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IBM Think Summit Lisboa debate o 2º Capítulo da Transformação Digital

Redefinição digital, acessibilidade, autonomia e segurança assentes num conceito digital, Inteligência artificial e foco na experimentação, são apenas alguns dos temas que estão hoje em destaque no Think Summit 2019, evento organizado anualmente pela IBM Portugal e que reúne especialistas da IBM, parceiros e clientes.

O evento, aborda as grandes tendências e inovações digitais que visam a utilização inteligente de dados, tecnologia e ferramentas digitais eficientes. Debater o papel essencial da tecnologia na competitividade das empresas  demonstrando que a Inovação tecnológica permite não só a eficiência de custos, mas também contribui para conquistar vantagens competitivas com novos modelos de negócio, novas ofertas, novas experiências, novos insights. Partilhar o momento disruptivo que vivemos com o impacto de grandes tendências tecnológicas como Inteligência Artificial, Cloud, Blockchain e Segurança, nas empresas e na sociedade, serão alguns dos temas em debate no evento.

O ThinkSummit 2019 tem início logo pela manhã com António Raposo de Lima, Presidente da IBM Portugal, a abrir a sessão com o tema “Let’s Put Smart to Work” focado no 2º capítulo da transformação digital, destacando as soluções de Inteligência Artificial, a abordagem multicloud e as referências de clientes que estão na vanguarda da inovação.  Passa a palavra a Sam Lightstone, CTO for Data & IBM Fellow, IBM Canadá, que incidirá a sua intervenção no “Data and AI: The largest Technology Disruption in 240 years”. O especialista debate a forma como a Inteligência artificial está a alterar a ciência da computação e a prática da codificação. É uma intervenção que permite aos presentes conhecer ainda mais sobre as vantagens do machine learning e conhecer as mais recentes evoluções do ponto de vista de hardware e software enquanto inovações revolucionárias da indústria.

De seguida, Noel Bravo, Vice President Hybrid Cloud da IBM, baseia a sua intervenção no tema “Accelerating the Enterprise Cloud Journey”. Para as empresas que estão agora a começar a sua jornada para a cloud, pode ser tentador selecionar apenas um fornecedor de cloud, e tentar mover todos os seus sistemas para esse único fornecedor. Mas gerir ambientes com um único fornecedor de cloud, não é, por si só, suficiente para eliminar a complexidade da mudança para cloud: se a escolha de um único fornecedor contemplar soluções mistas de infrastructure-as-a-service (IaaS), platform-as-a-service (PaaS) e software-as-a-service (SaaS), cada uma destas ofertas pode ainda ter que ser gerida separadamente. O porta voz, demonstra que o futuro passa por ambientes multicloud, em que os clientes podem e devem escolher o destino das suas soluções e aplicações baseado numa arquitetura estruturada e nas soluções que melhor respondam à necessidade do seu negócio.

Por último, Chieko Asakawa, IBM Fellow, IBM Research, centra a sua apresentação num tema de real relevância nos dias de hoje “AI for Acessibility”. Nesta última apresentação a investigadora invisual da IBM Research tem a oportunidade de apresentar e demonstrar ao vivo as inovações desenvolvidas com o propósito de otimizar a qualidade de vida de pessoas com deficiência visual. Cega desde os 14 anos, Chieko ajudou a desenvolver várias tecnologias pioneiras de acessibilidade, incluindo o mais antigo navegador de voz dos anos 90, que “abriu” o caminho da Internet para pessoas com deficiência visual. Como membro do corpo docente na Universidade Carnegie Mellon, está a liderar um projeto de desenvolvimento de um sistema de mobilidade com inteligência artificial para cegos e outras populações com deficiência.

Após estas apresentações individuais, realiza-se uma mesa de debate dedicada ao tema “Repensar o futuro das organizações e da sociedade com o impacto das novas tecnologias”, cujo painel conta com a presença, para além de António Raposo de Lima, de Carlos Gomes da Silva, Presidente da Comissão Executiva da Galp, Dulce Mota, Presidente do Banco Montepio, António Almeida Henriques, Presidente da Câmara Municipal de Viseu e Sofia Ferreira, Country Manager da Mundipharma Portugal. A moderação fica a cargo de Clara de Sousa, jornalista da SIC.

Para o encerramento dos trabalhos, antes de almoço, marca presença Pedro Siza Vieira, Ministro Adjunto e da Economia.

No período da tarde teremos o Think Campus com sessões:

  • Cloud & Infrastructure Campus – que apresentará a visão da IBM para o futuro das infraestruturas, num contexto multicloud, aberto, flexível e seguro e a capacidade que a IBM tem em ajudar os clientes na jornada para a Cloud – desde o desenho e criação de modelos em ambiente Cloud garage ao suporte em todas as diferentes etapas da adoção para Cloud.;
  • Security & Resilience Campus – focado nos últimos avanços tecnológicos em cibersegurança, como a segurança e resiliência estão diretamente ligados, e como a IBM é a líder de mercado nestas áreas;
  • Data & AI Campus – que dará a conhecer como a inteligência artificial e a analítica avançada em tempo real, podem gerar valor para as organizações a partir dos seus dados, tais como o exemplo prático que teremos disponível com a KONE no evento.

Ainda no âmbito do Think Summit 2019, decorrem algumas demos de vertente prática.

Um exemplo concreto é o do voto acessível desenvolvido pela IBM no âmbito do orçamento participativo para a Câmara Municipal de Viseu. A solução IBM cobre qualquer tipo de deficiência, sendo 100% acessível para todos. Aliás, este projeto já ultrapassou a barreira da deficiência e pode ser usado por uma população mais idosa que tenha restrições em termos de acessibilidade.  Este é em primeiro lugar um sistema de voto eletrónico na sua base que depois evoluiu para a questão da acessibilidade tendo inclusive já sido testado em cenário de eleições reais para a Associação de Paralisia Cerebral do Porto.

Outra das demos práticas disponíveis é a IBM Cloud Garage, uma plataforma que permite aos clientes trabalhar com especialistas da IBM para desenvolver e testar aplicações em ambientes cloud de forma ágil e segura. Esta agilidade, permite um time-to-deploy de 4 a 6 semanas, com um risco e investimento inicial significativamente reduzidos. Surge também como resposta à escassez de talentos transversal a todo o setor, não só aliviando a necessidade de contratação de especialistas para este processo de development e implementação, mas também promove o desenvolvimento dos talentos internos das empresas.

Já a demo KONE Connected 24/7 é um sistema inteligente de manutenção e ação preventiva em sistemas de escadas rolantes e elevadores. Utiliza sistemas avançados de IoT de forma a trazer serviços de ação preditiva, e os dados analisados na cloud através da plataforma IBM Watson.

Por último, a demo Progress Bar consiste numa demonstração interativa de casos de sucesso da IBM nacionais e internacionais. Cada área de negócio é representada por uma imagem 3D, com possibilidade de proceder ao scanning com leitores NFC e explorar as múltiplas apresentações.

Realizado anualmente, o Think visa ser um espaço de partilha de conhecimento, de troca de ideias e de inspiração. A interação homem tecnologia e o desafio da reinvenção contínua têm sido o ponto base das várias edições, que procura debater e extrair da inovação tecnológica o melhor para os negócios e a vida em sociedade.

A agenda completa do evento está disponível em https://www-05.ibm.com/pt/think-summit/index.html

Podem as máquinas substituir os humanos?

As novas tecnologias, as respostas da Europa às profissões do futuro, a revolucionária tecnologia de Blockchain ou a Inteligência Artificial foram alguns do temas debatidos ao longo do dia neste workshop que se pautou pela diversidade e pela partilha de opiniões, que enriqueceram quem esteve presente e quis saber mais sobre os novos conceitos bem presentes nesta era da transformação digital.

O workshop foi constituído por quatro painéis de oradores entusiastas nos temas abordados e contou com um discurso de abertura de Carolina Paixão, do Núcleo de Estudantes de Psicologia, Ciências da Educação e Serviço Social da Associação Académica de Coimbra. “É um orgulho ter jovens como a Carolina interessados por estes temas, que são atuais e têm de começar a ser pensados, pois mais cedo do que esperamos vamos ter grandes alterações nos nossos empregos, devido à robótica e às novas tecnologia”, referiu Cristiana Gonçalves, Coordenadora da Academia Jovem Aliança.

Durante a manhã o primeiro painel, constituído pelo Prof. Norberto Pires (UC), Prof. Pedro Lima (IST), Prof. Jorge Conde (IPC) e moderado pela Presidente da Associação de Estudantes do ISEC, Ana Rita Gomes, debateu a Inteligência Artificial e a Robótica.

Foi proposta uma reflexão sobre as novas tecnologias, a inteligência artificial e a importância da aquisição de competências para responder aos novos desafios.

“Nos últimos 40 anos verificou-se uma evolução tecnológica e dos sistemas. Profissões que deixaram de existiram, outras que nasceram e outras, ainda, que se reinventaram. A interação com máquinas permite-nos evoluir e fazer coisas até então impossíveis No entanto, não nos podemos esquecer da importância da interação humana”, elucidou-nos o professor Norberto Pires

Seguiu-se a área de Data Science e Aplicações sob a perspetiva do Prof. Ricardo Mendes Ribeiro (UM) e da Profª. Carla Silva (FCT) que levou consigo para a sua intervenção a robot Pi.

“Este é um projeto baseado em Inteligência Artificial e modelado por um algoritmo de aprendizagem. A Pi, nossa robot, é uma interface desse mesmo projeto, no qual pretende dar resposta à interação existente entre os nossos computadores, a mesa interativa e as plataformas digitais com conteúdos criados para os óculos VR e AR”, explica Carla Silva.

Durante a tarde e num ambiente de descontração, curiosidade e partilha, o público recebeu o presidente do partido Aliança, Pedro Santana Lopes, e o cabeça de lista do partido às Europeias, Paulo Sande para falarem sobre as respostas da Europa às profissões de amanhã.

O worshop foi finalizado com a chamada tecnologia do futuro: a Blockchain. Foi a vez do Prof. Miguel Pupo Correia (IST), Prof. Dário Rodrigues (IPS), Fred Antunes (APBC) e Nuno Lima Luz (CTSU/Deloitte Legal) debaterem as oportunidades da Blockchain.

“O workshop correu muito bem. Tivemos ótimos painéis com excelentes oradores. O público que estava na sala mostrou-se muito interessado nos temas debatidos, intervindo positivamente. A presença da “PI” dinamizou imenso o evento e estava tudo muito entusiasmado por poder estar em contacto com uma realidade que ainda não é nossa, mas que, muito em breve, vai ser”, disse-nos Cristiana Gonçalves.

DATA SCIENCE SCHOOL

O Data Science School, que incorpora uma Metodologia Pedagógica e Científica Inovadora, é um projeto que se encontra inserido no ISCIAC na Universidade Atlântica pelo seu Centro de Estudos e Investigação em Inteligência Artificial e Ciências Comportamentais (CEII-ACC) através do núcleo de investigação Inteligência Artificial e Aplicações e o núcleo de Educação, Intervenção e Desenvolvimento Comportamental.

“Associado à Investigação e Inovação desenvolvemos produtos com tecnologia diferenciadora para o mercado de software educacional, de gestão e supervisão educacional, comercializando também soluções integradoras na área de educação especial numa lógica de Inteligência Artificial”, explica-nos a professora e investigadora Carla Silva.

Neste âmbito a ISCIAC Software Technologies tem desenvolvido algumas plataformas de conteúdos para óculos de Realidade Virtual e Realidade Aumentada de modo a colaborar de forma integradora neste projeto no qual se insere a PI e outros formatos de Inteligência Artificial.

“Como Cientista e Professora, acredito que a modelação de dados e sua análise e interpretação figura na base de muitas das novas profissões do futuro, que ainda nem sequer são faladas agora, mas numa década o futuro muda exponencialmente”, conclui Carla Silva.

Unbabel inaugura novo escritório nos Estados Unidos e contrata CFO

A startup portuguesa liderada por Vasco Pedro reforça assim as suas operações num dos maiores mercados mundiais com o objetivo de se aproximar dos seus grandes clientes empresariais, que incluem nomes como Facebook, Pinterest, Under Armour, Microsoft, Logitech, entre outros.

Além da inauguração do segundo escritório nos Estados Unidos, a startup portuguesa contratou a norte-americana Amy Kux para o cargo de CFO (Chief Financial Officer). A nova administradora financeira da Unbabel em São Francisco conta com um histórico de gestão e liderança em startups tecnológicas internacionais, como a Udemy e a Cloudflare.

“A missão da Unbabel é permitir que todos entendam e sejam compreendidos em qualquer idioma. Esse desafio é global e é entusiasmante estar em São Francisco a liderar esta missão estando mais próximo dos nossos clientes norte-americanos”, afirma Vasco Pedro.

O CEO e co-fundador da Unbabel salienta ainda que “estamos numa fase de crescimento, não só nos Estados Unidos, mas também a nível mundial, e é um orgulho contar com a Amy e com a sua capacidade de localizar iniciativas estratégicas globais”.

Criada em 2013, a Unbabel alia a inteligência artificial com pós-edição humana à tradução automática e é uma das mais importantes startups portuguesas contando com clientes de relevo mundial. Em janeiro de 2018, a empresa levantou 23 milhões de dólares de alguns dos investidores de topo mundiais, como a Scale Venture Partners, a Microsoft Ventures, a Samsung Next, entre outros, um investimento que foi usado para a expansão internacional e desenvolvimento de produto.

Sobre a Unbabel

Criada em 2013, a Unbabel foi considerada uma das startups mais “sexy” da Europa, pela revista Wired, pelo segundo ano consecutivo, e está a construir uma layer de tradução para a Internet.

A plataforma de tecnologia própria da Unbabel combina processamento de linguagem natural, Neural Machine-Translation, algoritmos de estimativa de qualidade e uma rede global de milhares de tradutores, com o objetivo de remover barreiras linguísticas, aumentar a satisfação do cliente e construir um processo de atendimento ao cliente mais eficiente.

Alumnus da edição de inverno de 2014 da Y Combinator, a Unbabel oferece APIs para uma integração simples com o fluxo de criação de conteúdo, tradução e comunicação já existente nas empresas, nas plataformas Zendesk, Salesforce, Intercom, Microsoft Dynamics 365, entre outras. Assim, permite às empresas e aos seus clientes comunicarem em dezenas de línguas diferentes.

No início de 2018, a Unbabel anunciou que fechou com sucesso uma ronda de financiamento Série B de 23 milhões de euros. Entre os investidores estão a Scale Venture Partners, a Notion, a Microsoft Ventures, a Salesforce Ventures, a Samsung Next, mas também a Caixa Capital e a Funders Club. O investimento foi usado para a expansão internacional e desenvolvimento de produto.

Casafari quer contratar mais de 50 profissionais em Portugal

Com escritório no centro de Lisboa e uma equipa composta por mais de 15 nacionalidades, o objetivo da Casafari passa por contratar profissionais para as áreas de data e software, mas também para os departamentos de vendas e recursos humanos. Mais concretamente, a startup pretende contratar python developers, técnicos de operações e reforçar as suas equipas de vendas e recursos humanos.

A contratação de 50 profissionais pretende responder ao processo de forte crescimento que a Casafari tem registado desde a sua entrada em Portugal e à crescente procura pelos seus serviços inovadores, procurando atrair e recrutar os melhores talentos na área tecnológica.

A Casafari tem como objetivo tornar o mercado imobiliário mais eficaz e mais transparente através da Inteligência Artificial. A plataforma agrega mais de oito milhões de referências na Alemanha, Espanha e Portugal de sete mil fontes sobre imóveis dispersos e repetidos por diferentes páginas na internet, conseguindo identificar quando se trata do mesmo imóvel e disponibilizando toda a informação sobre esse imóvel num único local.

Deste modo, a plataforma fornece acesso aos dados mais completos do mercado, ajudando os agentes imobiliários a aceder a novos imóveis listados, controlar as reduções de preços, verificar todas as agências que listam uma propriedade e a que preço, e a obter uma análise adequada do preço por metro quadrado e do preço de venda habitual na área. Através da Casafari, as agências conseguem monitorizar todas as alterações no seu próprio portfólio feitas pelos concorrentes, bem como as violações de exclusividade.

De acordo com Nils Henning, co-fundador da Casafari, “estamos num processo de rápido crescimento, com uma forte procura por parte dos nossos clientes e pretendemos reforçar a equipa para acompanhar este momento e preparar o futuro. Queremos atrair, recrutar e trabalhar com os melhores talentos para continuar a desenvolver a nossa plataforma e a inovar junto dos nossos clientes”.

A Casafari consegue agregar e disponibilizar toda a informação em tempo real sobre os imóveis listados em todo o país e já trabalha com agências imobiliárias de referência no mercado português, como a Sotheby’s International Realty Portugal, várias RE/MAX e Century 21, a JLL, a Savills, a Fine&Country, LajeCapital, a Engel & Völkers, a Keller Williams Ábaco e Prime, Christie’s, Coldwell Banker entre outras.

Pioneira na resolução de um problema com um conjunto de características únicas no imobiliário, a equipa da Casafari esteve os dois últimos anos a desenvolver uma infraestrutura própria interna e modelos de machine learning, estando constantemente a evoluir o seu sistema através da limpeza de dados e da criação de recursos bem pensados que facilitam a vida dos seus utilizadores. 

Sobre a CASAFARI:

A CASAFARI é uma metasearch para o mercado imobiliário que, recorrendo a soluções de Inteligência Artificial, faz diariamente o levantamento de todos os imóveis listados online, agregando mais de 8 milhões de referências de 7 mil fontes. A plataforma dá acesso aos dados mais completos do mercado, ajudando os agentes imobiliários a obter os novos imóveis listados, mudanças de preços, a saber quais as agências que listam quais propriedades e a que preço, e a obter uma análise adequada do preço por metro quadrado e do preço de venda habitual na área. Assim, as agências monitorizam todas as alterações no seu portfólio e no dos concorrentes, e são capazes de identificar de forma rápida as violações de exclusividade. A CASAFARI tem como objetivo tornar o mercado imobiliário Português mais eficiente e transparente, oferecendo informação completa e fidedigna, sempre em tempo real.

A Casafari está em constante recrutamento, à procura dos melhores talentos portugueses no sector TI, e conta já em Portugal com vários clientes de renome e de referência:  Sotheby’s International Realty Portugal, várias RE//MAX, JLL, Savills, Fine&Country, Century21, Engel & Völkers, Keller Williams, Lucas Fox, Christie’s, Coldwell Banker, entre outros.

CEO da eDreams ODIGEO falou sobre a individualização e o futuro da inteligência artificial na principal feira de viagens do mundo

A entrevista, que aconteceu na zona principal da ITB, abordou o futuro da individualização no setor das viagens. Dana Dunne explicou que o setor está a afastar-se da clássica abordagem de “a mesma fórmula serve para todos” e a dedicar-se a um modelo completamente personalizado, em que se oferecem aos viajantes os produtos mais adequados a si. Segundo Dunne, “se entrassem nos nossos websites há cinco anos, toda a gente veria os mesmos resultados. Agora, vêem resultados diferentes, personalizados para aquilo que precisam e preferem”.

Dunne também relevou que, em algumas partes do negócio, “as máquinas tomam decisões que os humanos não conseguem tomar. As máquinas examinam os dados e formulam hipóteses de forma autónoma; podem configurar e fazer testes e analisar os resultados sem qualquer intervenção humana” e acrescentou que “estamos no caminho de implementar isto em mais e mais áreas do negócio”. Dunne também explicou que a empresa está focada em encontrar os melhores talentos em todo o mundo para continuar a melhorar as suas competências de machine learning.

O responsável da eDreams ODIGEO salientou que o investimento do Grupo em machine learning “não é apenas para a experiência de reservas, mas também a experiência no pós-reserva. Acreditamos no serviço end-to-end e queremos oferecer uma ótima experiência de viagem, e utilizamos a tecnologia para isso. Esforçamo-nos por ser os melhores”.

Questionado sobre até que ponto as máquinas irão substituir os humanos na experiência de viagem, Dana Dunne destacou que viajar é, em última instância, uma experiência humana com significado para as pessoas: “O motivo pelo qual viajamos são as experiências. As máquinas vão ajudar-nos a conseguir o que queremos de forma mais rápida e fácil, mas viajar é sinónimo de experiência – o relacionamento com diferentes culturas e pessoas. Essa experiência somos nós, é humana. Nada poderá substituir isso”.

Olhando para o futuro, Dunne acrescentou: “A individualização tem-se reforçado. Estamos apenas no princípio, mas prevemos que trará muitas mais experiências personalizadas. E isso significa que vamos poupar tempo, que poderemos investir em outras coisas, como estar com a família e os amigos e, idealmente, viajar”.

IBM bate recorde com registo de 9.100 patentes em 2018 e lidera lista de patentes dos EUA pelo 26º ano consecutivo

“A IBM está comprometida em liderar as tecnologias que mudam a forma como o mundo funciona e resolver problemas que muitas das pessoas nem sequer ainda pensaram”, afirma Ginni Rometty, Presidente e CEO da IBM. “Os nossos clientes e os seus clientes são os beneficiários destas inovações, particularmente nas áreas onde lideramos como a Inteligência Artificial, Cloud, Blockchain e Segurança para o desenvolvimento dos negócios.”

No geral, quase metade das patentes de 2018 estão relacionadas com avanços pioneiros em IA, computação na cloud, segurança, blockchain e computação quântica.

As 1.600 patentes na área de IA registadas pelos investigadores da IBM em 2018, incluem novas formas de utilização destas tecnologias para nos ajudar a comunicar e a conversar, bem como a analisar e proteger lagos e cursos de água do nosso planeta. A IA também desempenhou um papel importante nas mais de 1.400 patentes de segurança atribuídas a investigadores da IBM em 2018, incluindo o combate ao phishing de voz.

Algumas patentes da IBM em 2018, incluem:

  • Project Debater é um sistema de Inteligência Artificial inovador da IBM Research que permite debater tópicos complexos em contexto humano. Os investigadores da IBM patentearam uma abordagem para utilizar machine learning a fim de identificar evidências, como segmentos de texto relevantes em dados de texto não estruturados, que ajudam a defender ou opor-se a um determinado tema ou tópico que esteja a ser analisado ou discutido. Este desenvolvimento pode contribuir com avanços na forma como a tecnologia e os humanos interagem entre si numa conversação.
  • Os investigadores da IBM patentearam um sistema inteligente que poderá ser utilizado para identificar, caracterizar e monitorizar perfis verticais de temperatura e declives, que afetam a vida marinha, em lagos e outros ecossistemas aquáticos. A Analítica em conjugação com a IBM Cloud e a Internet of Things (IoT) permitiu à IBM projetar o lago mais inteligente do mundo, o “Lake George”.
  • O phishing ocorre quando um indíviduo ou sistema de computação tenta obter informações sensitivas de vítimas desconhecidas. Mais recentemente, os phishers dedicaram-se ao phishing de voz, também chamado de “vishing”, no qual as vítimas inocentes são envolvidas diretamente e os “vishers” usam um sistema de voz sobre IP (VoIP) para ocultar a sua identidade. A IBM patenteou um sistema de IA que possibilitará, com base na respetiva permissão do utilizador, analisar padrões de conversação entre duas partes a fim de identificar tentativas de uma das partes de enganar a outra. O sistema pode enviar uma mensagem de alerta em tempo real para avisar uma potencial vítima e ajudar os especialistas em TI das empresas a prevenir e gerir melhor as ameaças à segurança de computadores e dispositivos móveis.

Os cientistas da IBM tiveram mais de 2.000 patentes em cloud computing durante 2018, incluindo uma patente de monitorização especializada para máquinas virtuais que adota uma abordagem leve que visa otimizar o isolamento e a segurança entre uma aplicação cloud e o seu gestor, reduzindo os tempos de implementação e melhorando o desempenho. Este modelo está relacionado com a pesquisa da IBM na área de segurança e que poderá contribuir para que as organizações movam dados e aplicações com maior facilidade e de forma segura em ambos os ambientes Cloud e on-premises.

A IBM também continua a inovar no desenvolvimento do blockchain e em promover o ritmo acelerado da sua adoção global. A IBM registou uma patente de um modelo para criptografar dados armazenados num blockchain. Os membros de uma rede blockchain podem colocar os dados que gostariam de partilhar com os outros membros dessa rede. No entanto, em vez de armazenar os dados abertamente para qualquer um dos participantes do blockchain, os membros podem criptografar os seus dados dentro dessa rede e apenas aqueles que receberam uma determinada chave podem ler os dados. A IBM disponibilizou este recurso patenteado para utilizadores de software Open Source Hyperledger Fabric.

Investigadores da IBM também patentearam invenções significativas em computação quântica , incluindo uma nova forma de converter componentes em formato de miniatura para melhorar o desempenho de computadores quânticos.

As novas patentes foram concedidas a um grupo de mais de 8.500 cientistas da IBM em 47 diferentes Estados dos EUA e 48 países.

Para mais informações sobre a liderança no registo de patentes e a inovação da IBM visite www.research.ibm.com/patents/

Veja ainda o vídeo https://youtu.be/iampmeqTAfk

Para aceder ao ranking de patentes nos EUA visite o site IFI CLAIMS Patent Services: http://www.ificlaims.com 

Cloud, IA e o crescimento da tecnologia Blockchain: as previsões do ERP para 2019

© Reamp

Prevê-se que o crescimento do ERP (Enterprise Resource Planning) venha a ser impulsionado por vários fatores, incluindo fenómenos como a integração na cloud, melhores medidas de segurança dos dados e a integração de tecnologias de nova geração, tais como o machine learning e a inteligência artificial (IA). Mas, o que podemos esperar, exatamente, de 2019? Aqui estão as previsões da Sage para o desenvolvimento dos sistemas ERP, durante os próximos 12 meses.

  1. O poder da Cloud

Os sistemas ERP baseados na cloud irão tornar-se na opção predefinida para as empresas que procuram crescer e modernizar os seus processos empresariais num mundo cada vez mais competitivo. Ao longo de 2018, a adoção da cloud tem continuado a crescer praticamente em todas as áreas de negócio, com as organizações a acelerarem a implementação e integração dos seus projetos de forma a transformar as suas funções essenciais. Como tal, a transição de sistemas de ERP antigos para ERP baseados na cloud está a tornar-se numa realidade cada vez mais próxima.

No entanto, a transição dos sistemas ERP para a cloud tem estado relativamente mais lento do que noutras áreas de software, como é o caso do CRM. Isto deve-se principalmente a um conjunto de desafios identificados, incluindo questões de segurança, falta de competências e preocupações com o tempo e os custos para as implementações.

Apesar desta morosidade relativa, estamos prestes a atingir um momento crucial em 2019, quando os ERP baseados na cloud conquistarem o seu posicionamento no mercado. As empresas estão a aperceber-se de que os ERP na cloud oferecem as melhores soluções para os desafios atuais, e é por isso que se estima que o mercado de ERP na cloud cresça para quase 30 mil milhões de dólares até 2021. A única exceção no que respeita a esta tendência é a indústria de produção, onde os analistas preveem uma adoção mais demorada.

Noutros setores, existe um conjunto de fatores que promovem esta adoção, tais como a melhoria da qualidade dos produtos, a necessidade de uma maior mobilidade, a gestão em tempo real e a monitorização de processos. Saber gerir, de forma inteligente, o crescimento rápido é, também, um fator essencial. Dada a rapidez com que os negócios modernos tendem a crescer, o ERP na cloud ajuda as empresas a lidarem com este crescimento e a melhorarem o desempenho do negócio.

  1. Um passo em frente para a Inteligência Artificial e Machine Learning

Já não é novidade as capacidades da inteligência artificial e do machine learning são funções fundamentais no futuro de software ERP. Estas ferramentas oferecem uma enorme variedade de benefícios, em particular, a capacidade de automatizar processos, aumentar as eficiências, gerar conclusões e aumentar a capacidade humana na tomada de decisões.

Por exemplo, a IA pode poupar tempo considerável às empresas ao destacar anomalias nos dados empresariais, ao invés da necessidade de análise de relatórios por parte dos colaboradores, ajudando a identificar potenciais problemas antes que estes ocorram, evitando tempos de inatividade e resultando em poupança de tempo, dinheiro e produtividade.

Em vez de substituírem os seres humanos, as ferramentas de IA e de machine learning irão apoiá-los nas suas funções ao proporcionarem elevados níveis de inteligência e de conhecimento.

  1. O ERP, na vanguarda

Com a Internet das Coisas (IoT) sem sinais de desaceleração, os fabricantes investiram mais em soluções periféricas de ERP para alargarem os seus sistemas centrais e aumentarem a sua produtividade em 2019. Isto irá simplificar a comunicação entre o número cada vez maior de dispositivos IoT e ajudará na interpretação de dados recolhidos.

Ao ligar as soluções periféricas a dispositivos e produtos conectados à Internet, os dados IoT podem canalizar-se automaticamente ao sistema ERP principal. O que, por sua vez, proporciona às empresas uma melhor supervisão das operações da sua cadeia de distribuição e acelera o processo de tomada de decisões.

Também pode melhorar a inteligência empresarial. Fazendo a transferência para o edge-computing, as empresas podem monitorizar as operações das máquinas desde qualquer lugar do mundo e realizar análises em tempo real para gerirem a manutenção e minimizarem as interrupções. Esta informação ajuda os gestores a tomarem melhores decisões táticas e permite-lhes saber exatamente o que se passa ao longo de toda a cadeia de distribuição.

Além destes benefícios, as soluções periféricas baseadas na IoT irão continuar a ser mais acessíveis nos próximos meses, o que irá impulsionar cada vez mais fabricantes a implementarem esta tecnologia em 2019. Os que não o façam, irão provavelmente deparar-se com uma situação de desvantagem em relação à sua concorrência.

  1. Dados por todo o lado

A recolha de enormes quantidades de dados deixou de ser suficiente. As organizações têm de ser capazes de utilizar esses dados corretamente para tirar partido dos vários benefícios operacionais que estes podem oferecer. A utilização de ferramentas analíticas ligadas ao software ERP ajudará as empresas a realizar previsões que podem ser utilizadas para informar as suas estratégias de negócio e ir ao encontro das necessidades dos seus clientes. Tirar partido dos dados recolhidos é essencial para identificar quaisquer processos ineficientes. Ao longo dos próximos meses, a utilização de dados no sentido de melhorar procedimentos internos será a chave para manter uma vantagem competitiva e assegurar níveis de produtividade otimizados.

  1. O crescimento do Blockchain

Não é segredo que, à medida que o blockchain se vai desenvolvendo, esteja a ganhar cada vez mais adesão em muitas áreas do software empresarial, e os sistemas de ERP não constituem exceção. Apesar desta tecnologia ainda estar a dar os primeiros passos, nos próximos meses irão surgir novas utilizações blockchain em ERP, em particular no que respeita à transformação da indústria.

A gestão da cadeia de distribuição está já a mostrar bastante potencial como aplicação inicial da tecnologia blockchain ERP, devido à visibilidade e rastreabilidade que esta oferece. Por exemplo, a gestão do inventário é, tradicionalmente, um processo complexo e difícil, especialmente para as organizações globais, mas a tecnologia blockchain tem a capacidade de agilizar consideravelmente as operações através do estabelecimento de ligações entre as redes de fornecimento através de um sistema descentralizado.

Do lado da visibilidade, os sistemas ERP com tecnologia blockchain poderão permitir a todas as partes envolvidas identificar com precisão todo o percurso de um produto, da fábrica até a prateleira da loja, sem preocupações com a perda ou falsificação de registos. Esta será sobretudo importante no setor da alimentação e das bebidas, em que a tecnologia blockchain oferece transparência e a garantia de origem dos produtos validada desde o local onde foram produzidos até ao local onde serão consumidos.

Esta tecnologia irá também possibilitar a automação de processos de negócio por meio de “contratos inteligentes”, que essencialmente garantem as relações por meio de código criptográfico. De forma semelhante aos pagamentos automáticos, os contratos inteligentes irão tornar obsoleta a necessidade de enviar faturas e procurar todos os pagamentos, resultando em poupanças de tempo consideráveis e garantindo que todos recebem os pagamentos pontualmente.

Ainda é muito recente, mas a capacidade de um ERP com blockchain fortalecer a integridade e a automação das cadeias de fornecimento está a tornar-se cada vez mais evidente, o que irá sem dúvida ajudar a que se estabeleça como a opção envolvente para as empresas à medida que o ano de 2019 avance.

“As novas tecnologias chegaram para ficar e nenhum setor as pode ignorar. Concretamente, a indústria dos ERP vai passar por grandes mudanças, que, sem dúvida, terão um impacto positivo na produtividade e na eficiência das empresas que agarrem a transformação digital” afirma Cristina Francisco, Head of Product Marketing da Sage. “Na Sage, prevemos que 2019 será o ano do verdadeiro avanço tecnológico na área dos ERP e é fundamental que as empresas estejam cientes dos benefícios que a Inteligência Artificial, o blockchain e o Machine Learning podem trazer aos seus negócios”, conclui.

Sobre a Sage:

A Sage (FTSE: SGE) é líder global no fornecimento de tecnologia que ajuda empresas de todas as dimensões na sua gestão empresarial diária, desde os recursos financeiros aos humanos – quer sejam uma start-up, scale-up ou grande empresa. Fazemo-lo através da Sage Business Cloud – a única solução de gestão empresarial de que os clientes precisam, que inclui as áreas de Contabilidade, Financeiro, Gestão Empresarial, Recursos Humanos e Salários, Pagamentos & Banking.

A nossa missão é libertar os empreendedores dos encargos administrativos, para que possam ter mais tempo disponível para fazer o que mais gostam – e fazemo-lo todos os dias para três milhões de clientes em 23 países, através de 13.000 colaboradores e uma rede abrangente de contabilistas e parceiros. Comprometemo-nos em trabalhar de uma forma ética e correta, apoiando as comunidades locais através da Sage Foundation. Para mais informação, visite www.sage.pt.

Portugal debate viagem digital

As empresas Amazon Portugal, Deloitte, Havas Creative, IBM, Microsoft Portugal, PACSIS e Sonae MC vão marcar presença no painel de oradores convidados.

A inscrição no evento tem um custo de 50€ para Associados GS1 Portugal e 95€ para Não Associados, sendo de carácter gratuito para Estudantes e Associações.

Informações adicionais em: http://www.gs1pt.org/events/iv-forum-digital-engagement/

As empresas Amazon Portugal, Deloitte, Havas Creative, IBM, Microsoft Portugal, PACSIS e Sonae MC vão marcar presença no painel de oradores convidados.

A inscrição no evento tem um custo de 50€ para Associados GS1 Portugal e 95€ para Não Associados, sendo de carácter gratuito para Estudantes e Associações.

Informações adicionais em: http://www.gs1pt.org/events/iv-forum-digital-engagement/

Candy simplifica a sua vida

Esta é, de facto, uma verdadeira “história de sucesso, desde a primeira máquina de lavar roupa até aos eletrodomésticos ligados por WiFi”?

Sim, uma história de grande sucesso, sendo hoje uma empresa na vanguarda da tecnolog11ia, tendo mais de 80% das suas máquinas conectadas por Wi-Fi, NFC e Bluetooth.

Hoje, em plena era digital, a Candy abre o caminho a uma forma inteiramente nova de vivenciar os eletrodomésticos, de interagir com eles e de comunicar com eles de forma direta, simples e intuitiva. O que representa este momento para a marca e para o grupo?

Na Candy o lema é criar produtos que facilitem a vida aos consumidores. Numa era em que cada vez mais falta tempo, porque não simplificar usando as tecnologias disponíveis e adaptá-las?

Foram precisamente a investigação e o desenvolvimento do grupo que deram origem à gama Candy simply-Fi, a primeira gama completa de eletrodomésticos ligados por WiFi apta a comunicar remotamente com os utilizadores. Fale-nos mais sobre esta geração de máquinas.

A gama Candy simply-Fi foi sem dúvida a primeira pedra de um projeto que se revelou um ponto de viragem nos eletrodomésticos conforme os conhecíamos até então.

A possibilidade de interagir com “todos” os eletrodomésticos da cozinha, mesmo não estando na mesma área, foi inovador e disruptivo.

Hoje somos o grupo líder em produtos (eletrodomésticos) conectáveis, porque nos antecipámos no desenvolvimento da Internet das Coisas, aplicada ao nosso mercado.

A inteligência artificial é uma das tecnologias que mais prometem causar disrupções nos modelos existentes. Que verdadeiro impacto terá a inteligência artificial nas organizações?

A inteligência artificial está hoje a começar a ter impacto nas organizações e até na sociedade, porque a possibilidade de ter “máquinas” a interagir connosco, a entender a nossa forma de agir e pensar, é quase assustador. Os mordomos digitais ou virtuais são hoje uma realidade em casa, nos carros e nas empresas, e é uma tendência. Ou seja, grande parte da ficção dos filmes da década de 80 está a tornar-se uma realidade.

A Inteligência Artificial veio para mudar a computação e a vida em geral, mas quais são, de facto, os possíveis riscos e benefícios que ela pode trazer?

Na minha opinião poderá ajudar as pessoas a ter uma vida mais facilitada.

Se a mesma for utilizada para estes propósitos, ótimo. Poderá ser usada por pessoas com dificuldades de visão ou outras.

Sendo um otimista, não vejo riscos de maior que não existam já hoje.

Considera-se que as empresas têm neste momento uma enorme oportunidade para implementarem as tecnologias digitais e “as empresas que não estão a aplicar a inteligência artificial aos seus negócios já estão fora do jogo”. Concorda?

Sim, o mercado tem hoje a possibilidade de melhorar o “Ad-value” no portefólio de artigos da empresas do setor, que tem vindo a sofrer com corrosão o preço, mesmo inovando todos os dias.

Acredito que num futuro muito próximo estas tecnologias serão implementadas por todos, caso contrário será difícil subsistir.

Não há como voltar atrás nem ter medo das tecnologias, mas sim usá-las em prol de uma utilização mais fácil, que simplifique a vida aos consumidores.

Com a nova geração tão focada nestas tecnologias, será fácil passar a uma nova era.

CANDY SIMPLY-FI

A primeira gama de aparelhos que comunica consigo, onde quer que esteja os seus aparelhos falam consigo. Fale com eles.

Hoje, mais e mais pessoas organizam as suas vidas através de um smartphone. Por que não usá-lo ao redor da casa também?

A Candy apresenta a simplicidade Fi, a primeira gama completa de aparelhos concebidos para facilitar a sua vida. Conectados por Wi-Fi, eles podem comunicar consigo onde quer que esteja. O inovador aplicativo permite que possa controlar os seus eletrodomésticos a partir de qualquer lugar. Economize tempo para fazer as coisas que mais gosta.

Simplifique o seu dia com a coleção mais completa, atualizada e conectada.

  • Toque inteligente: Graças ao NFC, o Smart Touch é a tecnologia de conectividade “proximidade” da Candy. Dependendo do produto, ele pode enriquecê-lo com os recursos adicionais, fornecer dicas úteis sobre como usar os seus eletrodomésticos de maneira mais eficiente e ajudar a solucionar pequenos problemas diretamente no smartphone.
  • SMART FI: Graças ao Wi-Fi, o Smart Fi é a tecnologia de conectividade “remota” da Candy. Com esta tecnologia estará sempre informado sobre o status do produto, gerenciará e iniciará as funções, mesmo quando não estiver em casa* e receberá sugestões úteis para explorar todo o seu potencial (*excluindo o fogão).

· smart fi +: graças ao nfc e wi-fi, o smart fi + é a tecnologia de conectividade “proximidade e remota” da candy. Esta tecnologia permite-lhe estar sempre informado sobre o status do produto, gerenciará e iniciará as funções, mesmo quando não estiver em casa* e receberá sugestões úteis para explorar todo o seu potencial (*excluindo a placa).

Web Summit: Fundador não revela continuidade da conferência de tecnologia em Lisboa

Em conferência de imprensa no último dia do evento, quando questionado sobre a continuidade em Lisboa, Paddy Casgrave respondeu que não ter outro foco, “senão as próximas 12 horas”.

“É o mesmo se for perguntado a um jogador de ténis, no meio de uma partida, sobre o que está a pensar fazer no fim-de-semana, ou a um jogador de futebol, no intervalo, os planos para a próxima semana. Não tenho outro foco, senão as próximas 12 horas”, garantiu.

Entre inúmeros elogios a entidades governamentais, às forças de segurança, bombeiros e transportes da cidade, Cosgrave garantiu haver um “casamento perfeito” entre a conferência e Portugal.

O líder da conferência referiu ainda que podem existir outras opções de locais, além do Altice Arena e FIL, no Parque das Nações.

“Há muitos mais edifícios fantásticos”, assinalou o responsável, recordando que algumas cimeiras paralelas decorreram na segunda-feira noutros locais da cidade.

“É uma possibilidade que devemos encarar, de forma mais séria nos anos vindouros o abrir mais locais durante a semana da Web Summit”, admitiu.

Os planos mais imediatos após o encerramento da cimeira, que decorre pelo segundo ano consecutivo em Lisboa, é analisar como correu para garantir melhorias e avaliar hipóteses como dedicar conferências à IA e às novas formas de pagamento.

A Web Summit decorre até quinta-feira, no Altice Arena (antigo Meo Arena) e na Feira Internacional de Lisboa (FIL), em Lisboa.

Segundo a organização, nesta segunda edição do evento em Portugal, participam 59.115 pessoas de 170 países, entre os quais mais de 1.200 oradores, duas mil ‘startups’, 1.400 investidores e 2.500 jornalistas.

A cimeira tecnológica, de inovação e de empreendedorismo nasceu em 2010 na Irlanda e mudou-se em 2016 para Lisboa por três anos, com possibilidade de mais dois de permanência na capital portuguesa.

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