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Um projeto personalizado na formação de profissionais

Pedro Pereira de Carvalho, Chairman da TECLA

A TECLA, nascida em meados de 1958, representa esse paradigma, ou seja, o prestígio de quem tem vindo a promover um périplo de preocupação e satisfação com os seus clientes e parceiros, não esquecendo que foi uma das primeiras instituições privadas de formação profissional a operar em Portugal, tendo sido edificada com o desiderato de se tornar uma empresa privada de referência, no mercado nacional e internacional. E, olhando para os dias de hoje, acreditamos que esse feito tenha sido alcançado.

“Trata-se, acima de tudo, de um projeto personalizado, apostado na capacidade, na inteligência humana e na formação de profissionais competentes e bem-sucedidos”, refere Pedro Pereira de Carvalho, atual Chairman da TECLA, em entrevista à Revista Pontos de Vista, em que fez uma análise profunda do que a marca representa no mercado atualmente.

Com 60 anos de atividade, celebrados no ano transato, muitas foram as alterações e as mudanças que surgiram durante o seu percurso de excelência no setor de formação profissional. Segundo o nosso interlocutor, estas seis décadas de existência no mercado, “passaram por modificações positivas, que não colocaram em causa a história passada e que se traduzem no orgulho por partilhar com os clientes a essência, visão, missão, crenças, valores e política da qualidade e formação profissional da marca”, salienta convicto.

Atualmente, a TECLA é um grupo, capaz de assegurar uma maior adequação de cada área de negócio em que atua às necessidades de cada segmento de mercado.

É claro que, efetivamente, o núcleo “duro” da TECLA ainda continua a ser a formação profissional, sendo que para o líder da marca, “a formação é essencial para todos”. No entanto, este conceito renasceu de um modo mais moderno, inovador e dinâmico, deixando de estar somente associado aos tradicionais cursos de datilografia e secretariado, propósito da sua criação. Nestes últimos anos a vertente de formação tem vindo a ser adaptada, com base e foco em diversas áreas, desde comportamental, gestão, informática, multimédia, entre outras. No entanto, a formação que ministra passou a ser tão abrangente que a empresa tem atualmente, desde áreas mais comportamentais, como a gestão de relacionamento interpessoal, a áreas mais práticas como são o caso das áreas de eletricidade e energia, eletrónica e automação. “Cerca de 60 a 70 porcento do negócio da TECLA é a formação profissional. É por esta razão que faz todo o sentido procurar diariamente ideias inovadoras para os nossos formandos, rumo ao seu êxito e, posteriormente, ao nosso”, afirma.

Não podemos parar no tempo e devemos adaptarmo-nos ao mercado

Para além deste tipo de formação, a TECLA procura acima de tudo possibilitar uma oferta alargada de acordo com as mais variadas necessidades, que passa também pela formação de reciclagem/formação contínua.

E tem a TECLA promovido esta mudança de paradigma de uma forma alicerçada e direcionada para o futuro? “Naturalmente que sim, até porque não podemos parar no tempo e devemos adaptarmo-nos ao mercado, sabendo que cada vez mais queremos dar ao nosso cliente outro tipo de serviços e, para isso, passamos a ter outras empresas no grupo, empresas essas que não têm necessariamente como área de negócio a consultoria ou a formação profissional, como são exemplo a recente aquisição de participações em empresas do ramo da hotelaria e da indústria têxtil”, realça, não deixando de lembrar que “isto tudo, porque sentimos que enquanto empresa não devemos estagnar e temos, de certa forma, procurar diversificar. Nunca é solução ficarmos reféns apenas de uma ideia”, assume o representante da TECLA, assegurando que procuram afirmar-se e destacar-se perante as outras empresas, tentando fazer “com o mesmo, um pouco mais”.

Excelência, Qualidade e Personalização «made in» TECLA

Quando questionado sobre de que forma é que a TECLA se destaca das demais empresas do setor, Pedro Pereira de Carvalho assumiu que o Grupo, pretende, acima de tudo, que os seus clientes tenham um acompanhamento diário personalizado. “Cada formando é único, com exigências, necessidades e objetivos individuais. E queremos que estes possam, fundamentalmente, confiar na TECLA para evoluir rumo ao sucesso, porque a confiança é a base de qualquer relação profissional. Claro que aliada à confiança vem a qualidade, um dos nossos valores bem assentes, que garante a eficácia e a evolução dos resultados dos nossos clientes. Queremos estar na linha da frente na resposta às necessidades das organizações sendo cada mais incisivos na prestação dos nossos serviços”.

Para além destes valores assumidos, o Chairman, assume também que a diferença com que tentam fazer o seu trabalho e a forma como internamente o fazem, são a base do sucesso daquela que é a empresa privada de formação profissional que foi pioneira no norte do país. É regida por linhas orientadoras focadas em cumprir as exigências do cliente, os critérios legais e demais requisitos estatutários e regulamentares; melhorar continuamente a eficácia dos sistemas de gestão da qualidade e da formação profissional, de forma a que as partes interessadas vejam satisfeitas as suas necessidades e expetativas; estabelecer, monitorizar e, quando aplicável, rever objetivos estratégicos, operacionais e metas que permitam a concretização da visão, missão, crenças e valores da empresa. Mas, atrair, reter e desenvolver continuamente os colaboradores, promovendo o reforço das suas competências, motivação e satisfação é primordial, assegura Pedro Pereira de Carvalho.

A importância do capital humano está patente nos valores da TECLA

Sem escamotear que existe espaço para continuar a melhorar, pois esse é o segredo para a evolução de qualquer projeto, para o nosso entrevistado é claro que o corpo de recursos humanos é essencial. “Não tenho qualquer dúvida que, sem a excelência dos nossos colaboradores, não conseguimos crescer enquanto empresa”. Assim, a importância do capital humano está patente nos valores da TECLA, porque é assumidamente “um dos pilares mais importante dentro de uma empresa. Reconhecemos e valorizamos os nossos recursos humanos e o trabalho dos mesmos”.

E, é através desta valorização do capital humano e do bom funcionamento interno e da confiança que transmitem aos clientes, que o nosso entrevistado garante que o sucesso tem vindo a ser alcançado. “O cliente que nos procura, seja o individual ou organizacional, tem ao seu dispor um projeto à medida. Procuramos saber quais são as suas necessidades e, posteriormente, responder às mesmas”, afirma Pedro Pereira de Carvalho.

E como perpetuam? O nosso entrevistado é claro nesta vertente e assume que o percurso deve ser realizado, “através das nossas parcerias nacionais e internacionais. Todo este know-how permite-nos transmitir ao nosso cliente todo o conhecimento e instrução de forma a obter o sucesso e bons resultados e, quem sabe, até se internacionalizar. O acompanhamento personalizado é uma preocupação constante para nós. Estamos preocupados em diagnosticar as necessidades de cada um, traçar um plano à medida, tentar perceber se de facto está a corresponder às expectativas e necessidades, qual o impacto, e se é necessário fazer um ajustamento. É aqui que estamos na linha da frente, é na oferta diferenciada do serviço”.

De acordo com Pedro Pereira de Carvalho, o feedback tem sido bastante positivo. A marca conseguiu conquistar a confiança de milhares de clientes, distribuídos por diversas áreas de atividade, individuais ou pertencentes aos setores público, privado e associativo. A força de uma marca com 60 anos constrói-se por cada um dos clientes que identificam a TECLA como marca de excelência e referência.

2019 foi positivo, mas a TECLA ambiciona mais

Para o Chairman da TECLA, um dos grandes impulsionadores deste projeto, é a relação de transparência e honestidade que a empresa mantém com os seus clientes e parceiros e, é por essa razão que “estes são os responsáveis pelo sucesso da TECLA”.

Contudo, ainda há muito trabalho pela frente no que toca à sensibilização por parte das empresas de modo a que estas percebam o quão fundamental é a formação dos seus colaboradores. Para o representante da TECLA, este é um tema sensível e uma luta diária. “A maior parte das empresas ainda não compreende a importância da formação como fundamental nos seus critérios orientadores. É preciso sensibilizar as empresas de que quanto maior o investimento em formação, mais produtivo o colaborador se poderá tornar. E, por conseguinte, esse investimento irá incrementar a competitividade da empresa, sendo esse o caminho a percorrer”.

As ambições da TECLA estão bem delineadas, tal como o caminho a seguir. O sucesso do projeto TECLA deve-se ao empenho e à dedicação de toda a equipa que, diariamente, ambiciona e aspira a perfeição e, confiança depositada pelos seus parceiros.

Segundo Pedro Pereira de Carvalho, “2019 foi um ano francamente positivo porque aumentamos a equipa, consolidamos áreas de negócio, conseguimos entrar noutros mercados, reforçamos os nossos parceiros, fortalecemos também a confiança dos que trabalhavam connosco e ainda pelas parcerias que fomos conquistando, fruto das perspetivas futuras, já há muito tempo ambicionadas, de abrir delegações em Cabo Verde, na ilha de São Vicente e Moçambique, em Maputo, já no próximo ano.

Como alguém que se destaca enquanto líder, Pedro Pereira de Carvalho, não tem qualquer dúvida ao finalizar o seu discurso incisivo, afirmando que escolher a TECLA, é, acima de tudo, “sinónimo de qualidade, confiança e inovação”, conclui o nosso entrevistado.

“A TECLA é hoje um grupo de empresas, uma marca que agrega diferentes áreas de negócio, que quer estar sempre na linha da frente oferecendo serviços inovadores e diferenciadores”

Pedro Pereira de Carvalho

De facto, sendo a prestação de serviços de formação o principal enfoque da TECLA, a consultoria organizacional, os sistemas de gestão e a gestão de espaços são outras áreas em que atua a empresa. A formação que ministra é tão abrangente que a empresa tem desde áreas mais comportamentais às áreas mais práticas como são o caso das áreas de Eletricidade e Energia, Eletrónica e Automação, ou até mesmo o Desporto. Uma oferta alargada que vai ao encontro das necessidades do mercado de trabalho e das expetativas dos diferentes profissionais. Esta mesma diversidade passa ainda pela atenção que a empresa espelha no seu plano de cursos de pós-graduação, fruto da parceria com o Instituto Politécnico da Guarda, e os Cursos de Especialização Profissional que têm como objetivo final o incremento das competências dos gestores.
“Há uma preocupação na formação dos gestores em áreas como a Liderança e a Gestão de Recursos Humanos, principalmente nos regimes e-learning, ou seja, à distância, e b-learning, que conjuga o ensino presencial com o ensino à distância. Isto porque naturalmente será mais fácil gerirem o seu tempo para atender à frequência destas ações de formação o que se traduz, também, num entrave a uma maior procura”, refere Pedro Pereira de Carvalho.
“Formações, de preferência, de curta duração com uma grande componente prática” é aquilo que a maior parte dos formandos e organizações têm como preocupações quando procuram a TECLA. Por outro lado, “em determinadas zonas do país onde atuamos, temos sentido que as pessoas procuram novas áreas contrariando as que tradicionalmente escolhiam. Exemplo disso temos a delegação do Algarve em que a queda de procura pelo Turismo levou ao elevado crescimento de áreas como a Eletricidade e  Energia e a área do Desporto”, refere o nosso entrevistado.
Pedro Pereira de Carvalho não duvida que “as organizações, de uma forma geral, têm presente a preocupação de fazer o planeamento da formação interna dos colaboradores e colaboradoras”. No entanto, lamenta que “em alturas de crise esta seja uma das primeiras coisas em que as organizações reduzem. Os orçamentos já são limitados em situações normais e, em situações de crise, a formação é uma área negligenciada dentro das organizações. Ao que acresce as obrigações legais, que representam uma grande fatia do orçamento. Apesar de existir a obrigatoriedade legal da entidade empregadora  proporcionar aos seus colaboradores e colaboradoras, anualmente, 35 horas de formação, na maior parte dos casos não acontece, por não existir dotação financeira para tal”.

tecla“O Cheque-Formação é muito recente em Portugal mas trata-se de uma medida que não é nova”
Talvez os tão falados Cheque-Formação surjam como uma solução para este problema, é pelo menos esse o objetivo. Este cheque é um apoio financeiro direto, atribuído às entidades empregadoras, aos ativos empregados e aos desempregados inscritos no IEFP, para acederem a formação. Pretende-se que este novo incentivo seja um mecanismo de reforço à qualificação e à empregabilidade dos trabalhadores portugueses e é direcionado para dois tipos de público: os ativos empregados, considerando o limite de  50 horas de formação, no período de dois anos; e os ativos desempregados, que podem ver apoiada a sua formação até 150 horas, durante esse mesmo período. As candidaturas podem ser feitas em nome próprio, através do net-emprego ou, no caso dos ativos empregados, pode ser a própria entidade empregadora a submeter a candidatura para um ou mais colaboradores. A TECLA tem vindo a apoiar alguns dos seus parceiros na submissão destas candidaturas.
“O Cheque-Formação é muito recente em Portugal mas trata-se de uma medida que não é nova na Europa, de que é exemplo a França, sendo um dos primeiros países a implementar. Em Portugal, é um caminho que estamos a percorrer e, na TECLA, já fizemos candidaturas para alguns parceiros, abrangendo todos os colaboradores e colaboradoras das organizações. Encontram-se agora em fase de análise. Esta medida, na sua essência, é muito interessante porque permite, à semelhança daquilo que já existiu há alguns anos atrás no IEFP, que qualquer ativo tenha a possibilidade de fazer a sua própria candidatura e ver aprovado um apoio financeiro de até 175 euros no caso dos empregados e de até 500 euros, no caso dos desempregados. No entanto, a medida ainda se encontra numa fase muito embrionária de implementação para se poder fazer qualquer avaliação”, afirma.

“Passados quase dois anos após se ter iniciado o novo quadro comunitário, no que respeita à formação profissional, pouco ou nada existe no que concerne à abertura de candidaturas”
Apesar da aposta na qualificação e formação por parte do Governo de Passos Coelho, Pedro Pereira de Carvalho lamenta que “passados quase dois anos após se ter iniciado o novo quadro comunitário, no que respeita à formação profissional, pouco ou nada existe no que concerne à abertura de candidaturas”. Ainda assim, reconhece que “o novo quadro comunitário dá especial atenção à concretização dos resultados e, por isso, incentiva a apresentação de candidaturas mais inovadoras, diferenciadoras e ambiciosas. Hoje em dia quando assinamos um termo de aceitação da decisão de aprovação de um projeto, estamos a assinar um contrato em que nos comprometemos a atingir determinados resultados, ao contrário do que acontecia no QREN”.
Exemplo disso é a questão da empregabilidade em alguns projetos no âmbito da formação profissional. “Contrariamente ao que acontecia no QREN, nos Cursos de Educação e Formação de Adultos, entre outros, existe a obrigatoriedade, por parte da entidade promotora, de empregabilidade, pelo menos, de 50 por cento dos formandos, para que o projeto não fique financeiramente comprometido.”.

Portugal 2020: “tónica na contratualização de resultados e na inovação”
E não é apenas na formação profissional que se nota esta preocupação com os resultados. Sendo hoje a TECLA uma empresa especializada, também, na prestação de serviços de consultoria organizacional, tem trabalhado em candidaturas para alguns dos seus parceiros no âmbito do Portugal 2020, através da sua equipa multidisciplinar. O atual quadro comunitário, segundo o nosso entrevistado, almeja uma mudança no que respeita à concretização dos resultados. “Eu acho que é clara esta diferença entre os dois quadros comunitários: a tónica na contratualização de resultados e na inovação. É isso que se quer com este Portugal 2020.”.

tecla2“Os nossos clientes são os nossos parceiros e responsáveis pelo sucesso da Tecla”
Com uma oferta tão abrangente, muitas das metas da TECLA foram atingidas mais cedo do que o previsto. Para Pedro Pereira de Carvalho, um dos grandes impulsionadores deste projeto, é a relação de transparência e honestidade que a empresa mantém com os seus clientes e é por essa razão que “os nossos clientes são os nossos parceiros e responsáveis pelo sucesso da Tecla”.
De qualquer forma, há sempre ambições e na TECLA está bem delineado o caminho a seguir. “O grande objetivo, a longo prazo, é a abertura das nossas delegações noutros países europeus, como é o caso de França, Luxemburgo, Polónia e Hungria. Já com alguns projetos transnacionais mas onde não temos qualquer estrutura física. A curto/ médio prazo o nosso objetivo é continuar a responder às exigências dos nossos parceiros e da nossa equipa, continuar também a não esquecer a história da TECLA, conservando as nossas raízes, mas apostando na inovação, ambicionando sempre a melhoria contínua como fazendo parte do processo para o sucesso da empresa”, refere.
Quanto à abertura de novos espaços em Portugal, Pedro Pereira de Carvalho afirma que “faz parte dos nossos planos, principalmente, no Norte Interior, onde temos muitos parceiros e onde nos parece fazer sentido. Lisboa, para já, não está dentro dos nossos objetivos, ainda que tenhamos representação comercial e bastantes projetos na capital”.
O sucesso do projeto Tecla deve-se ao empenho e à dedicação de toda a equipa que, diariamente, almeja a perfeição e, à confiança depositada pelos nossos parceiros.

1.    Cursos de Pós-graduação (em parceria com o Instituto Politécnico da Guarda)
– Gestão de Recursos Humanos no Desenvolvimento Estratégico da Organização;
– Sistemas Integrados de Gestão: Segurança, Ambiente e Qualidade;
– Conceção, Gestão e Avaliação da Formação;
– Gestão da Atividade Imobiliária;
– Intervenção Psicossocial em crianças, jovens e famílias de risco;
– Gestão de Instituição da Economia Social;
– Direção Comercial e Gestão de vendas.

2. Cursos de especialização profissional
– Formação Pedagógica inicial de formadores;
– Especialização em Segurança, Higiene e Saúde no trabalho;
– Curso de especialização tecnológica (CET) em Gestão de Redes e Sistemas Informáticos, nível V;
– Planeamento, conceção e gestão da formação.

3. Formação contínua e de curta duração nas áreas de:
– Desenvolvimento pessoal;
– Audiovisuais e Produção dos media;
– Línguas e literaturas estrangeiras;
– Comércio;
– Marketing e Publicidade;
– Contabilidade e Fiscalidade;
– Gestão e Administração;
– Secretariado e Trabalho administrativo;
– Enquadramento na organização/ empresa;
– Direito;
– Ciências informáticas;
– Eletricidade e Energia;
– Eletrónica e Automação;
– Construção e Reparação de Veículos a motor;
– Indústrias alimentares;
– Construção civil e Engenharia civil;
– Floricultura e Jardinagem;
– Saúde;
– Serviços de apoio a Crianças e Jovens;
– Trabalho social e Orientação;
– Hotelaria e Restauração;
– Desporto;
– Serviços domésticos;
– Cuidados de beleza;
– Tecnologia de proteção do Ambiente;
– Segurança e Higiene no Trabalho.

4. Formação “In Company” – Gestão de projetos de formação profissional em organizações do setor público e privado, na modalidade intra-empresa.

5. Consultoria
– Implementação de Sistemas de Gestão;
– Elaboração de candidaturas a Sistemas de Incentivos no âmbito do Portugal 2020;
– Elaboração de candidaturas ao Programa Operacional do Capital Humano e Programa Operacional Inclusão Social e Emprego;
– Implementação de Planos para a Igualdade e Planos Municipal para a Igualdade;
– Gestão de Recursos Humanos.

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