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Primeiro-ministro culpa PT pelo colapso do SIRESP

“O colapso do SIRESP resultou do colapso da rede da PT”, declarou ao jornal o primeiro-ministro.

Segundo o Expresso, o Governo responsabiliza a PT “pelas falhas de comunicação na tragédia de Pedrógão Grande e quer forçar a empresa a melhorar a sua rede em áreas potenciais de incêndio, substituindo cabos aéreos (como os que arderam em Pedrógão) por cabos subterrâneos nas estradas que já disponham de calhas técnicas para o efeito — mas que estão vazias”.

“É inadmissível que as redes de comunicações junto as estradas nacionais que já têm calhas técnicas não estejam enterradas e continuem com os cabos aéreos”, disse Costa.

De acordo o jornal, a ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, está a pressionar a empresa que gere o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP), o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, está a negociar com a PT e António Costa já teria falado sobre esta questão com o ‘patrão’ da Altice, Patrick Drahi, que controla a PT.

O primeiro-ministro, segundo o jornal, não comentou as informações sobre as pressões à empresa de telecomunicações.

António Costa remeteu as suas declarações para as conclusões do relatório preliminar do Instituto de Telecomunicações, divulgado esta semana.

“O que falhou foi que grande parte daquela rede (de emergência, do SIRESP) assenta na rede fixa da PT; a rede fixa da PT assenta em cabos aéreos que, obviamente, numa zona florestal que está a arder, ardem. E, portanto, colapsam as comunicações”, disse Costa.

O primeiro-ministro afastou, contudo, intervenções drásticas, como nacionalizar o SIRESP ou “rasgar” o contrato.

“A nacionalização ou qualquer uma dessas medidas não resolveria o problema”, declarou Costa, tendo sido o próprio a assinar o contrato com o SIRESP quando era ministro da Administração Interna, em 2005.

O primeiro-ministro referiu que outras medidas estão a ser tomadas para a resolução do problema.

A ministra da Administração Interna, segundo Costa, “está precisamente neste momento a trabalhar com o SIRESP para que seja dotado das redundâncias necessárias para que este sistema não falhe, além de já ter assegurado o funcionamento pleno de quatro carrinhas que asseguram a ligação a satélite que permita restabelecer as ligações em caso de colapso da rede fixa da PT”.

De acordo com o Expresso, o Governo está a pressionar o próprio SIRESP a exigir melhores serviços da PT.

Ainda segundo o jornal, Pedro Marques está a liderar as conversas com a PT, “mas também a baixar os custos a suportar pela empresa para que os cabos possam ser enterrados nas calhas técnicas”.

“O custo é o principal obstáculo levantado pela PT, que terá de pagar não só pela passagem dos cabos aéreos para subterrâneos como terá de passar a suportar custos pela passagem dos cabos”, de acordo com o jornal.

O Expresso referiu ainda que o “Governo prepara-se para anunciar uma descida dos preços cobrados pelas Infraestruturas de Portugal (IP)” e, na próxima segunda-feira, “os preços cobrados pela IP para a oferta comercial de Canal Técnico Rodoviário terão uma descida de 50%”.

Este novo preçário teve a concordância dos dois reguladores do setor, a ANACOM – Autoridade Nacional de Comunicações e o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT).

A entrevista na íntegra com António Costa será divulgada pelo Expresso na próxima semana.

Trabalhadores da PT vão continuar a lutar e admitem recorrer a nova greve

“Decidimos que é necessário continuar a lutar, com todo o tipo de ações e pressão sobre o governo, no sentido de sermos recebidos. Há disponibilidade total para uma nova ação igual ou superior à feita no dia 21 [de julho], se as coisas não se resolverem normalmente e neste tempo imediato”, admitiu Jorge Félix.

Depois de um plenário que decorreu ao longo de três horas, os trabalhadores concentraram-se à entrada das instalações da PT de Viseu com uma tarja onde se podia ler “os trabalhadores da PT reclamam que o governo impeça a destruição da PT Portugal”.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Portugal Telecom, “as transmissões que estão na Portugal Telecom são irregulares e ilegais”.

“Depois do que o senhor primeiro-ministro teve a coragem de dizer publicamente, tem de passar das palavras aos atos e fazer com que esta situação seja revertida, nomeadamente em relação aos 155 trabalhadores que já foram transmitidos e para que não haja mais transmissões deste tipo e feitas desta forma”, apontou.

Em Viseu, dos 90 trabalhadores da PT, cerca de 10 já saíram após rescisão, “sendo seis os que foram transmitidos desde o dia 22 de julho”.

Francisco Coelho tem 53 anos e é um desses trabalhadores que passou há cerca de duas semanas para uma empresa do Grupo Visabeira, depois de trabalhar cerca de 27 na PT de Viseu.

“Mandam-nos e temos que andar que nem carneirinhos. A informação nem nos é dada no tempo que a lei exige, é preferível pagarem multas do que informar os colaboradores a tempo”, lamentou.

Francisco Coelho diz que durante um ano vai trabalhar no mesmo local, com os mesmos costumes mas com novos patrões.

“Dizem-nos que não perdemos direitos, mas no fim do ano perdemos o subsistema de saúde que temos e a Caixa Geral de Aposentações. Por exemplo, aqui se me quisesse reformar aos 55 anos já podia e tendo passado para a Segurança Social perdi esse direito: afinal as coisas não são como dizem”, sublinhou.

Em relação ao salário mensal também lhe garantiram que seria o mesmo, no entanto, garante que é como São Tomé e terá de aguardar até ao final do mês para “ver para crer”.

“Tenho 53 anos, quem rescinde agora recebe compensação um pouco acima da lei, mas não dão fundo de desemprego e faltam-me 13 anos para a reforma. Os jovens não conseguem emprego e eu vou arranjar emprego?”, concluiu, mostrando-se muito preocupado com o futuro que irá encontrar dentro de um ano.

Trabalhadores da PT em greve. É a primeira greve em 10 anos

Os sindicatos afetos à PT e a Comissão de Trabalhadores convocaram a greve em protesto contra a transferência de 155 trabalhadores da operadora de telecomunicações para empresas do grupo Altice e Visabeira.

A concentração de trabalhadores prolonga-se durante esta sexta-feira junto à sede da PT, em Lisboa, e termina a residência oficial do primeiro-ministro.

Cento e cinquenta e cinco trabalhadores foram transferidos mas existem cerca de 200 que neste momento não têm funções atribuídas na empresa.

O líder da CGTP condena a transferência de mais de 150 trabalhadores da PT Portugal para empresas do grupo Altice e Visabeira, considerando tratar-se de uma “situação inadmissível” e que é um “despedimento encapotado”. Arménio Carlos refere que “em cerca de dois anos de presença em Portugal a Altice já pagou coimas superiores a 110 mil euros à Autoridade para as Condições do Trabalho” e que em França já pagou vários milhões. Apela ao Governo para que intervenha.

Esta é a primeira greve dos trabalhadores da operadora de telecomunicações em mais de dez anos.

Pelas 13h30, os trabalhadores da PT Portugal provenientes de todo o país vão concentrar-se em Picoas, junto à sede da empresa. Seguem depois em marcha até à residência oficial do primeiro-ministro.

O protesto ocorre poucos dias depois de o grupo Altice ter anunciado que chegou a acordo com a espanhola Prisa para a compra da Media Capital, dona da TVI, numa operação avaliada em 440 milhões de euros.

A greve levou a PT Portugal a ativar os “devidos planos de contingência”, segundo informação prestada à agência Lusa por fonte oficial da operadora. A Lusa questionou que planos são esses, não tendo obtido esclarecimentos adicionais.

O que aconteceu aos homens da PT?

Eram dos administradores mais bem pagos do país, tinham poder e prestígio, faziam parte da gestão de uma empresa que se orgulhava de ser uma das mais sofisticadas do sector no mundo: a Portugal Telecom (PT). É passado. A operadora entrou numa espiral de erros — as aplicações no Grupo Espírito Santo e a fusão com a brasileira Oi. E acabou vendida sem honra, nem glória, à franco-israelita Altice.

O que aconteceu à elite que governava a empresa nos últimos anos, sob a batuta de Zeinal Bava e Henrique Granadeiro, ex-presidentes do grupo? Muitos emigraram (sobretudo os gestores com perfil mais técnico), outros dedicaram-se a negócios pessoais ou tornaram-se consultores independentes, alguns ficaram em casa ou reformaram-se. Os que emigraram foram sobretudo para empresas portuguesas ou da lusofonia. Dos que ficaram em Portugal mais do que um apostaram no imobiliário e turismo.

Presidente da PT mostra-se «mais do que otimista» sobre posicionamento da empresa

«Investimento, inovação e bom posicionamento no mercado, estou mais do que otimista», disse Paulo Neves, à margem da conferência ‘Portugal: entre o rigor e a audácia’, que decorre em Lisboa, no âmbito do 30.º aniversário da Agência Lusa.
Paulo Neves falava depois de terem sido hoje divulgados os resultados financeiros da Altice, dona da PT Portugal desde junho do ano passado, e das empresas do grupo.

Alargar cobertura da fibra ótica por todo o país, o objetivo da PT

“Dissemos que queríamos cobrir três milhões de casas ao fim de cinco anos, estamos a fazer 2.500 a 3.000 casas por dia e esperamos no final do ano ter uma cobertura adicional de 700.000 casas”, afirmou Paulo Neves, no jantar-debate organizado pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC), que decorreu em Lisboa.

“Estamos afazer mais do que dissemos, não queremos fazer 600.00, queremos 700.000”, salientou.

Em novembro do ano passado, a dona da Meo tinha anunciado o alargamento da cobertura da rede de fibra ótica a três milhões de casas até 2020, o que se traduziria num ritmo de 50 mil casas por mês nos próximos cinco anos (600 mil casas por ano).

“Já instalámos mais de 250.000 casas”, ou seja, mais de 250.000 famílias podem “utilizar a rede de fibra da PT”, disse.

Além disso, Paulo Neves anunciou, “em primeira mão”, que a partir do próximo mês a PT Portugal iria fazer o “‘deployment'” [alargamento da cobertura] “nas ilhas” dos Açores e da Madeira.

Relativamente aos trabalhadores da operadora de telecomunicações, Paulo Neves afirmou: “Não estamos a fazer despedimentos”.

Acrescentou que a empresa tem “mais de 2.000 pessoas a trabalhar no ‘deployment’ da fibra” e 4.000 nos ‘contact centers’ [centros de contacto] da Altice em Portugal.

“O que temos feito é reutilizar e utilizar as pessoas”, acrescentou

 

Altice vai cortar benefícios a trabalhadores da PT Portugal

É já a partir de abril que os trabalhadores vão sofrer esta redução no pacote salarial. As medidas visam uniformizar a política de benefícios da Altice, dona da Meo, às restantes companhias do grupo francês fundado por Patrick Drahi, apurou o DN/Dinheiro Vivo.

“Tendo em conta o contexto multinacional em que a PT está inserida – o grupo francês está presente em 15 países e tem mais de 38 mil colaboradores – e para manter equidade e alinhamento internacional foi decidido proceder a algumas alterações, assegurando sempre que todos os colaboradores dispõem dos meios e dos instrumentos indispensáveis ao exercício das suas funções”, diz a empresa.

Depois da redução dos subsídios de refeição e nas ajudas de custo, a PT voltou a cortar nos benefícios dos trabalhadores, numa altura em que iniciou a negociação do acordo coletivo de trabalho da empresa. Aliás, foi no própria dia em que administração e os sindicatos se sentaram para negociar que Paulo Neves, CEO da PT, comunicou aos trabalhadores esta mudança nos descontos nos pacotes M4O e M5O.

Estes pacotes de serviços integrados – e que são comercializados pela empresa por valores que oscilam entre os 53,99 e 81,99 euros – eram até aqui gratuitos para os trabalhadores no ativo e eram vistos como uma forma de compensar os que tinham os salários congelados há vários anos. A partir de abril passam a pagar por estes serviços, embora a PT vá manter uma política de descontos que oscila entre os 58% até cerca de 80% para os colaboradores no ativo.

O mesmo corte vai ser sentido pelos cinco mil trabalhadores em situação de pré-reforma e com contrato suspenso. Até aqui quem tinha pacotes integrados só pagava metade do valor; agora só terá um desconto de 30%, o mesmo que beneficia os reformados da PT. Aqui não há mexidas, nem nas comunicações móveis a que os trabalhadores da empresa têm direito (foi reforçado os pacotes de dados).

Mas não é só nas telecomunicações que a dona da Meo quer cortar. Vai haver mudanças na política de atribuição das viaturas para uso próprio, revelou na sexta-feira a administração aos diretores de primeira linha. A partir de abril, só a comissão executiva e os diretores de primeira e de segunda linha terão direito a carro da empresa. Uma redução significativa no número de beneficiários. Até aqui, ao que foi possível apurar, seriam cerca de 800 colaboradores a ter esta benesse no seu pacote salarial.

Os restantes trabalhadores, a não ser em casos excecionais, deixarão de ter carro pago pela empresa para utilização própria. E o mesmo sucede com o direito a parque de estacionamento, a plafonds de combustível e a Via Verde. Só quem tem direito a carro beneficia destas regalias. As opções a nível de escolha de carro também foram substancialmente reduzidas, passando a empresa apenas a oferecer três modelos de uma única marca: a francesa Renault.

Nas próximas semanas, estas decisões serão comunicadas aos trabalhadores que até aqui tinham estes benefícios.

As medidas de contenção de despesas estão, no entanto, a provocar alguma inquietação. Fontes ouvidas pelo DN/Dinheiro Vivo receiam uma desmotivação dos colaboradores, num momento em que a PT tem pela frente uma grande pressão para apresentar resultados e um plano de expansão da rede de fibra: 600 mil lares só em 2016. A Altice quer colocar a margem de EBITDA da PT nos 40%, ao nível dos concorrentes europeus. A dona da Meo ainda está longe desses números: fechou o terceiro trimestre com 261,9 milhões de EBITDA (cash flow operacional), e uma margem de 45,2%. Ainda assim uma melhoria de 8,4 pontos percentuais muito à custa do corte de custos, já que as receitas recuaram 9,4%, para 579,3 milhões.

As reuniões com os sindicatos serão retomadas esta semana. Em cima da mesa está um aumento salarial de 3,5%. A empresa já deu indicação de que este valor será dificilmente atribuído.

SIC e MEO assinam novo acordo para distribuição de seis canais até 2018

O novo acordo tem início já em janeiro, é valido até dezembro de 2018 e permitirá ao grupo de Francisco Pinto Balsemão “cumprir os objetivos de crescimento que traçou para 2016”, assim como ao MEO, da PT Portugal (grupo Altice), “disponibilizar aos seus clientes os melhores conteúdos em português”, segundo o comunicado conjunto hoje divulgado.

“Neste âmbito, a SIC vai distribuir seis canais na plataforma MEO nos próximos três anos, com a entrada da SIC Caras em janeiro de 2016, que após celebrar recentemente o seu 2º aniversário, vê a sua audiência crescer exponencialmente”, lê-se no comunicado.

Nos próximos três anos, a SIC vai então distribuir na plataforma de televisão por subscrição MEO, que chega a mais de quatro milhões de portugueses, todos os canais que fazem parte do seu universo: SIC, SIC Notícias, SIC Radical, SIC Mulher, SIC K e SIC Caras.

“Conseguimos chegar a um acordo muito relevante para o Grupo Impresa, com um parceiro importante para nós. Além disso, vamos alargar a audiência potencial dos nossos seis canais nacionais a mais espectadores”, frisa o presidente executivo do Grupo Impresa, Pedro Norton, citado no comunicado.

No mesmo sentido, o presidente executivo da PT Portugal, Paulo Neves, destaca: “Este é um acordo, que acreditamos será benéfico, acima de tudo, para os espectadores da SIC e clientes do MEO”.

O gestor diz que o novo acordo “é o reforço do compromisso” que a operadora assumiu “de disponibilizar sempre os melhores conteúdos nacionais” e de ter uma oferta que vai ao encontro do que os seus clientes procuram.

“E é com grande satisfação que hoje anunciamos que a partir de janeiro a SIC Caras fará parte da oferta do MEO e chegará a mais quatro milhões de portugueses. Este é o caminho que estamos a traçar, de termos os melhores conteúdos alicerçados na melhor e maior rede de fibra ótica do país, num vasto ecossistema de inovação e com o compromisso de integrar um serviço de excelência”, diz Paulo Neves, também citado no documento.

A SIC, tal como a TVI, encontrava-se em negociações com a Meo, para a distribuição dos seus canais na plataforma, tendo a RTP chegado a acordo no mês passado.

O impasse no acordo entre a SIC e a TVI com a Meo levou a que a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) já tenha manifestado preocupação sobre o tema, admitindo a possibilidade de recorrer ao mecanismo legal das obrigações de transporte.

Depois do acordo hoje divulgado e do anúncio sobre o novo acordo de distribuição dos canais temáticos da SIC com a Vodafone Portugal também este mês, falta apenas agora a TVI chegar a acordo com a MEO.

Ações da PT fizeram a Segurança Social perder milhões

Portugal Telecom

A Segurança Social teve, entre 2010 e 2014, perdas de 152 milhões de euros com as ações que detém na Portugal Telecom, noticia o i.

Os títulos detidos pelo Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS) – criado para acautelar o pagamento de pensões em caso de sufoco financeiro – mereceram críticas do Tribunal de Contas, inscritas no parecer sobre a Conta Geral do Estado de 2014.

Se, no final de 2010, a participação da Segurança Social na PT estava avaliada em 169,8 milhões de euros, no final de 2014 as ações valiam apenas 17,5 milhões. A desvalorização reflete essencialmente a descida da cotação dos títulos na bolsa.

O Tribunal de Contas considera, por isso, que “não existe qualquer explicação para a manutenção dos investimentos que geram perdas sucessivas”.

Donos da PT estão entre os piores pagadores franceses

Portugal Telecom

As queixas repetidas das empresas credoras vão ter custos para duas empresas do grupo Altice, dona da PT Portugal. A SFR e a Numéricable estão entre as cinco piores pagadoras francesas, sendo acusadas pelo Ministério da Economia gaulês de utilizar táticas demasiado agressivas para convencer os fornecedores a diminuir os preços.
Além das duas companhias do universo Altice, fazem parte do ranking de maus pagadores a empresa aeroespacial Airbus Helicopters, a gigante alimentar Paul Prédault e a Comasud, do setor de madeiras e materiais de construção.
De acordo com o jornal económico Les Echos, cada uma das empresas terá de pagar multas de 375 mil euros “por atrasos significativos e repetidos no pagamento de faturas”. Um porta-voz da Numéricable revelou que as acusações das autoridades francesas não serão contestadas, mas garante que as relações com os fornecedores foram regularizadas a partir do terceiro trimeostre deste ano.
Após a entrada em Portugal, a Altice deu início a um processo de cortes unilaterais nos custos de fornecimento da PT Portugal, com o objetivo de reduzir os gastos em cerca de 30%.

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