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Ford quer criar carro que também é sala de cinema

Atualmente os sistemas de entretenimento estão sobretudo pensados para quem vai nos lugares do passageiro, sendo que o condutor tem de ficar concentrado na estrada. A Ford espera que no futuro todos os passageiros possam desfrutar de um filme no carro transformado em sala de cinema.

É este o cenário que indica a última patente da marca norte-americana, de nome ‘Sistema de Entretenimento de Veículo Autónomo’, propondo transformar os seus veículos em salas de cinema, com uma tela a descer do tecto do carro e ficando em frente do vidro frontal, explica o The Next Web.

Tendo em conta que a maioria dos condutores ainda se sente um pouco inseguro em deixar de ter controlo total sobre os veículos é provável que a ideia ainda demore a ser aceite mas a perspetiva de uma família inteira desfrutar de um filme enquanto em plena viagem é tentatadora.

 

O que as grandes tecnológicas têm em comum? Não querem Donald Trump

Donald Trump

Os comentários feitos por Donald Trump nas suas campanhas não têm deixado nem indiferente e a popularidade do magnata parece ter chegado a um ponto em que até os líderes das principais tecnológicas estão desconfortáveis.

Dessa forma, conta o The Huffington Post que líderes como Tim Cook, CEO da Apple, Larry Page, CEO da Apple, Elon Musk, CEO da Tesla e SpaceX e Sean Parker, criador do Napster, atenderam a um evento especial onde Donald Trump foi um dos temas. Mais especificamente, procurou-se encontrar formas de impedir que Donald Trump chegue a ser nomeado candidato republicano e defronte Hillary Clinton na fase final da corrida presidencial.

O evento, de nome American Enterprise Institute’s annual World Forum, teve lugar numa ilha ao largo do estado da Georgia e a ele atenderam também alguns políticos e senadores norte-americanos. Terá sido por iniciativa destas personalidades que o CEO da Apple voltou a ser chamado a atenção sobre o caso do iPhone de São Bernardino e a necessidade de cooperar com o FBI, um tema que Tim Cook não esteve disponível para discutir.

Apple está a ajudar “raptores, ladrões e assassinos”

O caso que opõe a Apple e o FBI sobre a encriptação do iPhone de São Bernardino já foi motivo de várias empresas e personalidades virem a público manifestar o seu apoio para um dos lados. Agora foi a vez do responsável da divisão de contra-terrorismo da polícia de Nova Iorque, John Miller, partilhar o que sente sobre o caso num programa de rádio.

“Ainda não sei o que fez [a Apple] para mudar a sua posição e escolher criar um sistema que os torna incapazes de ajudar a polícia. Estão na verdade a dar ajuda a raptores, ladrões e assassinos que foram ouvidos a dizer por telefones na prisão da Ilha de Rikers aos seus compatriotas no exterior ‘Tens de arranjar o iOS 8. É uma dádiva de Deus’ – e isto é uma citação – ‘porque os polícias não o conseguem decifrar’”, partilhou Miller.

O Engadget nota ainda que até um dos responsáveis pela encriptação como a conhecemos hoje, Adi Shamir, referiu recentemente que, apesar de a Apple dever defender a encriptação, deve esperar por uma melhor oportunidade para o fazer e desta vez ajudar a polícia uma vez que já o terá feito no passado.

Netflix é ‘alvo a abater’ para a televisão?

Com serviços de streaming como o Netflix ou o Amazon Prime a ter cada vez mais subscritores é a televisão tradicional e sobretudo os canais por cabo que mais sofrem com esta mudança, uma que está cada vez mais vincada e a retirar uma fatia cada vez mais maior de espectadores.

De acordo com a empresa de pesquisa MoffettNathanson, 42% dos subscritores da Netflix norte-americanos assistiram a menos programas do canal CBS que aqueles sem qualquer ‘afiliação’ a serviços de streaming.

Porém, o estudo também nota que nem tudo são más notícias para os canais por cabo uma vez que os subscritores da Netflix assistiram a 11% mais de programas dos canais da Disney, o que significa que a principal vantagem do serviço de streaming é uma de conveniência de acesso e não de qualidade de programação.

Google abre serviço de telemóvel a todos. Portugal incluído

Nos últimos dez meses, a Google obrigava a que houvesse um convite para um utilizador se inscreve-se no ‘Project Fi’. A partir de hoje, qualquer pessoa se pode registar.
Os utilizadores pagam um valor para falarem e enviarem texto à vontade e um outro valor por cada gigabite de dados usado.
No entanto, a Google só cobra o que é usado, ou seja, se o plano é de 3GB mas o utilizador só usa 1.4GB, devolve o resto do dinheiro.
Portugal é um dos 120 países que podem utilizar o serviço, que só funciona com os Nexus 6X, 5X e 6, noticia o Business Insider.

Cyberrark adquire Viewfinity e apresenta a mais completa solução de segurança no combate ao malware

A CESCE SI, empresa com presença no mercado ibérico de serviços de TI, tem o prazer de anunciar que a sua parceira de negócios, CyberArk Software Ltd. (NASDAQ: CYBR), empresa que protege as organizações de ciber-ataques dentro do perímetro da sua rede, comprou a empresa privada Viewfinity, Inc, fornecedora de software de gestão de privilégios mínimos no Windows e de software de controlo de aplicações, por 30,5 milhões de dólares em dinheiro. A transação ficou concluída durante o quarto trimestre de 2015.
A aquisição da Viewfinity permite à CyberArk remover privilégios administrativos de utilizadores empresariais e limitar os privilégios disponíveis para utilizadores e aplicações apenas ao que é necessário, permitindo correr apenas aplicações confiáveis. Com a introdução desta capacidade, as empresas conseguem deter a progressão da maioria dos ataques baseados em malware, limitando a capacidade do hacker de se mover muito para além do endpoint. A oferta da Viewfinity é disponibilizada como software local ou como solução SaaS.
“Com esta aliança, a CESCE SI também sai beneficiada, uma vez que o seu portfolio é reforçado com esta solução da CyberArk muito mais completa, que permite oferecer uma maior proteção contra ataques com origem em privilégios, cujo principal objetivo é visar utilizadores empresariais e utilizadores das TI, sendo sabido que estas são atualmente as vulnerabilidades mais frequentemente exploradas em ciber-ataques”, afirmou Pedro Vieira, Diretor de Desenvolvimento de Negócio da CESCE SI. “A solução integrada de gestão de privilégios mínimos e de controlo de aplicações da Viewfinity, combinada com a proteção de credenciais da CyberArk, irá permitir uma solução muito mais abrangente para a gestão de privilégios no endpoint, agora fornecida pelo líder consagrado em matéria de segurança de contas privilegiadas.”
“A aquisição da Viewfinity pela CyberArk representa mais um avanço na nossa estratégia de dar um passo em frente em conseguir atingir um outro nível de segurança dentro da rede, que é agora mais do que nunca necessária para proteger os recursos empresariais mais importantes, com acessos privilegiados, dos ciber-ataques”, disse Udi Mokady, presidente e CEO da CyberArk. “As vulnerabilidades derivadas dos privilégios existem em toda a infraestrutura de TI de qualquer empresa – quer seja em profundidade dentro da rede ou nos dispositivos dos utilizadores finais – e são exploradas entre 80 -100 % dos ataques avançados. A adição desta oferta da Viewfinity à solução da CyberArk estende a segurança das contas privilegiadas às fases iniciais do ciclo de ataque, reduzindo a probabilidade de uma infeção alastrada e de movimento lateral”.
A solução Viewfinity funciona com um único agente no endpoint que executa a gestão de privilégios e o controlo de aplicações, através de uma arquitetura baseada num núcleo que fornece capacidades forenses e de deteção em profundidade. A solução oferece também uma variedade de opções de implementação, permitindo às organizações escolher a estratégia mais eficaz para acelerar o time to value, simplificar processos de implementação e reduzir custos.
“A gestão de privilégios no Windows é uma parte importante de um programa de segurança de contas privilegiadas sólido e, neste momento, estamos a assistir a uma procura crescente por parte dos clientes, motivada pelos riscos e pelas exigências da legislação. Com esta tecnologia, os nossos clientes irão beneficiar de um parceiro único e de confiança com uma solução integrada para todas as necessidades de segurança de contas privilegiadas,” acrescentou Mokady.
“Estamos muito contentes por passarmos a fazer parte da CyberArk e podermos ajudar a promover a Privileged Account Security Solution como a nova camada de segurança crítica para proteger as empresas dos ciber-ataques mais prejudiciais,” declarou Gil Rapaport, presidente e co-fundador da Viewfinity. “Com a CyberArk, os clientes da Viewfinity irão ganhar com a presença global e as capacidades de suporte da empresa, com a inovação permanente e a futura integração com a plataforma CyberArk Shared Technology.”

Portugueses prontos para comprar Google Car ou Apple Car

Cerca de 61% dos automobilistas manifestam vontade em adquirir uma viatura de uma ou outra marca, uma percentagem superior à média dos 15 países analisados (55%). Entre os europeus, os portugueses são mesmo dos que mais manifestam interesse nestes veículos, sendo apenas ultrapassados pelos italianos (66%).
É nos países emergentes que se verifica um maior entusiasmo com os automóveis de Silicon Valley, especialmente na China, onde 9 em cada 10 automobilistas dizem-se prontos a comprar um veículo concebido pela Google ou pela Apple. Noutros países em desenvolvimento, como o México e o Brasil, o interesse também é visível: 8 em cada 10 estão interessados em adquirir uma destas viaturas.
Na Europa, onde os construtores de automóveis tradicionais estão bem estabelecidos e são reconhecidos, o entusiasmo com os carros construídos pelos gigantes tecnológicos é um pouco mais contido. Cerca de 48% dos automobilistas europeus afirmam-se atraídos pelo Google Car ou pelo seu equipamento equivalente da Apple. Os portugueses estão aqui em destaque, uma vez que a percentagem de automobilistas interessados nestes novos veículos chega aos 61%.
Curiosamente, os Estados Unidos, berço de Silicon Valley, apresentam a menor intenção de compra de Google Car e Apple Car. Somente 27% dos condutores americanos admitem ter interesse em adquirir um dos dois modelos. No Japão, o cenário é semelhante com apenas 37% dos automobilistas interessados.
«Os portugueses não só estão prontos para confiar nas viaturas concebidas pelos gigantes tecnológicos, como a Apple e a Google, como são dos mais entusiastas, especialmente entre os europeus. Portugal destaca-se ainda mais quando comparado com países com forte tradição na construção de automóveis, como a França e a Alemanha», explica Diogo Lopes Pereira, diretor de marketing do Cetelem.
As análises económicas e de marketing, bem como as previsões foram efetuadas em colaboração com a empresa de estudos e consultoria BIPE (www.bipe.com). Os inquéritos de campo ao consumidor foram conduzidos pela TNS Sofres, durante o mês de julho de 2015, em quinze países (África do Sul, Alemanha, Bélgica, Brasil, China, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Japão, México, Polónia, Portugal, Reino Unido e Turquia). No total, foram questionados mais de 8.500 proprietários de ma viatura adquirida nos últimos cinco anos.

Nintendo relançará alguns dos seus maiores clássicos

Se tiver uma Nintendo 3DS e tiver crescido com os títulos da tecnológica japonesa lançados para a Super Nintendo poderá ser do seu interesse aceder à loja virtual eShop uma vez que estão disponíveis alguns dos maiores clássicos lançados durante os anos 90.

Como conta o The verge, o relançamento destes títulos foi anunciado durante a última transmissão Nintendo Direct, onde a Nintendo anunciou que já estão na loja virtual três títulos, nomeadamente, ‘Pilotwings’, ‘Super Mario World’ e ‘F-Zero’.

Da mesma forma, ficarão disponíveis no dia 24 de março ‘Super Mario Kart’, ‘Earthbound’ e ‘Donkey Kong Country’, com planos para no dia 14 de abril serem também lançados ‘The Legend of Zelda: A Link to the Past’, ‘Super Metroid’ e ‘Donkey Kong Country 2: Diddy’s Kong Quest’.

Aplicação fornece dados sobre estado dos cuidados paliativos

Em depoimentos à Lusa, a investigadora do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) e do King’s College London, indicou que a aplicação, denominada “Perfis Regionais de Cuidados Paliativos”, é um dos trabalhos iniciais do observatório “para perceber as necessidades locais e transmitir informações para esclarecer o público em geral, os profissionais de saúde e todas as audiências interessadas sobre esta área, com dados atuais e reais”.

O aplicativo explica o que são os cuidados paliativos, apresenta as principais causas e locais de morte em Portugal, estatísticas para que se possa compreender melhor as necessidades e assimetrias regionais e faz a geolocalização das equipas de cuidados paliativos existentes em cada região, por tipologia de cuidados (unidades de internamento, apoio intra-hospitalar e cuidados domiciliários).

Segundo a investigadora, os grandes “buracos” na prestação de cuidados encontram-se nas regiões do interior centro do país, não existindo, em algumas delas, “nenhuma resposta em termos de equipas especializadas nesta área e há uma ausência de oferta gritante sobretudo nos cuidados paliativos domiciliários”, onde apenas nove em 30 regiões têm equipa especializada e dessas nove, quatro têm só uma equipa a servir a região toda.

“A maior parte das pessoas, se lhes for dada essa escolha, preferem morrer em casa, mas isso é condicionado pelo nível de suporte que recebem. Se puderem usufruir de cuidados paliativos domiciliários, as ‘chances’ de morrerem em casa duplicam”, explica a investigadora, acrescentando que 62% da população morre nos centros hospitalares.

Para o desenvolvimento da aplicação foram analisados dados de mais de um milhão de pessoas, falecidas entre 2004 e 2013, provenientes do projeto DINAMO, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian.

As investigadoras utilizaram dados ao nível do perfil demográfico e a sua evolução ao longo dos dez anos, a idade (“que permitiu saber que Portugal é um país bastante envelhecido e as regiões onde esse envelhecimento é mais notório”), as principais causas de morte (doenças cardiovasculares, respiratórias e cancro) e o local de morte (hospital, domicílio e outros lugares).

Desenvolvida para o público em geral, uma das expectativas é que esta aplicação atinja um público vasto incluindo também os mais jovens, “que não se confrontam todos os dias com a necessidade de cuidados paliativos” mas que podem “durante a vida, debater-se com uma doença avançada e progressiva, direta ou indiretamente”.

A aplicação, finalizada em janeiro e atualizada em fevereiro, vai sofrer uma atualização todos os anos, que vai ser apresentada regularmente ao público pelo OPCP.

O aplicativo, gratuito e interativo, foi desenvolvido pelo OPCP e o projeto para a sua conceção foi liderado por Bárbara Gomes com o apoio das investigadoras Maja de Brito (do ISPUP e do King’s College London), Sandra Batista e Paula Sapeta (docentes do Instituto Politécnico de Castelo Branco), e da enfermeira Catarina Simões (Serviço de Cuidados Paliativos do Hospital da Luz Póvoa e membro da direção da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos).

Esta aplicação encontra-se disponível através dos websites do OPCP e da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos.

‘Tubarões’ dos mercados fogem da Apple

A Apple continua a garantir que não há razão para preocupações, mas os mercados não estão convencidos e continuam a dar sinais de receio crescente.

O início de 2016 convenceu alguns dos ‘tubarões’ da bolsa de Nova Iorque a rever as perspectivas sobre a marca liderada por Tim Cook, com resultados negativos: Carl Icahn, um dos gurus de Wall Street, reduziu a participação na Apple em cerca de 13% face ao último trimestre do ano passado e a Greenlight abdicou de 44%, assegura o site Apple Insider.

A saída de dois pesos-pesados do mercado accionista preocupa a marca da maçã, que tem tentado descansar os investidores apesar da queda nas venda de iPhones e do pessimismo em torno das reservas financeiras demasiado elevadas. Além de Icahn e da Greenlight, também a Appaloosa Management, a Adage Capital Partners, e a Blue Ridge Capital reduziram de forma significativa o investimento na tecnológica norte-americana.

Em compensação, a Bridgewater Associates e a Tiger Global Management apostaram na empresa fundada por Steve Jobs, com a confiança de uma recuperação nas vendas que leve a Apple novamente ao topo da lista de empresas mais valiosas do mundo.

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