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CEO da eDreams ODIGEO falou sobre a individualização e o futuro da inteligência artificial na principal feira de viagens do mundo

A entrevista, que aconteceu na zona principal da ITB, abordou o futuro da individualização no setor das viagens. Dana Dunne explicou que o setor está a afastar-se da clássica abordagem de “a mesma fórmula serve para todos” e a dedicar-se a um modelo completamente personalizado, em que se oferecem aos viajantes os produtos mais adequados a si. Segundo Dunne, “se entrassem nos nossos websites há cinco anos, toda a gente veria os mesmos resultados. Agora, vêem resultados diferentes, personalizados para aquilo que precisam e preferem”.

Dunne também relevou que, em algumas partes do negócio, “as máquinas tomam decisões que os humanos não conseguem tomar. As máquinas examinam os dados e formulam hipóteses de forma autónoma; podem configurar e fazer testes e analisar os resultados sem qualquer intervenção humana” e acrescentou que “estamos no caminho de implementar isto em mais e mais áreas do negócio”. Dunne também explicou que a empresa está focada em encontrar os melhores talentos em todo o mundo para continuar a melhorar as suas competências de machine learning.

O responsável da eDreams ODIGEO salientou que o investimento do Grupo em machine learning “não é apenas para a experiência de reservas, mas também a experiência no pós-reserva. Acreditamos no serviço end-to-end e queremos oferecer uma ótima experiência de viagem, e utilizamos a tecnologia para isso. Esforçamo-nos por ser os melhores”.

Questionado sobre até que ponto as máquinas irão substituir os humanos na experiência de viagem, Dana Dunne destacou que viajar é, em última instância, uma experiência humana com significado para as pessoas: “O motivo pelo qual viajamos são as experiências. As máquinas vão ajudar-nos a conseguir o que queremos de forma mais rápida e fácil, mas viajar é sinónimo de experiência – o relacionamento com diferentes culturas e pessoas. Essa experiência somos nós, é humana. Nada poderá substituir isso”.

Olhando para o futuro, Dunne acrescentou: “A individualização tem-se reforçado. Estamos apenas no princípio, mas prevemos que trará muitas mais experiências personalizadas. E isso significa que vamos poupar tempo, que poderemos investir em outras coisas, como estar com a família e os amigos e, idealmente, viajar”.

IBM bate recorde com registo de 9.100 patentes em 2018 e lidera lista de patentes dos EUA pelo 26º ano consecutivo

“A IBM está comprometida em liderar as tecnologias que mudam a forma como o mundo funciona e resolver problemas que muitas das pessoas nem sequer ainda pensaram”, afirma Ginni Rometty, Presidente e CEO da IBM. “Os nossos clientes e os seus clientes são os beneficiários destas inovações, particularmente nas áreas onde lideramos como a Inteligência Artificial, Cloud, Blockchain e Segurança para o desenvolvimento dos negócios.”

No geral, quase metade das patentes de 2018 estão relacionadas com avanços pioneiros em IA, computação na cloud, segurança, blockchain e computação quântica.

As 1.600 patentes na área de IA registadas pelos investigadores da IBM em 2018, incluem novas formas de utilização destas tecnologias para nos ajudar a comunicar e a conversar, bem como a analisar e proteger lagos e cursos de água do nosso planeta. A IA também desempenhou um papel importante nas mais de 1.400 patentes de segurança atribuídas a investigadores da IBM em 2018, incluindo o combate ao phishing de voz.

Algumas patentes da IBM em 2018, incluem:

  • Project Debater é um sistema de Inteligência Artificial inovador da IBM Research que permite debater tópicos complexos em contexto humano. Os investigadores da IBM patentearam uma abordagem para utilizar machine learning a fim de identificar evidências, como segmentos de texto relevantes em dados de texto não estruturados, que ajudam a defender ou opor-se a um determinado tema ou tópico que esteja a ser analisado ou discutido. Este desenvolvimento pode contribuir com avanços na forma como a tecnologia e os humanos interagem entre si numa conversação.
  • Os investigadores da IBM patentearam um sistema inteligente que poderá ser utilizado para identificar, caracterizar e monitorizar perfis verticais de temperatura e declives, que afetam a vida marinha, em lagos e outros ecossistemas aquáticos. A Analítica em conjugação com a IBM Cloud e a Internet of Things (IoT) permitiu à IBM projetar o lago mais inteligente do mundo, o “Lake George”.
  • O phishing ocorre quando um indíviduo ou sistema de computação tenta obter informações sensitivas de vítimas desconhecidas. Mais recentemente, os phishers dedicaram-se ao phishing de voz, também chamado de “vishing”, no qual as vítimas inocentes são envolvidas diretamente e os “vishers” usam um sistema de voz sobre IP (VoIP) para ocultar a sua identidade. A IBM patenteou um sistema de IA que possibilitará, com base na respetiva permissão do utilizador, analisar padrões de conversação entre duas partes a fim de identificar tentativas de uma das partes de enganar a outra. O sistema pode enviar uma mensagem de alerta em tempo real para avisar uma potencial vítima e ajudar os especialistas em TI das empresas a prevenir e gerir melhor as ameaças à segurança de computadores e dispositivos móveis.

Os cientistas da IBM tiveram mais de 2.000 patentes em cloud computing durante 2018, incluindo uma patente de monitorização especializada para máquinas virtuais que adota uma abordagem leve que visa otimizar o isolamento e a segurança entre uma aplicação cloud e o seu gestor, reduzindo os tempos de implementação e melhorando o desempenho. Este modelo está relacionado com a pesquisa da IBM na área de segurança e que poderá contribuir para que as organizações movam dados e aplicações com maior facilidade e de forma segura em ambos os ambientes Cloud e on-premises.

A IBM também continua a inovar no desenvolvimento do blockchain e em promover o ritmo acelerado da sua adoção global. A IBM registou uma patente de um modelo para criptografar dados armazenados num blockchain. Os membros de uma rede blockchain podem colocar os dados que gostariam de partilhar com os outros membros dessa rede. No entanto, em vez de armazenar os dados abertamente para qualquer um dos participantes do blockchain, os membros podem criptografar os seus dados dentro dessa rede e apenas aqueles que receberam uma determinada chave podem ler os dados. A IBM disponibilizou este recurso patenteado para utilizadores de software Open Source Hyperledger Fabric.

Investigadores da IBM também patentearam invenções significativas em computação quântica , incluindo uma nova forma de converter componentes em formato de miniatura para melhorar o desempenho de computadores quânticos.

As novas patentes foram concedidas a um grupo de mais de 8.500 cientistas da IBM em 47 diferentes Estados dos EUA e 48 países.

Para mais informações sobre a liderança no registo de patentes e a inovação da IBM visite www.research.ibm.com/patents/

Veja ainda o vídeo https://youtu.be/iampmeqTAfk

Para aceder ao ranking de patentes nos EUA visite o site IFI CLAIMS Patent Services: http://www.ificlaims.com 

Cloud, IA e o crescimento da tecnologia Blockchain: as previsões do ERP para 2019

© Reamp

Prevê-se que o crescimento do ERP (Enterprise Resource Planning) venha a ser impulsionado por vários fatores, incluindo fenómenos como a integração na cloud, melhores medidas de segurança dos dados e a integração de tecnologias de nova geração, tais como o machine learning e a inteligência artificial (IA). Mas, o que podemos esperar, exatamente, de 2019? Aqui estão as previsões da Sage para o desenvolvimento dos sistemas ERP, durante os próximos 12 meses.

  1. O poder da Cloud

Os sistemas ERP baseados na cloud irão tornar-se na opção predefinida para as empresas que procuram crescer e modernizar os seus processos empresariais num mundo cada vez mais competitivo. Ao longo de 2018, a adoção da cloud tem continuado a crescer praticamente em todas as áreas de negócio, com as organizações a acelerarem a implementação e integração dos seus projetos de forma a transformar as suas funções essenciais. Como tal, a transição de sistemas de ERP antigos para ERP baseados na cloud está a tornar-se numa realidade cada vez mais próxima.

No entanto, a transição dos sistemas ERP para a cloud tem estado relativamente mais lento do que noutras áreas de software, como é o caso do CRM. Isto deve-se principalmente a um conjunto de desafios identificados, incluindo questões de segurança, falta de competências e preocupações com o tempo e os custos para as implementações.

Apesar desta morosidade relativa, estamos prestes a atingir um momento crucial em 2019, quando os ERP baseados na cloud conquistarem o seu posicionamento no mercado. As empresas estão a aperceber-se de que os ERP na cloud oferecem as melhores soluções para os desafios atuais, e é por isso que se estima que o mercado de ERP na cloud cresça para quase 30 mil milhões de dólares até 2021. A única exceção no que respeita a esta tendência é a indústria de produção, onde os analistas preveem uma adoção mais demorada.

Noutros setores, existe um conjunto de fatores que promovem esta adoção, tais como a melhoria da qualidade dos produtos, a necessidade de uma maior mobilidade, a gestão em tempo real e a monitorização de processos. Saber gerir, de forma inteligente, o crescimento rápido é, também, um fator essencial. Dada a rapidez com que os negócios modernos tendem a crescer, o ERP na cloud ajuda as empresas a lidarem com este crescimento e a melhorarem o desempenho do negócio.

  1. Um passo em frente para a Inteligência Artificial e Machine Learning

Já não é novidade as capacidades da inteligência artificial e do machine learning são funções fundamentais no futuro de software ERP. Estas ferramentas oferecem uma enorme variedade de benefícios, em particular, a capacidade de automatizar processos, aumentar as eficiências, gerar conclusões e aumentar a capacidade humana na tomada de decisões.

Por exemplo, a IA pode poupar tempo considerável às empresas ao destacar anomalias nos dados empresariais, ao invés da necessidade de análise de relatórios por parte dos colaboradores, ajudando a identificar potenciais problemas antes que estes ocorram, evitando tempos de inatividade e resultando em poupança de tempo, dinheiro e produtividade.

Em vez de substituírem os seres humanos, as ferramentas de IA e de machine learning irão apoiá-los nas suas funções ao proporcionarem elevados níveis de inteligência e de conhecimento.

  1. O ERP, na vanguarda

Com a Internet das Coisas (IoT) sem sinais de desaceleração, os fabricantes investiram mais em soluções periféricas de ERP para alargarem os seus sistemas centrais e aumentarem a sua produtividade em 2019. Isto irá simplificar a comunicação entre o número cada vez maior de dispositivos IoT e ajudará na interpretação de dados recolhidos.

Ao ligar as soluções periféricas a dispositivos e produtos conectados à Internet, os dados IoT podem canalizar-se automaticamente ao sistema ERP principal. O que, por sua vez, proporciona às empresas uma melhor supervisão das operações da sua cadeia de distribuição e acelera o processo de tomada de decisões.

Também pode melhorar a inteligência empresarial. Fazendo a transferência para o edge-computing, as empresas podem monitorizar as operações das máquinas desde qualquer lugar do mundo e realizar análises em tempo real para gerirem a manutenção e minimizarem as interrupções. Esta informação ajuda os gestores a tomarem melhores decisões táticas e permite-lhes saber exatamente o que se passa ao longo de toda a cadeia de distribuição.

Além destes benefícios, as soluções periféricas baseadas na IoT irão continuar a ser mais acessíveis nos próximos meses, o que irá impulsionar cada vez mais fabricantes a implementarem esta tecnologia em 2019. Os que não o façam, irão provavelmente deparar-se com uma situação de desvantagem em relação à sua concorrência.

  1. Dados por todo o lado

A recolha de enormes quantidades de dados deixou de ser suficiente. As organizações têm de ser capazes de utilizar esses dados corretamente para tirar partido dos vários benefícios operacionais que estes podem oferecer. A utilização de ferramentas analíticas ligadas ao software ERP ajudará as empresas a realizar previsões que podem ser utilizadas para informar as suas estratégias de negócio e ir ao encontro das necessidades dos seus clientes. Tirar partido dos dados recolhidos é essencial para identificar quaisquer processos ineficientes. Ao longo dos próximos meses, a utilização de dados no sentido de melhorar procedimentos internos será a chave para manter uma vantagem competitiva e assegurar níveis de produtividade otimizados.

  1. O crescimento do Blockchain

Não é segredo que, à medida que o blockchain se vai desenvolvendo, esteja a ganhar cada vez mais adesão em muitas áreas do software empresarial, e os sistemas de ERP não constituem exceção. Apesar desta tecnologia ainda estar a dar os primeiros passos, nos próximos meses irão surgir novas utilizações blockchain em ERP, em particular no que respeita à transformação da indústria.

A gestão da cadeia de distribuição está já a mostrar bastante potencial como aplicação inicial da tecnologia blockchain ERP, devido à visibilidade e rastreabilidade que esta oferece. Por exemplo, a gestão do inventário é, tradicionalmente, um processo complexo e difícil, especialmente para as organizações globais, mas a tecnologia blockchain tem a capacidade de agilizar consideravelmente as operações através do estabelecimento de ligações entre as redes de fornecimento através de um sistema descentralizado.

Do lado da visibilidade, os sistemas ERP com tecnologia blockchain poderão permitir a todas as partes envolvidas identificar com precisão todo o percurso de um produto, da fábrica até a prateleira da loja, sem preocupações com a perda ou falsificação de registos. Esta será sobretudo importante no setor da alimentação e das bebidas, em que a tecnologia blockchain oferece transparência e a garantia de origem dos produtos validada desde o local onde foram produzidos até ao local onde serão consumidos.

Esta tecnologia irá também possibilitar a automação de processos de negócio por meio de “contratos inteligentes”, que essencialmente garantem as relações por meio de código criptográfico. De forma semelhante aos pagamentos automáticos, os contratos inteligentes irão tornar obsoleta a necessidade de enviar faturas e procurar todos os pagamentos, resultando em poupanças de tempo consideráveis e garantindo que todos recebem os pagamentos pontualmente.

Ainda é muito recente, mas a capacidade de um ERP com blockchain fortalecer a integridade e a automação das cadeias de fornecimento está a tornar-se cada vez mais evidente, o que irá sem dúvida ajudar a que se estabeleça como a opção envolvente para as empresas à medida que o ano de 2019 avance.

“As novas tecnologias chegaram para ficar e nenhum setor as pode ignorar. Concretamente, a indústria dos ERP vai passar por grandes mudanças, que, sem dúvida, terão um impacto positivo na produtividade e na eficiência das empresas que agarrem a transformação digital” afirma Cristina Francisco, Head of Product Marketing da Sage. “Na Sage, prevemos que 2019 será o ano do verdadeiro avanço tecnológico na área dos ERP e é fundamental que as empresas estejam cientes dos benefícios que a Inteligência Artificial, o blockchain e o Machine Learning podem trazer aos seus negócios”, conclui.

Sobre a Sage:

A Sage (FTSE: SGE) é líder global no fornecimento de tecnologia que ajuda empresas de todas as dimensões na sua gestão empresarial diária, desde os recursos financeiros aos humanos – quer sejam uma start-up, scale-up ou grande empresa. Fazemo-lo através da Sage Business Cloud – a única solução de gestão empresarial de que os clientes precisam, que inclui as áreas de Contabilidade, Financeiro, Gestão Empresarial, Recursos Humanos e Salários, Pagamentos & Banking.

A nossa missão é libertar os empreendedores dos encargos administrativos, para que possam ter mais tempo disponível para fazer o que mais gostam – e fazemo-lo todos os dias para três milhões de clientes em 23 países, através de 13.000 colaboradores e uma rede abrangente de contabilistas e parceiros. Comprometemo-nos em trabalhar de uma forma ética e correta, apoiando as comunidades locais através da Sage Foundation. Para mais informação, visite www.sage.pt.

Portugal debate viagem digital

As empresas Amazon Portugal, Deloitte, Havas Creative, IBM, Microsoft Portugal, PACSIS e Sonae MC vão marcar presença no painel de oradores convidados.

A inscrição no evento tem um custo de 50€ para Associados GS1 Portugal e 95€ para Não Associados, sendo de carácter gratuito para Estudantes e Associações.

Informações adicionais em: http://www.gs1pt.org/events/iv-forum-digital-engagement/

As empresas Amazon Portugal, Deloitte, Havas Creative, IBM, Microsoft Portugal, PACSIS e Sonae MC vão marcar presença no painel de oradores convidados.

A inscrição no evento tem um custo de 50€ para Associados GS1 Portugal e 95€ para Não Associados, sendo de carácter gratuito para Estudantes e Associações.

Informações adicionais em: http://www.gs1pt.org/events/iv-forum-digital-engagement/

Candy simplifica a sua vida

Esta é, de facto, uma verdadeira “história de sucesso, desde a primeira máquina de lavar roupa até aos eletrodomésticos ligados por WiFi”?

Sim, uma história de grande sucesso, sendo hoje uma empresa na vanguarda da tecnolog11ia, tendo mais de 80% das suas máquinas conectadas por Wi-Fi, NFC e Bluetooth.

Hoje, em plena era digital, a Candy abre o caminho a uma forma inteiramente nova de vivenciar os eletrodomésticos, de interagir com eles e de comunicar com eles de forma direta, simples e intuitiva. O que representa este momento para a marca e para o grupo?

Na Candy o lema é criar produtos que facilitem a vida aos consumidores. Numa era em que cada vez mais falta tempo, porque não simplificar usando as tecnologias disponíveis e adaptá-las?

Foram precisamente a investigação e o desenvolvimento do grupo que deram origem à gama Candy simply-Fi, a primeira gama completa de eletrodomésticos ligados por WiFi apta a comunicar remotamente com os utilizadores. Fale-nos mais sobre esta geração de máquinas.

A gama Candy simply-Fi foi sem dúvida a primeira pedra de um projeto que se revelou um ponto de viragem nos eletrodomésticos conforme os conhecíamos até então.

A possibilidade de interagir com “todos” os eletrodomésticos da cozinha, mesmo não estando na mesma área, foi inovador e disruptivo.

Hoje somos o grupo líder em produtos (eletrodomésticos) conectáveis, porque nos antecipámos no desenvolvimento da Internet das Coisas, aplicada ao nosso mercado.

A inteligência artificial é uma das tecnologias que mais prometem causar disrupções nos modelos existentes. Que verdadeiro impacto terá a inteligência artificial nas organizações?

A inteligência artificial está hoje a começar a ter impacto nas organizações e até na sociedade, porque a possibilidade de ter “máquinas” a interagir connosco, a entender a nossa forma de agir e pensar, é quase assustador. Os mordomos digitais ou virtuais são hoje uma realidade em casa, nos carros e nas empresas, e é uma tendência. Ou seja, grande parte da ficção dos filmes da década de 80 está a tornar-se uma realidade.

A Inteligência Artificial veio para mudar a computação e a vida em geral, mas quais são, de facto, os possíveis riscos e benefícios que ela pode trazer?

Na minha opinião poderá ajudar as pessoas a ter uma vida mais facilitada.

Se a mesma for utilizada para estes propósitos, ótimo. Poderá ser usada por pessoas com dificuldades de visão ou outras.

Sendo um otimista, não vejo riscos de maior que não existam já hoje.

Considera-se que as empresas têm neste momento uma enorme oportunidade para implementarem as tecnologias digitais e “as empresas que não estão a aplicar a inteligência artificial aos seus negócios já estão fora do jogo”. Concorda?

Sim, o mercado tem hoje a possibilidade de melhorar o “Ad-value” no portefólio de artigos da empresas do setor, que tem vindo a sofrer com corrosão o preço, mesmo inovando todos os dias.

Acredito que num futuro muito próximo estas tecnologias serão implementadas por todos, caso contrário será difícil subsistir.

Não há como voltar atrás nem ter medo das tecnologias, mas sim usá-las em prol de uma utilização mais fácil, que simplifique a vida aos consumidores.

Com a nova geração tão focada nestas tecnologias, será fácil passar a uma nova era.

CANDY SIMPLY-FI

A primeira gama de aparelhos que comunica consigo, onde quer que esteja os seus aparelhos falam consigo. Fale com eles.

Hoje, mais e mais pessoas organizam as suas vidas através de um smartphone. Por que não usá-lo ao redor da casa também?

A Candy apresenta a simplicidade Fi, a primeira gama completa de aparelhos concebidos para facilitar a sua vida. Conectados por Wi-Fi, eles podem comunicar consigo onde quer que esteja. O inovador aplicativo permite que possa controlar os seus eletrodomésticos a partir de qualquer lugar. Economize tempo para fazer as coisas que mais gosta.

Simplifique o seu dia com a coleção mais completa, atualizada e conectada.

  • Toque inteligente: Graças ao NFC, o Smart Touch é a tecnologia de conectividade “proximidade” da Candy. Dependendo do produto, ele pode enriquecê-lo com os recursos adicionais, fornecer dicas úteis sobre como usar os seus eletrodomésticos de maneira mais eficiente e ajudar a solucionar pequenos problemas diretamente no smartphone.
  • SMART FI: Graças ao Wi-Fi, o Smart Fi é a tecnologia de conectividade “remota” da Candy. Com esta tecnologia estará sempre informado sobre o status do produto, gerenciará e iniciará as funções, mesmo quando não estiver em casa* e receberá sugestões úteis para explorar todo o seu potencial (*excluindo o fogão).

· smart fi +: graças ao nfc e wi-fi, o smart fi + é a tecnologia de conectividade “proximidade e remota” da candy. Esta tecnologia permite-lhe estar sempre informado sobre o status do produto, gerenciará e iniciará as funções, mesmo quando não estiver em casa* e receberá sugestões úteis para explorar todo o seu potencial (*excluindo a placa).

Web Summit: Fundador não revela continuidade da conferência de tecnologia em Lisboa

Em conferência de imprensa no último dia do evento, quando questionado sobre a continuidade em Lisboa, Paddy Casgrave respondeu que não ter outro foco, “senão as próximas 12 horas”.

“É o mesmo se for perguntado a um jogador de ténis, no meio de uma partida, sobre o que está a pensar fazer no fim-de-semana, ou a um jogador de futebol, no intervalo, os planos para a próxima semana. Não tenho outro foco, senão as próximas 12 horas”, garantiu.

Entre inúmeros elogios a entidades governamentais, às forças de segurança, bombeiros e transportes da cidade, Cosgrave garantiu haver um “casamento perfeito” entre a conferência e Portugal.

O líder da conferência referiu ainda que podem existir outras opções de locais, além do Altice Arena e FIL, no Parque das Nações.

“Há muitos mais edifícios fantásticos”, assinalou o responsável, recordando que algumas cimeiras paralelas decorreram na segunda-feira noutros locais da cidade.

“É uma possibilidade que devemos encarar, de forma mais séria nos anos vindouros o abrir mais locais durante a semana da Web Summit”, admitiu.

Os planos mais imediatos após o encerramento da cimeira, que decorre pelo segundo ano consecutivo em Lisboa, é analisar como correu para garantir melhorias e avaliar hipóteses como dedicar conferências à IA e às novas formas de pagamento.

A Web Summit decorre até quinta-feira, no Altice Arena (antigo Meo Arena) e na Feira Internacional de Lisboa (FIL), em Lisboa.

Segundo a organização, nesta segunda edição do evento em Portugal, participam 59.115 pessoas de 170 países, entre os quais mais de 1.200 oradores, duas mil ‘startups’, 1.400 investidores e 2.500 jornalistas.

A cimeira tecnológica, de inovação e de empreendedorismo nasceu em 2010 na Irlanda e mudou-se em 2016 para Lisboa por três anos, com possibilidade de mais dois de permanência na capital portuguesa.

Sharing Foundation: há cinco anos em prol da multiculturalidade e da interculturalidade

A Fundação atua em diferentes áreas que vão da educação à cultura, às artes e formação em âmbito regional, nacional e internacional. De forma a elucidar os nossos leitores, que história pode ser contada sobre a origem e o propósito da Sharing Foundation?

A Sharing Foundation é um Fundação de cariz familiar, instituída em homenagem em vida à mãe do nosso Presidente Silvio Santos, no dia do seu último aniversário, a 15 de Outubro de 2013. Baseada na visão de um país melhor com uma juventude educada e formada numa pedagogia diferenciada, alicerçada na meritocracia, mas também promotora de culturas e línguas que fazem parte do desenvolvimento do ser humano. Nem sempre, na nossa sociedade, somos capazes de usar a cooperação como forma de prática de trabalho, não é fácil ao ser humano “despir-se” da sua individualidade e do espírito de sobrevivência que nos caracteriza. Essas competências, chamadas de soft skills, são competências adquiridas na formação, na aprendizagem por um modelo multicultural e intercultural, basilar na Fundação e foi este o espírito que a promoveu.

É diretora geral da fundação e tem um pós doutoramento em Sistemas de Inteligência Artificial, um tema que trouxe para a fundação. Que projetos têm sido desenvolvidos nesse sentido?

A Fundação tem os seus projetos na área da Educação e Pedagogia na temática do multiculturalismo e multilinguismo associados à rede de escolas ao nível nacional bem como ao nível internacional, nomeadamente nos países da CPLP. A investigação na área de Sistemas de Inteligência Artificial tem sido uma das iniciativas trazidas à discussão nos nossos projetos de investigação e em projetos europeus. Acreditamos que a tecnologia pode promover a aprendizagem numa metodologia inclusiva e integradora do aluno. Nos nossos projetos pretendemos demonstrar a intervenção de boas práticas ao nível da inteligência artificial que podem ajudar a gestão de uma boa escola e um novo paradigma de aprendizagem do aluno.

Em Portugal, esta é uma temática que começa a ganhar alguma força… comparativamente com outros países, estamos num bom patamar?

Portugal tem feito um excelente percurso de investigação nesta área há décadas, desde machine learning, robótica inteligente, à inteligência aumentada com aplicação da área da saúde nos centros de investigação. Ligados à aprendizagem, é uma ideia inovadora e completamente revolucionária. Escrever um algoritmo que possa prever se determinado aluno vai ter dificuldades em determinados conteúdos, pode ajudar a gestão da escola a realizar uma intervenção adequada e atempada de modo a prevenir abandono ou insucesso escolar. Os sistemas de inteligência artificial podem fazê-lo, enriquecendo o sistema de ensino de novas ferramentas para ensinar, evoluir e ter sucesso.

Onde nos leva a inteligência artificial?

A inteligência artificial é um meio pelo qual se pretende modelar os pensamentos em processos computacionais. E definir processos mentais como uma expressão algorítmica é de facto algo extremamente ambicionante. E isto leva-nos com certeza ao desenvolvimento da engenharia do conhecimento, uma nova área e provavelmente novos perfis de trabalho serão definidos por este conhecimento. Esta capacidade de um computador reconhecer padrões e definir perfis tendo por base as lógicas humanas e o comportamento humano, vai fazer-nos, a nós como seres humanos, ambicionarmos ir mais longe no conhecimento, aliás uma característica que nos distingue das demais espécies.

Promover a multiculturalidade e o interculturalismo são princípios que estão enraizados na fundação. Através de que meios promovem este comportamento global?

A Fundação trabalha na Guiné equatorial, em Cabo Verde, em Moçambique e colabora com a Rússia, Brasil e países europeus, interagindo assim com outras culturas de uma forma globalizada. Trabalhar com muitas culturas permite-nos desenvolver competências entre culturas. Nos nossos projetos, a cultura é sempre vista a partir de um ponto, e nessa perspetiva, é sempre coordenada e respeitada a vista de outros pontos. E é nesta missão de espírito cultivador que podemos e devemos evoluir e respeitar as diferenças. O Ser Humano evoluiu como espécie porque era diferente e foi necessário adaptar-se à diferença do seu meio para evoluir. Nós, como seres culturais devemos ser capazes de viver nessa diferença, mas acima de tudo, respeitando a vivência da diferença. Isto é basilar e um dos alicerces dos direitos humanos, um meio pela qual a Fundação pretende sempre seguir.

Organizam encontros, seminários e conferências, quais serão as próximas?

Até ao final do ano a Fundação está envolvida na gestão e coordenação de alguns projectos europeus, tendo as acções inerentes a esses projectos as conferências e seminários com as nossas Universidades e Instituições parceiras. Em 2018 celebramos o 5º aniversário da Fundação e pretendemos associá-lo à nossa missão, juntamente com os nossos parceiros de educação e ciência, a promoção deste dia com uma conferência internacional.

Computadores serão capazes de amar em 2029

Muitas previsões se fazem sobre o futuro e o que aguarda a humanidade à medida que prosseguem os desenvolvimentos de robots e inteligências artificiais. Para o futurista Ray Kurzweil ainda demorará algum tempo até a humanidade ser ultrapassada, estando a ocasião prevista para o ano de 2029.

“Quando falo nos computadores a chegarem a níveis de inteligência humanos não estou a falar de inteligência lógica. É ser engraçado e expressar um sentimento de amor… isso é o pico da inteligência humana”, declarou Kurzweil de acordo com o CNNMoney.

O futurista abriu também espaço à possibilidade dos humanos se melhorarem a si próprios por via da tecnologia, indicando que esta via criará uma inevitável barreira social baseada entre quem tem riqueza para tal. Na visão de Kurzweil, o mercado de implantes biónicos “será como acontece com os smartphones” na medida que a tecnologia ficará cada vez mais barata até ao ponto de se tornar acessível a toda a gente.

 

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