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Herrera marca e vinga críticas do passado

Hector Herrera acabou por ser o grande herói do escaldante clássico entre o Benfica e o FC Porto, ao apontar, já nos descontos, o golo que deu a vitória (0-1) e que permitiu aos dragões ultrapassar as águias na tabela classificativa e reassumir a liderança isolada do campeonato, com dois pontos de vantagem. Um jogo de sentimento oposto para o médio mexicano, que na última temporada foi bastante criticado após ceder um canto do qual resultou o golo do empate do Benfica, no Dragão.

Numa primeira parte dominada pelos comandados de Rui Vitória, que dispuseram de três golos situações de golo – Rafa (19′), Cervi (22′) e Pizzi (45′) – o nulo manteve-se, até porque, no último lance antes do intervalo, Marega protagonizou a única verdadeira situação de perigo dos azuis e brancos.

Após o descanso, o FC Porto melhorou, ameaçou o golo e, ao mesmo tempo, conseguiu suster a pressão das águias. O ‘tiro’ triunfar de Herrera, já depois dos 90′, acabou por premiar a equipa de Sérgio Conceição, que se revelou mais eficaz.

Confira, à lupa, a exibição dos protagonistas:  

Bruno Varela: Depois de uma primeira parte em que não teve necessidade de intervir, ‘fechou a porta’ a Marega logo no início do reatamento. Não tinha quaisquer hipóteses no lance que acabaria por ditar o desfecho do encontro.

Casillas: Tal como nos anteriores jogos com o Benfica, voltou a estar em destaque. Com duas intervenções de alto nível, negou o golo a Cervi (23′) e a Pizzi (45′) e demonstrou sempre a segurança e tranquilidade de um dos maiores guarda-redes da história do futebol.

André Almeida: Certo a defender, não teve grandes chances para se aventurar no processo ofensivo da equipa. No entanto, quando o fez, conseguiu desequilibrar. Deparou-se com alguns problemas perante Brahimi, mas resolveu sempre com eficácia, mesmo que recorrendo à falta. Viu o amarelo aos 62′.

Ricardo Pereira: Foi um dos melhores do FC Porto. Após as dificuldades iniciais em parar a dupla Grimaldo e Cervi, partiu para uma exibição brilhante, revelando-se o maior foco de desequilíbrio dos dragões. Esteve perto do golo (44′) e na segunda parte (66′) assinou uma arrancada que terminou com Brahimi a falhar o alvo por centímetros.

Jardel: Esteve seguro durante toda a partida, mas demonstrou alguma apatia no lance do golo de Herrera. Não atacou a bola e deixou o mexicano rematar para o fundo das redes da baliza de Varela. No entanto, há injusto avaliar a sua exibição apenas por esse momento infeliz.

Felipe: Tentou, juntamente com Marcano, anular Raúl Jiménez. Nem sempre o conseguiu, mas há que dizer que, à excessão da ocasião de Pizzi, ainda no primeiro tempo, não foi na sua zona de ação que o Benfica criou mais perigo.

Rúben Dias: Foi durante grande parte do jogo o ‘polícia’ de Soares e a exibição ‘apagada’ do avançado brasileiro prova que, de facto, o jovem central voltou a estar em bom plano. Na sequência de bolas paradas ofensivas ainda tentou causar estragos, mas sem sucesso.

Marcano: Tal como Felipe, cumpriu a tarefa de dificultar ao máximo a missão de Jiménez. Os constantes movimentos diagonais do mexicano a ‘cair’ para as alas baralharam-lhe a marcação, mas a experiência acabou por ser decisiva.

Grimaldo: Era uma das dúvidas no Benfica. Porém, recuperou e integrou o onze. Na primeira parte formou com Cervi uma ala temível, que criou várias situações de perigo, mas no segundo tempo, após a saída do argentino, perdeu gás e já não auxiliou tanto as ações atacantes de Zivkovic.

Alex Telles: Estranhamente, apresentou-se bem longe do nível a que acostumou os adeptos desde que chegou à Invicta. Além dos escassos envolvimentos pelo lado esquerdo, que tantos problemas têm gerado aos adversários, o brasileiro não esteve com a mira afinada nas bolas paradas. Viu ao amarelo (72′).

Fejsa: Impressionante! Voltou a funcionar como um autêntico pêndulo à frente da defesa encarnada. Possuidor de um pulmão enorme, correu imenso, recuperou bolas e assumiu o papel de primeiro construtor de jogo desde trás.

Sérgio Oliveira: Não teve um fim de tarde para recordar. Na primeira parte sentiu muitas dificuldades para ‘pegar’ no jogo portista e, sobretudo, para estancar as rápidas inclusões em velocidade, quer de Zivkovic, quer de Pizzi. Viu o amarelo logo aos 39′ e foi o primeiro jogador a ser substituído po Sérgio Conceição (74′).

Pizzi: Em cima do intervalo, teve nos pés a melhor ocasião de golo de toda a partida para o Benfica, mas não conseguiu desfeitear Casillas. Emprestou qualidade na circulação de bola da equipa, mas sem a dinâmica que lhe é característica. Deu o lugar a Seferovic numa altura em que Rui Vitória decidiu arriscar (87′).

Herrera: O herói do clássico! O mexicano marcou o golo da vitória e ‘vingou’ as críticas de que foi alvo na última época, após ter cedido um canto que acabaria por dar o empate ao Benfica, no Dragão. É esse ‘tiro’ que fica na retina, mas o que é facto é que o médio rubricou uma exibição competente, de resto, como é habitual.

Zivkovic: Esteve ‘ligado’ à corrente no primeiro tempo e foi, à semelhança de Cervi, um dos mais irrequietos do Benfica. Combinou diversas vezes com o argentino e deixou Sérgio Oliveira com a cabeça ‘em água’. Após a saída do camisola 22, derivou para a ala esquerda e perdeu ‘chama’.

Otávio: Pareceu sempre um ‘corpo estranho’ no xadrez azul e branco. À falta de bola, o brasileiro demonstrou ainda incapacidade para ligar com Herrera e Sérgio Oliveira nos momentos defensivos. Viu o amarelo (59′) e acabou substituído a 10 minutos do fim.

Rafa: Manteve-se firme no onze apesar do regresso de Salvio e é notória a confiança que tem nesta altura. Nunca se escondeu, procurou ter bola, mas, por vezes, perdeu-se em dribles. Acertou no poste naquela que foi a primeira oportunidade de golo do jogo (19′) e na segunda parte decidiu mal um lance que poderia ter sido muito perigoso (59′).

Brahimi: Tentou ‘remar’ contra a maré quando o FC Porto mais precisou. Embora menos exuberante do que noutras alturas, o argelino foi, contudo, um dos mais esclarecidos nos dragões. Ficou a centímetros de um grande golo (66′), num belo remate em arco que rasou o poste.

Cervi: Não deu descanso a Ricardo Pereira na primeira meia hora e foi seu o remate que obrigou Casillas à primeira boa defesa do clássico. Sempre em alta rotação, o argentino dinamizou a ala esquerda, mas no segundo tempo perdeu fulgor e acabou preterido para a entrada de Samaris (74′).

Marega: Foi a grande surpresa no onze de Sérgio Conceição. Voltou à competição um mês e meio depois, mas não acusou a falta de ritmo. Ameaçou o golo logo após o intervalo, mas Varela saiu bem e evitou o 21.º golo do maliano no campeonato.

Raúl Jiménez: Depois de ter sido determinante na última jornada, o mexicano voltou a substituir Jonas no onze e a verdade é que foi igual a si próprio. Esforçado e lutador, ficou perto de marcar ainda na primeira parte (32′) e ofereceu o golo a Pizzi num dos últimos lances antes do intervalo (45′). No segundo tempo teve menos bola, mas nunca deixou Felipe e Marcano em descanso.

Soares: Acabou sacrificado pela pobre primeira parte do FC Porto. Mesmo assim, foi do brasileiro o primeiro remate dos dragões na partida (25′). Já muito desgastado, deu o lugar a Aboubakar (83′).

Salvio: Até era expectável a sua inclusão no onze, mas o argentino acabou por iniciar o encontro no banco. Foi lançado pouco depois da hora de jogo (66′) e acrescentou velocidade e irreverência ao ataque encarnado.

Óliver: Primeira ‘carta’ lançada por Sérgio Conceição, o espanhol revelou-se uma mais-valia na tentativa do FC Porto ter mais posse de bola.

Samaris: Entrou com o intuito de ‘congelar’ o ímpeto portista no derradeiro quarto de hora, mas não conseguiu.

Corona: Esteve em dúvida, iniciou a partida no encontro e só foi lançado para os últimos 10 minutos. Refrescou o ataque.

Seferovic: Entrou aos 87′ e não teve tempo para se mostrar.

Aboubakar: ‘Vítima’ do regresso de Marega ao onze, o camaronês foi a terceira aposta do técnico dos dragões e viu de perto o golo de Herrera.

Análise aos treinadores: 

Rui Vitória: Voltou a não poder contar com Jonas e é óbvio que a ausência do melhor marcador do campeonato (33 golos) limita qualquer treinador. No entanto, reforçou a aposta em Jiménez e a verdade é que o Benfica, não só se monstrou confiante, lúcida e tranquila, como dominou toda a primeira parte. Com o objetivo de oferecer maior segurança defensiva, lançou Samaris no jogo, tentando formar, com Fejsa, um duplo pivot à frente dos centrais que pudesse estancar o jogo ofensivo do FC Porto. Para os últimos minutos arriscou, colocando Seferovic ao lado de Jiménez, mas, tal como todos os benfiquistas, foi surpreendido pelo grande golo de Herrera.

Sérgio Conceição: Foi ‘premiado’ com o regresso de Marega – e Corona – e causou surpresa ao lançar o maliano no lugar de Aboubakar. No entanto, não escondeu a irritação por uma primeira parte ‘apagada’ da sua equipa e no intervalo viu-se obrigado a retificar alguns aspetos. A equipa do FC Porto melhorou e, pela primeira vez no encontro, importunou Bruno Varela. Na tentativa de refrescar o meio-campo e impedir a expulsão de Sérgio Oliveira, que já tinha arriscado após ver o amarelo, lançou Óliver. Corona e Aboubakar foram as últimas opções na missão de colocar toda a ‘carne no assador’, mas seria Herrera a servir-se o… melhor ‘prato’.

UEFA autoriza segunda parte do Estoril Praia-FC Porto

Fonte da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) disse à Lusa que o organismo que rege o futebol europeu formalizou hoje a resposta ao pedido para o cumprimento do jogo interrompido ao intervalo, na segunda-feira, devido a problemas de segurança numa das bancadas do Estádio António Coimbra da Mota, que motivaram a sua evacuação e obrigaram centenas de adeptos dos ‘azuis e brancos’ a descer para o relvado.

Atendendo ao caráter excecional do pedido, a UEFA autorizou a marcação da segunda parte do encontro, que o Estoril Praia vencia por 1-0, apesar de 21 de fevereiro ser uma data dedicada à Liga dos Campeões e da realização de um jogo da Liga Europa, explicou a mesma fonte da FPF.

Os ‘canarinhos’ reconheceram na segunda-feira que a bancada norte tinha tido um abatimento ao centro, o que obrigou à retirada dos adeptos e ao adiamento da segunda parte do encontro.

De acordo com o Regulamento de Competições da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), quando um jogo não se conclui por razões fortuitas ou de força maior, deve completar-se nas 30 horas seguintes, com algumas exceções, nomeadamente se estiver em causa a segurança dos agentes desportivos ou espetadores.

À entrada para a 18.ª jornada, o FC Porto liderava o campeonato, estando agora na segunda posição a um ponto do Sporting, que no domingo derrotou o Desportivo das Aves, por 3-0.

LUSA

FCP Lidera campeonato português após vitória frente ao Feirense e empate do clássico

O FC Porto entrou em 2018 como se despediu de 2017 e segue embalado na melhor sequência de vitórias desta temporada – já se contam sete, distribuídas pelas quatro competições em que se encontra envolvido. Na noite desta quarta-feira, no Estádio Marcolino de Castro, bateu o Feirense por 2-1, com golos de Aboubakar e Felipe, num jogo em que sai líder da Liga e com fortes razões de queixa do trio de arbitragem liderado por Fábio Veríssimo, que perdoou três expulsões à equipa da casa e ainda um penálti sobre Marcano.

Sérgio Conceição apresentou em Santa Maria da Feira um onze com cinco alterações relativamente àquele que alinhou de início no passado sábado frente ao Paços de Ferreira, para a Taça da Liga (3-2). José Sá reocupou o lugar na baliza para liderar uma defesa à qual também voltou Felipe; ao meio-campo regressou Danilo, que cumpriu castigo na Mata Real; e no ataque, Corona e Aboubakar recuperaram a titularidade.

Os Dragões entraram a mandar no jogo, apostando na profundidade para chegar rapidamente à última linha de definição, mas encontraram pela frente um adversário muito compacto, com os setores muito próximos e bem organizado defensivamente. A muralha feirense resistiu até o inevitável Aboubakar aparecer: Brahimi ganhou uma bola na esquerda e assistiu o camaronês para o 50.º golo com a camisola azul e branca, o 24.º golo na temporada e o 13.º na Liga (22m).

A vantagem, porém, durou apenas quatro minutos, porque, na sequência de um livre, Luís Rocha ganhou a bola nas alturas e devolveu o empate ao marcador (26m). A partir daí, a equipa de Santa Maria da Feira baixou o bloco, o FC Porto sentiu mais dificuldades em chegar junto da baliza de Caio e até ao intervalo só conseguiu fazê-lo com perigo por duas ocasiões, que o guarda-redes brasileiro resolveu com duas boas intervenções: primeiro num remate de Brahimi (28m) e depois num livre frontal de Alex Telles (36m), nascido de uma falta violenta cometida à entrada da área sobre o extremo argelino, mas que Fábio Veríssimo decidiu punir apenas com um cartão amarelo. Pouco antes, o árbitro de Leiria já tinha estado em evidência ao não expulsar Kakuba por outra falta sobre Brahimi às margens da lei (32m).

Sem Herrera, a cumprir castigo, faltava aos portistas quem construísse jogo, Sérgio Conceição percebeu isso e, no início da segunda parte, lançou Óliver para o lugar de André André (57m), já depois de ter visto Fábio Veríssimo não ter assinalado grande penalidade por falta de João Silva sobre Marcano (52m), que daria o segundo amarelo ao avançado local. A verdade é que, apesar de conceder o domínio territorial ao FC Porto, o Feirense estava confortável no jogo, conseguia controlar as ações dos portistas, tapando-lhes o caminho para a baliza de Caio. Sérgio Conceição voltou a mexer, colocando Soares no lugar de Corona, mas acabou por ser um defesa a resolver um problema que ameaçava tornar-se bicudo: Alex Telles bateu o canto e Felipe subiu ao terceiro andar para cabecear, de forma fulminante, para o fundo das redes (76m).

A partir daí, Fábio Veríssimo voltou a entrar em ação: o juiz de Leiria começou por exibir um cartão amarelo a Soares por supostamente simular uma falta que, de facto, existiu (79m); depois, expulsou Felipe por acumulação de amarelos (83m), quando antes não revelou o mesmo critério em relação a Tiago Silva, que, já com um amarelo, cometeu uma falta sobre Óliver também merecedora de ação disciplinar (69m); e, já no tempo de compensação, amarelou Marcano por uma falta que mais ninguém viu (90+5m). Os três pontos foram mesmo conseguidos contra tudo e contra todos.

Texto em: http://www.fcporto.pt/pt/noticias/Pages/jogador-1-pos-feirense-fc-porto-16jor-liga-nos.aspx

Benfica exige 50 milhões ao FC Porto

O Benfica vai exigir ao FC Porto o pagamento de uma indemnização na sequência dos chamado caso dos emails divulgados por Francisco J. Marques, director de comunicação do FC Porto. Uma fonte do clube da Luz disse ao Correio da Manhã que “50 milhões de euros” é o valor que vai ser exigido pelo clube dirigido por Luís Filipe Vieira.

“Concorrência desleal, acesso ilegítimo a correspondência privada, difamação e violação do segredo de negócio” são os crimes que o Benfica quer imputar ao FC Porto, acrescenta ainda a mesma fonte benfiquista citada pelo Correio da Manhã.

O clube da Luz vai ainda avançar com um processo-crime contra o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, contra a SAD do clube e contra o Porto Canal, revela o mesmo jornal.

Foram igualmente divulgadas trocas de emails com Paulo Gonçalves, assessor jurídico da SAD “encarnada”, e entre Luís Filipe Vieira e o então presidente da Liga, Mário Figueiredo. O FC Porto acusou ainda o Benfica de ter espiado o telemóvel de Fernando Gomes, quando o actual presidente da Federação liderava a Liga, num caso que inclui até referências ao alegado recurso a bruxaria.

As denúncias do FC Porto estão a ser investigadas pelo Ministério Público, depois de receber no passado mês de Junho uma denúncia anónima que dava conta do conteúdo desta troca de emails. O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol também abriu um inquérito para investigar estas denúncias.

Pinto da Costa internado de urgência

Segundo o Correio da Manhã (CM), que avança com a informação, o presidente dos dragões deu entrada urgência hospitalar do S. João depois de cair de um vão de escadas. O seu estado de saúde não foi, todavia, considerado grave.

Pinto da Costa, de 79 anos, acabou por ficar internado, com três costelas partidas e uma contusão cerebral, escreve o Público, adiantando que este se encontra internado no serviço de neurocirurgia, sob vigilância.

Segundo o diário, a queda terá ocorrido durante a noite, em casa do dirigente portista.

Ao que a TVI apurou o presidente do Futebol Clube do Porto deverá ter alta ainda hoje.

Embaixador de Portugal no México felicita Pinto da Costa

Jorge Roza de Oliveira elogia a forma como o FC Porto está a “aproveitar o facto de ter sete mexicanos”.

O presidente do FC Porto, recorde-se, era acusado de “corrupção da equipa de arbitragem na forma tentada”: “Aproveito para felicitar Jorge Nuno Pinto da Costa pela absolvição no Apito Final”.

“Tenho muita pena de falhar. Estive com duas delegações portistas há uns meses, primeiro num projeto para a Academia, depois na apresentação desta prova [Supercopa Tecate]. Mas agora, tenho de acompanhar o Presidente da República”, lamentou Jorge Roza de Oliveira, em declarações ao jornal O Jogo, a propósito da presença dos dragões no México.

O embaixador reconhece ser “do Benfica”, ainda que tenha “uma familiar” que “até já ganhou o Dragão de Ouro para funcionária do ano”, pelo que “as coisas não se misturam”. Prova disso são os elogios deixados à forma como o FC Porto está a “aproveitar o facto de ser sete mexicanos”.

José Peseiro: “Jogar na Luz é visitar o inferno”

No ano passado, o FC Porto foi à Luz vencer o Benfica por 2-1, ainda José Peseiro estava no comando técnico dos dragões. Esta foi a última vitória de uma equipa em casa das águias para o campeonato.

“Foi uma bom triunfo, mas que no fundo soube a pouco, pois não conseguimos chegar aos objetivos propostos”, começou por dizer Peseiro, antes de falar sobre o ambiente vivido no estádio do rival.

“Jogar na Luz é visitar o inferno, o ambiente nos jogos grandes é tremendo, ninguém se consegue ouvir no relvado. 65 mil pessoas nas bancadas criam clima incrível, mas não é o ambiente que vence os jogos”, salientou o atual treinador do Al Sharjah, em declarações ao jornal A Bola.

FCP tem o lugar na Champions “congelado” depois do jogo contra o Copenhaga

Apesar de terem dominado o jogo faltou, novamente, à equipa de Pinto da Costa eficácia, porém, a defesa foi bastante compacta.

 Numa primeira fase o jogo mostrou-se desorganizado e os azuis e brancos mostraram-se incapazes de fuzilar a baliza de Olsen. O Copenhaga mostrou-se uma equipa difícil de abater com uma defesa muito bem preparada e com poucos erros cometidos.

A segunda parte da partida foi pautada por uma diferente mentalidade em que os jogadores do Futebol Clube do Porto se mostraram agressivos e com vontade de marcar o primeiro golo da do jogo, com Corona a destacar-se pela visão de jogo e qualidade no passar de bola aos colegas.

Segundo a análise estatística os dragões foram dominadores mas ineficazes e a partida terminou com os dinamarqueses a deter 59% de posse de bola. Parte do domínio portista veio da exibição conseguida na segunda parte uma vez que no primeiro tempo os dragões pareciam andar “à procura da bola”.

Apesar da posse de bola ser maioritariamente dos dragões, quem mais atacou foi o Copenhaga com os seus 45% contra os 41% do FC Porto.

Quanto a tentativas de golo, os dragões tiveram mais oportunidades de inaugurar o marcador (10) do que os nórdicos (3).

Conclui-se que o que falta ao FCP é mesmo transformar as oportunidades de golo em golos.

A equipa azul e branca soma assim, esta temporada, sete empates e duas derrotas em 19 jogos.

Pinto da Costa, aos jornalistas, disse estar satisfeito por “finalmente assistir a uma arbitragem imparcial”.

Pinto da Costa já decidiu e reuniu-se com Nuno Espírito Santo

Nuno Espírito Santo está muito perto de se tornar no novo treinador do FC Porto. O ex-técnico do Valência, segundo adianta o MaisFutebol, esteve reunido com o presidente do clube, Pinto da Costa.

A reunião aconteceu na casa do próprio líder portista e durou cerca de três horas, onde os dois estiveram a negociar os detalhes do contrato, conforme informa a mesma fonte.

Quanto à rescisão de José Peseiro deverá acontecer nos próximos dias, para dar celeridade à oficialização de Nuno Espírito Santo como novo treinador dos ‘dragões’.

O técnico começou a sua carreira no Rio Ave, onde esteve durante dois anos (2012-2014). Depois, Espírito Santo deixou os vilacondenses para ingressar no Valência, em 2014, tendo sido demitido a meio desta temporada.

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