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Guimarães recebe workshop da confiança

Andar à velocidade da confiança é para si?

A confiança é uma energia essencial e está codificada no nosso ADN. Desde que nascemos que exercitamos a confiança em pequenos e grandes passos, junto dos que amamos e consideramos, com quem trabalhamos e lidamos no dia-a-dia e até com desconhecidos. A confiança cria vínculos neurais, faz pontes entre pessoas, abre portas e move-nos para alcançarmos objectivos e termos uma vida com significado.

Estudos feitos na área da confiança comprovam que as pessoas que têm confiança e a praticam são mais saudáveis, têm melhores relacionamentos pessoais e ao nível empresarial geram mais lucros. De cada vez que cria confiança acrescenta energia, valor, dinamismo e velocidade à sua vida e empresa. E quando não confia, não é de confiança ou é visto como não sendo de confiança a energia decresce, desinveste, baixa os lucros, aumenta os custos e baixa a velocidade de realização das suas metas.
Para avançar ande à velocidade da confiança e respeite a sinalização da sua alma.

Sabe o que é a confiança e sente-a na sua vida?

Tem a determinação e a convicção em relação a quem é, o que fazer e ter?

Ou, a maioria das vezes sente-se:
• Com dúvidas em relação a ser capaz ou ter valor
• Ao tomar decisões receia, volta atrás e perde energia,
• Passa a vida a procrastinar, a adiar o que sabe que é para fazer,
• Desanima com os imprevistos e dificuldades que lhe aparecem,
• Já não aguenta a pressão e tem medo de não conseguir,
• Não sabe como comunicar o seu ponto de vista sem ficar a tremer,
• Tem receio de ser julgado e rejeitado pelos outros,
• Perde o seu poder em pequenas coisas,
• A sua cabeça está cheia de pensamentos negativos e fica horas a remoer,
• Quer desistir, fugir e que o deixem em paz?

Tudo isto são indicadores que a confiança, os seus níveis de confiança estão baixos e que você sobrevive em vez de viver.

• Seja você mãe, professora, bancário, assistente, vendedora, médico, psicóloga, electricista, terapeuta, atleta, astrólogo, empresária, recepcionista, estudante, carpinteiro ou gestora você precisa de ter confiança em si e no que quer para o conseguir e vencer.

Benefícios do Workshop da Confiança

• Autoconfiança e segurança interior,
• Libertar as sombras da confiança (medo, dúvida, resistência, fracasso, não ser suficiente),
• Aprender a vencer a apatia,
• Aprender e aplicar os recursos da confiança,
• Resolver questões de afirmação pessoal e estima,
• Ganhar maior valorização pessoal,
• Assumir as suas verdadeiras capacidades e usá-las,
• Clareza na tomada de decisões e agir com convicção,
• Forte motivação, poder pessoal e autonomia,
• Capacidade de liderança,
• Saber gerir conflitos e comunicar com clareza,
• Serenidade e coerência,
• Desenvolver padrões de sucesso,
• Usar o sistema das três verdades da confiança,
• Ter confiança em si e no universo e criar sincronicidades,
• Trabalhar em grupo e falar em público com confiança,
• Subir os seus níveis de confiança,
• Agarrar novas oportunidades de trabalho, de relacionamento ou de negócios.
A sua vida quer que você ande à velocidade da confiança e que tenha os resultados que só a confiança lhe pode dar. Agora é o momento de ter a energia, a expansão e o impacto que deseja no mundo, com confiança. Dê já o passo e inscreva-se aqui.

Horário

Sábado e domingo das 9h30 às 19h

Local

GUIMARÃES

Na antiga escola primária de Gonça

Rua José e da Silva Gonzales n 26.

4800-192 Gonça, Guimarães

Se estiver longe pode participar por Skype.

Informações e inscrições

susana@susanacorderosa.com Telef: 929 015 310 www.susanacorderosa.com

Novo Banco é instituição financeira em que os portugueses menos confiam

Novo Banco

A confiança dos portugueses no Novo Banco é a mais baixa em todo o sistema financeiro. De acordo com um estudo da Multidados enviado à redação do Notícias ao Minuto, o ‘banco bom’ do antigo BES ainda não convence a maior parte dos clientes, sendo identificado por 57,2% dos inquiridos como instituição menos confiável.

Finantia e Caixa Galícia surgem logo a seguir na lista de bancos com menos confiança dos portugueses. Pela positiva, destaca-se a Caixa Geral de Depósitos, banco visto como o mais fidedigno do sistema financeiro português, logo seguida do Santander Totta e Montepio.

O banco público é mesmo a grande ‘estrela’ do estudo, sendo escolhido como o banco que mais portugueses conhecem e a quem confiariam as poupanças, com o Millenium BCP a surgir tambémno pódio em ambas as categorias.

Quanto aos culpados pelos problemas no setor financeiro, 41,6% dos inquiridos identifica os gestores dos bancos como culpados, mas os políticos, a crise internacional e o Banco de Portugal também não escapam às críticas.

“Na FranklinCovey acreditamos no valor intrínseco de cada pessoa”

Maria Pantaleão

Afirmam ter como missão “promover a grandeza em pessoas e organizações em todo o mundo”. De que modo concretizam, de forma bem-sucedida, este objetivo tão ambicioso?
Na FranklinCovey acreditamos no valor intrínseco de cada pessoa. Acreditamos que todo o ser humano aspira grandeza e tem o poder de escolher – este é um dos nossos valores, o primeiro.
Portanto, a nossa missão consiste em ajudar as pessoas a reconhecerem o seu valor e gerar a inquietação e o desejo de se transcenderem para além do que conhecem de si num dado momento.
O ser humano tem a capacidade de se “reprogramar” e transformar continuamente. Reside em nós a escolha da nossa própria criação e isso é, por si, extraordinário e poderoso.

Com o foco nos resultados, pretendem alterar os comportamentos humanos, sociais e coletivos que prejudicam o sucesso das empresas. Que soluções apresentam neste sentido? Qual é, em média, a duração de todo o processo?
Neste momento, as áreas estratégicas para nós são: liderança, produtividade, confiança e execução. As soluções incluídas em cada uma delas passam sempre por três fases: preparação, implementação e sustentabilidade. O processo pode incluir ferramentas de pre assessment, workshops, webinars, conteúdos on demand, coaching e pos assessment. A duração varia consoante o design do processo, mas entre o pre assessment e o pos assessment, estamos a falar, em média, entre seis e oito meses.

Através da vossa experiência, que erros podem identificar como mais comuns no comportamento humano dentro das empresas? Como caracterizam a vossa atuação neste sentido?
Diria que o primeiro “erro” mais comum é o de se pensar que o problema está no comportamento dos “outros” e que são os “outros” que precisam ser intervencionados para mudar. Mas existem outros: ser produtivo significa andar muito ocupado e acelerado; faço aquilo para que me pagam ou aquilo que me mandam; para uns ganharem, outros têm de perder; dizer uma coisa e fazer outra… Enfim, a lista pode ser longa.
Os nossos comportamentos – errados ou certos – resultam dos nossos paradigmas, as lentes pelas quais nos vemos e vemos o mundo à nossa volta. A nossa abordagem – inside out – incide exatamente ao nível da análise e transição de paradigmas que, alinhados por princípios de eficácia, conduzem-nos a comportamentos capazes de gerar os resultados desejados.

Que nichos de mercado e empresas procuram com mais frequência os vossos serviços? Este acompanhamento pode ser feito a título presencial e online?
Os nossos clientes situam-se nas mais diversas áreas de atividade – financeira, automóvel, farmacêutica, retalho e distribuição, indústria transformadora, etc. Não podemos falar propriamente de “nichos”, porque estamos a falar de empresas multinacionais e empresas nacionais de pequena e média dimensão.
As nossas práticas – áreas de conhecimento – e a nossa presença global permitem-nos desenhar soluções à medida da dimensão e das necessidades de cada cliente.
As soluções Online Learning da FranklinCovey funcionam como suporte e acelerador do processo de mudança e transformação, mas a componente presencial continua a ser muito valorizada pelos nossos clientes como ponto de partida.

Finalizado o processo de consultoria e acompanhamento, que alterações veem na empresa e pessoas com quem trabalharam?
Maior clareza e alinhamento estratégico; uma linguagem comum; atitudes mais abertas, disponíveis e construtivas; maior foco no que é importante; maiores índices de confiança, o que facilita os processos e as interações entre as pessoas e as equipas; mais entusiasmo e orientação para a ação e para os resultados.
O resultado final depende de vários fatores pré-existentes e dos objetivos propostos.

Diferenciando-se de outras empresas atuantes no mesmo mercado, a FranklinCovey opta por aliar consultoria, workshops e ferramentas de sustentabilidade. Podemos afirmar que esta aposta num acompanhamento integral permite sucesso e resultados positivos?
Sim, é um dos fatores. A mudança de comportamentos e de cultura não acontece por decreto, nem de um dia para o outro. Implica, em primeiro lugar, a vontade, o compromisso e o envolvimento firmes dentro da própria organização – tal como nas pessoas, nas organizações a mudança acontece “de dentro para fora”; em segundo lugar, é preciso ajudar as pessoas a consolidar esta mudança de atitudes e práticas, através de mensagens coerentes, de reforço e orientação.

Com a crise económica que abalou Portugal, as empresas retraíram-se e a desmotivação recaiu sobre os colaboradores. Sentiram que, nesta fase, as entidades portuguesas procuraram de forma mais significativa a vossa ajuda?
Sim. Em tempos de crise, como a que vivemos, é natural haver uma retração no mercado. As empresas que, mesmo assim, decidiram ou tiveram condições para investir no desenvolvimento das pessoas revelaram-se mais criteriosas na escolha das soluções e fornecedores, a sua credibilidade e perspetiva de retorno. Outro fator interessante a que assistimos foi o de empresas que, mesmo em ambiente de crise, se reinventaram e cresceram e procuraram a nossa ajuda para equipar os seus colaboradores com novos paradigmas, competências e ferramentas que os preparem para novos contextos de ação. O nosso enfoque é contribuir para o sucesso dos nossos clientes, pois sabemos que esse é o ponto de partida para a FranklinCovey Portugal ser bem-sucedida. Tem sido assim em todo o mundo.

A FranklinCovey Portugal atua não apenas em território luso, mas também em projetos internacionais através da FranklinCovey. Como definem a vossa presença no contexto mais global?
Essa é obviamente uma das vantagens de trabalhar numa empresa verdadeiramente global. Ao longo destes dois anos temos tido a oportunidade de estar envolvidos em projetos nos países de expressão portuguesa – colaborando com os colegas locais, mas também em diversos projetos internacionais, quer no desenvolvimento, quer na implementação. Do mesmo modo, temos contado também com a participação de colegas de outros países em projetos nacionais.
O mundo é inequivocamente global. Os mercados são globais e os clientes também, pelo que a nossa resposta está alinhada com esta realidade.

Abordando agora, de um modo mais concreto, o seu percurso profissional, de que modo 20 anos de experiência na área contribuem para uma maior confiança por parte dos clientes?
Sabe que a “quantidade” de experiência pode ser enganadora… podem ser 19 anos a cometer os erros do primeiro ano. Mas acredito que, à partida, 20 anos de experiência são um fator que gera confiança, até por ser diversificada e a desempenhar diferentes papéis. Mas a confiança constrói-se todos os dias, em cada interação.
A pergunta fez-me pensar em quem confiou em mim, quando o meu curriculum era uma página em branco. Gosto de pensar que esse foi um momento de liderança.

Participou e colaborou com distintos projetos nacionais e internacionais. Em algum momento sentiu, em Portugal ou em outros países, discriminação pelo facto de ser mulher?
Em Portugal, não. Pelo menos, que fosse expressado e eu me tenha apercebido. Mas também nunca encarei o facto de ser mulher como vantagem ou desvantagem em termos profissionais. Quando estou a trabalhar em aíses com traços de cultura diferentes dos nossos, procuro informar-me e estar atenta para não ser protagonista de situações constrangedoras. Em algumas situações pode ser um exercício de diplomacia e equilíbrio desafiante. Mas aprendemos sempre.

De que modo reagem os seus clientes quando veem que será uma mulher a acompanhar o desenvolvimento da sua empresa e equipa?
Creio que não há uma reação especial pelo facto de ser mulher nem pela positiva, nem pela negativa. O que procuramos sempre é que o perfil dos consultores se enquadre na cultura do cliente e nos objetivos propostos para o projeto. A este nível, falamos de experiência, expertise, por vezes até idioma, características enquanto consultor, mas, até agora, o género nunca fez parte da equação.

Enquanto especialista na área comportamental no âmbito empresarial, como define a postura da mulher em Portugal? O que deve ser mudado de forma a conceder-lhes mais confiança e sucesso?
Se pensarmos numa perspetiva histórica, creio que as mulheres têm alcançado conquistas muito relevantes, numa perspetiva de manifestar a sua versatilidade e diversidade e de expandir a sua influência e protagonismo.
No futuro, creio que precisamos de aprender a confiar (ainda) mais em nós e nas nossas capacidades para construir os nossos sucessos. Não por comparação aos homens. Por comparação é sempre mau – significa que já estamos, à partida, a olhar para as diferenças em vez de olharmos para o que temos de único. Mas isto tanto é aplicável a mulheres, como a homens. Acredito, acima de tudo, que, enquanto pessoas, temos de reconhecer em nós o valor que temos e agir.

Como vê o futuro das empresas no contexto feminino? O que mudará na nossa sociedade?
A diversidade é importante nas sociedades, nas empresas e nas famílias. O ideal é que deixe de haver uma realidade classificada entre “mundo feminino” e “mundo masculino”. No dia em que estas classificações deixarem de fazer sentido, ganhamos todos.

E na FranklinCovey, como acompanharão esse futuro empresarial? O que têm planeado para os próximos anos?
Atualizando permanentemente a nossa oferta e trazendo para Portugal as soluções e ferramentas mais pertinentes para o nosso contexto empresarial. A FranklinCovey tem uma área de Inovação e Desenvolvimento muito ativa, rodeia-se de excelentes profissionais, colabora com universidades conceituadas e experts nas suas áreas de atuação para que a sua oferta se mantenha atual e global num contexto em constante mudança.

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