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Cisco inaugura uma nova era sem fios com Wi-Fi 6

A Cisco está a ampliar o portfólio de redes para o campus mais completo da indústria, com uma nova gama de switches criada especificamente para cloud-scale networking. Ao combinar um potente software de analítica e automatização com a extensa oferta de switches, pontos de acesso e controladores de próxima geração para o campus, a Cisco oferece a única arquitetura end-to-end sem fios “wireless-first” da indústria.

Construído com base nas mesmas inovações sem fios fundamentais do 5G, estes novos padrões irão alterar a forma de interagir das empresas e dos consumidores. Além de ser significativamente mais rápido, a Wi-Fi 6 oferece até mais 400% de capacidade e é mais eficaz em ambientes de elevada densidade como grandes auditórios, estádios ou até mesmo salas de conferência. A latência melhorou significativamente, facilitando um nível de operação praticamente em tempo real. A Wi-Fi 6 também consome menos bateria nos dispositivos conectados e proporciona uma experiência de utilizador mais previsível.

Principais novidades

Para que as organizações possam oferecer uma experiência verdadeiramente flexível e sem interrupções, a Cisco anuncia hoje diversas soluções e acordos de colaboração:

  • Pontos de acesso Wi-Fi 6. Os novos pontos de acesso dos portfólios Catalyst e Meraki vão além do suporte ao novo padrão Wi-Fi 6. Equipados com processadores programáveis personalizados e acesso a capacidades analíticas inovadoras, os novos pontos de acesso da Cisco proporcionam uma rede sem fios mais inteligente e segura. Também são multilíngues, facilitando a comunicação com vários protocolos de IoT como BLE, Zigbee e Thread.

  • Switch central para a rede do campus. A família de switches Catalyst 9600 é a base para otimizar o funcionamento de qualquer rede. Para oferecer a experiência sem fios mais segura e eficiente, as organizações necessitam apenas de uma única estrutura de rede que combine a rede sem fios e a rede com fios. Desenvolvida como a evolução do Catalyst 6000 – o produto de rede com mais sucesso na história da Internet – a nova gama Catalyst 9600 será a base da próxima geração de redes empresariais baseadas na intenção (intent-based networking).

  • Novos recursos para programadores. A Wi-Fi 6 e o 5G representam uma grande oportunidade para os programadores. Para os ajudar a criar as experiências imersivas que estes novos níveis de conectividade prometem, a Cisco anunciou a DevNet Wireless Dev Center. DevNet, a rede da Cisco para os programadores, oferece laboratórios de formação, sandboxes e os recursos que os programadores necessitam para aplicações wireless inovadoras. As plataformas de acesso Cisco Catalyst e Meraki são abertas e programáveis até ao nível do chipset, permitindo às aplicações o aproveitamento das vantagens da programação de rede de forma inovadora.

  • Colaboração com a indústria: antes do lançamento dos seus pontos de acesso Wi-Fi 6, a Cisco completou diversos testes de interoperabilidade com a Broadcom, a Intel e a Samsung sobre o novo padrão. Samsung, Boingo, GlobalReach Technology, Presidio e outras empresas também se estão a unir ao projeto Open Roaming liderado pela Cisco, consórcio que pretende facilitar a conectividade segura entre redes Wi-Fi e LTE, além de abranger a rede de Wi-Fi pública.

“Cada avanço na conectividade gerou uma nova onda de inovação. O 5G e a Wi-Fi 6 representam uma nova era de conectividade”, destaca David Goeckeler, Vice-Presidente Executivo e Diretor Geral de Redes e Segurança na Cisco. “Os programadores já estão a criar a próxima geração de experiências sem fios e imersivas. Com mil milhões de objetos conectados à rede, este crescimento irá criar uma complexidade sem precedentes para as TI. A Cisco está a construir uma arquitetura de rede multi-domínio para simplificar esta complexidade.”

Experiência sem fios, Cloud e capacidade analítica

A Wi-Fi 6 e o 5G representam uma grande oportunidade, mas as organizações devem superar desafios importantes. Atualmente, o local de trabalho é onde quisermos trabalhar. Os utilizadores dependem mais de experiências móveis e não toleram tempos de inatividade. Para responder a estes desafios, a rede deve oferecer:

  • Uma excelente experiência sem fios. As tecnologias móveis impulsionam o crescimento económico, facilitando a colaboração entre os colaboradores, as compras dos consumidores ou a formação dos estudantes, a partir de qualquer lugar. Para oferecer uma excelente experiência sem fios, os departamentos de TI devem olhar para além da conexão Wi-Fi e oferecer uma experiência end-to-end completa: proporcionando segurança, confiança e desempenho constantes.

  • Impulsionada pela Cloud: a cloud permite uma escala sem precedentes. A Cisco utiliza a Cloud para proporcionar inovações com maior rapidez. A cloud também ajuda a que as TI em vez de reativas se tornem proactivas a obter conhecimento global e a oferecer melhores práticas para ajudar a resolver os problemas antes que estes afetem os utilizadores.

  • Otimizada para a análise de dados: a rede oferece milhões de fontes de dados, proporcionando contexto sobre os utilizadores, a sua experiência e as suas vulnerabilidades. Utilizando uma capacidade analítica forte, podem otimizar-se as operações de TI, suportar melhores decisões de negócios, proporcionar soluções de segurança inovadoras e envolver os clientes com maior eficácia.

Durante os últimos anos, a Cisco criou uma oferta completa de redes baseadas na intenção para preparar os clientes para os desafios do futuro. Os novos pontos de acesso e a gama de switches para campus da Cisco estão criados especificamente para a intent-based networking, e representam o resultado dos esforços da Cisco para reinventar todo o seu portfólio de soluções de acesso para redes.

Disponibilidade, recursos para programadores e serviços

  • Os pontos de acesso Meraki e Catalyst, e a gama Catalyst 9600 já estão disponíveis.
  • Os serviços Costumer Experience da Cisco para wireless e switching aceleram a implementação de soluções de rede baseadas na intenção da próxima geração, ao mesmo tempo que reduzem o risco e a disrupção. O portfólio do Costumer Experience da Cisco oferece uma orientação especializada, melhores práticas e ferramentas inovadoras para facilitar a transição dos clientes na inovação com maior facilidade e confiança, permitindo-lhes inovar mais rápido, continuar a ser competitivos e a obter mais valor e um ROI mais rápido.

Recursos adicionais

Cisco expande Organização do Costumer Experience (CX) na EMEAR e abre novo Centro CX em Portugal

All rights reserved to Sandra Cifo

O novo centro reforça o compromisso da Cisco em Portugal, um país com um banco de talento diverso e robusto. Tanto engenheiros com experiência como recém-licenciados terão oportunidades de prestar serviço a clientes seja através de planeamento, desenvolvimento, implementação, otimização e apoio técnico. O recrutamento irá começar no fim de fevereiro com foco em pessoas com especialização em segurança, rede empresarial e centro de dados.

Os clientes um pouco por toda a região EMEAR e por todo o mundo estão a acelerar a digitização em todos os setores. O centro de Lisboa irá servir os clientes e parceiros à medida que utilizam as últimas tecnologias da Cisco, como uma base para esta transformação digital, ajudando-os a tirar o maior partido destas soluções tecnológicas.

O centro de Lisboa apoia também o compromisso da Cisco em ajudar Portugal a alcançar o seu potencial digital. Portugal faz parte do programa de Aceleração da Digitização do País (CDA) da Cisco e de um grande centro de inovação e empreendedorismo na Europa. O apoio do Governo Português face aos investimentos com base no conhecimento, em conjunto com a qualidade das universidades Portuguesas, uma força de trabalho sólida e um ecossistema empresarial, foram fatores chave para a tomada de decisão de abrir o centro de Lisboa.

Declarações de apoio:

  • Phil Wolfenden, Vice-Presidente, Centros de Costumer Experience, da Cisco EMEAR: “A experiência do cliente é uma área essencial de crescimento para a Cisco. Estamos muito satisfeitos por trazermos este novo centro para Portugal, que irá desempenhar um papel importante na estratégia global da Cisco para satisfazer os seus clientes, parceiros e partes interessadas internas na EMEAR e mais além.”
  • Santiago Solanas, Vice-Presidente do Sul da Europa da Cisco: “Portugal é um mercado importante para a Cisco, demonstrado pela sua inclusão no programa de Aceleração da Digitização do País. Estamos muito entusiasmados em reforçar ainda mais o nosso compromisso para acelerar a agenda digital no nosso país. Este Centro CX altamente estratégico em Portugal irá trazer investimento e oportunidades de emprego para profissionais de engenharia e de negócio. 

Acerca da Cisco

A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em tecnologia e tem ajudado a manter a Internet a funcionar desde 1984. As nossas pessoas, produtos e parceiros ajudam a sociedade a estar conectada de forma segura e encontrar hoje a oportunidade digital de amanhã.

Cisco e Startup Lisboa formam parceria tecnológica

Com esta parceria, a Cisco participará em eventos para Startups e para o ecossistema empreendedor organizados pela Startup Lisboa, onde serão partilhadas informações relativas às Startups incubadas na Startup Lisboa, com as equipas da Venture Capital da Cisco, além da utilização das soluções DevNet e dos conteúdos das Academias Cisco por parte das Startups e dos empreendedores do ecossistema, entre outras medidas.

Miguel Fontes, Diretor Executivo da Startup Lisboa refere que “A parceria tecnológica com a Cisco representa um passo importante para a Startup Lisboa. É uma honra contar com parceiros que contribuem para o crescimento e implementação de soluções inovadoras desenhadas para as nossas startups. Trata-se de uma colaboração que criará valor e repercussão de relevo, sobretudo no alcance de mercados internacionais.”

Artur Pereira, Head of Digital Transformation, da Cisco Portugal declara também que “É uma honra para a Cisco Portugal ser um parceiro tecnológico da Startup Lisboa à qual reconhecemos o enorme trabalho desempenhado no estabelecimento de um ecossistema empreendedor, vibrante e reconhecido internacionalmente. A partilha de conhecimento e experiência com os empreendedores, a facilitação de contactos com as grandes empresas nacionais e internacionais, e a capacidade de orientar os empreendedores para soluções de mercado são uma mais-valia de valor incalculável para a cidade de Lisboa e para o país.”

Acerca da Cisco

A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em tecnologia, que tem mantido a Internet a funcionar desde 1984. As nossas pessoas, produtos e parceiros ajudam a sociedade a estar conectada de forma segura e encontrar hoje a oportunidade digital de amanhã.

APC by Schneider Electric e Cisco lançam soluções integradas de Micro Data Centers para Edge Computing

Esta nova oferta, lançada no evento Cisco Live em Barcelona, permite a clientes e integradores contar com soluções totalmente integradas com a plataforma HyperFlex da Cisco e a infraestrutura da APC by Schneider Electric. Durante o Cisco Live Barcelona 2019, que teve lugar entre 28 e 31 de janeiro, a APC by Schneider Electric esteve presente no seu stand para mostrar uma das soluções que fazem parte deste portefólio.

A nova arquitetura personalizável, que integra as soluções da Cisco e da APC by Schneider Electric, adota uma abordagem hiperconvergente, que combina computação, armazenamento e conexão em nós. O resultado é uma solução gerida de forma centralizada, que ajuda as empresas a adaptarem-se a um ambiente digital cada vez mais complexo. Com a sua arquitetura escalável, minimiza o espaço e a utilização da energia do Data Center, o que resulta num menor custo total de propriedade, em comparação com uma infraestrutura tradicional.

As novas soluções criam uma plataforma completamente integrada e interoperável com todos os Data Centers. Esta nova gama faz parte da família EcoStruxure™ IT e pode ser monitorizada e gerida remotamente, a partir da plataforma digital da Schneider Electric.

“A Cisco tem todo o prazer em colaborar com a APC neste lançamento. A hiperconvergência é o novo paradigma dos Data Centers, que se estende à Cloud e ao Edge. A Cisco HyperFlex torna mais fácil, para as empresas, esta evolução multi-cloud e o Edge Computing, trazendo simplicidade, rendimento e valor ao local exacto em que se encontram os dados”, destaca Antonio Gómez, Responsável de Vendas de Canal da Cisco de Barcelona.

“A hiperconvergência tem a capacidade de simplificar as instalações, de forma parecida à cloud, e acreditamos que no futuro daremos conta que a HCI foi a tecnologia mais disruptiva das últimas décadas,” afirma Kevin Brown, SVP Innovation and CTO, Secure Power Division da Schneider Electric. “Na Schneider Electric estamos totalmente comprometidos com a nossa parceria com a Cisco e queremos continuar a oferecer soluções conjuntas para Edge Computing, que ofereçam a máxima qualidade aos nossos clientes.”

O lançamento desta oferta está associado à certificação, por parte da Cisco, da linha de produtos APC NetShelter® SX com Shock Packaging, para a preinstalação e o envio de equipamentos IT Cisco Unified Computing System (UCS), integrados dentro da dita infraestrutura da APC by Schneider Electric.

Com esta certificação, a APC by Schneider Electric, marca líder de infraestruturas físicas para Data Centers em Edge e de soluções de TI integradas, oferece aos seus clientes e parceiros de canal a garantia de uma compatibilidade de sistema comprovada, proporcionando mais opções, que permitem uma maior flexibilidade e uma implementação mais rápida, economizando tempo e dinheiro.

Para gerir estes múltiplos ambientes, a Cisco e a Schneider Electric disponibilizam a plataforma EcoStruxure™ IT integrada com o Cisco UCS Manager, que simplifica a gestão dos dados e permite visualizar a infraestrutura de energia em ambas as plataformas através de um único ecrã, bem como a plataforma EcoStruxure Asset Advisor, um serviço de monitorização remoto para equipamentos críticos, que fornece dados em tempo real aos operadores.

Visite a página web sobre a parceria entre a APC e a Cisco, para saber como ambas as empresas estão a colaborar para criar soluções tecnológicas de última geração para Data Centers.

Sobre o Ecostruxure

O Ecostruxure é a plataforma e arquitetura IoT aberta, interoperável e plug-and-play da Schneider Electric, que proporciona mais valor em segurança, fiabilidade, eficiência, sustentabilidade e conectividade. O Ecostruxure serve-se dos avanços da IoT, mobilidade, sensores, cloud, analítica e cibersegurança para proporcionar inovação a todos os níveis, desde produtos conectados e edge computing até apps, analítica e serviços. O Ecostruxre conta com mais de 480.000 instalações e com o apoio de mais de 20.000 integradores de sistemas, conectando mais de 1,5 milhões de ativos.

Cisco revela que as organizações beneficiam de investimentos na privacidade de dados

De acordo com o novo estudo Cisco 2019 Data Privacy Benchmark, as organizações mundiais que investiram no desenvolvimento das suas políticas de privacidade de dados estão a alcançar resultados de negócio concretos graças a estes investimentos. O estudo reforça a ligação entre uma boa política de privacidade e estes resultados empresariais, e são os próprios inquiridos a afirmar que os atrasos nas vendas diminuíram, bem como as violações de dados.

O Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia, focado no aumento da proteção da privacidade e dos dados pessoais dos residentes da UE, tornou-se obrigatório em maio de 2018. As organizações mundiais continuam a trabalhar constantemente para poderem estar prontas para o RGPD.

Segundo o estudo global da Cisco1, 59% das organizações afirmam que cumpriram com todos ou quase todos os requisitos, 29% esperam cumprir com as exigências dentro de um ano, e 9% irão demorar mais de um ano.

“Este é o ano em que as empresas tomam a devida consciência da importância da privacidade. Os dados são a nova moeda, e à medida que o mercado se altera, vemos que as organizações estão a atingir resultados reais através dos investimentos na proteção dos seus dados,” refere Michelle Dennedy, Chief Privacy Officer, da Cisco. “Na Cisco, defendemos tanto a proteção dos nossos clientes como o crescimento do seu sucesso empresarial ao maximizarmos o valor dos dados, reduzindo os riscos.”

Os clientes estão cada vez mais preocupados com o facto de os produtos e serviços que utilizam oferecerem a proteção apropriada da privacidade. As organizações que investiram na privacidade de dados para cumprirem com o RGPD registaram atrasos mais curtos nas vendas para os clientes atuais: 3,4 semanas vs. 5,4 semanas nas organizações menos preparadas para o RGPD.

Globalmente, a média de atrasos nas vendas foi de 3,9 semanas para os clientes atuais, reduzindo nas 7,8 semanas registadas no ano passado (referente a 2017). As organizações mais preparadas para o RGPD indicaram a ocorrência de menos violações de dados (74%), menos registos de impactos em incidentes de segurança (79.000) em relação às organizações menos preparadas (89% foram vítimas de violações de dados e registaram 212.000 incidentes). Além disso os seus sistemas informáticos têm um tempo de inatividade inferior (6,4 horas em comparação com as 9,4 horas das empresas menos preparadas para o RGPD).

Estão muito menos suscetíveis a uma perda financeira derivada de violação de dados. Além disso, 75% dos entrevistados referem que verificam grandes benefícios nos seus investimentos em proteção de dados, que incluem uma maior agilidade e inovação decorrendo dos controlos adequados de dados, do alcance de vantagens competitivas, e do reforço na eficiência operacional com dados organizados e catalogados.

As principais conclusões foram:

  • 87% das empresas estão a registar atrasos no seu ciclo de vendas devido às preocupações de privacidade dos seus clientes ou “potenciais clientes”, em comparação com os 66% registados no ano passado. Isto deve-se fundamentalmente ao aumento da sensibilização na privacidade impulsionado pelo RGPD e pelas constantes violações de dados presentes nas notícias.
  • O atraso nas vendas por país varia de 2,2 a 5,5 semanas, com a Itália, a Turquia e a Rússia no nível mais baixo, e a Espanha, o Brasil e o Canadá no nível superior. Os atrasos mais longos das vendas podem ser atribuídos a zonas onde os requisitos de privacidade são elevados ou estão em transição. As vendas em atraso podem causar quebras nas receitas relacionadas com compensação, financiamento, e relações com investidores. Estas podem tornar-se também em vendas perdidas se um potencial cliente comprar a outro concorrente ou decidir não comprar.
  • As principais razões mencionadas para este atraso nas vendas incluíram a investigação dos pedidos dos clientes sobre as necessidades de privacidade, a adaptação da informação de privacidade para o idioma do cliente, a formação aos clientes com base nas políticas de privacidade das organizações ou a redefinição dos produtos de forma a corresponder às necessidades de privacidade dos clientes.
  • Por país, a preparação do RGPD variou de 42% para 75%. Espanha, Itália, Reino Unido e França alcançaram a melhor percentagem, enquanto a China, o Japão e a Austrália alcançaram os valores mais baixos.
  • Apenas 37% das empresas preparadas para o RGPD registaram uma violação de dados com um custo maior do que 500.000 dólares, comparado com 64% das empresas menos preparadas para o RGPD.

Leia o Cisco 2019 Data Privacy Benchmark Study, aqui.

Declarações de apoio

  • Cliff Farah, Presidente e CEO do The Beacon Group:

“À medida que os regulamentos de privacidade continuam a crescer e a desenvolver-se, os líderes empresariais beneficiarão da melhor compreensão desta pesquisa e a forma como as suas decisões e os seus investimentos se transformam em valor.”

  • Peter Lefkowitz, Chief Digital Risk Officer, Citrix Systems e 2018 Board Chairman, International Association of Privacy Professionals (IAPP):

“Esta investigação evidencia algo que os Profissionais de Privacidade já há muito fizerem notar – que as organizações estão a beneficiar dos seus investimentos na privacidade para além do compliance. O estudo da Cisco demonstra que uma forte concordância com a privacidade reduz o ciclo de vendas e aumenta a confiança do cliente.”

O estudo consultou mais de 3.200 profissionais globais de segurança e de privacidade em 18 países de empresas de vários setores e tamanhos sobre a maturidade das suas políticas de privacidade.

Cisco prevê mais tráfego IP nos próximos cinco anos do que em toda a história da Internet

© Jornal Económico

Contudo, isto é apenas o início. Segundo o último relatório anual Visual Networking Index (VNI) da Cisco, em 2022 haverá mais tráfego a atravessar as redes globais do que em todos os “anos de internet” anteriores até ao ano de 2016. Por outras palavras, será criado mais tráfego em 2022 do que nos 32 anos que passaram desde a criação da internet.

De onde virá o tráfego? De todos nós, dos nossos equipamentos e da forma como utilizamos a internet. Até 2022, 60% da população global serão utilizadores da internet. Mais de 28 mil milhões de dispositivos e conexões serão online. E o vídeo preencherá 82% de todo o tráfego IP. 

“A dimensão e a complexidade da internet continua a crescer de forma que nunca imaginámos. Desde o primeiro relatório VNI em 2005, o tráfego aumentou 56 vezes, acumulando 36% de crescimento anual, tendo em conta que mais pessoas, equipamentos e aplicações acedem às redes IP,” refere Jonathan Davidson, Senior Vice President & General Manager, Service Provider Business, da Cisco. 

“Os fornecedores de serviços em todo o mundo estão focados na transformação das redes para melhor gerir e direcionar tráfego, enquanto oferecem experiências da mais elevada qualidade. A nossa investigação contínua ajuda-nos a obter e a partilhar informação valiosa sobre a tecnologia e as transições de arquitetura que os nossos clientes devem fazer para serem bem-sucedidos”, acrescenta. 

Principais previsões para 2022

O VNI da Cisco analisa o impacto que utilizadores, dispositivos e outras tendências terão nas redes IP globais durante um período de cinco anos. De 2017 a 2022, a Cisco prevê: 

1.- O tráfego IP global será três vezes maior  

  • Espera-se que o tráfego IP global alcance os 396 Exabytes por mês até 2022 (122 Exabytes por mês em 2017), o que representa um tráfego anual de 4.8 Zettabytes para 2022.
  • Em 2022, a hora mais movimentada de tráfego de internet será seis vezes mais ativa do que a média. A hora de tráfego de internet mais agitada irá crescer cerca de cinco vezes (37% do crescimento anual) de 2017 a 2022, alcançando 7.2 Petabytes por segundo até 2022. Comparativamente, o tráfego médio de internet irá crescer cerca de quatro vezes (30% do crescimento anual) durante o mesmo período, alcançando 1 Petabyte em 2022.

2.- Os utilizadores globais de internet representarão 60% da população mundial

  • Existirão 4.8 mil milhões de utilizadores de internet até 2022, desde os 3.4 mil milhões contabilizados em 2017 (45% da população mundial).

3.- Os dispositivos de rede global e as conexões chegarão aos 28.5 mil milhões

  • Em 2022, existirão 28.5 mil milhões de conexões e dispositivos pessoais fixos e móveis (18 mil milhões em 2017) – o que equivale a 3.6 conexões/dispositivos por pessoa (2.4 em 2017). 
  • Mais de metade de todos os dispositivos e conexões globais serão de máquina-para-máquina (M2M) em 2022, 34% em 2017. No total, haverá 14.6 mil milhões de conexões provenientes de TV’s inteligentes, acessórios, dispositivos, etc., 6.1 mil milhões contabilizados em 2017. 

4.- A velocidade média da banda larga fixa e móvel e do Wi-Fi irá pelo menos duplicar

  • A nível mundial, a velocidade média de banda larga fixa irá multiplicar-se quase por dois entre 2017 e 2022, desde os 39 Mbps até 75,4 Mbps.
  • As velocidades médias das conexões Wi-Fi multiplicar-se-ão por mais de dois desde os 24,4 Mbps até aos 54 Mbps.
  • A velocidade média de banda larga móvel multiplicar-se-á por mais de três, de 8.7 Mbps até 28,5 Mbps. 

5.- Vídeo, jogos e multimédia gerarão mais de 85% de todo o tráfego

  • O tráfego de vídeo irá multiplicar-se por quatro em 2022, representando 82% do total de tráfego IP, desde 75% em 2017.
  • O tráfego gerado por jogos irá multiplicar-se por novo entre 2017 e 2022, representando 4% do total de tráfego IP em 2022.
  • O tráfego proveniente de tecnologias de realidade virtual e aumentada utilizadas por consumidores e empresas crescerá exponencialmente. Em 2022, alcançará 4 Exabytes mensais, desde os 0,33 Exabytes mensais em 2017.

Crescimento de tráfego IP por regiões (2017 – 2022)

  • Ásia-Pacífico: 173 Exabytes mensais em 2022 (multiplicando-se por 4; crescimento anual de 32%).
  • América do Norte: 108 Exabytes mensais em 2022 (multiplicando-se por 3; crescimento anual de 21%).
  • Europa Ocidental: 50 Exabytes mensais em 2022 (multiplicando-se por 3; crescimento anual de 22%).
  • Europa Central e Oriental: 25 Exabytes mensais em 2022 (multiplicando-se por 3; crescimento anual de 26%).
  • Médio Oriente e África: 21 Exabytes mensais em 2022 (multiplicando-se por 6; crescimento anual de 41%).
  • América Latina: 19 Exabytes mensais em 2022 (multiplicando-se por 3; crescimento anual de 21%). 

Metodologia do Relatório Cisco VNI

O relatório Cisco VNI baseia-se em análises e dados reais sobre a utilização de dados fixos e móveis elaborados por analistas independentes, com os quais a Cisco realiza as suas próprias estimativas sobre o tráfego IP global e a adoção de serviços. Pode aceder a uma descrição detalhada da metodologia utilizada no Relatório completo. O Relatório Cisco VNI completo inclui projeções e tendências globais, regionais e nacionais associadas com redes fixas e móveis. Também inclui informação adicional e análises sobre a IoT por setores verticais, adoção de IPv6, crescimento de tráfego por aplicação, padres de tráfego, implicações da tendência cord cutting, pontos de acesso Wi-Fi, rendimento da rede de banda larga e desafios de segurança da rede. 

Recursos adicionais

  • White paper completo do Cisco VNI IP Traffic Forecast Update (2017-2022)
  • Perguntas e respostas frequentes sobre o Relatório
  • Ferramenta do Cisco VNI Complete Forecast Highlights
  • Siga as notícias, anúncios e atividades relacionadas com o Relatório VNI no Twitter (#VNI y @CiscoVNI).
  • Para mais informação sobre as notícias e atividades da Cisco no que diz respeito aos fornecedores de serviços, visite o blog SP360.

 

Principais impulsionadores do tráfego IP global (2017-2022)

 

 

 

 

 

Crescimento do tráfego IP global (fixo e móvel) 2017-2022

 

 

 

 

 

Crescimento global por tipo de dispositivos/conexões (2017-2022)

 

 

 

 

Crescimento global das conexões M2M (2017-2022)

 

 

 

 

Consumo médio global de banda larga em Internet (2017-2022)

 

 

 

 

 

Tráfego IP global por tecnologia de acesso (2017-2022)

Acerca da Cisco

A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em tecnologia e tem ajudado a manter a Internet a funcionar desde 1984. As nossas pessoas, produtos e parceiros ajudam a sociedade a estar conectada de forma segura e encontrar hoje a oportunidade digital de amanhã. Para ter acesso aos Comunicados de Imprensa em português visitar http://www.cisco.com/web/PT/press/press_home.html.

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