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Mau tempo obriga a cortar trânsito nas avenidas marginais do Porto

Texto e foto: Agência LUSA

A Avenida de Dom Carlos I, uma das marginais do Porto, está cortada ao trânsito desde as 11h devido às previsões de forte agitação marítima e agravamento das condições meteorológicas, anunciou esta quinta-feira a Câmara do Porto.

 “Com as informações do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e da Proteção Civil Municipal a darem conta de fortes probabilidades de condições adversas ainda mais fortes, as recomendações difundidas ontem [quarta-feira] à noite são agora acrescidas do agravamento do nível de aviso sobre a agitação marítima e da medida de precaução, com o corte de circulação na Avenida de Dom Carlos I a partir das 11h”, refere o município, através de uma nota na sua página oficial da Internet.

De acordo com a mesma nota, aquela artéria na marginal, junto ao Passeio Alegre, manter-se-á fechada ao trânsito durante o dia, podendo ser, contudo, reaberta ainda hoje [quinta-feira], “quando as condições de segurança o permitirem”. A Avenida Gustavo Eiffel, a marginal do rio Douro,  será também cortada ao trânsito a partir das 14h, entre as pontes Luís I e Freixo, devido a uma precipitação acumulada esperada de entre 30 a 40 milímetros por metro quadrado.

Na quarta-feira, aquela artéria na marginal ribeirinha da cidade esteve encerrada ao trânsito entre as 6h e as 13h, devido a uma derrocada provocada pelo ao mau tempo que ocorreu na zona das Fontainhas.

“Por causa do mau tempo, o IPMA emitiu aviso laranja para os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto e Aveiro devido à agitação marítima, prevendo-se ondas de sudoeste com 5 a 5,5 metros, podendo atingir 9 metros de altura máxima”, disse fonte do IPMA. Este aviso laranja vai estar em vigor entre as 12h e as 18h.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) alertou na quarta-feira à noite para o agravamento das condições meteorológicas na tarde desta quinta-feira, em particular nos distritos de Viana do Castelo, Vila Real, Braga e Porto.

De acordo com o comunicado emitido pela ANEPC, para quinta-feira estão previstos períodos de chuva, que poderá ser “forte a partir do fim da manhã” na região norte. As autoridades preveem agitação marítima em toda a costa, que se poderá manter até ao final do dia. A ANEPC recomendou que seja dada “especial atenção às zonas historicamente identificadas como vulneráveis a inundações”, uma vez que poderá haver acumulação de água da chuva nas bacias hidrográficas de Lima, Cávado e margem norte do Douro.

Em declarações à TVI24, o comandante da Capitania do Porto garantiu que este tipo de situação é normal durante o inverno e que não é causa para alarmismo. Recomendou, no entanto, “prudência e bom senso”, declarando que todas as atividades marítimas devem ser evitadas.

O caudal do rio Douro está a ser monitorizado e não se prevê que transborde.

 

O Douro está castanho (como que a recuperar das cheias)

Texto: Joana Ascensão (observador.pt) Foto: Nuno Santos (Instagram)

O rio Douro acordou castanho e não demorou até ser fotografado e metido a navegar nas redes sociais. Mais do que num rio, a onda mediática que lá se gera criou a questão: de onde virá a cor a terra?A manifestação é normal mas a causa não é natural. Tem um nome: descargas de barragens.

Mário Luís Marques, meteorologista e climatologista, explica que, depois de alguns dias de grande produção energética nas barragens e, portanto, de acumulação de água, estão a haver descargas sucessivas de água para o rio Douro.Quando mais cheia está uma barragem, mais energia produz e “esteve-se a conter a água nestes dias para produzir energia”.

Depois do pico de produção e de consumo elétrico — “por norma, a semana do ano que consome mais energia” — as barragens começaram a libertar a água de forma controlada. Mário Luís Marques acredita que foi libertada água de pelo menos cinco barragens desde a Régua.

A cor castanha dá-se pelo afloramento fluvial mas também pelos sedimentos, alguns argilosos, que se concentram nas barragens durante meses, em períodos em que não há descargas consecutivas, e que foram movimentados. “Ainda para mais houve toda aquela terra arrastada, de erosão, destes quase 50 dias de chuva desde outubro”, lembra Mário Luís Marques.

O metereologista do Porto, fundador da empresa iClimateAdvisor, lembra que esta “é uma manifestação normal mas não acontecia com esta intensidade desde 2006”. Só “em 2016 houve um bocadinho”, altura em que também choveu muito.

Área Metropolitana do Porto foi única no Norte com independência financeira em 2018

GettyImages

Os municípios da Área Metropolitana do Porto (AMP) foram os únicos do Norte a apresentar “independência financeira” em 2018, com receitas próprias a ultrapassar os 50%, revela esta quinta-feira um relatório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).

“Na região do Norte, apenas a AMP revela independência financeira, uma vez que as receitas próprias ultrapassam 50% das receitas totais. A independência financeira é maior nos grandes municípios, considerando a sua maior capacidade para arrecadar receitas, nomeadamente as provenientes dos impostos municipais, ou seja, Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) e Imposto Único de Circulação (IUC)”, descreve-se no relatório “Caracterização Financeira dos Municípios da Região do Norte Dados Prestação de Contas 2018” da CCDR-N, a que a Lusa teve acesso.

De acordo com o documento, “no extremo oposto”, em termos de “independência financeira”, estão “os municípios das sub-regiões do Douro e de Terras de Trás-os-Montes, com um rácio de 25 e 29%, respetivamente”.

O relatório refere ainda que, em 2018, “todos os municípios da região do Norte arrecadaram receitas correntes suficientes para pagar as despesas da mesma natureza, gerando assim uma poupança corrente positiva e assegurando equilíbrio orçamental”.

A CCDR-N constatou que “parte significativa das receitas geradas (38,6%) pelas autarquias nortenhas, cerca de 1.125 milhões de euros provém de transferências financeiras obtidas de terceiros”.

O destaque vai “para as transferências do Orçamento do Estado”, seja através do Fundo Equilíbrio Financeiro, do Fundo Social Municipal ou da Participação variável no IRS, acrescenta.

Os dados recolhidos revelam que “a segunda tipologia da receita mais significativa atinge os 806 milhões de euros (28%) e resulta do montante proveniente de impostos diretos”, como o IMI, IUC, IMT e Derrama.

Quanto à aplicação dos recursos financeiros, em 2018 as despesas de funcionamento corresponderam, em termos médios, a 57% do orçamento dos municípios da Região.

De acordo com a CCDR-N, o peso médio das despesas de investimento não ultrapassou cerca de 19% do total dos gastos municipais. “A maior parcela dos recursos financeiros dos municípios, o equivalente a cerca de 715 milhões de euros, destinou-se a despesas com encargos com pessoal (28%), seguida da aquisição de bens e serviços correntes (26,6%) e com a aquisição de bens de capital (18,9%)”, descreve o relatório.

Já as transferências financeiras concedidas e subsídios, as despesas com serviço da dívida e outras despesas representaram, no seu conjunto, 26,4% do total dos pagamentos realizados pelos municípios.

Quanto às despesas, ascenderam a cerca de 2.552 milhões de euros. As despesas correntes assumiram “maior expressão, representando, em média, 64% dos gastos realizados pelos municípios em 2018”.

“Em termos de natureza económica, a receita arrecadada em 2018 pelos municípios da Região rondou os 2.913 milhões de euros, correspondendo as receitas correntes a 75% deste valor”, mostra o documento.

Quanto ao ativo líquido dos municípios da região do Norte, em 2018 ascendeu a cerca de 13 biliões de euros, representando o imobilizado cerca de 97% daquele valor. O passivo dos municípios da região do Norte rondava, em 31 de dezembro de 2018, os 4.267 milhões de euros.

O relatório descreve que a região do Norte “é essencialmente constituída por municípios de pequena dimensão, sendo que, dos 86 municípios que a integram, metade (43) regista uma população inferior ou igual a 20 mil habitantes e apenas 10 possuem uma população superior a 100 mil habitantes (municípios de grande dimensão)”.

A AMP concentra o maior número de municípios de grande dimensão (seis), seguindo-se o Cávado e o Ave, respetivamente, com dois municípios cada.

Texto: Agência Lusa

Porto: comida vegetariana e prendas sustentáveis no Veggie Christmas Market

(Fotografia: Igor Martins/Global Imagens

Não há fim de semana durante o mês de dezembro que não tenha um mercado de Natal agendado. Mas o Veggie Christmas Market & Espumanteria Portuguesa, que arranca já esta sexta, tem a particularidade de apresentar apenas comida vegan e vegetariana, bem como sugestões sustentáveis para prendas de Natal.

O mercado, que resulta de uma parceria entre a companhia aérea e a organização do Veggie Fest, decorre de 13 a 15 de dezembro, no Antigo Museu do Vinho do Porto, no Cais Novo, e a entrada é gratuita.

Durante três dias, os visitantes vão ter a oportunidade de conhecer produtos sustentáveis e ecológicos, como cosmética natural biológica das marcas OMASSIVeganCare e Bio Bazaar, e os tote bags, t-shirts e canecas, com mensagens sobre animais e veganismo, da Respiramor.

Para aconchegar o estômago, as opções passam pelos donuts vegan da DUH! Vegan Donuts, a pastelaria vegan da Capuchinho Verde, da Cravo e Canela, queijos vegetais e sorvetes. Para acompanhar tudo isto, há uma seleção de insígnias de espumantes convidadas pela Espumanteria Portuguesa.

Uma das marcas presentes é a ovo-vegetariana Garden Gourmet, da Nestlé, que chegou em setembro ao mercado português com nuggets, almôndegas e hambúrgueres, entre outros produtos. Quem quiser aprender algumas dicas sobre como preparar refeições vegetarianas, pode participar no workshop do espaço da marca.

Horário:
Sexta: 17h às 23h
Sábado: 11h às 22h
Domingo: 11h às 19h

 

Texto evasões.pt
https://www.evasoes.pt/zdestaque-principal/porto-veggie-christmas-market/830266/

Estratégia Local de Habitação do Porto “não corresponde à dimensão do problema”, diz PS

Foto Agência LUSA

O PS Porto disse esta segunda-feira que a Estratégia Local de Habitação (ELH) é insuficiente e não corresponde à dimensão do problema, defendendo que o problema da habitação na cidade não se revolve com mais 200 casas em cinco anos.Devo dizer que na nossa avaliação podia ter ido mais longe. (…) porque o próprio documento reconhece o facto de ser indispensável, para o aproveitamento das oportunidades no âmbito do primeiro direito, uma estratégia local de habitação, nesta matéria não há nenhum impedimento que a Câmara do Porto aproveitasse esta oportunidade para fazer uma reflexão mais vasta (…) nomeadamente sobre o outro braço disto que é a questão da habitação a custo acessível”, afirmou Manuel Pizarro na reunião do executivo.

O vereador socialista considera que aquilo a que a autarquia se propõe “é relativamente pouco”, tendo em conta que o stock de 3.000 casas que o município se propõe assegurar até 2025, 1.200 “são casas que a câmara já disponibilizaria”. “São aquelas que em cada ano são reabilitadas nos bairros em função da sua desocupação. Não é stock habitacional adicionado. E estas não chegam para repor o número de processos que em cada ano a Domus [Social] aceita de novo”, afirmou.

“O problema do acesso à habitação por parte das pessoas com más condições económicas e com carência habitacional na cidade do Porto não se resolve com um aumento da oferta de 200 casas por parte da câmara em cinco anos”, acrescentou Pizarro, defendendo que é precisa mais iniciativa nesta matéria.

O socialista criticou ainda o nível de investimento do município que prevê investir cerca de 48 milhões de euros, 15 milhões dos quais que são já um investimento “de rotina” para o município na reabilitação das casas que ficam devolutas nos bairros. “Não corresponde à dimensão do problema”, sublinhou o vereador.

A Estratégia Local de Habitação (ELP) do Porto foi aprovada esta segunda-feira com a abstenção do PS, PSD e CDU que também manifestaram preocupação para com o problema da habitação na cidade. Para a vereadora da CDU, Ilda Figueiredo, apesar de importante, este documento que assenta numa legislação de políticas de habitação que procura remeter para os municípios a responsabilidade da habitação social, visa facilitar o acesso ao financiamento no âmbito do programa “1º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação”, contudo, não é uma resposta a “todo o problema da habitação” na cidade.

Já o vereador do PSD, Álvaro Almeida, disse concordar com a opção “por modelo hídricos” onde há parcerias com privados, mas justificou a sua abstenção com a existência de divergências profundas em matéria de habitação, nomeadamente sobre a utilização de dinheiros públicos para aquisição de imóveis privados.

Por outro lado, o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, sublinhou que, segundo os dados do Eurostat, no que diz respeito à habitação e infraestruturas coletivas a administração pública local tem um esforço de 91,3%, quando na União Europeia é de 54%.

Já o vereador da Habitação e Coesão Social, Fernando Paulo, reconheceu que “aquilo que é definido pelo Governo no âmbito da nova geração de políticas de habitação e no que ao [programa] 1º Direito diz respeito, fica, de facto, muito aquém para resolver de uma forma estrutural os problemas de habitação”.

Este documento, explicou Fernando Paulo, serve para a autarquia poder aceder ao financiamento no âmbito do programa 1º Direito, contudo, ressalvou, a autarquia não vai alterar a sua política municipal de habitação.“Este é um instrumento financeiro que é posto à disposição e que não é suficientemente atrativo para a câmara deixar de prosseguir a sua política de habitação”, defendeu. Também o vereador do Urbanismo, Pedro Baganha salientou que a política de habitação do município não se esgota nesta estratégia.

Texto Agência LUSA

Predibisa e LUXIMOS Christie´s lançam “V Porto”, a essência da cidade com vista sobre o Douro

Promovido pela AVENUE e com projeto de arquitetura da autoria do arquiteto Arnaldo Brito, o “V Porto” é comercializado pelas consultoras Predibisa e LUXIMOS Christie´s, distinguindo-se pela localização privilegiada, com vistas sobre o Douro, pela qualidade de construção e nobreza dos materiais, mas também pela vivência única proporcionada pelos terraços e varandas espaçosos, ginásio, campo de padel e zonas ajardinadas privativas.

Localizado na rua D. Pedro V, entre os amplos espaços verdes do Palácio de Cristal e a belíssima marginal do Douro, este empreendimento, que começa agora a ser comercializado, é composto por 82 apartamentos e 16 villas, com preços a partir de 195.000 euros. Os apartamentos, com tipologias entre T1 e T4, possuem áreas entre os 52 e os 220 metros quadrados, tendo pelo menos um lugar de estacionamento. As villas Duplex, com áreas entre os 72 e os 166 metros quadrados, são maioritariamente T2, com áreas generosas, varandas e terraços, entrada direta a partir da rua, usufruindo assim de uma privacidade ímpar.

“O empreendimento V Porto é uma oportunidade verdadeiramente exclusiva e que, por certo, trará uma nova geração de famílias para esta zona da cidade. A localização, a qualidade superior de construção e as múltiplas experiências proporcionadas pelas suas valências exclusivas farão, certamente, com que este seja mais um caso de sucesso no portefólio da Predibisa”, afirma Joana Lima, responsável da consultora pela instrução.

Já Ricardo Costa, CEO da LUXIMOS Christie´s sublinha que “O Condomínio Privado V Porto é o projeto que faltava na cidade. O conceito de condomínio fechado, com infraestruturas para usufruto dos moradores e espaços para as crianças brincarem ao ar livre e em segurança, é muito procurado. Acresce que o V Porto oferece esse modelo de vida, com um design muito atrativo e localização premium no centro do Porto. Apesar de todo o esplendor deste condomínio, as vistas sobre o rio Douro são o seu maior trunfo e confundem-se as fotografias mais emblemáticas que projetam a cidade do Porto pelo mundo inteiro.”

Viver no V Quinto Porto é usufruir de piscinas privadas nos pisos superiores e de excelentes terraços nos apartamentos do rés-do-chão. As vastas zonas ajardinadas e os equipamentos de diversão no jardim são ideais para que as crianças possam brincar em segurança. Para quem não dispensa a atividade física, o ginásio e o campo de padel são perfeitos para fazer exercício praticamente em casa. A marginal, ali tão perto, convida ao jogging e a passeios de bicicleta, que pode ser guardada no parqueamento especial do V Porto. O lazer está a dois passos, quer seja no renovado Super Bock Arena / Pavilhão Rosa Mota ou na Casa da Música. Os restaurantes da marginal, Baixa e Boavista ficam a uma distância bastante confortável, tal como as zonas comerciais.

A facilidade de acessos é outro fator a ter em conta para quem diariamente trabalha ou estuda noutras zonas ou até fora da cidade, reduzindo o tempo gasto em deslocações e multiplicando os momentos para usufruir do conforto e do lifestyle exclusivo deste empreendimento com a assinatura da AVENUE. A proximidade das faculdades e outras escolas será, também, importante para quem quer fazer deste local uma casa para que a família possa crescer harmoniosamente. Mix de conforto e modernidade Os materiais premium escolhidos refletem, assim, a sofisticação e a procura pelo bem-estar de quem escolher fazer do “V Porto” a sua casa.

Mais de 160 grávidas caminharam pela Natalidade no Porto

O valor angariado com as inscrições totalizou os 614 euros e a organização da Maratona duplicou o valor e doou um total de 1.228 euros à Associação Vida Norte, uma instituição que se dedica a acompanhar grávidas em situação de dificuldade e a promover a vida e a família.

“Numa altura em que Portugal se apresenta como um dos países com a menor taxa de natalidade da União Europeia, estamos conscientes da importância deste tipo de eventos. Este ano, entregámos, mais uma vez, o dobro do valor das inscrições à associação Vida Norte, que contribui para a melhoria de um grande número jovens grávidas em situações de dificuldade e que nos deixa muito satisfeitos por, de alguma forma, podermos contribuir para esta missão”, comenta Luís Melo, administrador do laboratório sediado no Porto.

Todos os participantes receberam ofertas dos parceiros da BebéVida e foram convidados a participar nas diferentes atividades que decorreram ao longo da manhã. Às grávidas com mais de 17 semanas de gestação

foi ainda oferecida uma sessão de captação de imagem 4D por cinco minutos, que permitiu conhecerem o sorriso dos seus bebés mesmo antes do nascimento.

“Esta é uma iniciativa que nos enche de orgulho e que de ano para ano cresce em número de participantes. Este ano o sol escondeu-se mas isso não impediu que fosse uma edição muito participada e cheia de animação.”, acrescenta o responsável da Bebévida.

Mais de 250 grávidas vão caminhar pela Maternidade no Porto

As inscrições apontam para perto de meia centena de participantes no total, depois de, em 2018, mais de 300 inscritos, dos quais 150 grávidas, terem percorrido 3 quilómetros pela natalidade, aquela que é “A maior maratona das nossas vidas”.

“Este é o ano em que praticamente duplicamos as participações e é para a BebéVida um orgulho muito grande poder contribuir para a celebração da vida e da natalidade do país, o quarto da União Europeia com a mais baixa taxa de natalidade”, afirma Luís Melo, administrador do laboratório sediado no Porto.

“À semelhança do ano passado, vamos novamente doar em dobro à associação Vida Norte o valor angariado com as inscrições. A responsabilidade social corporativa está no nosso ADN e é o nosso contributo para o reconhecimento do trabalho que a associação tem, há mais de 20 anos, feito ao acompanhar grávidas em situação de dificuldade, na promoção da vida e da família”, acrescenta o responsável.

As inscrições devem ser feitas através do site da BebéVida e têm o custo simbólico de €2, a entregar no momento do levantamento do Kit de participação.

Todos os participantes receberão ofertas dos parceiros da BebéVida e poderão participar nas diferentes atividades que decorrem ao longo da manhã. Às grávidas com mais de 17 semanas de gestação será oferecida uma sessão de captação de imagem 4D por 5 minutos, para que possam conhecer o sorriso dos seus bebés mesmo antes do nascimento.

Lapa Lapa: marisco, pizzas e comida saudável à beira-mar

Observador

Descobrir uma zona no Porto que ainda faltasse explorar foi o mote do projeto liderado por Francisco Antunes, dono do Fé Wine & Club e do restaurante Pregar, Luís Américo, Inês Mendonça e Pedro Figueiredo dos restaurantes Cantina 32 e Puro 4050, Tiago Macedo, sócio do restaurante Tripeiro, José Miguel Rebelo do projeto Sushi Lovers, Tiago Begonha e Pedro Teixeira do Jardim da Villa, no Algarve. “É um projeto aliciante que junta quatro experiências na restauração muito diferentes. Esperamos criar uma nova centralidade no Porto, onde o Molhe volta a ganhar força e protagonismo”, explica Francisco Antunes em entrevista ao Observador.

Há duas décadas que esta zona da Foz com vista para o Atlântico “parou no tempo”, permanecem os negócios antigos, mas não saltam à vista novidades e a baixa da cidade tornou-se, assim, a morada preferida para comer, sair e dançar. O grupo quer contrariar isso com um restaurante/bar construído numa pérgola e a um passo da praia do Molhe.

“A restauração mudou muito, o cliente passou a ser mais informado, há muita coisa boa e temos que nos diferenciar de alguma forma”, afirma Francisco Antunes. O Lapa Lapa quer ser apenas o primeiro a modernizar o Molhe, mas não tem medo da concorrência, antes pelo contrário. “No próximo ano vai abrir aqui ao lado um projeto de comida saudável, queremos é que venha mais gente para esta zona e que ela tenha movimento e qualidade”, diz, acrescentando que também em 2020 o grupo terá a concessão da praia e por isso irá dinamizar o areal, servindo bebidas.

Inês Mendonça foi a responsável pela decoração do Lapa Lapa, inspirou-se nos tons quentes de Marrocos para que o conceito de restaurante de praia surgisse mais requintado e confortável. As cadeiras têm o típico padrão às riscas das barracas de praia, as plantas estão pousadas em vasos XXL, as velas têm a cera visível nos castiçais e as madeiras claras imperam em todo o mobiliário. O restaurante é climatizado e tem 45 lugares, sendo que apenas a cozinha e a casa de banho são interiores.

Tataki de pato, francesinha sem bife e um Dom Rodrigo reinventado

A carta tem várias páginas e um conceito amplo de comida. Do marisco à carne na brasa, passando pelas bowls, tártaros e pizzas, as sugestões foram assinadas por Luís Américo, um dos chefs mais versáteis e arrojados da cidade, cara dos restaurantes Cantina 32, Puro 4050, Typographia Progresso ou Boteco Mexicano. Nos snacks, disponíveis a qualquer hora do dia, reinam o tártaro de atum e o tataki de pato nos frios e as puntilhitas com limão, as ameijoas à Bulhão Pato ou os rissóis de camarão da costa nos quentes, sem esquecer as batatas fritas à Porto, com queijo flamengo e molho de francesinha.

Há pizzas, foccacias e criações onde o pão é substituído por massa de pizza, como hambúrgueres, cachorros e até a típica francesinha, que é apresentada sem bife, mas com a famosa salsinha fresca da Salsicharia Leandro, ponto obrigatório no Mercado do Bolhão. Para os mais preocupados com a dieta, as bowls de quinoa, espargos, curgete e abóbora assada, a salada de burrata com tomate cereja, orégãos e azeite ou a sopa fria salmorejo, com tomate, alho e migas de pão vão preencher os requisitos.

Dos pratos confecionados na brasa pode escolher entre a posta de novilho laminada com batata no forno, o bife do lombo com molho bearnês ou o peito de pato com manga fresca, rapas de laranja e linguini salteado. Apresentado num tacho de ferro vai encontrar a moqueca de camarão com arroz de coco, a feijoada de gambas com arroz de coentros ou o arroz caldoso de camarão tigre. No universo das sobremesas, o doce conventual Dom Rodrigo, típico do Algarve, preparado com fios de ovos, canela e amêndoas, é aqui reinventado. Cada um dos sócios dá nome a um Dom diferente que conta com os ingredientes favoritos de cada um.

Em breve o Lapa Lapa irá servir pequenos almoços inspirados em vários países e terá um bar especialista em cocktails tradicionais, com mojitos e caipirinhas.

Fonte: Observador

Porto vai expandir rede pública Wi-Fi que já conta com 300 mil utilizadores

Foto LUSA

São sobretudo portugueses que acedem à internet em praças, ruas e autocarros para aceder a informação sobre a cidade, eventos culturais, trânsito e mobilidade. Eis o perfil do utilizador da rede pública Wi-Fi no Porto, projeto em vigor desde 2018. A Associação Porto Digital, em parceria com a Câmara Municipal do Porto, já permitiu que 300 mil pessoas utilizassem esta rede pública e o objetivo é expandir o serviço.

 O processo de implementação foi realizado em duas fases e “deverá estar terminado em 2020”, avança Paulo Calçada, administrador executivo da Associação Porto Digital. Na primeira etapa, iniciada em 2018, “foi feita uma completa reorganização e modernização da estrutura e equipamentos existentes, tendo já sido feito um investimento inicial na expansão da rede, nomeadamente na zona central da cidade e na zona das praias, em parceria com a Empresa Municipal Águas do Porto”.

Como resultado do arranque, “o número de novos dispositivos mensais ligados à rede quase que triplicou, tendo atingido um valor máximo de 140 mil novas ligações”. Em termos de utilização mensal, o número de utilizadores, considerando os novos dispositivos e os dispositivos que se ligam regularmente, encontra-se perto dos 300 mil e, desde o início do processo de reorganização, a rede suportou perto de 1,5 milhões de dispositivos.

O estudo realizado pela Associação Porto Digital juntou mais 83 mil utilizadores e teve como objetivo avaliar quem, como e por que razões as pessoas recorrem a esta rede, de modo a fornecer informação ao município para melhorar e expandir o serviço.

Segundo o Público, “entre janeiro de 2018 e julho de 2019, foram os portugueses (36%) quem mais acedeu à internet a partir da Porto Digital, seguidos dos ingleses (17%) e espanhóis (7%)”. Ainda sobre os dados recolhidos, o mesmo jornal afirma que “180 mil estudantes de mais de 3400 instituições” usaram o serviço instalado em estabelecimentos de ensino desde janeiro de 2018. Os alunos da Universidade do Porto estão no pódio dos utilizadores, seguidos do Politécnico do Porto.

O administrador da Porto Digital avançou que na segunda fase do projeto, a iniciar ainda este mês de setembro, a rede implementará o conceito de “conectividade imersiva” e será feita uma aposta na expansão significativa da cobertura e na disponibilização de serviços inovadores. De forma a que a rede pública seja ainda mais acessível que estão de passagem, o projeto de expansão e melhoria vai contar com o apoio do Turismo de Portugal e da Associação de Turismo do Porto. A Porto Digital é uma associação privada criada em 2014, que atualmente tem como associados o Município do Porto, a Universidade do Porto e a Metro do Porto.

 

Fonte: LUSA

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