Inicio Autores Posts por Vanessa Ferreirinha

Vanessa Ferreirinha

605 POSTS 0 COMENTÁRIOS

Movimento 2519 quer celebrar abril em casa com intervenções artísticas

Texto e foto: Evasões

Com as comemorações do 46º aniversário da revolução de 25 de abril em espaços públicos comprometidas devido à pandemia de Covid-19, nasceu nas redes sociais o Movimento 2519, uma plataforma independente e sem fins lucrativos, que quer celebrar o mês da liberdade com a partilha de intervenções artísticas através de meios digitais.

O 2519 assume-se como “um movimento cultural, artístico e, acima de tudo, social, que pretende divulgar “objectos” criativos desenvolvidos pela comunidade artística e não artística, neste período de quarentena, através de um Centro Cultural Digital, celebrando desta forma a revolução dos cravos.”

A 25 de março a plataforma lançou o desafio a todos os que queiram participar, artistas ou não, de enviar conteúdos em formato de vídeo, fotografia, pintura, texto ou outros. O tema é livre – não necessariamente sobre o 25 de abril ou a atual situação do país e do mundo -, mas o que se pretende é que “a criatividade dos que então lutaram pela liberdade sirva de inspiração”.

O Movimento 2519 começou há dias a partilhar nas suas páginas de Facebook e Instagram alguns dos conteúdos que já recebeu, mas o apelo continua. Quem quiser participar deverá enviar o seu trabalho por e-mail (movimento2519@gmail.com).

Gelados, queijos e licores: 5 mimos gourmet para receber em casa

Texto e foto: Evasões

1 | Castanha de todas as formas
É uma mercearia especializada em castanha, uma cafetaria e um centro interpretativo onde se pode aprender muito sobre este versátil e saboroso produto transmontano. Há duas semanas, porém, a Marron – Oficina da Castanha, em Bragança, fechou o atendimento ao público, mas reforçou o envio das suas iguarias feitas com castanhas da Terra Fria, algumas de marca própria. Há dois licores (um deles cremoso), bolachas, biscoitos e madalenas, castanha pilada (embalada em vácuo e pronto a consumir) e em calda, farinha para pão e bolos, doces e compotas, infusões com folha de castanheiro e ainda uma iguaria que tem feito sucesso: a castanha glacé. Os preços começam em 3,5 euros (infusões). O fundador desta mercearia, que abriu há um ano na zona histórica de Bragança, é João Campos, um ex-jornalista que decidiu dedicar-se a promover este fruto da sua terra, cujo potencial considerava desaproveitado. Recebe encomendas por telefone (965664830), por mail (geral@marron.pt) e através do Facebook.

2 | Queijos artesanais
A queijaria Corriqueijo está a disponibilizar entregas ao domicílio na zona de Braga, dos mais de 40 queijos artesanais, de origem nacional e internacional, que compõem o seu portefólio. A grande novidade desta primavera é o Lola Montez, um clássico Allgauer Rahmkase, um queijo alemão de leite cru de vaca, revestido a flores e ervas da montanha. Estão também disponíveis cabazes com compotas e crackers da Diplomata. As encomendas devem ser feitas por mensagem (968783926) ou via e-mail (geral@corriqueijo.pt).

3 | Pastelaria saudável em cabazes
São veganos, sem glúten nem açúcares refinados, os doces que chegam dentro de cabazes, a ritmo semanal, quinzenal ou mensal. Esta foi a forma que a Tâmaras, a auto-intitulada “pastelaria saudável” da Invicta, encontrou para dar fôlego ao negócio nos dias que correm. Os cabazes, com assinaturas de dois a seis meses, e entregues em Portugal Continental, contêm brownies, cookies recheados, trufas e bolos em miniatura. Quem aderir recebe uma newsletter gratuita com receitas saudáveis. Cabazes desde 46 euros, com portes.

4 | Comida italiana
Chamam-se kits do it yourself – faça você mesmo – e facilitam a vida a quem queira trazer Itália até sua casa. O grupo Non Basta, que encerrou os restaurantes Pasta Non Basta e Memória, aposta no takeaway ou entrega a casa, para Lisboa, do seu molho pesto caseiro, do molho de tomate e da massa fresca (tagliolini, fettucini ou pappardelle). Quem preferir piza, há um kit com massa para piza já fermentada, molho de tomate e mozzarella fior di latte. Basta receber em casa, estender a massa, decorá-la a gosto e colocar no forno. Tel.: 215846772 / 210998366. Preço: kit piza a 6 euros.

5 | Gelados da Santini
Santini encerrou as lojas por tempo indeterminado, o que não significa deixar de saborear os seus gelados e produtos de pastelaria. A marca cascalense está a fazer entregas em casa a partir dos estabelecimentos. Cascais (Valbom), Carcavelos, Telheiras, Expo e Porto, das 12h às 22h30, através das plataformas UberEats, Glovo e No Menu.

Candidatura ao concurso Montepio Acredita Portugal prolongada até final de abril

Como explica Fernando Fraga, Diretor de Inovação da Acredita Portugal, “face ao contexto atual torna-se impossível realizar o concurso no formato das edições anteriores. Mas queremos continuar a apoiar o desenvolvimento das milhares de ideias já inscritas, porque temos capacidade para implementar soluções alternativas que possibilitam a realização da iniciativa e que estes empreendedores recebam a mentoria e o acompanhamento que lhes permitam desenvolver os projetos e, assim, auxiliar a sua eventual entrada ou consolidação no mercado”.

Num formato 100% online, o desenvolvimento das ideias submetidas decorre até 17 de maio de 2020. Os semifinalistas serão conhecidos a 1 de junho.

Os seminafilistas de cada categoria terão de enviar o seu pitch ao respetivo júri até dia 15 de junho. Seguem-se as semifinais de avaliação de projetos, que passam também a acontecer em formato digital, com data marcada para 20 e 27 de junho. Os participantes serão contactados nestes dias pelo júri de modo a clarificar os pontos necessários do pitch e obter feedback.

O programa de aceleração do concurso decorrerá entre 4 de julho e 1 de agosto. Esta fase pode também decorrer de forma digital. No entanto, caso seja viável, irá acontecer presencialmente de modo a ampliar o impacto nos projetos finalistas.

A Gala final do concurso está marcada para 12 de setembro.

Informações adicionais em www.acreditaportugal.pt

Covid-19: Portugueses preparam cesta para quarentena

Portugal não foi caso único neste desaceleramento, sendo esta uma tendência uma tendência visível noutros países, nomeadamente em Espanha.

Em Portugal, este período tem início com a informação dramática da primeira morte por Covid-19, num período que é também marcado pela imposição de restrições à movimentação – através do controlo das fronteiras terrestres e ligações aéreas – e pelo encerramento de estabelecimentos comerciais considerados não essenciais.

Com a declaração do Estado de Emergência em Portugal, impondo saídas restritas à rua, o consumo dos portugueses tornou-se mais económico e racional. Como explica Marta Teotónio Pereira, Client Consultant Senior da Nielsen, esta é uma realidade “que poderá também vir a ser impactada pela evolução das condições financeiras dos portugueses. Depois de passada esta fase em que os portugueses prepararam a vida para a quarentena, é natural que procurem agora tornar a vida em casa mais suportável. Haverá por isso alguns produtos menos essenciais que podem vir a apresentar crescimentos, como por exemplo algumas categorias de bebidas. Até mesmo alguns produtos de beleza poderão ter também um lugar de maior destaque em casa, nesta fase em que não podemos sair (ex: idas ao cabeleireiro).  A evolução da composição da cesta de quarentena tem, portanto, uma parte experiencial e outra emocional e há aqui uma oportunidade para fabricantes e retalhistas atingirem vendas incrementais.”

Porto de Setúbal e Município promovem desinfeção dos terminais portuários

Uma acção que perante a crise em que se encontra o país em consequência da pandemia da Covid-19 e da declaração do estado de emergência permite ainda garantir a segurança dos profissionais e garantir a operacionalidades destas infraestruturas.

Um procedimento realizado na continuidade das ações de desinfeção levadas a cabo pelo município na cidade e no âmbito do Plano de Contingência para emergências de Saúde Pública do Porto de Setúbal, com o objetivo de ajudar a controlar a atual situação epidémica causada por COVID 19.

Rock in Rio Lisboa – Reagendamento

People Taking Photo in Music Concert Festival

Assim, e conscientes desta realidade, temos ao longo destes últimos dias estudado vários cenários que nos possibilitem continuar a levar a alegria às pessoas, criando momentos inesquecíveis. Das várias opções avaliadas, todas implicariam retomar as montagens da Cidade do Rock num momento que acreditamos ainda não ser favorável (maio), pelo que tomámos a decisão de alterar as datas da 9.ª edição do Rock in Rio Lisboa para os dias 19, 20, 26 e 27 de junho de 2021, com a certeza de que esta será uma edição ainda mais mágica e especial. A festa está no nosso ADN e é esta partilha de emoções, esta energia revitalizante que queremos continuar a oferecer. E em 2022 estaremos de volta para a 10.ª edição, não deixando sequer espaço para a saudade e retomando a festa “nos anos pares”.  

Os bilhetes já adquiridos manter-se-ão válidos para as novas datas, ficando os dias em aberto até confirmação do cartaz. Iremos aguardar pelo levantamento do estado de emergência para partilhar outras informações dirigidas aos portadores de bilhetes, assim como novidades relativas a cartaz.

Até lá, o nosso desejo é apenas um: vamos continuar a sorRiR! Porque é sorrindo que vamos vencer mais essa e é sorrindo que, todos juntos, iremos voltar a aproveitar a música, o entretenimento e a cultura, num futuro próximo.

Roberta Medina,Vice-Presidente Executiva do Rock in Rio

Distribuição de máscaras

No âmbito do combate à pandemia COVID-19, na quarta-feira foram entregues 52.000 máscaras à GNR e outras 52.000 à PSP, enquanto o SEF recebeu 7.000 e a ANEPC 10.000. As restantes 1.000 máscaras foram para outras entidades do Ministério.

Note-se que, depois de uma entrega inicial de 10.000 unidades às Forças e Serviços de Segurança, na terça-feira foram distribuídas mais 30.000, elevando assim o total de máscaras para as 162.000 desde o início da sua intervenção nesta crise sanitária.

Symington e Esporão distinguidas entre as 50 marcas de vinhos mais admiradas no mundo

Foto e texto: Evasões

Portugal tem duas marcas de vinhos entre as 50 mais admiradas no mundo: a Symington e o Esporão. A atribuição do estatuto cabe aos The World’s Most Admired Wine Brands, da Drinks International. Tendo ficado em 7º e 13º lugar, respetivamente, estes são também os únicos produtores portugueses da lista, que conta com marcas de todo o mundo.

“É com uma enorme satisfação que informamos que a Symington Family Estates foi eleita a 7ª marca no TOP 10 das Marcas de Vinho Mais Admiradas do Mundo de 2020 pela Drinks International. No Top 10 figuram apenas quatro produtores europeus e na lista completa (50 marcas) apenas dois produtores portugueses”, anunciou a Symington numa publicação no Instagram.

Já o Esporão, citando o CEO João Roquette em comunicado, diz que este reconhecimento da Drinks International “é particularmente especial para o Esporão, pelo seu carácter global, pela abrangência e qualidade do painel que o atribui e como motivação no momento delicado que o mundo vive”.

O Esporão está sediado no Alentejo, mas também tem presença no Douro e na Região dos Vinhos Verdes, enquanto a Symington é o maior proprietário de vinhas do Douro, presente no Alto Douro há mais de 130 anos. Na liderança da lista ficou a Catena Zapata, da Argentina, seguida da Penfolds, da Austrália, e da Torres, de Espanha.

Para a atribuição destes prémios a Drinks International reuniu profissionais da indústria do vinho, como comerciantes, retalhistas, importadores, bartenders, proprietários de garrafeiras e bares, masters of wine, críticos de vinho, jornalistas especializados em vinho e professores de enologia.

Depois, com recurso à Wine Intelligence (empresa especializada em estudos de mercado, estatísticas e consultoria), foram realizadas mais de 160.000 entrevistas a consumidores de vinho de todo o mundo. Os critérios avaliados foram a qualidade e consistência, relação preço – qualidade, “sentido de lugar” dos vinhos, país de origem e o tipo de castas produzidas.

Midas oferece serviços a profissionais de saúde e forças de segurança

Até final de Abril, todos os profissionais de saúde e forças de segurança poderão beneficiar da oferta do tratamento anti-bacteriano do sistema do ar condicionado e o controlo e reposição dos níveis da viatura (inclui pressão dos pneus, reposição do líquido refrigerante do motor, do líquido do limpa pára-brisas e óleo de motor).

Os profissionais abrangidos serão os Médicos, Enfermeiros, Auxiliares e demais funções de saúde dos hospitais e centros de saúde, bem como elementos das Forças de Segurança (Polícias e Bombeiros).

A oferta será válida de 1 a 30 de Abril, mediante a apresentação de um documento comprovativo (cartão SNS, cédula profissional ou outro que ajude a identificar o profissional em questão).

“A oferta destes serviços tem como objetivo apoiar estes profissionais, verdadeiros heróis que estão na linha da frente no combate ao Covid-19. Nesta fase em que vivemos, toda a energia de quem nos presta serviços de saúde e das forças de
segurança deve ser canalizada para o que é essencial: ajudar os doentes infetados, prestar apoio às famílias, e continuar a prevenção e a minimização do contágio. Por estes motivos, pretendemos fazer a nossa parte: garantir a mobilidade essencial destes profissionais, que as suas viaturas estejam constantemente aptas e a circular em segurança.”, explica Madalena Bustorff, Diretora de Operações da Midas.

As oficinas Midas irão permanecer abertas durante o Estado de Emergência, após os serviços de manutenção e reparação de veículos automóveis e motociclos terem sido decretados como essenciais pela Resolução do Conselho de Ministros DL 2-A-2020, de 20 de Março. Contudo, foram adotados horários reduzidos e medidas de prevenção e segurança seguindo as indicações da DGS.

Avaliação de Imóveis pode ser realizada através de alternativas tecnológicas

Caso já tenha iniciado um processo de aquisição de uma casa e tenha identificado o imóvel que gostaria de adquirir antes de ser acionado o Estado de Emergência Nacional, esse processo não tem de ficar obrigatoriamente congelado.

O especialista em finanças pessoais informa que, no caso de ser necessário avaliar a casa em questão para que o banco possa apresentar a proposta final, foram criadas alternativas que garantem que é possível fazê-lo, respeitando a distância social decretada. A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), regulador deste setor, já emitiu recomendações para que sejam cumpridas algumas regras que permitem dar continuidade aos negócios imobiliários.

Desta forma, para que se cumpram as recomendações de entidades como a Direção Geral da Saúde, o regulador determinou que as “inspeções aos imóveis devem manter-se”, ainda que possam “recorrer a inspeções realizadas por terceiros, suportadas em alternativas tecnológicas para esse efeito”, explica ainda a CMVM numa carta-circular com data de 25 de março. Estes “terceiros” serão os próprios vendedores dos imóveis recorrendo ao uso de tecnologia como a videochamada.

“Com a implementação destas medidas excecionais aprovadas pela CMVM, pretende-se contrariar o congelamento das operações que já estavam em andamento. Neste caso o recurso às novas tecnologias pode ser uma mais-valia no sentido de garantir a continuidade dos processos. Passa a ser possível avaliar-se um imóvel sem que o avaliador entre na casa em questão. As plantas e a videochamada serão suficientes para colmatar dúvidas. Essas avaliações serão depois aceites pelos Bancos para que o processo de concessão de crédito se possa concluir”, refere Rui Bairrada, CEO do Doutor Finanças.

As recomendações apresentadas serão válidas “durante o período de estado de emergência e 15 dias após o seu termo”, explica ainda o regulador.

Uma das propostas para a realização destas avaliações, feita pela Associação de Profissionais das Sociedades de Avaliação (ASAVAL), consiste numa visita drive by, que passa pelo engenheiro continuar a deslocar-se até ao local onde fica o imóvel, avaliando as condições exteriores do edifício em causa. O avaliador tira fotografias e percebe como está a estrutura do edifício.

Posteriormente, pede ao vendedor que faça uma videochamada do interior do imóvel. Assim, o avaliador terá acesso visual a todas as divisões do imóvel, podendo avaliar o mesmo. Além desta “fotografia”, o avaliador terá de ter acesso à “planta de arquitetura cotada ou à escala” e é com base nestes elementos que fará a avaliação do imóvel, de acordo com a exposição que ASAVAL fez à CMVM.

Se houver discrepâncias entre a planta e o que o avaliador viu através da videochamada, não será possível concluir a avaliação do imóvel, ficando assim garantido que o avaliador não concluirá o relatório de avaliação caso considere que não existem as condições necessárias para atribuir o valor de mercado ao imóvel.

Neste contexto, o grupo europeu de associações de avaliadores, o TEGoVA – do qual faz parte a portuguesa Associação Nacional de Avaliadores (ANAI), elencou algumas recomendações para os avaliadores que estão no terreno, de forma a colmatarem algumas incertezas provocadas pelo momento que atravessamos.

Depois da CMVM ter aprovado esta solução temporária, já a grande maioria dos bancos veio comunicar que vai aceitar esta nova forma de avaliação dos imóveis, de forma a ser possível concluir os negócios, uma vez que sem uma avaliação do imóvel não é possível financiar a compra de uma casa.

Em qualquer caso, independentemente da forma como o avaliador conseguir fazer a vistoria, é necessário que o processo seja completado com os seguintes documentos: Certidão do Registo Predial; Caderneta Predial atualizada; Planta do imóvel; Outra documentação (licenças camarárias, certidões, autos de medição e fotografias atuais da obra, no caso das vistorias).

Para mais informações, clique aqui.

EMPRESAS