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Makro Portugal participa na maior feira ibérica de logística e embalagem no Porto

A Makro Portugal marca presença na Empack e Transport & Logistics Porto 2019, a maior feira do setor, que junta a Galiza e o norte de Portugal em novas oportunidades de negócio.

Nuno Nogueira Oliveira, Quality Assurance Manager & Sustainability Officer da Makro Portugal, vai marcar presença no dia 18 de setembro de 2019, pelas 16h00, no painel que abordará o tema “Os desafios da economia circular na indústria das embalagens: O embalamento e a norma europeia de redução do uso de plástico”. Este painel conta com a colaboração da Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos (APIP) e com grandes entidades como João Ataíde, Secretário de Estado do Ambiente, Luís Ferreira, Packaging & Messaging Responsible  da Bosch, Filipe Simões, Diretor Executivo da Frueat e Gonçalo Silva, Investigador da Universidade do Porto.

O objetivo desta iniciativa é alertar para temas como a logística e as embalagens, que são conteúdos cada vez mais importantes no meio empresarial. Desta forma,  nos dias 18 e 19 de setembro, entre as 10h00 e as 19h00, a Empack e Transport & Logistics Porto reune mais de 4.000 profissionais nacionais e internacionais.

Nestes dias a Exponor contará com gestores, CEO’s e empresários, que procuram novas tecnologías, inovações, diferentes produtos e soluções que lhes permitam ter um maior controle sobre o processo de redução de plástico e que, ao mesmo tempo, diminuam os riscos ambientais.

Segundo Nuno Nogueira Oliveira: “A Makro Portugal está empenhada em construir um futuro onde a redução da utilização do plástico seja uma evidência para colaboradores, clientes e parceiros. Trabalhamos para o 12º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, que visa o Consumo e Produção Responsáveis. Comprometemo-nos a estabelecer uma transição para uma economia circular na qual produtos e materiais circulam para eliminar o desperdício.”

A MAKRO Cash & Carry Portugal participa desde 2014 na METRO PLASTIC INICIATIVE, em conjunto com 12 países da METRO. Em conjunto contribuem para a otimização de 11.000 embalagens nas suas marcas próprias, redução de 400 toneladas de material de embalagem e eliminação de PVC / PVDV em 87% das embalagens. Neste último ponto em particular, a Makro Cash & Carry Portugal conseguiu encontrar alternativas ao PVC em 100% das embalagens nas suas Marcas Próprias (Makro Chef, Makro Professional, ARO e Rioba), substituindo um plástico considerado “problemático” pelos resíduos tóxicos resultantes da sua produção e eliminação.

Makro traça metas e avança soluções de combate ao plástico

Até 2023, em conjunto, pretende economizar 300 toneladas de plástico em conjunto com os restantes países da METRO e até 2025 ambiciona capacitar os seus clientes de ferramentas para reduzir a sua pegada ecológica.

Este é um processo que já vem sendo traçado desde de 2014, ano em que a Makro Portugal começou a disponibilizar alternativas ao plástico provenientes de fontes renováveis, compostáveis e biodegradáveis, que não interferem na cadeia de abastecimento alimentar. Através de algumas destas matérias, este ano os clientes Makro puderam contar com uma gama completa de soluções alternativas ao plástico a preços competitivos, como palhinhas, talheres, pratos, copos, sacos.

“A Makro Portugal trabalha para o 12º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, que visa o Consumo e Produção Responsáveis. Por isso, estamos comprometidos com a transição para uma economia circular, na qual produtos e materiais circulam para eliminar o desperdício”, informa Nuno Nogueira Oliveira, Quality Assurance Manager & Sustainability Officer da Makro Portugal.

As próximas metas da empresa grossista passam por aumentar a consciencialização entre colaboradores e clientes para mudar padrões de consumo, otimizar os processos de gestão de resíduos e oferecer pontos de recolha nas lojas para aumentar a taxa de recolha e reciclagem, trabalhar com os fornecedores para disponibilizar aos clientes uma gama de produtos e soluções sustentáveis, otimizar as embalagens das marcas próprias para reduzir o seu impacto ambiental, impulsionado pelo princípio dos 3R – “reduzir, reciclar, renovar”.

O futuro prepara-se no passado e faz-se no presente – esta frase ilustra bem o trabalho que tem sido desenvolvido pela MAKRO Portugal. Ao participar desde 2014 na METRO PLASTIC INICIATIVE, em conjunto com 12 países da METRO, contribuímos para a optimização de 11.000 embalagens nas nossas marcas próprias, para a redução de 400 toneladas de material. Neste último ponto em particular a MAKRO Portugal conseguiu encontrar alternativas ao PVC em 100% das embalagens nas suas Marcas Próprias (Makro Chef, Makro Professional, ARO e Rioba), substituindo um plástico considerado ’problemático’ pelos resíduos tóxicos resultantes da sua produção e eliminação”, conclui o responsável.

Os clientes da empresa grossista podem assim assumir a responsabilidade e contribuir ativamente para a preservação dos ecossistemas locais. A Makro compromete-se a apoiar os seus clientes durante o período de transição dos plásticos de uso convencional com informações sobre como usar e descartar os materiais alternativos com eficiência.

 

Emirates com menos 81,7 milhões de plásticos por ano

A Emirates assumiu um compromisso em toda a rede para reduzir plásticos descartáveis ​​a bordo dos  seus aviões. A 1 de junho, foram introduzidas palhinhas de papel eco-friendly e, em breve, nenhum dos voos da Emirates terá palhinhas de plástico.

A companhia aérea tem vindo a trabalhar em várias iniciativas de sustentabilidade de longo prazo. Além das palhinhas de plástico, os agitadores de bebidas de plástico também serão substituídos por alternativas ecológicas até ao final do ano. A partir de agosto, os sacos de plástico utilizados para as compras no Inflight Retail também serão substituídos por sacos de papel. Estas medidas vão impactar em menos 81,7 milhões de produtos de plástico anualmente no aterro.

Foram realizados testes nos voos da companhia para explorar as várias iniciativas de reciclagem a bordo, em que a equipa da Emirates e a tripulação de cabine foram constantemente dando feedback e sugestões sobre outras ideias eco-friendly. Como parte da visão a longo prazo e resultado da sugestão de um dos membros da tripulação de cabine, a companhia aérea tem eliminado as garrafas de plástico a bordo a fim de serem recicladas no Dubai e no resto do mundo. Isso desvia uma estimativa de 3 toneladas, o equivalente a cerca de 150.000 garrafas plásticas, do aterro no Dubai todos os meses.

Foi feita uma análise completa dos plásticos a bordo e, nos próximos meses, a companhia irá implementar gradualmente outras iniciativas para lidar com os resíduos de plástico.

Todas estas iniciativas fazem parte do trabalho contínuo na área da sustentabilidade da companhia aérea. Em 2017, a Emirates introduziu mantas ecoTHREAD ™ feitas a partir de garrafas de plástico recicladas para a Classe Económica. Cada manta é produzida a partir de 28 garrafas de plástico recicladas e até o final deste ano, a Emirates terá economizado 88 milhões de garrafas de plástico do aterro somente com esta iniciativa.

Mais sobre o trabalho ambiental da Emirates aqui: www.emirates.com/environment

A 3ª edição do National Geographic Summit conta com uma nova oradora

Em 2019, National Geographic traz de novo a Portugal algumas das mais proeminentes vozes que trabalham em prol da proteção do planeta e da conservação das espécies. Especialistas nacionais e internacionais que trazem até nós a sua experiência, ideias e formas de atuação, com o objetivo de reduzir (e em alguns casos) eliminar a produção e o consumo de plásticos descartáveis.
Nesta conferência serão abordadas duas perspetivas, a primeira, de enquadramento e tomada de consciência do problema e suas consequências, mostrando o quão belo é o nosso planeta e aquilo que está a ser posto em causa, com:
Brian Skerry, fotógrafo National Geographic, um dos principais fotógrafos subaquáticos do mundo, e uma das mais reputadas vozes na área da conservação marinha. Tivemos recentemente a sua exposição “Sharks” no Oceanário de Lisboa, onde podemos conhecer o seu trabalho em prol da conservação dos tubarões;
Lucy Hawkes, ecologista e investigadora, foca o seu trabalho nas migrações feitas pelas aves e algumas espécies marinhas, trazendo a palco a perspetiva dos animais relativamente à poluição dos oceanos através do plástico;
Paula Sobral, bióloga, especialista em microplásticos e lixo marinho, fundadora e Presidente da Associação Portuguesa do Lixo Marinho. Irá partilhar connosco o seu trabalho e dar-nos uma perspetiva científica sobre este problema.
foto Claire.jpgE uma segunda parte em que vamos endereçar as soluções e os caminhos a seguir, com:
Jamie Butterworth, responsável pela gestão de investimentos na Circularity Capital, vai falar sobre a economia circular e sobre como esta pode ser uma mais-valia para as empresas, nomeadamente PME, reduzindo custos e otimizando recursos. Abordará o desafio de como poderemos evitar o consumo de plásticos a montante na cadeia de valor;
Claire Sancelot, que vai partilhar a sua experiência ao viver um estilo de vida com Desperdício Zero, sem produzir lixo. Distinguida pelas Nações Unidas pelo seu trabalho em prol de um desenvolvimento sustentável, vai mostrar como é possível (também para as famílias, já que tem 3 filhos) ter um estilo de vida com o mínimo de desperdício e sem abdicar do conforto ou qualidade de vida. Claire Sancelot estará presente no National Geographic Summit 2019, no lugar de Lauren Singer, que por motivos alheios à organização, não poderá estar presente.
A conferência realiza-se no dia 29 de abril, na Casa da Música, no Porto e tem início às 15h00 e termina às 19h00. Os últimos bilhetes estão à venda por 50€ e ainda podem ser adquiridos em www.ticketline.pt ou na Casa da Música.
Saiba mais sobre o National Georgraphic Summit em www.natgeo.pt/summit2019 e assuma o compromisso “Planeta ou Plástico?” em https://www.natgeo.pt/planeta-ou-plastico-assuma-o-compromisso.

Humanos estão a ingerir inadvertidamente pequenas partículas de plástico

Após termos divulgado anteriormente os resultados de uma pesquisa que testou 39 marcas diferentes de sal provenientes de várias partes do mundo, e identificou a presença de microplásticos em 36, ou 92% das quais – chega agora um novo estudo que indica a presença generalizada de partículas de plástico nos alimentos.

Pequenos pedaços foram encontrados nas amostras de fezes de oito participantes de várias parte da Europa.

Todos eles tinham sido expostos à substância através do consumo de comida embalada com plástico ou da ingestão de água engarrafada.

Os especialistas garantem que a presença de plástico no sistema digestivo pode suprimir o sistema imunitário, provocando a transmissão de toxinas e de vírus e bactérias danosos para a saúde.

O líder do estudo, o professor e investigador Philipp Schwabi, da Universidade de Viena, na Áustria, disse: “Até as mais pequenas partículas de microplástico são capazes de entrar na corrente sanguínea, no sistema linfático e chegar inclusive ao fígado”.

O professor salientou que serão necessárias pesquisas posteriores de modo “a entender todas as implicações deste consumo inadvertido de plástico para o organismo”.

Solvente orgânico utilizado no fabrico de plásticos reforçados pode causar cancro

Esta conclusão foi avançada por um grupo de trabalho da Agência Internacional para a Investigação do Cancro (IARC), da OMS, composto por 23 cientistas de 12 países, que, em março passa, se reuniram em Lyon (França), para ajudar a identificar substâncias químicas, usadas na indústria, com potencial de aumentar o risco de cancro no ser humano.

Apesar dos benefícios associados à utilização do estireno, o grupo reconhece que o aumento da sua produção e utilização e a disseminação da sua aplicação, “poderão potenciar efeitos adversos na saúde humana, dadas as suas características físico-químicas e toxicológicas”, explicou o investigador do ISPUP João Paulo Teixeira, que integrou a equipa.

De acordo com o próprio, apesar da “limitada evidência científica”, resultados de estudos epidemiológicos em humanos, estudos laboratoriais com animais e outros dados relevantes apontam para a probabilidade de o estireno ser carcinogénico para os humanos, pertencendo, assim, ao grupo 2A da classificação da IARC (classificação que divide os agentes em diferentes grupos, desde carcinogénicos a não carcinogénicos).

João Paulo Teixeira, referido na nota informativa, indicou que se deve evitar ou reduzir a utilização desses agentes a nível laboral, substituindo-os por produtos, misturas ou processos que “não sejam perigosos” ou que “impliquem menor risco para a segurança e a saúde dos trabalhadores”.

De acordo com o investigador, a organização do trabalho, técnicas de conceção, utilização e controlo, bem como sistemas e equipamentos de proteção são outras das medidas preventivas (ou corretivas) que podem ser aplicadas.

Neste contexto, continuou, a monitorização biológica, que consiste na quantificação e avaliação do agente químico ou do seu metabolito em meios biológicos, tais como o sangue, a urina ou o ar expirado, “assume particular relevância”.

“A monitorização ambiental pode e deve ser complementada com a monitorização biológica para alguns dos agentes químicos”, frisou.

O investigador disse ainda que esta informação poderá ser utilizada pelas agências nacionais de saúde como suporte científico ou referencial de orientação das suas ações, no sentido de prevenir a exposição a agentes nocivos para a saúde.

Periodicamente, são analisados e discutidos novos dados acerca da exposição ao estireno e outras substâncias, os seus efeitos na saúde humana e animal, bem como os mecanismos que estão na base destes efeitos, sendo essa reavaliação “essencial para uma análise e gestão do risco em matéria de saúde”, acrescenta o comunicado no ISPUP.

Os resultados deste estudo, que deu origem a um artigo recentemente publicado na revista científica The Lancet Oncology, integrarão o volume 121 da Monografia da IARC.

As monografias da IARC identificam fatores ambientais que podem aumentar o risco de cancro nos humanos, como compostos químicos, agentes físicos e biológicos ou misturas complexas, lê-se ainda na nota.

Desde 1971, a IARC avaliou acima de mil agentes, dos quais mais de 400 foram identificados como carcinogénicos, provavelmente carcinogénicos ou possivelmente carcinogénicos para humanos.

Plásticos são os “principais predadores” dos oceanos

Com a ajuda de centenas de voluntários, a organização não-governamental levou a cabo em 2015 o primeiro ‘censo’ de resíduos que poluem as praias, a orla costeira e os fundos marinhos, no âmbito de uma iniciativa que visa recolher e analisar os dados à escala europeia.

“Todos os dias, oito milhões de toneladas de lixo acabam no oceano. 80% da poluição que afeta os nossos mares é de origem terrestre e resulta da atividade humana, com repercussões terríveis na biodiversidade e na globalidade do nosso ambiente”, sublinha o presidente da Surfrider Foundation Europe, Gilles Asenjo, em comunicado.

O plástico constitui “mais de 80%” do lixo na maior parte dos cinco locais analisados, observou a organização.

Na praia de Burumendi, em Mutriku (Espanha), por exemplo, 96,6% dos resíduos recolhidos são de plástico e de poliestireno, os quais representam 94,5% dos 10.884 resíduos recolhidos na praia de La Barre, em Anglet, nos Pirenéus atlânticos.

O plástico e o poliestireno também foram encontrados em massa na praia de Porsmilin, em Locmaria-Plouzané, em Finisterra (Espanha), com um peso de 83,3% do total de 2.945 resíduos recolhidos no decorrer das suas quatro campanhas de levantamento de materiais.

Na praia de Murguita em San Sebastian (Espanha), por outro lado, o plástico e o poliestireno representaram 61% dos materiais recolhidos, dos quais 18% são vidro.

O vidro predomina, aliás, na praia de Inpernupe, em Zumaia (Espanha), representando quase metade (47,9%), contra o peso de 29,1% do plásticos e poliestireno.

Além dos materiais de plástico, os voluntários recolheram, nos diferentes locais, cordas, redes, cigarros, embalagens de alimentos, tampas, cápsulas, garrafas de vidro e até mesmo “resíduos sanitários”.

Para cada local, a Surfrider compilou uma lista dos principais resíduos recolhidos.

“Nesta altura, são as primeiras indicações que nos dão uma perceção geral das estatísticas europeias”, sublinhou Asenjo, apontando que, da Grã-Bretanha ao País Basco, os resíduos plásticos são claramente os principais predadores do oceano”, porque “levam centenas de anos a desaparecer” ao contrário de outros materiais como a madeira ou o cartão.

“E quando eles não estão aos nossos pés na praia, estão a ser ingeridos pelos animais marinhos, que sufocam, já para não falar das substâncias tóxicas que libertam, e nas quais nos banhamos, e da sua possível integração no seio da cadeia alimentar”, acrescentou.

 

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