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Parlamento recomenda ao Governo redução nas tarifas da CP e passes combinados

LUSA

O parlamento recomendou esta quarta-feira ao Governo, em resolução publicada, que compense financeiramente a CP – Comboios de Portugal por uma redução nas tarifas das assinaturas e criação de passes combinados de ligação ferroviária com os novos passes intermodais das áreas metropolitanas.

Numa resolução publicada esta quarta-feira em Diário da República, e aprovada em 5 de julho, o vice-presidente da Assembleia da República, que assina o diploma em substituição do Presidente da Assembleia da República, Jorge Lacão, recomenda uma “articulação tarifária e promoção da redução de preços” dos transportes nas ligações entre áreas metropolitanas e comunidades intermunicipais limítrofes.

O parlamento pede assim ao executivo que “considere a distribuição das verbas” do Programa de Apoio à Redução Tarifária “visando garantir os meios necessários à articulação tarifária” que vai permitir viabilizar “modalidades tarifárias de extensão ou complemento ao passe que incluam territórios com movimentos pendulares significativos com a área metropolitana em causa”.

Os deputados pedem ainda ao Governo que “reforce” os meios financeiros que se revelem necessários à concretização dessas medidas e que dê “orientações” à CP – Comboios de Portugal para uma redução das tarifas nas suas assinaturas.

No diploma, os deputados apelam a que a CP “pondere” a criação de passes combinados que articulem a ligação ferroviária com os novos passes intermodais das áreas metropolitanas, “salvaguardando a devida compensação” financeira à CP.

Fonte: Agência Lusa

Ainda há perturbações nos comboios por causa da greve

© Global Imagens

As consequências da greve dos trabalhadores da CP, que começou às 12:00 de segunda-feira e terminou à meia noite de terça-feira, ainda se fazem sentir hoje de manhã na circulação ferroviária e, entre as 00:00 e as 08:00, circularam 175 comboios, dos 256 previstos.

Segundo fonte da empresa, no serviço de Longo Curso, dos 14 comboios previstos realizaram-se seis, no Regional cumpriram-se 35 dos 75 previstos e nos Urbanos de Lisboa realizaram-se 84 das 117 ligações previstas.

Apenas no Urbanos do Porto a circulação está totalmente reposta, com todas as 50 ligações previstos entre as 00:00 e as 08:00 de hoje a serem efetuadas.

A paralisação foi convocada pelo Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI) e pela Associação Sindical das Chefias Intermédias de Exploração Ferroviária (ASCEF), que contestam o “incumprimento do acordado com o Governo, em setembro de 2017, referente ao recrutamento de 88 trabalhadores operacionais […] da área comercial itinerante e para as bilheteiras da CP”.

As duas estruturas sindicais afirmam que o executivo e a CP estão em “incumprimento para com os trabalhadores” que representam na negociação da contratação coletiva desde 01 de outubro deste ano, referindo que “têm realizado várias iniciativas e apelos junto da empresa e do Governo para que o processo negocial fosse concretizado, não tendo até ao momento obtido qualquer respostas às propostas do Acordo de Empresa e regulamento de carreiras apresentadas”.

Conforme anunciado na sexta-feira, os serviços mínimos da greve dos trabalhadores da CP incluíram a circulação de quase 190 comboios nos serviços urbanos de Lisboa, nos urbanos do Porto, na Linha de Cascais e na Linha de Setúbal.

CP: Três greves na próxima semana causarão “fortes perturbações”

Face aos serviços mínimos decretados, a CP publicou na sua página da internet a operação que se realizará nos dias dos protestos dos trabalhadores da empresa Infraestruturas de Portugal (IP) — 27 (segunda-feira), 29 (quarta-feira) e 31 de agosto (sexta-feira).

No seu site, a Fertagus também indicou quais os comboios que serão realizados nas paralisações dos trabalhadores, que reivindicam, nomeadamente, o reconhecimento oficial das carreiras de supervisão e de operação de circulação ferroviária e da permanência geral de infraestruturas ferroviárias dos centros de comando operacional da IP do Porto, Lisboa e Setúbal.

Entre as solicitações estão ainda questões salariais e a exigência à IP e ao Governo de uma “postura de boa fé negocial que permita a negociação coletiva”, segundo os pré-avisos de greve consultados pela agência Lusa.

A APROFER criticou a “prática reiterada de recurso à sabotagem das negociações, através de simulação de entendimentos e acordos escritos, que tardam a ser cumpridos e que resultam na degradação das relações laborais, no poder arbitrário de conduta no funcionamento dos postos de trabalho, na degradação da saúde dos trabalhadores e por fim na banalização de tratamento, num processo de trabalho, do qual dependem a segurança e a pontualidade” da ferrovia.

Na ata do passado dia 17 sobre os serviços mínimos para as paralisações que decorrem entre as 00:00 e as 24:00, lê-se que a IP tinha considerado que os serviços mínimos incluídos nos pré-avisos de greve “não são suficientes” para “suprir as necessidades sociais impreteríveis”.

A empresa apresentou uma proposta para disponibilizar “cerca de 25% dos canais de circulação aos operadores na ferrovia” até devido ao esperado “maior fluxo no transporte de passageiros, principalmente no dia 31 de agosto, sexta-feira”.

As partes concordaram com essa definição de serviços mínimos, que acabaram também por incluir comboios de transporte de mercadorias perigosas, comboios de socorro, o transporte diário de combustível para o aeroporto de Faro e os serviços que garantem a alimentação elétrica permanente da catenária.

Ficam abrangidos por estas greves os operadores ferroviários CP, Fertagus, Medway e Takargo.

Circulação interrompida na linha do Douro devido a descarrilamento

O descarrilamento ocorreu pelas 08:20 perto da estação do Ferrão, no concelho de Sabrosa.

A fonte da CP referiu que deste incidente não resultaram feridos e que os cerca de 30 passageiros foram transportados para a Régua numa outra automotora.

O comboio partiu do Pocinho às 07:17 e deveria ter chegado ao Peso da Régua pelas 08:40.

A CP informa que a circulação se encontra interrompida entre as estações da Régua e Pocinho, sem previsão de retoma, e que irá realizar transbordo rodoviário entre estas duas estações.

Por dia são efetuadas dez viagens entre estas estações, cinco em cada sentido.

LUSA

Greve na CP com perturbações a partir de domingo e até terça

“A CP informa que, por motivo de greve convocada por diversas organizações sindicais não se prevê circulação de comboios no dia 19 de fevereiro. Não foram definidos serviços mínimos pelo Tribunal Arbitral nomeado pelo Conselho Económico e Social”, referiu a empresa, em comunicado, no qual informa ainda sobre “perturbações e supressões na circulação ferroviária, nos dias 18 e 20 de fevereiro [domingo e terça-feira]”.

Para domingo, a CP admite a possibilidade de atrasos e supressões em todos os serviços, “com particular incidência a partir do final da tarde e noite”, enquanto na segunda-feira “não se prevê circulação de comboios a nível nacional, em todos os serviços”.

Na terça-feira, nas primeiras horas da madrugada e manhã, “poderão ainda ocorrer atrasos e supressões, prevendo-se a regularização gradual da circulação até ao final da manhã”, segundo a CP, que referiu que não serão disponibilizados transportes alternativos.

A CP indicou haver reembolso ou alteração de data da viagem para quem tenha comprado bilhetes para comboios dos serviços Alfa Pendular, Intercidades e Regional que não se realizem.

Esta semana, a FECTRANS — Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações divulgou manter-se marcada a greve dos trabalhadores da CP para exigir a “diminuição das desigualdades salariais, aumentadas com a última proposta de regulamento de carreiras apresentada e implementada pela administração da empresa”.

No início do mês foi anunciado o pré-aviso de greve apresentado pelos sindicatos não subscritores do recente acordo de regulamento de carreiras na empresa.

De acordo com a informação do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Setor Ferroviário (SNTSF), “a greve tem como objetivo a negociação efetiva de um regulamento de carreiras que dignifique e valorize os trabalhadores da CP – Comboios de Portugal, EPE, com baixos salários, reduzindo de forma efetiva as desigualdades salariais existentes, em vez de as aumentar enormemente”.

Investigação ao comboio acidentado em Espanha. “Tudo aponta para excesso de velocidade”

Um técnico da comissão de investigação de acidentes ferroviários indicou esta manhã que “tudo aponta para excesso de velocidade” como causa do acidente ferroviário de sexta-feira em O Porriño, Galiza, que matou quatro pessoas e deixou feridas dezenas.

À entrada do tribunal de O Porriño (Pontevedra, Galiza, noroeste de Espanha) – onde esta manhã serão abertas as caixas negras do comboio – Edmundo Parras explicou que a função da comissão a que pertence é investigar “as fraquezas e debilidades” do sistema ferroviário. Tudo para “melhorar” o sistema e não para “encontrar culpados”, acrescentou Parras, sublinhando que a investigação do órgão que integra é independente da investigação judicial.

As caixas negras do comboio – que fazia o trajeto Vigo-Porto, operado conjuntamente pela CP e pela espanhola Renfe – serão abertas na presença de representantes da CP, da Renfe e das gestoras das redes ferroviárias de ambos os países, a portuguesa Refer e a espanhola Adif.

O equipamento recuperado do sinistro regista as velocidades do comboio, as distâncias e os sinais que recebeu. No entanto, não grava sons nem conversações na cabina do maquinista, apenas as comunicações com o posto de comando de Ourense, segundo explicou esta segunda-feira o presidente do comité de empresa da Renfe em Pontevedra, Luis Mariano de Isusi.

O comboio descarrilou às 9h25 da passada sexta-feira , com mais de 60 passageiros e tripulação a bordo. O maquinista português e dois outros elementos da tripulação, ambos espanhóis, morreram no acidente, bem como um turista norte-americano.

Cerca de meia centena de passageiros ficaram feridos no acidente, no qual um dos vagões ficou completamente tombado e outros dois semitombados.

A CP e a Renfe operam conjuntamente a linha Vigo-Porto desde 2011. Responsáveis de ambas as empresas asseguraram que o comboio tinha sido alvo de revisões recentes.

Também admitiram que na zona do acidente havia obras na linha, pelo que o comboio teve de passar por uma linha secundária, o que exigia uma diminuição de velocidade.

CP oferece mais 9000 lugares no período da Páscoa

Entre esta quarta e segunda-feira, a CP vai aumentar o comprimento os seus comboios Intercidades, atrelando-lhes mais carruagens por forma a responder ao pico de procura que costuma ocorrer no período da Páscoa. No ano passado, com idêntica operação, a empresa aumentou a sua capacidade em 7000 lugares, mas este ano baterá o recorde de 9000 lugares.

O aumento da oferta vai incidir sobretudo nos eixos Lisboa–Porto, Lisboa–Algarve e Lisboa–Guarda. Habitualmente os Intercidades circulam com quatro a seis carruagens consoante os percursos que efectuam, mas na linha do Norte deverão chegar a ter nove ou dez.

No serviço internacional o reforço traduz-se também num aumento do número de carruagens do comboio Lusitânia Expresso que, entre 23 e 29 de Março, contemplará mais 1800 lugares. A procura para este serviço, que liga diariamente Lisboa a Madrid, deve-se sobretudo aos espanhóis que demandam Portugal na Semana Santa.

Já os Alfa Pendulares, por se tratarem de unidades completas (cada composição tem seis carruagens contendo as das extremidades a cabine de condução), não poderão ser reforçadas, mas a CP vai usá-los como desdobramentos em alguns serviços na linha do Norte.

Tal só será possível porque, ao contrário do anunciado, nenhuma composição entrou ainda em oficina para fazer a anunciada revisão da meia vida a estes comboios.

A CP tinha previsto para “meados de Março” a renovação do primeiro Alfa Pendular, mas o PÚBLICO apurou que só em 26 de Abril é que a primeira composição dará entrada nas oficinas do Entroncamento para ser transformada num comboio completamente novo.

O projecto, que já tinha três anos de atraso, atrasou-se mais um mês porque a CP quis introduzir algumas alterações de última hora relacionadas com os tecidos e os estofos do interior da composição.

Do mal o menos. Desta forma a empresa pode dispor da totalidade da frota de 10 pendulares para responder à procura do período da Páscoa. Mas o mesmo não acontecerá nos próximos períodos de ponta (fins-de-semana, Verão, Natal e Páscoa), devendo a empresa recorrer a material alugado a Espanha, ou ao reforço dos comboios Intercidades (que têm uma qualidade de serviço inferior ao Alfa Pendular).

O reforço dos Intercidades, agora testado a um limite de 9000 lugares durante os próximos seis dias, será uma prática a manter, embora em menor escala, quando a CP iniciar em finais de Março uma nova política de preços (baixos) que visa responder à ponte aérea anunciada pela TAP entre Lisboa e Porto. Comprados com antecedência, poderão adquirir-se bilhetes com 65% de desconto que permitirão viajar entre Santa Apolónia e Campanhã, por 11 euros no Alfa Pendular ou 9,50 euros no Intercidades.

Lisboa-Porto de Alfa vai passar a custar 11€

Lembra-se dos 30,30€ que pagava por uma viagem de comboio entre Lisboa e o Porto? A partir do final deste mês, esse valor vai dar-lhe para quase três bilhetes. Pois é, a CP vai descer os preços — e muito. Segundo notícia avançada esta quarta-feira, 16 de março, pelo “Observador“, a empresa vai reduzir os preços em cerca de 65% nas viagens de longo curso em Alfa Pendular e 62% em Intercidades.

Vai ficar mesmo mais barato andar de comboio. Até agora, os bilhetes entre Lisboa e o Porto custavam 30,30€ em Alfa Pendular (segunda classe) e a 24,30€ em Intercidades (segunda classe). No final de março, os valores passam a ser 11€ e 9,5€, respetivamente. Mas atenção: para usufruir destes preços, tem de adquirir os bilhetes com pelo menos oito dias de antecedência.

A descida de preços é válida para qualquer viagem de longo curso. Os principais beneficiados, porém, serão os passageiros que habitualmente viajam entre Lisboa e o Porto — dos 11 mil lugares com desconto disponíveis, 6.700 dizem respeito a trajetos entre as duas cidades.

A iniciativa da CP vem no seguimento da competição cada vez mais feroz das companhias aéreas. No início de janeiro, a TAP anunciou que, em março, iria descer os preços para os voos entre Lisboa e o Porto. O objetivo era concorrer abertamente com a CP, e praticar os mesmos preços que a empresa de transporte ferroviário. A low cost Ryanair também já tinha aberto guerra à CP, com várias campanhas onde desceu drasticamente os preços para este trajeto. No início de 2015, houve promoções que chegaram a atingir os 3€ por bilhete de avião.

CP está a recrutar 120 maquinistas, operadores de revisão e de venda

Em declarações à Lusa, o presidente da CP, Manuel Queiró, afirmou que o recrutamento em curso abrange todas as classes ligadas à operação – maquinistas, operadores de revisão e de venda -, num total de 120 operacionais, estando “em fase adiantada”.

O presidente da CP explicou que a contratação de trabalhadores foi autorizada pelo Governo “em finais de setembro”, após “dois anos e meio de insistência”, sublinhando que ainda é cedo para saber se este reforço dos quadros é suficiente para fazer face às necessidades da empresa.

“Quando [o recrutamento] terminar, vamos ver se precisamos de mais. Em dois ou três meses podemos fazer um balaço”, declarou.

Segundo o responsável, o recrutamento decorre em duas fases, com as candidaturas abertas num primeiro momento aos trabalhadores da empresa e, posteriormente, ao exterior.

As empresas do Setor Empresarial do Estado não podem proceder ao recrutamento de trabalhadores para a constituição de vínculos de emprego por tempo indeterminado, ou a termo, sem prejuízo de situações excecionais, devidamente fundamentadas, nos termos do disposto na legislação.

CP reage a companhias aéreas com uma nova campanha de descontos

Dos 11.000 lugares por semana com desconto, mais de metade (6.700) destinam-se a viagens entre Lisboa e Porto, que terá em média 960 lugares por dia com reduções que podem chegar aos 62% no serviço Intercidades e aos 65% no Alfa Pendular, com preços a partir de 9,5 euros e 11 euros, respetivamente.

Em janeiro, durante a apresentação da remodelação da frota do Alfa Pendular, o presidente da CP, Manuel Queiró, prometeu para breve uma resposta ao aumento da concorrência nas ligações entre Lisboa e Porto, depois do anúncio da TAP de duplicação das ligações aéreas entre as duas cidades, passando das atuais 57 frequências semanais para 114.

A referida ponte aérea oferecerá 16 voos diários de ida e volta entre Porto e Lisboa a partir de 27 de março, utilizando os novos aviões TAP Express (atualmente Portugália) e também a frota A320 nos horários e períodos em que a procura é maior, com preços a partir de 39 euros.

Em declarações à Lusa, Manuel Queiró explica que a nova campanha de descontos da CP cabe numa estratégia comercial que é praticada desde 2013, com resultados positivos em termos de passageiros e de proveitos, que agora dá mais um passo num “ambiente concorrencial mais apertado”.

“Começámos a registar resultados acumulados desta política e não queremos que esta estratégia cristalize”, declarou, revelando que a compra antecipada com descontos representou um crescimento de 17,6% – mais 789 mil viagens — em 2014 e 2015 à transportadora ferroviária.

Sobre o aumento da concorrência, Manuel Queiró considerou que “foi positiva”, depois do reforço da operação da companhia aérea de baixo custo Ryanair, acrescentando que a ponte aérea da TAP “é um incentivo para seguir na mesma estratégia, mas com incentivo extra”.

“Estamos atentos, mas alerta, mas estamos satisfeitos com o resultado deste confronto. Vem agora a TAP, o que é um incentivo para seguir na mesma estratégia, mas com incentivos extra”, declarou.

O presidente da CP sublinhou que os passageiros — sobretudo aqueles que podem programar as viagens com antecedência — são quem mais ganha com este aumento da concorrência, referindo que a campanha de descontos não se limita às viagens entre Lisboa e o Porto.

“Lisboa — Porto é um dos percursos beneficiados, mas a campanha beneficia todo o longo curso, que faz a ligação dos centros das principais cidades, como Braga, Guimarães, Aveiro, Coimbra, Guarda, Covilhã, Évora, Beja, Faro”, declarou.

Manuel Queiró acredita que “o resultado final vai ser transportar mais passageiros” em 2016, depois de, no último ano, ter transportado mais de 112 milhões, um aumento de 2,2 milhões face ao ano anterior, com crescimento em todos os serviços, mas sobretudo no longo curso.

Aliado ao fator preço, a CP promete não descurar a qualidade do serviço, o que aliás está na origem de um investimento de 18 milhões de euros na renovação da frota do Alfa Pendular.

Dizendo-se “otimista” sobre o resultado na nova campanha, Manuel Queiró escusou-se a fazer “previsões”: “Estamos confiantes de que vai produzir o seu efeito, ainda que com um ambiente concorrencial acrescido”.

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