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Comércio Eletrónico à escala global

Com uma vasta experiência na indústria de software, a OdooGap desenvolve projetos ERP, usando a framework Odoo. Com mais de 4,2 milhões de utilizadores, o Odoo é o ERP de código aberto mais utilizado no mundo, servindo, maioritariamente, as médias e grandes empresas.

Através da participação em equipas pluridisciplinares de manutenção e desenvolvimento de plataformas de e-Commerce, a OdooGap toma contacto com as diversas técnicas e metedologias necessárias para o desenvolvimento de uma plataforma de sucesso e escala global. O foco principal da empresa é a integração com a manufatura, logística e a interface web, mas, em alguns projetos mais recentes, já adquire meios para implementar as estratégias de SEO / SEM, Marketing bem como a própria componente do design.

OdooGap: Dimensão internacional ímpar

A evolução da empresa deu-se de forma natural e hoje, a Odoogap colabora em projetos nos mercados do Reino Unido e dos EUA. Porquê estas apostas? Segundo Diogo Duarte, “estrategicamente são estes os mercados onde escolhemos estar e onde somos representantes do Odoo. No Reino Unido fomos o primeiro integrador a apresentar uma solução para o MTD (Making Tax Digital) e os primeiros parceiros a serem reconhecidos pela HMRC (Autoridade Tríbutária do Reino Unido), possibilitando uma solução para os novos requisitos legais em vigor a partir do dia 1 de abril de 2019. Nos Estados Unidos, desenvolvemos diversos projetos de ERP e e-Commerce através da nossa participada ODOOGAP, LLP, em Boise, no Illinois.

Atualmente, com a globalização e a competitividade agressiva do mercado, o universo empresarial sente a necessidade de expandir o seu negócio a outras áreas, tendo como desideratos o assumir de uma posição mais abrangente para assim alcançar este mercado global. O Odoo apresenta-se assim como uma solução eficaz que permite integrar numa só plataforma a área do ERP, do Content Management System e do e-Commerce.

As infraestruturas dos servidores dos negócios destas empresas têm de ter capacidade para estarem presentes nos diferentes continentes e assim diminuírem a sua latência. A latência, aqui, concerne ao tempo que nós, utilizadores da Internet e enquanto clientes, demoramos a abrir uma página na web. “Está comprovado que muitos utilizadores desistem de uma página ou de ir a um determinado site, se o mesmo demorar muito a abrir. A maior parte dos clientes não se apercebe desta complexidade até começarem a surgir os obstáculos ou dificuldades. A OdooGap assume, assim, um papel fulcral para profissionalizar esta área, através de consultores especializados em e-Commerce, bem como gestão de projetos, onde se inclui a análise de negócios, planeamento de projetos de TI, ERP, CRM e e-commerce”, salienta o nosso entrevistado.

Odoo: Uma plataforma adaptável

“Desde a logística, passando pela contabilidade, até às vendas, as empresas precisam de uma infraestrutura complexa capaz de corresponder a este processo. O mesmo acontece com os sites, os quais, a maior parte, não estão preparados para suportar grandes volumes de dados ou clientes de outros continentes”. O Odoo é uma solução que consegue adaptar-se a pequenas, médias e grandes empresas, existe, portanto, uma série de passos que podem ser dados, em termos de otimização de motores de pesquisa, como a criação do site, de logística, controlo das vendas ou controlo de stock.

“Quem nos procura pela primeira vez apercebe-se de que o cenário é mais complexo do que pensavam. Depois de realizada uma análise ao mercado, o cliente compreende também que não é comum encontrar este know-how que a OdooGap garante. Temos estado envolvidos em projetos de grande dimensão que nos permitem transferir esse conhecimento para outros clientes e com resultados bastante positivos”, afirma o CEO da OdooGap.

OdooGap: Um parceiro que impulsiona o crescimento

Os clientes da OdooGap são usualmente empresas fortemente empenhadas no projeto e-Commerce e como tal, disponíveis a mobilizar os recursos necessários dentro dos limites que a sua faixa de mercado permite. Esta atitude passa pelo reconhecimento da importância do mercado online hoje e num objetivo de curto, médio e longo prazo. A presença online de um determinado grupo de produtos não se constrói de um dia para o outro, é necessário começar cedo, construir conteúdo e obter posição com uma estratégia sólida e inteligente. Esta estratégia pode mudar. Hoje em dia é importante ter canais próprios, mas também complementar com os diferentes marketplaces mais importantes em cada continente.

Com uma expressão maior no mercado internacional e sabendo de antemão que o mercado nacional não tem uma estratégia forte de internacionalização, a OdooGap posiciona-se de forma a poder apoiar também empresários nacionais na internacionalização dos seus negócios. “Quem escolhe trabalhar connosco são pessoas audazes e que não têm medo de investir, porque nós potenciamos, entre outras valias, a competitividade empresarial pela via da internacionalização e isso, naturalmente, constitui e é um enorme desafio para o qual temos capacidade e know-how para responder com qualidade, credibilidade e resultados”, conclui o nosso entrevistado.

Cloud, IA e o crescimento da tecnologia Blockchain: as previsões do ERP para 2019

© Reamp

Prevê-se que o crescimento do ERP (Enterprise Resource Planning) venha a ser impulsionado por vários fatores, incluindo fenómenos como a integração na cloud, melhores medidas de segurança dos dados e a integração de tecnologias de nova geração, tais como o machine learning e a inteligência artificial (IA). Mas, o que podemos esperar, exatamente, de 2019? Aqui estão as previsões da Sage para o desenvolvimento dos sistemas ERP, durante os próximos 12 meses.

  1. O poder da Cloud

Os sistemas ERP baseados na cloud irão tornar-se na opção predefinida para as empresas que procuram crescer e modernizar os seus processos empresariais num mundo cada vez mais competitivo. Ao longo de 2018, a adoção da cloud tem continuado a crescer praticamente em todas as áreas de negócio, com as organizações a acelerarem a implementação e integração dos seus projetos de forma a transformar as suas funções essenciais. Como tal, a transição de sistemas de ERP antigos para ERP baseados na cloud está a tornar-se numa realidade cada vez mais próxima.

No entanto, a transição dos sistemas ERP para a cloud tem estado relativamente mais lento do que noutras áreas de software, como é o caso do CRM. Isto deve-se principalmente a um conjunto de desafios identificados, incluindo questões de segurança, falta de competências e preocupações com o tempo e os custos para as implementações.

Apesar desta morosidade relativa, estamos prestes a atingir um momento crucial em 2019, quando os ERP baseados na cloud conquistarem o seu posicionamento no mercado. As empresas estão a aperceber-se de que os ERP na cloud oferecem as melhores soluções para os desafios atuais, e é por isso que se estima que o mercado de ERP na cloud cresça para quase 30 mil milhões de dólares até 2021. A única exceção no que respeita a esta tendência é a indústria de produção, onde os analistas preveem uma adoção mais demorada.

Noutros setores, existe um conjunto de fatores que promovem esta adoção, tais como a melhoria da qualidade dos produtos, a necessidade de uma maior mobilidade, a gestão em tempo real e a monitorização de processos. Saber gerir, de forma inteligente, o crescimento rápido é, também, um fator essencial. Dada a rapidez com que os negócios modernos tendem a crescer, o ERP na cloud ajuda as empresas a lidarem com este crescimento e a melhorarem o desempenho do negócio.

  1. Um passo em frente para a Inteligência Artificial e Machine Learning

Já não é novidade as capacidades da inteligência artificial e do machine learning são funções fundamentais no futuro de software ERP. Estas ferramentas oferecem uma enorme variedade de benefícios, em particular, a capacidade de automatizar processos, aumentar as eficiências, gerar conclusões e aumentar a capacidade humana na tomada de decisões.

Por exemplo, a IA pode poupar tempo considerável às empresas ao destacar anomalias nos dados empresariais, ao invés da necessidade de análise de relatórios por parte dos colaboradores, ajudando a identificar potenciais problemas antes que estes ocorram, evitando tempos de inatividade e resultando em poupança de tempo, dinheiro e produtividade.

Em vez de substituírem os seres humanos, as ferramentas de IA e de machine learning irão apoiá-los nas suas funções ao proporcionarem elevados níveis de inteligência e de conhecimento.

  1. O ERP, na vanguarda

Com a Internet das Coisas (IoT) sem sinais de desaceleração, os fabricantes investiram mais em soluções periféricas de ERP para alargarem os seus sistemas centrais e aumentarem a sua produtividade em 2019. Isto irá simplificar a comunicação entre o número cada vez maior de dispositivos IoT e ajudará na interpretação de dados recolhidos.

Ao ligar as soluções periféricas a dispositivos e produtos conectados à Internet, os dados IoT podem canalizar-se automaticamente ao sistema ERP principal. O que, por sua vez, proporciona às empresas uma melhor supervisão das operações da sua cadeia de distribuição e acelera o processo de tomada de decisões.

Também pode melhorar a inteligência empresarial. Fazendo a transferência para o edge-computing, as empresas podem monitorizar as operações das máquinas desde qualquer lugar do mundo e realizar análises em tempo real para gerirem a manutenção e minimizarem as interrupções. Esta informação ajuda os gestores a tomarem melhores decisões táticas e permite-lhes saber exatamente o que se passa ao longo de toda a cadeia de distribuição.

Além destes benefícios, as soluções periféricas baseadas na IoT irão continuar a ser mais acessíveis nos próximos meses, o que irá impulsionar cada vez mais fabricantes a implementarem esta tecnologia em 2019. Os que não o façam, irão provavelmente deparar-se com uma situação de desvantagem em relação à sua concorrência.

  1. Dados por todo o lado

A recolha de enormes quantidades de dados deixou de ser suficiente. As organizações têm de ser capazes de utilizar esses dados corretamente para tirar partido dos vários benefícios operacionais que estes podem oferecer. A utilização de ferramentas analíticas ligadas ao software ERP ajudará as empresas a realizar previsões que podem ser utilizadas para informar as suas estratégias de negócio e ir ao encontro das necessidades dos seus clientes. Tirar partido dos dados recolhidos é essencial para identificar quaisquer processos ineficientes. Ao longo dos próximos meses, a utilização de dados no sentido de melhorar procedimentos internos será a chave para manter uma vantagem competitiva e assegurar níveis de produtividade otimizados.

  1. O crescimento do Blockchain

Não é segredo que, à medida que o blockchain se vai desenvolvendo, esteja a ganhar cada vez mais adesão em muitas áreas do software empresarial, e os sistemas de ERP não constituem exceção. Apesar desta tecnologia ainda estar a dar os primeiros passos, nos próximos meses irão surgir novas utilizações blockchain em ERP, em particular no que respeita à transformação da indústria.

A gestão da cadeia de distribuição está já a mostrar bastante potencial como aplicação inicial da tecnologia blockchain ERP, devido à visibilidade e rastreabilidade que esta oferece. Por exemplo, a gestão do inventário é, tradicionalmente, um processo complexo e difícil, especialmente para as organizações globais, mas a tecnologia blockchain tem a capacidade de agilizar consideravelmente as operações através do estabelecimento de ligações entre as redes de fornecimento através de um sistema descentralizado.

Do lado da visibilidade, os sistemas ERP com tecnologia blockchain poderão permitir a todas as partes envolvidas identificar com precisão todo o percurso de um produto, da fábrica até a prateleira da loja, sem preocupações com a perda ou falsificação de registos. Esta será sobretudo importante no setor da alimentação e das bebidas, em que a tecnologia blockchain oferece transparência e a garantia de origem dos produtos validada desde o local onde foram produzidos até ao local onde serão consumidos.

Esta tecnologia irá também possibilitar a automação de processos de negócio por meio de “contratos inteligentes”, que essencialmente garantem as relações por meio de código criptográfico. De forma semelhante aos pagamentos automáticos, os contratos inteligentes irão tornar obsoleta a necessidade de enviar faturas e procurar todos os pagamentos, resultando em poupanças de tempo consideráveis e garantindo que todos recebem os pagamentos pontualmente.

Ainda é muito recente, mas a capacidade de um ERP com blockchain fortalecer a integridade e a automação das cadeias de fornecimento está a tornar-se cada vez mais evidente, o que irá sem dúvida ajudar a que se estabeleça como a opção envolvente para as empresas à medida que o ano de 2019 avance.

“As novas tecnologias chegaram para ficar e nenhum setor as pode ignorar. Concretamente, a indústria dos ERP vai passar por grandes mudanças, que, sem dúvida, terão um impacto positivo na produtividade e na eficiência das empresas que agarrem a transformação digital” afirma Cristina Francisco, Head of Product Marketing da Sage. “Na Sage, prevemos que 2019 será o ano do verdadeiro avanço tecnológico na área dos ERP e é fundamental que as empresas estejam cientes dos benefícios que a Inteligência Artificial, o blockchain e o Machine Learning podem trazer aos seus negócios”, conclui.

Sobre a Sage:

A Sage (FTSE: SGE) é líder global no fornecimento de tecnologia que ajuda empresas de todas as dimensões na sua gestão empresarial diária, desde os recursos financeiros aos humanos – quer sejam uma start-up, scale-up ou grande empresa. Fazemo-lo através da Sage Business Cloud – a única solução de gestão empresarial de que os clientes precisam, que inclui as áreas de Contabilidade, Financeiro, Gestão Empresarial, Recursos Humanos e Salários, Pagamentos & Banking.

A nossa missão é libertar os empreendedores dos encargos administrativos, para que possam ter mais tempo disponível para fazer o que mais gostam – e fazemo-lo todos os dias para três milhões de clientes em 23 países, através de 13.000 colaboradores e uma rede abrangente de contabilistas e parceiros. Comprometemo-nos em trabalhar de uma forma ética e correta, apoiando as comunidades locais através da Sage Foundation. Para mais informação, visite www.sage.pt.

Tudo o que precisa numa só app

Começando pela questão “já se perguntou quanto tempo gasta na integração do seu negócio”, Diogo Duarte começa por explicar os benefícios do Odoo, uma solução de gestão empresarial ERP completa, com um sistema CRM. Com base na arquitetura MVC, esta solução implementa um cliente e um servidor, sendo a comunicação entre ambos feita por interface XML-RPC. Anteriormente intitulado OpenERP, o Odoo é a ferramenta certa para a gestão empresarial por ter um conjunto de aplicativos de negócios de código aberto. Isto porque, a plataforma de aplicações de negócio, Odoo, aborda mais do que a área do ERP, chegando ao nível do Content Management System e E-Commerce.

Assim, a OdooGap conta com consultores especializados em Odoo, em desenvolvimento de Odoo e gestão de projetos, bem como na análise de negócios, planeamento de projetos de TI ERP, CRM, e E-commerce.

Adaptando-se a pequenas, médias e grandes empresas, com o Odoo é possível ter as informações da empresa num só lugar e em tempo real, acarretando mais-valias para a gestão dos negócios, que acaba por ser mais eficiente.

E como é que a Odoo contorna os problemas ou os desafios relacionados com as matérias de cibersegurança? Por se tratar exatamente de uma solução que utiliza um código aberto, os riscos de exposição a ataques de cibersegurança são menores e mais facilmente detetáveis.

No entanto, Diogo Duarte alerta para a necessidade de os colaboradores adotarem estratégias que reduzam a exposição ao risco, apostar na formação e adquirir conhecimentos em termos de IT para não se tornarem vulneráveis em questões de segurança informática. “Por melhor que o sistema seja, existe sempre risco. É impossível evitar um ataque, mas existe a possibilidade de reduzir a exposição ao risco se trabalharmos com pessoas competentes”, afirma Diogo Duarte.

FLEXÍVEL E MODULAR

Em Portugal, o Odoo não é um sistema tão conhecido. No entanto, com clientes mundiais, desde os EUA à Austrália, a OdooGap tem singrado a nível internacional.

O poder de customização e modularização são muito atraentes. E, custos de aquisição são uma coisa do passado.

Sendo o ERP um sistema que faz tudo dentro de uma empresa – desde as vendas, faturação, gestão de projetos, tudo integrado num website, agregando a loja online (em Portugal este sistema é, maioritariamente, utilizado no comércio online), o armazém e transportadores –, o Odoo faz uma série de integrações benéficas para a  indústria. Esta solução “open source” é flexível e modular, podendo ser aplicada em diversos setores, desde a indústria à advocacia.

Note-se que ERP é a sigla para Enterprise Resource Planning, que em português significa Sistema de Gestão Empresarial. O software ERP é um sistema de informática responsável por todas as operações diárias de uma empresa, desde a faturação até à gestão de stocks.

Sendo o SAP, atualmente, o sistema mais conhecido e utilizado em Portugal, o Odoo começa a ganhar terreno por se tratar de um sistema aberto que não implica custos de propriedade, acabando o cliente por se tornar proprietário do seu próprio código. Por se tratar de um sistema aberto, torna-se numa mais-valia em termos de matérias de cibersegurança. “Um open source é mais escrutinado e a segurança já está implícita no sistema. Se existir uma debilidade no sistema, facilmente será detetada”, explica Diogo Duarte, acrescentando que, em Portugal, fortemente focados na gestão de projetos, essencialmente no comércio eletrónico, os clientes da OdooGap ficam surpreendidos com a eficácia desta solução.

Paralelamente, e porque potenciar a competitividade empresarial pela via da internacionalização constitui um desafio e uma consequência natural da globalização, a OdooGap tem prestado serviços a diversas empresas que procuram internacionalizar-se. “Hoje em dia não basta ter uma loja online, é necessário ter um sistema de vendas e uma presença online muito forte. Desde a otimização de tempo à logística, é importante perceber que ter um site hospedado em Portugal não é suficiente para atingir o mercado global. Tem de ter uma rede informática com uma escala global, capaz de corresponder às necessidades dos clientes internacionais em termos de rapidez, simplicidade e flexibilidade, por exemplo”, conclui Diogo Duarte.

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