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DB Schenker introduz luva inteligente na Alemanha

A unidade de digitalização é pequena, leve e está integrada numa luva usada pelos colaboradores de armazém. Localizada na zona das costas da mão, só é ativada quando se junta e pressiona os dedos polegar e indicador. Após a ativação, através da digitalização de um código de barras, o colaborador recebe um feedback ótico, acústico e háptico. Esta comunicação visual com o sistema de gestão de armazém (ou seja, quantidades do produto e próximo local de recolha de mercadoria, por exemplo) pode ser realizado através de um dispositivo eletrónico, como por exemplo, um tablet.

A ProGlove surge da necessidade de uma melhora significativa quanto à eficiência do processo. Enquanto os tradicionais scanners de anel são pouco ergonómicos e difíceis de usar, a ProGlove permite aos colaboradores desempenharem as suas funções de forma mais rápida, segura e fácil no processo de recolha de mercadorias. Os colaboradores podem continuar a utilizar as duas mãos livremente durante as operações, sem necessitar de procurar ou alcançar o leitor de código de barras. O resultado é uma economia de tempo em cerca de 40% quando em comparação com a utilização de scanners tradicionais.

“O feedback da equipa do armazém durante a fase de testes foi consistentemente positivo. Por esta razão, estou convicto que a utilização da ProGlove vai levar a um aumento de produtividade no nosso armazém em Eching. Está já planeada uma extensão para outros locais de armazenamento que será realizada em breve”, afirma Tom Schmitt, diretor comercial e membro do conselho de logística contratual, Schenker AG.

Thomas Kirchner, cofundador e CEO da ProGlove: “O desenvolvimento da ProGlove segue a ideia de que os humanos vão continuar a ser um foco importante da indústria no futuro. Foi por essa razão que desenvolvemos uma luva inteligente leve e intuitiva que pode ser usada sem nenhum esforço de integração. A ProGlove apoia os colaboradores no seu trabalho diário e liga-os à indústria 4.0”.

 

Canon lança novos scanners de cheque ultracompactos

Máxima precisão e velocidade

Criadas com a eficiência em mente, o imageFORMULA CR-L1 e o imageFORMULA CR-L1 UV têm a capacidade de digitalizar com precisão 3.000 cheques por dia, com até 45 cheques processados por minuto respetivamente, e suportam recolhas de imagens de duas faces numa única passagem.

A série CR-L1 está equipada com uma cabeça magnética única da Canon que lê dados codificados da linha MICR (magnetic ink character recognition) com tinta magnética. Um mecanismo automático de alimentação de 50 folhas, fácil e fiável, maximiza a velocidade e a produtividade e permite que cheques adicionais sejam introduzidos num processo de digitalização contínuo.

Para um reconhecimento com um elevado nível de precisão, a série CR-L1 pode utilizar MOCR para combinar tanto a leitura de tinta magnética (MICR) como a tecnologia do reconhecimento ótico de caracteres (OCR) que aplica um algoritmo único para verificação dos caracteres. 

Tim Brosnihan, European Product Marketing Manager, da Canon Europa, refere “Esperamos que a procura por scanners de cheques mais pequenos aumente onde o processamento de cheques é realizado no balcão do contabilista ou no comerciante ao invés de um processo de digitalização centralizado. Em 2017, 405 milhões de cheques foram utilizados para pagamentos e para aquisição de dinheiro só1 no Reino Unido. Devido ao seu pequeno tamanho, estes últimos scanners de cheques são perfeitos para balcões pequenos ou secretárias de contabilistas. Concebidos para proporcionar a precisão de imagem máxima e velocidade num design ultracompacto, o CR-L1 e o CR-L1 UV podem ser perfeitamente adaptados a pequenos espaços de trabalho.”

Qualidade de imagem superior

Os equipamentos compactos e elegantes incorporam um número de ferramentas de processamento de imagem impressionante, incluindo uma unidade CIS avançada (Contact Image Sensor). Os benefícios incluem imagens mais nítidas e menor distorção de imagens, com melhor legibilidade de texto para precisão OCR avançada. A tecnologia de filtragem fina de texto reduz significativamente ruído indesejado de fundos de documentos estampados e imagens para assegurar sempre um resultado claro e nítido. O modelo CR-L1 suporta também digitalização em cores até uma resolução de 300dpi.

Digitalização UV e impressão simples

O modelo exclusivo CR-L1 UV aplica a melhor tecnologia antifraude graças aos sensores de digitalização que proporcionam uma visibilidade clara das camadas de tinta UV e outras impressões anti falsificação para ajudar a minimizar o risco de processar cheques fraudulentos ou adulterados. Os utilizadores podem também contar com a impressão incorporada para captar e imprimir informação relevante na parte de trás do cheque, incluindo caracteres, data e numeração sequencial, tempo ou símbolos.

O imageFORMULA CR-L1 e o CR-L1 UV podem ser utilizados em conjunto com o software integrado Scanning Utility da Canon, e para uma integração com os sistemas atuais é fornecido com um Driver da Canon e um driver Ranger Transport API. O Kit de Desenvolvimento de Software (SDK) também está disponível para os programadores integrarem facilmente os Scanners de Cheque CR-Series da Canon com soluções personalizadas ou específicas.

Especificações do produto

  • Scanner de cheques compacto para atendimento bancário ao balcão
  • Velocidade rápida de digitalização até 45 cpm (B&W, 200dpi, Cheques Pessoais) suporta digitalização a cores a 300dpi
  • Modelo UV específico: CR-L1 UV
  • Pré-digitalização com impressão incorporada
  • Alta precisão MICR com funcionalidade MOCR
  • Deteção de alimentação dupla com sensor infravermelho
  • Impressora de Recibos opcional
  • Modelo energeticamente eficiente
  • ADF: capacidade de alimentação para 50 folhas
  • Ciclo de funcionamento diário recomendado: 3.000 cheques por dia
  • Consumo de energia
    • Digitalização: 15.8W ou menos
    • Em modo de espera: 2.3W ou menos
    • Desligado: 0.1W ou menos

 

“A indústria de vestuário em Portugal recuperou da crise pelo seu próprio mérito”

“Quanto mais longa, melhor”. É desta forma que o nosso entrevistado nos revela a sua paixão pelas corridas, ele que é um corredor e aficionado de endurance, “se o tempo o permitir”, tendo participado em diversas maratonas, pelo menos três já conta no seu currículo, inclusive a maratona de Chicago, realizada a 10-10-10, ou seja, 10 de outubro de 2010. Segundo o CEO da Gerber Technology, serve para compensar o stress, as restrições das responsabilidades acumuladas e das viagens intensas, funcionado, as corridas, quase como uma terapia para fazer face ao trabalho intenso, quase 60 horas semanais. Ao longo da nossa conversa, o nosso entrevistado aponta desafios, mas também estratégias para as indústrias Gerber, onde serve e mapeia um curso para o futuro envolvimento da organização de atuação global.

Olhando para o mercado, a Gerber Technology tem vindo a demonstrar uma liderança forte no fornecimento de soluções integradas de automação para apoiar a transformação e a digitalização no mercado de vestuário, também em Portugal. Sabemos que a posição de liderança tecnológica da Gerber se estende além do vestuário, ou seja, direciona-se para outras indústrias que lidam com materiais flexíveis, incluindo compósitos, móveis estufados, têxteis industriais, automóveis e interiores e muito mais. Qual tem sido o papel da Gerber Technology, em toda a sua globalidade, no sentido de auxiliar o universo empresarial no desafio da digitalização?

Esse esforço não é de agora, mas tem sido assim ao longo destes 50 anos. A Gerber Technology e todos os que a compõem esforçam-se diariamente para ser um parceiro que colabora com os seus clientes, no sentido de os ajudar e apoiar a atingir níveis de sucesso elevados. Existem dois ingredientes chave na nossa estratégia para ajudar os nossos clientes: o primeiro passa pela abordagem que temos, ou seja, devido ao nosso portefólio de produtos, estamos a analisar os fluxos de trabalho dos nossos clientes de uma forma mais abrangente e global. Examinamos como os dados são transferidos entre processos e identificamos áreas onde a eficiência pode ser alcançada. Temos um conjunto de produtos que suportam fluxos de trabalho de design, planeamento e desenvolvimento, através da produção e rastreamento, sejam eles de fabrico em casa ou através de uma complexa cadeia de suprimentos global.

O segundo ingrediente, e sem dúvida o mais importante, assenta no conhecimento e na paixão do nosso povo. A nossa equipa, a nível global, está empenhada em ajudar os nossos clientes a abraçar a mudança para a digitalização. O conhecimento combinado que temos na nossa equipa é incomparável na nossa indústria. A nossa entende os desafios que os nossos clientes enfrentam com as forças do mercado, tais como redução dos tempos de ciclo na comercialização de novos produtos, aumento das eficiências, otimização dos custos dos produtos para que possam aumentar as suas margens de lucro e gerir a logística, cada vez mais complexa numa cadeia de fornecimento global.

Gostava também de reconhecer que seguimos e estamos muito satisfeitos em testemunhar a recuperação do setor do têxtil, vestuário e calçado em Portugal nos últimos tempos. Esta recuperação notável na superação de inúmeros desafios na política e austeridade da EU tem sido fantástica. É igualmente impressionante ver uma gama de empresas portuguesas que estão prontas a prosperar, desde roupas de pronto a vestir, desde moda rápida até coleções sofisticadas de designers ou fatos masculinos de ponta MTM. É claro que os fabricantes de vestuário portugueses trabalharam no duro e recuperaram da crise através do compromisso e dos próprios méritos. O nosso centro de administração europeu está localizado no Porto, mais concretamente em Vila Nova de Gaia, e estou orgulhoso por afirmar que a equipa da Gerber está pronta para atender os seus clientes sempre que necessitarem.

Quais são os grandes desafios das empresas portuguesas de moda e vestuário para darem o passo rumo à Indústria 4.0? 

A Indústria 4.0 cria o que apelidou de “fábrica inteligente”, aproveitando dados e conectividades entre sistemas físicos para monitorar e automatizar processos, inúmeras vezes reduzindo a necessidade de mão-de-obra qualificada. A maioria desses processos é monitorizada pela denominada internet das coisas (loT), permitindo uma maior colaboração entre as cadeias de suplementos, melhorando o tempo de produção e a eficiência geral.

Isso é muito ambicioso para a indústria, se considerarmos que aproximadamente 70% do tempo de processamento para a confeção de uma peça de vestuário refere-se ao processo de costura e, até à data, 90% da costura é manuseada manualmente ou semi preparada automaticamente. No momento, sistemas de costura automatizados já se encontram disponíveis. Estamos a promover uma associação à Automation Softwear, Inc., uma visionária, de Atlanta, na Geórgia, nos EUA, que já alcançaram resultados notáveis. Para alterar a indústria para a costura robotizada não será barato, mas será um benefício de custo a longo prazo. Acredito que vamos ver essas mudanças nos próximos cinco a dez anos, já que a Hugo Boss e a Adidas estão já a usar costura robótica, sendo que mais empresas estão a considerar a ideia. Quero ainda reconhecer que na Gerber temos uma longa história, ou seja, começámos a adicionar sensores aos nossos Gerbercutters para torna-los preparados, e isto há vários anos. o nosso principal produto, o Paragon multiply Gerbercutter tem mais de 100 sensores que permitem uma monitorização remota e captura de dados. Também possuímos uma plataforma chamada Gerberconnect que permite aos nossos técnicos possuir sistemas de monitoramento remoto para identificar inoportunidades de manutenção para melhorar o tempo de espera e aproveitar o poder dos dados operacionais, permitindo que os nossos clientes criem relatórios do painel para avaliar a eficiência da produção.

Do seu ponto de vista, qual é a melhor estratégia para as empresas de têxtil e de vestuário para transformar as suas próprias organizações para lidar com a digitalização e tudo o que concerne à mesma?

Na Gerber lançamos uma campanha de comunicação com o tema “Embrave Your Digital Reality™”. Sabemos que todos estão em pontos diferentes da sua jornada de adoção de tecnologia e agora é o momento de «abraçar» ou reconhecer que a digitalização é real, ou seja, este é o momento de ativar e acelerar esforços de digitalização. Assim, estamos a encorajar os nossos clientes a enfretar este desafio e a começar a jornada para capturar os benefícios que terão com a digitalização. O primeiro passo assenta no envolvimento de um parceiro confiável, para ajudar no mapeamento de processos, identificando processos manuais que podem ser digitalizados. Em Portudal, Francisco Aguiar e a sua equipa, nas instalações de Vila Nova de Gaia, estão prontos a ajudar os nossos clientes a «abraçar a sua realidade digital», que têm todo o apoio dos nossos especialistas tanto a nível local como na nossa sede corporativa em Connecticut.

Estamos presentes para colaborar, para alavancar o nosso pessoal, com conhecimento da nossa indústria e com o nosso abrangente portfólio de produtos para que os nossos clientes confiem na sua transformação digital. Em suma, as empresas não precisam de uma estratégia digital, mas necessitam de um suporte digital para fortalecer a sua estratégia individual.

Acredita que a Indústria 4.0 e a digitalização aportem um nível superior de produção a Portugal? 

Historicamente, a nossa indústria perseguiu o trabalho de costura de custo mais reduzido, às vezes referido como “perseguindo a agulha”. Quando olhamos para todas as eficiências que podem ser alcançadas através de sistemas de integração digital, acredito que há uma grande promessa e uma oportunidade para a fabricação crescer em muitas partes do mundo. Embora a costura possa limitar a eficiência ideal da Indústria 4.0, a digitalização pode afetar todos os outros aspetos do fluxo de trabalho do vestuário, desde o design e desenvolvimento de produtos, à prototipagem virtual 3D até à produção totalmente integrada.

Levando tudo isso em consideração, acredito que veremos uma mudança nas tendências de abastecimento global. A localização aumentará, especialmente porque a necessidade de manter a tendência e a necessidade de acelerar gerarão sucesso. Isso combinado com o custo e benefícios ambientais associados à produção mais próxima do P.O.S. (Ponto de Venda), que se tornará esmagadora. Então, sim, a produção vai retornar para países altamente industrializados e, em particular, Portugal, o que parece ser lógico.
Como é que a Indústria 4.0 e a Transformação Digital mudarão a forma como funcionam as empresas portuguesas de têxteis e vestuário? 

A Transformação Digital é o passo inicial e natural rumo à Indústria 4.0 e exigirá uma grande mudança de mentalidade por parte das empresas. O desafio das empresas portuguesas é agir, como já salientei anteriormente, ou seja, para abraçar a realidade individual, trabalhar com parceiros de tecnologia certos. Será importante desafiar esses parceiros a fornecer consultoria e suporte personalizados, sendo que é importante entendermos que necessitamos de parceiros com conhecimento e experiência.

Dito isto, as empresas devem analisar como construir uma estratégia individual, ou seja, estarem preparadas para se reposicionar ou mesmo reinventar-se. Sugiro que comecem por perceber e avaliar o seu propósito principal, porque eles existem e são o que os torna diferentes. Então, interessa reimprimir as viagens dos clientes, percebendo como eles devem evoluir. Por último, devem formar uma equipa com foco na digitalização. É importante começar agora, e mesmo que seja numa dimensão pequena, depois expanda. Não deixe esta oportunidade para trás.

Acerca da Gerber Technology

A Gerber Technology fornece soluções líderes de mercado, em software e automação, a clientes na confeção de vestuário e noutras aplicações industriais que melhoram os processos de fabricação e design, e permitem gerir e conectar de forma mais eficaz a cadeia de fornecimento. Estas soluções intervêm desde a fase de desenvolvimento de produto e fabrico, até ao retalhista e cliente final. A Gerber serve mais de 78.000 clientes em 130 países, incluindo mais de 100 empresas que constam da lista Fortune 500 nos setores do vestuário e acessórios, lar e lazer, transportes, embalagem e sinalética e artes gráficas. A empresa desenvolve e fabrica os seus produtos em várias localizações nos Estados Unidos e Canadá, possuindo capacidades de produção adicionais na China. Com sede em Connecticut nos Estados Unidos, a Gerber Technology é propriedade da AIP, uma empresa de investimentos privados, especializada no setor de tecnologia, com mais de três mil milhões de dólares em ativos sob a sua gestão. A AIP está sediada em Nova Iorque. www.gerbertechnology.com 

A reter

Desafie os seus fornecedores e outros participantes da cadeia de valor sobre como pode usar dados colaborativos

Reflita sobre seus próprios processos e sobre como os dados podem capacitar novos níveis de automação

Agora é o momento de alinhar a sua infraestrutura para aproveitar as possibilidades remotas de hoje e de amanhã.

GERBER QUADRO 01

Digitalização ABB lidera o caminho

Nos dias de hoje, muitas empresas falam sobre os benefícios da Internet das Coisas. O tema digitalização está na ordem do dia e no ambiente atual, as indústrias precisam de se tornar também empresas de software.Líder, com uma base instalada de 70 milhões de dispositivos habilitados para a digitalização, 70.000 sistemas de controlo distribuído e 6 mil soluções, a ABB possui uma vasta experiência de digital-industrial. Ao unificar as capacidades digitais, a ABB combinou conhecimentos profundos com a extensa experiência em conectividade, para permitir que os clientes saibam mais, façam mais, e façam melhor.

O que é a ABB Ability™?

ABB_Em março deste ano foi lançada a plataforma ABB AbilityTM. Uma oferta digital unificada, transversal, de um dispositivo para o outro e para a nuvem, de dispositivos, equipamentos, sistemas e soluções conectados digitalmente. A plataforma permite que a ABB desenvolva soluções de forma mais rápida, fiável e segura. No seu núcleo, a ABB AbilityTM responde à necessidade de como conectar o negócio dos clientes à Internet das Coisas para os ajudar a tirar partido das vantagens da 4ª Revolução Industrial.

A ABB AbilityTM é uma de várias plataformas industriais IoT que incluem dispositivos e sistemas conectados digitalmente, diferenciada no conhecimento que oferece como resultado da profunda especialização da ABB. Um conhecimento transversal em mais 20 tipos de indústrias, mais de 40 anos de experiência em tecnologia digital, liderança global no processo industrial e conhecimentos de automação. 

O que inclui?

Mais de 180 soluções Industriais na Internet. Dispositivos, sistemas e serviços habilitados e conectados digitalmente. Uma plataforma de tecnologia de Internet Industrial e infraestrutura em nuvem. Um ecossistema digital industrial aberto, disponível a nível mundial para clientes, parceiros e fornecedores.

Entre as soluções disponibilizadas na plataforma ABB AbilityTM podemos encontrar por exemplo:

  • ABB AbilityTM System 800xA – Uma das soluções fornecidas pela ABB AbilityTM baseada na plataforma de automação líder do mercado System 800xA Seleção I/O, uma nova adição ao System 800xA, é um sistema de I/O de canal único redundante, baseado em Ethernet. Este sistema suporta o modelo de execução de projetos de próxima geração da ABB, Intelligent Projects, que oferece uma gama de melhorias de eficiência para projetos de automação. Com a Seleção I/O, os clientes podem realizar grandes projetos com cronograma mais rápido e com menos custos. As verificações de loop podem ser feitas antes que o resto do sistema seja entregue, minimizando o impacto das mudanças tardias e permitindo que as tarefas do projeto sejam executadas em paralelo. http://new.abb.com/control-systems/system-800xa
  • ABB AbilityTM Asset Health Center – Uma das primeiras soluções ABB Ability a serem lançadas no Microsoft Azure, esta é a solução de gestão de desempenho de ativos da próxima geração, Asset Health Center 3.0. Disponível desde janeiro de 2017, usa análises preditivas e prescritivas e modelos personalizados para identificar e priorizar as novas necessidades de manutenção com base na probabilidade de falha e na criticidade de ativos. http://new.abb.com/enterprise-software/asset-optimization-management/asset-health-center
  • Operações colaborativas ABB AbilityTM – Esta poderosa solução, ajuda os clientes a colaborar de forma mais eficiente. Permite que os técnicos trabalhem juntos usando as mesmas plataformas de dados e análises. Concentra-se em resultados como a melhoria da produtividade, reduzindo as falhas dos equipamentos, reduzindo o custo da manutenção de ativos e transformando o desempenho global do negócio. Isto enquanto maximiza a segurança e proteção de dados, pessoas e recursos em todos os níveis de integração. A solução vem fornecendo resultados sustentáveis e de longo prazo aos clientes que já a utilizam.
  • Subestação digital ABB AbilityTM – A subestação digital da ABB oferece aos clientes do setor redes eléctricas um controlo e eficiência incomparáveis. A subestação digital incorpora sensores de corrente de fibra ótica e disjuntores para reduzir os requisitos de manutenção e a necessidade de quilómetros de cabos. A ABB AbilityTM combina a última tecnologia elétrica com sensores digitais e computação em nuvem. O resultado é que os operadores da rede podem tomar decisões com base em informações abrangentes e atualizadas, enquanto os algoritmos preditivos podem melhorar práticas de manutenção e gestão de ativos. http://new.abb.com/substation-automation/systems/digital-substation/bridging-the-gap
  • Sensor Inteligente ABB AbilityTM – Esta solução de sensor inteligente, revelada o ano passado, conecta os motores elétricos de baixa tensão à Internet industrial, permitindo que sejam monitorados continuamente. A solução, que pode ser facilmente afixada num motor, transmite dados sobre vibração, temperatura, cargas e consumo de energia para a nuvem. Os alertas são gerados logo que algum dos parâmetros se desvie da norma, permitindo que o operador tome medidas preventivas antes do mau funcionamento do motor. Os primeiros indicadores mostram que a solução do sensor inteligente leva a uma redução do tempo de inatividade dos motores em até 70% e amplia a sua vida útil em até 30%. Atuar sobre os dados para otimizar o desempenho do motor reduz o consumo de energia em até 10%. http://new.abb.com/motors-generators/service/advanced-services/smart-sensor. 

Segurança Cibernética

A ABB, como grande multinacional presente em mais de 100 países, assume uma posição profunda de defesa no que diz respeito à segurança cibernética. Todos os produtos, serviços, implantação em nuvem e até mesmo os nossos fornecedores precisam de atender a exigentes requisitos de segurança cibernética. A plataforma ABB AbilityTM é construída com segurança desde o início. A ABB está empenhada em implementar as melhores tecnologias de segurança cibernética a todos os níveis (dispositivo, gateway e nuvem). Estas tecnologias de segurança cibernética têm em consideração as necessidades específicas de Tecnologia Operacional (OT), que são mais exigentes do que as do mundo da Tecnologia de Informação(TI). http://new.abb.com/process-automation/process-automation-service/advanced-services/cyber-security-services/cyber-security-monitoring-service

Quais os benefícios para os clientes?

Consultas, soluções e apoio individual de um parceiro fiável

Melhor desempenho operacional, eficiência e produtividade, através de um tempo de atividade aprimorado, velocidade e rendimento;

Sem bloqueio de dados ou sistema, possibilitando maior flexibilidade;ABB1

Acesso ao benchmarking de melhores práticas, dados da indústria, do setor, dos efeitos de um ecossistema industrial baseado na nuvem;

Transparência nas operações, a partir do dispositivo para o nível empresarial.

A ABB AbilityTM está a ajudar a escrever o futuro digital.

Empresas portuguesas têm “desafios significativos” na digitalização

O estudo “The Digital Enterprise: Europe and Portugal. A Journey To The Future” conclui também que muitas empresas portuguesas ainda estão a enfrentar constrangimentos e atrasos no arranque da transformação digital. O estudo está hoje a ser apresentado na APDC, que decorre no CCB.

Portugal apresenta um bom ambiente para fazer negócio e promover o digital mas ainda faltam as capacidades humanas para avançar com a transformação digital. Para ultrapassar este constrangimento é preciso investir mais no treino digital que os restantes países europeus mas ainda há um longo caminho para promover as competências digitais e demorará tempo a chegar a esse ponto, acrescenta o estudo.

A falta de competências digitais é um dos fatores que estão a atrasar o desenvolvimento em duas áreas digitais: o e-service e a adoção de novas tecnologias.

A falta de investimento no online, no e-commerce e nos canais digitais é um sinal vermelho tendo em conta a maturidade digital atual das empresas portuguesas.

As empresas portuguesas estão atualmente a meio da tabela do caminho para a digitalização, na linha da frente dos países que estão em fase de transformação para o digital. As empresas portuguesas arriscam-se a perder quota de mercado relativamente a competidores mais internacionais.

O ‘benchmark’ do estudo mostra que, no passado recente, as empresas em Portugal investiram em tecnologia com o foco na produtividade e na eficiência mas falta investimento em áreas estratégicas, nomeadamente as mais orientadas para o cliente.

As empresas portuguesas estão preparadas para investir em medidas orientadas para a poupança de custos mas não estão tão dispostas a investir em novas tecnologias que poderiam ter um impacto enorme no negócio, embora ainda não estejam tão maduras. Há, assim, uma aversão ao risco que pode comprometer o sucesso a nível digital.

Se as empresas portuguesas não fizerem isso agora será muito mais difícil fazê-lo no futuro, conclui o estudo.

Ao Económico, Rui Costa, CIO da Siemens, explica que a tecnológica está a utilizar o conhecimento gerado pelos dados para “aumentar a resiliência das redes de energia, para otimizar a eficiência energética de edifícios, para ajudar os cirurgiões a levar a cabo intervenções guiadas por imagem”, entre outras aplicações.

“Na nossa visão, para servir os novos consumidores digitais, as organizações devem estar recetivas à digitalização e iniciar a sua transformação digital. As empresas, em particular, devem desenvolver o seu portefólio de produtos e serviços, modernizando a abordagem que fazem aos clientes e transformando o seu modelo de operação para serem mais digitais”, acrescenta o responsável.

Rui Costa elenca alguns exemplos desta aplicação do lado dos clientes. “A Maserati, por exemplo, confiou nos nossos softwares para produzir o modelo Ghibli”.

A tecnológica também tem um projeto com a EDP Distribuição, um projeto-piloto que assenta num “sistema de armazenamento com baterias estacionárias para ser integrado numa rede de distribuição de energia em média tensão. O sistema, que vai também estar ligado à Universidade de Évora, melhorará a qualidade de serviço e servirá como prova de conceito e como montra tecnológica”.

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