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NOS Alive esgotado!

A12ª edição do festival decorrerá de 12 a 14 de julho e, um mês antes, a organização anuncia que esgotou, contando com artistas como Pearl Jam, Arctic Monkeys, Queens of The Stone Age, At The Drive In, Nine Inch Nails, The National, Jack White, Bryan Ferry, Khalid, Eels, Franz Ferdinand, Alice in Chains, Chvrches.

A presença portuguesa passará por nomes como Orelha Negra, Paus, Miguel Araújo, Surma, Branko, Primeira Dama, António Zambujo e Beatriz Pessoa.

Desde a primeira edição, o festival acontece no Passeio Marítimo de Algés, um recinto próximo do Rio Tejo, com capacidade para cerca de 55 mil pessoas e com seis palcos de atuações, entre os quais um coreto, um espaço dedicado à comédia e um outro em que se recria uma casa de fados.

Além de Portugal, a organização teve bilhetes à venda em Espanha, França, Reino Unido, Bélgica, Noruega, Suíça, Alemanha e Suécia.

“Artes à Vila” estreia na Batalha

© Artes à Vila

Ao longo de três dias, um programa pensado para as famílias compreende um conjunto de experiências no cenário do Mosteiro da Batalha, Património da Humanidade da UNESCO.

“A nossa ambição é que esta primeira edição seja apenas o arranque de um grande festival em Portugal e de âmbito internacional nas próximas edições”, disse à agência Lusa Eduardo Jordão, da organização, que é partilhada pelo Mosteiro da Batalha e associação Batalha pela Cultura, com a Câmara Municipal da Batalha e a produtora Seivabruta.

O festival Artes à Vila surge de “um encontro de ideias sobre a cultura e património da vila da Batalha”, e tem como objetivo “realizar um evento cultural no património edificado, dentro e fora de portas, convidando as famílias a um fim de semana de partilhas e experiências culturais, num cenário único da Humanidade: o Mosteiro de Santa Maria da Vitória”.

Segundo Eduardo Jordão, o festival é também “um convite à criação de novas formas e novos formatos de eventos culturais junto do património”.

“Acreditamos que chegámos ao fim de uma era despreocupada culturalmente e, se nos mantivermos focados nesta parceria, e, claro, se for vontade da vila, estamos certos de que o festival Artes à Vila poderá vir a ser um grande festival em Portugal e na Europa”, diz o organizador. A equipa, assume, está a trabalhar para realizar o festival “muitos mais anos”.

Artes à Vila vai contar com concertos “únicos e inesquecíveis” de Guitolão, com António Eustáquio e Carlos Barretto, Isabel Silvestre e as vozes de Manhouce, Sete Lágrimas, Um Violino no Fado, da violinista Natália Juskiewicz, Kabeção, Desidério Lázaro, entre outros.

Os espetáculos terão lugar em espaços como as Capelas Imperfeitas, Claustro Real e zonas envolventes ao Mosteiro da Batalha, o terceiro monumento mais visitado em Portugal de entre os que estão sob a alçada da Direção-Geral do Património Cultural.

Esse dado faz Eduardo Jordão ter “uma enorme expectativa” quanto à participação do público.

“Queremos tirar partido do facto de ser um dos monumentos com maior atratividade turística em Portugal. O festival é de entrada livre e por isso aconselhamos os interessados a identificarem os concertos que gostariam de assistir e a estarem antes da hora de início, pois os espaços são de lotação limitada, como é o caso das Capelas Imperfeitas ou do Claustro Real”.

LUSA

Matias Damásio, Richie Campbell, Mac Miller e The Chainsmokers hoje no palco principal na abertura do Sudoeste

A música na 21.ª edição do Sudoeste inicia-se às 21h30, com o músico angolano Matias Damásio, que se tem desdobrado em concertos este ano, depois de ter lançado ‘Por Amor’, em 2016, seguindo-se a atuação do português Richie Campbell e do rapper norte-americano Mac Miller, enquanto nos demais palcos a música se vai fazer ouvir noite dentro.

Com começo previsto para as 01:45, está o concerto dos The Chainsmokers, dupla norte-americana que se popularizou em 2014 após a editora de Steve Aoki ter lançado o ‘single’ “#SELFIE”, adotando depois um estilo mais lento, que culminou este ano numa canção com os britânicos Coldplay.

O festival conta com cozinha comunitária, lavandaria, chuveiros, sanitários, ‘wi-fi’ gratuito e ainda um canal disponível para mergulhos, na área adjacente ao recinto principal de concertos.

O festival, promovido há 20 anos no litoral alentejano pela Música no Coração, decorre em pleno entre hoje e sábado, com espetáculos divididos entre quatro palcos no recinto.

Na área de campismo há um novo espaço, a ‘Vila Santa Casa’, onde vão decorrer oficinas e performances, que, segundo a organização, em comunicado, “aposta nas artes performativas e na ligação com o espaço natural, através da expressão criativa, envolvendo a comunidade local e os festivaleiros”.

Na quinta-feira, sobem ao palco Mishlawi, Two Door Cinema Club, Marshmello e DJ Snake.

O rapper norte-americano Lil Wayne estreia-se em Portugal, segundo a promotora do festival, no palco principal da Herdade da Casa Branca, no concelho de Odemira, na noite de sexta-feira, após os espetáculos de Dua Lipa e de Crystal Fighters.

Depois de Lil Wayne, cabe a Martin Garrix fechar a penúltima noite de música do festival.

O Sudoeste despede-se de Odemira, no distrito de Beja, com o regresso do funk dos britânicos Jamiroquai, que sobem ao palco alentejano pela terceira vez, depois de já terem passado pela Herdade da Casa Branca em 2003 e em 2010.

Na mesma noite, passam ainda pelo festival April Ivy, Dengaz e Afrojack.

Em complemento ao cartaz principal, há mais música em simultâneo noutros três palcos espalhados pelo recinto de concertos que prometem música com vários DJ e ainda espetáculos de dança com Blaya nas quatro noites de festival.

Quatro dias “de arromba” na 4ª edição do festival Sol da Caparica

Ponto comum aos 45 artistas provenientes de cinco países de língua portuguesa, é o facto de todos terem trabalhos novos a apresentar, como é o caso de Carlão, cujo teledisco “Viver para sempre”, gravado nas ruas de Almada, foi divulgado hoje na conferência de imprensa de apresentação do festival.

Quatro dias “de arromba”, prometeu o diretor artístico do certame, António Miguel Guimarães, segundo o qual o festival, “que veio para ficar”, mobiliza este ano “45 artistas e DJ, 500 músicos e bailarinos, para 60 espetáculos em quatro palcos”.

A organização do certame aposta ainda no palco dança, estreado na edição de 2016, e por onde este ano vão passar bailarinos nas múltiplas expressões de música de dança, do universo de língua portuguesa.

Pop, por rock, soul, semba, funaná, coladeira e mornas, entre outros ritmos musicais, são os estilos que ao longo de quatro dias vão ser ouvidos noutros tantos palcos do festival.

Da edição deste ano, António Miguel Guimarães destacou igualmente a aposta na criação de um dia para a criança, que constitui “um passaporte para 20 ações diferenciadas”.

Foi também a pensar nas crianças que a direção artística decidiu promover três espetáculos específicos: um de Rita Guerra, que cantará canções da Disney, outro intitulado “Palavra cantada”, um projeto dos brasileiros Sandra Peres e Paulo Tati, e outro com base na “Mão verde”, de Capicua e Pedro Geraldes, que, na Caparica, atuarão ainda com Francisca Cortesão, que toca baixo e ajudará na voz, e António Serginho, nas percussões e teclado.

A 4.ª edição do Sol da Caparica também contará com uma monstra de cinema de animação — Monstra à solta -, em parceria com o festival de Lisboa, na qual participarão o brasileiro DJ Suave, que irá fazer vídeos ambulantes pelo concelho de Almada, segundo a organização.

Nascido no âmbito do Plano de Desenvolvimento Turístico da Costa de Caparica, para promover a maior frente urbana de praias desta cidade do concelho de Almada após os vendavais que em 2012 e 2013 as deixaram quase sem areal, o certame irá continuar e constitui uma aposta ganha para a autarquia de Almada, segundo o presidente da Câmara, Joaquim Judas.

Este ano, a organização do certame decidiu ainda criar um passe familiar (para dois adultos e dois filhos ou equiparados) para os quatro dias do festival, uma iniciativa que, nas palavras de Joaquim Judas, é “serviço público”, de modo a facilitar a participação das famílias ao certame.

Andanças não quer ser responsável por rebocar carros e limpar terreno

Um grupo informal de lesados pelo incêndio registado na passada quarta-feira no festival Andanças publicou, no site do organizador do festival, um pedido que visa a desresponsabilização pelo reboque dos automóveis ardidos e pela limpeza do terreno.

No texto publicado este domingo no site da associação PédeXumbo Associação para a Promoção da Música e da Dança, faz-se um apelo para que todos os participantes do festival Andanças apoiem os lesados do incêndio a pressionar as autoridades competentes para agilizarem procedimentos burocráticos

Tendo em conta os diversos procedimentos burocráticos necessários relativamente à remoção de veículos queimados, abate de viaturas, cancelamento de matrícula e contactos com companhias de seguros para reboque de viaturas queimadas, venho, por este meio, solicitar que esta entidade pública, na matéria da sua competência, se pronuncie quanto à criação de um regime de exceção, lê-se ainda na nota, em que são divulgados os emails de entidades como a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), Agência Portuguesa do Ambiente, Ministério da Administração Interna (MAI) e Instituto da Mobilidade e dos Transportes.

Um dos pedidos feitos no site da entidade que organiza o festival passa por agilizar os procedimentos de remoção de veículos em fim de vida – desonerando o proprietário da viatura queimada e/ou a entidade organizadora do evento da responsabilidade de a remover por sua conta e risco para o centro de abate, passando essa tarefa a ser da responsabilidade de um organismo oficial em colaboração com outras entidades. O mesmo é solicitado no que toca à limpeza do terreno contaminado.

Na mesma nota, é visada ainda a necessidade de segunda via dos documentos da viatura (título de registo de propriedade) para proceder ao cancelamento de matrícula, pelo que se pede que seja dadas instruções à entidade oficial (IMT) no sentido de permitir que o cancelamento de matrícula das viaturas queimadas neste incidente seja feito apenas com a apresentação da declaração de extravio de documentos emitida pela GNR, posto territorial de Castelo de Vide.

Questionada pelo Jornal de Notícias, a organização do Andanças admitiu concordar com o teor da publicação. Houve um grupo de lesados que entre si achou, e nós também achamos, que acionar esta medida excecional é o melhor caminho, afirmou Catarina Serrazina.

O Notícias ao Minuto tentou contactar a organização do festival de dança, mas tal não foi possível até ao momento de publicação desta notícia.

A menina dança? Sim, responde Malia Obama

Malia Obama é presença assídua no festival de Lollapalooza, que se realiza anualmente em Chicago, nos Estados Unidos. Mas, na edição que aconteceu este fim de semana, a filha do presidente norte-americano deu mais nas vistas do que nas anteriores. Com uns calções curtos e um top, a jovem de 18 anos não se inibiu e dançou como quis, e sem preocupações, ao som da música dorapper Bryson Tiller.

Houve, no entanto, quem registasse o momento em vídeo e o partilhasse no YouTube. As opiniões estão agora divididas. Poderá Malia Obama comportar-se como qualquer outra rapariga da sua idade? Deverá ela ser mais contida, já que é o seu pai quem está ao comando dos destinos do seu país?

Já em janeiro do ano passado, a filha de Barack e Michelle Obama viu-se envolta em controvérsia quando uma imagem sua foi partilhada na página oficial de Instragram do grupo de rap Pro Era. Nunca ninguém soube a origem da imagem, já que Malia e a irmã, Sasha, têm acesso limitado às redes sociais. “Não acredito no Facebook como uma rede social para jovens. Particularmente para elas, que estão debaixo de olhar público. Elas não precisam de ver nem de participar em determinadas coisas. Tentamos protegê-las um pouco da opinião pública”, explicou a primeira-dama norte-americana em 2013.


Recorde-se que Malia Obama vai ingressar em 2017, e depois de um ano sabático, na Universidade de Harvard, que os pais também frequentaram.

Festival de Músicas do Mundo “superou claramente expetativas”

“O grande objetivo do FMM é divulgar o concelho, o que foi claramente conseguido”, garantiu o responsável, sem adiantar números, que ainda não são conhecidos.

Nuno Mascarenhas destacou ainda o ‘feedback’ de empresários da restauração e hotelaria de Sines, onde “estava tudo praticamente esgotado”.

Como acontece desde 2014, a abertura do festival aconteceu em Porto Covo e “a afluência superou os anos anteriores, o que leva a manter a aposta naquela aldeia”, sublinhou.

“Em Sines, é difícil contabilizar, mas no conjunto, estiveram mais pessoas do que em anos anteriores”, indicou.

O FMM começou na passada sexta-feira em Porto Covo, com três dias de espetáculo (22, 23 e 24 de julho), seguindo depois para Sines, onde decorreu nos restantes seis dias, até sábado, entre o centro de artes, a rua, o castelo e o passeio marítimo da cidade.

Durante nove dias, sem interrupções, passaram pelos centros históricos e pelas praias das duas localidades da costa alentejana músicos dos quatro cantos do mundo, cerca de 20 pela primeira vez em Portugal.

Vencedor de três prémios Iberian Festival Awards em 2015 (melhor alinhamento artístico ibérico, melhor grande festival e melhor programa cultural em Portugal), o FMM apresentou um programa musical que pisa diferentes continentes e cruza vários estilos, do folk metal ao afro-house.

O programa do FMM não se limitou a concertos, incluindo também iniciativas paralelas, que foram da animação de rua a ateliês sobre música e instrumentos, passando por exposições, sessões de contos e encontros com escritores.

PROVART VENHA CONHECER

O evento apresenta-se como uma iniciativa de mostra de cerveja artesanal e que visa o intercâmbio de experiências e sabores entre os vários produtores presentes e os visitantes.

O festival pretende assim ser uma mostra do que de melhor se faz em Portugal na área da cerveja artesanal, onde estarão presentes cerca de 80 degustações cervejeiras nacionais e algumas internacionais, garantindo assim aos visitantes uma grande variedade de rótulos, cada um deles com o seu aroma, textura e sabor.

No recinto do festival estarão ainda presentes alguns stands com artesanato, produtos regionais e as mais saborosas roloutes de street food, permitindo aos visitantes uma degustação completa dos sabores das cervejas com o que melhor temos na gastronomia nacional.

À semelhança dos anos anteriores, nesta edição, o festival irá contar com vários concertos, performances teatrais e dj›s que vão garantir, ritmos, som e alegria durante todas as horas do evento. Conta-se com ritmos de Funk, Pop-Rock, Rock n’ Roll, Reggae e Ska. Entre eles, os Kumpania Algazarra, que prometem animar o festival ao som de músicas do mundo que formam um rendilhado de culturas; os Chapa Dux , com o poder do Reggae e Ska; os Menos Óbvio, uma banda sem ponta de vergonha; os Lazy Funkers, com a pura agitação funkadélica; os Texabilly Rockets, com o Rock n’Roll ao estilo dos anos 50; e os The Nightmare and The Wolfman Trio, um projeto regional com sons distintos de Blues, Rock n’ Roll e Rockabilly.

Este é um evento com entrada gratuita e aberto a todas a faixas etárias, onde apenas será cobrado os valores do copo oficial e dos produtos consumidos.

 

CERVEJAS ARTESANAIS NACIONAIS

O festival reúne vários produtores cervejeiros do país oferecendo ao público diversidade de tipos, aromas, sabores e texturas.

Conta com a presença de vários stands de produtores, onde se poderá degustar mais de 80 rótulos de cerveja artesanal nacional.

 

GASTRONOMIA REGIONAL

No recinto do festival serão apresentadas iguarias da gastronomia regional, apresentando pratos típicos e doces conventuais, tais como: queijos, fumeiros, bucho, maranho, merendas doces; cartuchos de amêndoa à moda de Cernache; filhós; entre outros.

 

Palco Vodafone: uma “garagem” a céu aberto

O Palco Vodafone é, como já aqui explicamos, uma autêntica “ilha de descoberta” no Rock In Rio. É por ali que passam nomes emergentes da música nacional (três quartos do cartaz) e cinco nomes internacionais que definem, em múltiplas vertentes, aquilo a que nos habituamos a chamar de música alternativa (ou indie).

A organização do festival, em conjunto com a equipa da Vodafone FM (a quem coube a tarefa de curadoria do palco), enfrentou o desafio de convidar artistas que, de alguma forma, se enquadrassem com as vedetas do palco principal, sem destoar mas também sem entrar em repetições. E foi o que se viu.

O primeiro dia da 7ª edição do Rock In Rio Lisboa levou ao topo da colina da Bela Vista (onde fica geograficamente localizado o Palco Vodafone) três bandas que olham para a palavra “rock” de três ângulos diferentes mas complementares, quer entre eles quer com tudo o resto (entenda-se, com os artistas do palco principal).

Ao início da tarde, a abertura ficou a cargo da dupla portuense The Sunflowers, bateria e guitarra (Carol Brandão e Carlos de Jesus) e berraria feita com ganas de quem quer partir qualquer coisa. Foi uma honra um tanto ou quanto inglória, por se tratar de uma atuação vespertina em dia de semana. A assistência foi pouca e permaneceu bastante tempo sentada nos insufláveis, ainda assim floresceram ao ponto de cativar alguns dançarinos. Depois do tema “The Witch” (tema do EP Ghosts, Witches and PB&Js) seguiram-se 45 minutos de garage rock sem compromissos. Já no final, o duo deu mostras de versatilidade ao trocar de instrumentos, levantando o véu para o que são capazes. Foram um bom aperitivo, venha de lá o álbum de estreia que a conversa será, certamente, outra.

Seguiram-se os Keep Razors Sharp, banda consórcio formada pelo vocalista e guitarrista Afonso Rodrigues dos Sean Riley & The Slowriders, por Rai, vocalista e guitarrista dos The Poppers, pelo baterista Carlos BB dos Riding Pânico e pelo baixista Bráulio, ex-Capitão Fantasma. Não estão juntos há muito tempo mas, tudo somado, havia muita experiência naquele palco. Às seis da tarde o público ainda não era muito mas foi-se juntando para descobrir aquela que é, seguramente, uma das banda mais interessantes da atualidade, que ali desfilou o álbum de estúdio, homónimo, com data de 2014. Ficou a sensação que, tivesse sido outro o público a passar por ali, mais gente se tivesse levantado do chão.

Este primeiro dia foi um desafio especial para o palco alternativo, por incluir um detalhe que não podemos desprezar: globalmente, a média de idades do público era bastante elevada (Springsteen e Xutos são muito “antigos”), o que, quer queiramos quer não, afasta muita gente do apelo da descoberta.

Não foi por isso de estranhar que, às oito da noite, os veteranos Black Lips tenham sido as estrelas do dia no Palco Vodafone. Levantaram toda a gente do chão e encheram a plateia. O quarteto norte-americanos degarage rock fez abanar cabeças durante grande parte da atuação mas a partir de “O Katrina” e “Bad Kids” os ânimos elevaram-se ainda mais. Conhecidos pelo apetite “incendiário”, em vez de lume fizeram voar papel higiénico e cuspidelas. O público pareceu gostar, tanto assim foi que respondeu com moche ao som de “Bad Kids”. O quarteto encheu as medidas, porque trouxe o espírito do Rock & Roll ao festival, com sabor a punk. Venham mais vezes.

Esta sexta-feira, o Palco Vodafone vai encher-se de outro estilo de rock, o psicadélico. Em palco estarão os portugueses Pista, Sensible Soccers e os brasileiros Boogarins. Vai ser uma tarde para pular, pensar e sonhar.

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