Inicio Tags Observador Cetelem

Tag: Observador Cetelem

71% dos portugueses preferem passar férias nas praias nacionais

Na hora de escolher o destino de férias, o Observador Cetelem apurou que o principal critério que influencia a escolha do destino é o clima, referido por 57% dos portugueses. Além de prezarem o bom tempo, o custo do destino revelou também ser um importante critério de escolha (49%), seguido das promoções (28%).

A escolha do destino e a paisagem preferida dos portugueses para esta altura é a praia (71%); seguida da cidade (29%); campo (24%) e montanha (7%). Mas o ideal é que o destino seja em território nacional, pelo menos é o que afirmam 71% dos portugueses, que parecem preferir passar férias dentro do país. Já 28% dos inquiridos escolhem gozar as férias no estrangeiro e 2% referem conjugar os dois.

A praia parece ser também o destino preferidos dos viajantes mais jovens – entre os 25 e os 34 anos (80%). Já o campo é a escolha para 40% dos inquiridos com mais de 55 anos, que tendem a procurar um destino de descanso mais calmo. Os inquiridos da região Sul do país são os que mais indicam a cidade como destino de férias preferido (39%).

Férias: em Portugal ou no estrangeiro?

No seguimento da preferência dos portugueses pela praia, a região sul de Portugal surge, sem grandes surpresas, como o destino preferencial dos portugueses: o distrito de Faro lidera a lista (43%); seguindo-se Beja (10%) e Lisboa (7%).

Para os portugueses que preferem passar as férias além-fronteiras, os destinos europeus são a escolha de 67% dos inquiridos, com uma clara preferência pelo país vizinho: 35% dos participantes no estudo indicam Espanha como destino de férias de verão. Seguem-se a Grécia (10%), a Inglaterra e o Brasil (ambos com 9%). 

Parceiros e Metodologia

O inquérito quantitativo do Observador Cetelem Férias 2019 foi realizado pela empresa de estudos de mercado Nielsen. Este teve por base uma amostra representativa de 600 indivíduos residentes em Portugal Continental, de ambos os sexos e com idades compreendidas entre os 18 e os 74 anos de idade. A amostra total é representativa da população e está estratificada por distrito, sexo, idade e níveis socioeconómicos e conta com um erro máximo associado de +/- 4.0 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%.

As entrevistas foram realizadas telefonicamente (CATI), com informação recolhida por intermédio de um questionário estruturado de perguntas fechadas. O trabalho de campo foi realizado entre 6 e 16 de maio de 2019. Os dados apresentados no Observador Férias 2019 sobre as intenções de gastos, não podem ser comparados com os anos anteriores por motivos de reformulação de perguntas e nas escalas utilizadas.

Portugueses são os que mais aderem às caminhadas, mas relegam atividades culturais

» Gerações mais jovens mais adeptas da cultura

Os portugueses com menos de 50 anos destacam-se no contexto europeu como dos mais assíduos e adeptos da oferta cultural, que frequentam pelo menos uma vez por mês (48%). Apesar da média europeia ser 47%, os portugueses são ultrapassados apenas pelos italianos (61%) e pelos espanhóis (55%).

Relativamente aos seniores, “muitos não aderem a mais atividades culturais por considerarem que poderão ter custos associados, como o transporte ou a entrada, ou por não terem conhecimento da sua existência. Aumentar e melhorar a qualidade da informação relativa a eventos e entretenimento, a nível local, poderia levar mais seniores a interessarem-se por este tipo de ofertas», refere Diogo Lopes Pereira, diretor de marketing do Cetelem.

 

» Caminhada e desporto são atividades comuns

A caminhada revela-se a atividade física de eleição para os seniores portugueses, cuja maioria (22%) opta por realizar durante mais de 8 horas por semana, o valor mais elevado da Europa. Somente 6% dos seniores portugueses afirma não realizar caminhadas. A prática de outras atividades desportivas ocupa, pelo menos uma vez por semana, 36% dos portugueses com mais de 50 anos. Embora não se destaquem como os franceses (47%), os espanhóis (46%) ou os italianos (43%), os portugueses estão a meio da tabela no que diz respeito ao desporto no geral.

Relativamente às restantes atividades, que realizam pelo menos uma vez por semana, os seniores portugueses passam o tempo maioritariamente com a família (60%) e com amigos (45%), revelando ser dos europeus mais sociáveis. Atividades manuais, como jardinagem ou bricolagem ( 28%), colaboração com associações sociais (13%) e atividades artísticas como música ou pintura (10%) são outras formas de ocupação procuradas pelos portugueses.

Para as análises e previsões deste estudo foram inquiridos 10.673 europeus com amostras de, pelo menos, 800 indivíduos por país, das quais pelo menos 275 com idades entre os 50 e os 75 anos. O inquérito, feito através da Internet, realizou-se em 13 países: Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Espanha, França, Itália, Portugal, Reino Unido, Hungria, Polónia, República Checa, Eslováquia e Roménia. Os inquéritos foram realizados entre 2 de novembro e 4 de dezembro de 2015 pelo Observador Cetelem, em parceria com a sociedade de estudos e consultoria BIPE, com base num inquérito barométrico conduzido pela TNS Sofres.

Cetelem confia NOTAS EM DIA à Cofina Conteúdos

Em www.notasemdia.pt, os internautas podem encontrar dicas práticas para o dia-a-dia sobre poupança e gestão orçamental, assim como uma ferramenta de check up financeiro. Lifestyle, Casa, Motores e Gadgets são os temas em destaque no NOTAS EM DIA, projeto desenvolvido, em conjunto, pelo Cetelem e pela Cofina Conteúdos.

Este novo projeto está enquadrado na estratégia de marketing e comunicação do Cetelem e na sua política de Responsabilidade Social. Com o apoio da Cofina Conteúdos, a empresa especializada na concessão de crédito pretende disponibilizar, a todos os consumidores, ferramentas úteis para uma boa gestão do orçamento familiar e, assim, contribuir para uma sociedade mais informada e responsável.

«Enquanto empresa de concessão de crédito, sentimos que é nosso dever dotar os consumidores de instrumentos que lhes permitam gerir o seu orçamento da melhor forma. Através do NOTAS EM DIA, o Cetelem pretende partilhar dicas úteis e eficazes que possam facilmente ser implementadas pelos portugueses no seu no dia-a-dia», explica Diogo Lopes Pereira , diretor de marketing do Cetelem.

«Construir soluções 360º de conteúdos perfeitamente alinhados com os interesses do Cetelem são os desafios que queremos na Cofina Conteúdos. Integrar soluções de imprensa, digital, vídeo e amplificá-las através do grupo de comunicação líder em Portugal é o que nos propomos oferecer aos nossos clientes e foi o que fizemos em conjunto com o Cetelem», afirma Hernani Gomes, director geral comercial da Cofina.

Além da plataforma digital e respetivos conteúdos, a proposta foi valorizada com a amplificação dos conteúdos dentro do universo Cofina, empresa líder na imprensa em Portugal, no digital e que, em 2013, lançou a CMTV, actual líder nos canais de informação do Cabo.

Carro sem condutor seduz 44% dos portugueses

De acordo com o mais recente estudo do Observador Cetelem, quase metade dos automobilistas portugueses (44%) mostra-se muito ou algo interessada na utilização de um veículo sem condutor. Embora não sejam ainda maioritários a imaginar-se numa viatura autónoma, os portugueses são os europeus mais convencidos de que esta tecnologia será, de facto, uma realidade (84% vs 73% de média europeia).
O Observador Cetelem questionou automobilistas de vários países do mundo e constatou que três em cada quatro acreditam que o veículo sem condutor será uma realidade. É nos países em desenvolvimento que se verifica um maior otimismo, especialmente na China (92%), no México (87%), no Brasil (86%) e na Turquia (86%). Portugal surge logo na quinta posição (84%). Curiosamente, os japoneses (63%), britânicos e americanos (61%), pioneiros nesta matéria, mostram-se bastante mais reticentes em relação às possibilidades de desenvolvimento do conceito.
Em média, 55% dos automobilistas, a nível mundial, mostram-se seduzidos pela utilização do carro sem condutor. Uma vez mais, são os países emergentes que revelam um maior interesse, especialmente a China, onde 91% dos automobilistas confessam querer utilizar uma viatura autónoma. Pelo contrário, nos Estados Unidos, berço de Silicon Valley – um dos grandes impulsionadores do automóvel sem condutor, os consumidores interessados são ainda minoritários (32%).
«A adoção da viatura totalmente autónoma será, sem dúvida, mais fácil nos países emergentes. Nos países desenvolvidos, que acompanharam de perto o desenvolvimento do conceito e onde o automóvel tradicional está bem enraizado nos modos de vida, existem ainda algumas reservas. O desfasamento entre a evolução da tecnologia e o enquadramento legislativo, e as eventuais falhas da viatura autónoma – mesmo que pouco numerosas, explicam esta falta de confiança», afirma Diogo Lopes Pereira, diretor de marketing do Cetelem.

As análises económicas e de marketing, bem como as previsões foram efetuadas em colaboração com a empresa de estudos e consultoria BIPE (www.bipe.com). Os inquéritos de campo ao consumidor foram conduzidos pela TNS Sofres, durante o mês de julho de 2015, em quinze países (África do Sul, Alemanha, Bélgica, Brasil, China, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Japão, México, Polónia, Portugal, Reino Unido e Turquia). No total, foram questionados mais de 8.500 proprietários de ma viatura adquirida nos últimos cinco anos.

Um quarto dos consumidores portugueses não controla o seu orçamento

No âmbito do Dia do Consumidor, o Cetelem acaba de lançar um estudo sobre o nível de literacia financeira dos portugueses, onde constata que 26% dos consumidores não fazem qualquer controlo do seu orçamento familiar. Uma percentagem superior à registada no ano passado (20%). Para a maioria dos portugueses, o controlo do orçamento familiar limita-se à consulta do extrato bancário (57%).
Face aos últimos anos, há agora menos portugueses a declarar gerir o seu orçamento familiar. Atualmente, 65% dos consumidores afirmam controlar os ganhos e as despesas, quando em 2015 eram 76% e em 2014 chegavam mesmo aos 96%.
O estudo do Cetelem revela ainda que, questionados sobre a forma como fazem a gestão do orçamento, a maioria dos portugueses (57%) afirma consultar regularmente o extrato bancário. Este tem sido o método de controlo privilegiado pelos consumidores nos últimos anos: 61% em 2015 e 70% em 2014.
São ainda minoritários os portugueses que procuram outras formas de gestão do orçamento além da consulta do extrato bancário. Apenas 4% dos inquiridos afirmam ter uma tabela de controlo de gastos e somente 3% declaram ter ajuda de um gestor de conta. Percentagens ligeiramente abaixo das que eram registadas no ano passado (7%). Já a utilização de ferramentas de check up financeiro permanece residual, uma vez que a percentagem de inquiridos que afirma recorrer a este método não chega sequer a 1%.
«Os portugueses estão a controlar menos o seu orçamento, um sinal de que recuperaram alguma confiança em relação aos últimos anos. No entanto, é importante continuar a consciencializar os consumidores para a importância da gestão orçamental familiar, como forma de prever despesas, manter alguma liquidez e realizar poupanças», explica Diogo Lopes Pereira, diretor de marketing do Cetelem.

O estudo Cetelem sobre a Literacia Financeira foi realizado entre os dias 16 e 19 de fevereiro em colaboração com a Nielsen, através de 500 entrevistas telefónicas a portugueses de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, residentes em Portugal. O erro máximo é de +4.4 para um intervalo de confiança de 95%.

Marcas clássicas vs tecnológicas: quem deve conceber o automóvel do futuro?

Na sua maioria, os automobilistas portugueses consideram que os construtores de automóveis são quem deve conceber e propor uma viatura conectada (69%). Os especialistas de TI surgem em segunda posição, com 57% dos portugueses a atribuírem-lhes a sua confiança, à frente dos fornecedores de equipamentos automóveis (33%).
Os gestores de infraestruturas de transportes (estradas, estacionamentos, estações de carregamento de veículos elétricos) (19%), os distribuidores/reparadores que estão regularmente em contacto com os clientes automobilistas (17%) e as empresas de telefones e de telecomunicações (14%) fazem também parte desta lista.
Tal como os portugueses, a generalidade dos automobilistas dos 15 países analisados pelo Observador Cetelem consideram que as marcas clássicas possuem mais legitimidade para fazer progredir o automóvel. Em média, 62% dos automobilistas atribuem-lhes a sua preferência na construção da viatura conectada, enquanto os especialistas de informação recolhem 46% das opiniões, seguidos pelos fornecedores de equipamentos automóveis (36%).

Mas em determinados países a competição entre construtores tradicionais e gigantes técnicos arrisca ser muito renhida. É o caso do Brasil e do México, onde os consumidores são quase tão numerosos a colocar a sua confiança nas grandes empresas de TI como nas marcas clássicas. A China chega mesmo a reconhecer mais crédito aos intervenientes do digital (63%) do que aos construtores de automóveis (53%).
«A maioria dos automobilistas está ainda muito ligada às marcas clássicas, mesmo nos países sem tradição na construção automóvel, como é o caso de Portugal. É incontornável que os construtores tradicionais têm trunfos sérios para enfrentar as grandes empresas tecnológicas neste duelo: possuem savoir-faire, experiência e já começaram a reagir e acelerar na implementação de estratégias que lhes permitam responder a esta nova realidade», explica Diogo Lopes Pereira, diretor de marketing do Cetelem.

As análises económicas e de marketing, bem como as previsões foram efetuadas em colaboração com a empresa de estudos e consultoria BIPE (www.bipe.com). Os inquéritos de campo ao consumidor foram conduzidos pela TNS Sofres, durante o mês de julho de 2015, em quinze países (África do Sul, Alemanha, Bélgica, Brasil, China, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Japão, México, Polónia, Portugal, Reino Unido e Turquia). No total, foram questionados mais de 8.500 proprietários de ma viatura adquirida nos últimos cinco anos.

Portugueses prontos para comprar Google Car ou Apple Car

Cerca de 61% dos automobilistas manifestam vontade em adquirir uma viatura de uma ou outra marca, uma percentagem superior à média dos 15 países analisados (55%). Entre os europeus, os portugueses são mesmo dos que mais manifestam interesse nestes veículos, sendo apenas ultrapassados pelos italianos (66%).
É nos países emergentes que se verifica um maior entusiasmo com os automóveis de Silicon Valley, especialmente na China, onde 9 em cada 10 automobilistas dizem-se prontos a comprar um veículo concebido pela Google ou pela Apple. Noutros países em desenvolvimento, como o México e o Brasil, o interesse também é visível: 8 em cada 10 estão interessados em adquirir uma destas viaturas.
Na Europa, onde os construtores de automóveis tradicionais estão bem estabelecidos e são reconhecidos, o entusiasmo com os carros construídos pelos gigantes tecnológicos é um pouco mais contido. Cerca de 48% dos automobilistas europeus afirmam-se atraídos pelo Google Car ou pelo seu equipamento equivalente da Apple. Os portugueses estão aqui em destaque, uma vez que a percentagem de automobilistas interessados nestes novos veículos chega aos 61%.
Curiosamente, os Estados Unidos, berço de Silicon Valley, apresentam a menor intenção de compra de Google Car e Apple Car. Somente 27% dos condutores americanos admitem ter interesse em adquirir um dos dois modelos. No Japão, o cenário é semelhante com apenas 37% dos automobilistas interessados.
«Os portugueses não só estão prontos para confiar nas viaturas concebidas pelos gigantes tecnológicos, como a Apple e a Google, como são dos mais entusiastas, especialmente entre os europeus. Portugal destaca-se ainda mais quando comparado com países com forte tradição na construção de automóveis, como a França e a Alemanha», explica Diogo Lopes Pereira, diretor de marketing do Cetelem.
As análises económicas e de marketing, bem como as previsões foram efetuadas em colaboração com a empresa de estudos e consultoria BIPE (www.bipe.com). Os inquéritos de campo ao consumidor foram conduzidos pela TNS Sofres, durante o mês de julho de 2015, em quinze países (África do Sul, Alemanha, Bélgica, Brasil, China, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Japão, México, Polónia, Portugal, Reino Unido e Turquia). No total, foram questionados mais de 8.500 proprietários de ma viatura adquirida nos últimos cinco anos.

20% dos portugueses esperam pelos saldos para comprar os últimos presentes de Natal

No seu mais recente estudo, o Observador Cetelem constatou que cerca de 20% dos portugueses esperam pelas promoções após o Natal para fazer compras. Uma percentagem ligeiramente superior à registada em 2014 (19%), mas bastante abaixo da registada em 2013, altura em que um em cada três portugueses confessava esperar pela época de saldos para comprar os últimos presentes.
A maioria dos portugueses terá, por esta altura, comprado todos os presentes de Natal e dispensa, por isso, esperar pelos saldos (75%). Ainda assim, cerca de 6% dos consumidores não sabem ainda se vão aproveitar a época de promoções para fazer as últimas compras.
O estudo revela ainda que são mais as mulheres que aguardam pelas promoções para comprar presentes do que os homens. De facto, cerca de 26% das consumidoras deixaram algumas compras de Natal para a época de saldos, enquanto que do lado masculino foram apenas 13% a fazê-lo.
Já na análise por faixa etária, verifica-se que é entre os consumidores mais jovens que existe uma maior tendência de esperar pelos saldos para comprar presentes de Natal. De facto, tanto no grupo dos consumidores entre os 18 e os 24 anos, como no grupo dos inquiridos entre os 25 e os 34 anos, 25% esperam pela época de promoções. Já os consumidores mais velhos, entre os 55 e 65 anos, são os que menos esperam pelos saldos: apenas 13% deixaram presentes por comprar após o Natal.
Nota-se também uma grande diferença entre regiões. Lisboa é, claramente, a região onde se concentra a maior percentagem de consumidores que esperam pela época de saldos para comprar presentes (36%). Já o Porto é onde esse hábito é menos vincado: apenas 15% dos inquiridos confessam aguardar as promoções após o Natal.
Este estudo foi desenvolvido em colaboração com a Nielsen, tendo sido realizados 600 inquéritos por telefone, a indivíduos de Portugal continental, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, entre os dias 28 de setembro e 1 de outubro de 2015. O erro máximo é de +4.0 para um intervalo de confiança de 95%.

Natal: Portugueses querem perfumes e relógios no sapatinho

O vestuário (25%) e os produtos culturais (19%) completam o top 3 dos presentes mais esperados. No ano passado a lista de prendas mais desejadas era encabeçada pelo vestuário, lazer/viagens e perfumes/relógios, sendo que cada uma destas categorias reunia 19% das intenções.
Além dos perfumes/relógios, vestuário e produtos culturais, os portugueses esperam também receber smartphones (11%), telemóveis (7%), tablets (5%) e vouchers de oferta (3%). Com menos relevância surgem depois os eletrodomésticos (2%), brinquedos (2%), equipamentos informáticos (2%), artigos de desporto (2%), eletrónica de consumo (1%), mobiliário (1%) e artigos de bricolagem/jardinagem (0,2%), que completam a lista de presentes desejados neste Natal.
O estudo constata ainda que tanto os consumidores do sexo masculino como do feminino gostariam de receber perfumes e relógios nesta época natalícia. Cerca de 35% das mulheres e 24% dos homens esperam receber estes itens no sapatinho. Apesar do vestuário atrair mais consumidoras (29%), são também muitos os inquiridos do sexo masculino a desejar receber roupa como presente (20%).
Na análise por faixa etária, as diferenças nos desejos de Natal são mais visíveis. A maioria dos grupos etários coloca os perfumes e relógios no topo da lista de presentes mais esperados, com exceção dos consumidores mais velhos. O estudo verificou que os inquiridos entre os 55 e os 65 anos preferem produtos culturais (19%) e vestuário (17%) a perfumes e relógios (14%).
Este estudo foi desenvolvido em colaboração com a Nielsen, tendo sido realizados 600 inquéritos por telefone, a indivíduos de Portugal continental, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, entre os dias 28 de setembro e 1 de outubro de 2015. O erro máximo é de +4.0 para um intervalo de confiança de 95%.

Compras: Portugueses preferem ver as montras do que pesquisar na Internet

Cerca de 20% dos portugueses dizem pesquisar informação na Internet, em primeiro lugar, quando têm uma compra importante para fazer, uma percentagem superior à de 2014 (10%). Apesar do aumento da importância da Internet como fonte de informação, a maioria dos consumidores (67%) prefere ver primeiro as montras e lojas. Estas são conclusões do Observador Cetelem que, no seu mais recente estudo, analisou as intenções de compra dos portugueses neste Natal.
Face a 2014, verifica-se um aumento na percentagem de consumidores a procurar informação na Internet em primeiro lugar. De facto, essa percentagem duplicou, tendo passado dos 10% para os 20%. Já a percentagem de portugueses que privilegiam as montras e as lojas diminuiu ligeiramente, tendo passado dos 75% para os atuais 67%.

Os mais jovens, entre os 18 e os 24 anos, são os que mais veem a Internet como principal fonte de informação para compra (36%). Já no caso dos indivíduos mais velhos, entre os 55 e os 65 anos, a pesquisa na Internet é nula. A análise constata também que ver lojas e montras agrada bastante mais às mulheres (72%) do que aos homens (62%). Já a pesquisa da Internet em primeiro lugar é algo que conquista mais consumidores do sexo masculino do que feminino, embora a diferença seja mínima (21% vs 19%).

Este estudo foi desenvolvido em colaboração com a Nielsen, tendo sido realizados 600 inquéritos por telefone, a indivíduos de Portugal continental, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, entre os dias 28 de setembro e 1 de outubro de 2015. O erro máximo é de +4.0 para um intervalo de confiança de 95%.

EMPRESAS