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Campanha de Trump contactou Wikileaks para ‘piratear’ emails de Hillary

empresa que contactou com o Wikileaks foi a Cambridge Analytica, com escritórios em Nova Iorque, Washington e Londres e dedicada à análise de dados, confirmou Assange no Twitter depois de meios de comunicação terem publicado a informação.

“Posso confirmar um contacto com a Cambridge Analytica (antes de novembro do ano passado) e posso confirmar que o Wikileaks o rejeitou”, disse Assange.

Foi o diretor da Cambridge Analytica, Alexander Nix, que divulgou a sua abordagem a Assange num ‘e-mail’ enviado a vários doadores de Trump, incluindo Rebekah Mercer, mas afirmou que não recebeu nenhum membro da campanha do magnata, segundo a CNN.

A campanha de Trump contratou os serviços da Cambridge Analytica em 2016.

WikiLeaks revela chamadas de oficiais do partido Democrata

O WikiLeaks prometeu que não tinha terminado e, assim sendo, publicou voicemails hackeados de alguns dos principais membros do partido democrático.

No total, são 29 os membros afetados e são identificados pelo número de telefone. Ao todo, são cerca de 14 minutos de voicemails publicados pela organização.

Esta publicação foi feita durante a convenção nacional do partido Democrata dos Estados Unidos, apenas 24 depois de Hillary Clinton ser nomeada candidata do partido na ‘corrida’ à Casa Branca.

Serviços secretos com “elevado grau de confiança” sobre envolvimento russo no roubo dos emails democratas

Os serviços secretos norte-americanos já terão informado a Casa Branca das suspeitas sobre a intervenção do governo russo no roubo de milhares emails dos servidores do Comité Nacional do Partido Democrata. A suspeita já tinha sido aflorada pelos democratas, convencidos da intenção russa de prejudicar a campanha eleitoral de Hillary Clinton, mas agora os funcionários federais garantem ter “elevado grau de confiança” na informação.

O New York Times explica que os agentes adiantaram, no entanto, que ainda não há certezas sobre as intenções do Governo russo, ou seja, se o acesso aos servidores surgiu no âmbito de ciberespionagem de rotina, ou se teve mesmo intenção de prejudicar a campanha da candidata democrata, favorecendo Donald Trump (que tem uma posição anti-NATO e já elogiou publicamente Vladimir Putin).

O que é certo é que divulgação destes emails surgiu através do WikiLeaks e que o seu fundador, Julian Assange, tem feito declarações anti-Hillary nos últimos tempos. E ainda ontem foi noticiada uma entrevista dada por Assange à CBS a negar que a Rússia tenha qualquer ligação com o acesso a quase 20 mil emails dos democratas com a estratégia de Hillary Clinton na corrida à Casa Branca. “Não há provas disso. Nós não revelamos a nossa fonte e, obviamente, trata-se de uma manobra para desviar a atenção e para sustentar a campanha eleitoral de Hillary Clinton”, disse Assange no canal televisivo norte-americano.

Também na terça-feira, o secretário de Estado norte-americano John Kerry falou do assunto depois da cimeira de ministros dos Negócios Estrangeiros em Laos, Vietname. Nesse encontro, Kerry esteve com o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov, com o qual abordou o assunto dos emails dos democratas. Mas nas declarações aos jornalistas, Kerry contornou a insistência na acusação aos russos — que o próprio presidente Obama não rejeitou, em entrevista à NBC News — e apenas disse que o caso está a ser investigado pelo FBI. Já o ministro russo, confrontado com as suspeitas, resumiu-se a uma tirada: “Não quero usar palavrões”.

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