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Associação Mãos à Obra Portugal celebra 9º aniversário

Com Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República, fomos mais de 100.000 pessoas a pôr Mãos à Obra, recolhemos mais de 50.000 toneladas de resíduos… tratamos, denunciamos, corrigimos, intervencionamos, sensibilizamos, educamos, agimos, melhoramos, georreferenciamos, classificamos, quantificamos, alertamos, brincamos, vivemos…

Nestes 9 anos muito trabalho foi feito mas muito mais haverá para fazer.

Este ano não vamos limpar, não vamos mostrar que andamos por cá, sucessivamente, a limpar o que alguns não respeitam.

ESTE ANO VAMOS CONTINUAR A DAR O EXEMPLO! E TU?

Para saber mais, para inscrição individual ou para participar como parceiro, visite http://www.AMOPortugal.org.

A Livraria Lello celebra 113 anos, do Porto para o Mundo.

Livraria Lello

Para nós 13 é dia de sorte. Foi neste dia que, logo no primeiro mês do ano de 1906, há 113 anos, abrimos as portas para chegar ao futuro. É esse futuro que comemoramos em cada aniversário. Fazemo-lo através da melhor forma que conhecemos, celebrando os Livros e a Leitura; os Autores e os Leitores.  E celebrando também duas causas que nos acompanharam durante todo o ano de 2018: o Fado como “coisa do Porto” e a Língua Gestual Portuguesa como “coisa” de todos nós.

A partir das 12h00, e até às 19h de domingo, dia 13 de janeiro, estaremos juntos, de portas abertas e de acesso livre, à volta de dois Livros que são dois tesouros. Um que nos conta epopeias vividas e nos lembra a inveja sobrevivente; e outro que nos diz aventuras imaginadas para nos recordar como sonhar o que se vive é o supremo ato de liberdade.

As montras da Livraria Lello ganharão vida para, a partir delas e em todo o interior da Livraria Lello, homenagearmos o universo do nosso poeta nacional, Camões; e o do herói internacional que partilhamos com todo o planeta, Harry Potter.

Como as letras não se esgotam nos livros, partilharemos com os primeiros leitores que nos visitem neste dia (a partir das 12h00), 1906 fac-símiles  da primeira Gazeta portuguesa, a chamada Gazeta da Restauração (1641), homenageando assim todos os homens de letras que são os jornalistas e os indispensáveis livros do quotidiano que são os jornais, que vivem hoje, uns e outros, um delicado momento de reconfiguração da sua missão original: contarem-nos o mundo que vivemos para que nele possamos viver de facto.

LIVRARIA LELLO, UMA LIVRARIA DE CAUSAS 

A Livraria Lello abraçou durante o ano de 2018 e continuará a abraçar durante 2019 uma série de causas, das quais se destacam Os Lusíadas, a Língua Gestual Portuguesa e o Fado.

Às 16h00, no primeiro andar da Livraria, será inaugurada a exposição A Severa que vocês nunca viram – instantâneos em torno do primeiro fonofilme português: “A Severa”. Com curadoria científica da Universidade de Aveiro e no âmbito da qual estarão expostos alguns dos primeiros fonogramas gravados em Portugal e será exibido, numa colaboração com a Cinemateca Portuguesa, o primeiro fonofilme produzido no nosso país, A Severa (1930).

Pelas 16h30 inicia-se uma conversa aberta em torno do tema O Porto, o Fado e outras Músicas, promovida pela Universidade de Aveiro com três convidados –  José Moças, Maria do Rosário Pestana e Rui Vieira Nery, com moderação de Jorge Castro Ribeiro.

Às 18h00, e ainda subordinado ao tema Livraria Lello, uma Livraria de Causas, a institucionalização da Língua Gestual Portuguesa como Língua Curricular por Gilda Nunes Barata e José Saraiva, e Os Lusíadas por Maria João Lopo de Carvalho.

Para encerrar as celebrações dos 113 anos da Livraria Lello, às 18h30 a fadista Patrícia Costa vem cantar o Fado da Livraria Lello, um poema criado pela poeta Maria do Rosário Pedreira, e outras músicas do Porto, acompanhada pelos seus músicos Pedro Martins, na guitarra portuguesa, João Moutinho na viola de fado, e Luís Lumini no baixo.

Celebramos esta festa na nossa cidade de sempre, o Porto. Cidade livreira, cidade cultural e cidade turística distinguida pela autenticidade. Se há um visível e reconhecido amor da cidade do Porto pela cultura, esse amor realiza-se no Património e na Literatura desde há muito, o Porto é, e bem, visto como uma cidade literária, através dos seus jornais, tertúlias, autores, editoras, leitores e livrarias.

Precisamente no núcleo histórico da cidade do Porto mora um ícone que se conseguiu partilhar a todo o mundo como tesouro da cidade, que vive, expande e multiplica este amor da cidade pela Literatura: ele dá, há quase 113 anos, pelo nome de Livraria Lello e está pujante como nunca esteve, recebendo diariamente milhares de leitores, sendo a livraria que mais vende e exporta literatura portuguesa em língua estrangeira e tendo um vasto programa cultural quase diário que edifica a sua vocação de livraria de todos os leitores e de livraria dos melhores autores.

O crescente fluxo turístico na cidade não nos afastou da nossa verdadeira essência: fazer dos turistas leitores, ser uma embaixadora da cultura com projeção em todo o globo e um porta estandarte orgulhoso da identidade portuguesa.

Somos, muitos dizem e nós naturalmente concordamos, um templo às Letras e às Artes da cidade e do mundo, um espaço de saber e do livro. Nascemos para ser livraria e assim nos mantemos, fiéis à identidade que vivemos desde 1906, a mesmíssima identidade que nos guiará nos próximos 113 anos.

Teatro Rivoli comemora 86.º aniversário com 16 horas de programação

diretor do Teatro Municipal do Porto, Tiago Guedes, explicou, em declarações à agência Lusa, depois da apresentação da nova programação, a 10 de janeiro, que as atividades em torno do aniversário compõem “uma grande festa aberta à cidade”, uma vez que todas as atividades são de entrada gratuita, mediante levantamento de bilhetes.

“É um dia de portas abertas, em que as pessoas podem estar em contacto com as várias disciplinas que apresentamos ao longo do ano, uma espécie de pequena súmula do que vai acontecer”, acrescentou.

O “espetáculo de charneira” da celebração, referiu Tiago Guedes na apresentação, é ‘El Baile’, pelas 21:30, da francesa Mathilde Monnier, apresentado em estreia nacional depois do trabalho da coreógrafa em Buenos Aires, em conjunto com o escritor argentino Alan Pauls.

A dupla reinventou a peça ‘Le Bal’, apresentada em 1981 pela companhia do Théâtre du Campagnol (e que então serviu de base ao filme homónimo de Ettore Scola), “a partir de uma “visão histórica desse momento”, atravessando o tempo entre a Buenos Aires de 1978, quando o país, sob plena ditadura, abria o Mundial de Fórmula 1 e acolhia o Campeonato Mundial de Futebol, e os dias que correm.

Numa programação que envolve mais de uma centena de artistas, o dia conta com um total de dez projetos de áreas diferentes, com o encenador André Murraças a apresentar, pelas 15h00, o musical ‘Coro’, cujo elenco inclui quatro funcionários do Rivoli, da bilheteira, limpeza, bar e manutenção.

Durante a manhã e o início da tarde, estão programadas várias atividades para crianças e famílias, entre oficinas sobre teatro e peças de teatro, como ‘Poemas de Pé para a Mão’, uma encenação de Joana Providência que funciona como “uma viagem de palavra em palavra”, apresentado pelas 11h00 e 15h00.

Pelas 12h00, é inaugurada a instalação sonora ‘Soará a silêncio, o som de uma revolução dentro de um ‘bunker’?’, com um momento performativo a assinalar a mostra da obra de Maria Trabulo.

O dia de aniversário marca ainda a apresentação do sexto Caderno do Rivoli, iniciativa iniciada com um número zero (0), em 2002, por iniciativa da então diretora Isabel Alves Costa (1946-2009), primeira diretora do Rivoli, entre 1993 e 2007, desde a reabertura como teatro municipal.

Depois de interrompida a produção, em 2004, o quinto caderno foi reeditado em 2017, numa recuperação comemorativa do 85.º aniversário, com o sexto, subordinado ao tema ‘Bodied Spaces – discursos cruzados entre corpo e espaço’, a ser apresentado pelas 15h30.

Com coordenação editorial de Gabriela Vaz-Pinheiro, o caderno foi publicado pela Imprensa Nacional Casa da Moeda depois de “um projeto do Teatro Municipal do Porto ao longo do ano de 2016, com várias sessões em instituições de ensino da cidade”.

Também há espaço para uma performance para seis bailarinos de Tales Frey, ‘F2M2M2F x 6’, e dois momentos de apresentação de dois artistas associados do TMP, Marco da Silva Ferreira, com ‘Um solo sobre Brother’, e Jorge Andrade, com ‘Jorge Andrade conta a história da mala voadora’, ambos marcados para as 16h30 e 18h00.

Na música, o destaque vai para ‘Bruta’, projeto de música criado por Ana Deus e o francês Nicolas Tricot, para trabalhar poemas de autores portugueses como Miguel Torga, Luís Miguel Nava, Bocage, Camilo Pessanha ou Manuel Laranjeira, numa atuação marcada para as 19h00.

O ciclo ‘Understage’ do Teatro Municipal continua com um concerto, pelas 23h30, dos portugueses Gala Drop, com várias peças do coletivo Oficina Arara a comporem o cenário, sob o selo da “reinterpretação dos métodos clássicos de reprodução artística”.

A noite termina com três DJ a animarem a festa, até às 4h00 da manhã de domingo, com Affreixo, André Tentugal e Pedro Tudela.

LUSA

BNI Líder: Histórias de sucesso de pessoas que estiveram “feitas num oito”

O Business Network International (BNI) é a maior rede estruturada de troca de referências do mundo, sendo sustentado por um ambiente positivo com foco no aumento e melhoria dos negócios dos membros de cada grupo.

O BNI Líder surge em 2006 como primeiro grupo BNI no distrito de Lisboa. É constituído por empresários que, sob o lema “se eu te ajudar tu vais querer ajudar-me”, promovem a própria área de negócio através de um ambiente de trabalho estruturado, positivo e profissional.

Hoje tem 47 membros ativos, mais de cem ex-membros e mais de quatro milhões e meio de euros faturados em negócios fechados, apenas nos últimos 12 meses.

BNINas palavras de Constantino Ferreira, Diretor Consultor do Grupo BNI Líder, “são oito anos de muito trabalho, perseverança e dedicação para liderar pessoas e motivá-las a serem melhores, mais positivas e transformar um grupo num grupo cada vez melhor e mais unido. Não é fácil fazer com que percebam que cada palavra, cada passo ou cada ação pode influenciar outras pessoas a fazerem mais e melhor. Só um grupo que cresce de forma sólida é que permite que as pessoas tirem o melhor partido dele e ao longo dos últimos oito anos tivemos muitas lutas, conquistas e dissabores para conseguirmos criar um grupo coeso”, reflete o nosso entrevistado.

“Estamos a falar de pessoas diferentes e nem sempre é fácil motivá-las, mas estamos a conseguir criar algo aqui fantástico. Este grupo é de pessoas para pessoas e o que tem feito a diferença no Líder é a equipa. Posso exercer muito bem o meu papel de diretor consultor, mas se não tiver uma boa equipa não faço nada. E são as equipas de liderança que têm feito a diferença no que diz respeito ao trabalho de equipa e às conquistas do grupo”, afirma Constantino Ferreira.

Para celebrar o oitavo aniversário o evento contou com a participação de três oradores muito especiais: Terry Hamill, Diretor Nacional BNI Portugal & Brasil; Helena Vieira, membro Líder e Marine Biotech Expert; e Tim Vieira – CEO da special edition holding (África) & Bravegeneration (Europa), e “Tubarão” na 1ª temporada do Shark Tank Portugal. Para Terry Hamill, Diretor Nacional do BNI Portugal & Brasil, o BNI Líder cresce a cada ano cada vez mais forte e com uma forte liderança. “Muitas vezes os empresários trabalham tão arduamente que não param para perceber o que já conseguiram alcançar. E é importante perceber que «não importa onde você esteja, você será o melhor». O compromisso, a paixão e a companhia são as palavras que me vêm à mente quando penso no BNI Líder. Uma equipa unificada que segue o forte princípio de que quem dá já está a ganhar”, diz-nos Terry Hamill.

O que dizem eles

Tim Vieira – Orador

Gosto de estar relacionado com pessoas otimistas e que querem mudar para alcançar o sucesso. O BNI Líder é um grupo que não se importa de acordar cedo para se reunir e isso demonstra logo, à partida, vontade de mudança. Tudo depende de nós e da nossa força de vontade. As pessoas têm que ser persistentes, têm de acreditar que conseguem. E é isso que vou tentar focar e transmitir aos membros do Líder e aos visitantes na minha intervenção. Os empreendedores têm de perceber que vamos fracassar e cair, mas temos que continuar a levantar-nos.

Angelina Sarzedas – Tesoureira do BNI Líder

Este grupo trouxe-me amigos, trouxe-me mais negócios, experiências e muito conhecimento. Faz-nos crescer a todos os níveis. E o oitavo aniversário do Líder, com esta partilha de histórias, irá, certamente, fazer-nos perceber que a maneira como nos levantamos quando caímos é essencial para alcançar o sucesso.

Luís Antunes – Membro Líder

Sou membro Líder há sete anos e tem sido bastante positivo fazer parte deste grupo. O objetivo deste grupo é gerar mais negócios, mas acaba por ser um grupo onde se vão criando amizades muito fortes. Tenho aqui amigos, parceiros e o BNI é uma âncora para novos negócios.

Inês Guerreiro – Presidente do BNI Líder

Foi importante conseguirmos criar emoção neste Start Me Up – Estórias de Líderes feitos num oito – que partilhou histórias de empresários que ficaram “feitos num oito”, mas que se levantaram. É importante perceber que, como empresários que somos, tudo tem um melhor dia. Precisamos de nos inspirar uns aos outros e tenho a certeza que esta partilha irá tornar o nosso grupo mais forte e mais unido.

Adriano Fernandes – Marketing do BNI Líder

O evento surgiu a partir de uma questão cultural pouco usual em Portugal que é a partilha de momentos desafiantes, de incertezas e onde se cometeram alguns erros. São 34 histórias de pessoas que aceitaram partilhar connosco as suas experiências para que os restantes membros possam aprender e crescer com as experiências de quem falhou, mas voltou a reerguer-se e superou-se. Foi um desafio enorme organizar um evento em torno deste conceito e foi bastante interessante conhecer as histórias que estão por detrás de cada um destes empresários. Há um herói nas histórias partilhadas, que é o membro do grupo, há um sonho, o que foi feito para se alcançar esse sonho, o que aconteceu ao sonho, como superou o seu fracasso e que mensagem tem para transmitir e inspirar os restantes membros.

Abílio Nobre – Sócio no BNI Lisboa

O Líder para mim é como se fosse um filho. Tenho acompanhado o seu percurso e quando integrei o grupo, o mesmo tinha apenas 16 elementos. Hoje temos 47 membros ativos. O BNI Líder tem um grupo muito forte, constituído por bons empresários e é importante sabermos que todas as empresas e todos os negócios têm dias menos bons, mas que amanhã será sempre melhor.

Márcio Lopes – Vice-Presidente do BNI Líder

Olhando para trás, para estes sete anos a fazer parte do grupo, o balanço é muito positivo, quer pessoal quer empresarial. Temos aqui pessoas reunidas com vontade de crescer, aprender e partilhar. Caminhamos todos no mesmo sentido e com confiança um nos outros. Sei que posso confiar num membro do Líder se precisar de uma solução para o meu negócio.

Luiz Branco – Membro Líder

Sou membro do Líder há um ano. Conheci o grupo através de uma parceira de negócios e a primeira visita que fiz às reuniões do Líder foi o suficiente para decidir tornar-me membro. Tem sido um ano muito bom, dá um retorno excelente de negócios. 

Elisabete da Costa – Membro Líder

Sou membro do Líder há quase um ano e foi a melhor coisa que podia acontecer-me neste ano. Vive-se uma energia positiva aqui. É um incentivo para as pessoas para acreditarem nas suas capacidades e renovarem-se constantemente. “Eu dou para receber” e o pouco que dei já recebi em dobro, principalmente em carinho, bem-estar, ânimo e vontade de trabalhar. É isto o Líder. É uma experiência única que todos os empresários que querem alcançar o sucesso deviam ter.

É esta a origem de soprar velas no aniversário

No século XVII, na Alemanha, era hábito acender velas no aniversário de cada criança. Neste dia era colocado um bolo com velas num lugar visível. Havia sempre uma vela a mais do que os anos que a criança completava, já que uma vela adicional simbolizava o futuro.

As velas permaneciam acesas durante todo o dia e eram substituídas, se fossem completamente consumidas. À noite, a criança soprava as velas e fazia um pedido. Segundo a tradição, o fumo das velas fazia o pedido chegar até Deus.

Aliás, os gregos faziam algo semelhante durante as celebrações em honra de Artemisa, a deusa da caça e da Lua. Também eram usados bolos com velas acesas, que deixavam nos seus templos como oferenda à deusa.

O bolo redondo simbolizava a Lua, enquanto as velas acesas significavam o brilho da Lua. Tal como no caso do hábito alemão, acreditava-se que o fumo das velas levava os pedidos das pessoas até aos deuses.

 

Parlamento saúda 20 anos da CPLP e quer mais visibilidade

No voto, proposto pelo PSD e aprovado por unanimidade, os deputados afirmam reconhecer a “importância da organização no espaço da lusofonia e do reforço internacional da língua portuguesa”.

“Encorajar um aprofundamento dessa cooperação que permita uma maior visibilidade internacional e o potenciamento do valor estratégico do universo lusófono quer no plano político, quer no plano económico”, é um dos objetivos fixados no documento.

Por outro lado, o voto defende uma aposta na criação “de incentivos à mobilidade de cidadãos, das empresas e das organizações culturais e educativas enquanto fator de desenvolvimento da CPLP e do aumento da cooperação”.

A easyJet faz anos e disponibiliza voos mais baratos

A propósito do seu 20º aniversário, a easyJet convida os clientes a começarem a planear as suas escapadinhas de 2016.
A companhia aérea oferece 25% de desconto em 40 mil lugares por toda a Europa. Há 140 destinos para explorar.
A campanha decorre atá à meia-noite de 13 de janeiro e incide sobre voos realizados entre 4 de fevereiro e 6 de julho do próximo ano.

Papa Francisco faz hoje anos

Papa Francisco

Jorge Bergoglio (Buenos Aires, 1936) celebrou, como faz todos os dias, missa na capela de Santa Marta às 07:00 (06:00 em Lisboa) e, ao longo do dia, vai cumprir as obrigações de chefe da Igreja Católica.

Esta manhã, o papa esteve na abertura da “porta santa” da caridade numa das sedes da organização Cáritas em Roma, cerimónia que integra o calendário do Jubileu da Misericórdia, que começou no dia 08 e termina a 20 de novembro do próximo ano.

Na quarta-feira, na audiência na praça de São Pedro, os fiéis católicos aproveitaram para felicitar o papa antecipadamente, com uma festa com música e bolos.

No ano passado, o aniversário de Francisco coincidiu com a realização da audiência geral, durante a qual mais de sete mil bailarinos de tango dançaram para o papa.

Jorge Mario Bergoglio é o primeiro bispo de Roma latino-americano e também o primeiro jesuíta.

Representante máximo da Igreja Católica e oitavo chefe de Estado da Cidade do Vaticano, Francisco é o 266.º papa e substituiu Bento XVI, o primeiro da atualidade a renunciar ao papado.

Licenciado em Química, optou pelos estudos eclesiásticos e a 11 de março de 1958 entrou na Companhia de Jesus. A 13 de março de 2013 foi eleito papa no segundo dia do conclave e na quinta votação.

Desde o início do pontificado, Francisco iniciou um processo de reforma das estruturas da Cúria Romana, com especial atenção à parte económica e financeira.

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