“A APAT saúda as medidas já tomadas pelo Governo, mas pede que sejam tomadas outras para o setor dos transitários, de modo a continuarmos a colocar todas as possíveis soluções logísticas ao serviço da nação, numa altura em que, seguindo as orientações da DGS, temos de, diariamente, adotar medidas alternativas ao transporte desses bens, com mais custos e menos receitas”, afirma António Nabo Martins, presidente executivo de uma associação cujos membros representam 1 por cento do PIB nacional.

“Se é verdade que nalgumas situações somos verdadeiros heróis, também temos de reconhecer que sem este tipo de ajudas não vamos conseguir, em primeiro lugar, lutar contra esta fatalidade e, em segundo lugar, sobreviver conservando empresas, postos de trabalho e a coesão de Portugal”, conclui.

Recorde-se que é graças à atividade transitária que é possível cada país ter acesso ao abastecimento de bens alimentares, bens de primeira necessidade, medicamentos, entre muitos outros produtos.