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As maiores redes de Mediação Imobiliária estão presentes no SIL 2019

Entre os dias 10 e 13 de Outubro, na Feira Internacional de Lisboa – FIL, as empresas lideres da mediação imobiliária marcam mais uma vez uma forte presença no SIL. Nomeadamente a Re/MAX , a Century 21, a Era Portugal, a Mais Consultores, a Sotheby´s, a Castelhana, a Garvetur, a Exclusive Lisbon, a Hall, a Habita, Engel &Volkers, IAD Portugal, Comprar Casa, a Keller Williams, a Carpe Domus a Area Gest XXI, Easygest, a Zoom, Viver nas Ondas, Chave Nova, A Infante e Riu, a Comprar Casa, Imotemplários, a Imodistrito, Resposta Convergente, Veigas e Veigas, entre outras vão estar presentes no maior e mais importante salão do setor do país, bem como a Associação que as representa a APEMIP.

O Salão Imobiliário de Portugal – SIL tem sido uma das principais ‘montras’ dos mediadores portugueses e na 22ª edição, a aposta mantém-se. Trata-se do segmento de mercado que aproveita este evento para trazer as melhores ofertas e produtos que estão em carteira. Imóveis, apartamentos, moradias, quintas, vilas, terrenos e lojas, novos e usados, são centenas de ofertas que resultam em negócio.

Sandra Fragoso, Gestora do SIL

Sandra Bértolo Fragoso, Gestora do SIL, revela que este é um dos  segmentos mais consolidado do setor. “A presença de empresas de mediação imobiliária tem sido sempre fiel e constante, sendo o SIL o ponto alto para o encontro de todas as mediadoras e agentes do mercado imobiliário e queremos que continuem em força no SIL”.

A responsável garante ainda que além de todas as redes  que participaram nas edições anteriores, este ano surgem novas empresas, o que mostra o dinamismo do mercado.

De recordar que este ano, para quem procura no SIL  bons negócios, promoções ou condições especiais, tem a possibilidade de descarregar a APP, SIL EXCLUSIVE ADVANTAGES, onde encontrará a Planta do SIL e serão indicadas as empresas que oferecem condições especiais para as aquisições de imóveis/serviços que sejam realizadas no SIL.

Uma feira para gerar negócios

O evento de 2019, organizado pela Fundação AIP, dedica os dois primeiros dias (10 e 11) aos profissionais e o fim-de-semana de 12 e 13 ao público em geral.

Para esta edição, a organização do SIL tem como objetivos alcançar a participação de mais de 380 empresas e mais de 20 mil metros quadrados ocupados.

Um salão que é o principal ponto de encontro de todos os profissionais nacionais e internacionais, a maior sala do país para networking.

A edição deste ano, promete grandes novidades. Entre elas a renovação da imagem e um novo horário.

O SIL é uma feira transversal a todos os segmentos do setor, desde a promoção, mediação, banca, serviços, municípios e entidades públicas. Não esquecendo as empresas de reabilitação, arquitectura, engenharia, construção sustentável, eficiência energética, de construção e obras públicas, comércio, retalho, escritórios e turismo.

Mais uma vez contará com diversas atividades que são já uma referência. O SIL Cidades que terá uma cidade convidada para apresentar os projetos estruturantes.

Sendo Portugal um destino de investimento de muitos estrangeiros, este ano, o SIL vai proporcionar mais uma vez o ‘I Choose Portugal’, onde residentes e personalidades estrangeiras irão revelar os motivos que os levou a escolher o nosso país para viver.

Nesta edição, vamos assistir novamente à 2ª Edição do “Luxury SIL, um espaço onde estarão representadas diversas marcas de luxo e prestígio, dos mais variados setores, imobiliário, automóveis, bebidas, moda, entre outras.

2ª edição do SIL INVESTMENT PRO powered by APPII

Depois do sucesso do ano passado, também em outubro, o SIL vai receber  no dia 10, a 2ª edição do SIL INVESTMENT PRO powered by APPII, onde serão debatidos temas importantes neste momento para o setor, como o imobiliário turístico e o investimento estrangeiro em Portugal.  Nesta edição, serão convidados investidores nacionais e internacionais de diversas nacionalidades, com o enfoque no mercado espanhol, bem como Fundos de Investimento.

Este ano, o salão irá apresentar mais uma vez os ‘Prémios SIL do Imobiliário’, onde serão distinguidos projectos nas áreas da construção sustentável e eficiência energética, melhor empreendimento imobiliário nas categorias de comércio, serviços e logística, escritórios, habitação e turismo. Também a reabilitação urbana será premiada nas categorias de habitação, turismo, espaços públicos, escritórios e comércio e serviços.

No âmbito do SIL INVESTMENT PRO powered by APPII, o salão apresenta novidades, entre elas, a primeira edição do SIL VILLAGE. Trata-se de um espaço premium, reservado  para network, um espaço onde negócios podem ser realizados , em ambiente informal, que funciona durante a hora de almoço e jantar para empresas parceiras, grupos imobiliários, banca, seguradoras, consultoras  e organizadores de eventos.

Para os mais novos, o SIL 2019 vai proporcionar um espaço especial pensado exclusivamente para eles. O “SIL KIDS CLUB” irá apresentar diversas actividades lúdicas e educativas para as crianças dos 3 aos 12 anos.

Outros momentos importantes do salão são as habituais conferências que irão decorrer durante os dias da feira.

Este ano, o SIL 2019 terá ainda um novo horário:

Quinta-feira e Domingo – 11h00 às 20h00

Sexta-feira e Sábado – 11h00 às 22h00

O Salão Imobiliário de Portugal – SIL 2019 irá ocupar dois pavilhões (2 e 3)

A Fundação AIP é uma pessoa coletiva de direito privado sem fins lucrativos. Tem por fim promover, patrocinar e realizar ações que visem o desenvolvimento das atividades das empresas portuguesas, nos domínios associativo, técnico, económico e comercial, contribuindo para o crescimento da economia portuguesa. A Fundação tem ainda como finalidade a prossecução de fins científicos, culturais, de solidariedade social e de defesa do ambiente.

“As mulheres preocupam-se mais em harmonizar”

Com 16 anos de existência a Porto Capital já atingiu um estatuto de referência no ramo imobiliário. Como pode ser explicado o sucesso da Sociedade de Mediação Imobiliária?

Como em todas as atividades na Mediação Imobiliária, haverá sempre lugar a empresas boas, e menos boas, bons, e menos bons profissionais. No entanto, não restam dúvidas que os que oferecerem um serviço de elevada excelência e baseado na qualidade e perspicuidade, irão decerto crescer e permanecer no mercado nacional e internacional, os outros, serão inevitavelmente substituídos, e é ai que marcamos a diferença. Sendo que a todos os meus clientes, presto sempre o serviço de Consultadoria Financeira e Apoio Jurídico, torna-se mais fácil solidificar o negócio. Nos últimos 25 anos de Mediação Imobiliária em Portugal houve definitivamente uma clara evolução, onde todos os profissionais participaram e deram o seu contributo para que esta atividade crescesse e desenhasse o seu caminho rumo à qualidade de serviço ao dispor da sociedade. Estamos de parabéns por fazer parte desta evolução e deste mercado!

“Vendemos soluções, não promessas…!”, é o slogan da Porto Capital. A honestidade é um dos valores máximos da empresa? Explique-nos a importância da mesma no mundo dos negócios.

Procuro demonstrar atitudes de alto grau de honestidade, e manifestar na negociação com o meu cliente, regras como tais como respeitar a lei, rejeitar a corrupção, favorecer a transparência e a rotatividade no poder, e fazer valer as políticas financeiras responsáveis pelas diferentes instituições de crédito e as suas propostas. Pode-se pensar na importância da competência técnica, da inteligência, da inovação e da criatividade. Mas no mercado imobiliário, o que mais está em falta é mesmo a honestidade. Tudo o resto são benefícios que se podem construir por cima de ações e pensamentos honestos. A honestidade é uma das virtudes mais importantes: na família, na sociedade e especialmente nos negócios. Na mediação imobiliária, então, assume especial relevância.

Como pode ser descrito o crescimento da empresa num universo competitivo como é o caso do setor imobiliário?

Sendo Portugal um país relativamente pequeno com um número de transações imobiliárias que rondaram as 379.000 em 2016, e um mercado imobiliário que passou por um período de reajustamento e recessão recente, é um dos países europeus onde se verificou a maior evolução da atividade de Mediação Imobiliária, sendo hoje, sem dúvida, um case-study a nível de qualidade e sucesso das empresas que aqui operam. O meu maior desafio como líder e empresária de sucesso é conseguir ajustar-me às mudanças constantes do ambiente de negócios. Sempre uma nova lei, um novo imposto, um momento diferente da economia, um novo concorrente. Isso e muito mais obriga-me a agir com agilidade e rapidez.

A Arménia Moreira da Silva é, além de Ceo da Porto Capital, advogada. Como se dá este “casamento” e que benesses se destacam da junção das duas áreas?

Como advogada e CEO da Porto Capital, estou familiarizada e bem acostumada com casos mais comuns e os vícios do sistema que podem surgir nos contratos ou ao longo da negociação, nestes casos posso de imediato indicar as cláusulas que podem ser alteradas, assim como assumir a atitude perante as mesmas, procurando a melhor solução para economizar de igual forma os gastos no âmbito de concretizar o negócio. Ou seja, sendo advogada os meus clientes e proprietários, estão a assegurar um serviço com maior segurança sem ter de contratar um advogado para intervir na negociação. Em suma, é incomparavelmente uma mais-valia para o nosso cliente.

De acordo com a sua experiência, que contribuições mais notórias traz uma liderança no feminino a organizações de imobiliária?

As mulheres são mais sensíveis, expressivas e os homens mais contidos e, de facto, as mulheres preocupam-se mais em harmonizar o grupo. São mais preocupadas com o bem-estar da sua equipa e mais acolhedoras quer com os colegas quer com os clientes. Além disso, têm maior capacidade para adaptar a sua comunicação a diferentes ambientes e interlocutores.
A contribuição da liderança feminina para o desenvolvimento das empresas já está a ser medida e comprovada. Estudos recentes revelam que a diversidade de género na administração de uma empresa impulsiona a performance e aumenta as receitas.

Que valores cultivam as mulheres nas empresas diferentes dos homens?

A presença feminina na gestão das organizações tem aumentado nos últimos anos, mas as mulheres continuam sub-representadas nos cargos de decisão económica. “Há características que remetem para que alguns traços mais femininos ajudem a responder a necessidades do futuro: comunicação, integração, construção de redes, vão mais ao encontro das interdependências que estão a ser criadas”. Será que “as mulheres têm estilos de gestão diferentes – e menos eficazes – do que os homens?”, é, por isso, uma pergunta que tem ocupado muitos investigadores, mas que não tem produzido resposta conclusiva.

A cidade do Porto está, este ano, novamente nomeada para melhor destino europeu. Numa perspetiva de negócio, que vantagens para o setor imobiliário acarreta esta nomeação?

Os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística mostram que a cidade é um destino cada vez mais procurado, nomeadamente para viver e trabalhar, e que o número de turistas que visitam a cidade tem vindo a aumentar. Segundo a nota divulgada pela ‘Vote Porto’, os dados relativos a 2016 indicam que aquele foi o melhor ano de sempre para o turismo na cidade, com portugueses (28 por cento), espanhóis e franceses (16 e 10 por cento, respetivamente), a serem as nacionalidades da maioria dos turistas. Estes dados refletem a procura ao âmbito do investidor, setor público-privado e do promotor imobiliário.

Que resenha é possível fazer acerca do crescimento de imóveis no Grande Porto?

O mercado habitacional no distrito do Porto tem estado este ano a exibir sinais de maior dinamismo, com um movimento crescente da procura, dizem diversas entidades que trabalham o imobiliário na Área Metropolitana do Porto e nos concelhos circundantes. São os casos dos concelhos de Paredes, Penafiel, Lousada e Paços de Ferreira
Face ao ano de exercício de 2016, as exceções são Espinho e Póvoa do Varzim, onde os preços apresentaram uma variação homóloga negativa mais acentuada do que no trimestre anterior, caindo 3,6% no primeiro caso e 6,6% no segundo, sendo este último o concelho em que os preços mais desvalorizaram. Matosinhos é o segundo concelho, a seguir ao Porto, onde os preços mais cresceram (1,4% em termos homólogos) no 2º trimestre deste ano, onde temos a oportunidade de promover empreendimentos em regime de exclusividade. Já entre os que mais desceram, está ainda Vila do Conde, onde a desvalorização homóloga do preço das casas foi de 4,6% no 2º trimestre.

Quais são as tendências que marcarão o mercado imobiliário no novo ano?

Sendo que o ano de 2017 será crucial para a consolidação do crescimento e do emprego em Portugal, num quadro de recuperação de rendimentos e de uma política orçamental responsável. O aumento da confiança e a execução plena do PT2020 serão essenciais para estimular o investimento privado, promovendo o aumento do potencial de crescimento na construção. Esta é uma questão crucial para ultrapassar um dos principais bloqueios ao investimento. Em 2017 a minha expectativa é que a velocidade dos factos e dos acontecimentos continue altíssima. Assim, o maior desafio de 2017 vai ser a gestão das expectativas.

De acordo com os nossos estudos do mercado em 2016, as áreas comerciais de grande movimento nas grandes cidades, armazéns de média dimensão em zonas de boa acessibilidade, os escritórios e armazéns em Lisboa e os armazéns e lojas médias na periferia foram os produtos mais ativos. Além da retoma económica, um dos fatores para o aumento de procura foi a “aquisição para exploração de arrendamento”, o que, na nossa perspetiva, se deve também “à falta de imóveis residenciais”, que “levou a que os investidores se voltassem para o não residencial como forma de investimento do seu capital”. A procura do não residencial “está ainda abaixo do desejável” e um dos desafios é, precisamente, conjugar estes níveis de procura com “uma oferta ainda grande deste tipo de imóveis, especialmente terrenos para construção em altura, lojas e armazéns/ unidades industriais”, que na sua opinião, têm ainda “desencontro de preços que possibilitem aumento do volume de negócios”. As expetativas em relação aos preços nestes segmentos apontam para estabilidade em 2017, tendência já sentida este ano, ao contrário da habitação, onde o ritmo é de subida.

O cenário pós-Brexit e a eleição de Donald Trump são motivos a ter em conta?

Sem dúvida que sim, as semelhanças entre as duas escolhas também ocorrem em relação às incertezas geradas pelos resultados. A maioria dos eleitores dos dois países não mudou sua escolha pelo receio das consequências imprevisíveis do Brexit e da vitória de Trump para a política e a economia. O triunfo do republicano pode significar uma rutura com o modelo de livre comércio das últimas décadas e indicar uma era de protecionismo económico. Apesar de o Brexit não ter sido um voto pelo protecionismo, o eleitor britânico aceitou o risco de sofrer consequências nessa área, já que o pacto de livre comércio está ligado a outros princípios da União Europeia, como o livre movimento de pessoas. Tanto o Brexit quanto a vitória de Trump colocam um ponto de interrogação sobre o gerenciamento e as tendências da ordem internacional, refletindo-se no campo do investidor internacional, já sentimos a síndrome no campo económico e financeiro.

Porto Capital – A cumprir Sonhos

Arménia Moreira da Silva

Confuso? A Porto Capital – Sociedade de Mediação Imobiliária representa isso mesmo. Uma capacidade intrínseca que exterioriza na sua forma de estar e atuar, perante o mercado e todos aqueles que querem e procuram «algo mais», algo original e longe do vulgar.
Mas venha conhecer a Porto Capital – Sociedade de Mediação Imobiliária e saiba mais sobre a mesma e perceba que cumprir sonhos é possível. A Revista Pontos de Vista conversou com Arménia Moreira da Silva, Administradora da marca e o principal rosto da mesma e que tem superado todos os obstáculos que a vida profissional aporta, “porque nunca podemos desistir. O meu lema e o da Porto Capital é, «Nunca desistir e continuar, apostar e investir quando sentimos uma desaceleração económica, ou seja ganhar mercado»”, afirma a nossa interlocutora, dando-nos a conhecer entre vários, um projeto de luxo, localizado em Leça da Palmeira, denominado por ACQUA VILLAGE PRIME BEACHFRONT CONDO, um empreendimento que respira um estilo de vida próprio e que é composto por imoveis no segmento de luxo. A Porto Capital domina o mercado residencial, retalho, comércio, industria, insígnias, corporate, turismo e hotelaria, neste momento abraça um projeto nacional reconhecido como PIN – Projetos de Potencial Interesse Nacional.

Moradia na Foz-Porto
Moradia na Foz-Porto

A liderança no feminino não foi esquecida e aqui a nossa entrevistada revela qual a sua posição sobre a matéria. Mas já lá vamos.
Edificada há cerca de 15 anos, a Porto Capital – Sociedade de Mediação Imobiliária, assume-se como uma empresa que aposta na concretização de sonhos, de desejos e aspirações de todos aqueles que procuram um imóvel distinto. Mas o que marca a diferença na Porto Capital – Sociedade de Mediação Imobiliária? Para Arménia Moreira da Silva, “é a nossa forma de estar. Sou eu e uma equipa fantástica de mulheres que diariamente demonstram em pratica o profissionalismo de forma a acentuar e a elevar o nosso nome”, salienta a nossa entrevistada. Mas porquê um grupo maioritariamente feminino? “Temos também dois homens, mas a maior parte são mulheres. Foi uma opção estratégica. Acredito que as mulheres têm uma forma mais subtil de «sensibilizar» as pessoas e na forma como expõem as soluções”, revela a Administrador da Porto Capital – Sociedade de Mediação Imobiliária, assegurando que este discurso nada está relacionado com o facto de ser uma feminista acérrima. “Não sou de facto, mas acredito nesta abordagem diferente e de maior suscetibilidade e esse tem sido um ponto a nosso favor”.
Como se sabe, o mercado da construção foi dos mais afetados com a famigerada crise que assolou o nosso país e da qual temos vindo a recuperar. Naturalmente que a nossa interlocutora compreendeu estes efeitos, embora na Porto Capital – Sociedade de Mediação Imobiliária esse feito não tenha tido tanto impacto. Porquê? “Porque estamos mais direcionados para segmento médio/alto e esse não sofreu tanto com estas agruras económicas e financeiras. Naturalmente que tivemos as nossas dificuldades, mas fomos capazes de as ultrapassar e aqui estamos no mercado com força e vigor, preparados para cumprir os sonhos das pessoas, até porque a nossa visão é fortificar o investimento quando o mercado reflete o contrario”, esclarece convicta, lembrando que a credibilidade do seu nome tem dado frutos perante o mercado, mesmo com a concorrência. “Temos o privilégio de trabalhar com mediadoras de renome e da concorrência e quando têm um processo mais complicado, é a mim que recorrem, até porque tenho bons acessos bancários, protocolares e jurídicos e isso é uma mais valia nesta setor de mercado”, assume Arménia Moreira da Silva, lembrando que a crise foi ultrapassada pela Porto Capital, “porque também abracei outros empreendimentos, apostamos nas plataformas de comunicação internacional e isso aportou novos clientes com um poder financeiro elevado, tanto nacionais como no mercado forense.

Moradia no Gerês
Moradia no Gerês

As mais valias dos recursos humanos
As pessoas são, porventura, o bem mais valioso de qualquer empresa, embora nem sempre isso seja reconhecido, o que acaba, inevitavelmente, por ser um erro crasso. Na Porto Capital – Sociedade de Mediação Imobiliária, o cenário é exatamente o oposto, até porque a nossa entrevistada prefere apostar em recursos humanos qualificados e capacitados para responder a qualquer exigência do cliente. “Além da crise, este mercado caiu um pouco porque se tornou acessível a toda a gente. As pessoas, das mais diversas áreas, acharam que podiam estar neste mercado sem conhecimentos profundos do mesmo e isso, naturalmente, criou muitos constrangimentos e embaraços no setor. Na Porto Capital somos uma família, e todos avocam a sua responsabilidade. A minha diferenciação perante o mercado passa pela relação aproximada que conseguimos criar com o cliente, mas também pela qualidade dos nossos recursos humanos, pois todos eles aportam conhecimentos de áreas distintas mas que se complementam, desde engenharia, advocacia, notariado, arquitetura, entre outras”, assume satisfeita a nossa entrevistada, assegurando que “a mediação com muitas «caras» não funciona para mim. Prefiro manter estas caras porque são elas a face da marca e da empresa perante o cliente”.

Parque Real Residence
Parque Real Residence

O passo da internacionalização
Presente desde Vila Nova de Gaia à Povoa de Varzim, a marca Porto Capital e os seus imóveis é hoje paradigma reconhecida de excelência e profissionalismo. Mas poderá este projeto avançar para outras «paragens»? Segura de si, Arménia Moreira da Silva, prefere caminhar de uma forma sustentada, embora não se negue a nada. “Tivemos recentemente um convite para abrir um espaço na ilha da Madeira, uma vez que nos encontramos a nível nacional, no Continente, é sem duvida um projeto a consolidar. A nível internacional, estamos a pensar dar o nosso primeiro passo que poderá passar pelos países da Africa Central e Ocidental, “onde temos relações Diplomáticas no âmbito dos Consulados e Embaixadas, avaliando alguns projetos, que provavelmente, iremos aceitar como desafio e embarcar nesta aventura”, salienta a nossa interlocutora, assegurando que quem procura a Porto Capital encontra três coisas: “Qualidade, Profissionalismo e Honestidade. Promovemos imoveis e empreendimentos de qualidade e colaboramos com promotores que sabem aquilo que pretendem”.

Uma Mulher num «mundo» de Homens
Gestora da Porto Capital há cerca de 15 anos, Arménia Moreira da Silva é também advogada, há mais de duas décadas, sendo portanto uma personalidade que está presente num universo, da mediação e da advocacia, que ainda hoje é composto maioritariamente por homens. Mas afinal o que é uma Liderança no Feminino? “Somos mais dinâmicas. Acredito mesmo nisso. O homem é mais ponderado e nós conseguimos liderar diversos projetos em simultâneo e sempre com o mesmo entusiasmo. Para mim uma mulher é tudo”, revela a nossa entrevistada, lembrando que hoje a sociedade começa a perceber que as mulheres têm tanta ou mais capacidade que os homens para assumir postos de liderança, embora ainda haja um longo caminho a percorrer. Em que aspeto? “No mundo da advocacia, por exemplo, que ainda é bastante fechado, masculinizado e aqui ainda existe algum machismo, mas que consigo ultrapassar. Temos de ter esta postura de luta e de continuar”, conclui a nossa entrevistada.

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