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Porto: comida vegetariana e prendas sustentáveis no Veggie Christmas Market

(Fotografia: Igor Martins/Global Imagens

Não há fim de semana durante o mês de dezembro que não tenha um mercado de Natal agendado. Mas o Veggie Christmas Market & Espumanteria Portuguesa, que arranca já esta sexta, tem a particularidade de apresentar apenas comida vegan e vegetariana, bem como sugestões sustentáveis para prendas de Natal.

O mercado, que resulta de uma parceria entre a companhia aérea e a organização do Veggie Fest, decorre de 13 a 15 de dezembro, no Antigo Museu do Vinho do Porto, no Cais Novo, e a entrada é gratuita.

Durante três dias, os visitantes vão ter a oportunidade de conhecer produtos sustentáveis e ecológicos, como cosmética natural biológica das marcas OMASSIVeganCare e Bio Bazaar, e os tote bags, t-shirts e canecas, com mensagens sobre animais e veganismo, da Respiramor.

Para aconchegar o estômago, as opções passam pelos donuts vegan da DUH! Vegan Donuts, a pastelaria vegan da Capuchinho Verde, da Cravo e Canela, queijos vegetais e sorvetes. Para acompanhar tudo isto, há uma seleção de insígnias de espumantes convidadas pela Espumanteria Portuguesa.

Uma das marcas presentes é a ovo-vegetariana Garden Gourmet, da Nestlé, que chegou em setembro ao mercado português com nuggets, almôndegas e hambúrgueres, entre outros produtos. Quem quiser aprender algumas dicas sobre como preparar refeições vegetarianas, pode participar no workshop do espaço da marca.

Horário:
Sexta: 17h às 23h
Sábado: 11h às 22h
Domingo: 11h às 19h

 

Texto evasões.pt
https://www.evasoes.pt/zdestaque-principal/porto-veggie-christmas-market/830266/

Estratégia Local de Habitação do Porto “não corresponde à dimensão do problema”, diz PS

Foto Agência LUSA

O PS Porto disse esta segunda-feira que a Estratégia Local de Habitação (ELH) é insuficiente e não corresponde à dimensão do problema, defendendo que o problema da habitação na cidade não se revolve com mais 200 casas em cinco anos.Devo dizer que na nossa avaliação podia ter ido mais longe. (…) porque o próprio documento reconhece o facto de ser indispensável, para o aproveitamento das oportunidades no âmbito do primeiro direito, uma estratégia local de habitação, nesta matéria não há nenhum impedimento que a Câmara do Porto aproveitasse esta oportunidade para fazer uma reflexão mais vasta (…) nomeadamente sobre o outro braço disto que é a questão da habitação a custo acessível”, afirmou Manuel Pizarro na reunião do executivo.

O vereador socialista considera que aquilo a que a autarquia se propõe “é relativamente pouco”, tendo em conta que o stock de 3.000 casas que o município se propõe assegurar até 2025, 1.200 “são casas que a câmara já disponibilizaria”. “São aquelas que em cada ano são reabilitadas nos bairros em função da sua desocupação. Não é stock habitacional adicionado. E estas não chegam para repor o número de processos que em cada ano a Domus [Social] aceita de novo”, afirmou.

“O problema do acesso à habitação por parte das pessoas com más condições económicas e com carência habitacional na cidade do Porto não se resolve com um aumento da oferta de 200 casas por parte da câmara em cinco anos”, acrescentou Pizarro, defendendo que é precisa mais iniciativa nesta matéria.

O socialista criticou ainda o nível de investimento do município que prevê investir cerca de 48 milhões de euros, 15 milhões dos quais que são já um investimento “de rotina” para o município na reabilitação das casas que ficam devolutas nos bairros. “Não corresponde à dimensão do problema”, sublinhou o vereador.

A Estratégia Local de Habitação (ELP) do Porto foi aprovada esta segunda-feira com a abstenção do PS, PSD e CDU que também manifestaram preocupação para com o problema da habitação na cidade. Para a vereadora da CDU, Ilda Figueiredo, apesar de importante, este documento que assenta numa legislação de políticas de habitação que procura remeter para os municípios a responsabilidade da habitação social, visa facilitar o acesso ao financiamento no âmbito do programa “1º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação”, contudo, não é uma resposta a “todo o problema da habitação” na cidade.

Já o vereador do PSD, Álvaro Almeida, disse concordar com a opção “por modelo hídricos” onde há parcerias com privados, mas justificou a sua abstenção com a existência de divergências profundas em matéria de habitação, nomeadamente sobre a utilização de dinheiros públicos para aquisição de imóveis privados.

Por outro lado, o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, sublinhou que, segundo os dados do Eurostat, no que diz respeito à habitação e infraestruturas coletivas a administração pública local tem um esforço de 91,3%, quando na União Europeia é de 54%.

Já o vereador da Habitação e Coesão Social, Fernando Paulo, reconheceu que “aquilo que é definido pelo Governo no âmbito da nova geração de políticas de habitação e no que ao [programa] 1º Direito diz respeito, fica, de facto, muito aquém para resolver de uma forma estrutural os problemas de habitação”.

Este documento, explicou Fernando Paulo, serve para a autarquia poder aceder ao financiamento no âmbito do programa 1º Direito, contudo, ressalvou, a autarquia não vai alterar a sua política municipal de habitação.“Este é um instrumento financeiro que é posto à disposição e que não é suficientemente atrativo para a câmara deixar de prosseguir a sua política de habitação”, defendeu. Também o vereador do Urbanismo, Pedro Baganha salientou que a política de habitação do município não se esgota nesta estratégia.

Texto Agência LUSA

Predibisa e LUXIMOS Christie´s lançam “V Porto”, a essência da cidade com vista sobre o Douro

Promovido pela AVENUE e com projeto de arquitetura da autoria do arquiteto Arnaldo Brito, o “V Porto” é comercializado pelas consultoras Predibisa e LUXIMOS Christie´s, distinguindo-se pela localização privilegiada, com vistas sobre o Douro, pela qualidade de construção e nobreza dos materiais, mas também pela vivência única proporcionada pelos terraços e varandas espaçosos, ginásio, campo de padel e zonas ajardinadas privativas.

Localizado na rua D. Pedro V, entre os amplos espaços verdes do Palácio de Cristal e a belíssima marginal do Douro, este empreendimento, que começa agora a ser comercializado, é composto por 82 apartamentos e 16 villas, com preços a partir de 195.000 euros. Os apartamentos, com tipologias entre T1 e T4, possuem áreas entre os 52 e os 220 metros quadrados, tendo pelo menos um lugar de estacionamento. As villas Duplex, com áreas entre os 72 e os 166 metros quadrados, são maioritariamente T2, com áreas generosas, varandas e terraços, entrada direta a partir da rua, usufruindo assim de uma privacidade ímpar.

“O empreendimento V Porto é uma oportunidade verdadeiramente exclusiva e que, por certo, trará uma nova geração de famílias para esta zona da cidade. A localização, a qualidade superior de construção e as múltiplas experiências proporcionadas pelas suas valências exclusivas farão, certamente, com que este seja mais um caso de sucesso no portefólio da Predibisa”, afirma Joana Lima, responsável da consultora pela instrução.

Já Ricardo Costa, CEO da LUXIMOS Christie´s sublinha que “O Condomínio Privado V Porto é o projeto que faltava na cidade. O conceito de condomínio fechado, com infraestruturas para usufruto dos moradores e espaços para as crianças brincarem ao ar livre e em segurança, é muito procurado. Acresce que o V Porto oferece esse modelo de vida, com um design muito atrativo e localização premium no centro do Porto. Apesar de todo o esplendor deste condomínio, as vistas sobre o rio Douro são o seu maior trunfo e confundem-se as fotografias mais emblemáticas que projetam a cidade do Porto pelo mundo inteiro.”

Viver no V Quinto Porto é usufruir de piscinas privadas nos pisos superiores e de excelentes terraços nos apartamentos do rés-do-chão. As vastas zonas ajardinadas e os equipamentos de diversão no jardim são ideais para que as crianças possam brincar em segurança. Para quem não dispensa a atividade física, o ginásio e o campo de padel são perfeitos para fazer exercício praticamente em casa. A marginal, ali tão perto, convida ao jogging e a passeios de bicicleta, que pode ser guardada no parqueamento especial do V Porto. O lazer está a dois passos, quer seja no renovado Super Bock Arena / Pavilhão Rosa Mota ou na Casa da Música. Os restaurantes da marginal, Baixa e Boavista ficam a uma distância bastante confortável, tal como as zonas comerciais.

A facilidade de acessos é outro fator a ter em conta para quem diariamente trabalha ou estuda noutras zonas ou até fora da cidade, reduzindo o tempo gasto em deslocações e multiplicando os momentos para usufruir do conforto e do lifestyle exclusivo deste empreendimento com a assinatura da AVENUE. A proximidade das faculdades e outras escolas será, também, importante para quem quer fazer deste local uma casa para que a família possa crescer harmoniosamente. Mix de conforto e modernidade Os materiais premium escolhidos refletem, assim, a sofisticação e a procura pelo bem-estar de quem escolher fazer do “V Porto” a sua casa.

Mais de 160 grávidas caminharam pela Natalidade no Porto

O valor angariado com as inscrições totalizou os 614 euros e a organização da Maratona duplicou o valor e doou um total de 1.228 euros à Associação Vida Norte, uma instituição que se dedica a acompanhar grávidas em situação de dificuldade e a promover a vida e a família.

“Numa altura em que Portugal se apresenta como um dos países com a menor taxa de natalidade da União Europeia, estamos conscientes da importância deste tipo de eventos. Este ano, entregámos, mais uma vez, o dobro do valor das inscrições à associação Vida Norte, que contribui para a melhoria de um grande número jovens grávidas em situações de dificuldade e que nos deixa muito satisfeitos por, de alguma forma, podermos contribuir para esta missão”, comenta Luís Melo, administrador do laboratório sediado no Porto.

Todos os participantes receberam ofertas dos parceiros da BebéVida e foram convidados a participar nas diferentes atividades que decorreram ao longo da manhã. Às grávidas com mais de 17 semanas de gestação

foi ainda oferecida uma sessão de captação de imagem 4D por cinco minutos, que permitiu conhecerem o sorriso dos seus bebés mesmo antes do nascimento.

“Esta é uma iniciativa que nos enche de orgulho e que de ano para ano cresce em número de participantes. Este ano o sol escondeu-se mas isso não impediu que fosse uma edição muito participada e cheia de animação.”, acrescenta o responsável da Bebévida.

Mais de 250 grávidas vão caminhar pela Maternidade no Porto

As inscrições apontam para perto de meia centena de participantes no total, depois de, em 2018, mais de 300 inscritos, dos quais 150 grávidas, terem percorrido 3 quilómetros pela natalidade, aquela que é “A maior maratona das nossas vidas”.

“Este é o ano em que praticamente duplicamos as participações e é para a BebéVida um orgulho muito grande poder contribuir para a celebração da vida e da natalidade do país, o quarto da União Europeia com a mais baixa taxa de natalidade”, afirma Luís Melo, administrador do laboratório sediado no Porto.

“À semelhança do ano passado, vamos novamente doar em dobro à associação Vida Norte o valor angariado com as inscrições. A responsabilidade social corporativa está no nosso ADN e é o nosso contributo para o reconhecimento do trabalho que a associação tem, há mais de 20 anos, feito ao acompanhar grávidas em situação de dificuldade, na promoção da vida e da família”, acrescenta o responsável.

As inscrições devem ser feitas através do site da BebéVida e têm o custo simbólico de €2, a entregar no momento do levantamento do Kit de participação.

Todos os participantes receberão ofertas dos parceiros da BebéVida e poderão participar nas diferentes atividades que decorrem ao longo da manhã. Às grávidas com mais de 17 semanas de gestação será oferecida uma sessão de captação de imagem 4D por 5 minutos, para que possam conhecer o sorriso dos seus bebés mesmo antes do nascimento.

Lapa Lapa: marisco, pizzas e comida saudável à beira-mar

Observador

Descobrir uma zona no Porto que ainda faltasse explorar foi o mote do projeto liderado por Francisco Antunes, dono do Fé Wine & Club e do restaurante Pregar, Luís Américo, Inês Mendonça e Pedro Figueiredo dos restaurantes Cantina 32 e Puro 4050, Tiago Macedo, sócio do restaurante Tripeiro, José Miguel Rebelo do projeto Sushi Lovers, Tiago Begonha e Pedro Teixeira do Jardim da Villa, no Algarve. “É um projeto aliciante que junta quatro experiências na restauração muito diferentes. Esperamos criar uma nova centralidade no Porto, onde o Molhe volta a ganhar força e protagonismo”, explica Francisco Antunes em entrevista ao Observador.

Há duas décadas que esta zona da Foz com vista para o Atlântico “parou no tempo”, permanecem os negócios antigos, mas não saltam à vista novidades e a baixa da cidade tornou-se, assim, a morada preferida para comer, sair e dançar. O grupo quer contrariar isso com um restaurante/bar construído numa pérgola e a um passo da praia do Molhe.

“A restauração mudou muito, o cliente passou a ser mais informado, há muita coisa boa e temos que nos diferenciar de alguma forma”, afirma Francisco Antunes. O Lapa Lapa quer ser apenas o primeiro a modernizar o Molhe, mas não tem medo da concorrência, antes pelo contrário. “No próximo ano vai abrir aqui ao lado um projeto de comida saudável, queremos é que venha mais gente para esta zona e que ela tenha movimento e qualidade”, diz, acrescentando que também em 2020 o grupo terá a concessão da praia e por isso irá dinamizar o areal, servindo bebidas.

Inês Mendonça foi a responsável pela decoração do Lapa Lapa, inspirou-se nos tons quentes de Marrocos para que o conceito de restaurante de praia surgisse mais requintado e confortável. As cadeiras têm o típico padrão às riscas das barracas de praia, as plantas estão pousadas em vasos XXL, as velas têm a cera visível nos castiçais e as madeiras claras imperam em todo o mobiliário. O restaurante é climatizado e tem 45 lugares, sendo que apenas a cozinha e a casa de banho são interiores.

Tataki de pato, francesinha sem bife e um Dom Rodrigo reinventado

A carta tem várias páginas e um conceito amplo de comida. Do marisco à carne na brasa, passando pelas bowls, tártaros e pizzas, as sugestões foram assinadas por Luís Américo, um dos chefs mais versáteis e arrojados da cidade, cara dos restaurantes Cantina 32, Puro 4050, Typographia Progresso ou Boteco Mexicano. Nos snacks, disponíveis a qualquer hora do dia, reinam o tártaro de atum e o tataki de pato nos frios e as puntilhitas com limão, as ameijoas à Bulhão Pato ou os rissóis de camarão da costa nos quentes, sem esquecer as batatas fritas à Porto, com queijo flamengo e molho de francesinha.

Há pizzas, foccacias e criações onde o pão é substituído por massa de pizza, como hambúrgueres, cachorros e até a típica francesinha, que é apresentada sem bife, mas com a famosa salsinha fresca da Salsicharia Leandro, ponto obrigatório no Mercado do Bolhão. Para os mais preocupados com a dieta, as bowls de quinoa, espargos, curgete e abóbora assada, a salada de burrata com tomate cereja, orégãos e azeite ou a sopa fria salmorejo, com tomate, alho e migas de pão vão preencher os requisitos.

Dos pratos confecionados na brasa pode escolher entre a posta de novilho laminada com batata no forno, o bife do lombo com molho bearnês ou o peito de pato com manga fresca, rapas de laranja e linguini salteado. Apresentado num tacho de ferro vai encontrar a moqueca de camarão com arroz de coco, a feijoada de gambas com arroz de coentros ou o arroz caldoso de camarão tigre. No universo das sobremesas, o doce conventual Dom Rodrigo, típico do Algarve, preparado com fios de ovos, canela e amêndoas, é aqui reinventado. Cada um dos sócios dá nome a um Dom diferente que conta com os ingredientes favoritos de cada um.

Em breve o Lapa Lapa irá servir pequenos almoços inspirados em vários países e terá um bar especialista em cocktails tradicionais, com mojitos e caipirinhas.

Fonte: Observador

Porto vai expandir rede pública Wi-Fi que já conta com 300 mil utilizadores

Foto LUSA

São sobretudo portugueses que acedem à internet em praças, ruas e autocarros para aceder a informação sobre a cidade, eventos culturais, trânsito e mobilidade. Eis o perfil do utilizador da rede pública Wi-Fi no Porto, projeto em vigor desde 2018. A Associação Porto Digital, em parceria com a Câmara Municipal do Porto, já permitiu que 300 mil pessoas utilizassem esta rede pública e o objetivo é expandir o serviço.

 O processo de implementação foi realizado em duas fases e “deverá estar terminado em 2020”, avança Paulo Calçada, administrador executivo da Associação Porto Digital. Na primeira etapa, iniciada em 2018, “foi feita uma completa reorganização e modernização da estrutura e equipamentos existentes, tendo já sido feito um investimento inicial na expansão da rede, nomeadamente na zona central da cidade e na zona das praias, em parceria com a Empresa Municipal Águas do Porto”.

Como resultado do arranque, “o número de novos dispositivos mensais ligados à rede quase que triplicou, tendo atingido um valor máximo de 140 mil novas ligações”. Em termos de utilização mensal, o número de utilizadores, considerando os novos dispositivos e os dispositivos que se ligam regularmente, encontra-se perto dos 300 mil e, desde o início do processo de reorganização, a rede suportou perto de 1,5 milhões de dispositivos.

O estudo realizado pela Associação Porto Digital juntou mais 83 mil utilizadores e teve como objetivo avaliar quem, como e por que razões as pessoas recorrem a esta rede, de modo a fornecer informação ao município para melhorar e expandir o serviço.

Segundo o Público, “entre janeiro de 2018 e julho de 2019, foram os portugueses (36%) quem mais acedeu à internet a partir da Porto Digital, seguidos dos ingleses (17%) e espanhóis (7%)”. Ainda sobre os dados recolhidos, o mesmo jornal afirma que “180 mil estudantes de mais de 3400 instituições” usaram o serviço instalado em estabelecimentos de ensino desde janeiro de 2018. Os alunos da Universidade do Porto estão no pódio dos utilizadores, seguidos do Politécnico do Porto.

O administrador da Porto Digital avançou que na segunda fase do projeto, a iniciar ainda este mês de setembro, a rede implementará o conceito de “conectividade imersiva” e será feita uma aposta na expansão significativa da cobertura e na disponibilização de serviços inovadores. De forma a que a rede pública seja ainda mais acessível que estão de passagem, o projeto de expansão e melhoria vai contar com o apoio do Turismo de Portugal e da Associação de Turismo do Porto. A Porto Digital é uma associação privada criada em 2014, que atualmente tem como associados o Município do Porto, a Universidade do Porto e a Metro do Porto.

 

Fonte: LUSA

Porto vai ter um piquenique dançante só com música portuguesa

Foto de Info Porto

Aponte na agenda: no próximo sábado, 7 de setembro, tem de preparar as sanduíches, a limonada e levar uma marmita térmica para manter a água fresca. O destino são os jardins da Casa das Artes e da Casa d’Allen, no Porto, onde acontece mais uma edição do Piquenique Dançante Sobre a Relva.

A partir das 14h30 e durante sete horas atuam vários artistas só de música portuguesa. Conjunto Corona, Glockenwise, O Bom, O Mau e o Azevedo, Ghosts of Port Royal e JP Simões são os nomes que vão marcar presença.

O bilhete custa 14€ e os miúdos até aos 10 anos não pagam desde que acompanhados por um adulto. A entrada para o Piquenique Dançante Sobre a Relva faz-se pelo número 175 da rua António Cardoso.

Fonte: New In Town -Nit

C-DAYS: Especialistas em cibersegurança reunidos no Porto

780 participantes, perto de 80 conferencistas, 47 sessões, 28 parceiros, mais de 15.500 visualizações em redes sociais, cobertura por 12 OCS e 50 pessoas do staff. Isto são apenas números, mas que exemplificam e bem a dimensão e a relevância do evento e que ano após ano tem marcado uma nova forma de estar e, acima de tudo, um novo paradigma assente em três pilares: pessoas/tecnologias/processos.

Foram diversos os momentos de atenção no C-Days, mas o mais marcante e relevante passou pelo lançamento do Quadro Nacional de Referência para a Cibersegurança, que, segundo Lino Santos, Coordenador do Centro Nacional de CIbersegurança, “era algo que define o que deve ser realizado para o presente e futuro”, comprometendo-se, com a sua equipa, a continuar a trabalhar e a apresentar ferramentas sobre o “como deve ser realizado”, afirmou, lembrando que este foi também um certame que “chamou” a comunidade mais jovem, especificamente nas sessões mais técnicas. “Foi uma surpresa e demonstra o interesse dos mais jovens para este tema, o que é bom pois precisamos deles para melhorar a capacidade do nosso país”, salientou Lino Santos.

Lisboa, Coimbra e agora a Invicta, ou a cidade do Porto. Esta tem sido a filosofia do CNCS, ou seja, de apostar numa política de descentralização e assim levar todas as ideias, ferramentas e instrumentos, iniciativas e players a todo o país. “A escolha da cidade do Porto, correlacionada com o tema das pequenas e médias empresas, perspetivava ma forte afluência e foi isso o que aconteceu. Tivemos um público bastante diverso, muitas pessoas da área técnica, mas também pessoas da administração local, de pequenas e médias empresas, e dirigentes da administração pública, o que significa que alcançamos o nosso objetivo que é transformar esta conferência anual num ponto de encontro nacional de referência na área da cibersegurança”, salienta.

Um dos principais focos desta edição, é que a mesma centrou-se mais no universo das PME’s, que, no fundo, são aquelas que mais «sofrem» com todas estas novas dinâmicas da Cibersegurança, da Transformação Digital e das Novas Tecnologias, sendo fundamental que se antecipem problemas que eventualmente possam surgir. “Se pensarmos que a cibersegurança é um tema algo difuso e de difícil compreensão, é natural que as grandes empresas, com os recursos e com a capacidade que têm, beneficiem de uma maior aptidão para responder aos desafios que enfrentam do que as pequenas e médias empresas. Nesta “guerra de recursos escassos”, que são os profissionais de cibersegurança, as pequenas e médias empresas são consideradas o elo mais fraco, são aquelas que vão ter mais dificuldade em encontrar soluções e recursos para os apoiar no seu processo de transformação digital, que vai acontecer mais cedo ou mais tarde”.

Mas, e como é que se antecipam esses eventuais obstáculos e problemas? “Atualmente, existem falta de recursos e de profissionais especializados nesta área. A forma de antecipar o problema é dando referenciais e dizendo exatamente às pequenas e médias empresas o que devem fazer e quais são as melhores práticas, e depois ajudá-las a saber como implementar essas mesmas práticas e a seguir esses mesmos referenciais. Este é um trabalho conjunto entre a academia, o Governo e o setor privado, até porque a fase da sensibilização para a cibersegurança já foi ultrapassada, por isso é que nesta conferência demos enfoque ao passo imediatamente a seguir: e então? O que é que devo fazer?”

Venha a edição de 2020. Onde será? Neste momento a mesma começará a ser trabalhada em meados de Setembro, sendo que o local ainda não foi escolhido para voltar a reunir a grande comunidade de cibersegurança, mas que será, mais uma vez, um enorme sucesso.

O que eles dizem…

“As pessoas estão cada vez mais em alerta”

“Reunir todas estas pessoas do mercado é cada vez mais importante para uma partilha de experiências. A convivência permite-nos perceber a direção que o mercado está a tomar nesta componente da cibersegurança e essa direção vai no sentido da tecnologia edge, no sentido de proteger cada device por si só. Em todas estas movimentações, quando queremos ter tudo interligado entre si, precisamos de ter a perceção a este nível, a perceção da segurança a partir de todos os dispositivos que utilizamos cada vez mais. Todos sabemos que o elo mais fraco é o fator humano e quanto mais cuidado e campanhas de sensibilização existirem melhor é. A massificação destes conceitos através dos meios de comunicação social têm contribuído para isso. As pessoas estão cada vez mais em alerta” – Daniel Ferreira – Fortinet, Regional Sales Manager

“Queremos continuar a promover a cibersegurança”

“Todos os eventos relacionados com a área da cibersegurança são importantes. Infelizmente, em Portugal existem poucos. Este ano há dois eventos importantes no Porto e outro em Lisboa. São importantes para nós enquanto empresas e são importantes para a sociedade. Falta formação de pessoas, formação de jovens, mais sensibilização a nível geral, mas sobretudo a colaboradores das empresas. O CNCS tem feito o esforço bastante notável e a Redshift também tem procurado levar a cabo formações junto dos seus colaboradores. Queremos continuar a descobrir novos produtos, novas soluções e encontrar novas tecnologias para, junto com os nossos parceiros, continuar a promover a cibersegurança” – João Manso, CEO da Redshift Consulting

“As empresas são fundamentais no domínio da cibersegurança”

“Sabemos que o tema da cibersegurança é um tema que afeta muitas empresas, mas também o cidadão comum, por isso é importante que estes eventos sejam organizados em zonas distintas do país para que o tema da cibersegurança consiga chegar a todas as empresas. Podemos partilhar aqui experiências e trocar algumas impressões com clientes e parceiros, fundamental para que as empresas e os cidadãos em geral estejam mais consciencializados para os desafios relacionados com a cibersegurança. As próprias empresas assumem um papel relevante na formação e sensibilização para esta área, mas os meios de comunicação social também têm desempenhado um papel importante para alertar para os problemas relacionados com a cibersegurança que está presente no nosso dia-a-dia, quer a nível pessoal quer a nível profissional” – Pedro Leite, Country Manager da S21sec em Portugal

“A cada edição sinto que o evento está mais apelativo”

“A cada edição sinto que o evento está mais apelativo. O atual coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança é um empreendedor, uma pessoa que sabe fazer e que sabe colocar o seu know-how ao dispor da comunidade da cibersegurança em Portugal. Isso tem vindo a refletir-se e a edição deste ano comprova que uma liderança eficaz consegue alcançar excelentes resultados.

É importante direcionar esta área para as pequenas e médias empresas porque sabemos que as grandes empresas têm equipas de TI com conhecimentos e capacidades para responder aos desafios relacionados com a cibersegurança. As pequenas e médias empresas, e sobretudo as microempresas que são a grande fatia do tecido empresarial em Portugal, não têm essa capacidade e conhecimento, por isso é muito importante alertar e dotá-los do know-how necessário para estarem atentos às fragilidades” – Luísa Gueifão, Presidente do Conselho Diretivo da Associação DNS.PT.

“Este é o trabalho que o país tem de fazer”

“Estes eventos são absolutamente críticos para a área da cibersegurança. Em Portugal temos conhecimento técnico nos centros e investigação e desenvolvimento, nas universidades e nas entidades governamentais. Não temos falta de conhecimento, o que temos falta é de reconhecimento da importância desta área por parte dos utilizadores e das empresas. Este é o trabalho que o país tem de fazer e por isso mesmo estes eventos são cada vez mais fundamentais para a promoção da cibersegurança. Estamos num caminho que se faz lentamente, não somos dos países que estão na frente no que diz respeito ao tema da cibersegurança, mas é um assunto que tem de ser tratado de forma a conciliar a segurança com o conforto do utilizador” – Pedro Paiva – Diretor de Mobilidade Empresarial da Samsung Portugal

Nutricionistas reunidos para debater sobre os serviços de nutrição no SNS

No mês em que se assinala um ano desde a publicação, em Diário da República, do despacho que determina que em cada instituição do SNS deverá existir um serviço de nutrição, a Ordem dos Nutricionistas promove o seminário “Serviços de nutrição nos serviços de saúde”.

A iniciativa decorre na próxima segunda-feira, 08 de julho, pelas 10h30 no Espaço Atmosfera M (Rua Júlio Dinis, n.º 158, Porto).

Este seminário pretende promover uma reflexão em torno da importância dos serviços de nutrição, colocando em cima da mesa questões tão prementes como o valor destes serviços no SNS, com discussão de exemplos de boas práticas implementadas nos hospitais públicos e debate dos desafios do serviço de nutrição nos cuidados de saúde primários.

Será ainda feita a apresentação pública do “Guia orientador para a implementação do serviço de nutrição no SNS” elaborado pela Ordem dos Nutricionistas, de acordo com o Despacho n.º 6556/2018 de 4 de julho, do Ministério da Saúde.

Para a Ordem dos Nutricionistas, o referido despacho veio reconhecer que a organização dos nutricionistas em serviços, seja nos cuidados de saúde primários, seja nos cuidados hospitalares ou continuados integrados traz diferenciação técnico-científica, maior eficácia às intervenções e aumento da exigência e rigor, ou seja, melhores serviços prestados aos utentes e ganhos em saúde.

No entanto, o principal desafio continua a ser a escassez de nutricionistas face às necessidades do país, sendo que para um universo de 10 milhões de cidadãos existem apenas 400 nutricionistas no SNS.

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