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NA SENDA DA EXCELÊNCIA

Qualidade, Inovação, Diferenciação. Tudo isto são requisitos inquestionáveis de todas as marcas presentes no mercado e nos mais diversos setores de mercado. A vertente da Medicina Dentária não «escapa» a este nível de exigência, principalmente porque estamos a abordar a saúde oral das populações. Mas falemos com quem sabe. A Revista Pontos de Vista foi conhecer a W.M. Cursos de Formação Profissional, Lda e conversou com Mércia Wu, Diretora da instituição, que nos deu a conhecer um pouco mais de uma marca que nasceu em meados de 2008 e que, ao longo destes oito anos, tem vindo a promover um serviço de excelência e credibilidade no domínio da formação no segmento da Medicina Dentária, mais concretamente na vertente da Ortodontia, uma área fundamental na saúde oral. Mas conheça mais de quem tem vindo a fazer a diferença através de uma oferta formativa rigorosa, credível e diferenciadora.

Tudo começou com uma necessidade expressa de maior autonomia didática, mas também porque começou a existir uma maior procura por parte de alunos da região de Lisboa e da região sul, “pois quando demos início ao nosso curso, o mesmo já existia no Porto há oito anos”.

Com uma oferta formativa direcionada para a vertente da Medicina Dentária, mais concretamente no âmbito da Ortodontia, a filosofia da marca passa, acima de tudo, pela Técnica Ortodôntica Versátil MBT, criada por Hugo Trevisi, um dos principais especialistas de Ortodontia a nível mundial. “Inclusive temos três profissionais que são familiares de Hugo Trevisi”, revela a nossa entrevistada, assegurando que esta técnica, MBT, é a metodologia que mais tem crescido e evoluído a nível mundial no domínio da Ortodontia.

Seguindo esta lógica evolutiva, a WM decidiu expandir também para a vertente mais técnica. “Era de facto uma lacuna, mas que conseguimos ultrapassar. Fizemo-lo porque formávamos médicos dentistas, através da especialização em Ortodontia, mas eles sentiam que existia uma lacuna ao nível da parte técnica e laboratorial”, esclarece a nossa entrevistada.

Readaptação de resultados positivos

O setor de Ortodontia e respetiva formação na área conheceu um «boom» antes da crise financeira que assolou a economia mundial, em meados de 2011. Com a migração destes profissionais de Medicina Dentária, o número de alunos decresceu acentuadamente, algo que, felizmente, está novamente em processo contrário. Atenta a este panorama, a Diretora da W.M. Cursos de Formação Profissional, Lda decidiu criar novas medidas e estratégias para fazer face a este cenário. Como? “Tivemos que nos readaptar, ou seja, reajustamos a vertente da formação, a forma como os alunos procediam aos pagamentos da mesma, a calendarização dos cursos, entre outros. Estas novas datas dos cursos, por exemplo, permitem que profissionais que estão a trabalhar fora do país, possam vir fazer o curso”, esclarece, assegurando que neste momento a procura está a aumentar novamente.

Setor de mutações constantes

A Inovação é hoje um pilar essencial em qualquer domínio da sociedade global. Isso, obriga, naturalmente, a uma atenção redobrada por parte do universo empresarial, principalmente no domínio da saúde, que é daquelas vertentes em que as mutações são praticamente diárias. Mas esta necessidade não se aplica somente às empresas, mas também ao indivíduo como profissional e mesmo como pessoa. Para Mércia Wu, a WM tem essa noção e nunca cessa a sua busca por novos produtos, metodologias e formas de apoiar os antigos alunos. Esse é um dos pontos mais importantes na dinâmica da marca, ou seja, a WM mantém sempre um contacto personalizado com todos aqueles que um dia escolheram a WM e partiram para o mercado de trabalho. “Naturalmente que sim. Tento estar sempre em contacto e fomentar o mesmo. Quando os meus alunos terminam o curso não é o fim, mas o início e eles procuram-nos, algumas vezes, para voltar a relembrar matérias dadas, mecânicas novas, entre outras”, esclarece.

Alunos preparados para o Mundo

Mas afinal o que ganham os alunos que escolhem a W.M. Cursos de Formação Profissional, Lda para promover a sua formação? “A capacidade, no final do curso, de praticar uma Ortodontia diferenciada e com uma visão para identificar que cada caso é um caso, ou seja, personalização, pois os nossos profissionais sabem escolher para determinado paciente e com um determinado problema, a melhor solução”, esclarece a nossa entrevistada, assegurando que uma das prioridades de futuro passa pela expansão ao nível de conhecimento, inclusive com outras entidades congéneres europeias. “Os tempos mudaram e hoje só aqueles que reúnem maior capacidade ao nível de conhecimentos e novos métodos conseguem singrar. Os nossos alunos já não concorrem somente com o mercado interno e têm de estar preparados para concorrer com o resto do mundo. É isso que pretendemos continuar a fazer, dotando-os com as melhores «armas» e os mais elevados conhecimentos no âmbito da Ortodontia”, conclui Mércia Wu, Diretora da W.M. Cursos de Formação Profissional, Lda.

Só 3% dos adultos nunca tiveram problemas de cáries dentárias

O III Estudo Nacional de Prevalência das Doenças Orais, a que a agência Lusa teve acesso, foi realizado em cinco grupos etários representativos da população regional e nacional portuguesa, de acordo com critérios recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Pela primeira vez foram incluídos grupos etários da população adulta no Estudo Nacional de Prevalência das Doenças Orais, com as crianças, já anteriormente estudadas, a revelarem “melhorias significativas” na sua saúde dentária.

“O grupo dos 35-44 anos é a grande surpresa do estudo nacional. Praticamente todas as pessoas já tiveram contactos com cárie. Só 3% dos adultos em Portugal nunca tiveram problemas de cárie. A partir de uma determinada idade, podemos esperar que todos os portugueses têm ou tiveram problemas relacionados com a saúde dentária”, afirmou em entrevista à agência Lusa o coordenador do Programa da Saúde Oral da Direção-geral da Saúde, Rui Calado.

O estudo identificou uma média de 10,3 dentes com problemas por pessoa, mas concluiu que quase cinco daqueles dentes se encontra já tratados havendo ainda quatro que são dentes perdidos.

“O grande problema é termos um valor muito elevado de dentes perdidos devido a cárie, seguramente porque as pessoas procuram o dentista muito tarde. Mas o acesso a medicina dentária existe e verificou-se, porque dos 10,3 com problemas, só 1,5 estão por tratar”, explicou Rui Calado.

“Aliás, os níveis de adesão, de acesso são novidades para nós. Estávamos à espera de piores níveis de acesso. O que acontece é que as pessoas têm acesso mas procuram os dentistas muito tarde”, acrescentou.

No grupo dos idosos, entre os 65 e os 74 anos, há uma média de 15 dentes doentes por cada pessoa, sendo que 11,5 são dentes já totalmente perdidos, em relação aos quais a única alternativa é a reabilitação através de próteses.

“A única solução é a reabilitação. A forma tem de ser pensada e estudada, porque qualquer conta, por mais ligeira que seja, nos indica que estamos a falar de valores astronómicos, se quisermos fazer uma intervenção pública”, ressalvou o coordenador do Programa de Promoção de Saúde Oral.

Em relação às crianças, a DGS diz ter ficado claro “os ganhos de saúde em função do desenvolvimento do Programa” (que forne os cheques-dentista, entre outras intervenções), com mais de metade das crianças de seis e de 12 anos a estarem totalmente livres de cáries e com todos os dentes saudáveis.

A média de dentes com problemas é de 1,6 nas crianças de seis anos e de 1,2 nas crianças de 12, indicadores que se reduziram para metade quando comparados com o que se encontrou no estudo feito em 2000.

“Temos uma excelente situação de saúde dentária nas crianças até aos 12 anos de idade”, vincou Rui Calado, considerando que a aplicação de selantes promovida pelo Programa de Saúde Oral tem estado a funcionar, bem como os tratamentos realizados através dos cheques-dentista.

O Programa Nacional de Saúde Oral, que tem sido desenvolvido em parceria com a Ordem dos Médicos Dentistas, promove a aplicação de selantes de fissuras em molares permanentes saudáveis em crianças e permite ainda outros tratamentos através de cheques-dentista facultados aos 7, 10, 13 e 15 anos.

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