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Existe um novo paradigma do recrutamento em Portugal?

Esqueça tudo o que tem como certo relativamente a dinâmicas de recrutamento em Portugal”. Concorda com esta frase?

Somente em parte. Sim, é verdade que as dinâmicas de recrutamento mudaram, e que os esforços de quem recruta, neste momento, estão a ser direcionados para outras realidades. No entanto, há toda uma cultura, e toda uma base de interação, que ainda se mantém, e que certamente não irá mudar ou irá demorar muito a acontecer.

Durante muito tempo, o recrutamento foi encarado como um desafio pelos candidatos. Com a transformação digital, este paradigma alterou drasticamente. De que forma? O desafio direcionou-se completamente para os recrutadores?

O desafio agora é de ambas as partes. Implica um esforço extra para quem recruta, que teve que deixar cair o habitual processo de anúncio e candidatura. Atualmente, recrutar implica pesquisa exaustiva, através de todas as novas formas de recrutamento. Implica também um investimento na atração de candidatos: não basta sermos um empregador, temos que ser a empresa onde todos querem trabalhar. No entanto, tanto esforço despendido implica também critérios mais apurados por parte de quem recruta, o que representa um novo desafio também para os candidatos.

Os candidatos são agora a força dominante do processo de recrutamento?

Penso que atualmente existe um equilíbrio. Se antes o processo era controlado, quase na maioria, pelo empregador, agora este controlo é dividido por ambas as partes. Há um processo bilateral de seleção: a empresa continua a decidir se o candidato corresponde ao que pretende, e o candidato, por sua vez, avalia a empresa e decide se é ali que quer desenvolver a sua carreira.

O mercado está em clara mudança e enfrenta múltiplos desafios até no campo ético. Como podemos definir ou classificar o processo de recrutamento atualmente? Estamos preparados para esta mudança?

As questões éticas, relativas ao recrutamento, sempre se levantaram. Se até há pouco tempo as linhas eram ténues, e respeitar as questões éticas estava nas mãos de cada empresa e de cada recrutador, agora a realidade mudou! Com a entrada em vigor do novo Regulamento Geral de Proteção de Dados, surgiu a necessidade de reestruturar todo o processo de recrutamento. Agora as regras são claras, e têm que ser respeitadas. No geral, acredito que é uma mudança positiva: agora, o candidato tem um controlo maior sobre o processo, e sabe como e para onde vão os seus dados. Há uma maior transparência, e é menos provável acontecerem quebras de sigilo. No entanto, esta mudança também implica um maior processo burocrático, e este é o grande desafio para as empresas. Além disso, existe um desconhecimento geral sobre as verdadeiras diretivas do RGPD e de como impactam o recrutamento, o que poderá contribuir para uma fraca preparação por parte das empresas que recrutam. Na Crossjoin, o processo de recrutamento sempre ocorreu com total transparência, e por isso a implementação foi fácil. Foi feito um investimento, foram contratados serviços de consultoria externa, foi pedido apoio ao nosso gabinete jurídico, e com base nisso foram criados procedimentos internos que garantem que respeitamos todas as normas.

Pode uma empresa recrutar um talento através do Instagram, por exemplo? 

Pode, mas é uma questão que tem que ser encarada com cuidado. Atualmente, o processo de recrutamento está muito associado às redes sociais. Estas redes são a nossa principal forma de comunicação com possíveis candidatos e são, na maioria das vezes, a primeira forma de contacto entre a empresa e o candidato. No entanto, o seu papel no recrutamento termina exatamente aí: chegar ao contacto. Não devem nunca ser usadas para recolher mais informações ou dados sobre os candidatos sem que estes estejam conscientes desse processo.

Em quatro anos, em Portugal, a contratação através das redes sociais mais do que triplicou na Europa. Trata-se de um “novo paradigma ou um novo paradoxo”?

Trata-se, acima de tudo, de uma nova forma de encarar o recrutamento – logo, um novo paradigma. As redes sociais são claramente a melhor e mais direta forma de chegar aos candidatos e de fazer uma primeira abordagem. E são também a principal forma da empresa se promover enquanto empregador de excelência. Foi uma mudança instituída pelos candidatos, e à qual as empresas tiveram que se adaptar, dando origem a toda uma nova forma de recrutar.

CP está a recrutar 120 maquinistas, operadores de revisão e de venda

Em declarações à Lusa, o presidente da CP, Manuel Queiró, afirmou que o recrutamento em curso abrange todas as classes ligadas à operação – maquinistas, operadores de revisão e de venda -, num total de 120 operacionais, estando “em fase adiantada”.

O presidente da CP explicou que a contratação de trabalhadores foi autorizada pelo Governo “em finais de setembro”, após “dois anos e meio de insistência”, sublinhando que ainda é cedo para saber se este reforço dos quadros é suficiente para fazer face às necessidades da empresa.

“Quando [o recrutamento] terminar, vamos ver se precisamos de mais. Em dois ou três meses podemos fazer um balaço”, declarou.

Segundo o responsável, o recrutamento decorre em duas fases, com as candidaturas abertas num primeiro momento aos trabalhadores da empresa e, posteriormente, ao exterior.

As empresas do Setor Empresarial do Estado não podem proceder ao recrutamento de trabalhadores para a constituição de vínculos de emprego por tempo indeterminado, ou a termo, sem prejuízo de situações excecionais, devidamente fundamentadas, nos termos do disposto na legislação.

Les Roches e Glion recrutam em Portugal

As Escolas de Alta Direção Hoteleira Les Roches e Glion Institute of Higher Education regressam a Portugal para recrutar estudantes portugueses para os cursos com início em abril e julho deste ano, marcando presença em duas das principais feiras de Ensino e Educação realizadas no país. Nos dias 12 e 13 de março na Study Abroad, em Lisboa e no Porto respetivamente, num evento dedicado em exclusivo a quem pretende estudar no estrangeiro, e entre os dias 16 e 19 de março, em Lisboa, na Futurália, a maior Feira de Ensino, Educação, Formação e Empregabilidade.

Em destaque em ambos os eventos vão estar os programas de Licenciatura em Administração Hoteleira e a nova Pós Graduação em Marketing Management for Luxury Tourism da Les Roches, e os programas de Licenciatura e Pós Graduação em Gestão de Eventos, Desportos e Entretenimento da Glion. Para além da oferta formativa, no espaço da Laureate Hospitality Education na Study Abroad e na Futurália os potenciais alunos têm ainda à disposição informações sobre o processo de recrutamento, o valor das propinas, as oportunidades de estágio nas mais conceituadas marcas e multinacionais de luxo a nível mundial, e dinâmica da vida nos diversos Campus das Escolas.

Todos os anos são entre 50 a 60 os estudantes portugueses que entram nas Escolas premium de Hospitality Education, um número que tem vindo a aumentar e que justifica o reforço da comunicação e do recrutamento em Portugal, uma situação que segundo Pedro Martins, Educational Councelor, se deve a uma mudança na mentalidade que se tem vindo a notar nos últimos anos, “os nossos jovens mostram atualmente uma vontade muito grande de viajar, conhecer outras realidades e, em simultâneo, investir numa formação de qualidade, com reconhecimento internacional. Os alunos portugueses de hoje não impõem limites às suas vidas profissionais e querem ser reconhecidos em qualquer parte do Mundo. São normalmente os alunos com uma visão mais global, universal, e com muita ambição”.

Com uma taxa de empregabilidade de 90%, e numa altura em que o setor do turismo continua a ser um dos principais motores da economia não só de Portugal como na maioria dos países a nível mundial, a Les Roches Marbella e a Glion London continuam a ser uma das principais opções para quem quer fazer um percurso de sucesso internacional na área da Hotelaria e do Turismo.
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SOBRE A LES ROCHES:
A Les Roches Marbella, International School of Hotek Management, é uma instituição privada espanhola de ensino especializada nos ramos de Hospitality, Turismo e Gestão de Eventos, com oferta de programas de licenciatura, pós-graduação e mestrado.
A Les Roches Marbella é uma filial do campus da Les Roches Suíça, certificada pela New England Association of Schools and Colleges e está no TOP 3 entre todas as escolas de administração hoteleira internacionais. Há mais de 30 anos que a Les Roches prepara estudantes internacionais para o sucesso nas indústrias de serviços, através do deu modelo de programa de ensino em Hospitality que combina a teoria com a prática, a aprendizagem independente com o apoio do corpo docente, e sólidas bases para um enriquecimento educativo contínuo, que garante a empregabilidade imediata e ascensão a posições de liderança na indústria.

SOBRE A GLION:
Fundada em 1962, a Glion Institute of Higher Education é uma instituição de ensino privado, com uma oferta formativa com programas de licenciatura e pós-graduação nas áreas de hotelaria, turismo, gestão de eventos, desporto e entretenimento. Considerada entre o Top 3 das melhores escolas de Hospitality Management do Mundo, a Glion tem os seus campus na Suíça e em Londres, onde todos os anos recebe alunos de mais de 90 nacionalidades, um ambiente educacional multicultural único, que aliado a um ensino que combina a vertente académica com a prática, proporciona uma experiência internacional distinta que prepara os alunos para posições de topo nos prósperos setores da hotelaria, do turismo e dos serviços em todo o mundo.
A Glion é uma escola do grupo Laureate Hospitality Education, líder mundial no ensino de hospitality management.

Há cerca de 350 vagas para preencher na cadeia de hóteis Tivoli

Porque estamos a iniciar um novo ano, e porque a cadeia Tivoli Hotels & Resorts quer arrancar “em grande”, este mês terão lugar em Lisboa e Vilamoura, respetivamente, ações de recrutamento.

“O objetivo”, lê-se no evento criado no Facebook, “é de preencher cerca de 350 vagas já para os primeiros meses do ano”.

E há vagas disponíveis “para áreas específicas” como “Hotelaria, Alimentação e Bebidas (gestão, cozinha, bar, restaurante), Alojamentos (recepção, quartos) e Animação”, mas também para “Vendas, Recursos Humanos, Gestão de Loja, Secretariado, Controlo de Qualidade, entre outras”.

“O ‘Tivoli Open Day’ apresenta um programa inovador onde, além das candidaturas às vagas, iremos ter sessões de Speed Interviews, workshops sobre como elaborar um CV eficaz, sessões sobre a Cultura de Serviço, entre outros”, acrescenta a mesma nota.

Se está interessado fique a saber que o ‘Tivoli Open Day’ acontecerá no dia 18 de janeiro, em Lisboa, e dia 28 de janeiro, em Vilamoura, entre as 10h00 e as 20h00.

O IKEA está a recrutar

IKEA

A cadeia de mobiliário e decoração IKEA está a recrutar colaboradores para diferentes áreas do negócio.
Na área do recrutamento, no site do IKEA, é possível ver ofertas três ofertas para a Grande Lisboa – uma para a loja de Loures e duas para a de Alfragide -, uma para a loja de Braga e outra para a loja de Paços de Ferreira.
Para a loja de Loures, a cadeia de mobiliário e decoração procura um colaborador de vendas a tempo parcial, enquanto para o espaço comercial de Alfragide o IKEA procura alguém para a administração (tempo inteiro a título temporário) e para o restaurante (tempo parcial a título temporário).
Para o espaço de Braga a empresa procura alguém para a função de assistente de vendas e apoio ao cliente a tempo inteiro e permanente, havendo ainda uma vaga para a loja de Paços de Ferreira para Business Developer também a tempo inteiro e a título permanente.

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