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Festival Mental será palco do lançamento do livro “As Aventuras de Mr. X – A Trilogia”

As Aventuras de Mr. X – a Trilogia são pequenas histórias pensadas e escritas em cinco minutos em busca da aventura maior.

A Trilogia, condensada num único volume, são:

O Livro das Coisas que o não são

O Livro das Pessoas impessoais

O Livro dos Lugares que não ocupam lugar

As Aventuras de Mr. X – A Trilogia é uma edição: Festival Mental e DGS – Programa Nacional para a Saúde Mental.

Também a cidade do Porto será palco do lançamento do livro no próximo dia 19 de novembro pelas 18h30, no Espaço Atmosfera M, com a presença do autor João Gata e apresentação pelo empresário Paulo Vieira de Castro.

Consulte toda a programação do #festivalMental em www.mental.pt

ANOTE ESTAS DATAS

Lisboa: 14 de novembro | 18h30 no Espaço Atmosfera M, Rua Castilho, nº 5, Lisboa

Porto: 19 de novembro | 18h30 no Espaço Atmosfera M, Rua Júlio Dinis, nº 158/160, Porto

Profissionais de saúde devem receber duas doses de vacina contra o sarampo

O número de casos de sarampo confirmados na região norte subiu para 21, segundo os últimos dados da DGS.

Dos 51 casos suspeitos de sarampo, entre os quais estão os 21 confirmados, 45 têm ligação laboral ao Hospital de Santo António, no Porto.

A DGS atualizou hoje a norma dirigida aos médicos e enfermeiros do sistema de saúde sobre os procedimentos em unidades de saúde, na qual é recordado o número de doses de vacina recomendados, de acordo com a idade.

Aos menores de 18 anos, são recomendadas duas doses de vacina VASPR (anti-sarampo, anti-parotidite e anti-rubéola), aos 12 meses e aos cinco anos de idade.

Para os adultos a recomendação é de uma dose aos nascidos em 1970 ou após este ano, não sendo recomendada qualquer dose para os nascidos antes de 1970, uma vez que cerca de 99% da população nascida antes desta data tem proteção contra o sarampo, de acordo com o Inquérito Serológico Nacional 2015/2016.

A exceção vai para os profissionais de saúde a quem são recomendadas duas doses, independentemente do ano de nascimento.

No seguimento do número de casos suspeitos de sarampo que atinge vários profissionais de saúde neste surto, o presidente da Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares (APAH) defendeu um consenso alargado com as ordens e sindicatos dos profissionais de saúde para uma campanha pelo cumprimento do Programa Nacional de Vacinação.

Alexandre Lourenço admitiu, contudo, que, se não resultar, os hospitais podem tomar outras medidas.

“Temos de saber dosear a problemática sem entrar na liberdade de cada um e começar pela sensibilização. Se não for um sucesso, temos de pensar noutro tipo de medidas, que podem passar pela definição de requisitos para o exercício da profissão”, afirmou, em declarações à Lusa, o presidente da APAH.

No ano passado, Portugal teve dois surtos simultâneos de sarampo (num total de 29 casos), que chegaram a provocar a morte de uma jovem de 17 anos.

Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), “cada nova pessoa afetada pelo sarampo na Europa relembra que crianças e adultos não vacinados, independentemente de onde vivam, continuam em risco de contrair a doença e de a passar a outros que possam ainda não estar vacinados”.

O sarampo é uma doença grave, para a qual existe vacina, contudo, o Centro Europeu de Controlo de Doenças estima que haja uma elevada incidência de casos em crianças menores de um ano de idade, que ainda são muito novas para receber a primeira dose da vacina. Daí que reforce a importância de todos os outros grupos estarem vacinados de forma a que não apanhem nem transmitam a doença.

Segundo os dados de 2017, mais de 87% das pessoas que contraíram sarampo não estavam vacinadas.

LUSA

Toda a saúde, pública, privada ou social tem que ser repensada

Falando aos jornalistas à saída do hospital CUF Descobertas, onde visitou os doentes ainda internados com ‘legionella’, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que foi mostrar que é “o presidente de todos os portugueses”, incluindo os “três milhões” que recorrem aos hospitais privados.

“Como estive em São Francisco Xavier aqui teria de estar para mostrar que há um sistema nacional de saúde e que o Presidente é sensível, tal como o Governo, à situação de todos os portugueses”, indicou.

O Presidente congratulou-se com a “evolução favorável” dos doentes que visitou, um dos quais teve alta hoje de manhã.

Questionado sobre o sistema de saúde, afirmou que já passaram “várias décadas” desde que foi aplicado, a seguir ao 25 de Abril, e que há que “repensar a saúde toda” e ver se responde aos “novos desafios e necessidades”.

“Não é só o que cabe a cada um”, mas ver se as capacidades estão ajustadas às necessidades, se há ligação à academia e à investigação e motivação das gerações mais jovens, exemplificou.

Marcelo Rebelo de Sousa salientou que “muitas vezes em Portugal começa-se pelo fim”, medindo recursos antes de se conhecerem os desafios.

Quinze casos foram diagnosticados com doença dos legionários com ligação ao surto de ‘legionella’ no Hospital CUF Descobertas, três dos quais estão em unidades de cuidados intensivos, segundo a Direção Geral de Saúde.

Segundo a nota da DGS, os 15 casos, mais um em relação ao último balanço, incluem nove mulheres e seis homens. Quase todos os doentes (13) têm idade superior a 50 anos.

O surto de ‘legionella’ no Hospital CUF Descobertas, em Lisboa, surgiu no passado fim de semana e poderá estar ligado à rede de águas do hospital, que está a contactar todas as pessoas que ali estiveram internadas entre os dias 06 e 25 de janeiro.

A bactéria “legionella pneumophila” é responsável pela doença dos legionários, uma forma de pneumonia grave que se inicia habitualmente com tosse seca, febre, arrepios, dor de cabeça, dores musculares e dificuldade respiratória, podendo também surgir dor abdominal e diarreia. A incubação da doença tem um período de cinco a seis dias depois da infeção, podendo ir até dez dias.

LUSA

Sobe para sete o número de infetados com Legionella

De acordo com a DGS, a bactéria ‘legionella’, detetada naquela unidade de saúde privada, infetou seis mulheres e um homem, que se encontram estáveis.

Em comunicado, a DGS diz ainda que as autoridades de saúde, em articulação com o Conselho de Administração do Hospital CUF Descobertas e em colaboração com o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, mantêm a necessária intervenção junto do hospital para assegurar o diagnóstico e tratamento dos doentes, o reforço da vigilância epidemiológica e ambiental e a aplicação das medidas necessárias para interromper a transmissão.

“As entidades envolvidas continuam a acompanhar a evolução da situação e a Direção-Geral da Saúde atualizará a informação sempre que necessário”, acrescenta a DGS.

O hospital CUF Descobertas, em Lisboa, está já a contactar todos os doentes que estiveram internados entre os dias 06 e 26 deste mês para despistar eventuais casos.

Na segunda-feira, já tinham sido contactadas 160 das 800 pessoas que estiveram internadas naquela unidade de saúde no referido período.

A bactéria Legionella pneumophila é responsável pela doença dos legionários, uma forma de pneumonia grave que se inicia habitualmente com tosse seca, febre, arrepios, dor de cabeça, dores musculares e dificuldade respiratória, podendo também surgir dor abdominal e diarreia. A incubação da doença tem um período de cinco a seis dias depois da infeção, podendo ir até dez dias.

LUSA

A gripe vai atacar de forma crítica nos próximos dias

Em declarações à Agência Lusa a diretora-geral admitiu que possam haver nas próximas semanas “dias críticos”, mas acrescentou que os serviços estão preparados.

No dia em que iniciou formalmente funções como diretora-geral, cargo que já desempenhava com estatuto interino, Graça Freitas falou à Lusa a propósito do surto de gripe no país afirmando que nos próximos dias há dois fatores que podem aumentar o número de casos, o regresso às aulas, com as crianças a serem transmissor da doença, e a descida das temperaturas.

“O vírus dá-se bem com temperaturas baixas” e é por si só fator de fragilização, disse Graça Freitas, lembrando que em Portugal é usual atingir-se o pico da gripe em janeiro e que há planos de contingência a nível dos centros da saúde, das regiões e dos centros hospitalares.

Graça Freitas adiantou que houve uma grande adesão dos portugueses à vacinação contra a gripe, tendo sido este outono/inverno aquele em que se vacinaram mais pessoas.

“Portugal tem vindo a convergir para altos níveis de vacinação”, acentuou a diretora-geral da Saúde, acrescentando que na União Europeia é dos países com mais pessoas vacinadas contra a gripe, a par do Reino Unido, Irlanda e Holanda.

Graça Freitas explicou que a vacina da gripe distribuída este inverno contém três tipos de vírus, dois do tipo A e um do tipo B, e que na doença deste ano circulam vírus do tipo A e B, sendo o A o mais perigoso.

Segundo a responsável, para ao vírus do tipo A a eficácia da vacina é boa, “já não sendo tão boa para o tipo B”.

Graça Freitas frisou, no entanto, que a vacinação é importante porque mesmo que o vírus não seja concordante as pessoas serão afetadas pela gripe de forma menos grave.

A nova diretora-geral da Saúde, que já era subdiretora-geral desde 2005, assumiu interinamente o cargo após a saída de Francisco George em outubro de 2017. Num despacho publicado em Diário da República na sexta-feira Graça Freitas foi designada pelo ministro da Saúde como diretora-geral por um período de cinco anos, renovável por igual período.

Maria da Graça Gregório de Freitas é licenciada em medicina e tem a especialidade em saúde pública. Começou a exercer medicina faz hoje precisamente 37 anos, como recordou à Lusa.

Direção-Geral de Saúde declara fim do surto de Legionella

Em comunicado, a DGS refere que se “considera que este surto está terminado”.

“O período de incubação é de 2 a 10 dias na maioria dos doentes, não estando descritos casos que ultrapassem os 20 dias. Assim, com a informação disponível, considera-se que este surto está terminado, uma vez que todos os casos diagnosticados, independentemente da data de início de sintomas ou de diagnóstico, tiveram contacto com o hospital e contraíram a infeção antes do encerramento da fonte de transmissão (4 de novembro). No entanto, as autoridades de saúde continuam atentas à situação”, indica a nota da autoridade de saúde hoje divulgada.

Até hoje foram confirmados 56 casos de doença dos legionários com ligação ao Hospital São Francisco Xavier e há outros cinco ainda em investigação epidemiológica e laboratorial. Cinco dos doentes infetados acabaram por morrer.

Na nota, a DGS recorda que no dia 3 de novembro o Hospital São Francisco Xavier informou a autoridade de saúde do diagnóstico de três casos de doença dos legionários, tendo sido “de imediato” iniciada a investigação para detetar as possíveis fontes de infeção.

No dia seguinte, 4 de novembro, foram encerradas e tratadas as potenciais fontes emissoras — as torres de refrigeração do hospital, tendo, entretanto, sido concluído através de análises que a fonte de transmissão estava em pelo menos uma dessas torres.

Dos 56 doentes infetados, 42 tiveram já alta clínica, sete ainda estão internados em enfermaria, dois estão internados ainda em cuidados intensivos e cinco acabaram por morrer.

Segundo a DGS, a maioria dos doentes tinha 70 ou mais anos de idade, doença crónica subjacente e fatores de risco.

Sobe para 53 o número de infetados no surto de ‘legionella’

O surto, que causou cinco mortos, afetou mais mulheres do que homens e a maioria (66%) tinha 70 ou mais anos. Todos os infetados tinham história de doença crónica ou fatores de risco.

Até ao momento, 14 doentes tiveram alta clínica, mantendo-se 28 internados em enfermaria.

O primeiro caso de doença dos legionários, provocada pela bactéria ‘legionella’, foi confirmado a 31 de outubro. Até hoje, o dia com mais casos confirmados foi 04 de novembro (12 casos).

Para hoje está marcada uma conferência de imprensa em que deverão ser conhecidos os resultados das análises que indicarão o local onde foi detetada a bactéria no Hospital de São Francisco Xavier.

A ‘legionella’ é responsável pela doença dos legionários, uma forma de pneumonia grave que se inicia habitualmente com tosse seca, febre, arrepios, dor de cabeça, dores musculares e dificuldade respiratória, podendo também surgir dor abdominal e diarreia. A incubação da doença tem um período de cinco a seis dias depois da infeção, podendo ir até 10 dias.

A infeção pode ser contraída por via aérea (respiratória), através da inalação de gotículas de água ou por aspiração de água contaminada. Apesar de grave, a infeção tem tratamento efetivo.

LUSA

Sobe para 38 o número de casos confirmados de ‘legionalla’

O novo boletim epidemiológico da DGS indica que a maioria dos casos ocorreu em mulheres (63%) e que os doentes infetados têm a maior parte (68%) idades iguais ou superiores a 70 anos.

Segundo este boletim, relativamente aos dados divulgados na terça-feira, há um novo caso confirmado, que surgiu no dia de hoje.

De acordo com a DGS, o primeiro caso de diagnóstico da doença dos legionários foi confirmado a 31 de outubro. Na passada sexta-feira foram confirmados oito casos, 14 no dia seguinte e quatro no domingo. Na segunda-feira foram confirmados sete casos, na terça-feira três casos e hoje um outro.

Na terça-feira, o ministro da Saúde disse que a origem do foco de ‘legionella’ em Lisboa foi o hospital São Francisco Xavier, considerando que as primeiras evidências apontavam logo para uma emissão dentro do perímetro da unidade hospitalar.

Estas declarações do titular da pasta da Saúde surgiram depois de o presidente dos Serviços de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH) ter dito à agência Lusa que as autoridades tinham identificado nas redondezas do São Francisco Xavier pelo menos sete equipamentos potencialmente produtores de aerossóis e por onde poderia também ter começado o surto.

Segundo o responsável, a maior probabilidade é que o surto tivesse tido origem nas instalações do hospital, mas, por precaução, a Administração Regional de Saúde (ARS) e o delegado de saúde fizeram o levantamento dos equipamentos potencialmente geradoras de aerossóis para fazer análises.

A ‘legionella’ é uma bactéria responsável pela doença dos legionários, uma forma de pneumonia grave que se inicia habitualmente com tosse seca, febre, arrepios, dor de cabeça, dores musculares e dificuldade respiratória, podendo também surgir dor abdominal e diarreia. A incubação da doença tem um período de cinco a seis dias depois da infeção, podendo ir até 10 dias.

A infeção pode ser contraída por via aérea (respiratória), através da inalação de gotículas de água ou por aspiração de água contaminada. Apesar de grave, a infeção tem tratamento efetivo.

DGS alerta para níveis de poluição

Numa nota conjunta, a DGS e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) recordam que ocorreram nos últimos dias “excedências ao limiar de informação ao público do ozono” e “aos valores-limite de dióxido de azoto e partículas em suspensão em algumas zonas do território do continente”.

Este episódio de poluição atmosférica está associado à situação meteorológica atual, que tem “condicionado a dispersão dos poluentes atmosféricos, sendo também resultado da influência dos incêndios florestais que têm deflagrado nos últimos dias, com libertação de poluentes para a atmosfera”, refere a informação disponível no site da DGS.

Estes poluentes libertados para a atmosfera têm efeitos na saúde humana e, como a qualidade do ar é considerada fraca, a DGS aconselha cuidados redobrados às populações mais vulneráveis, designadamente “crianças, idosos, grávidas, pessoas com problemas respiratórios crónicos, principalmente asma, e doentes do foro cardiovascular”.

Os doentes crónicos devem manter os tratamentos médicos em curso e, em caso de agravamento de sintomas, contactar a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) ou procurar uma unidade de saúde.

A população em geral deve evitar a exposição a fatores de risco, tais como o fumo do tabaco e o contacto com produtos irritantes, recorda a DGS.

Tanto a APA como a DGS alertam para “uma persistência das condições meteorológicas, desfavoráveis à dispersão dos poluentes, nos próximos dias, com efeitos diretos na qualidade do ar e a ocorrência de eventos naturais de partículas nas regiões do Alentejo e Algarve”.

Dez casos de legionella confirmados na Maia

A Direção-Geral de Saúde já confirmou a existência de dez casos de legionella, na Maia. Quatro estão ligados à empresa Sakthi, onde foi detetada a bactéria na torre de arrefecimento. Um dos internados está nos cuidados intensivos, no Hospital de S. João, no Porto.

Os outros seis moram na zona e há duas pessoas que contraíram a infeção noutro local e não têm qualquer ligação à fábrica.

As autoridades de saúde estão a investigar os restantes quatro casos para perceber onde contraíram a bactéria.

Na segunda-feira, a DGS avançava apenas com um caso confirmado na fábrica da Maia e outros sete “em estudo”.

Um estudo ambiental, que incluiu a colheita de água em vários locais da fábrica, confirmou a “presença de colonização por bactérias do género Legionella” em torres de arrefecimento, referiu em comunicado.

Os administradores da empresa foram informados sobre os riscos e o funcionamento das torres suspeitas suspenso para a realização de tratamentos químicos de desinfeção, adiantou a DGS.

Para além destes dois casos, a DGS explicou que foram identificados mais seis casos de “doença dos legionários” que, de acordo com os inquéritos epidemiológicos, não podem ainda ser associados “à mesma fonte”.

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