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EasyJet faz última viagem para Açores

Pedras Rubras, 15/07/2013- A easyJet a maior rede europeia de transportadora aérea privada inaugurou esta tarde, com a presença da Ministra das Finanças Maria Luis Albuquerque a base operacional, no Aeroporto Internacional do Porto. Aviâo A 320 ( Fernando Pereira / Global Imagens )

último voo será o regresso do voo Lisboa-Ponta Delgada no sábado”, informou hoje fonte da companhia à agência Lusa, adiantando que desde 29 de março de 2015, quando a easyJet começou a operar a rota Lisboa-Ponta Delgada, transportou cerca de 182 mil passageiros.

Em março último, dois anos depois de a companhia ter “aterrado” nos Açores na sequência da liberalização das ligações aéreas entre duas ilhas do arquipélago e o continente português, o diretor da easyJet em Portugal, José Lopes, anunciou que a empresa iria deixar de operar esta rota.

“Vamos deixar cair a rota de Lisboa-Ponta Delgada”, disse José Lopes em conferência de imprensa para anunciar o horário de inverno da easyJet para 2017/2018.

Na ocasião, o responsável da companhia britânica em Portugal explicou que a easyJet não conseguiu entrar naquele mercado “com a oferta mínima de qualidade”.

“Nós não saímos por o tráfego de Ponta Delgada estar a baixar – estava a crescer – mas, na nossa conjuntura, não conseguimos ter a oferta que queríamos, que era, no mínimo, ter dois voos diários. Não tendo essa capacidade preferi retirar e transformar essas rotas em rotas diárias [em outros destinos]”, declarou José Lopes, lembrando que a easyJet lutou três anos pela liberalização daquele mercado.

No entanto, a easyJet decidiu “voltar atrás” e “abandonar a operação para os Açores”, onde tem atualmente quatro voos de ida e volta por semana.

“Isto num momento em que acreditamos que com o aumento da oferta da concorrência não vai haver impacto negativo, nem no mercado, nem nos açorianos”, declarou na conferência de imprensa.

A liberalização das ligações aéreas entre duas ilhas dos Açores — São Miguel e Terceira – e o continente entrou em vigor a 29 de março de 2015, dia em que um voo de uma ‘low cost’, da easyJet, chegou pela primeira vez aos Açores, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel.

A única companhia de baixo custo que continua a voar para São Miguel é a Ryanair, transportadora que, desde dezembro de 2016, passou a operar também para a ilha Terceira.

Lufthansa lança cartão SIM pré-pago low-cost para estar ligado em qualquer parte do mundo

O grupo Lufthansa vai lançar um cartão SIM para equipamentos móveis que funciona em todo o Mundo.

O Lufthansa Mobile pretende que os viajantes possam estar sempre ligados, sem pesar no orçamento. A tarifa pré-paga é tanto útil para viagens de negócios ou de lazer. Desta forma, os passageiros – em lazer ou negócios – poderão, nas suas deslocações ao estrangeiro, estar sempre online, contactáveis e fazer chamadas mais baratas.

O custo do pacote inicial para os cartões pré-pagos Lufthansa Mobile é de 29 euros e inclui um crédito de 19 euros. Uma das opções disponíveis dentro da União Europeia é um pacote de 500 MB por 9,90 euros ou 1 GB por 14,90 euros com validade de 30 dias seguidos.

Para utilização intercontinental, como por exemplo nos Estados Unidos, Brasil ou China, o preço dos pacotes varia entre 10 e 29 cêntimos por minuto e megabyte. “Tarifas semelhantes à de outros fornecedores começam normalmente a 1,49 euros por minuto”. A companhia aérea alemã garante que não há nenhum contrato vinculativo com a Lufthansa Mobile.

O cartão SIM está atualmente disponível em lufthansa.com e estará à venda a bordo a partir de 1 de março de 2017.

Prepare-se para viajar da Europa para os EUA por 65 euros

Bjorn Kjos, presidente executivo da companhia aérea Norwegian, anunciou que a partir do verão de 2017 vai ser possível voar da Europa até aos EUA por apenas 69 dólares (perto de 65 euros), uma redução de mais de 50% em relação aos custos atuais.

O anúncio feito pela companhia aérea low-cost Norwegian e representa um desconto de mais de 50% face à tarifa atual, segundo o presidente executivo, Bjorn Kjos.

A utilização de novos aviões da Boeing, com menor consumo de combustível, explica grande parte da redução do preço. “Os nossos aviões são muito eficientes em termos de combustível. Temos uma abordagem completamente de outras companhias de aviação e o Boeing 737MAX tem motores muito modernos, permitindo percorrer maiores distâncias”, refere Bjorn Kjos em declarações ao Telegraph. Os primeiros Boeing 737MAX chegam em abril e vão realizar as primeiras viagens poucos meses depois.

A companhia vai começar por realizar viagens entre o aeroporto de Edimburgo, na Escócia, e o aeroporto de Newark, nos EUA.

Esta é a resposta da companhia norueguesa à IAG. A holding que detém as companhias aéreas Iberia, British Airways, Vueling e Air Lingus anunciou voos de longo curso a partir de Barcelona para destinos como Los Angeles, São Francisco, Buenos Aires, Santiago do Chile, Havana e Tóquio. É já a partir de junho que a IAG vai levantar voo rumo ao outro lado do mundo, por um preço mais baixo que o habitual.

TAP lança bilhetes “low cost”

A TAP vai começar hoje a vender bilhetes de avião a preços low cost para voos realizados a partir de outubro, para destinos da Europa e norte de África. A nova estratégia comercial visa combater a concorrência de transportadoras como a Ryanair ou a easyJet. Na prática, se o passageiro abdicar de certos serviços, como bagagem de porão, poderá comprar bilhetes a preços mais baixos, mas viajar nos aviões da transporta aérea portuguesa.

Veja como vai funcionar.

1 Quanto passam a custar os bilhetes?

Nas simulações da TAP, a viagem mais barata de Lisboa para Londres custava 69 euros; agora, custará a partir de 39 euros. Para Paris, o preço desce de 44 euros para 32 euros. Já para Madrid passa de 42 euros para 38 euros. Ainda, para Bruxelas, o preço cai de 52 euros para 35 euros. As simulações são para voos a partir de Lisboa, só para uma viagem (o regresso custará o mesmo) e incluem todas as taxas. Estes novos preços serão incluídos na classe Discount que, em média, representará uma descida de preço na ordem dos 34%, assegura a TAP.

2 As outras tarifas vão ficar mais caras?

A TAP garante que as restantes tarifas ficarão mais baratas. Com esta mudança, passará a ter seis tarifas: quatro em Económica (a Discount será a mais barata) e duas em executiva (a mais cara será a Top Executive).

3 Qual a diferença de serviço entre a tarifa low cost e as outras?

Dentro do avião, os serviços de todas as classes económicas serão iguais. Por exemplo, as quatro darão direito à mesma refeição e ao mesmo tipo de assento. Mas o passageiro low cost só terá direito a levar uma bagagem de cabine até 8 kg, não poderá marcar lugar no momento em que compra o bilhete (só é definido no check in) e só acumulará 10% das milhas.

4 Quais são as características das outras tarifas?

Como já vimos, a Discount (a low cost) adequa-se a quem viaja só com bagagem de mão. A tarifa seguinte, a Basic, inclui uma mala de porão grátis. Depois, a Classic tem todos os serviços da Basic, mas permite reservar o lugar quando se compra o bilhete. Além destes serviços, na Plus será possível mudar a reserva, sem ter de pagar por isso. Haverá ainda duas tarifas executivas. A Executive impõe algumas limitações a alterações de reserva ou a reembolsos. Por último, a Top Executive é a que tem mais flexibilidade.

5 Haverá preços low cost na ponte aérea Porto-Lisboa?

Nos voos entre o Porto e Lisboa haverá três tarifas, todas em classe económica: a Discount (low cost), a Basic e a Plus.

6 Depois de comprar um bilhete Discount, é possível enviar uma bagagem para o porão?

Sim, mas por um preço. Até 24 horas da viagem, uma bagagem com até 23 kg custará 20 euros. Se comprar no dia da viagem, o preço sobe para 35 euros.

7 É garantido que consigo comprar um bilhete ao preço anunciado?

Todas as companhias vão mudando os preços à medida que os bilhetes são vendidos, pelo que não é possível garantir que conseguirá comprar viagens pelo preço anunciado. Mas nas viagens low cost da TAP – tal como em qualquer outra – comprar com antecedência maximiza as hipóteses de conseguir um bilhete pelo valor anunciado. Não haverá um número limite de bilhetes vendidos a preço low cost: enquanto houver assentos no avião e viajantes interessados na tarifa mais barata, a TAP venderá bilhetes.

8 As viagens são feitas nos aviões da TAP?

Sim, os aviões serão os mesmos. Dentro de cada um poderão viajar passageiros com bilhetes de todas as tarifas.

9 Quando entra em vigor?

Os novos preços estão disponíveis a partir de hoje, mas só se aplicam a viagens realizadas de outubro em diante.

10 Os novos preços aplicam-se a todas as rotas?

Aplicam-se apenas aos voos da TAP para a Europa e o norte de África, o chamado médio curso.

Com o impulso das low cost, as dormidas nos Açores dispararam 20% em 2015

Os voos de baixo custo arrancaram no final de Março. E em pouco tempo os Açores tornaram-se na região que mais cresceu no número de dormidas. Em 2015 o ritmo de crescimento foi de 19,6%, quando o aumento das dormidas a nível nacional foi de 6,7%.

Os números da atividade turística publicados nesta terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que no arquipélago açoriano a hotelaria registou no ano passado 1,27 milhões de dormidas. São mais os estrangeiros, mas foi entre os turistas nacionais que houve um maior crescimento. Enquanto no primeiro caso o número de dormidas subiu 10%, no segundo o crescimento chegou aos 35%. Só em Dezembro, as dormidas nos hotéis dos Açores dispararam 51,8%, com uma subida ainda mais expressiva entre os turistas portugueses (66,8%).

O salto no conjunto do ano foi grande em relação a outras regiões (as dormidas subiram 13,6% no Norte, 11,8% no Alentejo, 5,8% na Madeira ou 2,7% no Algarve), mas o peso da região no turismo nacional ainda é pequeno. Com o aumento da atividade turística, os Açores passaram a representar uma fatia de 2,6% do total. “Estamos perante o melhor ano de sempre, em que há crescimentos muito expressivos em quase todas as ilhas”, afirmou Vítor Fraga, secretário regional do Turismo e Transportes dos Açores, citado pela Lusa.

Preços aumentaram

Em Portugal, os hotéis registaram 48,9 milhões de dormidas (num total de 17,4 milhões de hóspedes). Mais de um terço, 16,6 milhões de dormidas, foram no Algarve; 12,2 milhões na Área Metropolitana de Lisboa; 6,63 milhões na Madeira; 6,1 milhões no Norte; 4,53 milhões no Centro; e 1,45 milhões no Alentejo.

No último mês do ano, o preço dos quartos aumentou nas várias regiões, com “evidente destaque” para os Açores, nota o INE. O rendimento por quarto disponível (o chamado RevPAR, que mede a relação entre os proveitos de aposento e o número de quartos disponíveis) era de 11,7 euros, valor que cresceu 49,2% em relação a Dezembro de 2014. O rendimento mais alto registou-se em Lisboa (32,8 euros) e na Madeira (32,3), tal como acontecia nos meses anteriores.

A nível nacional, apesar do aumento do número de dormidas, houve uma desaceleração face ao ritmo de 2014. O mercado interno gerou 14,5 milhões de dormidas em Portugal. Houve um crescimento de 5,3%, quando no ano anterior o aumento tinha sido de 12,8%. As dormidas de turistas estrangeiros, num total de 34 milhões, também desaceleraram, passando de uma variação de 9,3% para 7,3%.

A estadia média aumentou ligeiramente em Dezembro, mas essa não foi a tendência ao longo do ano. No acumulado dos 12 meses do ano, a permanência em hotéis foi, em média, de 2,81 noites, quando no ano anterior estava em 2,87. Já a taxa de ocupação anual foi de 46,1%.

O número de turistas britânicos cresceu 8,7% em termos de dormidas. A procura por parte de turistas espanhóis também continuou a crescer, mas o acréscimo das dormidas foi de apenas 3,2%, enquanto entre os turistas alemães se registou um aumento de 10,7% nas dormidas, mais do que os hóspedes de França, de 11,4%. Tendência contrária aconteceu com os turistas do Brasil, com o número de dormidas a cair 3,3%.

Quando viajam e ficam em hotéis, há mais turistas a permanecer em estabelecimentos de quatro estrelas (15,4 milhões de dormidas, de um total de 32,3 de dormidas em hotéis). No segmento dos hotéis-apartamentos, o número de dormidas foi de 6,9 milhões, nos apartamentos houve 4,54 milhões, nos aldeamentos 2,13 milhões e nas pousadas o número foi de 489,6 mil (741 mil em colónias de férias e pousadas da juventude).

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