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Apple já estará a preparar iPad Air 3

Apple

De acordo com o Tech News Today, a Apple deverá lançar o iPad Air 3 em março de 2016 que terá, por exemplo, tecnologia 3D Touch.
Não passando, para já, de especulações, o próximo iPad poderá ter um ecrã com qualidade 4K e um processador A9X. Este tablet também deverá ser mais fino que o seu antecessor, que tinha uma espessura de 6.1mm.
O tamanho do ecrã deverá ser de 9,7 polegadas e terá 3GB ou 4GB de memória RAM. Ainda que a Apple não tenha confirmado, no evento MacBook em março do próximo ano, a empresa deverá apresentar o novo iPad Air 3.

Google recebe 65 milhões de pedidos por mês para bloquear conteúdo

Relatório de transparência da tecnológica mostra o número de pedidos diários e mensais relacionados com conteúdo ‘pirata’.
De acordo com o The Next Web, só no último mês, a Google recebeu 65 milhões de pedidos de 5.609 detentores de direitos de autor para bloquear conteúdo ‘pirata’. Por dia, são dois milhões de pedidos e, por minuto, são cerca de 1.500 pedidos.
Enquanto uma grande percentagem dos pedidos aponta, de facto, para conteúdo ‘pirateado’, muitos deles são pedidos duplicados ou com links incorretos. Diz a mesma publicação que alguns dos pedidos tendem a bloquear links com os seus próprios sistemas de direitos de autor.
A Google já ajustou os algoritmos de pesquisa para baixar o ranking de sites com este tipo de conteúdo.

Berço biométrico monitoriza sinais vitais do bebé

A ideia passa por colocar a tecnologia “dentro” de estruturas como um chão em cortiça ou no betão de um prédio ou de um pavimento, bem como em mobiliário, entre outras, e assim “criar valor acrescentado” ao produto.

Tome-se como exemplo um berço que, além do “embalo” tem como objetivo ajudar os pais a fazerem a monitorização do bebé à distância através de sensores que captam a temperatura ou o movimento por exemplo permitindo saber se a criança está a ter um sono profundo ou um sono mais inquieto.

Ou umas palmilhas de cortiça com sensores incorporados que detetam a pressão que o pé está a exercer e conseguem monitorizá-la e guardá-la por exemplo para informar o médico sobre a tipologia de andar daquele paciente. Já a medição da temperatura do pé através de sensores pode ser útil a pessoas com diabetes.

Estas e outras soluções estão hoje a ser apresentadas no Centro Tecnológico Têxtil e do Vestuário (CITEVE) em Famalicão, distrito de Braga, e integram o ‘Invisible Network’, projeto desenvolvido ao longo dos últimos três anos e terminado em março que envolveu 11 parceiros desde empresas tecnológicas e grupos industriais a agentes do mundo académico.

O objetivo global é “o desenvolvimento de uma nova geração de produtos interativos com base em conceitos de computação invisível e computação ubíqua”, descreveu a coordenadora do ‘Invisible Network’, Inês Henriques, considerando que “houve arrojo neste projeto”, estando “alguns produtos encaminhados para serem lançados no mercado”.

Na mostra também se podem ver como tintas invisíveis podem, num museu por exemplo, encaminhar o visitante ou explicar-lhe determinada obra de arte. Basta que o admirador aponte o telemóvel para uma superfície que contem a tal tinta que na é visível a olho nu, logo não “contamina” o espaço em que está colocada, e no seu visor verá a informação.

Os primeiros protótipos de betão interativo, ou seja “betão que responde a estímulos e sente”, também estão patentes em Famalicão, mostrando que um material tantas vezes visto como “cinzento” pode ter uma função ecológica ou até pode zelar pela segurança de um peão que ao atravessar a estrada é avisado de que está próximo um carro graças ao facto do betão ter “sentido” o veículo a aproximar-se.

“Foi criada com este projeto uma forma de trabalho e uma comunidade que abrem muitas possibilidades no futuro”, disse Inês Henriques.

Do Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes (CeNTI) que também é parceiro do ‘Invisible Network’, Braz Costa apontou a “importância da soma de valor aos produtos” em termos competitivos, uma opinião partilhada pelo presidente da câmara de Famalicão, Paulo Cunha, que na abertura da sessão falou deste concelho como um dos que “aposta” na fixação de empresas através da “criação e condições para que os agentes económicos vão mais longe e criem riqueza”.

Há mais de cem milhões de iPhones nos EUA

Um estudo levado a cabo nos EUA refere que há mais de cem milhões de iPhones ativos apenas naquele território, um aumento impressionante tendo em conta que em agosto os números apontavam para 97 milhões.
De acordo com o 9to5mac, as conclusões são da Consumer Intelligence Research Partners (CIRP) que aponta que mais de metade destes iPhones (58 milhões) dizem respeito ao iPhone 6 no seu modelo standard e Plus.
Já as duas versões do iPhone 6S não foram além de quatro milhões, um número que se prevê que cresça ainda mais durante a eminente época natalícia.

Já pode tirar senha para ir à Loja do Cidadão a partir do telemóvel

Disponível na Internet, o ‘Mapa do Cidadão’ tem aplicações para ‘smartphones’ e ‘tablets’ e ainda informação sobre os serviços públicos e os documentos necessários.  A aplicação já permitia saber, no telemóvel, a localização do serviço mais próximo para pedir o Cartão do Cidadão, com os contactos e o horário de funcionamento, entre outras valências.

O Mapa do Cidadão agrega informação já existente e a disponibiliza-a segundo as novas formas de mobilidade permitidas pela Internet, o que vai levar à integração progressiva dos serviços públicos em Lojas do Cidadão. À medida a que a rede vai crescendo, a aplicação vai permitir ao cidadão saber em que locais estão disponíveis os diferentes serviços públicos e escolher o espaço, na Câmara, Municipal, Junta de Freguesia ou lojas de CTT, onde os tempos de espera são menores.

A Plataforma é uma aplicação para melhorar a organização da administração pública e aumentar a eficácia da relação com os utentes: “É a administração pública que tem de se organizar em função do cidadão e não o cidadão que tem de se organizar em função da forma como a administração pública está estruturada “, dizia em Junho, na apresentação da aplicação, o então ministro Poiares Maduro.

Fujitsu lança novo computador híbrido

O evento, que hoje é dedicado à comunicação social, reúne cerca de 12 mil especialistas do sector das TIC, provenientes de mais de 80 países e representando cerca de 3 mil empresas. Decorre anualmente em Munique e é onde a tecnológica japonesa apresenta as mais recentes novidades e orientações estratégicas.

O novo equipamento hoje apresentado tem um ecrã de 12,5 polegadas, sensível ao toque e um processador Intel Core da família i7, pesando 789 gramas e tendo uma espessura de 9,5 mm. A empresa destaca a durabilidade da bateria, que tem capacidade para durar 12 horas (um dia de trabalho) numa só carga. Funciona com o sistema operativo Windows 10 da Microsoft.

O equipamento, além do teclado, vem com opção de caneta eletrónica para usar no ‘tablet’ e pode ser passado de computador para desktop para tablet sem ser preciso interromper o que se está a fazer.

A nível de equipamentos a marca japonesa está ainda a mostrar uma versão renovada do ‘tablet’ Lifebook, com um ecrã de 13,3 polegadas.

Cerca de 70% dos internautas portugueses participa em redes sociais

Em 2014 a proporção de residentes que utilizou as redes sociais foi superior em 14 pontos percentuais em relação à média da União Europeia.
A participação dos internautas nas redes sociais em Portugal é mais frequente do que na União Europeia, diz o Instituto Nacional de Estatística no seu Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias de 2015.
Neste inquérito foi apurado que 70% dos internautas portugueses participa em redes sociais, sendo que também 70% das famílias tem internet em casa e a ligação em banda larga pode ser encontrada em 90% das famílias com crianças.
Este número aparente estar em crescimento uma vez que em 2014 a proporção de residentes que utilizaram as redes sociais localizou-se acima dos 14 pontos percentuais quando comparado com a média dos 28 estados pertencentes à União Europeia.

Aplicação portuguesa ensina a beber vinho através do telemóvel

O projeto «ViniDikas» foi desenvolvido pela distribuidora de vinhos portugueses Lusovini e vai ser apresentado segunda-feira em Luanda, prometendo «conselhos simples, úteis e práticos para valorizar o vinho das garrafas que se pedem no restaurante, no bar ou que se compram para beber em casa».

«São mercados onde os consumidores se tornaram rapidamente muito exigentes e onde têm acesso a tanta informação sobre vinhos que, muitas vezes, lhes será útil existir um acesso rápido a pequenas sínteses que respondam, num determinado momento, a uma dúvida», explica Casimiro Gomes, presidente da Lusovini.

Disponível para smartphone e tablet, a aplicação, garante, «interessa tanto a quem se inicia como a consumidores sofisticados».

«A nossa ideia foi ter uma aplicação que seja útil, tanto para consumidores que por exemplo não têm presente que o álcool vem do açúcar natural das uvas, através da fermentação alcoólica, como para entendidos que precisam de refletir sobre a temperatura a que querem servir um vinho especial, o tipo de copo que vão utilizar ou a antecedência com que devem abrir a garrafa», acrescenta Casimiro Gomes, mentor do ViniDikas.

Nos ecrãs dos telemóveis surgem informações sobre o ciclo da videira, a vindima, as castas internacionais e sobretudo as portuguesas, o processo de vinificação – da uva ao vinho -, ainda sobre as regiões do vinho, métodos de conservação para ter uma garrafeira em casa, ou até como abrir uma garrafa, servir e a própria temperatura, além das dicas sobre «harmonias entre o vinho e a comida».

Segundo informação transmitida pela empresa à Lusa no início do ano, a Lusovini tem mais de 70 referências de vinhos portugueses e exporta para 27 países 70 por cento da produção total.

Angola é o principal mercado de destino, com 25% do total dos vinhos exportados.

Pinto Balsemão defende análise de contas dos media que perdem dinheiro «sistematicamente»

Francisco Pinto Balsemão falava hoje no debate sobre as principais conclusões para Portugal do estudo europeu “Media Pluralism Monitor”, que foi apresentado pelo professor Francisco Rui Cádima, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
“Acho também que, além da titularidade, se devia analisar as contas e ver quem perde dinheiro sistematicamente, a não ser que tenham outros objetivos”, afirmou.
Esta posição foi igualmente partilhada pelo jurista Nuno Conde, que também participou no debate.
“A questão levantada é muito pertinente, a questão de fundo é que se alguns títulos de imprensa são cronicamente deficitários porque é que continuam a existir”, questionou Nuno Conde.

O advogado defendeu ainda a necessidade de uma análise da cadeia de valor de financiamento dos media, ou seja, os fluxos financeiros.
As conclusões do estudo “Media Pluralism Monitor” (MPM), que aguarda os dados de outros 18 Estados-membros para fazer uma análise comparada, são positivas para Portugal, na sua generalidade, segundo Francisco Rui Cádima.
Entre as recomendações feitas pelo estudo está a necessidade de “ouvir outras vozes” por parte dos media, além de “fazer o contraditório entre o governo e a oposição”, disse Rui Cádima.
“É preciso ouvir uma posição mais alargada, a sociedade civil deve ser considerada uma esfera pública”, adiantou.
Outra das recomendações, no sentido de reforçar a independência da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), que o estudo aponta é uma “sintonia entre o Parlamento e a Presidência da República” na escolha dos membros do regulador.
O alargamento da oferta de canais em sinal aberto (TDT) e a limitação para a propriedade cruzada dos media são outras das recomendações.

Anonymous prometem retaliar e ameaçam Estado Islâmico

Anonymous

O coletivo Anonymous não terá ficado indiferente aos atentados de Paris e promete ripostar.
Num vídeo de que o Le Parisien dá conta, os hackers garantem que os “Anonymous de todo o mundo” vão perseguir os jihadistas do Estado Islâmico e dizem mesmo que vão “lançar a operação mais importante, nunca antes realizada contra vocês”.
“O povo francês é mais forte que tudo e vai elevar-se desta atrocidade ainda mais forte”, dizem ainda, prometendo que os membros do Daesh (nome que também designa o Estado Islâmico) será o alvo.
“Esperem inúmeros ciber-ataques. A guerra começou”, cita a mesma publicação da ameaça do grupo.

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