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Descontos para transportadoras levantam questões de concorrência

O presidente executivo da Galp Energia, Carlos Gomes da Silva, afirmou que a intenção do Governo de criar descontos nos combustíveis para as transportadoras de mercadorias é “um tema sensível”, que levanta questões de concorrência.

“Pode até suscitar ter que ser visto na concorrência ao nível europeu. É um tema sério e preocupante”, defendeu o presidente da Galp, em conferência de imprensa para divulgação dos resultados da petrolífera no primeiro trimestre.

O Governo vai criar descontos para as transportadoras de mercadorias em postos de gasolina em três zonas de fronteira com Espanha – na zona de Elvas, Vilar Formoso e numa terceira zona, a definir, no norte do país – e nas antigas SCUT do interior.

Carlos Gomes da Silva defendeu que “os consumidores não podem ser tratados de forma diferente”, referindo que, como qualquer discriminação, “é um tema sensível”.

“Certamente que o Governo vai ter esse cuidado (…). Tem que se observar se não fere as leis da concorrência”, acrescentou o gestor, quando questionado sobre a intenção do Governo de reduzir a carga fiscal nos combustíveis para as transportadoras, aproximando os preços dos praticados nos postos de abastecimento em Espanha.

Em meados de abril, após várias reuniões com as associações representativas das transportadoras, o Governo anunciou a criação de “uma redução significativa” no preço dos combustíveis para transportadores de mercadorias em postos de gasóleo profissional em três zonas do interior: na fronteira com Espanha, na zona de Elvas, Vilar Formoso e numa terceira zona, a definir, no norte do país.

Estas medidas foram apresentadas como “mecanismos da promoção de competitividade das empresas de mercadorias, mas também medidas de promoção do interior”.

Revendedores querem alargar descontos no gasóleo profissional a todo o país

“Nós não estamos contra o gasóleo profissional, antes pelo contrário, estamos a favor. Mas entendemos que esta medida deveria ser estendida – já de imediato – a todo o território nacional. Não é num posto ou outro, numa fronteira ou noutra que se deverá vender combustível profissional”, disse à Lusa António Santos, presidente da Associação Nacional dos Revendedores de Combustíveis (ANAREC).

Na segunda-feira, o ministro Adjunto, Eduardo Cabrita disse à Lusa que o executivo vai criar descontos para as transportadoras de mercadorias em postos de gasolina em três zonas de fronteira com Espanha e nas antigas SCUT do interior.

No final de uma reunião com duas associações que representam as empresas de transporte de mercadorias (a ANTRAM e a ANTP), Eduardo Cabrita disse que foi analisada a evolução dos preços dos combustíveis, tendo em conta uma primeira atualização do Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) em maio, adiantando que “se fosse hoje, haveria uma descida”, mas que será feita uma avaliação “nas próximas semanas.

A ANAREC manifestou-se disponível para dialogar com o secretário de Estado da Energia no sentido de “contribuir” com ideias novas, mas alertou que a medida, tal como foi apresentada, afasta os postos de abastecimento do resto do país.

“É uma medida altamente discriminatória que não resolve o problema de ninguém e, no fundo é andarmos a adiar uma coisa que vai ter de acontecer mesmo. Caso seja criado o gasóleo profissional, com o qual concordamos, a medida tem de ser estendida a todos os postos do território nacional, seja onde for”, explicou António Santos.

Por outro lado, a Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP) considerou, terça-feira, “uma pequena vitória” a criação de descontos nos combustíveis para os veículos de mercadorias em postos de gasolina em três zonas de fronteira com Espanha e nas antigas SCUT do interior.

A Associação Nacional de Transportes Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) disse também na terça-feira que concorda “conceptualmente” com a introdução de descontos nos combustíveis em postos de gasolina em zonas fronteiriças mas recordou que os testes serão determinantes para a tomada de decisões definitivas.

 

Sobe e desce dos combustíveis continua na próxima semana

Há esperança no horizonte para os portugueses com carro a gasolina. Olhando para as variações do combustível nos mercados internacionais, os postos de abastecimento deverão passar a vender a versão simples a um preço ligeiramente mais baixo na próxima semana. 

A revisão não deverá ser muito significativa, mas a gasolina 95 sem aditivos deverá ficar pelo menos meio cêntimo mais barata por cada litro adquirido. A tendência, no entanto, não é igual no combustível mais utilizado em Portugal.

Depois de ter ameaçado ficar ao mesmo preço do início da semana passada, o gasóleo teve uma sessão de forte subida ontem e está a manter o crescimento de preço nas trocas de hoje, indicando um agravamento que poderá ultrapassar 1,5 cêntimos por litro.

As más notícias para os condutores podem em breve tonar-se em boas notícias, uma vez que o aumento dos preços dos combustíveis poderão permitir um alívio progressivo do Imposto sobre Produtos Petrolíferos aplicado nos postos de abastecimento. O Secretário de Estado Fernando Rocha Andrade deixou no ar a promessa de um corte de um cêntimo no imposto por cada quatro cêntimos de aumento nos preços da gasolina ou gasóleo.

 

Se tem carro a gasóleo, prepare-se para sorrir mais uma vez

Depois de ter atingido o valor mais baixo do ano esta semana, o gasóleo vai voltar a cair a pique nos postos de abastecimento nacionais. A próxima segunda-feira deverá trazer um corte semelhante ao da última revisão, graças à ajuda do contexto internacional.

A produção da OPEP e dos Estados Unidos voltou a aumentar, o que trouxe um agravamento do desequilíbrio entre oferta e procura. A desaceleração da China e do Japão está a reduzir o interesse no petróleo e como consequência, a produção historicamente alta de ‘ouro negro’ não pode ser vendida ao ritmo certo. Como consequência, o petróleo trocado nos mercados internacionais tem descido sistematicamente ao longo dos últimos meses, contagiando os produtos refinados.

Esta semana, o gasóleo está a descer mais de 7%, uma variação que faz prever mais uma queda forte do preço nos postos de abastecimento. De acordo com o Jornal de Negócios, cada litro de diesel vai passar a custar menos dois a três cêntimos, renovando o mínimo de 2015 registado esta semana.

Para a gasolina, a semana também foi de queda, mas ais ligeira. A variação negativa de 1% registada nos mercados internacionais apenas deverá permitir um alívio de 0,5 cêntimos por litro nos postos nacionais, um valor que aproxima ainda mais o preço por litro da referência nacional no fim do ano passado.

O preço dos combustíveis vai baixar. E não é pouco

A próxima semana vai ser de queda nos preços dos combustíveis em Portugal. Depois do alívio da última segunda-feira, a gasolina e o gasóleo vão seguir novamente a tendência das trocas nos mercados internacionais e imitar o petróleo, ficando mais baratos na hora de encher o depósito.

Numa semana marcada pela incerteza em torno da reunião da OPEP, que irá ditar o futuro próximo do petróleo, os combustíveis trocados entre investidores nas bolsas mundiais desceram de forma clara, com destaque para o gasóleo. A queda do diesel chegou a quase 7% e a gasolina desvalorizou 1,36%, fazendo antever alívios nos postos de abastecimento.

De acordo com o Jornal de Negócios, a gasolina poderá cair entre 0,5 e um cêntimo por litro, enquanto no gasóleo o alívio poderá chegar a três cêntimos.

Os dados da Direção Geral de Energia e Geologia indicam que a gasolina 95 simples custava ontem uma média de 1,392 euros por litro em todo o país, enquanto o gasóleo estava em 1,128 euros.

Na próxima semana, preço dos combustíveis volta a baixar

“A evolução das cotações em euros aponta para uma descida dos preços” dos combustíveis na próxima semana, revela fonte de uma cadeia de hipermercados ao Diário Económico, salientando que a mesma será de “dois cêntimos por litro” no caso da gasolina e de “um cêntimo por litro” no gasóleo.

Esta descida a partir de segunda-feira vai sentir-se, portanto, quer nos postos de abastecimento das principais gasolineiras quer nos postos das denominadas marcas brancas, que por regra praticam preços mais baixos.

O Diário Económico contactou outra fonte ligada a uma das principais petrolíferas a operar em Portugal que confirmou que “o gasóleo poderá descer entre um e dois cêntimos, enquanto a gasolina deverá recuar entre dois e três cêntimos por litro”.

Atualmente, o preço médio de referência do litro de gasolina ronda os 1,403 euros, já o do gasóleo vale 1,173 euros por litro, de acordo com dados da Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG).

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