificando a sua experiência no fabrico de equipamentos topográficos bem como como binóculos e câmaras, ao longo de mais de 80 anos.
Em 1948 alargou o negócio à área da oftalmologia, para a qual contribuiu com a criação de equipamentos inovadores. Foi pioneira no desenvolvimento do autorefratómetro com infravermelhos e sistema de visualização em 1978, o que contribuiu para melhorar a rapidez e precisão do exame refrativo ocular e também a primeira a desenvolver um tomógrafo de coerência ótica 3D de domínio espectral, que veio permitir a visualização das camadas da retina com retinografia em simultâneo com uma resolução e rapidez nunca antes conseguidas. Mais recentemente desenvolveu uma nova tecnologia Swept Source nos tomógrafos de coerência ótica 3D elevando ainda mais a resolução destes equipamentos e permitindo uma precisão no diagnóstico oftalmológico sem precedentes, confirmando o forte grau de inovação e de liderança.
O constante crescimento da TOPCON levou à criação de parcerias e incorporação de outras empresas internacionais, nomeadamente a da empresa HOYA em 2005, da americana ANKA (especialista em redes de oftalmologia) no ano seguinte, e do segmento de Glaucoma e retina da empresa Optimedica em 2010. No mesmo ano criou ainda a empresa Laser Systems, dedicada ao fabrico de lasers para sistemas de medição.
A TOPCON é singular por ser a única empresa do setor a possuir tecnologia ótica adaptada a vários comprimentos de luz e as soluções apresentadas pela marca na área de Oftalmologia têm permitido diferentes aplicações médicas, desde diagnóstico ao tratamento.

O perfecionismo japonês
A essência da cultura japonesa centra-se, desde tempos milenares, na filosofia do “DO”. Esta palavra japonesa, apesar de não ter tradução literal para outras línguas, significa “caminho” e remete para a incessante busca da perfeição, presente em diversas áreas e setores do referido país. Assim, os japoneses apresentam, aliada a uma forte capacidade de adaptação e integração, uma procura constante pelo rigor e perfecionismo.

“A Contisystems sempre apostou e investiu na segurança”

Pedro Caravana

A Contisystems apresenta-se como uma especialista em analisar, planear e implementar processos de suporte á comunicação. Fundada há cerca de cinco décadas, esta empresa sempre esteve ligada à segurança de documentos. Com os avanços tecnológicos, houve a necessidade de se reinventar. Hoje quem é a Contisystems?
A Contisystems, antes do reposicionamento, chamava-se Contiforme. O avanço tecnológico dos últimos quatro anos fez-nos repensar a estratégia. A empresa tem origens gráficas, mas numa altura em que vivemos uma transformação digital da comunicação, a Contisystems necessitava de ganhar algum awarness na área tecnológica. É hoje uma empresa one stop shop para a comunicação multicanal de players empresariais.
Tornámo-nos uma empresa end to end nesta área, cobrindo não só a produção dos suportes físicos como a carta e o envelope, bem como, passámos a gerir, enviar e custodiar todo o tipo de documentos eletrónicos. Não abandonámos as linhas de negócio mais antigas porque são ainda muito utilizadas.

Esta empresa foi criada por empreendedores com vários anos de experiência na área das tecnologias de informação. Em Portugal, quando se avança para a criação de um negócio desta natureza, quais são as principais preocupações?
Existem preocupações que são comuns a outros negócios. Quais as necessidades que identificávamos nos nossos clientes, que competências tínhamos para as satisfazer melhor que os restantes players do mercado. De facto, existem muitos players no mercado com um leque muito vasto de soluções, mas com base nas relações comerciais e operacionais já existentes, a Contisystems conseguiu encontrar uma proposta de valor única para a gestão de uma comunicação multicanal.

Hoje em dia, quais são as prioridades tecnológicas das empresas portuguesas e de que forma a Contisystems, a partir dos serviços que disponibiliza, tem conseguido responder às exigências?
A gestão da informação é hoje em dia uma das grandes preocupações. A transformação digital é cada vez mais o assunto do dia numa comunicação coerente e multifacetada.
A Contisystems disponibiliza aos seus clientes uma solução denominada por DOS (Document Outsourcing Services) que permite de forma integrada a gestão do ciclo de vida do documento, desde o seu desenho ao seu arquivo e consulta. É facilmente integrado em qualquer ponto dos fluxos de dados que suportam a comunicação dos nossos clientes.

A custódia digital e serviços de envio de documentos digitais é um dos negócios com peso crescente na empresa. De que modo é que estes serviços têm permitido que o vosso cliente obtenha vantagens competitivas relativamente à sua concorrência?
Sendo a Contisystems o player escolhido para outras atividades do ciclo de vida dos documentos, como a formatação, aplicação de regras e impressão, a custódia digital e os serviços de envio de documentos digitais vieram preencher as necessidades dos nossos clientes.

Desde a sua génese que a empresa imprime documentos para o segmento financeiro e entidades que precisam de segurança. De que forma a Contisystems tem sido o garante de uma total confidencialidade?
A Contisystems sempre apostou e investiu na segurança. Para além de ser uma organização certificada pela APCER, possui também um certificado da VISA e outro da MasterCard. Ambos exigem um elevado grau de segurança e confidencialidade.

Atualmente, muitas empresas estão a investir em TI para reforçarem a sua competitividade. De um modo geral, quais são as principais necessidades tecnológicas das empresas portuguesas?
Conceitos como o Cloud Computing, Big Data e IoT – fazem cada vez mais parte do nosso quotidiano. Estes conceitos vão fazer com que existam grandes transformações ao nível das infraestruturas de Tecnologias de Informação, por exemplo, a capacidade das próximas gerações de Data Centers (aumento de requisitos de velocidade, eficiência e capacidade de processamento). A tendência será para uma colaboração mais estreita entre o cliente e o provedor da solução.

As empresas têm escolhido o caminho da internacionalização como via para o crescimento estrutural das suas equipas. Na Contisystems esta é também uma realidade? Neste sentido, pesam mais os mercados ditos emergentes ou outros considerados mais maduros, como a Alemanha ou os países nórdicos?
Para crescer a Contisystems avançou para novas áreas de negócio e foi à descoberta de mercados fora de Portugal. Hoje temos clientes regulares em França, Espanha, Angola, Moçambique e Cabo Verde. No entanto, já fizemos projetos pontuais para a Nigéria, Estados Unidos da América, Inglaterra e Guiné.

Para 2016, que projetos esperam ver concretizados? O que podemos continuar a esperar da atuação da Contisystems?
Continuaremos a apoiar os nossos clientes na evolução da sua comunicação e na gestão dos seus documentos. Acredito que vamos ter um papel relevante na forma como as marcas se relacionam com os seus clientes finais. A transformação digital está a afetar definitivamente a experiência de loja e toda a interação com o cliente final.

Como a edição do ADN pode mudar a nossa espécie

A possibilidade de que a CRISPR-Cas9 seja usada em breve para a terapia genética em humanos tem causado frenesim na comunidade científica. Ao mesmo tempo, muitos perguntam: os seres humanos deveriam ter controlo sobre a própria genética e reescrever o ADN para gerações futuras?

Biólogos são capazes de editar o genoma com ferramentas moleculares há algum tempo, mas não de maneira tão simples e versátil como com a CRISPR-Cas9. Descoberta em 2012, a tecnologia usa a enzima Cas9 para cortar o ADN em pontos determinados por uma cadeia-guia de RNA. Ou seja, a tecnologia funciona mais ou menos como a ferramenta de localizar e substituir uma palavra no Word, primeiro localizando o gene a ser editado e, depois, fazendo a alteração necessária.

Isso permite «customizar o genoma de qualquer célula ou espécie à vontade», afirmou Charles Gersbach, professor assistente de Engenharia Biomédica da Universidade de Duke ao New York Times.

Na China, cientistas já aplicaram a tecnologia para alterar o ADN de embriões humanos no ano passado, na tentativa de corrigir falhas genéticas por trás da rara – e muitas vezes fatal – doença sanguínea talassemia beta. A experiência, realizada na Universidade Sun Yat-sen, foi considerada eticamente defensável, pois os embriões carregavam um defeito cromossómico que os tornava inviáveis e não lhes foi dada a hipótese de se desenvolverem.

O Reino Unido também autorizou, no início de Fevereiro deste ano, que cientistas modifiquem geneticamente embriões humanos, mas apenas para fins de pesquisa. Trata-se da primeira licença do tipo na Europa, e os pesquisadores, do Instituto Francis Crick, em Londres, pretendem adoptar a tecnologia CRISPR-Cas9.

Alterar o ADN de um embrião – a chamada modificação da linha germinativa – significa que as mudanças apareceriam em todas as células do organismo adulto. Isso inclui óvulos e espermatozoides, ou seja, as mudanças genéticas e possíveis efeitos colaterais seriam transmitidos para gerações futuras.

Se os pesquisadores conseguissem manipular o gene que sofre mutação em pessoas com a doença de Huntington, por exemplo, poderiam curar o distúrbio neurológico e evitar que crianças nascessem com a patologia.

Muitos especialistas argumentam que as doenças causadas por um único gene defeituoso, como a de Huntington, são raras e, por isso, não há uma procura médica para fazer alterações hereditárias em embriões.

«A edição genética hereditária não é aplicável a doenças comuns como cancro ou diabetes, nas quais a componente hereditária é causada por vários genes diferentes», escreveu o jornalista científico Nicholas Wade no New York Times.

Wade afirma que, mesmo no caso de doenças causadas por um único gene, a edição da linha germinativa é desnecessária na maioria dos casos, porque os pais podem gerar uma criança saudável através da fertilização in vitro. Bastaria implantar no útero apenas embriões saudáveis, identificados numa triagem genética. Casais também podem recorrer à doação de esperma.

Além da manipulação genética em embriões, há a esperança de que, para algumas doenças, seja possível extrair células estaminais do sangue, alterá-las com ajuda da CRISPR-Cas9 e devolvê-las ao organismo. Segundo um artigo publicado na revista Nature, poderiam ser manipuladas células estaminais para tratar a anemia falciforme, por exemplo.

Um desafio maior seria aplicar a enzima Cas9 e o RNA-guia para outros tecidos do corpo, mas os cientistas esperam que um dia a técnica possa ser usada para lidar com uma série de doenças genéticas. Cientistas também têm esperança de conseguir manipular células do sistema imunológico para evitar o cancro e finalmente encontrar uma cura para a doença.

Burlas estão a aumentar em Coimbra devido a novas tecnologias

“O advento das tecnologias e a potencialização das suas funcionalidades permitiram que as burlas online tenham vindo a assumir um maior destaque”, entre os 490 casos registados em 2015, refere em comunicado o Comando Distrital de Coimbra da PSP.

Nesta área, “as mais comuns são aquelas que têm a ver com o ‘e-commerce’, o arrendamento para férias e o uso indevido de cartão de crédito alheio”, acrescenta.

Por outro lado, “aproveitando a fragilidade das vítimas, as burlas continuam a ter um forte impacto nas pessoas com idades mais avançadas”.

Segundo a PSP, a técnica utilizada pelos autores destes crimes continua a assentar no engano das vítimas “através de discursos convincentes e eloquentes, boa aparência ou fazendo-se passar” por familiares ou conhecidos.

“Os burlões também se apresentam como sendo videntes, professores, curandeiros ou astrólogos, no sentido de obterem a confiança pretendida”, refere.

A PSP aconselha as pessoas a tomarem algumas precauções para não caírem no “conto do vigário” e recorda as sete burlas mais frequentes dos últimos anos: falsa herança ou doação, falsos peditórios, falsos videntes, burla da troca de notas, falso amigo ou familiar, falsos funcionários e burlas ‘online’.

No último ano, a PSP de Coimbra realizou investigações no âmbito de mais de 250 processos criminais por burla, na sequência de queixas apresentadas pelas vítimas.

“Para haver procedimento criminal, é necessário formalizar queixa”, esclarece. O crime de burla é punido com pena de prisão até três anos ou multa.

No âmbito da prevenção, a PSP de Coimbra efetuou 65 ações de sensibilização da população no ano passado.

Marcas clássicas vs tecnológicas: quem deve conceber o automóvel do futuro?

Na sua maioria, os automobilistas portugueses consideram que os construtores de automóveis são quem deve conceber e propor uma viatura conectada (69%). Os especialistas de TI surgem em segunda posição, com 57% dos portugueses a atribuírem-lhes a sua confiança, à frente dos fornecedores de equipamentos automóveis (33%).
Os gestores de infraestruturas de transportes (estradas, estacionamentos, estações de carregamento de veículos elétricos) (19%), os distribuidores/reparadores que estão regularmente em contacto com os clientes automobilistas (17%) e as empresas de telefones e de telecomunicações (14%) fazem também parte desta lista.
Tal como os portugueses, a generalidade dos automobilistas dos 15 países analisados pelo Observador Cetelem consideram que as marcas clássicas possuem mais legitimidade para fazer progredir o automóvel. Em média, 62% dos automobilistas atribuem-lhes a sua preferência na construção da viatura conectada, enquanto os especialistas de informação recolhem 46% das opiniões, seguidos pelos fornecedores de equipamentos automóveis (36%).

Mas em determinados países a competição entre construtores tradicionais e gigantes técnicos arrisca ser muito renhida. É o caso do Brasil e do México, onde os consumidores são quase tão numerosos a colocar a sua confiança nas grandes empresas de TI como nas marcas clássicas. A China chega mesmo a reconhecer mais crédito aos intervenientes do digital (63%) do que aos construtores de automóveis (53%).
«A maioria dos automobilistas está ainda muito ligada às marcas clássicas, mesmo nos países sem tradição na construção automóvel, como é o caso de Portugal. É incontornável que os construtores tradicionais têm trunfos sérios para enfrentar as grandes empresas tecnológicas neste duelo: possuem savoir-faire, experiência e já começaram a reagir e acelerar na implementação de estratégias que lhes permitam responder a esta nova realidade», explica Diogo Lopes Pereira, diretor de marketing do Cetelem.

As análises económicas e de marketing, bem como as previsões foram efetuadas em colaboração com a empresa de estudos e consultoria BIPE (www.bipe.com). Os inquéritos de campo ao consumidor foram conduzidos pela TNS Sofres, durante o mês de julho de 2015, em quinze países (África do Sul, Alemanha, Bélgica, Brasil, China, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Japão, México, Polónia, Portugal, Reino Unido e Turquia). No total, foram questionados mais de 8.500 proprietários de ma viatura adquirida nos últimos cinco anos.

Computadores serão capazes de amar em 2029

Muitas previsões se fazem sobre o futuro e o que aguarda a humanidade à medida que prosseguem os desenvolvimentos de robots e inteligências artificiais. Para o futurista Ray Kurzweil ainda demorará algum tempo até a humanidade ser ultrapassada, estando a ocasião prevista para o ano de 2029.

“Quando falo nos computadores a chegarem a níveis de inteligência humanos não estou a falar de inteligência lógica. É ser engraçado e expressar um sentimento de amor… isso é o pico da inteligência humana”, declarou Kurzweil de acordo com o CNNMoney.

O futurista abriu também espaço à possibilidade dos humanos se melhorarem a si próprios por via da tecnologia, indicando que esta via criará uma inevitável barreira social baseada entre quem tem riqueza para tal. Na visão de Kurzweil, o mercado de implantes biónicos “será como acontece com os smartphones” na medida que a tecnologia ficará cada vez mais barata até ao ponto de se tornar acessível a toda a gente.

 

Google celebra hoje uma das pioneiras da música eletrónica

Depois de ontem celebrar todas as mulheres do mundo com um Doodle, a Google dedicou o de hoje a Clara Rockmore, mulher considerada como uma das pioneiras da música eletrónica pelo seu uso do teremim.

O instrumento, que pode ser tocado sem qualquer contato, foi desenvolvido por Léon Theremin com o auxílio de Rockmore a nível de afinação. Posteriormente, a música de origem lituana introduziu o instrumento nas suas atuações em Nova Iorque e em Filadélfia.

O dia de hoje, que marcaria o seu 105º aniversário, os utilizadores do motor de busca da Google podem experimentar um pequeno jogo onde podem ‘tocar’ um temerim.

Microsoft foi rainha das aquisições tecnológicas no ano passado

Nem Facebook, nem Alphabet, nem Apple, nem Yahoo: o setor tecnológico tem uma nova rainha das aquisições. A Microsoft assumiu a liderança do ranking de compras de empresas, assumindo um lugar de destaque que estava reservado a outros gigantes do setor nos últimos anos.

Segundo a consultora CB Insights, a empresa fundada por Bill Gates registou uma ‘explosão’ de compras com 18 aquisições entre janeiro e dezembro do ano passado, mais do que as 16 da segunda classificada da lista, a Alphabet. A Apple surgiu em terceiro lugar com 11 negócios concluídos, enquanto a Yahoo deu sinais da fraqueza recente e acertou apenas uma aquisição, depois das 48 compras de empresas em 2013 e 2014.

Entre as compras da Microsoft em 2015 destacam-se as decisões tomadas pela presidente executiva Satya Nadella de pagar quase 2.300 milhões de euros pela empresa criado do videojogo Minecraft, a Mojang e a aquisição da Acompli, aplicação de e-mail que acabou por tornar-se no novo Outlook para Android e iPhone.

O maior negócio do ano, no entanto, foi feito pela Alphabet, que pagou 20.000 milhões de euros pela aplicação de mensagens gratuitas WhatsApp.

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