Inicio Tags Vila Nova de Gaia

Tag: Vila Nova de Gaia

Mais de 70 locais em Gaia vão ser “tatuados” com versos de poetas do século XIX e XX

Foto Agência Lusa

Mais de 70 locais da cidade e freguesias de Vila Nova de Gaia vão ser “tatuados” com versos de poetas lusófonos do século XIX e XX para “levar as pessoas a refletirem”, revelou esta terça-feira o responsável pela iniciativa.

Em entrevista à agência Lusa, Rui Spranger, coordenador do projeto ‘Tatuar a Cidade’, promovido no âmbito do FIGaia – Fórum Internacional de Gaia, explicou que o objetivo desta iniciativa é “surpreender as pessoas e provocar nelas o mistério, encantamento e reflexão”.

“Por ser o ano nacional da cooperação, cujo tema é ‘Cooperação em Português’, escolhemos a palavra poética como expoente máximo da língua, e a nossa ideia é levar a poesia a todo o lado“, frisou.

Segundo Rui Spranger, 77 locais do concelho de Vila Nova de Gaia vão ser tatuados com versos retirados de poetas lusófonos, sendo que a maioria desses poemas vai “ao encontro do lugar” onde vão estar pintados “para sempre”.

O coordenador explicou à Agência Lusa que o mote para esta iniciativa foi o livro “Língua de Sal – Antologia Mínima de Língua Portuguesa”, que será apresentado durante o FIGaia, e que reúne poemas de 70 ilustres figuras líricas, como Fernando Pessoa, António Nobre e Maria Alberta Menéres.

Apesar de ter sido uma “verdadeira viagem por todo mundo à procura dos herdeiros” destes poetas, Rui Spranger e Isaque Ferreira conseguiram reunir obras de 70 líricos do século XIX e XX.

“Foi um exercício policial chegar a todos os herdeiros, muitos dos poetas também usam heterónimos, não usam os nomes reais. Por isso, foi um projeto de grande envergadura, foi uma verdadeira viagem com telefonemas para a Guiné, Estados Unidos”, disse.

O livro “Língua de Sal – Antologia Mínima de Língua Portuguesa” é composto apenas por uma obra de cada poeta, à exceção de Fernando Pessoa, onde foram adotadas também as obras dos seus heterónimos: Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos e Bernardo Soares.

Segundo Rui Spranger, uma vez que o mar sempre “ligou” todos os países lusófonos, esta antologia tem como principais temáticas o mar, “os encontros e desencontros” e as rotas.

O livro, que é de “circulação gratuita”, vai ainda ser apresentado e lido a 150 turmas de Vila Nova de Gaia.

O lançamento de “Língua de Sal – Antologia Mínima de Língua Portuguesa” está marcado para quarta-feira, pelas 19h, na Biblioteca Municipal de Gaia, durante a terceira edição do FIGaia que até 22 de setembro irá procurar encontrar soluções para a sustentabilidade.

Fonte: Agência Lusa

Vinho do Porto Cálem celebra 160 anos com “as caves mais visitadas”

António Cálem apostou forte no Brasil e “o negócio com este país correu tão bem” que acabou por dar um passo mais ousado, criando “uma frota própria de caravelas” para exportar os seus vinhos, recorda Ana Pereira, responsável pela comunicação do grupo espanhol Sogevinus, que detém a Cálem e a Barros, a Burmester, a Kopke e a Velhotes.

Depois de um longo período quase sem alterações, a imagem desta marca que só tem vinhos do Porto sofreu agora uma “renovação” para a transformar “referência para todo o tipo de consumidores através da capitalização da sua história, da diversidade do seu portefólio e da sua notoriedade internacional”.

“A figura de António Alves Cálem, fundador da empresa, serviu de inspiração para a renovação da imagem desta casa centenária, numa simbiose entre passado e presente”, explicou Ana Pereira à agência Lusa.

“A icónica caravela” mantém-se, por ser parte essencial da secular história desta marca, “a persona do fundador passa a assumir um lugar de protagonismo em toda a comunicação da Cálem“, surgindo agora em alto-relevo nas garrafas, e foi adotada uma paleta cromática variada na rotulagem”.

“A Cálem era toda muito preta e o próprio museu, nas caves, espelha isso. Com esta renovação, fomos buscar as nossas raízes”, afirma a mesma responsável.

A velha imagem podia ser um pouco contida, mas não a ambição demonstrada por António Cálem quando decidiu, em 1859, investir também nos vinhos, ele que até aí “negociava em madeiras exóticas”.

O Brasil foi o seu alvo, numa altura em que as Ilhas Britânicas eram o mercado que a maioria cobiçava, e os resultados deram-lhe razão, levando-o também a avançar para o Douro para aí comprar quintas e produzir os seus vinhos.

“O que resultou desta aposta foi que a Cálem se transformou numa marca muito virada para fora e pouco para dentro”, resume Ana Pereira, acrescentando que tal “constatação teve como consequência o lançamento da submarca Velhotes, que nasceu em 1930 e é o mais jovem membro da família”.

“Os vinhos do Porto Cálem Velhotes são os mais vendidos em Portugal” e surgiram em 1939 devido à necessidade de “criar uma marca doméstica com um espírito de convívio e de partilha”, como sugere a reprodução do quadro presente nas suas garrafas, com três anciãos, “um advogado, um juiz e um boticário, cada um com o seu copo de vinho” .

O referido quadro é uma das “joias da coroa” do museu que a empresa instalou nas suas caves, em Gaia, e chegou à empresa nos anos 30 do século passado proveniente da Holanda, trazido por um comercial que se deslocou a este país, e é de “autor desconhecido”.

Os vinhos Cálem e Velhotes representam 38% dos 40 milhões de euros que a Sogevinus fatura anualmente, segundo disse Ana Pereira, sendo de salientar que o turismo contribui já com 20% das receitas totais do grupo.

Com 250 mil visitantes por ano, as caves Cálem destacam-se por serem as mais procuradas em Portugal e a loja que nelas funciona responde por 51% das vendas do vinho da marca homónima.

“O Brasil perdeu entretanto expressão nas exportações” de vinho do Porto desta marca e foi substituído por mercados como Alemanha, Canadá, Dinamarca e Holanda, num total de cerca de 60 onde os vinhos do Porto Cálem estão presentes.

31ª edição dos Prémios Dona Antónia Adelaide Ferreira

O Prémio Consagração de Carreira, atribuído nesta edição a Isabel Furtado, pretende homenagear um percurso de vida consolidado e merecedor de inequívoco reconhecimento público, e o Prémio Revelação, agora concedido a Cristina Fonseca, visa reconhecer um percurso de vida com relevância em fase de afirmação e desenvolvimento.
O prémio foi criado para prestigiar mulheres portuguesas cujo percurso de vida revele uma identificação estreita com os valores pessoais e profissionais personificados por Antónia Adelaide Ferreira. Personagem ímpar na história do Douro, Dona Antónia ficou para sempre associada à figura de empreendedora e humanista que inspirou, de forma determinante, o desenvolvimento da marca Porto Ferreira e de toda a viticultura duriense.
Isabel Furtado nasceu em Famalicão a 25 de junho de 1961. Casada e com 3 filhos, Isabel Furtado é desde 2009 CEO da TMG Automotive, empresa do Grupo que se dedica ao fabrico de interiores para automóveis. Há cerca de 1 ano, Isabel Furtado tomou posse como presidente da COTEC, sendo a primeira mulher a ocupar o cargo.
Isabel Furtado entrou para a TMG, a maior empresa têxtil nacional, em 1985 e, apesar da sua formação ser em Economia, o seu gosto pela indústria fez com que centrasse a sua carreira inicialmente nas plataformas e processos produtivos. Entre 2000 e 2005 assumiu a direção de Qualidade e Ambiente do Grupo TMG, tendo passado para membro do Conselho de Administração das empresas do Grupo Têxtil Manuel Gonçalves e Casa Agrícola de Compostela em 2005.
Desde muito jovem que estudou fora de Portugal – tendo concluído o ensino básico em Toronto, Canadá, e o secundário em Tunbridge Wells, Inglaterra. Licenciou-se em Economia pela Universidade de Manchester. Em 2014, foi agraciada pelo Presidente da República com o grau de Comendador da Ordem de Mérito Industrial.
Cristina Fonseca, investidora e empreendedora tecnológica, é co-fundadora da startup Talkdesk, empresa portuguesa que oferece soluções inovadoras para contact-centers que recentemente ascendeu ao patamar de unicórnio com uma avaliação superior a mil milhões de euros. Em janeiro de 2016, integrou a lista Forbes 30 under 30, que identifica os jovens com menos de 30 anos que estão a mudar as empresas de tecnologia, e em 2017 a Talkdesk entrava na lista Cloud 100, da Forbes, como uma das startups que se destacam a resolver alguns dos problemas das grandes empresas.
Cristina Fonseca, foi aluna do Técnico, mestre em Engenharia de Redes de Comunicações, e é uma jovem estrela do empreendedorismo. Mas para chegar ao sucesso trabalhou dia e noite na Talkdesk, a startup que criou com um ex-colega do Técnico. Há cerca de seis anos sentiu que estava na altura de mudar e deixou a Talkdesk. Hoje é Venture Partner na Indico Capital Partners onde investe e acompanha startups tecnológicas a lançar e escalar produtos globais de base tecnológica.
Além disso, integra a Singularity University Portugal, uma comunidade global que visa capacitar e inspirar líderes para aplicarem tecnologias exponenciais na resolução dos grandes desafios da humanidade, onde tem a responsabilidade de fazer apresentações e workshops sobre empreendedorismo. É co-fundadora da Cleverly e, desde abril do presente ano, membro não executivo do Conselho de Administração da Galp.

Defesa do empreendedorismo e dos valores humanistas

Criados em 1988 pelos descendentes da homenageada e pela Sogrape Vinhos, detentora da marca Porto Ferreira, os PRÉMIOS DONA ANTÓNIA ADELAIDE FERREIRA têm o intuito de distinguir, anualmente, mulheres portuguesas que se afirmam publicamente pelas suas qualidades humanas e espírito empreendedor, seguindo o excecional exemplo de vida de Dona Antónia ao contribuírem para o desenvolvimento económico, social e cultural de Portugal.
Em suma, os promotores do Prémio pretendem distinguir mulheres com um posicionamento e ideais que sigam de perto as características e a pauta de valores da “Ferreirinha”, estando a sua escolha a cargo de um Júri presidido por Artur Santos Silva.
Consultando o quadro das mulheres distinguidas até hoje, torna-se evidente a justeza do trabalho desenvolvido pelo Júri. Todas as premiadas partilham de um mesmo espírito empreendedor, capacidade de liderança, abertura à inovação e à criatividade, sentido do serviço público e sensibilidade social.

Sobre Dona Antónia Adelaide Ferreira

Dois séculos depois do nascimento de Dona Antónia Adelaide Ferreira (1811-1896), que os seus conterrâneos apelidaram carinhosamente de “Ferreirinha”, evocar esta figura ímpar da história do Douro Vinhateiro é prestar uma justa homenagem a uma mulher que se tornou um símbolo não só do empreendedorismo e da viticultura duriense, mas também um exemplo maior do altruísmo e da generosidade para com os mais necessitados.
Dona Antónia faleceu a 26 de março de 1896 quando estava prestes a completar 85 anos de uma vida intensa ao serviço da causa do Douro Vinhateiro e dos seus habitantes, principalmente os mais pobres e desfavorecidos, tendo sido sem dúvida uma das personalidades mais marcantes da história de uma das primeiras e mais importantes regiões demarcadas da viticultura em todo o Mundo.
Esta mulher franzina, mas também vibrante e corajosa, tornou-se um símbolo raro de empreendedorismo e é hoje recordada como um exemplo de tenacidade no combate ao drama e à miséria que se abateram sobre a região do Douro em consequência da praga da filoxera, destruidora de grandes vinhedos e dos sonhos de muitos agricultores arruinados. Um cenário de desolação a que a Ferreirinha soube responder com firmeza na luta contra a doença das videiras, através da investigação dos processos mais evoluídos de produção do vinho, de novas grandes plantações de vinha e de aquisições avultadas de terras e de vinhos a proprietários temerosos e descapitalizados.
Herdeira de uma família abastada do Douro com uma importante atividade no cultivo da vinha e na produção de Vinho do Porto, Dona Antónia viu-se na contingência, aos 33 anos de idade, após ter enviuvado, de assumir a liderança dos negócios familiares e de desenvolver aquela que viria a ser a casa FERREIRA – missão que cumpriu com raro brilhantismo, revelando uma extraordinária vocação empresarial.
Mas Dona Antónia não se limitou a gerir a fortuna recebida por herança. Antes investiu, de forma apaixonada e intensa, na Região do Douro que tanto amou, sem esperar pela proteção ou apoio do Estado. Da Ferreirinha se dizia que era generosa com os pobres e mais fracos, mas altiva com os mais ricos e poderosos; e que estava com a mesma naturalidade em casa dos trabalhadores mais modestos ou no Palácio Real. Todos estes atributos, a que se juntaram os seus vinhos finos, de qualidade premiada nas mais prestigiadas exposições internacionais, contribuíram para que esta mulher ímpar tenha adquirido uma aura mítica no mundo dos negócios e na Região do Douro.

No Zoo Santo Inácio o verão é, no mínimo, selvagem!

O Zoo Santo Inácio, em Vila Nova de Gaia, apresenta, uma vez mais, uma solução divertida e saudável para o período de férias de verão. Desenhado para crianças entre os 6 e os 13 anos, o programa inclui muita brincadeira, espírito de camaradagem e, claro, uma forte aproximação à vida selvagem.

No meio dos leões, répteis, animais noturnos e muito espaço verde, os mini aventureiros vão poder fazer atividades como a preparação da alimentação dos animais do Zoo, encontros com os tratadores e veterinários do zoo, visitas exclusivas aos bastidores e jogos educativos sobre a natureza. Tudo isto acontece entre as 8h30 e as 18h30, sendo que cada dia tem um planeamento diferente, para que haja sempre uma nova aventura.

Como requisito, o Zoo Santo Inácio pede apenas que os participantes tragam roupa prática (e, preferencialmente, uma muda extra), calçado confortável, protetor solar e chapéu, de forma a poderem usufruir de todas as atividades sem limites.

Tendo sempre como mote a conservação do meio ambiente, os Campos de Férias do Zoo Santo Inácio são a garantia de umas férias inesquecíveis.

O programa completo e respetivos contactos podem ser consultados no seguinte link: http://zoosantoinacio.pt/public/pdfs/zoosantoinacioferias.pdf

Conheça as crias de Lémure Vermelho que nasceram no Zoo Santo Inácio

A família do Zoo Santo Inácio continua a crescer e, recentemente, nasceram no maior e mais verde parque zoológico do Norte três crias de Lémure Vermelho – Varecia rubra.

As crias nasceram a 13 de abril, depois de uma gestação de 102 dias, e são dois machos e uma fêmea, descendentes de pais extremosos que cuidaram delas em todas as fases. Ao contrário do que acontece em outras espécies de Lémures em que as crias andam permanentemente agarradas à mãe, no caso dos Varecia rubra os recém-nascidos permanecem no ninho enquanto a mãe procura alimento, ficando, assim, ao cuidado do pai.

Este nascimento surge na sequência da assumida missão de conservação de espécies que o Zoo Santo Inácio leva a cabo desde a sua fundação, há mais de 19 anos, e é a prova de que os animais se encontram em perfeito estado de saúde e de bem-estar geral, o que lhes permite procriar e desenvolver a sua família de forma natural. Esta é uma das quarenta espécies ameaçadas que o Zoo Santo Inácio acolhe, ao abrigo do programa Europeu de Reprodução de Espécies Ameaçadas (EEP), pertencente à Associação Europeia de Zoos e Aquários (EAZA).

Conhecida por ter um tom avermelhado, está espécie é, tal como todos os lémures, endémica de Madagáscar. Os Lémures Vermelhos podem viver até 20 anos e pesam até 2kg na fase adulta, alimentando-se essencialmente de folhas, frutos e sementes. É um animal arbóreo, estando ativo predominantemente ao crepúsculo e de noite e defende o seu território de uma forma agressiva, utilizando frequentemente vocalizações de alarme.

É considerada uma espécie criticamente em perigo pela IUCN e pertence ao Anexo I da CITES. As principais ameaças são a perda de habitat e a caça. Devido ao seu grande tamanho e evidente necessidade de floresta primária alta, esses animais são particularmente suscetíveis à invasão humana e, infelizmente, a caça e o aprisionamento de alimentos ainda ocorrem. Além disso, como as populações remanescentes estão concentradas na Península de Masoala, podem ser ameaçadas pelos frequentes ciclones (furacões) que atingem essa parte de Madagáscar. O declínio desta espécie também foi recentemente afetado pelo aumento rápido da extração ilegal de madeira após os eventos políticos de 2009, para além dos incêndios.

Segundo Teresa Guedes, diretora do Zoo Santo Inácio, “esta é a melhor forma de celebrar a chegada do verão, com o nascimento destes três indivíduos, tão ameaçados de extinção, que vêm juntar-se a esta grande família que é o ZOO Santo Inácio, reforçando a nossa importante missão de conservação das espécies”.

‘Acredita Portugal’ inaugura projeto de incubação em Vila Nova de Gaia

O evento de inauguração tem início pelas 17h00, no novo espaço da Acredita Incubação, em Vila Nova de Gaia e contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues.

A data é assinalada com a realização de diversos workshops gratuitos associados à temática do Empreendedorismo ao longo do dia e um debate em torno deste tópico à tarde em que participam Filipe Almeida, Presidente do Portugal Inovação Social, Karim Merali, CEO da Fundação Aga Khan, e Pedro Ricardo Gomes, Head of Microfinance and Social Entrepreneurship no Montepio.

O novo projeto da Acredita Portugal é desenvolvido em parceria com a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e integra dois espaços que irão ser dinamizados pela associação: um na área das indústrias criativas e outro orientado para o empreendedorismo tecnológico e a economia social.

O espaço de incubação tem capacidade para apoiar um total de 75 projetos empreendedores, 30 no pólo ligado às indústrias criativas e 45 ligados à economia social e novas tecnologias. Apesar de decorrer a nível regional, a incubadora terá uma abrangência nacional, sustentada numa rede alargada de contactos e parceiros e numa visão única do apoio ao empreendedorismo, fruto de 10 anos de experiência na ignição de projetos da Acredita Portugal. 

PROGRAMA

MANHÃ:

9H30 – 11H00: Workshop “Investimentos a Fundo Perdido”, com a Birds & Trees

11H30 – 13H00: Workshop “O que quero ouvir como investidor”, com a Cron.Studio

TARDE:

14H00 – 16H30: Sessões de consultoria gratuita abertas à comunidade com a rede de mentores Acredita Portugal

17H00– 17H30: Chegada

17H30 – 18H00: Boas- Vindas

Dr. Eduardo Vítor Rodrigues- Presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia

Apresentação da Acredita Incubação por Fernando Fraga

18H00 – 18H30: Debate “Os projetos sociais podem ter lucro?”

Painel: Filipe Almeida- Portugal Inovação Social, Karim Merali- Aga Khan, Pedro Gomes- Banco Montepio, Fernando Fraga- Acredita Portigal

Moderação: Rute Vasco, MadreMedia

18H30 – 19H00:  Inauguração oficial+ Cocktail e Networking

Informações adicionais acerca dos Workshops gratuitos e sobre a Cerimónia de Lançamento em www.acreditaportugal.pt

Sobre a Acredita Portugal:

A Acredita Portugal é uma organização sem fins lucrativos focada no desenvolvimento e promoção do empreendedorismo nacional, que nasceu em 2008 pela mão de José Miguel Queimado. Desde então, a Acredita Portugal trabalha por, e para todos os portugueses, independentemente da sua formação ou cultura, permitindo que qualquer cidadão tenha oportunidade de perseguir o seu sonho empreendedor. Cada ideia em competição é submetida de forma gratuita, passando por uma avaliação e vendo desenvolvido o seu plano de negócios. Aos projetos vencedores é dada a oportunidade de desenvolver parcerias estratégicas com vista à sua implementação no mercado.

Acredita Portugal inaugura projeto de incubação em Gaia

A Acredita Portugal prepara-se para inaugurar, no próximo dia 16 de abril, um novo projeto de incubação destinado a disponibilizar suporte e ferramentas aos empreendedores localizados na zona Norte do país. O evento de inauguração terá início pelas 17h00, no novo espaço da Acredita Incubação, em Vila Nova de Gaia.

A data é assinalada com a realização de diversos workshops gratuitos, ao longo do dia, associados à temática do Empreendedorismo e de um debate, à tarde, em torno deste tópico em que participam Filipe Almeida, Presidente do Portugal Inovação Social, Karim Merali, CEO da Fundação Aga Khan, e Pedro Ricardo Gomes, Head of Microfinance and Social Entrepreneurship do Banco Montepio.

Para Fernando Fraga, Head of Innovation da Acredita Portugal, “a história da Acredita Portugal conta já com 11 anos, ao longo dos quais foi possível ajudar milhares de empreendedores. A experiência e rede de contactos que desenvolvemos neste processo vai ser essencial para esta nova etapa da associação e para o apoio a prestar aos empreendedores agora incubados. Este apoio integra um acompanhamento personalizado a estes projetos, no sentido de assegurar a captação de investimento, o crescimento da equipa e a otimização do seu modelo de negócio. Queremos que este seja um espaço de consolidação destes projetos e o impulso para o seu lançamento no mercado.”

 

Condutor que matou ciclista confessa que guiava sem carta e fugia à GNR

© iStock

Num depoimento a marcar o início do seu julgamento, no Juízo Central Criminal de Vila Nova de Gaia, o arguido sublinhou que o atropelamento se deu quando seguia a alta velocidade, perseguido por um carro-patrulha da GNR, e que não conseguiu evitar o embate com o ciclista.

Segundo fonte ligada ao processo, o local onde circularia a vítima, alegadamente fora da ciclovia ali existente, é uma questão que pelo menos duas testemunhas poderão clarificar em próxima sessão de julgamento.

Relatos das autoridades feitos no próprio 16 de março de 2017 indicam que o homem, de 31 anos, acusado de homicídio por negligência, percorreu mais de cinco quilómetros em fuga à GNR, depois de desobedecer a uma ordem de paragem, e atropelou mortalmente um ciclista de 35 anos junto à praia do Atlântico, em Valadares.

Ainda tentou prosseguir a fuga a pé após o atropelamento, mas acabou detido pela GNR.

Nesse mesmo dia, a GNR divulgou que o arguido estivera envolvido num episódio similar, em maio de 2016, na localidade de Baltar, concelho de Paredes, quando “duas patrulhas foram em seu alcance, uma de cada lado, e o carro em que seguia abalroou uma viatura da GNR”.

LUSA

Marés Vivas surpreendeu o público pelo novo local, organização e ambiente

A nova localização do Marés Vivas, num recinto cinco vezes maior do que o anterior e com o dobro da capacidade, foi outro dos elogios do público que passou pela Praia do Cabedelo.

“Este espaço é muito melhor, é mais amplo, tem diferentes dimensões e a vista ainda o torna mais apelativo”, afirmou Mariana Costa, de Vila Nova de Gaia.

Já Raquel Reis, também de Vila Nova de Gaia, admitiu sentir falta da vista do anterior recinto, que lhe “enchia as medidas”.

“Sinto falta da vista, que era o que nos enchia as medidas, mas o espaço está muito bem organizado. Este é um dos festivais mais bem organizados em Portugal”, considerou.

A última noite do festival Marés Vivas contou, no palco principal, com a presença de Joss Stone, num concerto onde imperou a simpatia e a calmaria da artista que, quatro anos depois, regressou a Gaia.

O gosto pela música e a oportunidade de ver e ouvir, pela primeira vez, artistas como Joss Stone e Rita Ora, impulsionaram João Cepa a vir ao festival.

“Vim, essencialmente, porque gosto muito de música, de festivais e, assim, aproveito a oportunidade para ver artistas que nem sempre tenho ocasião de ver e ouvir”, contou à Lusa.

Além do espaço, Sílvia Fernandes ficou especialmente “surpreendida com alguns concertos”, como a banda irlandesa Kodaline, que atuou no sábado.

O Marés Vivas arrancou na sexta-feira e termina hoje depois de terem subido ao palco principal Goo Goo Dolls, Jamiroquai, Richie Campbell, David Guetta, The Black Mamba, Carolina Deslandes e LP.

Nos três dias passaram pelo festival 110 mil pessoas, tendo o dia de sábado esgotado e o de sexta-feira e domingo “praticamente” esgotado, disse o diretor da PEV Entertainment, Jorge Lopes.

Em 2019, Jorge Lopes adiantou que o Marés Vivas se realiza no terceiro fim de semana de julho, entre os dias 18 a 21.

Questionado sobre se este novo local se manterá, o responsável não foi perentório, salientando que o “futuro o dirá”.

Por seu lado, o presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, contou que os hotéis esgotaram e a restauração teve “momentos muito bons”.

Novo local e Jamiroquai marcam arranque do Marés Vivas

© Lusa

Na sua 12.ª edição, o festival, que se prolonga até domingo, apresenta pela primeira vez no palco principal a banda funk e acid jazz Jamiroquai, formada em 1992 e liderada pelo cantor Jay Kay, que já vendeu mais de 26 milhões de álbuns em todo o mundo.

De regresso a Portugal, depois de terem atuado no Festival Sudoeste em agosto do ano passado, os Jamiroquai irão apresentar temas de ‘Automaton’, o seu novo álbum.

Com mais de sete álbuns atingindo o Top 10 do Reino Unido, a banda vencedora de um Grammy, em 1997, retém o recorde guinness ‘Book of World Records’ para o álbum de funk mais vendido de todos os tempos.

A noite conta ainda com a atuação dos norte-americanos Goo Goo Dolls, banda de rock formada em 1986, que se apresenta pela primeira vez em Portugal, e que tem como maior êxito a canção ‘Íris’.

Depois de já ter pisado o palco do Marés Vivas em 2015, o cantor português de reggae Richie Campbell regressa este ano para apresentar a sua nova `mixtape´ ‘Lisboa’, lançada a 02 de fevereiro.

Também em português, o primeiro dia do festival recebe o vocalista e guitarrista Manel Cruz, dos extinto Ornato Violeta, que lançou recentemente os `singles´ ‘Beija-Flor’ e ‘Ainda Não acabei’.

Nos mais quatro palcos do Marés Vivas, os protagonistas vão ser Fernando Daniel, We Find You, Waze, Mundo Segundo e João Seabra.

Os ingressos diários custam 35 euros e o passe dos três dias 65 euros, não sendo permitida a entrada a menores de seis anos.

Este ano, a Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) promove uma operação especial de apoio ao Marés Vivas efetuando um serviço contínuo com a linha 902 às Areias de Cabedelo, assegurando a ida e o regresso durante toda a noite e madrugada com ‘elevada frequência’, referiu em comunicado.

Os autocarros irão passar com intervalos de 20 minutos, nas viagens de ida (entre as 15:30 e as 22:30) e nas viagens de regresso (entre as 22:30 e as 05:00).

LUSA

EMPRESAS