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Tag: Terrorismo

1.628 conteúdos terroristas em 38 plataformas online identificados pela Europol

As atividades de monitorização digital centraram-se principalmente na produção de material terrorista pelos meios de comunicação pertencentes ao Estado Islâmico e Al-Qaida, conteúdo que tinha sido exposto em 38 plataformas ‘online’, explicou a Europol em comunicado.

As autoridades também encontraram conteúdos terroristas na ‘Darknet’, rede fechada e secreta de comunicação na Internet, utilizada para realizar atividades ilegais como propagada ‘jihadista’.

A Unidade de Sinalização de Conteúdos na Internet da Europol é composta por especialistas, analistas e tradutores que formam uma equipa que se destina a lutar contra a propaganda terrorista em linha e outras atividades extremistas, atuando na “rápida eliminação” dos conteúdos presentes na rede.

No entanto, a supressão final do material identificado pelas autoridades comunitárias é voluntária por parte dos prestadores destes serviços ‘online’, de acordo com os seus próprios termos e condições.

Confrontos em Hamburgo entre a polícia e manifestantes anti G20 resultam em 111 feridos

“Bem-vindos ao inferno” é o lema dos grupos de ativistas que tentaram bloquear os acessos ao centro de congressos onde, durante dois dias, decorre a cimeira das principais economias do mundo e as potências emergentes, tendo a polícia recorrido a canhões de água para os dispersar.

O ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, que ia participar num evento no G20, cancelou a sua presença face ao dispositivo de segurança destacado, informaram os organizadores do evento.

A polícia de Hamburgo informou também que tinham sido detetados objetos nos carris de uma estação de comboio, o que afetou a circulação ferroviária em vários pontos.

Cerca de 12.000 pessoas participaram na manifestação de quinta-feira e as forças de segurança identificaram cerca de 2.000 delas, a maioria encapuzados, incluindo elementos de grupos violentos.

Objetos foram arremessados contra a polícia durante a noite, resultando em danos em viaturas, lojas e imóveis, assim como no ferimento de agentes.

A polícia de Hamburgo pediu o envio de novo reforço de efetivos antimotim face à possibilidade de aumentarem os protestos violentos no âmbito da cimeira do G20, de acordo com o semanário Der Spiegel.

O pedido surgiu numa altura em que se sucedem as tentativas de bloqueio e de ataques de manifestantes em diversos pontos daquela cidade do norte da Alemanha contra a realização da cimeira, cuja segurança é garantida por cerca de 19 mil polícias.

O G20 é o grupo dos países mais industrializados do mundo. O objetivo principal do G20 é reunir regularmente as mais importantes economias industrializadas e emergentes para discutir questões-chave da economia global. Um dos temas discutidos no arranque da cimeira, hoje dia 7, é o terrorismo.

Tensão entre Arábia Saudita e Qatar: prolongado prazo ao Qatar para responder a ultimato

A Arábia Saudita e os países aliados – os Emirados Árabes Unidos, o Bahrein e o Egito – anunciaram esta segunda-feira a decisão de prolongar por mais 48 horas o ultimato feito ao Qatar para responder positivamente a uma lista de 13 exigências, a pedido do mediador do Kuwait na crise do Golfo.

O Qatar anunciou que vai entregar na segunda-feira, ao emir do Kuwait, a sua resposta às exigências apresentadas, avança, em comunicado, a agência oficial saudita Spa.

Na lista de exigências consta o encerramento da televisão Al Jazeera e de uma base militar turca, além da limitação das relações com o Irão.

A 5 de junho, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos e Bahrein cortaram relações diplomáticas com o Qatar, que acusaram de apoio ao terrorismo, na mais grave crise regional desde a guerra do Golfo de 1991.

Posteriormente, numa lista de 13 pontos – apresentada ao Qatar pelo Kuwait, que está a ajudar a mediar a crise -, os países exigiram o encerramento da televisão Al Jazeera, de uma base militar da Turquia no Qatar e uma redução das ligações diplomáticas com o Irão.

Os quatro países exigiram ainda que Doha corte quaisquer contactos com a Irmandade Muçulmana e com outros grupos fundamentalistas islâmicos como o xiita Hezbollah, a Al-Qaeda e o Estado Islâmico.

O Qatar rejeita as acusações, classificando-as como “calúnias injustificadas”, e garante que “está a lutar contra o terrorismo e o extremismo”, enquanto a comunidade internacional tenta arranjar forma de pôr fim a esta crise diplomática.

Autor de ataque em Londres disse querer matar todos os muçulmanos

Uma pessoa morreu e 8 ficaram feridas, ao início da madrugada desta segunda-feira, depois de um homem ao volante de uma carrinha ter atropelado um grupo de fiéis junto a uma mesquita em Finsbury Park, na zona norte da capital britânica.

A Scotland Yard já revelou que todas as vítimas são muçulmanas e que duas pessoas ficaram “gravemente feridas”.

O condutor, um homem de 48 anos, foi detido pela população que o entregou à polícia assim que as autoridades chegaram ao local.

De acordo com o jornal The Guardian, uma testemunha garantiu que, depois do atropelamento, o homem saiu da carrinha e gritou: “Quero matar todos os muçulmanos”. Depois os populares atiraram-no ao chão e detiveram-no.

Numa conferência de imprensa, o subcomandante da Scotland Yard, Neil Basu, revelou que o incidente está a ser tratado como um ataque terrorista.

Homem detido em Londres

A detenção foi feita às 08:05 locais (mesma hora em Lisboa) durante uma operação policial que incluiu buscas a várias casas daquela zona, a mesma onde residiam pelo menos dois dos três autores do ataque.

Na segunda-feira à noite, a polícia anunciou a libertação, sem acusação, de dez pessoas que tinham sido detidas após os ataques. Outras duas pessoas tinham anteriormente sido detidas e libertadas.

A polícia já confirmou a identidade dos três autores do ataque, abatidos pela polícia no local: Khuram Butt, 27 anos, e Rachid Radouane, 30, residentes em Barking, e Youssef Zaghba, 22, do qual foi apenas dito que residia no leste de Londres.

Os três foram abatidos pela polícia oito minutos depois de lançarem o ataque, durante o qual atropelaram transeuntes na London Bridge e esfaquearam várias outras pessoas em Borough Market.

Os ataques fizeram sete vítimas mortais e 48 feridos, 18 dos quais estão em estado crítico.

“Tudo aponta para um atentado terrorista”

“A Suécia foi atacada. Tudo aponta para um atentado terrorista”, disse Lofven, numa breve comparência perante a imprensa.

O chefe do governo confirmou que pelo menos duas pessoas morreram, quando um camião avançou sobre várias pessoas e foi embater na montra de uma loja numa rua pedonal da capital sueca.

A rádio sueca tinha avançado anteriormente que pelo menos três pessoas morreram.

A televisão SVT informou, por seu lado, que pelo menos cinco pessoas morreram.

Segundo os serviços de informações suecos, há “um grande número de feridos”.

Explosão no metro de São Petersburgo

Uma bomba improvisada cheia de estilhaços explodiu dentro de um comboio entre duas estações de metro no centro de São Petersburgo, informou o Comité Nacional Antiterrorista russo, referindo-se a um incidente que fez pelo menos dez mortos.
Inicialmente, as agências noticiosas russas referiram a existência de uma segunda explosão numa estação próxima, mas não há ainda qualquer confirmação oficial, escreve a agência Bloomberg, que cita a russa Interfax.
Esta agência diz que a bomba parece ter sido colocada no comboio e não detonada por um bombista suicida.

O líder da comissão de segurança na câmara alta do Parlamento russo, Viktor Ozerov, foi mais categórico: “Todos os sinais de um atentado terrorista estão lá. O conjunto de medidas contra o terrorismo no país falhou”.

O Presidente russo Vladimir Putin está em São Petersburgo e já afirmou que todas as hipóteses estão a ser avaliadas, incluindo a de um ataque terrorista.

As autoridades locais dizem que há 50 feridos, mas notam que o balanço ainda é provisório.
Toda a rede de metro foi fechada após o ataque e a segurança foi reforçada na cidade, de cinco milhões de habitantes.

O Comité Nacional Antiterrorista anunciou que a segurança seria também reforçada em todas as instalações de transportes importantes, na sequência da explosão. Foram ainda encontrados dois engenhos por rebentar no metro.

Londres: cidade em alerta após ataque

Um agressor foi baleado fora do parlamento britânico pela polícia.

Segue-se  um tiroteio e um fotógrafo da Reuters vê pelo menos uma dúzia de feridos na ponte Westminster.

A cidade de Londres está neste momento sem saber o que esperar.

Rapaz de 12 anos tenta fazer explodir bomba em mercado de Natal

O rapaz, de nacionalidade alemã e iraquiana, e nascido na mesma cidade, terá sido, aparentemente, “fortemente radicalizado” e instruído por um membro do ISIS, de acordo com a revista alemã Focus.

O suspeito colocou uma bomba de pregos caseira numa mochila que levou até ao mercado de Natal a 26 de novembro, mas o dispositivo não explodiu porque o detonador falhou. Um visitante do mercado chamou a polícia depois de encontrar a mochila e especialistas desativaram o dispositivo, segundo a notícia.

A polícia identificou e prendeu o menino, que agora está num centro de detenção de jovens, diz a Focus, acrescentando que o Ministério Público Federal tomou conta das investigações.

Três mulheres detidas quando preparavam ataque contra gare de Paris

As autoridades francesas suspeitam que as três mulheres – de 19, 23 e 39 anos – detidas a noite passada nos arredores de Paris estariam prestes a cometer um ataque que, segundo fontes policiais, poderia incluir a gare de Lyon. As mulheres eram procuradas desde a descoberta, no domingo, de um carro abandonado no centro da capital, com botijas de gás e latas de gasóleo, que terão tentado incendiar.

As três mulheres foram detidas em plena rua, na localidade de Boussy-Saint-Antoine, 25 quilómetros a sudeste do centro de Paris, quando deixavam o apartamento que lhes serviu nos últimos dias de esconderijo.

A mais nova, identificada como Inès M., é filha do proprietário do automóvel abandonado e a principal suspeita de uma investigação que o ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, descreveu como uma “corrida contra o tempo”. Surpreendida pelos agentes que esperavam o grupo, a adolescente atacou um deles com uma faca, tendo sido baleada no joelho por outro elemento da patrulha.

“Estas jovens, radicalizadas, fanatizadas, preparavam-se visivelmente para novas acções violentas, que acreditamos estariam iminentes”, revelou Cazeneuve, adiantando que Inès trazia com ela uma carta em que afirmava aquilo que as autoridades já suspeitavam – a sua lealdade ao Estado Islâmico, o grupo jihadista radicado entre a Síria e o Iraque e ao qual se juntaram nos últimos anos centenas de jovens franceses. A jovem era já conhecida dos serviços de informação, por suspeitas de que pretendia viajar para a Síria, e a imprensa adianta que foi o próprio pai quem alertou as autoridades para o seu desaparecimento, no domingo, por temer que ela pudesse deixar o país.

No decorrer das investigações – que tinham já levado à detenção de dois casais, na quarta-feira – as autoridades conseguiram localizar o telefone de uma das três mulheres, o que lhes forneceu a sua localização e informações de que estariam a preparar um ataque numa estação de caminhos-de-ferro da região parisiense.

A agência AFP adianta que as esquadras de polícia receberam quinta-feira um alerta de atentado, avisando que um grupo, activado a partir do estrangeiro, estaria a preparar um ataque durante o dia numa estação de comboio. Segundo as televisões BFM-TV e RTL, os objectivos das três mulheres seria a gare de Lyon, no Sul de Paris, e também a de Boussy-Saint-Antoine, ponto de partida da viagem que estariam prestes a fazer.

Fontes da polícia adiantaram à RTL que as três mulheres pretendiam vingar a morte de Mohammed al-Adnani, porta-voz e um dos principais comandantes do Estado Islâmico, morto num bombardeamento aéreo final de Agosto.

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