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Portugal entre os países europeus com internet móvel mais cara

O site italiano SosTariffe.it revelou um estudo onde analisou 22 países europeus e descobriu qual o custo médio de todos os planos mensais de telefone, incluindo dados, SMS e minutos.

Explica o site, em comunicado a que o Tech ao Minuto teve acesso, que só foram considerados os planos com, pelo menos, 1GB de dados móveis e escolhendo a opção mais barata entre dois planos da mesma operadora que tivessem a mesma quantidade de gigabytes. O custo mensal médio foi calculado pelo plano mais barato de cada operadora no país analisado.

A Finlândia é o país com um custo por GB/mês mais barato, de apenas 1,67 euros. O seu plano inclui 10,33GB, 766 minutos e 766 SMS por um custo médio mensal de 17,23 mês. A França (1,81 euros/GB) e a Irlanda (2,57 euros/GB) fecham o ‘pódio’ do custo de gigabytes por mês.

No extremo oposto, é a Grécia que tem o custo por gigabyte mais caro. Os seus utilizadores pagam, em médio, 28,59 euros por cada gigabyte, sendo que o seu plano mensal, que custa 33,35 euros em média, oferece 1,17GB, 1025 minutos e 792 SMS. Islândia (22 euros/GB) e Suíça (19,73 euros/GB) são os outros dois piores países da tabela.

Portugal está é o sexto pior país em termos de custo por gigabyte (15,66 euros). Para o SosTariffe.it, um plano de 1GB, 360 minutos e 360 SMS tem um custo mensal de 15,66 euros. A nível de custo por plano mensal, Portugal ocupa a nona melhor posição.

Google abre serviço de telemóvel a todos. Portugal incluído

Nos últimos dez meses, a Google obrigava a que houvesse um convite para um utilizador se inscreve-se no ‘Project Fi’. A partir de hoje, qualquer pessoa se pode registar.
Os utilizadores pagam um valor para falarem e enviarem texto à vontade e um outro valor por cada gigabite de dados usado.
No entanto, a Google só cobra o que é usado, ou seja, se o plano é de 3GB mas o utilizador só usa 1.4GB, devolve o resto do dinheiro.
Portugal é um dos 120 países que podem utilizar o serviço, que só funciona com os Nexus 6X, 5X e 6, noticia o Business Insider.

Número de assinantes de telemóveis pré-pagos diminui

“No final de setembro a proporção de assinantes pré-pagos atingiu 51,7%, menos 8,1 pontos percentuais que há um ano. Em março de 2005, os pré-pagos representavam 81% do total, o valor mais elevado de sempre”, refere a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom), em comunicado.

Esta descida do número de cartões pré-pagos está ligada à migração dos consumidores deste tipo de serviços para os planos combinados(híbridos e para os planos pós-pagos (assinatura), “nomeadamente aqueles que se encontram associados a ofertas ‘multiple play’ [múltipla] que integram serviços fixos e o serviço telefónico móvel”.

O regulador liderado por Fátima Barros refere que, em setembro, o número de cartões SIM ativos ascendia a 16,7 milhões, dos quais 12,8 milhões (76,5% do total) tinham sido efetivamente utilizados.

“Excluindo as placas/modem e os cartões associados a comunicações ‘machine-to-machine (M2M), o número de cartões/equipamentos de utilizador ativos e com utilização efetiva no período de 11,7 milhões, o que traduz uma subida ligeira de 0,3% face ao trimestre anterior e uma quebra de 1% em termos homólgos”, adianta.

No que respeita à penetração do serviço móvel, no final do terceiro trimestre esta era de 161,4 por 100 habitantes.

“Se reduzirmos o âmbito aos cartões com utilização efetiva”, a penetração foi de 123,5 por habitantes.

“Quanto aos utilizadores efetivos de serviços típicos da banda larga móvel (videotelefonia, transmissão de dados em banda larga, mobile TV, entre outros), atingiram os 5,7 milhões (-0,5% face ao trimestre anterior e mais 17,3% em relação ao período homólogo), representando 44,1% do total de cartões SIM efetivamente utilizados”, refere a Anacom.

O crescimento homólogo da utilização destes serviços “está associado ao aumento dos utilizadores de Internet no telemóvel (mais 27,9%), nomeadamente quando integrada em ofertas em pacote, e à crescente penetração dos ‘smartphones’ [telemóveis inteligentes”.

A Meo, da PT Portugal, por sua vez controlada pelos franceses da Altice, é o principal prestador, com 44,3% dos cartões ativos com utilização efetiva, refere a Anacom, seguindo-se a Vodafone, com 33,5%, e a NOS, com 20,6%.

No que respeita ao envio de mensagens escritas (SMS), registou-se uma diminuição de 10,6% deste serviço no final do terceiro trimestre, face ao ano anterior.

“O número médio mensal de SMS enviadas por utilizador deste serviço foi de 237 (267 no terceiro trimestre de 2014), o que representa cerca de oito mensagens por dia. O tráfego de SMS tem sofrido uma redução significativa devido ao aparecimento de formas de comunicação alternativas”, refere a Anacom.

“O número de utilizadores do serviço de ‘roaming’ internacional fora de Portugal representa 7,9% do total dos cartões SIM efetivamente utilizados, excluindo placas/modem e equipamentos M2M”, adianta.

O volume de receitas acumuladas dos serviços a clientes finais no final do terceiro trimestre ascendeu a cerca de 1.111 milhões de euros, tendo-se reduzido 18,8% face ao período homólogo.

Já pode tirar senha para ir à Loja do Cidadão a partir do telemóvel

Disponível na Internet, o ‘Mapa do Cidadão’ tem aplicações para ‘smartphones’ e ‘tablets’ e ainda informação sobre os serviços públicos e os documentos necessários.  A aplicação já permitia saber, no telemóvel, a localização do serviço mais próximo para pedir o Cartão do Cidadão, com os contactos e o horário de funcionamento, entre outras valências.

O Mapa do Cidadão agrega informação já existente e a disponibiliza-a segundo as novas formas de mobilidade permitidas pela Internet, o que vai levar à integração progressiva dos serviços públicos em Lojas do Cidadão. À medida a que a rede vai crescendo, a aplicação vai permitir ao cidadão saber em que locais estão disponíveis os diferentes serviços públicos e escolher o espaço, na Câmara, Municipal, Junta de Freguesia ou lojas de CTT, onde os tempos de espera são menores.

A Plataforma é uma aplicação para melhorar a organização da administração pública e aumentar a eficácia da relação com os utentes: “É a administração pública que tem de se organizar em função do cidadão e não o cidadão que tem de se organizar em função da forma como a administração pública está estruturada “, dizia em Junho, na apresentação da aplicação, o então ministro Poiares Maduro.

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