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Singapura: Uber estará a cobrar viagens que não existiram?

Se é utilizador da Uber é melhor que esteja atento à sua atividade na aplicação de transporte e ao extrato do cartão de crédito. Isto porque conta o Independent que uma série de utilizadores da Uber está a queixar-se de terem sido cobradas viagens que nunca foram feitas.

O caso ganha contornos insólitos quando se verifica que a maioria dos utilizadores vítima deste erro parece residir em Singapura, com as viagens a terem lugar em outros países como os EUA e o Reino Unido.

Uma das utilizadores a queixar-se do caso é Daphne Maia Loo, que publicou na sua página de Facebook uma fotografia das suas transações bancárias e que mostra uma transação de valor equivalente a cerca de 174 euros. Loo garante que há outras 15 transações semelhantes.

Confrontada com este caso, a Uber reagiu por via de um representante que procurou “garantir ao público que a informação de pagamento é encriptada”, procurando assim deitar por terra qualquer hipótese de ter existido acesso ilícito aos dados dos clientes. Desta forma, a Uber apela aos utilizadores que “mantenham bons hábitos na salvaguarda da informação pessoal de segurança”.

Presidente da UBER vai embora

Está de saída da Uber o próprio presidente da empresa, Jeff Jones, dando como motivo as polémicas em que a empresa tecnológica tem estado envolvida. É importante mencionar o facto de a passagem pela Uber de Jones ter durado apenas sete meses, com o especialista em marketing a não ter conseguido digerir os escândalos que têm marcado os últimos meses.

“Juntei-me à Uber por causa da sua missão e pelo desafio de construir capacidades globais que ajudassem a empresa a amadurecer e a durar a longo prazo. É agora claro que as crenças e a abordagem à liderança que têm guiado a minha carreira são inconsistentes com o que vi e senti na Uber e portanto não possam mais continuar enquanto presidente do negócio de partilha de viagens”, pode ler-se no comunicado enviado à Reuters.

A resposta insuficiente à ordem executiva de Trump, a denúncia de um ambiente sexista e tóxico de uma ex-colaboradora assim como a discussão filmada em vídeo do CEO Travis Kalanick com um condutor da Uber não permitiram que a empresa entrasse em 2017 da melhor forma. Para tal, a Uber anunciou que contrataria um COO que servisse como ‘Nº 2’ de Kalanick, uma posição cuja criação também colocou em causa o lugar de Jones.

Taxistas ameaçam parar “o tempo que for necessário”

A paralisação dos táxis promovida pela associação do setor, vai ser “prolongada o tempo que for necessário”, até que o Governo “decida o que vai fazer”. O aviso foi deixo pelo presidente da ANTRAL (Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros), Florêncio Almeida, em declarações à TSF.

Esta quarta-feira, a ANTRAL e a Federação Portuguesa do Táxi serão ouvidas na comissão parlamentar de economia e obras públicas que está a analisar o caso da entrada no mercado da Uber e outros serviços de transporte não convencional de passageiros e o seu impacto no setor do táxi.

Segundo Florêncio Almeida, a paralisação irá prolongar-se até “que o Governo decida o que vai fazer”, acrescentando ainda que pode ir “muito para além” do mês de setembro.

No Parlamento português existe uma petição a favor da regulamentação da Uber e das empresas congéneres e uma outra que exige que estes serviços sejam travados.

“Nós não estamos contra as plataformas, nós estamos é contra o modus operandi das plataformas”, afirmou Florêncio Almeida.

Taxistas descontentes após reunião sobre legalização de plataformas prometem tomar medidas

As associações representativas dos taxistas saíram esta terça-feira descontentes de uma reunião em que o Governo insistiu na legalização de plataformas de mobilidade como a Uber e admitem tomar medidas contra aquilo que chamam de liberalização do setor.

A ANTRAL — Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros e a Federação Portuguesa do Táxi (FTP) tinham pedido a reunião ao ministério do Ambiente, que tutela o setor, depois de o Governo anunciar que pretende regulamentar a atividade de plataformas de transporte em automóveis descaracterizados, como a Uber e a Cabify.

“Isto há muita coisa que está escuro, para mim. Muito escuro. De forma que nós, associações, teremos que mobilizar o setor e, já que o Governo não tem intenções de fazer parar estes senhores que andam a trabalhar ilegalmente, porque estão ilegais, se calhar terá de ser a indústria a fazer para que isso venha a acontecer”, disse, no final do encontro, o dirigente da ANTRAL, Florêncio Almeida.

O dirigente não quis especificar que medidas poderão ser tomadas pelos taxistas.

Muita coisa se poderá fazer e com toda a certeza que daqui para o futuro caberá ao Governo todas as responsabilidades de algo que venha a acontecer na sociedade. Porque elas vão acontecer com toda a certeza”, acrescentou.
A Uber e a Cabify são plataformas ‘online’ que permitem pedir carros descaracterizados de transporte de passageiros, com uma aplicação para ‘smartphones’ que liga quem se quer deslocar a operadores de transporte.

Volkswagen investe 270 milhões em rival israelita da Uber

A vida da Uber está cada vez mais difícil. Apesar de ser a dona da ideia original dos serviços de boleias privadas, a empresa norte-americana está a ser confrontada com repetidas cópias do modelo de negócio e mostra dificuldades crescentes em obter resultados positivos em vários mercados.

Depois de surgirem notícias na China de um investimento da Apple na Didi Chuxing, rival da Uber tambem apoiada pela Alibaba, voltam a ser revelados detalhes preocupantes para a gestão deravis Kalanick, desta vez na Alemanha.

De acordo com a imprensa germânica, a Volkswagen investiu 270 milhões de euros na Gett, uma startup israelita que faz concorrência à Uber na Europa e em Nova Iorque, com o objetivo de fazer crescer a empresa rumo ao papel dominante que pertence neste momento à Uber.

Contando com o dinheiro investido pela VW, a Gett já conseguiu cerca de 467 milhões de euros em investimento externo e a liquidez extra será crucial para seguir o plano de expansão delineado. A presença da Gett no mercado europeu é apreciável, apesar de ainda não ser suficiente para destronar a Uber na maior parte dos mercados; nos Estados Unidos da América, a liderança da empresa de Travis Kalanick é incontestável, mesmo com a presença da startup israelita em Nova Iorque.

Para a Volkswagen, a meta é chegar à posição de líder no mercado da mobilidade até 2025, objetivo que ficará facilitado caso a aposta na Gett seja bem sucedida.

Uber faz parceria com vista ao mercado chinês

A Uber anunciou uma expansão da sua parceria com o Alipay, o sistema de pagamentos da Alibaba. Esta parceria vai permitir aos clientes chineses pagarem por viagens da Uber fora da China.

Explica o Business Insider que, antes desta expansão de acordo, os utilizadores chineses da Uber que estivessem a viajar para fora do país tinham que colocar um cartão de crédito com dupla moeda na aplicação Uber e pagar as suas viagens em dólares norte-americanos.

Os utilizadores chineses do serviço de transporte já podiam usar o Alipay para pagar viagens dentro do país desde 2014.

 

“Isto é publicidade à borla para nós”, diz motorista da Uber

No dia da marcha lenta dos taxistas contra a Uber, o Observador solicitou um dos motoristas da empresa para uma viagem de teste. Logo ao aceder à aplicação recebeu uma mensagem de alerta a informar que, por causa da “paralisação organizada pelas associações de táxi portuguesas”, “as opções de mobilidade” seriam “mais reduzidas”.

O aviso confirmou-se logo de seguida. A aplicação informou depois que o tempo de espera previsto para a chegada do motorista à Rua dos Caetanos (onde fica a redação) era de 21 minutos.

“O dia está a correr bem mas como há muito tempo de espera tem havido muitas pessoas a cancelar as viagens”, começa por dizer Morais, o motorista que nos foi atribuído para a viagem desta sexta-feira. “Cheguei a pensar que talvez fosse cancelar também”, diz-nos ainda.

Uber consegue finalmente chegar aos lucros nos Estados Unidos

Depois de vários meses de aproximação, a Uber chegou finalmente ao objetivo financeiro traçado pelo CEO Travis Kalanick desde a criação da aplicação de transportes privados mais famosa do mundo.

De acordo com uma reportagem da Bloomberg, a Uber disponibilizou documentos que mostram a rentabilidade dos transportes no território norte-americano; a tendência de retorno financeiro foi conseguida graças a uma redução dos custos de angariação de clientes e divulgação da marca, apesar de o marketing, serviço de apoio ao cliente e desenvolvimento de software ainda custarem uma parte significativa da margem da Uber em cada serviço.

Em média, cada transporte rendeu cerca de 17 cêntimos aos cofres da Uber, um retorno baixo que assinala um virar de página histórico rumo aos lucros nos Estados Unidos.

Mesmo com os ganhos no mercado de origem, a Uber tem ainda um longo caminho a percorrer noutros mercados importantes, principalmente na China. A concorrência dura da Didi Kuaidi levou a empresa norte-americana a apostar muitos milhões, e os lucros tardam em aparecer. Em todo o mundo, a Uber teve prejuízos de 1,5 mil milhões de euros nos três primeiros trimestres de 2015.

 

Novas agressões no Porto. Taxistas atacam motorista de Uber e duas turistas

É mais um caso de agressão de taxistas a condutores da Uber. Aconteceu no Porto, quando duas turistas se preparavam para seguir viagem num veículo Uber em frente ao hotel Ipanema Park, no centro da cidade. De acordo com o Correio da Manhã, o carro foi apedrejado e o motorista teve de receber tratamento hospitalar. As duas turistas acabaram por fugir do local a pé.

Segundo explica o Correio da Manhã, assim que as duas turistas entraram no veículo um grupo de taxistas começou a “atirar pedras”, tentando depois forçar o motorista e as duas mulheres a sair do interior do carro. O condutor do veículo, um homem de 42 anos, terá sofrido várias escoriações e teve de ser assistido no hospital. Os taxistas envolvidos no incidente já terão sido identificados pela PSP.

Esta não é, contudo, a primeira vez que se registam agressões de taxistas a condutores da Uber na cidade do Porto. Ainda na última sexta-feira o Observador contou a história de Pedro Simões, que queria ir da estação de Porto Campanhã para o aeroporto e, depois de ter pedido um veículo através da Uber, viu-se impedido de entrar por um grupo de cerca de dez taxistas. O episódio repetiu-se duas vezes, em sítios diferentes.

Ao Correio da Manhã, o dirigente da ANTRAL Florêncio Almeida mostrou-se contra a atitde dos taxistas. “Somos contrários a este tipo de atitudes que em nada dignificam a classe dos taxistas”, afirmou, acrescentando no entanto que não se pode “confundir a classe dos taxistas com meia dúzia de indivíduos”.

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