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Há 30 anos a liderar, a inovar e a marcar a diferença no setor da injeção de plásticos

“30 anos de equipack e o futuro” 

Em 1988 começámos aliados a uma marca sem expressão no mercado Português e apesar dos bons resultados em 1995 mudámos a parceria e começámos a trabalhar com a Engel – empresa austríaca, líder mundial – até hoje. O nosso trabalho é 100% dedicado à injeção de plásticos. Já lá vão quase 30 anos”, começa por dizer Hugo Brito.

“Desde 1988, houve altos e baixos, porém, podemos afirmar que as coisas sempre correram bem. Desde que trabalhamos com a Engel, 2017 foi o nosso melhor ano”.

Com um volume de negócios que ronda os 20 milhões de euros, a Equipack é líder de mercado a nível nacional. O crescimento tem sido exponencial e Hugo Brito garante que a crise que o país atravessou há quase uma década não se fez sentir na empresa.

 A tecnologia fez-se sentir de forma intensa nos últimos anos e segundo o diretor comercial, a parceria com a marca austríaca teve grande influência. “Hoje olhamos para um automóvel com 20 anos e para outro recente e percebemos claramente a diferença.”

Nos equipamentos, os maiores avanços dos últimos 20 anos foram a nível da precisão e da repetibilidade das máquinas de injeção, fruto da exigência do mercado. A grande quantidade de novos polímeros que foram aparecendo, é algo apontado pelo nosso interlocutor como algo desafiante ao desenvolvimento e investigação.

A eficiência energética passou a ser também uma preocupação, “hoje as máquinas consomem ¼ daquilo que consumiam há duas décadas, a indústria procura eliminar o desperdício ao máximo. Estas mudanças são muito positivas e faz com que este setor comece a ser mais valorizado. Especificamente, aqui na Equipack, queremos garantir que não falhamos na componente técnica e por isso a formação é levada muito a sério. Não só comercializamos os equipamentos como também temos uma forte componente na assistência técnica e isso consegue-se com bons técnicos, bem formados. Hoje temos seis técnicos responsáveis apenas pela assistência”.

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O que saber sobre o setor?

Sobre a indústria transformadora de plásticos, existem equipamentos para insuflação, extrusão ou injeção. O uso do plástico é consolidado para a fabricação de diferentes produtos, sendo que atualmente a indústria do plástico é uma das mais importantes na cadeia produtiva do mundo todo e gera milhares de postos de trabalho.

A aplicação da moldagem por injeção de plástico é usada amplamente na produção de peças de plástico. A injeção de plásticos está presente em muitos dos objetos com os quais lidamos no nosso dia-a-dia, desde telemóveis, a eletrodomésticos, automóveis… tudo onde haja plástico por moldes, no fundo.

Por onde passa o desenvolvimento

Em Portugal a grande fatia de clientes da Equipack pertence à indústria automóvel ou à indústria da peça técnica.

Apesar da concorrência e de um mercado relativamente pequeno, Hugo Brito, explica que em Portugal conseguimos trabalhar bem pela representação – Engel – , pelo reconhecimento dos clientes, pela nossa constante forma de estar na vanguarda em termos tecnológicos e de formação contínua.

“2018 Será um bom ano, com perspetivas de crescimento. Em 2017 a faturação foi muito interessante, porém, e tendo em conta a situação actual do setor, estamos muito optimistas para 2018 “.

Para que haja um desenvolvimento mais avultado, o nosso entrevistado refere que deverão existir maiores sinergias entre instituições de ensino, indústria (clientes e fornecedores) para que se criem condições melhores e que formalizem uma filosofia mais unânime.

Incêndio no Pinhal de Leiria teve mão criminosa, confirmou a PJ

Em declarações à Lusa, a fonte da PJ de Leiria não adiantou detalhes sobre o método usado para atear os incêndios que destruíram a grande maioria daquela mancha florestal, frisando que a investigação se mantém e que o inquérito “ainda não terminou”.

No sábado, o jornal Expresso afirmava que num dos incêndios do pinhal de Leiria “foi usado um engenho artesanal para atear o fogo”, embora os investigadores não tenham ainda conseguido identificar os autores.

Estes incêndios destruíram mais de 80% do Pinhal do Leiria, naquele que foi considerado o pior dia do ano de 2017 em fogos.

Neste dia e no seguinte morreram 45 pessoas vítimas dos incêndios florestais que atingiram sobretudo a região Centro.

O Expresso afirmava igualmente que os fogos que nesses dias deflagraram no distrito da Guarda foram resultados de queimadas iniciadas por dois pastores locais.

Por outro lado, na quinta-feira, o investigador Paulo Fernandes disse que o fogo que no mesmo dia deflagrou na Lousã, no distrito de Coimbra, teve origem num “acidente elétrico”.

Crianças portuguesas ganham financiamento para ação contra países poluidores

“Graças à generosidade dos nossos apoiantes, alcançámos o nosso objetivo inicial. Isso permite-nos tomar o primeiro – e crítico – passo de identificar exatamente que evidências vamos precisar para apresentar ao Tribunal”, anunciaram hoje os organizadores.

A iniciativa foi lançada pela organização sem fins lucrativos Global Legal Action Network (GLAN), que quer processar os principais poluidores dos 47 países que ratificaram a Convenção Europeia dos Direitos Humanos, os quais responsabilizam pelo aumento das emissões de gases com efeito de estufa responsáveis pelas alterações climáticas.

Na origem da iniciativa estão Mariana (5 anos), Leonor (8), André (9), Simão (11), Sofia (12), Martim (14) e Cláudia (18), a maioria do distrito de Leiria, um dos mais afetados pelos incêndios em Portugal deste verão, que mataram no total mais de 100 pessoas.

“O que me preocupa mais com as mudanças climáticas é o aumento das temperaturas, o que contribui para o número de incêndios que ocorrem no nosso país. As gerações mais velhas devem investir no controlo, de forma mais eficaz, da quantidade de gases perigosos que são lançados para a atmosfera”, afirma Cláudia, citada num comunicado da GLAN enviado à agência Lusa.

A campanha foi lançada numa plataforma de financiamento coletivo [crowdfunding] dedicada apenas a questões jurídicas e alcançou hoje o objetivo de reunir 20 mil libras (22,4 mil euros).

A meta foi agora elevada para 100 mil libras (112 mil euros), quantia necessária para conseguir levar a ação judicial ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.

Homem condenado a cinco anos de prisão por violência doméstica

De acordo com o despacho, o arguido foi condenado a uma pena de quatro anos e seis meses de prisão pela prática de um crime de violência doméstica e a um ano e seis meses de prisão por detenção de arma proibida. Em cúmulo jurídico, o tribunal decretou a pena única de cinco anos de prisão efetiva, a que acresce a proibição de contacto com a vítima pelo período de cinco anos.

“O arguido foi ainda condenado a pagar à vítima, com quem viveu desde 1978 como se de marido e mulher se tratassem, a quantia de 20.690,94 euros”, lê-se no documento.

O tribunal provou que “por diversas vezes o arguido, no interior da residência que partilhavam em Leiria, bateu na vítima e disse que a matava”.

Segundo o despacho, também ficou provado que no dia 22 de fevereiro de 2017 o arguido “imobilizou o veículo automóvel num local ermo e isolado situado entre as localidades de Minde e Fátima, impediu a sua companheira de sair do interior do mesmo e, encostando uma navalha ao seu pescoço, disse-lhe que a iria torturar, matar e que depois se desfazia do corpo, metendo-a em sacos, comunicando aos filhos de ambos que ela tinha fugido para Inglaterra, para nunca mais a procurarem”.

Já em março, com a vítima no carro do casal, o homem conduziu o veículo até Badajoz, Espanha, ameaçando-a com uma navalha e dizendo-lhe para não fugir e assim pôr em perigo a sua vida, a do filho e a de outros familiares. Só no dia seguinte, já em Fátima, a mulher conseguiu fugir.

Portugal está de luto

O número de pessoas que morreram no incêndio florestal que deflagrou no sábado em Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, aumentou para 63, disse hoje o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses. A última vítima mortal confirmada é um bombeiro que estava internado em estado grave no hospital de Coimbra. O bombeiro, que pertencia à corporação de Castanheira de Pera, era casado, tinha 40 anos, era casado e um filho.

Visivelmente emocionado, o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses explicou que a vítima mortal tinha sido internada com ferimentos no rosto e queimaduras nas vias aéreas, adiantando ainda que era um dos bombeiros que se deslocava numa viatura no Itinerário Complementar 8 (IC8) que colidiu com um veículo ligeiro de civis e que tentaram salvar a vida dos outros, dando a própria vida.

Horas antes, Luís Meira, presidente do INEM, indicou que, dos 135 feridos. Com esta atualização, o número de feridos é de 134, seis em estado grave: quatro bombeiros voluntários e dois civis.

A maior parte dos feridos são ligeiros, tendo 28 necessitado de recorrer ao hospital. Os restantes receberam assistência no local.

Segundo Luís Meira, os psicólogos do INEM, apoiados por profissionais da Cruz Vermelha Portuguesa, autarquias e Proteção Civil, realizaram 354 intervenções.

No local encontram-se 32 elementos do INEM, apoiados por dez viaturas.

O comandante operacional da Proteção Civil disse hoje, no primeiro balanço do dia dos fogos florestais que lavram nos distritos de Leiria, Castelo Branco e Coimbra, que a situação se mantém difícil mas que o combate às chamas está a decorrer de forma favorável.

Elísio Oliveira admitiu, contudo, a possibilidade de novas complicações no combate às chamas, uma vez que os meios aéreos não estão de momento a operar, devido às condições atmosféricas. Em causa está a falta de visibilidade no local.

“É uma situação que se mantém difícil, mas começamos por valorizar o empenho de todos os combatentes. O combate evolui favoravelmente nos três distritos afetados, Coimbra, Leiria e Castelo Branco. Muitos dos setores deste teatro de operações já estão dominados, muitos deles em fase de rescaldo […]”, afirmou Elísio Oliveira.

O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses apelou esta segunda-feira, 19 de junho, à população que suspenda, por enquanto, a dádiva de bens alimentares e medicamentos, na sequência do incêndio que deflagrou sábado em Pedrógão Grande, por terem já “todos os ‘stocks’ lotados”. Continuam abertas as contas e linhas solidárias. Veja como pode ajudar nesta fase e, pelo contrário, se precisa de ajuda, saiba a quem recorrer.

O Governo decretou três dias de luto nacional, até terça-feira.

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Homem acusado de ter matado ex-futebolista de Leiria conhece hoje a sentença

O coletivo de juízes do Tribunal de Leiria lê hoje a sentença a um homem acusado de ter matado um ex-jogador de futebol do União de Leiria à porta de um café, em agosto de 2015.

No dia 30 de agosto, o arguido, segundo a acusação, dirigiu-se ao Café da Mineira, em São Romão, Leiria, acompanhado por mais três homens, alegadamente com “intenção de encontrar e matar Raul João de Oliveira, munindo-se preventivamente de uma arma de fogo”.

O suspeito, acusado de homicídio qualificado, ofensa à integridade física e detenção de arma proibida, esteve fugido durante quatro dias, tendo sido detido no aeroporto de Barajas, em Madrid, quando se preparava para embarcar num avião com destino ao Brasil.

Na primeira sessão de julgamento, o alegado homicida afirmou que não conhecia a vítima e que não estava armado, tendo disparado com uma arma que estaria na posse de Raul Oliveira, admitindo que terá disparado pelo menos uma vez, por “medo”.

Já testemunhas do processo referiram que o arguido trazia uma arma “à cintura” e que terá disparado “três tiros de rajada” e, posteriormente, mais dois, quando a vítima já estava caída.

Nas alegações finais, o MP pediu uma condenação “não inferior” a 22 anos de cadeia para o suspeito de homicídio do ex-jogador de futebol da União de Leiria.

No despacho do MP é ainda pedida uma indemnização superior a 700 mil euros por danos patrimoniais, pensão de alimentos, despesas de saúde e escolares para o filho menor de Raul Oliveira.

A vítima mortal formou-se nas camadas jovens do União de Leiria, onde subiu a sénior. Jogou ainda por clubes como o Pedras Rubras, Fátima, Portomosense, Sport Clube Leiria e Marrazes e Atlético Clube Marinhense.

Leiria aposta no teatro para integrar cidadãos com deficiência

O projeto é da companhia Leirena Teatro e envolve utentes de quatro instituições: Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo de Leiria, Organização de Apoio e Solidariedade para a Integração Social (OASIS), Cercilei e Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral de Leiria.

“Sempre tentámos com as nossas peças chegar a toda a gente. Mas havia esta lacuna: as crianças, jovens e adultos com necessidades educativas especiais. Agora estamos a conseguir fazê-lo, neste projeto que procura aliar o teatro e terapia ao longo da formação e criação artística”, afirma Frédéric Pires, ator e encenador do Leirena.

Arte e Terapia é coordenado por dois atores da companhia e por uma terapeuta da fala, Cindy Zoeb.

Atualmente, trabalha com dez utentes daquelas instituições, que têm idades compreendidas entre os 11 e os 40 anos e patologias como autismo, trissomia 21, atrasos cognitivos ou problemas motores.

“Temos como exemplo a Crinabel, de Lisboa. Começou há muitos anos e hoje é uma companhia de teatro. Queremos fazer algo quase similar, mas com o fator terapêutico envolvido, intervindo diretamente e individualmente com os problemas de cada um dos elementos, conforma as suas dificuldades e patologia”, sublinha o encenador.

Para já, o grupo está a conhecer-se e a criar espírito de equipa. “É palhaçada pura, por agora. Depois das férias de verão, começamos a trabalhar o espetáculo”.

A estreia em palco deve acontecer em junho de 2017, mas até lá é preciso conhecer-se os futuros atores.

“Se vir que têm a motivação, o impulso, a força e a garra, podemos fazer Beckett ou Federico Garcia Lorca. Não há limites nem receios. Têm necessidades educativas especiais, mas são pessoas com capacidades. Podem ter uma deficiência motora, mas sabem falar, sabem pensar. Se vir que têm competência para pegar em Brecht, faremos Brecht”, promete Frédéric Pires.

A par do trabalho dramático, os atores de Arte e Terapia vão integrar a equipa do Leirena, numa perspetiva inclusiva: “Não vão fazer só trabalho de ator. Quando o Leirena tiver espetáculos em Leiria, vão lá estar a fazer a frente de casa, a entregar a folha de sala ao público. Vão estar ali connosco”.

Dentro de um ano, Frédéric Pires acredita que os utentes das quatro instituições envolvidos no projeto estarão diferentes.

“Imagino-os a mandar calar muita gente e a tomar iniciativas por si mesmos. Quero que tenham força para levantar a cabeça e dizer ‘posso fazer isto’. Têm de ser afirmativos. O teatro é afirmativo, não pode ser negação”.

 

Professor de Leiria cria jogo de tabuleiro que obriga a exercício físico

Sporttable Box foi criado por Gil Carpalhoso, um professor de Educação Física de Leiria, que se deparou com a necessidade de encontrar uma solução para os seus alunos do 1.º ciclo quando chovia e não podiam ter aulas na rua.

“Quis criar um jogo que pudesse ser utilizado numa sala de aula. Começou por ser uma ferramenta de trabalho e depois desenvolvi-o para poder ser usado numa componente comercial”, conta à Lusa Gil Carpalhoso.

Sempre com os olhos postos na atividade física e movimento, o jogo desenrola-se num tabuleiro com peões, dados e cartas, que lançam desafios físicos à medida que se avança na partida.

Segundo Gil Carpalhoso, o Sporttable Box “resulta de uma fusão entre jogos de tabuleiro e atividade física, com um tema desportivo que concilia estratégias de jogo com divertidos desafios de atividade física”.

Em cima da mesa estão vários temas desportivos e cada tema tem quatro categorias que desafiam a “rapidez – não necessariamente a corrida -, força, destreza ou mímica”.

Cada carta “tem duas faces, que inclui um desafio, que pode ser de performance ou de confronto com o adversário”. Cada vitória obtida pelo participante fá-lo ganhar terreno e aproximar-se do fim do jogo.

Saltar, andar ao pé-coxinho, malabarismos com a mão ou pontaria são exemplos de tarefas que o jogador poderá ser chamado a realizar. “É preciso cumprir o desafio para progredir no jogo”, explica.

Gil Carpalhoso salientou que o Sporttable Box “promove a atividade física e combate o sedentarismo”. Além disso, “estimula o espírito competitivo da superação, o desenvolvimento da psicomotricidade, da coordenação, do equilíbrio, da orientação”, assim como o ‘fair play'”.

Destinado a crianças a partir dos oito anos, a idade limite só existe se não tiver mobilidade ou estiver impedido de realizar esforços.

Além de ser uma “ferramenta de trabalho para professores de Educação Física e monitores de atividades de tempos livres”, o Sporttable Box é também para ser jogado em família ou com amigos.

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