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Facebook pede desculpa por ter promovido jogo violento após massacacre

“Removemos a demonstração de vídeo e estamos arrependidos de não ter feito isso desde o início”, disse Hugo Barra, vice-presidente do Facebook, responsável pelas atividades de realidade virtual da empresa na Conferência de Acção Política Conservadora (CPAC), que está a decorrer desde quinta-feira, nos arredores de Washington.

Barra pediu desculpa pela “insensibilidade” às famílias das vítimas do tiroteio na escola secundária de Parkland, a 70 quilómetros de Miami, no estado norte-americano da Florida, onde Nikolas Cruz, de 19 anos, matou 17 pessoas no passado dia 14 de fevereiro.

Este foi 18.º incidente com armas de fogo em escolas ou locais próximos de estabelecimentos de ensino nos Estados Unidos, desde o início do ano. O tiroteio abriu um debate sobre a posse de armas na América, com o presidente Donald Trump a manifestar a intenção de dar armas aos professores para prevenir mais incidentes nas escolas, dizendo que a medida abrangeria docentes com “treino especial” e “solucionaria o problema instantaneamente”.

LUSA

YouTube sanciona ‘blogger’ Logan Paul após polémico vídeo sobre suicídio

No início do mês, o jovem, de 22 anos, gerou polémica por ter difundido imagens de uma pessoa enforcada numa árvore na floresta japonesa Aokigahara, perto do monte Fuji, conhecida pelo elevado número de suicídios.

As imagens foram retiradas do ‘site’ poucas horas depois. No entanto, segundo vários meios de comunicação social norte-americanos, tinham registado previamente mais de seis milhões de visualizações.

O vídeo, que deu a conhecer através da rede social Vine, mostrava imagens de Logan Paul e mais alguns amigos a encontrarem o corpo e a fazerem algumas piadas a rirem sobre a presença do cadáver.

O conhecido ‘blogger’ pediu desculpas aos cerca de 15 milhões de seguidores.

No entanto, o YouTube decidiu suspender os projetos que estavam em preparação com Logan Paul, anunciou na quarta-feira um porta-voz da plataforma à agência de notícias francesa AFP.

O ‘blogger’ trabalhava na sequência do filme “The Thinning”, difundido o ano passado na YouTube Red, que oferece conteúdos desenvolvidos especificamente para a plataforma.

O YouTube também indicou que Logan Paul não vai aparecer na quarta temporada da série do YouTube “Foursome”, da qual era um dos principais personagens.

A plataforma decidiu também retirá-lo do portefólio “Google Preferred”, que oferece aos anunciantes acesso a 5% dos conteúdos mais vistos do YouTube.

A filial da Google indicou na terça-feira que vai anunciar em breve medidas “para garantir que um vídeo como aquele [não seja] jamais difundido” na sua plataforma.

LUSA

Redes sociais são uma ferramenta essencial para a maioria das empresas portuguesas

Segundo o Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação nas Empresas divulgado hoje, 46% das empresas utilizam as redes sociais para criar, trocar e partilhar conteúdos online com clientes, fornecedores ou parceiros de negócios, quando, no passado, 45% das empresas o faziam.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) refere que a proporção de empresas que utilizam estes meios de comunicação digital “aumenta com a dimensão da empresa, variando entre 44% nas empresas com 10 a 49 pessoas ao serviço, 57% nas empresas de média dimensão e 73% nas grandes empresas”.

É nas de média dimensão (50 a 249 pessoas ao serviço) que se regista o maior aumento na percentagem de empresas que utilizam redes sociais (cerca de 7 pontos percentuais face a 50% em 2016), afirma o INE.

Por outro lado, 65% das empresas referem ter website, uma proporção que se manteve muito semelhante a 2016 (64%), embora represente um aumento de 13 pontos percentuais face a 2010, quando cerca de metade das empresas tinha uma página oficial na Internet (52%).

“Todavia, até ao ano anterior, os aumentos observados não foram suficientes para uma aproximação significativa do indicador nacional à proporção europeia”, observa o INE.

A proporção de empresas com website também aumenta com a dimensão das empresas: 61% para as empresas de 10 a 49 pessoas ao serviço, 83% nas empresas de 50 a 249 pessoas ao serviço e 96% nas grandes empresas.

O INE destaca o aumento de cinco pontos percentuais das empresas que usam ‘cloud computing’ em 2017: este ano quase um quarto das empresas portuguesas (23%) referem comprar serviços de tecnologias de informação e comunicação de ‘computação em nuvem’ através da internet.

Também esta proporção aumenta com a dimensão da empresa, salienta o INE, sendo uma prática referida por 20% das pequenas empresas, 35% das médias empresas e 55% das empresas com 250 ou mais pessoas ao serviço.

Do conjunto de empresas com 10 ou mais pessoas ao serviço que compraram serviços de computação em nuvem, 80% adquiriram correio eletrónico, 55% armazenamento de ficheiros, e 47% software de escritório. O arquivo de banco de dados da empresa e a aquisição de software de aplicação de contabilidade e finanças foram referidos, respetivamente, por 38% e 33% das empresas, enquanto a possibilidade de executar software da própria empresa e a gestão do relacionamento com clientes (CRM) registam proporções de 26% e 25%, descreve.

O INE observa ainda que quase um terço (30%) das empresas realizou comércio eletrónico em 2016 (os dados relativos ao comércio eletrónico respeitam ao ano anterior ao do inquérito), com destaque para a colocação de encomendas através de redes eletrónicas.

Por fim, apenas um quinto (20%) das empresas com dez ou mais pessoas ao serviço tem pessoal com competências em tecnologias de informação e comunicação, uma proporção que aumenta com a dimensão da empresa: 13% para empresas com 10 a 49 pessoas ao serviço, 50% para empresas com 50 a 249 pessoas ao serviço, e 77% nas grandes empresas.

As redes sociais “são usadas para manipular as pessoas” diz Tim Cook, CEO da Apple

A julgar por uma entrevista recentemente dada à CNBC, o CEO da Apple, Tim Cook, não tem neste momento a melhor das opiniões sobre redes sociais, considerando que atualmente são usadas para desinformar e manipular os internautas.

Cook foi chamado a comentar a atual polémica em que as redes sociais estão envolvidas, polémica esta que diz respeito à exibição de anúncios publicitários russos durante as eleições presidenciais dos EUA.

“Não acredito que a grande questão esteja nos anúncios ou em governos estrangeiros. Acredito que isso é cerca de 1% do problema. A grande questão é que algumas destas ferramentas [como redes sociais] são usadas para dividir e manipular as pessoas, para levar notícias falsas a grandes números para influenciar a forma de pensar”, apontou Cook. Pode ver o segmento na publicação de Twitter abaixo.

O CEO da Apple aproveitou ainda para voltar a afirmar que a Apple não coloca em risco a privacidade dos seus clientes, indicando que a tecnológica tem “uma perspetiva pró-privacidade”. “A Apple não sabe qual é o conteúdo das tuas mensagens. Encriptamos o FaceTime. Não sabemos o que estás a dizer”, garantiu.

Há um novo desafio no facebook cujo objetivo é forjar o próprio desaparecimento

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Facebook está a investigar um jogo que está a ser lançado na rede social e que dará pelo nome de ‘Desafio das 48 horas’. Neste, os menores são desafiados a fingir o seu próprio desaparecimento.

O objetivo é ganhar pontos à medida que o seu nome vai sendo partilhado na rede social e à medida que as publicações sobre o desaparecimento recebem comentários e likes.

Os participantes têm 48 horas para conseguir o maior número de pontos possíveis. Depois disso, têm que surgir e informar a todos que estão a salvo.

Segundo o Metro UK, ainda não existe nenhuma confirmação de que tenha havido alguém a participar no jogo, mas estão a ser levadas a cabo investigações para apurar o risco de se levar o desafio em diante.

“A segurança dos menores no Facebook é uma responsabilidade que levamos muito a sério e estamos a aguardar os dados para investigar o caso e assegurar que estamos em condições para agir caso seja preciso”, afirma um porta-voz da empresa.

Imagens publicadas nas redes sociais podem servir para detetar doenças mentais

Investigadores de duas universidades norte-americanas concluíram que o tipo de fotografias que as pessoas colocam na rede social Instagram podem indicar uma depressão e permitir, através de uma aplicação, detetar a doença.

“Isto leva a um novo método para detetar precocemente uma depressão e outras doenças mentais emergentes”, disse Chris Danforth, professor da Universidade de Vermont, que liderou o estudo com Andrew Reece, da Universidade de Harvard. Os dois garantem que o algoritmo pode detetar mais rapidamente a depressão do que o diagnóstico clínico.

E indicam, segundo o trabalho hoje publicado no jornal EPJ Data Science, que a taxa de deteção de 70% dos computadores é mais fiável que o sucesso de 42% dos casos por parte dos médicos de medicina geral.

Para a investigação, os responsáveis pediram a ajuda de voluntários, que compartilharam o seu Instagram e o historial de saúde mental. Recolheram 43.950 fotografias de 166 pessoas, metade das quais disseram ter estado clinicamente deprimidas nos últimos três anos.

Analisando as fotografias, utilizando informação psicológica sobre a preferência das pessoas pelo brilho, cor e sombra, os investigadores concluíram que pessoas mais deprimidas tendiam a publicar fotografias em média mais melancólicas, mais escuras e com menos qualidade do que as publicadas por pessoas saudáveis.

E também descobriram que pessoas saudáveis usavam filtros que dão às fotografias um tom mais quente e brilhante. Nas pessoas deprimidas o filtro mais popular é o que faz as fotografias ficarem a preto e branco.

“Por outras palavras, as pessoas que sofrem de depressão têm mais tendência para escolher um filtro que literalmente tira a cor das imagens que querem partilhar”, disseram os investigadores.

Faces nas fotografias partilhadas também são um indicador. De acordo com o estudo as pessoas deprimidas são mais propensas a publicar fotografias com caras, mas por norma com menos caras do que as que publica o grupo considerado saudável. Entendem os responsáveis que menos rostos podem indicar que as pessoas deprimidas interagem menos.

O estudo incluiu a análise das fotografias por parte de voluntários, dizendo se pertenciam a pessoas deprimidas ou não, mas os resultados não foram tão eficazes como os do modelo estatístico testado pelo computador.

Os investigadores entendem que este tipo de aplicação tem o potencial de ajudar as pessoas no início da doença mental, evitando diagnósticos falsos, e apoiar uma deteção precoce, especialmente para os que não têm acesso a especialistas.

WhatsApp tem novidades que podem ser perigosas

A mais recente atualização do WhatsApp foi responsável pela introdução de algumas novidades elogiadas, entre elas a capacidade de enviar qualquer tipo de ficheiro (sendo que antes só era possível enviar ficheiros em formato PDF). Mesmo que seja uma capacidade útil, esta possibilidade pode vir a ser utilizada por pessoas mal intencionadas.

Entre elas estão hackers com intenções de disseminar software malicioso. Não tendo qualquer limitação no tipo de formato, as possibilidades do tipo de vírus que podem ser enviados aumentam consideravelmente. Torna-se especialmente alarmante no WhatsApp, que permite que qualquer pessoa que tenha o seu número de telemóvel lhe envie mensagens.

Para se proteger é recomendável que qualquer contacto desconhecido que lhe envie ficheiros seja bloqueado, evitando assim ser alvo de qualquer ataque deste tipo.

Vai processar o facebook por causa de uma fotografia com a Merkel

A foto de Anas Modamani com a chanceler, tirada em setembro de 2015 num centro de refugiados em Berlim, deu a volta ao mundo. As montagens, promovidas por grupos hostis ao Islão e aos refugiados, têm por objetivo acusar Merkel de colocar a Alemanha em perigo com a sua política migratória.

O jovem começou a ser associado aos ataques de Bruxelas, em março de 2016, ao ataque com um camião em Berlim, em dezembro passado, ou à tentativa de assassinato de um sem-abrigo em Berlim, na noite de Natal.

Cansado de ser insultado e perseguido por causa de um “selfie” com Angela Merkel, um refugiado sírio de 19 anos colocou o Facebook na justiça alemã para obrigar a plataforma a censurar as fotomontagens que o mostram como um “terrorista”.

O julgamento do caso começa nesta segunda-feira, em Wurtzburgo, no centro da Alemanha, onde a rede social já é pressionada pelo governo para que atue contra conteúdos racistas e é investigada em outro processo de “incitação ao ódio”.

O Facebook assegura que “suprimiu rapidamente o acesso ao conteúdo denunciado e que não vê necessidade de uma ação na justiça”, segundo um porta-voz.

Eliminada conta no Twitter de criança que relatava a guerra na Síria

A conta no Twitter de Bana Alabed, a menina de sete anos que relatava o terror de viver em guerra na cidade síria de Aleppo, foi apagada depois das forças do governo forçarem entrada na cidade, bombardeando intensamente a parte controlada pelos rebeldes.

Seguida por mais de 100 mil pessoas, a criança partilhava vídeos em que mostrava as ruínas da cidade após os bombardeamentos. Nas várias mensagens que partilhava nas redes sociais, a menina lamentava os ataques e contava como as casas dos amigos eram bombardeadas e os companheiros iam morrendo às mãos dos rebeldes e do exército.

Foi Fatemah, a mãe de Bana, cuja família vivia na parte leste de Aleppo controlada pelos rebeldes – e constantemente sujeita aos ataque do exército do regime sírio – quem escreveu uma espécie de mensagem de despedida, antes de a conta no Twitter ter sido apagada, no passado domingo. “Temos a certeza de que o exército está a capturar-nos agora. Vemo-nos noutro dia, querido mundo. Adeus”.

Desde que a conta foi apagada, nada se sabe sobre o paradeiro de Bana, que tinha mais dois irmãos, de três e cinco anos, e dizia que queria ser professora.

Desde que começou a ofensiva do exército sírio em Aleppo, no domingo, já terão morrido cerca de 300 pessoas no leste da cidade, onde Bana vivia com a família, e acredita-se que pelo menos 250 mil habitantes estarão enclausurados nas áreas controladas pelos rebeldes. Stephen O’Brien, o líder da ONU para os assuntos humanitários, citado pela BBC, já veio dizer que Aleppo corre o risco de se tornar num gigantesco cemitério, acrescentando que nas zonas controladas pela oposição a fome é tanta que resta apenas aos sírios vasculhar as ruínas e detritos à procura de comida.

Facebook prepara censura das publicações na China

O Facebook retira conteúdos da sua rede em diversos países, cumprindo as leis locais. A notícia avançada pelo jornal norte-americano New York Times dá como exemplo o segundo semestre de 2015, no qual a rede social bloqueou cerca de 55 mil publicações em duas dezenas de países. Cumprir este tipo de pedidos das autoridades de cada país é uma prática comum à generalidade das tecnológicas.

A diferença é que a nova ferramenta possibilita que essa triagem seja feita a priori, isto é, antes de os posts serem publicados. O New York Times cita, sob anonimato, “três atuais e antigos funcionários” da empresa, que disseram que o projeto tem o aval de Mark Zuckerberg. O presidente executivo da empresa chegou mesmo a responder a uma questão sobre o assunto numa das sessões semanais de perguntas e respostas. “É melhor o Facebook fazer parte de quem possibilita o diálogo, ainda que não seja o diálogo todo”, terá dito.

A China tem uma população de 1400 milhões, um mercado tão volumoso que pode fazer disparar as taxas de crescimento mesmo de gigantes como o Facebook – que está fora do país desde 2009. Em 2010, o Google anunciou que deixaria de autocensurar os resultados do seu motor de pesquisa, passando a redireccionar os chineses para Hong Kong. Resultado: a empresa afundou a penetração na China de um terço das pesquisas para um valor residual.

O New York Times não conseguiu descobrir o ponto de partida do projecto, mas escreve que quem o está a supervisionar é Vaughan Smith, um dos vice-presidentes do Facebook, que fala algum mandarim. Tal como Mark Zuckerberg, que já usou essa capacidade linguística em encontros de alto nível, incluindo com o Presidente chinês, Xi Jinping.

No Facebook, a ferramenta está classificada como um projecto confidencial. Dentro da empresa, que tem alocado recursos ao seu desenvolvimento ao longo do último ano, os engenheiros têm acesso ao código deste novo instrumento – que não é a única ideia em cima da mesa para reabrir as portas do mercado chinês à rede social.

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