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Bruno Magalhães vence Rali Casinos do Algarve e é vice-campeão nacional

Bruno Magalhães

Apesar de já ter ganho o Rali Casinos do Algarve em 2007 e 2009, Bruno Magalhães já não disputava a prova algarvia há uma década, ao contrário dos seus três adversários com quem discutia o título nacional. O piloto do Hyundai i20 R5 readaptou-se rapidamente aos troços do Algarve e voltou a mostrar a sua rapidez, obtendo um triunfo categórico que, contudo, seria insuficiente para se sagrar campeão.

“Lutámos até ao último metro da época e saímos do Algarve com a sensação de dever cumprido”, afirmou Bruno Magalhães, que foi ainda o mais rápido em três classificativas. “Ganhámos um rali muito difícil e que eu já não disputava há 10 anos. Foi um campeonato extremamente disputado, onde fizemos uma segunda metade de época fantástica, com duas vitórias e mais dois pódios nos últimos quatro ralis. Penso que o ponto de viragem foi mesmo o Rali de Castelo Branco. A partir daí fomos sempre muito competitivos, recuperámos muitos pontos e lutámos pelo título até ao final. Os meus parabéns ao Ricardo Teodósio e ao José Teixeira”, realçou o tricampeão nacional e vice-campeão da Europa.

No seu ano de regresso ao CPR, Bruno Magalhães conseguiu duas vitórias (Madeira e Algarve) e um total de seis pódios em oito possíveis, terminando todos os ralis da temporada.

Bruno Magalhães sobe ao pódio no Rali Terras D’Aboboreira e aproxima-se do topo do CPR

Depois da vitória para o CPR no Rali Vinho da Madeira, Bruno Magalhães voltou a mostrar que é um dos mais sérios candidatos ao título, este fim de semana, no Rali Terras D’Aboboreira, disputado no asfalto de Baião, Amarante e Marco de Canaveses. Numa prova que nunca tinha disputado, o tricampeão nacional e vice-campeão da Europa venceu duas das três primeiras especiais do rali, liderando a classificação no final do primeiro dia de prova. No sábado, Bruno Magalhães manteve um ritmo elevado ao volante do Hyundai i20 R5 e garantiu um segundo lugar muito importante para as contas do campeonato.

“Entrámos muito bem no rali, ganhámos duas especiais e chegámos ao final do primeiro dia na frente da prova”, analisou Bruno Magalhães. “Já sabíamos que seria difícil manter a liderança no sábado, porque os nossos adversários diretos já conheciam estes troços, mas ainda assim fiquei muito satisfeito com o nosso andamento. Na fase final do rali pensámos nas contas do campeonato, porque este segundo lugar aproxima-nos ainda mais da frente do CPR e deixa tudo em aberto para as duas últimas provas. O carro esteve impecável e tenho de agradecer à Hyundai Portugal e a toda a equipa da Sports & You”, concluiu o piloto de Lisboa, que foi o mais rápido na PE1 (Rio Tâmega 1) e na PE3 (Super Especial Baião).

A oitava e penúltima prova do Campeonato de Portugal de Ralis será o Rali Vidreiro – Centro de Portugal, disputado no asfalto da Marinha Grande, nos dias 4 e 5 de outubro.

Bruno Magalhães motivado para a estreia no Rali Terras D’Aboboreira

O Rali Terras D’Aboboreira é uma prova completamente nova para Bruno Magalhães, que, no entanto, está motivado pelo triunfo na ronda do CPR no emblemático Rali Vinho da Madeira. Um resultado que o colocou ainda mais próximo do topo do campeonato, deixando tudo em aberto para os três últimos ralis da temporada: Rali Terras D’Aboboreira, Rali Vidreiro e Rali Casinos do Algarve.

“Não escondo que o resultado e a nossa performance na Madeira foram muito motivadores”, referiu Bruno Magalhães. “Esta terça-feira fizemos um pequeno teste com o carro e percebemos que está tudo a postos para o Rali Terras D’Aboboreira, uma prova completamente nova para nós. Vamos decidir o set-up a utilizar depois dos reconhecimentos, mas o objetivo é voltar a discutir o primeiro lugar, até porque ainda está tudo em aberto no campeonato. Os candidatos ao título vão dar tudo por tudo, e é nestas condições de exigência máxima que gostamos de competir”, apontou o tricampeão nacional e vice-campeão da Europa.

Bruno Magalhães conquista novo pódio no regresso ao Rali de Portugal

Bruno Magalhães e o navegador Hugo Magalhães já sabiam que o Rali de Portugal seria uma das provas mais duras da temporada, fruto da passagem dos WRC que degradavam os pisos e dificultavam a tarefa dos pilotos do Campeonato de Portugal de Ralis. Ainda assim, e depois de ter ganho o também duríssimo Rali da Acrópole, na Grécia, no Campeonato da Europa FIA de Ralis (ERC) em 2018, o tricampeão nacional acreditava ter capacidades para superar esse desafio e entrar na luta pela vitória no evento nacional. Contudo, dois pneus que descolaram da jante na sexta-feira fizeram o piloto do Team Hyundai Portugal perder cerca de 1m30s, conseguindo, no entanto, mostrar a sua rapidez no sábado, ao ser o mais rápido em quatro das cinco primeiras classificativas do dia entre os pilotos portugueses. No final, o 2.º lugar na prova nacional acaba por ser um bom resultado para Bruno Magalhães, que vinha de um resultado semelhante no Azores Rally.
“Foi um prazer voltar a disputar o Rali de Portugal, sempre uma prova longa e muito dura, mas cujo público fantástico nos leva a superar todas as adversidades”, começou por referir Bruno Magalhães. “De facto, os azares com os furos na sexta-feira afastaram-nos da luta pela vitória no CPR, mas o 2.º lugar acaba por ser positivo para o nosso campeonato, depois do pódio nos Açores. Além disso, demonstrámos no sábado o nosso verdadeiro andamento, já com o carro mais adaptado ao meu estilo de pilotagem. Quero agradecer a todos os nossos patrocinadores, à equipa e a todo o Team Hyundai Portugal, que conseguiu aqui uma dobradinha muito importante”, concluiu o tricampeão nacional e vice-campeão da Europa, que vai agora preparar o início da fase de asfalto do CPR, no Rali de Castelo Branco, nos dias 22 e 23 de junho.

Regresso ao Rali de Portugal é momento especial para Bruno Magalhães

A última participação de Bruno Magalhães no Rali de Portugal remonta à época de 2013, ainda na versão algarvia do evento pontuável para o WRC. Depois disso, o tricampeão nacional apostou numa carreira no Campeonato da Europa FIA de Ralis (ERC), que culminou com o título de vice-campeão europeu em 2017 e o 3.º lugar em 2018. Agora, na época em que regressa ao Campeonato de Portugal de Ralis, Bruno Magalhães tem também a oportunidade de voltar a disputar o mais importante e mediático evento do automobilismo português, defendendo as cores do Team Hyundai Portugal.

“Sim, este regresso é um momento especial porque qualquer piloto português quer estar no Rali de Portugal, por tudo o que esta prova significa para o nosso desporto”, referiu Bruno Magalhães, que regressa ao CPR depois do pódio obtido no Azores Rallye.

“Será a primeira vez que disputo o Rali de Portugal desde o regresso da prova à região Norte, por isso grande parte dos troços serão uma novidade para mim. Por outro lado, senti no Monday Test que demos um passo em frente na afinação do carro após os Açores, e além disso tivemos um bom feeling com os pneus Michelin que são usados no Campeonato do Mundo. É fundamental ter confiança no carro para sermos competitivos ao longo de todo o rali, que deverá ser bastante duro e disputado. Toda a equipa fez um excelente trabalho de preparação e agora só nos resta dar o máximo para tentar entrar na luta pela vitória entre os portugueses”, concluiu o piloto do Hyundai i20 R5, navegado como é hábito por Hugo Magalhães.

Disputado entre quinta-feira (dia do Shakedown) e domingo, o Vodafone Rali de Portugal é a quarta prova pontuável para o CPR, tendo um total de 10 classificativas e 174,85 kms cronometrados no evento nacional, cuja classificação é determinada após a especial de Amarante 1, no sábado.

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