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“As pessoas são a peça mais importante do negócio”

Teresa Ferreira juntou-se à GMV em 2004 e hoje é Diretora de Espaço na GMV Portugal. Este percurso corresponde ao que expectava?

Estava longe de imaginar! Em 2004 integrei uma PME a dar os primeiros passos na área de Espaço. Com a entrada do grupo GMV passei a integrar uma equipa maior e onde a partilha de ideias e conhecimento tinha (e tem) um lugar de destaque. O caminho até aqui acabou por acontecer com bastante naturalidade.

Como descreveria as três etapas pelas quais já passou neste Grupo?

1) Trabalhar numa PME ambiciosa. Portugal estava a formar uma indústria espacial com a entrada na ESA em 2000 e por isso tudo era muito novo e dinâmico. Ao fim de alguns meses, estava a apresentar um dos nossos produtos na Workshop mais relevante da área de Navegação por Satélite da Agência Espacial Europeia.

2) A entrada do grupo GMV que colocou as nossas atividades num patamar global. Integrada numa equipa de centenas de técnicos de excelência com uma cultura muito sedimentada de colaboração e inovação. Orgulho-me de ter trabalhado com algumas das pessoas mais brilhantes que já conheci. Comecei a coordenar equipas, a especializar-me e tive oportunidade de trocar ideias com os principais especialistas mundiais na área.

3) Assumir o papel de diretora de Espaço onde muito do meu empenho passa por trazer desafios cada vez mais aliciantes, que são a razão principal pela qual voltamos todos os dias. As pessoas são a peça mais importante do negócio e o sucesso da GMV assenta na excelência técnica e numa comunicação fluída entre as equipas internacionais. Outro aspeto fundamental é a consolidação da nossa liderança em Portugal e o posicionamento de referência a nível mundial.

Há cada vez mais mulheres na liderança de empresas portuguesas. No final de 2016, as mulheres ocupavam já cerca de 28,6% dos cargos de liderança. No entanto, a desigualdade de género ainda é um assunto a debater. Em algum momento esta foi uma realidade para si?

Na área da Engenharia o número de mulheres é muito reduzido desde a escolaridade; quando entrei no IST éramos menos de 10% dos alunos do curso. Hoje há mais mulheres em cursos de Engenharia e penso que a igualdade de género já se vai avistando ao fim do túnel.

Ainda esta semana, na Nova Zelândia, um apresentador de televisão questionou a líder do partido trabalhista sobre a maternidade, dizendo que os neozelandeses tinham o direito de saber se ao escolherem o primeiro-ministro essa pessoa pode ausentar-se devido à licença de maternidade. A sociedade está preparada para ter mulheres em cargos de liderança?

Acredito que sim e eu sou um exemplo disso. Fui promovida precisamente quando estava em licença de maternidade e, embora esta não seja a regra em todo o lado, penso que enquanto sociedade estamos a caminhar no sentido de aceitar cada vez mais mulheres em cargos de liderança.

A GMV foi uma das empresas convidadas do encontro Ciência’17, um evento anual que reúne a comunidade científica e tecnologia Portuguesa. No âmbito da discussão sobre a Estratégia Nacional Espacial 2030, participou na sessão Portugal Espacial 2030: Satélites, Antenas e Lançadores. É fácil uma mulher conseguir ter voz neste setor dominado, maioritariamente, por homens?

Em Portugal a GMV é um dos atores principais na área de Espaço e consequentemente uma voz importante nestes debates públicos. A indústria de Espaço em Portugal é muito jovem, tendo praticamente nascido com a entrada de Portugal na ESA, no início do século. Pela minha experiência posso dizer que o ambiente é positivo e o debate de ideias flui naturalmente.

Quem é Teresa Ferreira? Como surgiu este gosto pela tecnologia e engenharia relacionadas com o Espaço?

Sou uma mulher apaixonada pelo que faço e muito feliz por durante o dia ter a cabeça no espaço e à noite os pés bem assentes na terra junto da minha família. O meu gosto esteve sempre ligado à matemática e à física e de achar fascinante como conseguiam explicar fenómenos que nem sequer víamos! A partir daí acabei por estudar ondas eletromagnéticas, processamento de sinal e aterrei no maravilhoso mundo da navegação por satélite! O Espaço tem um efeito inspirador que move gerações e representa hoje a força da multidisciplinaridade, nações a trabalhar em conjunto para conseguir atingir objetivos cada vez mais ambiciosos e, acima de tudo, o retorno para a sociedade num infindável número de aplicações e serviços relacionados com saúde, lazer, segurança marítima, migrações, gestão florestal, entre tantos outros.

“O erro faz parte do crescimento”

Que história pode ser contada sobre o seu percurso até se ter tornado Diretora RH na Transcrane Logistics?

Mulher, mãe de dois filhos adolescentes e com uma carreira profissional de 22 anos.

Licenciei-me em Educação Física e Desporto, pela Universidade Lusófona, paixão que tinha desde que iniciei o meu percurso como atleta de competição. Ao longo de 11 anos ensinei Educação Física no ensino básico e secundário, onde igualmente acumulei funções de coordenação do departamento e responsável pela gestão das instalações desportivas.

No ano de 2006 surgiu a oportunidade de abraçar novos projetos e de alterar o meu rumo profissional e pessoal, através de um convite para integrar a equipa da maior empresa moçambicana de aluguer de maquinaria pesada, transportes e sistemas de elevação – Servitrade – e ficar responsável pelo departamento de recursos humanos. Sem hesitações e quebrando, na altura, o estigma de que uma carreira era para toda a vida, aceitei o desafio de uma nova experiência que sabia, desde o início, que me acrescentaria valor, tanto a nível pessoal como profissional.

Foi na Servitrade que aprendi que a liderança não é uma posição, mas sim um conjunto de competências que se desenvolvem com muita humildade, honestidade, resiliência e generosidade, com o propósito de nos transformarmos em pessoas melhores e sermos um exemplo para os outros. Ajudar as pessoas a potenciar as suas competências, a terem confiança no seu trabalho e colocá-las ao serviço da equipa traduziu-se no fator de sucesso do meu trabalho.

Em 2012, com a aquisição da Servitrade pela empresa AMECO, uma subsidiária do grupo norte-americano Fluor, que pretendia reforçar a sua presença estratégica em África, tomei a decisão de participar na criação de uma nova empresa, num país que se apresentava em grande crescimento e com expectáveis oportunidades de negócio nos anos seguintes. Surgiu assim a Transcrane Logistics SA, uma empresa que entrou com muita força no mercado, apostando fortemente em frotas de equipamentos novos e certificados, assim como na formação, especialização e certificação dos seus quadros.

Na sua opinião, o mundo do trabalho ainda é discriminatório face às mulheres? Pessoalmente, lidou com algum tipo de preconceito? 

A igualdade de oportunidades para as mulheres é um tema para o qual devemos estar alerta e contribuir para acelerar o equilíbrio ainda inexistente. Os estudos são claros e apontam essa desigualdade. Para a mulher, em muitos casos, é necessário fazer mais e melhor que o homem, para ter o mesmo reconhecimento.

Para além de, muitas vezes, as mulheres terem que demonstrar o dobro das competências para desempenharem os cargos com sucesso, ainda sofrem o estigma da abstinência e da falta de disponibilidade acabando por serem preteridas no acesso a determinados cargos ou progressão na carreira, pelos homens.

No meu caso em especial não registo nenhuma situação de discriminação ou diferenciação por ser mulher. Acredito que ocupei os lugares pelas competências demonstradas, pela integridade, pelo elevado empenho e comprometimento. Todavia, reconheço que estamos longe de este tema estar ultrapassado, pois ainda há muito a fazer para que a igualdade entre homens e mulheres seja uma realidade. Cabe-nos, enquanto gestores de organizações, contribuir para esta mudança de mentalidade na nossa sociedade.

Sobre a questão da migração feminina dentro da CPLP, diria que existem oportunidades iguais para homens como para mulheres? 

Os maiores desafios colocados num processo de migração, no meu ponto de vista, não tem a ver com o género. Quer para homens, como para mulheres, existem fatores comuns que podem dar origem ao insucesso numa expatriação: as questões familiares, traduzidas pelo desequilíbrio emocional provocado pelas ausências físicas, a incapacidade de adaptação ao meio (por dificuldades culturais ou linguísticas), ou ainda traços de personalidade que impedem o relacionamento interpessoal eficaz, quer na empresa ou no meio local que o rodeia.

A expatriação é uma solução “cara” para as empresas. Neste sentido, a melhor solução consiste no desenvolvimento do talento local, através dos expatriados, contribuindo assim, não só para o crescimento sustentável da empresa como para desenvolvimento de competências no país.

Nas empresas onde os fenómenos migratórios são uma realidade, é difícil gerir a diversidade? 

Sim, trata-se de um processo complexo. O fluxo migratório para os PALOP conduz a transformações sociais e económicas nos países de acolhimento. Paralelamente, as organizações sofrem com essa realidade e necessitam de efetuar os devidos ajustamentos. Existe uma grande preocupação das empresas em gerir a diversidade. Este processo implica a capacidade de integrar harmoniosamente pessoas que têm hábitos, expectativas, valores socioculturais e formas de relacionamento interpessoal diferentes.

Aqui a questão que se coloca é se as organizações (pessoas que nelas trabalham) encaram a diversidade como uma oportunidade ou como uma ameaça, pois no primeiro momento podem existir alguns fatores de intolerância ou incompreensão. Na minha opinião, em termos de gestão, é imperativo que as empresas tenham em conta as oportunidades deste processo, uma vez que este é mais vantajoso na qualidade das soluções que proporciona, gera índices de produtividade superiores e permite olhar para os problemas com visões diferentes, mas complementares. Independentemente da “bagagem” cultural de cada um, deve ser garantido o alinhamento de todas as pessoas com a missão e os valores da organização, para a concretização dos objetivos e para o crescimento sustentável do negócio.

Que mensagem gostaria de deixar a todas as mulheres que irão ler a sua entrevista?

A vida é enriquecida com mudanças e transições. Mudar de lugar onde se vive, de carreira, de emprego, de projetos e de relações, permite-nos adquirir e desenvolver novas competências, novas formas de encararmos os obstáculos.

Aceitar os desafios sem medo de errar, porque o erro faz parte do nosso crescimento, sair da nossa zona de conforto, agarrar as oportunidades com muita dedicação e nunca ter receio de voltar ao princípio para construir tudo de novo, são a base para uma mudança evolutiva e certamente bem-sucedida.

Acredito que muito depende de nós, pois somos, em grande parte, consequência das nossas ações.

“As mulheres de Angola têm muitas conquistas conseguidas”

É Vice-decana interina para os Assuntos Académicos da Faculdade de Letras da Universidade Agostinho Neto, deputada pela bancada do MPLA e secretária para as Relações Exteriores da OMA… Como descreveria o seu percurso e que motivações estiveram na origem de um trajeto desenhado entre o ensino, a política e o ativismo?

O meu percurso de vida esteve muito ligado aos meus sonhos. Desde pequena desejava ser professora, por força da vida (1974/ 75) enquadrei-me no MPLA e segui a trajetória política dos jovens da minha idade (irreverência) e tomada de decisão.

O ativismo veio por acréscimo, vontade de ajudar, colaborar e sobretudo prestar solidariedade aos que mais necessitavam. 

Por que escolheu o ensino para construir uma carreira profissional?

O ensino como carreira profissional, porque já fazia parte do meu “Eu”; a minha mãe dizia que mesmo desde pequena (7/11 anos) gostava de ensinar as crianças do bairro. Colocava-as em bancos e ensinava-as, estava inerente à minha pessoa.

A sociedade atribui ao papel de professor muitas vezes o de educador, aquele que prepara os futuros adultos e líderes. Sente isso?

Sinto sim senhora e tenho orgulho dessa minha vida de educadora, qualquer aluno ou estudante que passa por mim, sente isso, não só ensino, mas sobretudo educo.

É mãe de três filhos e já tem netos. Foi difícil encontrar o equilíbrio entre uma vida profissional tão preenchida com a familiar?

Nunca foi problema porque sempre tive apoio do meus familiares, especial do meu marido, que sempre envidou esforços para eu me formar e colaborar condignamente na família. Para ele, uma mulher formada é subsídio para vida futura.

O mundo está em constante mudança e com ele mudam as pessoas… Olhando para as gerações mais novas, que mundo diria que teremos amanhã?

Teremos amanhã o mundo que preparamos hoje. Acontece em todas as gerações. Tudo é fruto de continuidade. Tanto que nos adaptamos às mudanças muito rapidamente. Senão vejamos, até os anos 90 não existiam telefones móveis. Logo que as tecnologias evoluíram, imediatamente nos adaptamos e cá estamos. Hoje teclamos coisas que não sonharíamos em tempos.

Desde a criação da luz elétrica que o mundo vai se transformando vertiginosamente. Temos o dom de adaptação.

Sobre a OMA – organização que defende os direitos da mulher angolana – o que a levou a abraçar este projeto dedicado à emancipação feminina?

Foi toda uma sequência de vida, enquadrei-me na OMA quase simultaneamente com o Partido MPLA. A OMA naquela altura era uma organização muito proativa. Tínhamos o direito e dever de mobilizarmos as mulheres para os trabalhos socias no bairro; especificamente a educação familiar moral e ética. Presto uma homenagem merecida às mulheres que comigo militaram na OMA da Vila Alice: Regina Marques, Lourdes, Noémia, Miquelina Dinis, Deolinda, Conceição Caposso, Helena Milagre, Ana Ezequiel de Almeida, Conceição Piedade, Francisca do Marçal, Ana do Zangado, Palmira Pascoal, e tantas outras.

Neste momento, qual é a realidade da mulher angolana face à discriminação laboral e em sociedade?

A mulher angolana tem grandes desafios. Desde que me enquadrei na OMA que ela demostra estar com firmeza na luta pelos seus direitos. Temos vindo a ultrapassar algumas barreiras; as mulheres de Angola hoje têm muitas conquistas já conseguidas. Lutamos contra todas as formas de discriminação, sobretudo na educação do género; ainda há alguns tabus que não se conseguem ultrapassar somente com leis, mas sim com educação cultural; a mulher Angolana está inserida num processo de luta a nível mundial e há tabus que já conseguimos ultrapassar; Temos o direito ao voto; a Constituição de Angola consagra-nos no artigo 22º e 23º do Capítulo I, do Título II, Direitos e Deveres Fundamentais; Temos assinadas várias Convenções do género; somos membros da CEDAW (Comissão dos Direitos das Mulheres das Nações Unidas) e outras Convenções Internacionais. Mas, não descuramos o valor que a mulher detém na sociedade Angolana. Tudo são conquistas, não nos deixamos relaxar. 

Tem algum lema de vida? Qual é?

O meu lema de vida é a solidariedade e conseguir alcançar os meus sonhos. A solidariedade creio que é melhor para todas as mulheres de valor.

Estou inserida no continente africano, e como tal, em Angola, ainda há um longo caminho a percorrer na luta contra vários problemas sociais e não só. O nosso continente é muito fustigado. Temos problemas com refugiados, luta contra a pobreza, luta contra a discriminação, luta a favor da melhoria do meio ambiente, entre outras. Então não podemos adormecer. A nossa batalha é constante mas vamos vencer. Temos também que respeitar o outro, esse é outro lema para aprendermos a trabalhar em solidariedade e união. A nossa luta também é regional e internacional.

“O céu não e o limite!”

Que história pode ser contada sobre o seu percurso (até chegar à SMO)?

Durante seis anos fui Assessora e Gestora de Marketing, sendo responsável pelos negócios e compras, negociando com os fornecedores e clientes nacionais e internacionais, encontrando novas oportunidades no mercado, gestora dos eventos e feiras. Acumulava, também, a responsabilidade do desenvolvimento das estratégias comerciais e marketing dos produtos. Aconselhando as melhores práticas de gestão geral, implementando e introduzindo processos de melhoria.

Em 2013, trabalhei na Katoen Natie Bélgica e no Brasil, em várias operações logísticas, exercendo funções Team Leader, Supervisora em diferentes áreas e negócios, clientes como Kimberly Clark, Zoetis, Timken, Volvo, Quiksilver e outros clientes. Gerindo equipas nas operações em diferentes departamentos, supervisionar e treinar as equipas. Coordenando, controlando e integrando novos processos, resolvendo e dando soluções a problemas e/ ou desvios nas startups. Especialista em suporte técnico de integração de ERP (SAP, ATLAS); implementação e melhoria contínua.

Entretanto, em 2016 aceitei um novo desafio na XPO Logistics Belgium, desempenhando funções de Gestora de Projetos. Desenvolvimento e criações de projetos de melhorias contínuas em operações de logística, coordenar, implementar, melhorar e controlar, garantindo a coerência com a estratégia da empresa, compromissos e objetivos, com os respetivos clientes.

Passados alguns meses fui aliciada com uma proposta e a concretização de mais um sonho: regressar a Portugal, exercendo as funções de Gerente/Managing Director. Um projeto extremamente desafiador e desgastante, sendo constantemente confrontada com os demais gestores masculinos, na área da agricultura.

Assim, antecipando os meus futuros sonhos, iniciei, muito recentemente, o meu projeto pessoal. Sou consultora de gestão e supply chain independente, direcionando os meus serviços para o delineamento/desenvolvimento da gestão estratégica de novos negócios e/ou novos posicionamentos no mercado; bem como, criação e/ou desenvolvimento de projetos de supply chain; logísticos; lean projects; melhoria continua; change management com o propósito de gerar receitas e, obviamente, o sucesso.

Para além disso, tenho uma parceria com CrossLogistics, colaborando nos vários projetos logísticos.

Trabalha em supply chain há uns anos… O que mais gosta no seu trabalho?

Adoro startups, todo o envolvimento no novo desafio, novos conceitos, definição de novos processos, a resolução de problemas de imediato, coaching. É realmente o que me faz sorrir. Quando a operação inicia (go live) e comeca a fluir, sinto-me realizada.

Este é um setor que sofreu inúmeras mudanças ao longo dos tempos. Qual o momento mais desafiante da sua carreira e porquê?

O momento mais desafiante da minha carreira foi o convite para a resolução de um problema de inventário e estruturação de uma nova operação logística automotivo na Katoen Natie Brasil. Eu e a minha equipa trabalhamos dia e noite, para solucionar os problemas durante um mês, com sucesso. No entanto, fui convidada para permanecer mais um mês, garantindo a continuidade da operação e formando as equipas brasileiras para caucionar a eficiência da operação logística.

Fazem falta mais mulheres em supply chain ou em funções equiparadas?

Sim, fazem falta boas profissionais, ambiciosas e lutadoras. As mulheres tendo como funções, como por exemplo, Supply Chain Manager ou Managing Director, terão sempre que demonstrar/provar que conseguem superar as dificuldades perante os desafios, com eficácia.

Que características naturais têm as mulheres que são mais-valias no mundo da logística?

As características naturais que realmente são mais-valias no mundo da logística, são uma maior capacidade gestão de tempo e multitasking.

Uma mensagem para as mulheres que sentem na pele as dificuldades de conquistar espaço num mercado ainda predominantemente masculino, como é a logística/supply chain.

Todas nós, mulheres, conseguimos alcançar os nossos objetivos, se acreditarmos em nós próprias, nos nossos sonhos. Trabalhando com muita dedicação e profissionalismo, tendo sempre em conta os valores éticos e morais. Não há impossíveis, tudo é possível com um sorriso, muita determinação e esforço. O céu não e o limite!

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