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Vanessa Ferreirinha

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AR recusa associar-se a resolução do Parlamento Europeu mas condena regimes totalitários

Agência LUSA

A Assembleia da República rejeitou esta sexta-feira votos da Iniciativa Liberal, Chega, CDS-PP e PCP que se associavam à resolução do Parlamento Europeu que condena totalitarismos, mas aprovou um do PS também de condenação a todos os regimes desta natureza.

O primeiro a ser apreciado foi o voto da Iniciativa Liberal, que se congratulava com a aprovação, pelo Parlamento Europeu, de uma resolução “condenando os regimes totalitários do fascismo e comunismo, e relembrando as suas vítimas”, documento que foi rejeitado com os votos contra do BE, PCP, PS, PEV e Livre, os votos favoráveis de CDS-PP, PSD, Chega e Iniciativa Liberal e a abstenção do PAN.

Também rejeitado — com os votos contra de PS, BE, PCP, PEV e Livre, e sem abstenções — foi o voto do CDS-PP, que reiterava a “condenação de todos os regimes totalitários” e associava-se à resolução do Parlamento Europeu, aprovada em setembro.

Já o voto apresentado pelo deputado único do Chega, André Ventura, apenas contou com os votos favoráveis de CDS-PP, PSD, do proponente e da Iniciativa Liberal, pelo que o parlamento também não aprovou a “saudação pela resolução do Parlamento Europeu que condena de igual forma os regimes nazi e comunista pelos seus crimes contra a humanidade”.

A iniciativa do PCP era a única que condenava e protestava contra o que o partido considerou ser uma “resolução anti-comunista e de falsificação histórica, aprovada pela maioria dos deputados do Parlamento Europeu”. Também os comunistas viram o seu voto chumbado, tendo apenas a sua bancada, a do PEV e a do BE votado a favor, e o Livre absteve-se, em contrapartida com o voto contra dos restantes deputados.

O único voto aprovado foi então o do PS, de “condenação de todos os regimes totalitários, reafirmando a importância de políticas de valorização da memória”. O texto dos socialistas mereceu votos contra de PCP, PEV e Chega, e a favor dos restantes deputados.

No texto, o PS considera que a resolução aprovada pelos eurodeputados “não conseguiu evitar alguma simplificação perante um tema de enorme complexidade e sensibilidade”, e defende que “é fundamental que tudo se faça para manter viva a memória do passado e do que com ela se pode aprender, de forma a salvaguardar os valores da democracia, do Estado de Direito e da defesa dos direitos fundamentais”.

Antes da votação, os partidos tiveram oportunidade de usar a palavra, tendo o deputado do CDS-PP Telmo Correia considerou que “não há regimes totalitários bons ou menos maus, e outros piores e mais horríveis”, pelo que todos “merecem condenação”, e anunciou que o critério de voto dos deputados centristas seria a defesa dos direitos humanos e do estado de direito democrático.

Pelo PSD, Maló de Abreu sustentou que “todos os atos de agressão, crimes contra a humanidade e agressões aos direitos humanos” merecem condenação.

“Não os há bons ou maus. Para o PSD, é fundamental que se consolidem no espaço europeu as condições que permitam evitar um renascimento de ideologias e práticas que procurem impor os seus pontos de vista à sociedade, tal como aconteceu com o fascismo, nazismo e comunismo”, apontou.

João Oliveira, do PCP, começou por considerar “que PSD e CDS estão a fazer a opção de cobrir por cima o caráter antidemocrático desses seus sucedâneos”, que na sua opinião são o Chega e a Iniciativa Liberal.

Falando numa “das mais conhecidas operações de branqueamento do fascismo e nazismo”, o comunista salientou que o PCP “não pode deixar de denunciar esse branqueamento” e contrapôs que o partido “tem nas suas fileiras exemplos de quem deu a vida” pela democracia e pela liberdade.

O deputado do BE Pedro Filipe Soares acusou o CDS-PP de ser guiado pela Iniciativa Liberal, tendo classificado o partido de “pobrezinho”, dado “o que foi e o que é neste momento”.

“Para o BE nunca faltou a voz para condenar atropelos aos direitos humanos”, assinalou o líder parlamentar, anunciando que o partido “não aceita reescrever a história”, e apontando que o eurodeputado centrista Nuno Melo está sentado “com os tais neofascistas” criticados nos projetos votados esta sexta-feira.

“Nós condenamos todos os totalitarismos”, afirmou Constança Urbano de Sousa (PS), defendendo que os deputados não devem “entrar em equiparações simplistas e que possam conduzir a um revisionismo histórico e a um branqueamento da essência do nazismo”.

Agência LUSA

Projeto de restauro e requalificação do Convento dos Capuchos entra numa nova fase

Até ao momento, foram executados trabalhos em áreas circunscritas que se apresentavam em pior estado de conservação e o espaço manteve-se aberto à visita, de acordo com a política “Aberto para Obras” da Parques de Sintra, que permite que os visitantes presenciem de perto as ações de salvaguarda e de valorização em curso. No entanto, dadas as características arquitetónicas do Convento dos Capuchos, algumas das ações que decorrerão até à primavera de 2020 revelam-se incompatíveis com a abertura deste monumento ao público nas necessárias condições de segurança e de qualidade da experiência de visita. Assim, a visita ao Convento dos Capuchos será interrompida a partir de 18 de novembro, tendo reabertura prevista para o dia 1 de junho de 2020.

 Após a conclusão desta fase, as visitas serão retomadas e as ações subsequentes continuarão a ser conduzidas de acordo com a política “Aberto para Obras”, sempre que não coloquem em causa a segurança dos visitantes ou dos trabalhadores. A aplicação deste conceito, que se reveste de um caráter pedagógico, possibilita o diálogo entre os visitantes e os técnicos envolvidos, ao mesmo tempo que promove a compreensão das exigências inerentes à conservação do património e do investimento humano e financeiro necessário para a concretizar.

 Iniciado em 2013, o projeto global de conservação, restauro e requalificação do Convento dos Capuchos, atualmente em execução, incide na recuperação do conjunto edificado, de todos os elementos construídos e decorativos e aposta na experiência da visita, dotando o conjunto monumental de novas valências. Estas serão instaladas em construções existentes, nomeadamente, na Casa da Horta, que terá, entre outras funções, a de apoio ao serviço educativo, e no Celeiro, onde ficará instalado o núcleo museológico no qual permanecerão em exposição as peças encontradas nas campanhas arqueológicas realizadas neste local, bem como as do acervo, que até agora estavam em reserva. Paralelamente, serão também levadas a cabo a valorização do enquadramento paisagístico e a beneficiação das infraestruturas – que inclui a instalação de iluminação de orientação nos caminhos – de redes de águas, de esgotos, de energia e de comunicações e a melhoria do parque de estacionamento. Está também contemplada a construção de um novo Centro de Apoio ao Visitante, que vai incluir bilheteira, loja e instalações sanitárias e que visa proporcionar um melhor acolhimento a todos os visitantes. Este edifício será, assumidamente, uma construção contemporânea, mas vai incorporar elementos que lhe permitem a adequada integração na paisagem envolvente, nomeadamente, a cortiça, utilizada no revestimento exterior, o granito e os tons cinza.

 Até ao final do ano 2020, serão desenvolvidas várias intervenções, nomeadamente, a recuperação das coberturas, conservação e restauro da Cela do Guardião e execução das infraestruturas interiores do Convento; a conservação e restauro do Terreiro da Fonte, da Capela do Senhor no Horto, do Forno do Pão, da Casa de Fresco, do Tanque das Hortas e da Olaria; a beneficiação das infraestruturas exteriores: rede de caminhos e parque de estacionamento; a implementação de um núcleo museológico no Celeiro; a demolição do edifício do antigo Centro de Apoio ao Visitante e a renaturalização da área correspondente; a execução do novo Centro de Apoio ao Visitante; a conservação e restauro dos revestimentos do Convento, do património integrado e móvel, das ermidas do Ecce Homo e do Senhor Crucificado, de muros e dos restantes elementos exteriores.

 Na sua globalidade, este projeto prevê um investimento de cerca de 4 milhões de euros. Para o desenvolvimento deste complexo trabalho, foi constituída uma equipa multidisciplinar que definiu uma estratégia global de intervenção, estabelecendo um conjunto de princípios. Estes foram determinantes para a ponderação das múltiplas soluções possíveis, tendo todas as opções sido objeto de uma extensa discussão multidisciplinar, que permitiu encontrar soluções de compromisso entre a estabilidade e a segurança das estruturas, em que a preservação da identidade histórica e material deste património prevaleceu sempre.

PROCURA POR MANUAIS ESCOLARES CAI 157% EM 2019

Este estudo apenas confirma algo que se previa desde a entrada em vigor do decreto-lei que tornou gratuitos os manuais escolares para praticamente todos os alunos do ensino obrigatório. O OLX era uma das principais alternativas para as famílias que queriam poupar algum dinheiro na aquisição destes produtos, mas agora, com a gratuitidade dos mesmos, é natural que a procura tenha uma quebra acentuada. O que acaba por ser impressionante é que, apesar desta condicionante óbvia, ainda continuamos a registar números muito interessantes, tanto ao nível da oferta como da procura, nesta categoria, sobretudo nos grandes centros urbanos”, analisa Andreia Pacheco, Brand Manager do OLX em Portugal.

Uma outra curiosidade interessante prende-se com o ranking das palavras-chave mais pesquisadas nesta categoria, dando uma perspetiva mais precisa sobre o que as pessoas mais procuram: 1º – “8 ano”, 2º – “professor”, 3ª – “5 ano”, 4º – “6 ano”, 5º – “livros escolares”.

Predibisa e LUXIMOS Christie´s lançam “V Porto”, a essência da cidade com vista sobre o Douro

Promovido pela AVENUE e com projeto de arquitetura da autoria do arquiteto Arnaldo Brito, o “V Porto” é comercializado pelas consultoras Predibisa e LUXIMOS Christie´s, distinguindo-se pela localização privilegiada, com vistas sobre o Douro, pela qualidade de construção e nobreza dos materiais, mas também pela vivência única proporcionada pelos terraços e varandas espaçosos, ginásio, campo de padel e zonas ajardinadas privativas.

Localizado na rua D. Pedro V, entre os amplos espaços verdes do Palácio de Cristal e a belíssima marginal do Douro, este empreendimento, que começa agora a ser comercializado, é composto por 82 apartamentos e 16 villas, com preços a partir de 195.000 euros. Os apartamentos, com tipologias entre T1 e T4, possuem áreas entre os 52 e os 220 metros quadrados, tendo pelo menos um lugar de estacionamento. As villas Duplex, com áreas entre os 72 e os 166 metros quadrados, são maioritariamente T2, com áreas generosas, varandas e terraços, entrada direta a partir da rua, usufruindo assim de uma privacidade ímpar.

“O empreendimento V Porto é uma oportunidade verdadeiramente exclusiva e que, por certo, trará uma nova geração de famílias para esta zona da cidade. A localização, a qualidade superior de construção e as múltiplas experiências proporcionadas pelas suas valências exclusivas farão, certamente, com que este seja mais um caso de sucesso no portefólio da Predibisa”, afirma Joana Lima, responsável da consultora pela instrução.

Já Ricardo Costa, CEO da LUXIMOS Christie´s sublinha que “O Condomínio Privado V Porto é o projeto que faltava na cidade. O conceito de condomínio fechado, com infraestruturas para usufruto dos moradores e espaços para as crianças brincarem ao ar livre e em segurança, é muito procurado. Acresce que o V Porto oferece esse modelo de vida, com um design muito atrativo e localização premium no centro do Porto. Apesar de todo o esplendor deste condomínio, as vistas sobre o rio Douro são o seu maior trunfo e confundem-se as fotografias mais emblemáticas que projetam a cidade do Porto pelo mundo inteiro.”

Viver no V Quinto Porto é usufruir de piscinas privadas nos pisos superiores e de excelentes terraços nos apartamentos do rés-do-chão. As vastas zonas ajardinadas e os equipamentos de diversão no jardim são ideais para que as crianças possam brincar em segurança. Para quem não dispensa a atividade física, o ginásio e o campo de padel são perfeitos para fazer exercício praticamente em casa. A marginal, ali tão perto, convida ao jogging e a passeios de bicicleta, que pode ser guardada no parqueamento especial do V Porto. O lazer está a dois passos, quer seja no renovado Super Bock Arena / Pavilhão Rosa Mota ou na Casa da Música. Os restaurantes da marginal, Baixa e Boavista ficam a uma distância bastante confortável, tal como as zonas comerciais.

A facilidade de acessos é outro fator a ter em conta para quem diariamente trabalha ou estuda noutras zonas ou até fora da cidade, reduzindo o tempo gasto em deslocações e multiplicando os momentos para usufruir do conforto e do lifestyle exclusivo deste empreendimento com a assinatura da AVENUE. A proximidade das faculdades e outras escolas será, também, importante para quem quer fazer deste local uma casa para que a família possa crescer harmoniosamente. Mix de conforto e modernidade Os materiais premium escolhidos refletem, assim, a sofisticação e a procura pelo bem-estar de quem escolher fazer do “V Porto” a sua casa.

Relatório Anual de Ameaças da Sophos apresenta em detalhe os principais ciberataques

 A Sophos (LSE:SOPH), líder global em cibersegurança de última geração capacitada para a cloud, publicou o 2020 Threat Report, o qual fornece informações sobre o cenário de ciberameaças em rápida evolução. O relatório, elaborado por investigadores da SophosLabs, explora as alterações no cenário de ameaças dos 12 últimos meses, que revelam tendências com impacto provável sobre a cibersegurança em 2020.

“O cenário de ameaças continua a evoluir. E a velocidade e alcance dessa evolução estão a tornar-se cada vez mais rápidas e imprevisíveis. A única certeza que temos é o que se passa nos dias de hoje. Assim, no nosso Relatório de Ameaças para 2020, analisamos a forma como as tendências atuais podem ter impacto sobre o mundo no próximo ano. Destacamos a forma como os adversários se estão a tornar cada vez mais furtivos e melhores na exploração de erros, ocultando as suas atividades e escapando às tecnologias de deteção e, mais ainda, na cloud, por meio de aplicações móveis e infiltração nas redes internas. O Relatório de Ameaças para 2020 não é tanto um mapa, mas uma série de indicações que se destinam a ajudar os defensores a entenderem melhor o que os espera nos próximos meses, e como se podem preparar“, afirma John Shier, consultor sénior de segurança da Sophos.

O Relatório de Ameaças para 2020 da SophosLabs 2020, igualmente resumido no artigo SophosLabs Uncut, destaca seis áreas nas quais os investigadores observaram desenvolvimentos específicos no ano transato. Entre as que se prevê possam vir a ter um impacto significativo no cenário de ciberameaças a partir de 2020 temos:

Os ataques de ransomware continuam a intensificar-se, com ataques ativos automatizados que utilizam as ferramentas de gestão fiáveis das organizações para as voltar contra elas, escapam aos controlos de segurança e desativam as cópias de segurança com o propósito de causar o máximo impacto no menor período de tempo possível.

As apps indesejáveis estão cada vez mais semelhantes ao malware. Num ano em que se conheceram as apps fleeceware para Android, que abusam de subscrições, e de adware cada vez mais furtivo e agressivo, o Relatório de Ameaças destaca o facto de que estas e outras apps potencialmente indesejáveis (API), como plug-ins para browsers, se estão a tornar nos veículos para a infeção e execução de ataques de malware e ataques fileless (sem ficheiros executáveis).

A maior vulnerabilidade para a computação cloud é a configuração incorreta por parte dos operadores. À medida que os sistemas cloud se tornam mais complexos e flexíveis, o erro dos operadores são um risco crescente. Em combinação com uma falta geral de visibilidade, os ambientes de computação cloud tornam-se, assim, um alvo ideal para os ciberataques.

A aprendizagem de máquina concebida para derrotar malware encontra-se, ela própria, sob ataque. O ano de 2019 foi o ano em que o potencial de ataques contra os sistemas de segurança com base em aprendizagem de máquina foi destacado. Investigação realizada mostrou como os modelos de deteção de ameaças com aprendizagem de máquina podem ser enganados e como a aprendizagem de máquina pode ser aplicada a atividades ofensivas com o intuito de gerar conteúdo falso altamente convincente para engenharia social. Ao mesmo tempo, os defensores têm vindo a aplicar a aprendizagem de máquina à linguagem, como forma de detetar e-mails e URLs maliciosos. Prevê-se que este jogo avançado do gato e do rato se torne mais predominante no futuro.

Outras áreas abrangidas pelo Relatório de Ameaças para 2020 incluem o perigo de não deteção de atividades de reconhecimento de cibercriminosos ocultas no ruído mais amplo de monitorização da Internet, a superfície de ataque continuada ao RDP (Remote Desktop Protocol) e o avanço adicional de ataques ativos automatizados (AAA).

Para informações adicionais e detalhadas sobre as tendências do cenário de ameaças e alterações nos comportamentos de cibercriminosos, consulte o Relatório de Ameaças para 2020 – SophosLabs 2020 Threat Report da SophosLabs em https://www.sophos.com/threatreport2020.

Em breve, será publicado um relatório que descreve a forma como as 11 famílias de ransomware mais proeminentes e persistentes atacam. A Sophos Naked Security também fará referência ao Relatório de Ameaças para 2020 na próxima cobertura.

MONCHIQUE OPEN TRAIL 2019: UM DESAFIO NA SERRA ALGARVIA

A ideia de organizar esta prova surgiu da vontade de assinalar o primeiro ano de operação do hotel sob a gestão da marca Discovery Hotel Management e que foi também o ano em que o hotel encontrou a sua vocação para as atividades de bem-estar e desporto, particularmente as que acontecem ao ar livre.

Com esta vocação tão vincada, uma equipa de profissionais habilitados e a localização do hotel na Serra de Monchique, organizar um trail acabou por ser o caminho natural.

Para além disso, dado o passado recente de incêndios em Monchique que marcaram tão fortemente a paisagem da serra e a memória coletiva, optou-se por dar à caminhada de 8 km um cariz solidário.

Assim, os € 5 da inscrição na caminhada reverterão na sua totalidade para a Corporação de Bombeiros de Monchique. Já o valor da inscrição no trail é de € 20.

Tanto para a caminhada como para as provas de trail a inscrição pode ser feita por e-mail, através do endereço  reservations@monchiqueresort.com ou no site do parceiro https://www.crono.aaalgarve.org/.

Após a competição haverá ainda um momento de convívio, com a entrega dos prémios, animação e música.

Para quem desejar pernoitar no Monchique Resort & Spa, existem pacotes de alojamento especiais, que incluem o valor da inscrição na prova e massagem após a mesma.

LeasePlan lança primeiro Relatório de Sustentabilidade

A estratégia de sustentabilidade da LeasePlan assenta em três áreas principais: marcar o futuro da mobilidade de baixas emissões; fortalecer a sua contribuição para o bem-estar social; e reduzir o seu próprio impacto ambiental.

O relatório fornece informações detalhadas sobre as atividades da empresa em cada uma das áreas referidas, assim como uma tabela de resultados que definem o seu progresso.

Para Tex Gunning, CEO da LeasePlan, “As mudanças climáticas são o maior desafio que enfrentamos como humanidade e, sendo que o transporte rodoviário representa cerca de 20% das emissões globais de CO2, estamos determinados em fazer a nossa parte. É por isso que queremos alcançar as zero emissões líquidas de toda a nossa frota de 1,9 milhão de veículos até 2030, começando pelos veículos dos nossos colaboradores. Essas são obviamente, metas ambiciosas, motivo porque decidimos publicar o primeiro Relatório de Sustentabilidade. Queremos ser transparentes com os nossos clientes, investidores e outros stakeholders, sobre como está a correr o nosso percurso rumo às zero emissões e onde podemos melhorar. O nosso mantra é simples: se é relatável, é mensurável – e por isso podemos ser responsabilizados.”

Em Portugal, os veículos elétricos (100% e híbridos plug-in) representam já 8% do total de novos contratos de renting celebrados pela LeasePlan, em 2019, o que confirma o compromisso da empresa em atingir os objetivos estratégicos das zero emissões líquidas.

Os principais destaques de sustentabilidade abrangidos no relatório incluem:

  • Implementar um pacote completo com soluções para veículos elétricos (VE) para clientes de 12 países. Uma crescente percentagem da frota da LeasePlan já é VE, demonstrando o envolvimento sustentado do cliente com a estratégia de zero emissões da empresa.
  • Lançamento do primeiro Green Bond Framework da LeasePlan, que será usado para financiar ou refinanciar a compra de veículos elétricos a bateria (VEBs). O título de 500 milhões de euros atraiu mais de 3,5 mil milhões de euros de procura de cerca de 260 investidores.

  • Organizar uma série de eventos educacionais sobre VE para clientes e publicar vários insights e manuais, como o reconhecido Sustainable Fleet Benchmark, para ajudar os clientes a tomarem decisões informadas sobre a condução elétrica.

Makro inaugura MAKROPÉDIA na Loja de Matosinhos

A cerimónia oficial de inauguração aconteceu na loja Makro de Matosinhos, pelas 16h e contou com a presença do VicePresidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Fernando Rocha, num evento que contou com mais de 200 convidados, entre colaboradores, clientes e parceiros da empresa a nível nacional.

A primeira Makropédia, inaugurada este ano, em maio, na loja Makro de Alfragide, tinha como objetivo ser um centro dedicado à formação e educação na área de atividade da empresa, retalho e distribuição, apresentando ao mercado um conceito totalmente inovador no universo grossista português. Passados seis meses é agora a vez de Matosinhos receber uma Makropédia que servirá toda a zona Norte do país.

Com a Makropédia, a Makro aposta no desenvolvimento dos seus colaboradores, uma vez que estes são o fundamento efetivo do sucesso da companhia. Com este Centro, a empresa pretende dar-lhes todas as ferramentas necessárias para que sejam “os especialistas” das suas secções, conhecedores do mercado e conselheiros dos seus clientes, especialmente na região Norte.

Para os seus clientes, sobretudo os empreendedores, os negócios de hotelaria e restauração, a empresa quer que este Centro seja um local onde descubram Portugal e a Gastronomia portuguesa, as técnicas, os sabores, os ingredientes, e com isso uma das grandes heranças da nossa cultura: a gastronomia. O propósito da Makro prende-se efetivamente com estes conceitos e valores. Trata-se de viver a paixão da gastronomia portuguesa, levando ao mundo a sua diversidade.

Por outro lado, a empresa grossista envolve-se com todas as comunidades onde as lojas Makro têm operação, bem como com a sociedade portuguesa no geral. Pretende trabalhar em conjunto com parceiros, entidades, associações, escolas nacionais, entre outros no sentido de contribuir para o desenvolvimento social, a responsabilização e envolvimento empresarial.

Marta Rocha, Head of Human Ressources da Makro Portugal, comenta que: “A inauguração da Makropédia Matosinhos é um passo muito importante para a companhia. Seis meses depois de termos inaugurado a de Alfragide, estar a inaugurar agora a de Matosinhos, foi um desafio, mais do que conseguido e ultrapassado. O sucesso da Makopédia de Alfragide fez-nos imediatamente pensar numa estratégia de expansão que se traduzisse na abertura de um Centro de Partilha de Conhecimento para Colaboradores, Clientes e Parceiros Makro também na região Norte. Disponibilizamos agora à região um espaço inteiramente dedicado às mais variadas dinâmicas do setor grossista e da distribuição a nível nacional. Mais uma vez a Makro antecipa-se e oferece mais-valias inigualáveis ao mercado, bem como às suas pessoas. Estamos muito orgulhosos e seguros que estamos no caminho certo.”

Esta inauguração é o momento em que colaboradores, clientes e parceiros do Norte do país têm oportunidade de conhecer a experiência que a Makro Portugal coloca agora à sua disposição, num espaço especialmente dedicado à formação, desenvolvimento, conhecimento e partilha de informação útil e determinante para o mercado.

Na cerimónia, marcaram ainda presença inúmeras entidades que colaboram, direta ou indiretamente, com a Makro Portugal, além de algumas instituições de ensino, fornecedores, colaboradores e clientes da empresa a nível nacional, com especial incidência na região Norte.

‘FUNDO PARA A CONSERVAÇÃO DOS OCEANOS’ APRESENTA PROJETOS VENCEDORES DA 3ª EDIÇÃO

Das 16 candidaturas válidas, o júri constituído por especialistas nacionais e internacionais na área de conservação, selecionou os projetos:

DEEPbaseline que se dedicará à conservação de corais e esponjas de profundidade, ao longo de toda a costa de Portugal continental;

COACH que pretende criar uma cooperativa de mariscadores na ria de Aveiro para se dedicar à conservação e gestão do berbigão;

The Selvagens’ LImpet Project cujo objetivo é decifrar, através de estudos genéticos, se a lapa gigante das ilhas Selvagens é exclusiva destas ilhas, e definir estratégias de conservação para esta espécie.

Para João Falcato, CEO do Oceanário de Lisboa e administrador da Fundação Oceano Azul: «É urgente reunir esforços para salvar o oceano. Só será possível diminuir a extinção de espécies no planeta, se apostarmos no conhecimento científico e na sua conservação. Ao longo dos últimos três anos, o FUNDO para a conservação dos Oceanos, já investiu 400.000€ e é a maior fonte de financiamento privado em Portugal para promover a conservação dos animais marinhos.O Oceanário de Lisboa e a Fundação Oceano Azul acreditam ser esta uma ferramenta essencial para melhor conhecermos o que temos de proteger.»

Jane Lubchenco, membro do Conselho de Curadores da Fundação Oceano Azul, presente cerimónia, declarou: «Precisamos de criar uma nova narrativa sobre o oceano, uma narrativa de esperança, de conhecimento. O ocenano não é demasiado grande para recuperar, mas é grande demais para ignorar.»

Através do “FUNDO para a Conservação dos Oceanos”, o Oceanário de Lisboa e a Fundação Oceano Azul pretendem promover a proteção de espécies, através de financiamento e de apoio ao conhecimento científico, a par de uma maior sensibilização para a importância do equilíbrio do oceano, e partilhando a visão de que a conservação do oceano é urgente e é uma responsabilidade de todos.

Com a edição de 2019, este FUNDO, totalmente privado, para conservação da biodiversidade marinha, soma 400 mil euros atribuídos, desde 2017, a um total de oitos projetos.

Saiba mais sobre o FUNDO em oceanario.pt e oceanoazulfoundation.org

“A CPLP: QUE FUTURO?”

Não perca a sessão de Lançamento do livro de Maria Regina de Mongiardim – “A CPLP: Que Futuro?”, no próximo dia 21 de novembro pelas 17h30 no Lisbon Soho, Clube Literário
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