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DHL Express expande a sua rede global com novo hub internacional em Madrid

“Com este último investimento na nossa infraestrutura, ampliamos ainda mais as capacidades da nossa rede europeia e global, permitindo um crescimento contínuo suportado por uma plataforma de qualidade. Os clientes dos nossos setores tradicionais, bem como os clientes de e-commerce, tanto do setor privado como empresarial que estão a orientar os seus próprios planos de crescimento B2B através do comércio eletrónico, serão beneficiados por este investimento. Com este novo hub em Madrid, conseguimos conectar comerciantes e consumidores em todo o mundo com maior velocidade e eficiência”, refere John Pearson, CEO da DHL Express.

O novo hub de 32 mil m2 tem um total de 176 cais de carga, permitindo 160 voltas de distribuição, além de 10 voos diários realizados por aviões da DHL e 30 voos comerciais diários, chegando assim a 20 destinos internacionais, principalmente na América Latina. Equipada com a mais moderna tecnologia de logística, a nova instalação conseguirá processar 24,5 mil peças por hora, incluindo encomendas e envelopes.

Miguel Borrás, Diretor Geral da DHL Express Ibéria explica que “estamos a investir em infraestruturas de modo a aumentar a eficiência e melhorar a nossa capacidade de entrega. Este investimento permitir-nos-á oferecer um serviço ainda melhor aos nossos clientes. O novo hub é um elo de ligação importante entre a Europa e os países da América Latina. Graças a este investimento, poderemos conectar empresas de todos os setores e consumidores privados, além de permitir que beneficiem do crescimento mundial do comércio eletrónico”.

De acordo com o Programa GoGreen da DHL, o novo hub irá ajudar a reduzir a pegada de carbono da empresa graças ao uso de tecnologia de triagem moderna e mais eficiente, ao melhor isolamento do edifício e a sistemas de energia mais eficientes para gerir o consumo de eletricidade, água e sistemas de refrigeração. O investimento no hub confirma o compromisso a longo prazo da DHL Express com o crescimento e é uma resposta às necessidades dinâmicas de um mercado global em crescimento.

A DHL Express expandiu recentemente a sua frota aérea e, só no último ano, adquiriu 14 aviões de carga Boeing 777 e cinco Airbus A330, o que resulta numa frota aérea própria de mais de 260 aviões.

Índice de Conectividade Global da DHL: Globalização atinge novo recorde

Apesar das crescentes tensões antiglobalização observáveis em diversos países, a conectividade atingiu um recorde em 2017, à medida que os fluxos de comércio, capital, informação e pessoas através das fronteiras nacionais se intensificaram significativamente, pela primeira vez, desde 2007. O forte crescimento económico impulsionou fluxos internacionais, enquanto as importantes mudanças políticas, como os aumentos tarifários nos EUA, não estavam ainda implementadas.

O índice de 2018 mede o estado atual da globalização, bem como as classificações individuais de cada país, com base na profundidade (intensidade dos fluxos internacionais) e na amplitude (distribuição geográfica dos fluxos) das conexões internacionais de cada país. Os cinco países mais conectados do mundo em 2017 foram a Holanda, Singapura, Suíça, Bélgica e Emirados Árabes Unidos. Oito dos 10 países mais conectados são europeus, o que ajuda a tornar a Europa na região mais conectada do mundo, em particular no que diz respeito ao comércio e fluxo de pessoas. A América do Norte, líder em fluxos de capital e informação, ficou em segundo lugar no ranking mundial, seguida pelo Médio Oriente e o Norte da África, em terceiro lugar.

“Mesmo que o mundo continue num processo de globalização, existe ainda um tremendo potencial por explorar. O GCI mostra que, atualmente, a maioria dos movimentos e intercâmbios são domésticos, e não internacionais, mas temos noção de que a globalização é um fator decisivo para o crescimento e a prosperidade”, refere John Pearson, CEO da DHL Express. “O aumento da cooperação internacional continua a contribuir para a estabilidade, de modo que as empresas e os países que adotam a globalização têm enormes benefícios”.

“Surpreendentemente, apesar das recentes conquistas da globalização, o mundo está ainda menos conectado do que a maioria das pessoas pensa”, comenta o coautor do GCI, Steven A. Altman, Investigador da NYU Stern School of Business e Diretor Executivo do NYU Stern’s Center for the Globalization of Education and Management. “Isto é importante porque quando as pessoas sobrestimam os fluxos internacionais têm tendência a preocupar-se mais com os mesmos. Os dados no nosso relatório podem ajudar a mitigar estes receios e a concentrar a atenção em soluções reais para as preocupações sociais acerca da globalização”.

A um nível global, o GCI revela, por exemplo, que apenas cerca de 20% da produção económica em todo o mundo é exportada, que aproximadamente 7% dos minutos de chamadas telefónicas (incluindo chamadas através da Internet) são internacionais e que apenas 3% das pessoas vivem fora do seu país de origem. O relatório também desmistifica a crença de que a distância está a tornar-se cada vez mais irrelevante. A maioria dos países está muito mais conectada com os seus vizinhos do que com as nações mais distantes.

Economias emergentes estão menos conectadas que economias mais avançadas

O GCI continua a revelar as disparidades entre os níveis de globalização observáveis em economias mais avançadas e economias emergentes. As economias emergentes negociam de forma praticamente tão intensa como as economias avançadas, mas as segundas estão mais de três vezes mais ligadas aos fluxos internacionais de capital, cinco vezes mais ligadas no que se refere ao fluxo de pessoas e quase nove vezes mais em relação aos fluxos de informação. Além disso, enquanto os líderes dos grandes mercados emergentes se tornaram principais defensores da globalização no cenário mundial, o progresso das economias emergentes em termos de conectividade ficou estanque.

Nações do Sudeste Asiático superam expectativas

Os cinco países cujos fluxos internacionais superam as expectativas são o Camboja, a Malásia, Moçambique, Singapura e o Vietnam. Quatro destes cinco países estão localizados no sudeste da Ásia. Os países do Sudeste Asiático beneficiam de vínculos com amplas redes de fornecimento asiáticas, bem como iniciativas políticas da ASEAN, que promovem a integração económica. Esta é uma novidade positiva para a região, já que uma conexão global mais profunda poderá facilitar a aceleração do crescimento económico dos países asiáticos.

DHL Express Portugal eleita Escolha do Consumidor 2019

A DHL Express, líder em serviço expresso internacional, acaba de ser eleita Escolha do Consumidor 2019 na categoria Correio Expresso. O galardão foi entregue ontem, dia 23, numa cerimónia em Lisboa que assinalou a 7ª edição dos prémios do Centro de Avaliação da Satisfação do Consumidor.

Os consumidores destacaram atributos como “confiança”, “entregas dentro do prazo estipulado” e “cumprimento dos prazos de entrega”, alcançando a pontuação mais elevada (8,5 em 10). Num total de 3690 avaliações e universo de cinco transportadoras, a DHL obteve o índice geral de satisfação mais alto, superior a 84%. A líder em serviço expresso internacional destacou-se ainda nos atributos “segurança com a encomenda” e “condições e garantias do serviço”, também valorizados pelos consumidores.

“Ficamos muito satisfeitos com este reconhecimento da DHL Express Portugal. Estas distinções contribuem para a valorização da consistência do trabalho de toda a nossa equipa e representam uma motivação para continuarmos focados na excelência e compromisso para com todos os Clientes”, afirma José Reis, diretor geral da DHL Express Portugal.

O responsável acrescenta: “Num mundo em permanente mudança marcado pela exigência constante dos consumidores, fatores como os tempos de entrega e segurança dos envios são cruciais para o nosso negócio. É, por isso, um verdadeiro orgulho vermos o nosso esforço elogiado. Apostamos diariamente na melhoria e inovação dos nossos processos, através de soluções que nos permitam acompanhar as tendências do mercado e oferecer o melhor serviço e uma experiência cada vez mais intuitiva e otimizada.”

Promovidos pela Consumer Choice – Centro de Avaliação da Satisfação do Consumidor –, os prémios “Escolha do Consumidor” são o maior projeto de avaliação de marcas em Portugal e elegem, anualmente, as marcas que mais satisfazem os consumidores.

Estudo da DHL revela estratégias logísticas de sucesso para entregas last mile

A crescente urbanização tem tornado a entrega last mile mais complexa e crítica para o sucesso das empresas de comércio eletrónico, de acordo com um novo estudo da DHL, líder global na indústria de logística e da empresa de pesquisa de mercado Euromonitor. Prevê-se que, até 2030, mais de 600 milhões de pessoas vivam em ambientes urbanos e que novas tecnologias criem oportunidades para melhorar o serviço e disrupção do setor.

Atualmente, os retalhistas online e os seus parceiros de logística estão a ser desafiados a adotar novas abordagens para sobreviver e competir no mercado. No relatório Redução das Entregas Last Mile: Estratégias Logísticas de Sucesso na Corrida ao Consumidor Urbano, a DHL e a Euromonitor identificaram as quatro principais tendências que estão a traçar o transporte urbano de last mile – entrega localizada, redes flexíveis de entregas, logística sazonal e evolução tecnológica – e formas através das quais as empresas podem adaptar as suas cadeias de abastecimento no ambiente de mercado em transformação e obter vantagem competitiva.

“As entregas last mile têm vindo a tornar-se cada vez mais o principal campo na cadeia de fornecimento de comércio eletrónico, e as empresas terão de desenvolver estratégias orientadas nesta área para competir de forma eficaz”, refere Katja Busch, Chief Commercial Officer da DHL. “Não se trata apenas de transporte, mas da abordagem geral das empresas no que se refere à gestão de inventário – colocar os itens certos no lugar certo, na hora certa. A DHL está a desenvolver soluções focadas para ajudar as empresas de comércio eletrónico a atingir os seus clientes finais com rapidez e eficiência, desde a aprendizagem automática para melhorar o envio de encomendas e documentos dentro das cidades, até ao aumento da automatização nas nossas redes de distribuição”.

O relatório aponta que as principais tendências urbanas criam vários desafios em termos de custo, impacto no serviço e pressão organizacional. Por exemplo, o crescimento da logística sazonal como resultado de feriados cada vez mais populares e dias promocionais, como o Dia do Solteiro, da Ásia, ou dias cibernéticos nacionais como a Black Friday, colocam uma pressão significativa nas empresas de logística para aumentar a capacidade e contratar recursos que lidem com o volume a curto prazo, que por sua vez pode ser difícil de prever.

As exigências de rapidez e conveniência dos clientes urbanos estão a pressionar os retalhistas a reformular as redes de armazenamento, substituindo as redes centralizadas por infraestruturas de atendimento e distribuição local, o que pode exigir um equilíbrio mais preciso do inventário. A evolução tecnológica está a criar oportunidades para novos concorrentes disruptivos entrarem no mercado, enquanto exigem também que os responsáveis invistam com prudência e incorporem novas habilidades na sua mão-de-obra.

Para superar estes desafios, a DHL e a Euromonitor identificaram em conjunto o modelo R.A.D. (Redes de transporte flexíveis, Automatização e Dados) como um esquema que ajudará os retalhista e operadores logísticos a garantir sua competitividade ao longo do last mile. Através da melhoria do desempenho no aumento da automatização, gestão de dados e criação de flexibilidade nas redes, as empresas de comércio eletrónico poderão gerir melhor o inventário em todos os mercados e aumentar a eficiência das suas redes de entrega last mile.

“A evolução futura deste mercado de e-commerce altamente competitivo e acelerado ainda é incrivelmente difícil de prever, por isso as empresas precisam de ser ágeis e eficientes, garantindo que respondem às exigências dos clientes”, refere Lee Spratt, CEO da DHL eCommerce Americas.

“O last mile exige atenção considerável porque, independentemente da evolução do mercado, continuará a ser um dos principais pontos de contacto na experiência do cliente. As empresas que podem construir parcerias eficazes para tornar as suas redes de entrega urbana mais flexíveis, investir nas tecnologias mais eficazes para aumentar a produtividade, aproveitar dados para construir melhores experiências para os clientes e, mais importante, gerir os seus inventários da maneira mais eficiente possível, tornar-se-ão vencedores no dinâmico mercado de comércio eletrónico de amanhã”, acrescenta o responsável.

Estudo DHL: As tendências da moda e a sua interligação ao mundo da logística

O mais recente estudo da DHL fornece uma visão geral das atuais tendências e das expectativas dos consumidores. Participaram cerca de 6 mil pessoas do Reino Unido, Estados Unidos, Itália, Austrália e Japão, respondendo a perguntas sobre os seus hábitos de compra e as razões que estão na origem das mesmas. Como parceira de logística de longa data de designers, eventos e marcas, a DHL encomendou este estudo para destacar a importância de uma rede operacional global, precisa, fiável e rápida na indústria da moda.

A DHL avançou com este estudo para ter uma análise mais aprofundada sobre as tendências atuais da moda e salientar as semelhanças com o mundo da logística. Ambas as indústrias operam redes globais e trabalham de forma criativa, precisa e rápida”, refere Arjan Sissing, SVP Group Brand Marketing.

Entre outros aspetos, o estudo demonstra que os consumidores no Reino Unido valorizam especialmente a produção ética, enquanto as mulheres no Japão priorizam a qualidade dos produtos. 15% dos participantes leem a etiqueta para confirmar o local de produção de uma peça de roupa; em Itália, a percentagem chega a 41%. Além disso, os compradores querem saber se, e de que forma, a cadeia de expedição de produtos pode afetar o meio ambiente. E um quarto dos consumidores valoriza a produção sob condições de trabalho justas. Especialistas como a jornalista de moda britânica Karen Kay também enfatizam que há uma tendência de maior consciencialização para o impacto ambiental e aspetos sociais, especialmente entre as gerações mais jovens.

Desde 2008, a DHL estabeleceu parcerias com várias semanas de moda e oferece serviços personalizados para entregar as peças das coleções dos designers nos eventos, assegurando os níveis de confiança e pontualidade. Destacam-se as parcerias com as semanas de moda de Londres e Copenhaga, a Amazon Fashion Week de Tóquio e as semanas de moda Mercedes-Benz em Sidney e Moscovo.

A DHL trabalha também com importantes associações do setor espalhadas por todo o mundo, entre elas o Conselho de Estilistas de Moda dos EUA (CEDA), o Conselho Britânico de Moda, a Câmara Nacional de Moda Italiana, a Organização da Semana da Moda do Japão e a Agência de Artefactos da Rússia. Em outubro de 2017, a DHL e a CEDA publicaram “A Cadeia de Fornecimento Centrada no Ser Humano”, um estudo sobre modelos de negócios para o futuro da moda. Uma análise e reflexão sobre as soluções para os principais desafios e áreas das cadeias de abastecimento da indústria da moda. Além disso, a DHL promove e apoia jovens designers com programas de workshops e prémios que incluem serviços de transporte e orientação logística para a internacionalização dos seus negócios. A DHL trabalha também com vários designers já estabelecidos, como a VETEMENTS, que dedicou um capítulo em separado da sua coleção à DHL na sua coleção Primavera/Verão 2018.

A DHL disponibiliza informações relacionadas com moda e parcerias nas suas redes sociais, através do Facebook, Twitter e Instagram. A página do Facebook “DHL Fashion” tem quase 200.000 seguidores.

 

Décadas de experiência em logística de moda

Como principal parceiro de logística para a indústria da moda, joalharia e lifestyle, a DHL tem décadas de experiência e especialização na logística de moda. A empresa oferece uma ampla gama de soluções logísticas personalizadas, incluindo uma variedade de serviços para e-commerce, entrega em lojas e centros comerciais, ou serviços integrados de armazenamento e de valor acrescentado em centros especiais de distribuição de moda. Os serviços da DHL dirigem-se a grandes empresas de moda e designers, como também a jovens talentosos e ambiciosos. A DHL ajuda-os a estabelecerem o seu nome na indústria da moda, com soluções de logística flexíveis, fazendo chegar as suas criações aos eventos de moda e às lojas em todo o mundo.

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