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ebankIT foi distinguida com o prémio ‘PME Excelência 2018 – Exportação’

Com sede no Porto, a ebankIT é detentora da plataforma digital bancária portuguesa que mais se internacionalizou no último ano, com clientes – bancos e cooperativas de crédito – em mais de 20 países.

“A ebankIT apresenta um elevado patamar ao nível das exportações, com cerca de 99% das vendas realizadas nos mercados internacionais, pelo que é particularmente gratificante ver reconhecido todo o esforço alocado à internacionalização da marca ebankIT”, considerou Renato Oliveira, CEO da empresa.

O mesmo responsável destacou que “a ebankIT é hoje uma das líderes mundiais no setor da transformação digital bancária, sendo que a vocação internacional faz parte do ADN da empresa. Neste sentido, estamos a trabalhar para, ao longo de 2019, aumentar a presença na América do Norte, África do sul e no Médio Oriente, alavancando sobre projetos bem sucedidos e em curso nestas regiões, mas também na penetração em novos mercados na Europa, como o Reino Unido, França e Alemanha, onde se encontram players de alto nível da banca”.

Fundada em 2014, a ebankIT desenvolveu em Portugal uma plataforma digital que se distingue por permitir um rápido go-to-market de inovadoras experiências de cliente em todos os canais digitais, como mobile banking, homebanking, corporate banking, contact center, branch front-office, smartwatch e realidade aumentada.

Depois de encerrar o último ano com um volume de faturação na ordem dos €10M (€6M em 2017), a ebankIT prevê duplicar este valor em 2019.

A entrega dos prémios e estatuto PME Excelência 2018 decorreu ontem, em Braga, tendo sido distinguidas mais 22% de empresas que em 2017. A entrega das distinções foi presidida pelo primeiro-ministro António Costa, numa cerimónia que contou também com as presenças do ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, e do secretário de Estado da Economia, João Neves.

Segundo a organização, as empresas que ostentam o estatuto de PME Excelência empregam mais de 86600 pessoas, sendo responsáveis por um volume de negócios superior a 10 mil milhões de Euros, dos quais 24% resultam de exportações.

IAPMEI distingue empresas PME Excelência 2017

Do universo das mais de 7000 empresas que obtiveram o estatuto PME Líder, cerca de 2000, que se destacaram pelo seu excelente desempenho económico-financeiro, serão distinguidas como PME Excelência 2017. Durante a cerimónia serão galardoadas empresas nas categorias de Exportação, Produtividade, Criação de Valor, Crescimento, Gazela, Emprego, Longevidade e Turismo.

A grande maioria das PME Excelência 2017 são empresas de pequena dimensão, sediadas principalmente nas regiões Norte e Centro do país, distribuídas de forma mais acentuada pelos setores da Indústria, Comércio e Turismo. 

Sobre o estatuto PME Excelência

PME Excelência é um selo de reputação associado a solidez e desempenho económico-financeiro que permite às empresas distinguidas relacionarem-se com a sua envolvente – fornecedores, clientes, sistema financeiro e autoridades nacionais e regionais – numa base de confiança facilitadora do desenvolvimento dos seus negócios.

No plano internacional, este reconhecimento constitui um fator de diferenciação e um garante da solidez e idoneidade das empresas.

As empresas PME Excelência são selecionadas de acordo com critérios exigentes entre as empresas PME Líder, selecionadas num quadro alargado de parcerias com o sistema financeiro, tendo o estatuto PME Excelência a validade de um ano.

Jorge Marques dos Santos, presidente do IAPMEI, afirma que “a atribuição da distinção da PME Excelência continua a ser relevante para as empresas que recebem este selo, é um benefício de imagem e de notoriedade, e um traço diferenciador que lhe permite relacionar-se com vantagem com a sua envolvente. Mais importante ainda é quando se movem no contexto internacional e em mercados onde ainda não são conhecidos. Para clientes e para fornecedores, é confiança adicional, com todas as vantagens que isso implica”.

No entanto, não é menos verdade que as PME “continuam a procurar e a obter crédito num montante apreciável e, apesar de existir maior dificuldade no acesso para algumas, é também de constatar que o Estado, através do IAPMEI e do Sistema de Garantia Mútua, disponibiliza soluções de crédito, com cobertura parcial de risco, o que tem permitido o acesso a estas verbas por parte de milhares de empresas, designadamente micro e pequenas empresas e outras PME, superando dificuldades de mercado no acesso a crédito por parte das empresas.”

Sobre o IAPMEI

O IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação, IP é uma agência pública a quem cumpre promover a competitividade e o crescimento empresarial, assegurar o apoio à conceção, execução e avaliação de políticas dirigidas à atividade empresarial, visando o reforço da inovação, do empreendedorismo e do investimento nas empresas que exerçam a sua atividade nas áreas sob tutela do Ministério da Economia, designadamente das empresas de pequena e média dimensão, com exceção do setor do Turismo.

Funchal recebe 3 milhões para obras através do Turismo de Portugal

“Este protocolo é assinado na sequência dos incêndios que ocorreram e do compromisso assumido pelo Governo central no sentido de tudo fazer para ajudar a olhar para o futuro na Madeira”, disse a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, que marcou presença na assinatura do acordo.

A governante declarou que o objetivo do executivo nacional é “ajudar o município do Funchal a seguir em frente” e explicou que o montante, “a atribuir nos próximos três anos [meio milhão em 2016 e duas tranches de 1.250 nos dois anos seguintes), será aplicado em obras e ações de interesse turístico”.

Ana Mendes Godinho destacou que esta é uma “oportunidade para implementar projetos inovadores”, constituindo um desafio para o concelho conseguir que “este capítulo mau da história se transforme num princípio de novas zonas e centralidades turísticas no Funchal”.

Segundo a responsável, está é “a lógica ambiciosa de aproveitar estes momentos difíceis e torná-los numa oportunidade para transformar o Funchal e algumas áreas da cidade em zonas até mais atrativas”.

O presidente do município, Paulo Cafôfo, corroborou que o protocolo – denominado “Acordo de colaboração técnico-financeiro para reabilitação do centro histórico do Funchal no âmbito do regime geral de financiamentos do Turismo de Portugal” – é de “extrema importância no passo em frente que a câmara quer dar no apagar da memória o agosto de 2016”.

O autarca realçou “a articulação muito próxima” que tem mantido com o Governo da República, “nomeadamente com o primeiro-ministro”, o que demonstra, no seu entender, o “interesse na recuperação do Funchal e daquilo que foram os compromissos assumidos não estão esquecidos”.

O responsável considerou que estes três milhões de euros “serão fundamentais naquilo que é a estratégica do Funchal, na recuperação da cidade”.

A lógica é partir da zona histórica afetada pelos incêndios, São Pedro, que tem “uma forte componente de interesse turístico” e estender o plano de requalificação e reconversão a outras áreas da cidade, algumas das quais “estão ainda por descobrir”, explicou.

O autarca indicou que o plano traçado passa por “três áreas: construção e reconstrução do património edificado; melhoramento das acessibilidades; e a intervenção na qualificação do espaço público”.

“É isso que se quer: uma nova cidade que está a renascer”, argumentou, sublinhando que esta “é uma oportunidade de reconversão e requalificação da cidade de uma forma organizada e planeada”.

Paulo Cafôfo admitiu que requalificar a cidade e reabilitar as zonas com interesse turístico “é um trabalho árduo, difícil, mas também estimulante”.

Os incêndios ocorridos na segunda semana de agosto na ilha da Madeira provocaram três vítimas mortais e danificaram cerca de 300 imóveis, provocando prejuízos materiais avaliados pelo Governo Regional em 157 milhões de euros. Ao fim de um mês, o executivo realojou temporariamente cerca de uma centena de famílias.

O concelho do Funchal foi o mais afetado, tendo o município estimado os prejuízos em 66 milhões de euros.

O fogo começou na serra, em área florestal, mas acabou por chegar à cidade.

Turismo de Portugal explica porque adepto francês só foi à Luz

Recorde-se que na edição desta segunda-feira, a newsletter do F.C.Porto, “Dragões Diário”, criticou o Turismo de Portugal por apenas ter levado Anthony Vizzaccaro, o adepto francês que foi consolado por uma criança com a camisola de Portugal na final do Euro 2016, a visitar Lisboa, incluindo o Estádio da Luz.

Os dois intervenientes acabaram mesmo por se encontrar durante o fim de semana numa iniciativa organizada pelo Turismo de Portugal. A ideia não passou despercebida ao F.C. Porto, que criticou a visita ao recinto do Benfica.

“Inaceitável foi levar o jovem a visitar o estádio e o museu do Benfica, dentro daquela ideia muito lisboeta que o clube da Luz é uma espécie de Luís XIV do desporto”, podia ler-se na publicação.

Contatado pelo JN, o Turismo de Portugal explicou que foi preparado um “programa abrangente que permitisse dar a conhecer a Anthony e Mathis, a diversidade e oferta turística do país, bem como algum património”.

Assim, passaram por alguns pontos de interesse em Portugal, como Lisboa, Cascais e Óbidos.

Em articulação com a Federação Portuguesa de Futebol, ambos visitaram a Cidade do Futebol. Contudo, “Anthony Vizzaccaro deu a entender que seria do seu agrado ir o Estádio da Luz, tal como Mathis pediu para conhecer o Estádio José de Alvalade”, referiu o Turismo de Portugal ao JN.

Turismo de Portugal alvo de buscas da PJ

Contactada pela Lusa, fonte oficial do Turismo de Portugal confirmou as diligências e remeteu mais esclarecimentos para um comunicado que será divulgado ainda hoje.

Entretanto, a Procuradoria Geral da República adiantou, em resposta à agência Lusa, que as buscas são diligências realizadas no âmbito de um inquérito do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa.

De acordo com a informação divulgada pelo Diário de Notícias (DN) no seu ‘site’, a Polícia Judiciária realizou, durante o dia de hoje, buscas no Turismo de Portugal.

Segundo informações recolhidas pelo DN, os inspetores da Unidade Nacional contra a Corrupção (UNCC) recolheram documentação sobre contratos e adjudicações sobre a promoção do turismo português no estrangeiro, sobretudo no Brasil, escreve o jornal na sua edição on-line.

Ainda de acordo com o DN, no centro das suspeitas estará um ex-elemento do conselho de administração deste instituto público, que terá distribuído adjudicações por empresários que lhe eram próximos.

O Turismo de Portugal é atualmente liderado por Luís Araújo, que sucedeu no cargo a João Cotrim de Figueiredo.

Turismo deverá ter “crescimento sólido” e “cada vez mais qualificado”

Ilha da Madeira

“Vamos ter mais um ano de crescimento sólido no turismo, não só em número de turistas, que se deve aproximar muito dos 9%, como, sobretudo, nos proveitos desse turismo, que até setembro estão a crescer cerca de uma vez e meia aquilo que cresce o número de turistas”, afirmou João Cotrim Figueiredo em declarações à agência Lusa.

Também o presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), Pedro Costa Ferreira, faz um balanço positivo da recuperação das viagens dos portugueses em 2015.

“Com o ano a finalizar, é já certo que 2015 constituiu um ano de consolidação da recuperação. Voltámos a ter um ano superior a 2014, que definimos como o ano de viragem, do ponto de vista das viagens de lazer dos portugueses”, afirmou Pedro Costa Ferreira, acrescentando estimarem “que o crescimento se situe entre 7% e 8%”.

Ao nível dos turistas que nos visitam, João Cotrim de Figueiredo salientou que Portugal tem “um turismo cada vez mais qualificado”, o que permite aos empresários do setor “traduzirem em preço a qualidade que o destino inegavelmente tem, cobrando mais dinheiro”.

“É um fator importante não só porque indica a qualificação do turista, mas também porque permite às empresas do turismo serem mais rentáveis e encararem o ciclo de investimento que será necessário no futuro sem dependerem exclusivamente da banca”, considerou.

Por outro lado, Cotrim Figueiredo destaca o facto de os dados disponíveis até setembro apontarem “as regiões do país que têm menos intensidade turística, como o Norte, o Centro, o Alentejo e os Açores” como “aquelas que estão a crescer percentualmente mais”.

“É evidente que, sendo regiões com menos volume de partida, os crescimentos percentuais serão mais fáceis, mas mesmo assim é de registar os crescimentos muito robustos, nos dois dígitos, às vezes acima dos 20%, que estas regiões estão a conseguir”, sustentou.

Para o responsável, tal significa que Portugal “está também a conseguir diversificar os destinos que são procurados”, depois há algumas “boas décadas” ter a Madeira como “a única região turística de relevo”, a que se lhe juntou na década de 60 o Algarve, seguido de Lisboa e de, já nesta década, o Porto e o Norte.

Outro fator positivo apontado é o facto de nos principais mercados de origem de turistas — e “Portugal continua a receber mais de 80% dos seus turistas da Europa” – se registarem “crescimentos muito expressivos”, nomeadamente em “mercados muito importantes como o alemão e o francês”.

Adicionalmente, disse, é de registar que estes mercados “não só estão a crescer muitíssimo em termos de número de turistas, mas ainda mais nas receitas”, garantido um aumento da quota de Portugal nesses países e assegurando “um crescimento sustentado no futuro”.

Por último, João Cotrim de Figueiredo nota que Portugal está a crescer nos principais indicadores do turismo a um ritmo superior ao dos seus principais concorrentes, designadamente Espanha e Itália, pelo que tem vindo a ganhar quota e competitividade.

Relativamente às perspetivas para 2016, o presidente do Turismo de Portugal avança com indicadores como os níveis de pré-reservas e de busca ‘online’ por destinos no país para antecipar bons resultados quer para o inverno 15/16, quer para o próximo verão.

“Em ambos os casos registamos níveis de pré-reserva e níveis de busca superiores àqueles que tínhamos nesta altura do ano passado. Isto não garante que, no final, tenhamos maior número de reservas definitivas e concretas, mas indica que temos um interesse superior nesta altura do que tínhamos na mesma altura do ano passado”, indicou.

Neste contexto – e desde que se mantenham “as variáveis básicas de estabilidade na Europa e de crescimento económico” – Cotrim de Figueiredo considera estarem “reunidas as condições para que 2016 volte a ser um belo ano para o turismo em Portugal”.

Já nas agências de viagens o otimismo para o próximo ano também se mantém, embora moderado. “Sendo certo que não atingimos ainda os valores de antes da crise, os números são animadores” e “não existe qualquer razão para pensarmos que a recuperação não se vai manter, ao longo de 2016”, afirmou Pedro Costa Ferreira à Lusa.

EMPRESAS