Assim, num contexto em que a paralisação da atividade se antevê ainda longa, a Transdev informa o seguinte:

  1. A partir de 1 de abril a Transdev entrará no sistema de lay-off simplificado nas condições previstas pelo Governo para este período excecional;
  2. A adesão ao lay-off simplificado abrange os cerca de 2000 colaboradores do grupo de empresas da Transdev;
  3. Manteremos os serviços mínimos de mobilidade, que serão assegurados pelo número de colaboradores necessários por região, mantendo em vigor todas as medidas ditadas pela AMT e pela DGS no sentido de proteger clientes e colaboradores;
  4. Cientes de que esta decisão não é a mais favorável à manutenção e recuperação da economia do país, reforçamos que temos desenvolvido todos os esforços junto do Governo e das autoridades de transportes no sentido de encontrar medidas alternativas à situação de lay-off, que possibilitem um olhar mais positivo para o futuro;
  5. Nesse sentido, a Transdev continua a considerar que a medida mais relevante e imediata é o pagamento dos 9 milhões de euros que o Estado tem em dívida para com a empresa, de forma a assegurar a tesouraria e permitir o pagamento de salários;
  6. Como medida de curto prazo, a Transdev solicita que todos os operadores do país tenham as mesmas condições estabelecidas para os que operam nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto. Ou seja, garantir a receita recebida pela prestação de serviços de transporte público, com efeitos a 16 de março de 2020, tendo por base os valores do período homologo do ano anterior atualizado pela TAT – Taxa de Aumento Tarifário;
  7. A empresa propõe, também, a suspensão imediata de todos os processos de contratualização que estejam em curso, assim como o não lançamento de quaisquer procedimentos tendentes à contratualização das obrigações de serviço público.