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SIMAS prepara encontro nacional “Water Summit”

Os Serviços Intermunicipalizados dos Municípios de Oeiras e Amadora encontram-se, desde o dia 9 de junho de 2017, a desenvolver uma série de ações comemorativas por ocasião da celebração dos seus 90 anos.

É neste contexto que se insere a realização de um encontro internacional sobre a temática da Água, o qual adotou a designação de WATER SUMMIT e que terá lugar no próximo dia 22 de março, Dia Mundial da Água, no auditório do Núcleo Central do TAGUSPARK.

Pode consultar o programa e fazer a sua inscrição em: www.watersummit2018.com

Veja o vídeo de apresentação:

 

“O nosso caminho será sempre percorrido rumo à excelência”

O SIMAS assenta num modelo organizacional de gestão focado na otimização de resultados, com vista aos recursos humanos e tecnológicos, de forma a criar valor acrescentado para os clientes e municípios envolvidos. De que forma funciona este modelo?

Os SIMAS, ao longo dos anos têm, efetivamente, aplicado os resultados obtidos decorrentes das suas atividades, em investimentos vários com o intuito de criarem, sempre, mais e melhor valor para o cliente. E isso verifica-se nas novas tecnologias que são desenvolvidas para melhorar o relacionamento com os mesmos, com mais rapidez, conforto, eficácia e contribuindo para a redução e, até, para a consequente eliminação do erro. Mas também se verifica ao nível operacional, com a constante intervenção na remodelação e substituição de redes de água e saneamento, com as campanhas de substituição de contadores e com o projeto piloto de telemetria que agora iremos iniciar e que envolve o desenvolvimento de uma nova tecnologia, num ambiente operacional.

Que tipo de intervenções fazem parte das vossas competências?

Todas as intervenções associadas à construção, gestão e manutenção de redes de água, saneamento de águas residuais e recolha de águas pluviais. Acresce, naturalmente, o relacionamento contratual com os munícipes de Oeiras e Amadora, no que diz respeito à ligação à rede pública de abastecimento de água para consumo humano e à rede de saneamento de águas residuais. Por esse facto, temos uma estrutura associada a um laboratório acreditado, que garante a qualidade da água que é abastecida e recolhida. Como adquirimos água a uma entidade terceira, em alta (EPAL), temos uma rede de reservatórios, nos dois Concelhos, que nos permitem assegurar o abastecimento, à população, na eventualidade de uma interrupção integral do abastecimento por parte dessa entidade, de mais de dois dias.

Quais são, na sua opinião, os grandes desafios que Portugal enfrenta na boa gestão da água?

O último verão demonstrou que a gestão, distribuição e reserva de água em Portugal está algo desequilibrada. Naturalmente que esta situação, não podendo ser considerada inesperada, aconteceu de uma forma bastante intensa e repentina, o que pode ter condicionado uma melhor resposta por parte de quem tinha a responsabilidade de fazer face a este problema.
Sequencialmente e porque já é algo que se arrasta há muito tempo, tarda em ser definitivamente resolvida, a estabilização da gestão territorial da água, em baixa, de acordo com aquilo que é o objetivo deste governo, mas também já era de outros, anteriormente. A intenção é nobre, pois passa por criar dimensão, competitividade e maior justiça social em serviços de pequena dimensão, através da criação de condições para que os mesmos se agreguem. Esta agregação, também poderia criar condições para a captação do financiamento necessário à realização dos investimentos necessários a uma cobertura mais alargada das redes de água e saneamento, algo que é muito difícil de assegurar, de forma competitiva, em muitas regiões do país, onde impera a dispersão territorial.
Importa, por fim, de uma vez por todos, fazer aprovar o Decreto-Lei do Regime Tarifário e legislar sobre a construção, gestão e manutenção das redes pluviais, nomeadamente, criando condições para se arrecadarem as receitas necessárias para fazer face a esse investimento (criação de uma nova tarifa?), dado que estamos a falar de uma rede que é propriedade dos Municípios.
Não quero deixar de falar de algo que me é muito caro e me acompanha, enquanto profissional do setor, desde há mais de dez anos a esta parte, que tem a ver com a reutilização das águas residuais. Num momento de seca extrema e severa que vivemos, que melhor altura para discutir, legislar e decidir sobre esta matéria? Claro que, enquanto for mais barato continuar a usar água para abastecimento humano para todos os fins, dificilmente se muda o paradigma. É isso e pedirem a Municípios urbanos, como são os nossos, para fazerem campanhas a apelar à poupança da água quando, de acordo com o Plano Nacional para o Uso Eficiente da Água, a pressão hídrica, nacional, situa-se, sobretudo, no setor agrícola, onde se utiliza cerca de 80% de toda a água consumida em Portugal!

As alterações climáticas são um assunto preocupante também no que diz respeito a recursos naturais como é o caso da água. Neste momento quais são as principais questões que estão em cima da mesa sobre o assunto?

Já tive oportunidade de me referir a esta questão, a propósito do período de seca que vivemos em Portugal. Esta situação não pode ser considerada alheia às alterações climáticas, pois os indicies de pluviosidade têm vindo a reduzir-se drasticamente nos últimos anos e, se isso se tem revelado inevitável e de combate difícil, já a prevenção e as ações que poderiam fazer face às consequências tão gravosas como aquelas que se verificaram este ano, deveriam ter sido mais eficazes e assertivas.
Considerando que estamos num ponto sem retorno, espero, sinceramente, que se desenvolvam as politicas públicas no setor, mais adequadas e conducentes às melhores práticas que já se verificam em outros países que sofrem com o mesmo mal. Aprender com os melhores não é sinal de impotência, mas, sim, demonstração de humildade e inteligência.

Os últimos incêndios em Portugal trarão mais consequências do que as já registadas?

As consequências dos incêndios, para a qualidade da água das albufeiras nas regiões mais afetadas, são violentíssimas, pelo arrastar dos sedimentos contaminados provenientes dos terrenos incendiados e que são arrastados pelas chuvas. Obriga a um maior controlo e monitorização, assim como a um tratamento mais intenso da água, o que poderá aumentar o seu custo, na origem, para além de poder fazer piorar os seus níveis de qualidade, os quais se têm revelado de excelência. Isto é algo que importa dizer, em reconhecimento pelo esforço que tem sido empreendido, ao longo dos últimos anos, pelas entidades gestoras, pelos sucessivos governos, pela entidade reguladora e pela Agência Portuguesa do Ambiente.

Recentemente, receberam financiamento do Fundo Ambiental para a aquisição de veículos elétricos para os serviços técnicos de Porto Salvo e Brandoa. Como está a ser a experiência?

É uma experiência bem-sucedida e a repetir. Só lamentamos que o financiamento seja, relativamente, escasso e as viaturas elétricas ainda não apresentem o preço competitivo que, com o tempo, espero que venham a apresentar. Acredito que seja este o futuro, mas, à semelhança do que sucede com o preço da água reciclada, também os carros elétricos não podem continuar a ser mais caros do que os carros movidos a combustíveis fósseis. Se assim for, tardaremos a chegar lá.

Têm componentes de educação ambiental e de responsabilidade social fortes, como funcionam ambas?

Os SIMAS sempre se focaram no seu impacto junto da comunidade. Como tal não têm sido poupados esforços na tentativa de elucidar a população para temáticas como a sustentabilidade ambiental. Sendo a comunidade educativa um dos principais alvos das campanhas de sensibilização, é através dela que tentamos alterar comportamentos, facultando conselhos práticos de utilização da água, através de vários projetos como o Clube da Água, o Programa de Educação Ambiental, as comemorações dos dias nacional e mundial da água ou, mesmo, da peça de teatro “Doce Gotinha”.
Também ao nível de campanhas internas, os SIMAS mantêm a preocupação relativamente à sustentabilidade e educação ambiental. Este ano foi lançada a campanha “1 copo 1 litro”, sensibilizando os trabalhadores para o elevado volume de resíduos diários provocados, sobretudo, pelo uso intensivo de recipientes de plástico.
Estivemos, também, presentes no Encontro de Delegados BCSD Portugal, afirmando o protagonismo crescente do conceito da sustentabilidade. A assunção de uma gestão prosseguindo práticas corretas, almejando objetivos adequados, assumindo responsabilidades sociais e práticas ambientalmente corretas e coerentes, em consonância com o crescimento económico e a sustentabilidade da organização, é assumida como uma estratégia de desenvolvimento enquanto instrumento privilegiado de reforço da competitividade, de otimização das capacidades e meios internos, e de envolvimento de todos os nossos stakeholders.
Para manter o bem-estar do público externo, e porque o que realmente importa são as pessoas, os SIMAS promoveram, também, diversas campanhas que estão relacionadas com os temas anteriormente referidos. Aí se insere, por exemplo, a campanha de promoção para adesão à fatura eletrónica, bem como a criação dos tarifários social e familiar.

O que pensa sobre a implementação de projetos de reutilização de águas residuais? Os portugueses vêm o tratamento e a reutilização da água como algo bom?

Já abordei esta temática na resposta a uma pergunta anterior. Considero que é um processo inevitável, face à escassez de água com que nos temos defrontado (os tempos áureas, em Portugal era um país cheio de água, não são mais do que isso, tempos áureos…) e ainda que possam existir algumas resistências, não podemos deixar de considerar essa hipótese com a responsabilidade de estarmos perante uma grande oportunidade. Tem é de se reduzir os custos de produção e tomar por boas e factuais, por exemplo, as declarações de Filipe Duarte Santos (por sinal, um dos oradores na Water Summit que iremos realizar no dia 22 de março):
“Deitar na sanita água que bebemos, é um luxo”.

Quais são neste momento as prioridades do SIMAS enquanto entidade de serviço público?

Os mesmos de sempre, porque os SIMAS são uma organização dinâmica, que está sempre a reinventar-se e a procurar seguir as melhores práticas do setor (a nível nacional e internacional). O nosso caminho, que nunca terá fim, será sempre percorrido rumo à excelência. À excelência no serviço ao cliente, à excelência na garantia de uma irrefutável qualidade da água, à excelência na equidade e no tratamento diferenciado dos clientes consoante o seu extrato social e familiar, à excelência na prossecução e aplicação das melhores práticas ambientais e sustentáveis, à excelência nos equipamentos que são instalados e na gestão da rede pública que transporta toda a água que é abastecido nestes dois Concelhos.
Tudo isto consegue-se com a implementação de novas tecnologias associadas ao serviço ao cliente, às leituras e medições, à gestão interna no apoio à decisão, à gestão comercial; com o continuado investimento na remodelação e substituição de redes; com a prossecução das campanhas de substituição de contadores; com a construção de mais dois reservatórios; com a construção (em curso) do novo edifício de serviços técnicos; com o aprofundamento do nosso envolvimento no Conselho Nacional para o Desenvolvimento Sustentável; e com o desenvolvimento do trabalho que temos vindo a fazer e a acompanhar no seio do fórum iGen, criado no seio da Comissão para a Igualdade no Trabalho e na Empresa.

A gestão eficiente e ambientalmente sustentável dos recursos hídricos passa por…?

Passa por todos os players neste setor assumirem, de forma consciente, as suas responsabilidades; passa por ter a coragem de contrariar ideias e práticas pré-concebidas, que estão a ser ultrapassadas pelos acontecimentos e pela realidade que nos entra pelos olhos dentro; e passa por capacitar os profissionais do setor para os grandes desafios que já chegaram e para todos aqueles que aí vêm e que não pedirão licença para entrar.

SIMAS de Oeiras e Amadora – O Serviço Público que faz bem

José Agostinho Marques

Os Serviços Intermunicipalizados de Água e Saneamento de Oeiras e Amadora (SIMAS) são um serviço público não personalizado, de interesse local, dotado de autonomia técnica, administrativa e financeira e gerido sob a forma empresarial, no quadro da organização intermunicipal dos municípios da Amadora e de Oeiras, inscrevendo-se na administração indireta dos respetivos municípios.

São atribuições centrais dos SIMAS a distribuição de água potável, a receção e drenagem de esgotos, a construção, ampliação e conservação da rede de água e esgotos, reservatórios, estações elevatórias de água e estações de pré-tratamento de águas residuais, a construção, gestão e manutenção da rede pluvial e a prestação de outros serviços conexos com a sua área de atividade.

A criação e manutenção dos SIMAS, teve origem na necessidade de autonomizar os serviços de água e saneamento, dotando-os de uma gestão empresarial, sem perder no entanto, a sua natureza de serviço público e as suas características sociais.
Ser reconhecida enquanto Organização de excelência pela qualidade dos serviços prestados, desenvolvendo a sua atividade no respeito por elevados padrões de responsabilidade ambiental, financeira e social, são as intenções estratégicas deste serviço que em diversas áreas se tem vindo a assumir enquanto um case study da boa gestão pública.

Garantir o abastecimento público de água e a prestação de serviços de saneamento básico às populações residentes nos Concelhos de Oeiras e Amadora, de acordo com elevados padrões de qualidade nos serviços disponibilizados e na relação com a comunidade intermunicipal é, assim, a missão dos SIMAS, cujo cumprimento assenta na promoção de um modelo organizacional de gestão focalizado na otimização dos resultados, valorizando os recursos humanos e tecnológicos, de forma a criar valor acrescentado para os clientes e municípios envolvidos.

É neste quadro que a estratégia de gestão adotada se tem destacado pelo relevo conferido às políticas de gestão de recursos humanos. Porque se as palavras são relevantes, a ação concreta é, insofismavelmente, o que distingue as Organizações de excelência.

Neste sentido, a aposta clara e inequívoca no desenvolvimento e valorização do capital humano constitui-se, a cada dia, como uma marca indelével que caracteriza e distingue esta Organização. A aposta na formação, a gestão de carreiras, a valorização do individuo também nas suas dimensões sociais, com forte enfoque no apoio à família, à parentalidade e à saúde, tem permitido um reforço assinalável do sentido de compromisso dos trabalhadores com a Organização, reforçando, desta forma, os níveis de identificação e de comprometimento com os objetivos do trabalho.

Neste âmbito, o desenvolvimento da valência em Segurança Higiene e Saúde no Trabalho para além de um imperativo legal, correspondeu a um posicionamento assumidamente responsável e interessado no desenvolvimento de um espaço de trabalho mais saudável, seguro e adaptado às necessidades e características dos serviços e dos trabalhadores.

Por outro lado, o desenvolvimento de uma estrutura formal orientada para a gestão integrada dos aspetos relacionados com a higiene, com a saúde e segurança no trabalho, tem facilitado a assunção de uma cultura positiva na relação que o trabalhador estabelece com o trabalho e com o meio envolvente.

A redução de acidentes e doenças profissionais, a diminuição do absentismo e o aumento da qualidade de vida dos trabalhadores, são hoje premissas das quais os SIMAS de Oeiras e Amadora não abdicam no sentido de criar processos e projetos que potenciem o aumento da produtividade e bem-estar dos trabalhadores, com impactos muito significativos na qualidade do serviço prestado e na satisfação dos clientes.

Conscientes de que o sucesso organizacional está intimamente ligado ao grau de qualificação e motivação dos trabalhadores, bem assim como das suas condições de trabalho e de vida, vários têm sido os projetos e programas desenvolvidos nestes Serviços Intermunicipalizados sob esses pressupostos.

Desta consciência destacamos alguns projetos desenvolvidos nesta área
•    Definição e implementação de uma Política de Segurança e Saúde no Trabalho e da Carta de Segurança;
•    Atividades orientadas para a promoção de ambientes de trabalho seguros e a obtenção de elevados padrões de Segurança e Saúde do Trabalho;
•    Autonomização dos Serviços de Saúde com a inclusão de valências de clinica geral e a mais recente autorização para a valência de apoio psicológico aos trabalhadores;
•    Rastreios no âmbito da promoção da saúde e bem-estar dos trabalhadores;
•    Comemoração da semana Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho com uma iniciativa de ginástica laboral;
•    Comemoração do Dia Mundial da Saúde com iniciativas no âmbito da adoção de estilos de vida saudável;
•    Estudos sobre os fatores que interferem negativamente na qualidade vida no trabalho em parceria com a Faculdade de Motricidade Humana;
•    Programa de prevenção interna como: o Programa anual de vacinação e o Programa de distribuição de protetores solares.

É por esse efeito com naturalidade, embora com enorme sentido de responsabilidade, que encaramos a recente atribuição do galardão Healthy Workplaces – Locais de Trabalho Saudáveis, na categoria das Grandes Empresas, onde estes serviços foram os melhores posicionados do setor público, tendo atingido um muito honroso 3º lugar, acompanhados no pódio pela Nestlé e pela REN.

prémioConsideramos que, ao pretender reconhecer e distinguir as organizações portuguesas com contributos notáveis e inovadores para a segurança, o bem-estar e a saúde física e psicológica no local de trabalho, através do Prémio Healthy Workplaces, os promotores fomentam, encorajam a replicação das melhores práticas neste domínio, assumindo um contributo, também, para a melhoria da produtividade das organizações e para a felicidade dos trabalhadores.

Afinal, este galardão confere justo reconhecimento ao caracter estratégico que a promoção do local de trabalho saudável assume nos SIMAS, da abrangência das intervenções efetuadas e pela excelência dos resultados obtidos.

Não obstante, assumimos conscientemente que este é sempre um projeto inacabado. Por esse motivo, continuaremos a aposta na avaliação e controlo dos riscos profissionais, na promoção e vigilância da saúde dos trabalhadores, na prestação de informação e disponibilização de formação relevante e na promoção da participação de todos nas atividades relativas à segurança e saúde no trabalho.

Assumimos, desta forma, um compromisso forte na persecução e melhoria contínua das boas práticas já implementadas, bem como na consolidação dos resultados alcançados.

Deste modo, estaremos, em suma, a firmar um pacto com a “sustentabilidade do serviço”, definido como um dos objetivos estratégicos dos Serviços Intermunicipalizados de Água e Saneamento de Oeiras e Amadora, através da manutenção de condições de trabalho com elevados padrões de qualidade.
Porque só assim cumpriremos o desígnio maior da nossa existência: prestar um serviço de excelência aos consumidores dos concelhos de Oeiras e Amadora.

Distinções atribuídas aos SIMAS de Oeiras e Amadora no domínio da gestão de Recursos Humanos

– Prémio Prémio Healty Workplaces – Locais de Trabalho Saudáveis, promovido pela Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho, pela Autoridade para as Condições de Trabalho e pela Ordem dos Psicólogos Portugueses;
– Ranking das Melhores Empresa para Trabalhar 2013, promovido pela revista Exame e consultora Accenture;
– Prémio Excelência no Trabalho 2012, promovido pela parceria Heidrick&Struggles / Económico / ISCTE Business School;
– 1º Lugar no Setor Público no ranking das Melhores Empresa para Trabalhar 2012, promovido pela revista Exame e consultora Accenture;
– Case study do Observatório Português de Boas Práticas Laborais (OPBPL) estrutura independente – integrada no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE – de análise às relações laborais em Portugal;
– SMAS de Oeiras e Amadora nomeados Country Representative nos European Business Awards 2011;
– Prémio Excelência em Recursos Humanos 2011, promovido pela RH Magazine;
– 1º Lugar no Setor Público no ranking do Great Place to Work 2011, promovido pelo GPW Institute Portugal;
– Prémio Nacional Boas Práticas na Administração Local nos anos de 2007/2008/ 2009, na área da Formação.

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