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Inovação como resposta ao isolamento do idoso

O envelhecimento da população é um dos grandes desafios do século XXI. É urgente a existência de empresas que assumam como missão disponibilizar soluções que promovam um envelhecimento ativo e independente. Tem sido este o papel da IncreaseTime. De que modo têm contribuído para esta problemática?
A IncreaseTime tem como missão desenvolver soluções tecnológicas focadas na qualidade de vida e bem-estar. Tem apostado no desenvolvimento de soluções centradas no idoso e envolvendo os prestadores de cuidados. As nossas soluções capacitam essas entidades com ferramentas inovadoras que permitem efetuar um acompanhamento remoto dos idosos, aumentando, desta forma, a qualidade do serviço prestado e contribuindo para que estes envelheçam de forma independente e ativa, mas também seguros de que estão a ser acompanhados à distância de um clique por uma equipa de cuidadores que está pronta a intervir.

A vossa empresa apresenta soluções diferenciadas, de acordo com o estado de saúde e o nível de acompanhamento de que os idosos usufruem. O que diferencia as diferentes soluções?
O ecossistema KeepCare® inclui soluções distintas e complementares, englobando a rede de serviços que envolve o cuidado dos idosos e que cobre os diferentes perfis de risco – idosos isolados, com duplo diagnóstico ou integrados na rede formal. O KeepCare®Mob, por exemplo, é um produto que permite acompanhar, em contínuo e à distância, o idoso, alertando de forma automática em caso de emergência.

Contornar os desafios da solidão e promover um estilo de vida ativo têm sido as maiores preocupações associadas ao envelhecimento. De que modo as vossas soluções se enquadram neste contexto?
Para além das soluções que visam capacitar os cuidadores, o ecossistema KeepCare® inclui uma solução – KeepInTouch® – que tem como objetivo combater o isolamento social do idoso e promover um estilo de vida ativo, através da inclusão digital. A solução fornece uma experiência de comunicação enriquecida e acessível, através de qualquer dispositivo móvel, com uma interface intuitiva, contemplando serviços como vídeo chamada, chat, correio eletrónico, jogos para estimulação cognitiva, além da possibilidade de partilha de informação com familiares, amigos e vizinhos.

Disponibilizarão brevemente uma nova solução, a KeepUp®, que se destina a pessoas afetadas pela Diabetes Mellitus. Quando será possível ter acesso a este produto? De que modo os idosos serão também beneficiados com este novo produto?
O KeepUp® é uma aplicação que ajuda no controlo da diabetes com uma componente de aconselhamento dinâmico que fomenta a adoção de hábitos de vida saudáveis. Esta solução estará disponível no segundo semestre de 2016, não é apenas focada nos idosos, mas sim em toda a população diagnosticada com essa patologia.

A tecnologia é um forte aliado da IncreaseTime, sendo indispensável na inovação que caracteriza as vossas soluções. Neste contexto, qual é a importância da investigação e desenvolvimento na vossa estratégia?
A IncreaseTime é um spin-off que resulta de vários projetos de ID e mantém nos seus genes a paixão pela investigação e inovação. Para além dos produtos comerciais, temos apostado de forma contínua na investigação e desenvolvimento de novas soluções inovadoras focadas na temática do envelhecimento ativo. Para além dos projetos em curso, por exemplo a K-shirt® (bio-sensor baseada em têxteis inteligentes), a IncreaseTime teve recentemente aprovado um projeto europeu no âmbito do programa AAL (Ambient Assited Living).

De que modo, no futuro, continuarão a desenvolver soluções que permitam aos idosos manter um estilo de vida sem dependência ou sofrimento? O que podemos esperar da IncreaseTime em 2016?    
Continuaremos a apostar no desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras para apoiar a prestação de cuidados de saúde no contexto doméstico ou de residências assistidas e que promovam um envelhecimento independente, ativo e com qualidade.
Em 2016, pretendemos continuar a afirmar a nossa presença no mercado nacional e operacionalizar a internacionalização da empresa para os mercados da Escandinávia, Alemanha, Itália e Brasil.
CAIXA
A IncreaseTime é um dos Parceiro Plano Nacional de Saúde. De que modo têm sido uma mais-valia para o desenvolvimento da saúde em Portugal, nomeadamente no âmbito do envelhecimento? A vossa presença em eventos internacionais tem permitido olhar para Portugal de um modo mais solucionador e inovador?
Temos vindo a colaborar com várias entidades do SNS, contribuindo para novas soluções que, por serem centradas no idoso, promovem o envelhecimento ativo e, por envolverem os cuidadores formais, impulsionam a mudança do paradigma dominante de recurso ao tratamento para uma aposta na prevenção.
As nossas soluções têm sido muito bem recebidas nos eventos em que temos participado, como foi o caso da CEBIT e HOSPITALAR em 2015. À nossa escala, estamos a contribuir para criar uma nova imagem de Portugal.

Envelhecimento ativo, uma missão empresarial

Ana Sepulveda Créditos Ricardo Oliveira

Demografia disruptiva é a demografia atual, porque pela primeira vez na história da humanidade a proporção de pessoas seniores tende a ser maior que a de pessoas jovens. Neste sentido, o conceito de envelhecimento ativo surge como forma de promover o envelhecimento positivo e integrador. Uma sociedade “Age Friendly” é uma sociedade onde estão criadas as condições para que este processo seja otimizado com claras implicações para a economia, porque, entre outros aspetos, abrem-se novas oportunidades de negócio. Para que isto seja possível é necessário que as organizações estejam efetivamente adaptadas a esta realidade e vejam de que forma este fenómeno demográfico afeta o seu negócio.
É neste contexto que em 2013 surge em Portugal a 40+Lab, uma empresa de consultoria estratégica de negócio especializada no consumidor sénior, no processo de envelhecimento e na forma como ele impacta o negócio das marcas.
Ana João Sepulveda afirma que “a nossa missão é trabalhar com as organizações e em conjunto coloca-las na linha da frente da economia do século XXI, onde o envelhecimento e a longevidade marcam grande parte do crescimento das sociedades. Porque o mercado sénior, como mercado promissor do desenvolvimento de negócio é uma realidade recente em Portugal, as marcas e organizações têm muito a aprender e há que encurtar os timings de aprendizagem. É para isso que existimos.”
O envelhecimento é um fenómeno demográfico e sociológico que toca a sociedade de forma transversal e que, no mundo dos negócios, representa uma oportunidade de crescimento e diversificação tanto para as organizações cuja oferta se destina efetiva e exclusivamente aos seniores (ex. produtos funcionais ligados ao processo de envelhecimento), como para aquelas cuja oferta é mais generalista (ex. bens de grande consumo). Mas para que isso seja possível é preciso que se olhe para os seniores como consumidores normais com necessidades e motivações muitas vezes não satisfeitas e não sob o prisma das ideias feitas e dos preconceitos discriminatórios.

A par da indústria alimentar, outras existem que beneficiam em muito do fenómeno do envelhecimento, que impulsionam a economia e, em simultâneo, contribuem para a promoção do envelhecimento ativo. Ana Sepulveda menciona, nomeadamente, o turismo, a saúde e a área tecnológica.

No âmbito do turismo, cresce o número de estrangeiros que olha para Portugal como “a Flórida da Europa”. Um país com um excelente clima (em comparação com o do país de origem do turista), com boas acessibilidades, seguro, com uma boa oferta gastronómica e cultural. São turistas seniores que em alguns casos acabam por escolher Portugal para residir. O investimento no turismo sénior beneficia tanto o turista que vem de fora como os seniores portugueses, por provocar um aumento da oferta e uma adequação da mesma aos desejos e vontades destas pessoas.

Aqui, este mercado cruza-se com a saúde e potencia o desenvolvimento do designado turismo de saúde, através da criação de espaços que permitam revigorar o corpo e a mente. O bem-estar torna-se o objetivo crucial, numa fusão entre ócio, terapia e investimento na longevidade.

Ana Sepulveda assume que estes mercados estão especialmente direcionados a seniores ativos ou com fraca dependência, termo utilizado pela Comunidade Europeia. Contudo, não esquece a população mais dependente, com uma saúde mais débil e/ou com maiores restrições financeiras. Neste ponto, reitera a importância da responsabilidade social e de uma economia direcionada para comunidades mais desprotegidas. “Esta é uma questão que tem vindo a chamar a atenção das empresas”. Neste âmbito, a responsável pelo 40+Lab menciona também as age-friendly cities, um projeto da Organização Mundial de Saúde, que incentiva à adaptação e flexibilização das cidades. O objetivo passa por “tornar a cidade acessível, atrativa e integradora dos seniores”, explica.
Neste sentido, também as empresas devem saber acompanhar estes conceitos futuristas. É aqui que se insere o INNOVageing, um projeto da 40+Lab e desenvolvido em parceria com o Instituto de Negociações e Vendas (INV), que promove a formação dos recursos humanos para um correto relacionamento com seniores e especialmente voltado para o retalho.

No contexto comercial, o atendimento deve ser adaptado e não podem existir sinais de impaciência ou paternalismo para com os clientes idosos e com maiores dificuldades de compreensão face a produtos e serviços recentes ou, por exemplo, ligados às novas tecnologias. Os próprios espaços comerciais devem igualmente criar condições de conforto, nomeadamente através da construção de espaços de descanso, da colocação de produtos em zonas de fácil acesso, entre outras situações, como refere Ana Sepulveda.

No seio interno das empresas, os responsáveis pelos Recursos Humanos devem saber compreender os anseios dos seus colaboradores mais velhos e ter uma interação saudável e eticamente correta. Devem ter presente a real constatação de que a idade não influencia a produtividade.

Num momento em que o envelhecimento é um mercado em expansão, esta empresa de consultoria apoia, igualmente e por diversas vezes, marcas já existentes a “redefinir o seu negócio”, de modo a adaptá-lo a estas classes etárias. Mas, acima de tudo, “temos a missão de contribuir para que o mercado nacional cresça de uma forma consolidada, porque a economia tem muito a ganhar com uma integração plena do segmento sénior”, assume Ana Sepulveda.

O ano de 2016 será um momento de grande prosperidade e desenvolvimento para a 40+Lab. Ana Sepulveda refere que a empresa apostará de forma clara na área da “formação e, nomeadamente, no projeto INNOVageing”. A internacionalização será, igualmente, um aspeto de máxima importância para a marca, com a entrada no mercado brasileiro. Atualmente encontram-se já a trabalhar em parceria com uma empresa norte-americana num projeto que será lançado em Portugal, e na Europa, em maio deste ano. A par disto, a 40+Lab apoia os Palhaços D’Opital, um projecto que se destina a alegria, o humor e os afetos no ambiente hospitalar e com foco nos doentes seniores”.

Soluções personalizadas com o Melhor Parceiro

Equipa Partners Finance

Já todos conhecemos as consequências desta famigerada crise e os efeitos que a mesma produziu nos mais diversos quadrantes do país. Esta reformulação foi praticamente obrigatória, principalmente no quotidiano das famílias portuguesas, que assim se viram «a braços» com a necessidade célere de encontrar soluções de poupança e de formas para conseguir cumprir com as suas obrigações. Poderá a consolidação de créditos funcionar como uma mais-valia neste sentido? Que vantagens promove a mesma? Como se articula? A que níveis de poupança nos estamos a referir? Não somos especialistas nesta matéria e por isso mesmo conversamos com quem o é e com quem tem provado, ano após ano, que o sucesso nesta área é possível. Virginia Contente, Gestora financeira da Partners Finances e Lurdes Ferreira, Sales Manager, em entrevista à Revista Pontos de Vista, deram-nos a conhecer o atual panorama do universo dos créditos consolidados, relembrando que este é de facto uma forma muito vantajosa de conseguir níveis de poupança elevados “para os clientes que nos procuram, porque estamos de facto completamente disponíveis para os auxiliar, apoiar, aconselhar e acompanhar em tudo o que for necessário”, revelam as nossas entrevistadas.
Mas vamos por partes. Quem é a Partners Finances – Soluções Financeiras? Há 12 anos presente no mercado gaulês, foi edificada há duas décadas, 1996, sendo uma filial do Grupo Mentor, detentor de 28 sucursais nas áreas do imobiliário, finanças e seguros, que promove diversas soluções financeiras direcionadas para particulares e empresas. A expansão para Portugal surgiu naturalmente e tornou-se uma realidade em 2007, tendo rapidamente chegado ao topo pela qualidade dos serviços prestados e comprovados, ou não fosse a marca que funciona como um intermediário de operações de crédito o reflexo da transparência, do rigor e da credibilidade aos «olhos» de clientes e parceiros. “Temos sido capazes de satisfazer os nossos clientes com as nossas soluções e, acima de tudo, pela forma como são tratados e acompanhados pela marca. Além disso, conseguimos reunir um grande cartel ao nível de credibilidade, até porque somos mandatados por numerosas sociedades financeiras no âmbito de agrupamento de crédito e isso, naturalmente, é uma mais-valia na busca das melhores e mais adequadas soluções dos nossos clientes”, afirma Lurdes Ferreira.

Onde cada caso é um caso

“Somos 100% focados nas melhores soluções para cada cliente”. Quem o afirma é Virginia Contente, que lembra que a orgânica da marca é pautada por um tratamento personalizado e confidencial dos clientes e dos respetivos dados. “Cada cliente é um cliente e procuramos sempre a solução que se ajuste melhor às necessidades e aos desideratos dos nossos clientes”, revela, lembrando que, além da transparência com que a marca atua, tem sido fundamental o suporte qualificado e capaz dos recursos humanos da Partners Finances, que são analistas de crédito devidamente formados para a prestação dos melhores serviços e aconselhamentos.
A Partners Finances assume-se como um intermediário em operações bancárias, ou seja, não empresta dinheiro diretamente aos clientes, mas procura uma solução de financiamento junto das entidades bancárias e financeiras, daí a relevância das inúmeras parcerias que a marca possui. “ Fazemos todo o tipo de créditos, contudo somos especialistas no crédito consolidado, o que significa agrupar vários créditos num só, beneficiando do conforto de ter apenas um crédito, com uma única mensalidade, associada a uma poupança mensal que em muitos casos pode ir até 60% daquilo que o cliente paga atualmente. Um dos grandes benefícios do crédito consolidado é efetivamente a obtenção de uma poupança mensal, significativa, gerada com esta solução, que vai permitir uma melhor qualidade de vida a muitas famílias.

“As pessoas pretender poupar”

É comum que as famílias apenas procurem ajuda quando já estão num total estado de «estrangulamento» ao nível das suas contas, aumentando, naturalmente, as dificuldades de resolução desses problemas. No entanto, o paradigma tem vindo a mudar e hoje já não são apenas essas pessoas/famílias que procuram o apoio de marcas como a Partners Finances, tal como explica, Lurdes Ferreira. “Em 2007 era muito assim, mas hoje é o contrário. Atualmente assistimos a uma mudança, em que temos vários perfis de clientes que nos procuram com rendimentos mensais e anuais bastante elevados e acima da média do mercado. A razão de nos pedirem ajuda? Pretendem encontrar soluções para poupar, ou seja, conseguem pagar as suas mensalidades, mas pretendem poupar e isso é um sinal positivo e que encorajamos sempre”, revela.
Como é que tudo funciona? O papel da Partners Finances assenta, acima de tudo, no apoio ao cliente e para que isso funcione plenamente é fundamental que haja uma relação de transparência e sinceridade máxima. “O cliente não tem de ter receio. Estamos aqui para o ajudar e só conhecendo a fundo os seus problemas o podemos ajudar da forma mais conveniente”, referem as nossas entrevistadas, assegurando que, felizmente, a grande maioria dos processos que chegam à Partners Finances são de clientes que possuem uma atitude pro ativa e que anteveem as dificuldades em pagar as suas responsabilidades e procuram ajuda profissional antes de entrarem em fase de incumprimento. “Esta é realmente o melhor período para nos procurarem, pois quando já existem incumprimentos e registos negativos no Banco de Portugal, já não conseguimos ajudar esses mesmos clientes”.
Desta forma, é vital perceber o momento e procurar imediatamente ajuda. Neste rumo, na Partners Finances a primeira etapa passa por um contato com o cliente para perceber as suas necessidades e objetivos, da qual se segue o envio de simulações e a estruturação de um plano de financiamento personalizado. “Após esta fase é importante reunir e analisar os documentos que o cliente nos envia para podermos fazer uma análise detalhada, da qual os processos são enviados para os vários parceiros, onde é dada uma resposta final acerca da provação ou recusa do processo”, afirma Lurdes Ferreira, assegurando que a marca consegue, num prazo de 48 horas, informar o cliente da viabilidade da proposta, sendo que todo este processo de análise é completamente gratuito e sem qualquer compromisso. “Já tivemos casos em que a proposta de financiamento para o cliente foi negada e este não teve de pagar nada, assumimos os custos todos”, asseguram´, esclarecendo que, se tudo correr dentro do previsto, “o processo é aprovado e em dias todos os créditos do cliente são pagos e o cliente começa a poupar”.

“Tentamos ser os melhores no que fazemos”

Será legítimo afirmar que são crises financeiras como aquela que o nosso país viveu e ainda vive que promovem o negócio de marcas como a Partners Finances? “Nada mais errado”, advoga Virginia Contente, “pois as crises afetam também a banca e a concessão do crédito. Conseguimos ultrapassar esses obstáculos porque somos uma empresa bem estruturada e com parcerias firmes. O nosso grande fito passa pelo apoio e satisfação do nosso cliente e dos nossos parceiros. O ADN da equipa da Partners Finances é esse mesmo e lutamos arduamente e afincadamente pelo sucesso e pela viabilidade dos financiamentos e créditos consolidados”, esclarecem, assegurando que o nível de sucesso da empresa passa pelos clientes e parceiros. “Já são inúmeras as famílias que vivem atualmente melhor e com uma situação financeira mais desafogada devido à nossa ajuda”. Mas ainda haverá pudor por parte do cidadão em procurar este género de ajuda? “Sim, alguma, mas começa a ser cada vez menor, até porque não estamos aqui para julgar ninguém. Não sabemos o dia de amanhã e tratamos os nossos clientes como gostaríamos de ser tratados. Somos todos seres humanos e todos temos dificuldades em algum ponto da nossa vida. É dessa forma que procuramos que os nossos clientes nos vejam e assim o têm feito”, afirma Lurdes Ferreira, dando a conhecer que a marca opera com todo o tipo de créditos e com diversas soluções e, apesar de também possuírem soluções para clientes empresariais, “a maioria dos nossos clientes procuram-nos a título particular”.
A pergunta complicada. Será a Partners Finances a atual líder de mercado em Portugal no seu setor de atuação? “É uma questão complicada, mas tentamos ser os melhores no que fazemos e isso demonstra-se no êxito que alcançamos em muitos processos e que muito nos satisfazem. Estamos aqui para continuar a melhorar e com o nosso apoio existe quase sempre uma solução viável, até porque temos parcerias com entidades de renome”.
O mundo não para e as prioridades são sempre mais do que muitas. A Partners Finances pretende continuar na senda do sucesso e por isso, adivinha-se um 2016 bastante agitado, tal como explicam as nossas entrevistadas. “A marca pretende sempre melhorar e fazer mais. Vamos promover a abertura de concessão de crédito por parte dos parceiros, pretendemos consolidar as atuais parcerias e estabelecer novas, sendo que o principal foco é o que vem desde a génese da empresa, melhorar os níveis de serviço com os nossos clientes”, concluem as nossas interlocutoras.

Há, na vossa opinião, muita desinformação financeira? A facilidade com que se acedem a créditos é também um problema?
Sim, um pouco, já foi mais assim, mas ainda acontece com bastante frequência. A nossa ajuda também é nesse sentido, explicar e ajudar o cliente a conhecer melhor o sistema financeiro e se o pudermos ajudar a organizar-se no futuro, melhor. Esse é realmente o nosso principal objetivo – ajudar os clientes. Associado ao crédito consolidado há uma reeducação financeira.

A PF é um especialista em reestruturar as situações de crédito e adapta este produto em função das necessidades dos seus clientes.
– Consolidação de crédito aquando das situações de forte endividamento;Consolidação total e/ou parcial com ou sem o crédito habitação
– Novo crédito para dar um novo quadro às finanças do cliente;
– Financiamento de projeto pessoal;
– Empréstimos pessoais com objetivo principal de liquidez;
– Crédito para o financiamento de um projeto integrado numa mensalidade global diminuída;
– Transferência do crédito habitação com reforço de liquidez;

Em prol do bem-estar do idoso ou dependente

Pedro Leite Antunes e Adelaide Antunes

Há cerca de oito anos e já com algum know-how na área Pedro Leite Antunes decidiu associar-se à mãe, Adelaide Antunes, e lançar no mercado uma empresa dedicada aos cuidados domiciliários. “Inicialmente, fizemo-lo com recurso a uma marca de raiz norte americana que na altura estava representada em Portugal, o que nos proporcionou um nível de organização mais capaz”, explica Pedro Leite Antunes, CEO da empresa.
A dada altura a marca saiu do país e, nesse momento, decidiram lançar a própria marca – Culsen® – associada a uma área de negócio que a família já possuía relativa à venda de tecnologias de apoio, ou seja os vários materiais que auxiliam o tipo de serviço que prestam.
A empresa tem como missão influenciar positiva e significativamente o bem-estar dos idosos, adultos dependentes e as suas famílias, através da prestação de todo o apoio necessário para que estes possam permanecer nas próprias casas com o máximo de segurança e conforto.
A Culsen® especializou-se na prestação de cuidados essencialmente não-clínicos abrangentes e de confiança, que englobam o apoio nas atividades da vida diária e nas tarefas quotidianas mais comuns, tais como companhia, cuidados básicos e de higiene pessoal, preparação das refeições, gestão da medicação, apoio noturno, compras, recados e assistência em saídas, cuidados domésticos, entre outros serviços especializados.
Com uma equipa de cuidadores com cerca de 30 profissionais, composta essencialmente por agentes de geriatria e auxiliares de ação médica, a empresa presta apoio a mais de 25 famílias. Tendo já apoiado centenas de clientes.
A desenvolver a sua atividade em todo o Grande Porto os serviços de cuidados domiciliários da Culsen® podem ser continuados ou temporários “o nosso espectro de serviços é bastante alargado, podem ir de uma simples visita de poucas horas, quando se trata apenas de cuidados básicos e de higiene pessoal, até às 24 horas, nos sete dias da semana”.
Além dos cuidados básicos, “é preocupação da Culsen® combater a solidão e promover a estimulação global dos nossos clientes idosos ou dependentes”, afirma Pedro Leite Antunes.

Papel que a Culsen® assume na sociedade

“Procuramos ter uma abordagem por duas vias. Por um lado, no que respeita à prestação de cuidados enquanto atividade económica, profissionalizar o mais possível a atividade. Para isso responsabilizamos muito os nossos cuidadores, pois também nós assumimos uma enorme responsabilidade junto dos nossos clientes, e focamo-nos em gerir os cuidados com o maior profissionalismo, com uma supervisão atenta e um acompanhamento próximo. Deste modo, a nossa comunidade estará mais consciente e confiante de que estes cuidados podem e devem ser prestados por entidades organizadas.
Uma outra perspetiva é a de conseguirmos influenciar significativamente o bem-estar dos seniores, permitindo-lhes que permaneçam em casa no espaço que lhes é familiar e mostrar à sociedade que muitas vezes não é necessário recorrer a instituições com internamento para que o idoso esteja bem, acompanhado e em segurança.

Projetos

No que se refere a 2016 pretendem aumentar a equipa interna (serviços de apoio técnico e administrativos) em dois elementos e a equipa externa em cerca de 60 por cento, o que permitirá consolidar a marca, dar continuidade à melhoria de processos internos e reforço do posicionamento da empresa na sociedade.
Num futuro próximo crescer no que respeita à presença física, alargando o âmbito de atuação para outros territórios além do Grande Porto.

“Trabalhamos para continuar a surpreender os nossos consumidores”

Marisa Pires

A Electrolux é líder global em aparelhos domésticos e aparelhos para utilização profissional, sendo um dos maiores produtores de soluções profissionais. Além disso, é líder de mercado em várias categorias de produto nas quais está presente. Quais as razões deste sucesso?
Eu diria que a principal razão do sucesso da marca Electrolux é o facto de ter como principal preocupação o objetivo de que o consumidor tenha uma excecional experiência de utilização quando usa os nossos produtos. Por isso, dedicamos um valor muito importante do nosso investimento à Investigação & Desenvolvimento e efetuamos testes de satisfação para garantir que os produtos que lançamos no mercado vão de encontro ao que o consumidor necessita. Mais do que isso, antecipamos as suas necessidades de amanhã.
Por outro lado, a experiência de mais de 90 anos em soluções profissionais, equipando cerca de metade dos restaurantes com estrelas Michelin na Europa e um número importante das lavandarias dos melhores hotéis, garante que conhecemos profundamente os consumidores mais exigentes e que trazemos ao mercado doméstico todas essas inovações.
No nosso mercado dispomos de três marcas posicionadas de forma complementar e indo ao encontro de diferentes consumidores: a AEG, marca alemã no segmento premium, a Electrolux, que com o seu design escandinavo e a herança profissional oferece as melhores soluções ao mercado doméstico. Por fim a Zanussi, uma marca que no próximo ano completará 100 anos a tornar mais fácil a vida dos seus utilizadores.

Como se posiciona a marca AEG no setor a nível nacional?
Como referi, a AEG é uma marca premium, que tem como um dos seus principais valores a inovação. Os seus consumidores são apaixonados pela perfeição e por isso valorizam resultados excecionais. É essa a nossa promessa. Por isso, na marca AEG dizemos que somos pioneiros com uma visão. Porque conhecemos as atuais necessidades dos consumidores e antecipamos as de amanhã. Acreditamos na tecnologia inteligente que ajuda o utilizador, dia após dia, a obter os melhores resultados em todas as tarefas que realiza em casa. Esta tem sido a nossa paixão durante mais de 125 anos, uma paixão que continua a motivar-nos hoje.

A Electrolux apresentou este ano uma nova identidade visual. Qual foi a aceitação dos consumidores à mesma? O reconhecimento da marca tem vindo a aumentar no nosso país?
No início de 2015 apresentámos uma nova identidade visual da marca Electrolux. Uma marca quase centenária que tem uma grande tradição no mercado de eletrodomésticos, não pode deixar que a inovação ocorra apenas ao nível das características dos produtos. Por isso a imagem tem de evoluir e demonstrar a modernidade e superioridade da marca. Foi isso que a nova identidade trouxe: um logotipo mais elegante, uma comunicação simples e efetiva.
Os resultados são exatamente o que esperávamos, continuando a marca a destacar-se em categorias como os secadores de roupa e os produtos de encastre.

Como avalia o crescimento que a AEG tem tido em Portugal?
É a confirmação de que os consumidores valorizam uma marca que lhes garante qualidade, inovação e confiança. E isso é tanto ou mais verdade em alturas de crise, onde a compra de um bem duradouro e de maior valor é analisada acima de tudo como um investimento. A herança alemã da marca AEG reforça estes valores e os consumidores optam por uma aposta segura. Destaco, a propósito, o facto de termos recentemente sido premiados como Escolha do Consumidor na categoria de fornos, tendo os inquiridos destacado a AEG como a melhor marca relativamente à eficiência energética, facilidade de limpeza e características técnicas.

A Electrolux tem sido, já por diversas vezes, líder em sustentabilidade. Como define a política ambiental da empresa?
A sustentabilidade é mais do que uma preocupação. Faz parte do nosso ADN e está patente na missão da empresa. É transversal a toda a nossa atividade, desde o desenvolvimento, conceção e produção de produtos à atividade de cada um dos colaboradores.
Por exemplo, na categoria de máquinas de roupa, a redução do consumo de água e energia e a preocupação em assegurar o maior cuidado para prolongar a vida das roupas são claros exemplos de como a sustentabilidade é uma prioridade.
Para além disso, queremos também ensinar os consumidores a lavarem e secarem as suas roupas com o mínimo impacto no meio ambiente. A ÖKOMix, um dos mais recentes lançamentos da marca AEG, é uma prova disto. Esta máquina é a mais eficiente do mercado e a única com a classificação A+++ – 50%. Graças à sua inovadora tecnologia garante o máximo cuidado da roupa, consumindo menos energia, e trata inclusive os tecidos mais delicados como a seda e as lãs. O segredo é a tecnologia ÖKOMix da AEG, onde a água e os detergentes são previamente misturados antes de entrar em contacto com a roupa, permitindo excelentes resultados de lavagem a baixas temperaturas, otimizando assim o consumo da água e a eficiência do detergente.

Quais as soluções mais inovadoras que a AEG tem atualmente ao dispor do cliente?
Na área do tratamento da roupa, os secadores com tecnologia bomba de calor e as novas máquinas da AEG ÖKOMix e ÖKOKombi, a melhor eficiência com a garantia de resultados perfeitos. Para o consumidor é a diferença entre poder lavar e secar as suas roupas preferidas, mesmo que sejam lãs ou sedas, sem se preocupar com a fatura da eletricidade.
Na área da cozinha, os fornos ProCombi Plus são a última novidade. Com a possibilidade de cozinhar a vapor aproveitando a tecnologia Sous Vide, que significa que os alimentos são embalados a vácuo e cozinhados num ambiente de vapor. Máximo sabor, nutrientes intocáveis e uma experiência sensorial inesquecível.

Qual o balanço deste ano para a Electrolux?
O ano de 2015 para o grupo Electrolux vem confirmar o sucesso da estratégia que temos vindo a seguir nos últimos anos no mercado de eletrodomésticos. A aposta clara nos segmentos de mercado chave como o encastre e o cuidado da roupa e o enfoque nas marcas AEG e Electrolux.

E quanto às expectativas para 2016? Quais os objetivos que quer ver alcançados?
Queremos continuar a ser uma empresa financeiramente saudável para que se mantenha o ritmo de investimento na inovação. Trabalhamos para continuar a surpreender os nossos consumidores para que tenham a melhor experiência de utilização possível.

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