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Grupo Jetclass com novo projeto de expansão

O empreendedorismo do grupo e o rápido desenvolvimento da empresa obriga a um contínuo investimento na sua estrutura, culminando no novo projeto de expansão. A inauguração dos trabalhos de ampliação da fábrica será no próximo dia 17 de janeiro 2019 pelas 15h30 e contará com a presença do Presidente da Câmara de Valongo, Dr. José Ribeiro e a sua comitiva, e do Secretário de Estado da Internacionalização, o Exmo. Dr. Eurico Brilhante Dias.

A unidade fabril passará de 7.000m2 a 12.000m2, num investimento de 12 milhões de euros. Serão criadas novas unidades produtivas, carpintarias próprias, serralharia e um novo setor de iluminação destinado à produção de candeeiros e instalações elétricas certificadas. As unidades de folha, melamina, madeira, pintura, estofo serão ampliadas, assim como o showroom. Será adquirida maquinaria de ponta completamente automatizada que se juntará ao já existente espólio da empresa. Desta forma, a empresa aumentará a rapidez e o rigor da sua produção em série, prevendo-se a duplicação da faturação anual para 12 milhões de euros.

Está prevista a criação de cerca de 50 novos postos de trabalho para os diferentes setores, recuperando artes que se perderam no tempo, como por exemplo a elaboração da talha e a aplicação de folhas de ouro.

O investimento será também aplicado em parcerias com faculdades, nomeadamente o INEGI, num estudo sobre a automação e controlo de tecnologias avançadas de fabrico e sistemas mecatrónicos complexos. O objetivo é a criação de mobiliário tecnológico, usando a domótica e robótica, tornando a Jetclass mais uma vez pioneira internacionalmente neste tipo de mercado. Esta iniciativa insere-se no programa Indústria 4.0 e o lançamento das primeiras coleções está previsto para 2022.

A capacidade produtiva da Jetclass permitirá servir uma maior quantidade de grandes projetos e grupos hoteleiros e ainda permitir aos seus clientes o desenvolvimento e produção das suas próprias marcas.

Predibisa colocou 42 mil m2 de área de escritórios no Grande Porto em 2018

Edifício Urbo Business Center

A Predibisa Corporate, consultora imobiliária especializada no norte do país, foi responsável pela colocação de uma área total de 42.605 m2, comercializada em 2018 no Grande Porto. Apesar do registo na procura por novas instalações e entrada de novas empresas na região, foram a mudança de instalações e a expansão de empresas que dominaram mais de metade dos negócios concretizados. O edifício Urbo Business Center, em Matosinhos, com a instalação do BNP Paribas e o  novo centro tecnológico de I&D do Prozis Group, na Maia, foram as maiores transações do ano na região, colocadas pela Predibisa, ambas com uma área de mais de 15 mil m2.

Graça Ribeiro da Cunha, responsável da Predibisa para a área dos Escritórios, refere: “ O ano de 2018 foi muito representativo no segmento de escritórios no Grande Porto, confirmando o elevado dinamismo no ciclo de procura ao longo dos meses, facto que originou um acentuado incremento no número de transações. Se do lado da procura temos assistido a um crescimento alavancado pelas multinacionais, que elegem cada vez mais o Grande Porto para se instalarem, também as empresas já instaladas, mas em fase de crescimento, têm interesse em se deslocalizarem para edifícios com melhores infraestruturas.” 

Forte atratividade do Porto no mercado de procura de escritórios

Ao longo dos quatro trimestres do ano passado, no Porto, mais especificamente na Boavista (zona 1) e considerada zona prime, foi onde se concentraram o maior número de negócios (19), num total de 14.618 m2 transacionados. Constatámos também que Matosinhos (zona 6) e Maia (zona 5) foram os concelhos da Área Metropolitana do Porto com grande dinâmica no segmento, no que respeita aos maiores negócios em termos de ocupação de área. As maiores transações de 2018 na região asseguradas pelas Predibisa, ambas com uma área superior a 15 mil m2 dizem respeito ao edifício Urbo Business Center, em Matosinhos, com a instalação do BNP Paribas, e ao  novo centro tecnológico de I&D do Prozis Group, na Maia.

A mudança de edifício e a expansão das empresas foram as principais motivações para a ocupação de área em 2018, num total de 44 negócios identificados, 26 dos quais realizados pela Predibisa Corporate. Os setores mais representativos foram o das “Energias Renováveis e Ambiente”, com o maior número de operações, seguido pelas “TMT’s & Utilities” e o setor de “Serviços Financeiros”, com o maior volume de área ocupada.

Atualmente, a Predibisa está envolvida em três grandes projetos, como é exemplo o POP – Porto Office Park, um edifício novo projetado de raíz, em construção junto a Francos, e que resultará em mais 31 mil m2, a partir de setembro de 2019; a reabilitação do edifício do Palácio dos Correios, nos Aliados, com 17 mil m2 de área bruta locável e que estará pronto no último trimestre deste ano, e o projeto de expansão da Lionesa, em Leça do Balio, que  vai possibilitar a duplicação da oferta atual nos próximos anos.

Já o edifício BOC – Boavista Office Center, um edifício totalmente reabilitado foi colocado na sua totalidade em 2018 e será integralmente ocupado no início deste ano por uma só empresa, tendo reduzido em menos de 8 mil m2 de oferta neste segmento na Boavista, aquela que é considerada zona prime do Porto. A responsável da Predibisa considera, no entanto, que “estes projetos não serão suficientes para abranger a elevada procura por parte de novas empresas sobretudo multinacionais, que procuram o Porto como alternativa a outras cidades europeias, ou a deslocalização de empresas que se encontram mal instaladas e em fase de expansão.”

Medidas anti-terrorismo reforçadas para noite de passagem de ano no Porto

Há algumas ameaças normalmente identificadas para este tipo de eventos, nomeadamente eventos que comportam grandes multidões. Elas foram identificadas. Em termos de Plano de Segurança estão previstas medidas para mitigar as ameaças. A nível global, em termos dos serviços de inteligência, não temos elementos adicionais que nos mereçam alguma preocupação adicional em relação a eventos de anos anteriores, nomeadamente a questão da ameaça terrorista”, revelou o superintendente-chefe da PSP do Porto, Pereira Lucas.

Segundo aquele responsável, para além das barreiras que impedem a circulação automóvel, este ano serão aplicadas “duas ou três” medidas de segurança adicionais, fruto da evolução dos modos de atuação dos grupos terroristas.

“Não irei referir quais são para não dar ideia, mas, neste momento, se analisarem o contexto no último ano a nível de atuação por parte de algumas organizações há algumas modalidades novas. Em relação a essas foram tomadas também medidas”, acrescentou.

O superintendente-chefe da PSP do Porto excluiu, contudo, a colocação de torniquetes de revista de pessoas no acesso à avenida, explicando que as forças de segurança estarão particularmente atentas aos perfis de risco devidamente identificados, atuando em conformidade caso estes sejam detetados.

“Em termos de procedimento normal para todas as pessoas que vão aceder [aos Aliados] não existirão medidas de revista”, disse, acrescentando que se o dispositivo policial no terreno encontrar um “perfil de risco” serão tomadas medidas, que poderão passar pela contenção, revista e, se for o caso, a sua retirada do espaço.

Esta ideia foi reforçada pelo presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, que, na conferência de imprensa que reuniu esta manhã no quartel dos Sapadores Bombeiros do Porto forças de segurança, responsáveis da proteção civil e de mobilidade, lembrou que, ao longo dos últimos cinco anos, as medidas de segurança têm sido adequadas ao crescimento da noite de passagem de ano.

“Hoje temos muito mais pessoas, temos uma exigência maior daquilo que são as infraestruturas da cidade e temos vindo a fazer essa adequação permanente. Nós estamos convencidos que as pessoas, dentro dos riscos inerentes a qualquer evento desta natureza, possam estar tranquilas. Não adotamos, de facto, esse modelo de fiscalização, se quisermos de torniquete, a cidade não está habituada a torniquetes, aliás temos um metro que não tem torniquetes”, declarou.

Ainda de acordo com a PSP, a operação decorrerá entre as 20:00 de segunda-feira e as 17:00 de terça-feira, estando previsto o encerramento de vários espaços como bares e rulotes amovíveis por volta das 04:00.

Previsto está ainda o reforço da operação da CP, Metro do Porto e STCP e a participação da plataforma MyTáxi, que este ano se associa ao plano de mobilidade para a passagem de ano.

A autarquia alertou ainda para os condicionamentos de trânsito já a partir de sábado, aconselhando as pessoas a deixarem o carro nos parques de estacionamentos na periferia (parques da Casa da Música, do Campo Alegre e do Estádio do Dragão) e a usarem os transportes públicos para efetuarem o restante percurso até ao centro da cidade.

Para quem decida deixar o carro nestes parques, e mediante a apresentação do título de viagem Andante já validado, o valor a pagar será de apenas 95 cêntimos por 12 horas.

A avenida dos Aliados será o local principal dos festejos da noite de passagem de ano, recebendo o tradicional espetáculo de fogo de artifício, lançado às 00:00 a partir do edifício da Câmara do Porto, e um concerto do músico Pedro Abrunhosa.

Além dos Aliados, a noite de passagem de ano terá ainda mais três palcos alternativos: largo Amor de Perdição (Cordoaria), praça Gomes Teixeira (leões) e praça dos Poveiros.

LUSA

Porto recebe curso de professor de Yoga de Jean-Pierre de Oliveira

Jean-Pierre de Oliveira, fundador do Yoga-Spirit ruma até ao norte para dar o seu primeiro Curso de Hatha Yoga Funcional no Porto.

Após várias solicitações vindas da cidade invita, o consultor de Yoga brinda os portuenses com curso com duração anual, que se inicia a 5 de Janeiro, dirigido a quem quer ter uma aprendizagem aprofundada na matéria e abraçar uma carreira ligada ao Yoga, cada vez mais em voga em Portugal.

Entre os objetivos gerais deste curso, cuja 11ª Edição irá decorrer na Pousada de Juventude do Porto, está conhecer o mundo do yoga as suas linguagens e ideologias, dominar as técnicas e metodologias para praticar e dar aulas de forma segura e responsável, assim como aprender os conhecimentos essenciais para se prosseguir no estudo do yoga e dar aulas.

“O Yoga que proponho é um Yoga funcional.

Mais do que uma reprodução da postura perfeita, procuro que o aluno encontre a possibilidade de expressar a sua própria criatividade.

Todas as pessoas são diferentes, todos os corpos são diferentes: assimétricos, com mais ou menos flexibilidade, mais ou menos sensibilidade.

Não há dois corpos iguais, não há duas formas de sentir idênticas. Não podem existir duas representações iguais da mesma postura.

A sua prática de yoga não deve fazer de si algo que não é, mas sim estimulá-lo para que se torne a melhor versão possível de si mesmo. No Yoga aprendemos a ser sinceros e dedicados, primeiro connosco, e com o tempo, com os outros”.

Cidade do Porto acolhe Fórum Económico Portugal – Angola

Tendo como ponto alto os discursos do Presidente da República de Angola, João Lourenço, e do Primeiro-ministro de Portugal, António Costa, o Fórum Económico Portugal – Angola teve como objetivo analisar as relações económicas e empresariais bilaterais e ser um ponto de encontro entre empresários portugueses e angolanos, contribuindo para o desenvolvimento conjunto das economias de Portugal e de Angola.

 

 

Com a intervenção do Ministro dos Estrangeiros da República portuguesa, Augusto Santos Silva, e o Ministro da Economia e Planeamento da República de Angola, Pedro Luís da Fonseca, debateu-se o presente e o futuro das relações bilaterais, com referência ao contexto macroeconómico e as reformas em curso para o aumento da competitividade da economia angolana.

Por sua vez, os Presidentes da AICEP e AIPEX intervieram no Fórum falando das oportunidades de investimento e estabelecimento de parcerias.

“Nós empresários temos de saber que a relação entre dois irmãos tem momentos bons e maus”, afirma Paulo Gaspar, Presidente da AAPCIL, referindo-se à parceria estratégica entre Portugal e Angola e à confiança no futuro.

Por sua vez, Luís Castro Henriques, Presidente da AICEP, reforça que para a AICEP, no que diz respeito ao reforço da cooperação económica, “estamos e estaremos juntos”.

O presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal realçou, ainda, que o presidente de Angola, João Lourenço, reconhece que a sua presença em Portugal é importante para fomentar as relações bilaterais, sendo este um bom momento para os dois países.

No fórum estiveram presentes mais de 800 empresários, “o que demonstra que está manifestamente nas prioridades das empresas e da AICEP reforçar a cooperação económica entre Portugal e Angola”.

“Nós, enquanto AICEP, pretendemos continuar a fomentar os negócios tendo em conta a importância da diversificação como uma oportunidade para as empresas”, afirma Luís Castro Henriques.

Numa segunda parte, com dois painéis altamente enriquecidos, foi a vez do Diretor do Projeto Agrícola COOPLACA, Rui Cruz, do Presidente da AAPCIL, Paulo Gaspar, e de Diogo Rebelo da Teixeira Duarte, abordarem questões relacionadas com a agricultura, pescas e indústria, bem como infraestruturas e logística.

O Fórum Económico teve ainda como convidados António Mota da Mota-Engil, Paulo Nóbrega da PROGEST e Paulo Nunes de Almeida, Presidente da Associação Empresarial de Portugal e Vice Presidente da Confederação Empresarial de Portugal.

Por fim, e antes de uma visita da comitiva empresarial de Angola à Feira EMAF a decorrer na EXPONOR, foi a vez do Primeiro-Ministro português, António Costa, e do Presidente de Angola, João Lourenço, agraciarem o público com um discurso onde enalteceram a importância da cooperação entre Portugal e Angola e os feitos que já estão a decorrer nesse sentido.

“JOÃO LOURENÇO, GRANDE AMIGO E PARCEIRO DE PORTUGAL”

Transmitindo uma mensagem de confiança, António Costa realçou que hoje as relações políticas e de negócios entre os dois países encontram-se ao seu melhor nível como bem demonstra esta visita do Presidente de Angola, João Lourenço, e como demonstra também a visita do Presidente da República Portuguesa a Angola no próximo ano. Confiança foi a palavra de ordem neste fórum, onde António Costa reforçou o notável o trabalho que tem vindo a ser feito por ambas as partes que assumiram as consequências das dificuldades das graves crises económicas.

A verdade é que Angola assumiu já 90 milhões em dívida certificada a empresas portuguesas. O ministro das Finanças de Angola, Archer Mangueira, avançou com esta estimativa na abertura do Fórum Empresarial Angola-Portugal, adiantando que tenciona fechar a parte maioritária do processo de certificação de dívidas a empresas portuguesas.

“Podemos e devemos confiar nas autoridades angola relativamente ao cumprimento das obrigações assim como, naturalmente, as autoridades angolanas devem confiar nas empresas portuguesas para o cumprimento das obrigações que têm com o estado angolano”, disse o primeiro-ministro português.

Com as relações diplomáticas entre Portugal e Angola a regressarem ao normal, o reforço de 50% da linha de financiamento da Convenção Portugal-Angola, para um total de 500 milhões de euros, é considerado um dos instrumentos criados para restabelecer a confiança dos empresários portugueses no mercado angolano.

Uma segunda mensagem deixada pelo primeiro-ministro direcionou-se para a razão da escolha do norte do país e da cidade do Porto para a realização deste fórum. Tendo por base o quadro da grande aposta que Angola está a desenvolver, tendo em vista a diversificação da sua base económica, “o apelo de hoje é dirigido aos pequenos e médios empresários que são absolutamente imprescindíveis para poderem ser parceiros dessa diversificação da economia angolana”, realça António Costa.

“Quando falamos de Angola falamos também de uma enorme oportunidade para novos tipos de empresas, novos setores que devem acompanhar o esforço do governo angolano e do presidente João Lourenço para participarmos no grupo de trabalho de investigação da economia angolana”.

António Costa referiu, ainda, que não podia existir um melhor sinal daquilo que é a relação única que Portugal em Angola mantêm do que a presença neste seminário da presença de mais 800 empresas. “É muito claro que quando se trata de Angola é fácil mobilizar o interesse e o entusiasmo dos empresários portugueses”.

“SEJAM, POIS, BEM-VINDOS A ANGOLA”

No quadro da visita de estado que o presidente angolano realizou a Portugal, reputou de grande importância este encontro com os empresários e homens de negócios portugueses que podem ajudar no importante papel de reforço das relações de cooperação económica entre os dois países. “Pelas imensas riquezas por explorar e pelas vastas oportunidades de negócios que Angola oferece, pelo conhecimento que muitos empresários portugueses têm da realidade angolana, pela complementaridade das respetivas economias, reiteramos o nosso convite permanente para o investimento privado direto de empresas portuguesas no nosso país”, avançou João Lourenço.

Angola tem hoje uma nova visão sobre o papel e a importância do setor empresarial privado e do investimento estrangeiro na nossa economia. “Que o nosso relacionamento não se restrinja apenas ao comércio, mas que se traduza em investimentos de médio e longo prazo em setores-chaves da economia, de modo a gerar mais empregos, superar as enormes carências ainda existentes e dinamizar o progresso social e desenvolvimento no interesse dos dois países”, disse o presidente angolano.

Muitos empresários portugueses que operam em Angola são bem-sucedidos, apesar das dificuldades atuais que o país enfrenta. O sucesso advém do seu empenho e do seu engenho. “Apreciamos bastante as características dos homens de negócios portugueses por serem capazes de realizar com êxito objetivos importantes que para muitos outros se revelariam inalcançáveis”, acrescentou.

E deixa uma mensagem: “reforço o meu convite para que se interessem pelo mercado angolano e invistam sem hesitação. Tenho a certeza que no final seremos todos ganhadores. Sejam, pois, bem-vindos a Angola. Esperemos que se juntem aos cerca de 150 mil cidadãos portugueses que já vivem e trabalham em Angola, ajudando no desenvolvimento e crescimento do nosso país”.

Ukranian Film Days: Mostra de Cinema Ucraniano mostra-se no Porto

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11 de Dezembro

18 horas:  A Guerra de Quimeras

Anastasiia Starozhitska, Mariia Starozhitska, Ucrânia, 201, Documentário, 94’, M16

A história de guerra, amor e morte, documentada em primeira mão por quem viveu os eventos. Fora do ecrã e no ecrã estão os dois – um rapaz e uma rapariga. Ele voluntareou-se para ir na frente, ela chega depois da batalha. Ele foi para o caldeirão de Ilovaysk, perdeu os seus grandes irmãos-soldados. Ela, enquanto viajava por cidades em ruína, lutava para compreender a essência da guerra e do amor.

21 horas: Quando as Árvores Caem

Marysia Nikitiuk, Ucrânia/Polónia/Macedónia, 2018, Ficção, 88’, M16

A história de Vitka uma pequena rapariga rebelde, da sua prima e namorado – Larysa e o jovem criminoso Scar – numa aldeia da Ucrânia. Depois da morte do pai, Larysa sente-se perdida. Enquanto anseia tornar-se independente, a comunidade da aldeia ostraciza-a por estar apaixonada por Scar. Larysa descobre que a sua avó sacrificara o amor por um jovem cigano, abandonando-o pelos valores tradicionais e por culpa das opiniões de outros.

12 de Dezembro

18 horas: A Guerra de Quimeras

Anastasiia Starozhitska, Mariia Starozhitska, Ucrânia, 2017, Documentário. , 94’, M16

A história de guerra, amor e morte, documentada em primeira mão por quem viveu os eventos. Fora do ecrã e no ecrã estão os dois – um rapaz e uma rapariga. Ele voluntareou-se para ir na frente, ela chega depois da batalha. Ele foi para o caldeirão de Ilovaysk, perdeu os seus grandes irmãos-soldados. Ela, enquanto viajava por cidades em ruína, lutava para compreender a essência da guerra e do amor. Os dois falam abertamente sobre os seus sentimentos durante a guerra, escapando ao caldeirão, numa tentativa de viverem juntos depois, e uma viagem dos dois à linha da frente.

21 horas: De cabeça “

Marina Stepanska, Ucrânia, 2017, Ficção , 105’, 16+

“De Cabeça” é uma história sobre a geração pós-revolucionária de jovens Ucranianos à procura do seu lugar numa Ucrânia moderna. Segue duas pessoas desnorteadas que se encontram num momento crucial das suas existências e experienciam alguns dias de felicidade juntas.

 

Dia Mundial do Fado celebra-se no Porto, na Livraria Lello

No Dia Mundial do Fado, a Livraria Lello celebra a mais emblemática e reconhecida expressão musical portuguesa, com uma proposta original e irrepetível.

O Fado tem com o Porto uma ligação ímpar. São marcos históricos o nascimento da Guitarra Portuguesa, a edição do primeiro Método de Guitarra Portuguesa ou as primeiras gravações de Fado em Portugal. Também algumas das maiores figuras deste género musical são oriundas da Invicta, tais como Joaquim Pimentel, Tony de Matos, José Fontes Rocha ou Beatriz da Conceição. E finalmente, grandes nomes portuenses da literatura escreveram para o Fado ou foram cantados por fadistas: Pedro Homem de Mello, Sophia de Mello Breyner Andresen e Vasco Graça Moura, para citar apenas alguns.

Neste concerto, o objetivo é não só (re)descobrir estes protagonistas e seus legados, mas também pôr em evidência a inquietação e criatividade que resistem matricialmente nos artistas do Fado no Porto.

É desta forma arrojada, “à moda do Porto”, que a Livraria Lello – lugar de liberdade e expansão cultural e símbolo do espírito da gente da cidade do Porto, resistente e dinâmico – entende comemorar o Fado, música de liberdade, resistência e subversão.

Ao evento deverão associar-se Tunas Académicas de todo o país que cantarão o Fado da Livraria Lello. O evento conta com o apoio da Super Bock, que presenteará as tunas presentes com um prémio especial.

Livraria Lello, 27 Novembro 2018, 21:30

Duração aprox. 1h30

Entrada livre (limitada à capacidade do espaço)

Tecnologia ‘made in’ Portugal que ajuda os idosos a serem mais autónomos presente na maior feira do setor médico

A MEDICA, a maior feira médica do mundo abriu portas em Düsseldorf, na Alemanha, de 12 a 15 de novembro, e reuniu mais de 5.000 expositores internacionais que apresentaram os seus novos produtos e aplicações inovadoras no âmbito do setor médico. O GoLiveClip, um dispositivo que permite ao utilizador alertar contactos de emergência através de um botão de alerta, regista a atividade física diária, e consegue detetar e até avaliar o risco de quedas, foi um dos produtos inovadores presentes neste feira.

Com o aumento da expectativa de vida dos portugueses, as novas tecnologias apresentam-se como uma ferramenta indispensável para a melhoria da qualidade de vida dos idosos. Foi a pensar nisto que a Fraunhofer Portugal AICOS se tem vindo a focar na criação de soluções de investigação aplicada no âmbito do Ambient Assisted Living (AAL).

O dispositivo wearable é um dos resultados deste esforço. Este dispositivo está ligado à GoLivePhone app, já disponível no Google Play (compatível com smartphones com Bluetooth e Android 5.1, ou mais recente), que oferece várias funcionalidades, como chamadas para contactos de emergência, alertas para a toma de medicamentos, e localização GPS, entre outras.

A tecnologia que serviu de base a este produto foi desenvolvida na Fraunhofer Portugal AICOS. O Smart Companion, uma aplicação Android desenhada especificamente para colmatar as necessidades da população sénior, e os Pandlets, sensores de movimento para dispositivos sem fios, que permitem a monitorização de atividade física, a deteção de quedas, e localização por GPS, foram ambos desenvolvidos no centro de investigação do Porto.

O lançamento deste produto reforça o papel do Fraunhofer Portugal AICOS como um forte parceiro da indústria, capaz de levar a cabo investigação aplicada com utilidade direta para os seus parceiros e clientes, e contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos seus utilizadores finais.

Entre mais de 5.000 mil expositores presentes na MEDICA, o dispositivo wearable GoLiveClip mereceu destaque por parte de um dos jornais mais reputados da Alemanha, o Bild, que o distinguiu como uma das soluções mais interessantes da feira. O artigo do jornal, abordou uma das principais vantagens do GoLiveClip: o facto de ajudar a resolver os problemas dos pacientes e, simultaneamente, diminuir o esforço diário dos profissionais de saúde.

Sobre a Fraunhofer Portugal

A investigação de utilidade prática está no centro de todas as atividades desenvolvidas pela Fraunhofer Portugal.

Fundada em 2008 – e resultando de uma colaboração de longo prazo em Ciência e Tecnologia entre Portugal e a Alemanha – a Associação Fraunhofer Portugal Research promove e coordena a cooperação entre os seus centros de investigação, outras instituições de investigação e parceiros industriais, com o objetivo de levar a cabo investigação aplicada com utilidade direta para empresas privadas e públicas, originando benefícios para a sociedade como um todo.

A missão da Fraunhofer Portugal materializa-se, atualmente, através do centro de investigação Fraunhofer Portugal Research Center for Assistive Information and Communication Solutions (FhP-AICOS), localizado no Porto e surgido em 2009 no seguimento de uma parceria entre a Sociedade Fraunhofer (Fraunhofer-Gesellschaft), a Fundação para a Ciência e a Tecnologia e a Universidade do Porto.

Adotando o bem-sucedido modelo de negócio operado na Alemanha pela Fraunhofer-Gesellschaft, a Fraunhofer Portugal apoia o desenvolvimento económico e promove o bem-estar social, ao contribuir para a melhoria da qualidade de vida das populações.

Livraria Lello apresenta o melhor da tradição portuguesa com a coleção Rituais com Máscara

No dia de 17 de Novembro, e a partir das 15h00 será possível assistir à enérgica e calorosa apresentação dos Pauliteiros de Miranda do Douro e ainda de dois grupos de Máscaras de Mogadouro.

A coleção “Rituais com Máscara” pretende dar a conhecer as práticas festivas que envolvem o uso da máscara, valorizando costumes e reconhecendo ritos ancestrais como parte da génese das regiões e identidade das populações.

Ainda durante a tarde de Sábado, a Livraria Lello e os seus leitores terão a oportunidade de conhecer as práticas festivas das regiões de Miranda do Douro e de Mogadouro num debate, que começa às 17h00, sobre as várias características e rituais retratados nos livros.

Contaremos com a presença dos autores Antero Neto, Alfredo Cameirão e Mário Correia, não podendo deixar de mencionar a presença dos Presidentes da Câmara das duas regiões.

Proposta de Orçamento para 2019 aprovada em Assembleia Municipal do Porto

Na intervenção inicial, o presidente da Câmara do Porto, o independente Rui Moreira, sublinhou que este orçamento “resulta da vontade da maioria”, e elogiou os contributos da CDU e do PAN que viram algumas das suas propostas serem acolhidas.

“Merece destaque o espírito construtivo e a forma realista e sistemática com que a CDU e o PAN encaram este direito de oposição, apresentando presencialmente, mas também sistematizando por escrito, propostas que não violentaram os princípios políticos de uma governação onde não estão representados”, afirmou.

Na resposta, o deputado do PSD Francisco Carrapatoso disse que “se havia alguma dúvida quanto ao sentido de voto do PSD, ela foi dissipada e esclarecida pelo teor das grandes opções do plano, e sobretudo pela critica dada ao PSD, ao elogiar apenas o sentido responsabilidade e o espírito democrático da CDU e do PAN”.

Para o social-democrata, há muito que separa este executivo do PSD, nomeadamente este orçamento que, sublinhou, padece de quatro vícios: o aumento brutal das despesas correntes, o financiamento destas despesas que se traduz num aumento da carga fiscal, a manutenção de excedentes orçamentais e a taxa de execução.

Críticas que Rui Moreira apelidou de “ciúmes”, acusando o PSD de ter ciúmes da oposição, mas sobretudo da sua governação enquanto presidente da autarquia.

“Em vez de fazer investimentos, os senhores andaram a pagar indemnizações muitas vezes por maus atos de gestão e, repare, eu compreendo o seu problema com as obras, é que os senhores iam fazer o Palácio de Cristal com uma parceria público-privada e quando nós lá chegamos não havia nada. Do [mercada do] Bolhão prefiro nem falar. O terminal intermodal assinaram um acordo com o governo, quando lá chegamos não havia um prego (…) mas fizeram obra, deitaram abaixo três bairros. Ai isso deitaram”, afirmou.

Também o deputado do PS Serafim Gomes teceu duras críticas ao orçamento, anunciando um “novo fracasso” em 2019 como ano dos “investimentos em atraso”.

“Em média, naqueles quatro anos, os investimentos ficaram-se em menos 44% do que o prometido, sendo que a situação só não foi pior porque a Domus Social, conduzida por Manuel Pizarro, respondeu nesse período por 41% de investimento realizado. Não vale a pena tapar o sol com a peneira. O investimento municipal destes últimos anos quedou-se muito aquém do prometido e do que a cidade precisava”, defendeu.

A deputada Susana Constante Pereira, do Grupo municipal do Bloco de Esquerda, sublinhou que este orçamento “parece o orçamento das grandes empreitadas, onde não cabem as pessoas” e onde não são garantidos os direitos sociais, nomeadamente o direito à habitação, “que neste momento é uma emergência na cidade”.

“Para resolver esse problema quem não vou contratar é o vereador Robles”, respondeu Rui Moreira.

Também o deputado do movimento de Rui Moreira, “Porto, o Nosso Partido’, Raúl Almeida mostrou-se “espantado” com o “breviário nacional” do Bloco de Esquerda, lembrando o Bloco que não pode lavar a sua responsabilidade, imputando à Câmara do Porto aquilo que é da responsabilidade do governo.

Já o PAN e a CDU consideraram que este orçamento contém medidas positivas, ainda que no caso dos comunistas se mantenham algumas divergências “profundas”, nomeadamente quanto à estratégia para o estacionamento na cidade ou sobre o modelo do fundo do Bairro do Aleixo.

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