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Tecnologia ‘made in’ Portugal que ajuda os idosos a serem mais autónomos presente na maior feira do setor médico

A MEDICA, a maior feira médica do mundo abriu portas em Düsseldorf, na Alemanha, de 12 a 15 de novembro, e reuniu mais de 5.000 expositores internacionais que apresentaram os seus novos produtos e aplicações inovadoras no âmbito do setor médico. O GoLiveClip, um dispositivo que permite ao utilizador alertar contactos de emergência através de um botão de alerta, regista a atividade física diária, e consegue detetar e até avaliar o risco de quedas, foi um dos produtos inovadores presentes neste feira.

Com o aumento da expectativa de vida dos portugueses, as novas tecnologias apresentam-se como uma ferramenta indispensável para a melhoria da qualidade de vida dos idosos. Foi a pensar nisto que a Fraunhofer Portugal AICOS se tem vindo a focar na criação de soluções de investigação aplicada no âmbito do Ambient Assisted Living (AAL).

O dispositivo wearable é um dos resultados deste esforço. Este dispositivo está ligado à GoLivePhone app, já disponível no Google Play (compatível com smartphones com Bluetooth e Android 5.1, ou mais recente), que oferece várias funcionalidades, como chamadas para contactos de emergência, alertas para a toma de medicamentos, e localização GPS, entre outras.

A tecnologia que serviu de base a este produto foi desenvolvida na Fraunhofer Portugal AICOS. O Smart Companion, uma aplicação Android desenhada especificamente para colmatar as necessidades da população sénior, e os Pandlets, sensores de movimento para dispositivos sem fios, que permitem a monitorização de atividade física, a deteção de quedas, e localização por GPS, foram ambos desenvolvidos no centro de investigação do Porto.

O lançamento deste produto reforça o papel do Fraunhofer Portugal AICOS como um forte parceiro da indústria, capaz de levar a cabo investigação aplicada com utilidade direta para os seus parceiros e clientes, e contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos seus utilizadores finais.

Entre mais de 5.000 mil expositores presentes na MEDICA, o dispositivo wearable GoLiveClip mereceu destaque por parte de um dos jornais mais reputados da Alemanha, o Bild, que o distinguiu como uma das soluções mais interessantes da feira. O artigo do jornal, abordou uma das principais vantagens do GoLiveClip: o facto de ajudar a resolver os problemas dos pacientes e, simultaneamente, diminuir o esforço diário dos profissionais de saúde.

Sobre a Fraunhofer Portugal

A investigação de utilidade prática está no centro de todas as atividades desenvolvidas pela Fraunhofer Portugal.

Fundada em 2008 – e resultando de uma colaboração de longo prazo em Ciência e Tecnologia entre Portugal e a Alemanha – a Associação Fraunhofer Portugal Research promove e coordena a cooperação entre os seus centros de investigação, outras instituições de investigação e parceiros industriais, com o objetivo de levar a cabo investigação aplicada com utilidade direta para empresas privadas e públicas, originando benefícios para a sociedade como um todo.

A missão da Fraunhofer Portugal materializa-se, atualmente, através do centro de investigação Fraunhofer Portugal Research Center for Assistive Information and Communication Solutions (FhP-AICOS), localizado no Porto e surgido em 2009 no seguimento de uma parceria entre a Sociedade Fraunhofer (Fraunhofer-Gesellschaft), a Fundação para a Ciência e a Tecnologia e a Universidade do Porto.

Adotando o bem-sucedido modelo de negócio operado na Alemanha pela Fraunhofer-Gesellschaft, a Fraunhofer Portugal apoia o desenvolvimento económico e promove o bem-estar social, ao contribuir para a melhoria da qualidade de vida das populações.

Livraria Lello apresenta o melhor da tradição portuguesa com a coleção Rituais com Máscara

No dia de 17 de Novembro, e a partir das 15h00 será possível assistir à enérgica e calorosa apresentação dos Pauliteiros de Miranda do Douro e ainda de dois grupos de Máscaras de Mogadouro.

A coleção “Rituais com Máscara” pretende dar a conhecer as práticas festivas que envolvem o uso da máscara, valorizando costumes e reconhecendo ritos ancestrais como parte da génese das regiões e identidade das populações.

Ainda durante a tarde de Sábado, a Livraria Lello e os seus leitores terão a oportunidade de conhecer as práticas festivas das regiões de Miranda do Douro e de Mogadouro num debate, que começa às 17h00, sobre as várias características e rituais retratados nos livros.

Contaremos com a presença dos autores Antero Neto, Alfredo Cameirão e Mário Correia, não podendo deixar de mencionar a presença dos Presidentes da Câmara das duas regiões.

Proposta de Orçamento para 2019 aprovada em Assembleia Municipal do Porto

Na intervenção inicial, o presidente da Câmara do Porto, o independente Rui Moreira, sublinhou que este orçamento “resulta da vontade da maioria”, e elogiou os contributos da CDU e do PAN que viram algumas das suas propostas serem acolhidas.

“Merece destaque o espírito construtivo e a forma realista e sistemática com que a CDU e o PAN encaram este direito de oposição, apresentando presencialmente, mas também sistematizando por escrito, propostas que não violentaram os princípios políticos de uma governação onde não estão representados”, afirmou.

Na resposta, o deputado do PSD Francisco Carrapatoso disse que “se havia alguma dúvida quanto ao sentido de voto do PSD, ela foi dissipada e esclarecida pelo teor das grandes opções do plano, e sobretudo pela critica dada ao PSD, ao elogiar apenas o sentido responsabilidade e o espírito democrático da CDU e do PAN”.

Para o social-democrata, há muito que separa este executivo do PSD, nomeadamente este orçamento que, sublinhou, padece de quatro vícios: o aumento brutal das despesas correntes, o financiamento destas despesas que se traduz num aumento da carga fiscal, a manutenção de excedentes orçamentais e a taxa de execução.

Críticas que Rui Moreira apelidou de “ciúmes”, acusando o PSD de ter ciúmes da oposição, mas sobretudo da sua governação enquanto presidente da autarquia.

“Em vez de fazer investimentos, os senhores andaram a pagar indemnizações muitas vezes por maus atos de gestão e, repare, eu compreendo o seu problema com as obras, é que os senhores iam fazer o Palácio de Cristal com uma parceria público-privada e quando nós lá chegamos não havia nada. Do [mercada do] Bolhão prefiro nem falar. O terminal intermodal assinaram um acordo com o governo, quando lá chegamos não havia um prego (…) mas fizeram obra, deitaram abaixo três bairros. Ai isso deitaram”, afirmou.

Também o deputado do PS Serafim Gomes teceu duras críticas ao orçamento, anunciando um “novo fracasso” em 2019 como ano dos “investimentos em atraso”.

“Em média, naqueles quatro anos, os investimentos ficaram-se em menos 44% do que o prometido, sendo que a situação só não foi pior porque a Domus Social, conduzida por Manuel Pizarro, respondeu nesse período por 41% de investimento realizado. Não vale a pena tapar o sol com a peneira. O investimento municipal destes últimos anos quedou-se muito aquém do prometido e do que a cidade precisava”, defendeu.

A deputada Susana Constante Pereira, do Grupo municipal do Bloco de Esquerda, sublinhou que este orçamento “parece o orçamento das grandes empreitadas, onde não cabem as pessoas” e onde não são garantidos os direitos sociais, nomeadamente o direito à habitação, “que neste momento é uma emergência na cidade”.

“Para resolver esse problema quem não vou contratar é o vereador Robles”, respondeu Rui Moreira.

Também o deputado do movimento de Rui Moreira, “Porto, o Nosso Partido’, Raúl Almeida mostrou-se “espantado” com o “breviário nacional” do Bloco de Esquerda, lembrando o Bloco que não pode lavar a sua responsabilidade, imputando à Câmara do Porto aquilo que é da responsabilidade do governo.

Já o PAN e a CDU consideraram que este orçamento contém medidas positivas, ainda que no caso dos comunistas se mantenham algumas divergências “profundas”, nomeadamente quanto à estratégia para o estacionamento na cidade ou sobre o modelo do fundo do Bairro do Aleixo.

Abaixo-assinado pela urgência da ala pediátrica junta 25 mil assinaturas

© Global Imagens

documento, iniciativa do movimento cívico informal ‘Pelo Joãozinho’, vai ser enviado ao Governo de António Costa, à Assembleia da República e à Presidência da República de forma a lembrar a “justeza e urgência” desta obra, afirmou o porta-voz do movimento, Júlio Roldão.

A recolha de assinaturas decorreu entre 6 de setembro e 7 de outubro e, entre os signatários, destaque para o arquiteto Álvaro Siza Vieira, a cientista Maria de Sousa, o médico Manuel Sobrinho Simões, o presidente do FC Porto, os artistas e escritores Carlos Tê, João Bicker e Manuela Espírito Santo e o bastonário da Ordem dos Médicos.

O abaixo-assinado vinca que é “tempo de agir”, romper o impasse e avançar de imediato com a construção da nova ala pediátrica.

O que os signatários reclamam do Governo são as ações necessárias ao desbloqueamento do processo e ao imediato início das obras, em favor “do supremo e inadiável valor” que são as crianças, a saúde das crianças do Porto, da região e do país.

“Ninguém quererá que a nova ala pediátrica do Hospital São João, já dotada de financiamento, possa eternizar-se sem qualquer avanço. Os dez anos que leva de instalações precárias em contentores adaptados para três anos de vida são muito tempo”, lê-se no documento.

Há dez anos que o hospital tem um projeto para construir uma ala pediátrica, mas desde então o serviço tem sido prestado em contentores.

Em janeiro de 2017, o Ministério da Saúde aprovou a construção da ala pediátrica, anunciando um investimento de cerca de 20 milhões de euros.

O Governo autorizou a 19 de setembro a administração do Centro Hospitalar Universitário de São João a lançar o concurso para a conceção e construção das novas instalações do Centro Pediátrico.

A ministra da Saúde afirmou na terça-feira no parlamento que não dormirá tranquila enquanto o problema da nova ala pediátrica do hospital de São João não estiver resolvido, mas não se comprometeu com datas e rejeitou a possibilidade de um ajuste direto para a obra.

LUSA

Aplicação dos transportes do Porto pirateada leva a reforço de segurança

© José Carmo / Global Imagens

Numa página na Internet, um engenheiro informático revela detalhadamente como conseguiu ser “hacker” (pirata informático) do sistema Anda, acedendo a dados pessoais, palavras-chave ou informação parcial sobre números de cartões de crédito dos utilizadores da aplicação que entrou em funcionamento no fim de junho para “desmaterializar” a cobrança de bilhetes nos transportes públicos do Grande Porto.

A intenção do engenheiro era detetar a “vulnerabilidade”, pelo que a mesma foi logo comunicada à empresa e já foi corrigida.

Contactada hoje pela Lusa, a Transportes Intermodais do Porto (TIP) disse estar em causa um “ataque amistoso” que abriu “a oportunidade de refinar e reforçar os mecanismos internos de segurança”.

“Foi um “ataque-amistoso”, de elevado grau de sofisticação (muito pouco acessível ao cidadão comum), destinado fundamentalmente a expor uma potencial fragilidade e, como tal, sem consequências funestas. Acabou por abrir a oportunidade de refinar e reforçar os mecanismos internos de segurança”, reagiu a TIP, em declarações à Lusa.

Fonte da empresa acrescenta que “o reforço dos mecanismos internos de segurança foi executado de imediato, logo após a identificação do problema, tendo sido objeto de posteriores aperfeiçoamentos, até 22 de outubro”.

“A app Anda e a respetiva arquitetura de suporte, possuem, desde o seu lançamento, diversas medidas de segurança que visam a deteção de potenciais tentativas de intrusão ou utilização indevida, como mandam as boas práticas de sistemas tão expostos como os baseados em smartphones”, observa fonte da TIP.

Na publicação feita na terça-feira, o engenheiro informático revela que, a 04 de julho, informou a empresa da “vulnerabilidade” encontrada na aplicação.

Acrescenta que, a 11 de julho, as palavras-chave dos utilizadores já não estavam “disponíveis em texto simples”.

O engenheiro detalha ainda que, a 09 de setembro, foi disponibilizada uma nova versão da aplicação mais segura e que, na terça-feira, foi encerrado o modelo mais antigo e vulnerável do sistema.

De acordo com o especialista, “menos de uma semana” depois do lançamento público, a aplicação tinha “mais de dez mil instalações”, nas quais era possível “ver dados pessoais de qualquer utilizador, incluindo o nome, morada, os últimos quatro dígitos do cartão de crédito, número de telefone e número de contribuinte”.

Para além disso, “era possível ler a palavra-chave de qualquer utilizador”.

A aplicação Anda – disponível para Android – é um título Andante desmaterializado, que evita preocupações com o tipo de viagens a comprar e que foi criado pela TIP (entidade formada pelo Metro, STCP e CP e que gere o sistema de bilhética Andante).

LUSA

Anticimex Portugal continua o seu crescimento e anuncia a segunda aquisição de 2018, no controlo preventivo de pragas

© Anticimex

Esta aquisição é parte da estratégia da Anticimex Portugal em se tornar líder no controlo preventivo de pragas em Portugal.

Paulo Coelho, Diretor Geral da Anticimex Portugal, comentou:

“Estou muito satisfeito por anunciar mais uma importante aquisição para a Anticimex Portugal. Desde o inicio que identificámos a MM como uma das empresas em Portugal que melhor se encaixava na nossa cultura. A capacidade técnica demonstrada ao longo dos anos pela MM irá ajudar-nos a oferecer um serviço de maior qualidade aos nossos clientes. Esta aquisição irá reforçar significativamente a nossa presença a norte do País, contando agora com uma equipa altamente competente e cada vez mais motivada.”

Sobre a Anticimex

A Anticimex é a “The modern pest control company”. Através da prevenção, novas tecnologias e soluções sustentáveis, vamos ao encontro das novas necessidades para ambientes mais saudáveis, para pessoas e empresas. A Anticimex emprega mais de 4.500 colaboradores, prestando serviços a mais de 3 milhões de clientes por todo o Mundo. A faturação total em 2017 foi de aproximadamente 550 milhões de euros. Saiba mais em www.anticimex.com e www.anticimex.pt.

Maia testa passadeiras 3D para abrandar condutores

© iStock

Em causa está, de acordo com informação remetida à agência Lusa pela câmara da Maia, um conceito pioneiro em Portugal que teve início no Japão e já foi implementado em Ísafjorour, na Islândia.

“Trata-se de uma solução simples, quase um ‘ovo de Colombo’, na qual vemos potencialidades no incremento da segurança rodoviária, particularmente na defesa dos peões. Por isso esta solução ficará em teste e se a sua eficácia der provas no terreno eventualmente passará a ser usada noutros locais do concelho”, disse o presidente da câmara, António Silva Tiago.

A primeira passadeira 3D da Maia foi pintada esta semana junto ao Colégio Novo da Maia, em Milheirós, e a próxima será colocada, indicou a autarquia, no perímetro da nova Cidade Desportiva da Maia, no centro da cidade, estando o local exato a ser avaliado pelos técnicos.

Na prática, trata-se de uma pintura 3D no chão que dá o efeito de relevo das riscas brancas, o que, de acordo com estudos elaborados, provoca uma redução da velocidade dos condutores.

A passadeira cria uma ilusão de ótica que faz os condutores travarem ao aproximarem-se, uma técnica semelhante à aplicada nos painéis publicitários que normalmente se usam ao lado das balizas em estádios de futebol.

O efeito ótico 3D funciona de uma certa distância e durante breves segundos, provocando um abrandamento suave e não uma travagem abrupta.

Questionado sobre a adesão a este projeto, o autarca apontou que “quer aumentar a segurança rodoviária” e que os resultados de estudos feitos sobre este conceito são “muito interessantes”.

“Vamos avaliar o impacto e se funcionar pretendemos adotar o conceito em mais locais do concelho”, disse António Silva Tiago, estando a avaliação de resultados programada para durar cerca de um ano.

LUSA

Detidos em fuga estavam sob a responsabilidade do tribunal

© CM

“Tanto quanto eu sei, a PSP fez o seu trabalho. Eles estavam já à ordem do Tribunal, portanto, a partir daí ultrapassa aquilo que é a nossa responsabilidade e sobre isso não me pronunciarei”, afirmou Isabel Oneto.

A secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna, que falava aos jornalistas em Cascais, distrito de Lisboa, à margem da apresentação de um estudo sobre a abstenção em Portugal, acrescentou ainda que “será feita a avaliação relativamente à forma” como aconteceu a fuga dos detidos do Tribunal de Instrução Criminal do Porto (TIC).

Apesar de a secretária de Estado considerar que a PSP fez o seu trabalho, o Comando Metropolitano do Porto abriu uma averiguação interna sobre a fuga, na quinta-feira, dos três suspeitos de assaltar residências de idosos.

“Terá havido uma falha” após a descida dos arguidos às celas do TIC, no piso -2 das instalações judiciais, uma possibilidade que está a ser averiguada internamente pelo Comando Metropolitano da PSP do Porto, disse fonte da PSP do Porto à Lusa, ao final da manhã de hoje.

Questionada hoje à tarde, fonte da direção nacional da PSP explicou à agência Lusa que as zonas de detenção dos tribunais são da responsabilidade da polícia e que, neste caso concreto, competia aos serviços prisionais apenas o transporte dos detidos para cumprimento da prisão preventiva.

Os três suspeitos de dezenas de furtos a idosos no Grande Porto fugiram do TIC na quinta-feira, à tarde, depois de um juiz de instrução lhes decretar prisão preventiva.

Após a fuga, as autoridades policiais desencadearam uma operação de captura, sem resultados até ao momento.

PSP pediu a colaboração da população para capturar os foragidos, alertando que são considerados perigosos e estão “potencialmente” armados.

Caso sejam localizados, a PSP pede que seja “dado conhecimento imediato às autoridades policiais” e que as informações úteis com vista à sua localização e captura deverão ser comunicadas para a Divisão de Investigação Criminal.

Os foragidos são dois irmãos gémeos, de 35 anos, mais um cúmplice, de 25, com antecedentes criminais, que foram presentes ao juiz de instrução depois de terem sido detidos em flagrante delito na terça-feira em Baguim do Monte, concelho de Gondomar.

São-lhes imputados pelo menos 30 assaltos violentos, que terão rendido meio milhão de euros em dinheiro e bens, em residências de idosos na zona mais oriental do Porto e em concelhos periféricos, como Gondomar, Valongo ou Maia.

Os alvos do grupo eram pessoas com idades entre os 65 e os 95 anos.

LUSA

Maia: detidos suspeitos de assalto a residência sob ameaça de arma

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Em comunicado, a Diretoria do Norte da PJ refere que a mulher, de 23 anos, e o homem, de 28, foram localizados e detidos na terça-feira, sendo então recolhida prova “que permitiu imputar-lhes os factos ilícitos”.

A investigação do caso concluiu que o principal objetivo dos assaltantes, que não chegou a ser consumado, seria apoderar-se de “um montante significativo em numerário proveniente de uma herança”.

O casal, relata a polícia, “conseguiu que a vítima lhe franqueasse a entrada na habitação para depois, sob ameaça de arma de fogo, proceder ao roubo, embora não da referida quantia por entretanto ter sido transferida para outro local, mas de diversos bens e valores existentes na residência”.

LUSA

Hotel dos Aliados quer ser reconhecido como estabelecimento histórico

proposta consta da ordem de trabalhos da próxima reunião da Câmara, a que a Lusa teve hoje acesso, e em causa está dar ao Hotel dos Aliados, edifício onde foram gravadas cenas do filme “A Costureirinha da Sé”, de Manuel de Guimarães, o estatuto de estabelecimento de interesse histórico e cultural ou social local.

O executivo liderado por Rui Moreira quer abrir um prazo de 20 dias de consulta pública, com início no dia 25 e término a 23 de outubro, conforme se lê na proposta, que é assinada pelo vereador da Economia, Turismo e Comércio, Ricardo Valente.

Além da consulta pública, este dossier vai ser avaliado pela União de Freguesias do Centro Histórico, onde se localiza o equipamento.

Sobre o Hotel dos Aliados, os anexos à proposta relatam que este estabelecimento turístico foi inaugurado em 1932, que a propriedade do equipamento passou por várias mãos e que desde 1998 o espaço tem a marca registada “Aliados”, o que significa que “caso encerre não é possível na cidade do Porto um outro hotel” ter esta designação.

O edifício é da autoria do arquiteto italiano Michaelangelo Soá, de 1919, integrando os primeiros projetos de remodelação da Nova Avenida das Nações Aliadas, atualmente designada avenida dos Aliados, que começou a ser aberta em 1916.

O espaço foi restaurado em 2012 por imposição da nova legislação, tendo a classificação sido ajustada para hotel de três estrelas.

A ficha de caracterização frisa que o projeto de recuperação, do arquiteto Jorge Gonçalves, mantém as bases da tipologia original, desde os quartos, à organização das escadas, caixilharias, fachadas e coberturas, somando-se a manutenção e integração de mobiliário original.

LUSA

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