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Fundação da Juventude abre candidaturas para projetos científicos inovadores

Para os melhores projetos há mais de 6.000€ em prémios e a oportunidade de participarem em certames internacionais com os trabalhos das mais variadas áreas de estudo: Biologia, Ciências da Terra, Ciências do Ambiente, Ciências Médicas, Ciências Sociais, Economia, Energia/Eficiência Energética, Engenharias, Física, Informática/Ciências da Computação, Matemática ou Química.

A participação no 24º Concurso para Jovens Cientistas e Investigadores é aberta a estudantes do ensino básico, secundário ou primeiro ano do ensino superior, com idades compreendidas entre os 15 e os 20 anos, desde que tenham um projeto/trabalho científico inovador que tenha sido concluído antes da entrada no ensino superior.

Desenvolvido pela Fundação da Juventude desde 1992, o Concurso para Jovens Cientistas e Investigadores tem como objetivos promover os ideais da cooperação e do intercâmbio entre jovens cientistas e investigadores e estimular o aparecimento de jovens talentos nas áreas da Ciência, Tecnologia, Investigação e Inovação. «O Concurso para Jovens Cientistas e Investigadores é uma das fortes apostas da Fundação da Juventude na promoção da ciência e da tecnologia bem como do espírito empreendedor junto dos jovens estudantes. Entendemos que é uma forma de estimular os jovens pré universitários a apostarem nas áreas STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática) consideradas hoje, e na próxima década, as áreas de maior empregabilidade, tanto a nível nacional como internacional», acrescenta Ricardo Carvalho, Presidente Executivo da Fundação da Juventude.

A avaliação e a seleção dos trabalhos cabe a um Júri designado pela Ciência Viva – Agência Nacional para Cultura Científica e Tecnológica, o qual integra professores e investigadores de reconhecido mérito das diferentes áreas científicas envolvidas, para além de representantes da Fundação da Juventude, da Ciência Viva, da Direção Geral da Educação do Ministério da Educação, Agência para a Energia e da Agência Portuguesa do Ambiente.
A lista de projetos selecionados para estarem presentes na 10ª Mostra Nacional de Ciência, que decorre nos dias 30 de maio e 1 de junho, no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, em Lisboa, será publicada no website do Concurso até meados de maio.

Promovido pela Fundação da Juventude com o apoio do Museu da Eletricidade, Fundação EDP, Direção Geral de Educação, Ciência Viva, Fundação Luso-Americana de Desenvolvimento, Astrazeneca, Porto Editora, Adene, Lipor, MEO, Intel, Pousadas da Juventude e Cartão Jovem, o Concurso pretende incentivar um espírito competitivo nos jovens, através da realização de projetos/trabalhos científicos inovadores. A submissão de trabalhos deve ser feita até 22 de Abril através do formulário disponível em www.fjuventude.pt/jcientistas2016.

Sobre a Fundação da Juventude:
A Fundação da Juventude é uma instituição privada, de interesse público, sem fins lucrativos, focada na Formação, Empreendedorismo e apoio ao Emprego Jovem. Foi criada por escritura notarial a 25 de setembro de 1989, pela mão de 21 instituições públicas e privadas e declarada instituição de utilidade pública, em março de 1990. De âmbito nacional, a Fundação da Juventude tem Sede na cidade do Porto e uma Delegação na Região de Lisboa e Vale do Tejo.

Pela saúde do seu computador, deixe de usar o Internet Explorer

A Microsoft prometeu em 2014, a Microsoft cumpriu em 2016. As atualizações de segurança foram retiradas para as antigas versões do Internet Explorer, nomeadamente as versões 7, 8, 9 e 10.

No entanto, o Internet Explorer 9 vai continuar a receber atualizações em algumas versões do Windows. O IE10 vai receber todas as atualizações, exceto no Windows Server 2012, nota o ComputerWorld.

Na última atualização, lançada na terça-feira, estas versões já não receberam novas funcionalidades de segurança ou a correcção de erros. Só o Internet Explorer 11 e o browser Edge, da Microsoft, recebem, para já, as atualizações de segurança.

Inovação como resposta ao isolamento do idoso

O envelhecimento da população é um dos grandes desafios do século XXI. É urgente a existência de empresas que assumam como missão disponibilizar soluções que promovam um envelhecimento ativo e independente. Tem sido este o papel da IncreaseTime. De que modo têm contribuído para esta problemática?
A IncreaseTime tem como missão desenvolver soluções tecnológicas focadas na qualidade de vida e bem-estar. Tem apostado no desenvolvimento de soluções centradas no idoso e envolvendo os prestadores de cuidados. As nossas soluções capacitam essas entidades com ferramentas inovadoras que permitem efetuar um acompanhamento remoto dos idosos, aumentando, desta forma, a qualidade do serviço prestado e contribuindo para que estes envelheçam de forma independente e ativa, mas também seguros de que estão a ser acompanhados à distância de um clique por uma equipa de cuidadores que está pronta a intervir.

A vossa empresa apresenta soluções diferenciadas, de acordo com o estado de saúde e o nível de acompanhamento de que os idosos usufruem. O que diferencia as diferentes soluções?
O ecossistema KeepCare® inclui soluções distintas e complementares, englobando a rede de serviços que envolve o cuidado dos idosos e que cobre os diferentes perfis de risco – idosos isolados, com duplo diagnóstico ou integrados na rede formal. O KeepCare®Mob, por exemplo, é um produto que permite acompanhar, em contínuo e à distância, o idoso, alertando de forma automática em caso de emergência.

Contornar os desafios da solidão e promover um estilo de vida ativo têm sido as maiores preocupações associadas ao envelhecimento. De que modo as vossas soluções se enquadram neste contexto?
Para além das soluções que visam capacitar os cuidadores, o ecossistema KeepCare® inclui uma solução – KeepInTouch® – que tem como objetivo combater o isolamento social do idoso e promover um estilo de vida ativo, através da inclusão digital. A solução fornece uma experiência de comunicação enriquecida e acessível, através de qualquer dispositivo móvel, com uma interface intuitiva, contemplando serviços como vídeo chamada, chat, correio eletrónico, jogos para estimulação cognitiva, além da possibilidade de partilha de informação com familiares, amigos e vizinhos.

Disponibilizarão brevemente uma nova solução, a KeepUp®, que se destina a pessoas afetadas pela Diabetes Mellitus. Quando será possível ter acesso a este produto? De que modo os idosos serão também beneficiados com este novo produto?
O KeepUp® é uma aplicação que ajuda no controlo da diabetes com uma componente de aconselhamento dinâmico que fomenta a adoção de hábitos de vida saudáveis. Esta solução estará disponível no segundo semestre de 2016, não é apenas focada nos idosos, mas sim em toda a população diagnosticada com essa patologia.

A tecnologia é um forte aliado da IncreaseTime, sendo indispensável na inovação que caracteriza as vossas soluções. Neste contexto, qual é a importância da investigação e desenvolvimento na vossa estratégia?
A IncreaseTime é um spin-off que resulta de vários projetos de ID e mantém nos seus genes a paixão pela investigação e inovação. Para além dos produtos comerciais, temos apostado de forma contínua na investigação e desenvolvimento de novas soluções inovadoras focadas na temática do envelhecimento ativo. Para além dos projetos em curso, por exemplo a K-shirt® (bio-sensor baseada em têxteis inteligentes), a IncreaseTime teve recentemente aprovado um projeto europeu no âmbito do programa AAL (Ambient Assited Living).

De que modo, no futuro, continuarão a desenvolver soluções que permitam aos idosos manter um estilo de vida sem dependência ou sofrimento? O que podemos esperar da IncreaseTime em 2016?    
Continuaremos a apostar no desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras para apoiar a prestação de cuidados de saúde no contexto doméstico ou de residências assistidas e que promovam um envelhecimento independente, ativo e com qualidade.
Em 2016, pretendemos continuar a afirmar a nossa presença no mercado nacional e operacionalizar a internacionalização da empresa para os mercados da Escandinávia, Alemanha, Itália e Brasil.
CAIXA
A IncreaseTime é um dos Parceiro Plano Nacional de Saúde. De que modo têm sido uma mais-valia para o desenvolvimento da saúde em Portugal, nomeadamente no âmbito do envelhecimento? A vossa presença em eventos internacionais tem permitido olhar para Portugal de um modo mais solucionador e inovador?
Temos vindo a colaborar com várias entidades do SNS, contribuindo para novas soluções que, por serem centradas no idoso, promovem o envelhecimento ativo e, por envolverem os cuidadores formais, impulsionam a mudança do paradigma dominante de recurso ao tratamento para uma aposta na prevenção.
As nossas soluções têm sido muito bem recebidas nos eventos em que temos participado, como foi o caso da CEBIT e HOSPITALAR em 2015. À nossa escala, estamos a contribuir para criar uma nova imagem de Portugal.

i-medical, um novo conceito de integração de informação na Saúde

João Paula, João Guedes de Oliveira e Cristiano Machado

A i-medical foi criada em 2011 por 3 promotores e duas capitais de risco, uma portuguesa e outra de origem inglesa, que foram fundamentais não só no capital como na experiência que trouxeram, tendo efetuado um aumento significativo de capital com a Capital de Risco Portugal Ventures na busca de crescimento e internacionalização. O percurso dos promotores na área de Imaging Healthcare IT (IH-IT) foi todo feito na Siemens, sendo que as suas competências eram complementares e fundamentais para a criação estruturada de um novo projeto. João Guedes, o CEO da i-medical, foi responsável pelas Departmental Solutions, nas quais estavam incluídas as Imaging Management Solutions, tendo vasta experiência em implementação de soluções em ambiente hospitalar, na qual a Siemens era líder de mercado em Portugal. João Paula, COO, foi o primeiro especialista de aplicação em Portugal, tendo um profundo conhecimento de produto, mercado e das necessidades clínicas na utilização deste tipo de plataformas. Cristiano Machado, CTO, vem dos Professional Services, sendo responsável pela interoperabilidade de sistemas e tendo estado em inúmeras implementações.
O inicio da empresa foi também o começo da aprendizagem do que é criar, manter e fazer crescer uma start-up no contexto empresarial e económico Português, e da visão externa que existe desse contexto. Foi necessário criar de raiz um produto tecnológico complexo para um mercado muito pouco tolerante a falhas e mudanças, assegurando desde o primeiro dia que havia músculo financeiro para suportar essa criação. É também critico para as start-ups explorar múltiplas estratégias em paralelo, manter uma visão de médio/longo prazo e estar consciente que a procura de mercados externos tem que acontecer desde o primeiro dia; e estar também consciente que para que isso se consiga, a empresa e os promotores têm que se preparar a vários níveis: ter soluções escaláveis para mercados maiores; estudar esses mercados, definir e implementar estratégias viáveis (o processo de exportação é muito caro); procurar constantemente novas fontes de financiamento que sustentem as suas estratégias.
Nos últimos anos temos sentido que o alerta que existe para a iniciativa de criação de start-ups em Portugal aumentou drasticamente. Os espaços de incubação e aceleração de empresas, a informação e network que permite aceder a investidores, estão cada vez mais ativos. A Portugal Ventures também teve um papel fundamental em “agitar” este espaço, criando programas de investimento em strat-up tecnológicas, em criar redes internacionais, quer com os seus painéis de avaliação quer com parcerias com Hubs (como em San Francisco, Boston ou Berlim) e ajudar os novos empresários a montar e pensar os seus negócios.
A geografia de Portugal na Europa bem como a sua dimensão tornam difícil competir no espaço internacional, e se há algo que temos de reconhecido e comprovado valor é o nosso “Brainware” tecnológico. Acreditamos que as apostas em start-ups tecnológicas vão dar frutos a médio prazo permitindo a expansão fora de fronteiras.

Sabíamos que tínhamos que efetuar a validação de mercado e produto, tendo sido para isso fundamentais os nossos clientes beta (que ainda hoje se mantêm como clientes i-medical). Portugal sempre esteve na linha da frente relativamente a IH-IT, sendo apenas ultrapassado por alguns países da Europa do Norte (o primeiro sistema de Telerradiologia sobre exames de TAC foi feito em Portugal). Esta maturidade dava-nos garantias quanto à capacidade do mercado e dos nossos clientes de validar a nossa solução e modelo de negócio, o primeiro dos muitos passos do processo para crescimento e exportação.
Os modelos de negócio e as soluções que estavam (e em parte ainda estão), disponíveis para o mercado IT para a gestão de fluxos e dados imagiológicos clínicos, têm-se mantido bastante semelhantes praticamente desde que começaram, no início da década de 90: assentam em múltiplas plataformas para endereçar um único fluxo (com vários atores clínicos e não clínicos), e modelos de negócio de venda de infraestrutura, licenciamento convencional e grandes custos de evolução e manutenção. Mas desde então, tudo mudou: a relação que temos com a tecnologia, a internet, a conectividade social, a mobilidade, em todos os seus aspetos, e o crescimento exponencial das infraestruturas de comunicações.

Como tal desenvolvemos uma plataforma que gere todos os processos associados ao diagnóstico clínico baseado em imagens médicas, explorando o melhor do mundo do PACS (Picture Archiving and Communication Systems) e do RIS (Radiology Information System). Somos a única empresa que endereça na mesma plataforma, os fluxos desde a prescrição de exames imagiológicos passando pela realização e o diagnóstico sobre os mesmos até à disponibilização de resultados para os pacientes e médicos ou entidades prescritoras. E fazemo-lo “portalizando” a plataforma por perfil de utilizador, em ambiente web puro, cloud-based com ferramentas de gestão e monitorização transversais e ainda com “social connectivity” que permite a interação em tempo real entre utilizadores.

Na i-medical acreditamos profundamente na desmaterialização de estrutura, investindo em comunicações para suportar soluções cloud ou host-based. Acreditamos que para vender valor acrescentado, temos que vender “inteligência”, plataformas que “compreendam” os fluxos, as necessidades, que espelhem em tempo-real o negócio e a performance do mesmo bem como a dos seus participantes. Acreditamos também em comercializar esta plataforma como um serviço, potencialmente num modelo de Software as a Service (SaaS), do que vender produto, licenças, hardware e contratos de manutenção.
Acreditamos ainda que as soluções têm cada vez mais que ser agnósticas ao hardware e Sistemas Operativos, têm que estar preparadas para trabalhar em dispositivos móveis (smatphones ou tablets), pelo que temos apostado em desenvolvimento assente em HTML5, a primeira linguagem verdadeiramente transversal a todos os Browser.

O modelo de negócio permite um alinhamento de objetivos entre fornecedor e cliente; deixa do lado do fornecedor a gestão da estrutura bem como a garantia de confidencialidade e segurança de dados; deixa do lado dos clientes a procura da melhoria da produtividade e dos serviços prestados aos seus pacientes.
Adicionalmente a crise e o aumento da competitividade faz com que as empresas procurem cada vez mais as ferramentas que lhes permitam obter KPI’s de eficiência e produtividade, bem como soluções inteligentes que lhes permitam tomar decisões de gestão.
A nossa plataforma e modelo de negócio apresenta-se como particularmente interessante para as clínicas privadas que prestam serviços para múltiplas entidades, publicas e privadas, utilizam recursos bastante móveis e flutuantes, e que têm a necessidade de disponibilizar resultados clínicos para diversos atores desde os médicos até aos pacientes.
Esta tem sido a nossa aposta para o mercado Português onde já temos uma amostra expressiva de clientes. Estamos também preparados para crescer para projetos mais ambiciosos nomeadamente com as Administrações Regionais de Saúde, Sociedade Portuguesa de Radiologia e com Hospitais, sendo este o nosso desafio Nacional para 2016.

A saúde em Portugal tem uma qualidade extraordinária quer do ponto de vista clínico quer do ponto de vista de serviço. Sabemos que há ainda muito a fazer em termos de eficiência, mas a evolução dos últimos 20 anos tem sido extraordinária. Pré-crise de 2009, os gastos médios com a Saúde em Portugal estavam abaixo da Europeia e com uma qualidade bem superior. Nos últimos anos houve regressão em alguns aspetos, como na relação com os prestadores de serviços externos, mas também evolução noutros, como na procura da melhor eficiência financeira. Existe também uma grande consciência relativa à forma como as tecnologias da informação podem ter um papel importante na melhoria da eficiência e da qualidade dos serviços prestados.
Este contexto pode representar uma oportunidade para empresas como a i-medical.

Temos também clientes fora de Portugal, nomeadamente em Espanha, onde já trabalhamos com Serviço Andaluz de Sanidad. Suportado nesta experiência, este é um mercado onde queremos crescer. Mas a nossa ambição para 2016 não fica por Espanha. Estamos a preparar a expansão para o Sudoeste Asiático, para o qual temos uma parceria em vias de fechar, que pensamos ser um mercado de oportunidade para nós: tem as vantagens de ser um mercado em crescimento, com fortes investimentos estatais e privados; tem já uma razoável e crescente estrutura de comunicações; e é ainda um mercado aberto e flexível para empresas ocidentais de pequena dimensão, algo bastante diferente de outros mercados muito competitivos e maduros como os Estados Unidos ou o Japão.

Os principais objetivos da i-medical são apostar permanentemente no desenvolvimento de novas soluções e continuar a procurar formas sustentadas de crescer e expandir para novos mercados apoiados em produtos e serviços diferenciados.

Um site em .pt gera confiança nos negócios online

Luisa Gueifão

Ao contrário do que aconteceu em alguns países europeus e nos Estados Unidos, o comércio eletrónico em Portugal teve uma expressão e um desenvolvimento diferente, sendo que só muito recentemente é que o país começou a ter uma quota de online significativa. Mas, apesar de alguma resistência inicial, o e-commerce “apoderou-se” dos hábitos dos portugueses, conquistando e fidelizando o consumidor que olha para este segmento com muita expectativa. As vantagens saltam desde logo à vista. Um comércio global, sem horários de funcionamento, com custos mais reduzidos e que permite, com um simples acesso à Internet, comparar produtos, serviços e preços. Com entregas mais céleres, o comércio eletrónico é ainda um aliado da privacidade uma vez que permite efetuar uma compra sem que outra pessoa tenha conhecimento disso. Para Luisa Gueifão, Presidente do Conselho Diretivo da Associação DNS.PT, entidade que gere o domínio de topo português, .pt, apesar das inúmeras vantagens serem as principais potenciadoras do e-commerce, há um constrangimento que pode ter um peso significativo. “A relação de proximidade entre quem vende e quem compra deixa de existir. As gerações menos jovens podem ainda sentir a necessidade de ter do outro lado alguém que os aconselhe mas penso que os mais novos, que serão certamente as gerações do futuro, já cresceram neste mundo e não vão sentir essa necessidade”, defendeu.
Dentro deste cenário, as imensas oportunidades de negócio associadas ao crescimento do comércio eletrónico vão ter também impacto no domínio de topo nacional. Defendendo sempre um registo no domínio .pt, a Associação DNS.PT tem procurado criar condições para que as empresas portuguesas se possam afirmar na Internet, possam ter uma presença online e, caso queiram, possam enveredar pela venda online. Como? “Temos várias iniciativas e temos trabalhado com os nossos registrars nesse sentido. Temos, por exemplo, uma iniciativa emblemática, conhecida por 3 em 1, veja-se em www.3em1.pt. Todas as empresas que são criadas no âmbito da iniciativa ‘Empresa na Hora’ têm gratuitamente ao longo de um ano um domínio registado sob .pt, uma ferramenta para a construção de um site e o respetivo alojamento e caixas de correio eletrónico. Assim, a empresa em causa fica de imediato online, isto ainda que não tenha qualquer interesse em direcionar a sua atividade para o comércio eletrónico”, referiu a responsável.
Se invariavelmente falamos nas imensas vantagens associadas ao e-commerce, por outro lado, existem ainda questões que inevitavelmente são levantadas. Será que irei receber aquilo que comprei? Não há problema em inserir os meus dados pessoais? Apesar de ter conquistado terreno, o e-commerce ainda é encarado com desconfiança por alguns consumidores e empresas. Mas, a par da legislação que tem procurado proteger o consumidor, há muitas entidades que têm trabalhado para reforçar a confiança neste segmento. Por exemplo, ao contrário de um domínio genérico, o .pt, considerado a bandeira de Portugal na Internet, cria logo uma relação de proximidade, segurança e confiança no momento de compra. “O utilizador da Internet é hoje mais conhecedor e é mais educado nesta matéria e, por isso, sabe distinguir e, obviamente, prefere e elege um site que lhe gere confiança. O domínio .pt constitui e assume-se como uma ferramenta geradora dessa mesma confiança. Quem adere ao e-commerce irá comprar mais facilmente num site .pt cuja origem conhece, do que numa plataforma ou site que nem sabe onde está alojado e por quem é gerido”, explicou Luísa Gueifão.
A verdade é que Portugal está entre os 50 países do mundo melhor posicionados nesta matéria e, apesar de ter conhecido um desenvolvimento mais tardio, para a responsável da Associação DNS.PT, esse facto não é negativo uma vez que permite que não se cometam, ou pelo menos se repliquem menos, os erros do passado. No que respeita aos registos de nomes de domínio em .pt, as expectativas não poderiam ser mais animadoras. “No que se refere ao crescimento nos últimos três anos, fazemos parte do top 5 dos países europeus e, inclusivamente, estamos a crescer muito mais do que os nossos congéneres europeus. É verdade que eles começaram a crescer antes de nós mas, enquanto, do nosso lado, a curva contínua em linha ascendente, em muitos países da União Europeia existe já uma tendência de crescimento negativo”, referiu Luisa Gueifão, acreditando ainda que no futuro o e-commerce passará, por exemplo, pelo aperfeiçoamento da assistência no pós-venda. “O desafio passará por termos acesso a sites que gerem confiança a todos os níveis, não só na escolha do produto mas em todas as fases do ciclo de venda”.
Para continuar na linha da frente, a Associação DNS.PT continuará a assumir o posicionamento que a tem caracterizado, apoiando as empresas portuguesas nos seus processos de internacionalização e ajudando-as a ter uma presença sustentada, segura e confiante na Internet. “Mostrar às empresas nacionais que o domínio .pt é uma vantagem para o seu negócio será sempre a nossa estratégia”, concluiu Luisa Gueifão.

Novidades para breve
Nos primeiros meses deste ano será apresentada uma nova iniciativa, em que a Associação DNS.PT se constituirá como parceira, que passará pelo reforço da confiança do consumidor online e que fará com que seja atribuído a muitos dos sites sob .pt um selo de confiança, segurança e qualidade.  Novidades para breve.

Siemens aumenta investimento em I&D para 4,8 mil milhões de euros em 2016

Este incremento irá servir para desenvolver áreas estratégicas para a multinacional, como a automação, digitalização e sistemas de energia descentralizados. Assim, nos próximos 12 meses que terminam a 30 de Setembro de 2016, a Siemens prevê investir um total cerca de 4,8 mil milhões de euros em I&D.

Nos últimos dois anos, a Siemens reforçou o seu investimento na área de I&D em 20% e, só no ano passado, a intensidade de investigação — definida como rácio do total das despesas em I&D sobre o total das vendas — foi de 5,9 %, ou seja, aumentou em 0,3 pontos percentuais comparado com o ano anterior. A empresa também está a lançar uma série de medidas, com vista a incrementar o seu poder de inovação.

“O sucesso da nossa empresa e o seu futuro a longo prazo dependem da nossa capacidade de inovação. A motivação e a criatividade dos nossos colaboradores altamente qualificados desempenham um papel chave neste contexto”, disse Joe Kaeser, Presidente e CEO da Siemens AG. “

Para alcançar este objectivo, a Siemens criou ainda uma unidade que oferecerá espaço para a experimentação e crescimento das condições das startups. Com o nome (ainda provisório) de “Innovations AG”, a unidade também atuará como consultor, promotor e fornecedor de capital de risco para ideias de negócios e projetos.

Esta nova unidade irá trabalhar independentemente das áreas de negócio chave da Siemens – ou seja, trabalhando como se fosse uma empresa recém-fundada — a unidade irá suplementar e consolidar as atividades startup já existentes da Siemens. No intuito de descobrir as melhores ideias, olheiros da Siemens contatam mais de 1.000 ‘startups’ por ano.

Cria fundo de 100 milhões para apoiar ideias de colaboradores
A estratégia da Siemens passa também por envolver os seus colaboradores nesta estratégia. Assim, a empresa, conforme o acordado com os representantes dos colaboradores na Alemanha, irá lançar um fundo de investimento destinado a fomentar a capacidade de inovação dos seus colaboradores.

A multinacional alemã irá disponibilizar durante os próximos três anos até 100 milhões de euros — para além dos 300 milhões de euros adicionais injetados no investimento de I&D do ano fiscal em curso. Ao contrário dos projetos financiados pela Innovation AG, tais ideias não precisam de visar exclusivamente novas tecnologias ou novos negócios para serem apoiadas, podendo também estar direcionadas para melhorar processos, serviços ou a retenção de clientes.

Inovação em Portugal
A estratégia de Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI) da Siemens em Portugal assenta no desenvolvimento de software, tecnologia e competências, em parceria com a comunidade tecnológica-científica, estratégia da qual já resultaram mais de 100 projetos de IDI. Neste âmbito, Rudolf Martin Siegers, CEO da Siemens Alemanha, esteve recentemente em Portugal, para participar na conferência anual da COTEC, e promover o conceito de “open-innovation”. Este conceito, que a empresa tem vindo a implementar, fomenta o estabelecimento de parcerias com entidades nacionais e a colaboração com as diversas instituições académicas, científicas e industriais do País, como forma de promover a geração cruzada e a transferência de conhecimento.

LG vai revelar o G5 dia 21 de fevereiro

Logo da LG

O Mobile World Congress está quase a chegar e as grandes marcas alinham-se para apresentar os seus novos smartphones.

A LG é uma dessas empresas. Noticia o Engadget que a marca sul-coreana está a publicar teasers a confirmar que o G5 vai ser apresentado no evento em Barcelona no dia 21 de fevereiro, o mesmo dia em que será apresentado o novo Galaxy da Samsung.

A empresa não tem revelado muito sobre o dispositivo mas Evan Blass, que habitualmente dá informação fidedigna sobre smartphones prestes a sair, indica que o G5 poderá ter características do V10.

Urso “inteligente” da Fisher-Price permitia acesso a dados da criança

O urso é um brinquedo pedagógico interativo, com todo o cérebro de um computador, que fala, ouve e grava o que a criança diz. A ideia da Fisher-Price é que quanto maior for a interação entre o brinquedo e a criança, melhor será a adaptabilidade do urso ao seu dono. O “Smart Toy” tem reconhecimento visual e auditivo, e pela ligação à web consegue saber a hora do dia, a meteorologia e eventos mundiais.

É claro que para a tecnologia do urso se manter atualizada, é necessária uma ligação à Internet. E como a tudo o que está ligado à internet, é possível piratear o brinquedo.

Uma empresa de segurança de Boston, a Rapid7, detetou que a aplicação do brinquedo da Fisher-Price tinha uma série de falhas de segurança que permitiriam a qualquer hacker ter acesso ao nome, género e idade da criança, entre outros dados, que utilizasse o urso. Após a deteção destas falhas por parte da Rapid7, a Fisher-Price corrigiu os erros e disse em comunicado que a situação foi remediada e que “não há razões para crer que a informação dos clientes tenha sido acedida por qualquer pessoa não autorizada”.

No final de 2015, a empresa de brinquedos tecnológicos VTech foi pirateada e expôs a informação de cerca de 5 milhões de utilizadores. Ainda que os hackers não tenham tido acesso a números de cartões de crédito, ficaram com acesso a informação como nomes, e-mails, moradas, e passwords. Alguma dessa informação dizia respeito a crianças.

Outras preocupações é a possibilidade de, a partir de um brinquedo com acesso à internet, os hackers poderem ter acesso a outros instrumentos tecnológicos e instalar vírus e malware nas redes da família, e daí poderem roubar informação.

No que toca a falhas de segurança, esta pode não ter sido séria, mas as conclusões da Rapid7 demonstra quão vulneráveis os consumidores se estão a tornar ao terem todas estas tecnologias “inteligentes” nas suas vidas, com acesso a tanta informação privada.

Queixas levam data center da Apple a ser adiado

O data center da Apple na Irlanda, que terá um custo de 850 milhões de euros, tem a sua construção parada porque os habitantes estão a entregar queixas formais ao governo do país.

Em abril de 2015, a Apple entregou os papéis para começar a construção ainda antes do fim do ano, mas a decisão só vai ser tomada… no verão deste ano.

A tentativa de construção foi parada pelo governo irlandês por estar a analisar as queixas apresentadas depois da tecnológica de Cupertino ter recebido autorização, noticia o Business Insider.

Sony está a preparar novo tablet ou a deixar o mercado?

Há um rumor que indica que a Sony pode acabar com a sua linha de tablets Xperia. O material promocional para as lojas Sony sugere que a empresa iria acabar com as vendas no início de março.

O responsável de uma loja da Sony no Japão, publicou material a explicar que os tablets apenas com ligação Wi-Fi iriam chegar ao fim.

No entanto, há mais. Diz o Tech Radar que o mesmo responsável de loja atualizou o blog com uma nova informação: a Sony vai deixar ‘cair’ esses tablets só para abrir caminho para novos produtos.

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