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Conheça as caneleiras de futebol flexíveis e que absorvem 90% do impacto

A Possible Answer, SA é uma startup tecnológica especializada no desenvolvimento e produção de fluidos não newtonianos, que opera no mercado global como fornecedor de soluções de proteção contra impactos para desportistas. Desenvolve um material flexível com características especiais na absorção de energia de impacto, através da sua tecnologia patenteada. A patente da Polyanswer consiste na produção de um fluído não newtoniano e do respetivo processo para a sua obtenção com recurso a materiais de fonte renovável.

A equipa de tecnólogos da Polyanswer desenvolveu e patenteou a produção de um fluido não newtoniano que, usado como aditivo, confere a materiais tradicionais como espumas, plásticos, borrachas, entre outros, características especiais de capacidade de absorção de energia em situações de impacto. Trata-se de um produto disruptivo com a aptidão de ser um fator diferenciador na indústria de polímeros.

Através desta tecnologia, a startup lança agora as caneleiras de futebol (unissexo), que garantem uma maior proteção e conforto aos praticantes do desporto rei. As caneleiras reduzem a transmissão da força do choque com a absorção de 90% da energia do impacto.

Com a garantia de maior proteção, a tecnologia permite extrema flexibilidade, fazendo com que a ergonomia e o conforto sejam aumentados e consequentemente assegurem um movimento natural dos membros. A combinação desta tecnologia com um tecido têxtil com propriedades de compressão, antimicrobianas, anti-odor e sem costuras permitiu obter um produto único no mercado. As caneleiras são moldáveis, fáceis de usar por se fixarem à perna de forma natural, e podem ser lavadas à máquina à temperatura de 40º.

Pelo contrário, as caneleiras tradicionais são rígidas, sem conforto, com menor capacidade de absorção, sujeitas ao deslocamento durante a sua utilização e não são laváveis à máquina.

Para lançar este novo produto, a startup escolheu a Amazon como plataforma única de venda ao público – https://www.amazon.co.uk/dp/B078TLCPGQ

“Um produto com este carácter inovador compara favoravelmente com qualquer concorrente a nível mundial. O lançamento tinha que ser feito numa escala global e daí a opção pela Amazon, uma empresa com 300 milhões de utilizadores que envia uma média de 1,6 milhões de encomendas por dia e onde 55% dos compradores online começam a procurar o que pretendem. Iniciamos pelo mercado britânico e americano, mas já estendemos a oferta para França, Itália, Espanha e Alemanha. Os próximos mercados serão o Canadá e México”, afirma Miguel Pimentel, Chief Executive Officer da Possible Answer.

Comprovada a eficácia desta tecnologia, a Polyanswer prepara-se para lançar ainda este mês um gorro para desportos que utilizam capacetes, como por exemplo, futebol americano, críquete, hóquei, lacrosse, artes marciais e paintball e proteções para motociclismo de turismo (ombro, cotovelo, anca, joelho e tornozelo).                          

Sobre a Possible Answer, SA

É uma empresa tecnológica, especializada no desenvolvimento e produção de fluidos não newtonianos, resultando num material flexível com características especiais na absorção de energia de impacto. Com uma forte componente de investigação, nos últimos dois anos a empresa tem desenvolvido diversas parcerias com Universidades, Institutos de Desenvolvimento Tecnológico e empresas para incorporação desta tecnologia no desenvolvimento de produtos em diferentes setores – calçado, têxtil, desporto, motociclismo, equipamentos de proteção individual e ramo militar. Para além dos produtos desenvolvidos internamente, a empresa vende fluidos como aditivos para várias indústrias. Em colaboração com a BASF, a Polyanswer está a desenvolver um material com propriedades dilatantes para o setor automóvel.

Dois portugueses na lista da Forbes dos 30 empreendedores em tecnologia com menos de 30 anos

A Forbes considera a TalkDesk “uma das startups com crescimento mais rápido em Silicon Valley”, sublinhando que a empresa, criada em 2011, angariou mais de 24 milhões de dólares (22 milhões de euros) em investimentos durante 2015 de grupos como a Salesforce Ventures, DFJ, Storm Ventures e 500startups.

Tiago Paiva, 29 anos, e Cristina Fonseca, 28, fundaram a TalkDesk em Portugal mas foi em Mountain View, na Califórnia, que criaram a morada da sede da empresa, por considerarem que aí o leque de potenciais clientes seria maior. O objetivo da dupla foi ajudar as empresas a terem um software que permitisse criar um call center de uma forma simples, ou em cinco minutos, como promovem no seu site.

Nos últimos quatro anos, a dupla e a sua equipa, que atualmente conta com perto de 150 pessoas entre a sede nos Estados Unidos e os escritórios em Lisboa e com representação noutros países, teve um crescimento constante, tendo em junho e outubro de 2015 anunciado ter recebido investimentos na ordem dos 13,4 milhões de dólares (12,3 milhões de euros) e de seis milhões de dólares (5,5 milhões de euros), respetivamente.

Com clientes como a Uniplaces, a Dropbox, a Box ou a Doordash, a startup desenvolve software que permite às empresas ter uma visão geral dos seus clientes tendo acesso ao seu perfil e às interações anteriores assim que atendem uma chamada. Como explicou Cristina Fonseca ao Techcrunch em dezembro, a empresa “consegue ver tudo sobre o cliente quando esse cliente lhe está a ligar”.

Segundo a responsável, a próxima ideia para a TalkDesk é ir além do atendimento telefónico e expandir os seus serviços a chats, e-mail e vídeo, enquanto uma “solução moderna que resolve um problema para as companhias de hoje”.

Há um ano, a Forbes incluía outros portugueses nas suas listas. O futebolista Cristiano Ronaldo, o artista Alexandre Farto, mais conhecido por Vhils, e a investigadora Maria Pereira estavam na lista anual “30 under 30” da revista que identificou os 30 jovens com menos de 30 anos mais bem-sucedidos do mundo, em 20 categorias, num total de 600 nomes de várias nacionalidades.

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