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Erdogan venceu presidenciais da Turquia à primeira volta

© Reuters

“De acordo com os resultados, parece que Recep Tayyip Erdogan venceu com maioria absoluta dos votos válidos”, o que lhe permite ser reeleito à primeira volta, disse o diretor do Alto Comité Eleitoral (YSK), Sadi Güven, numa conferência de imprensa em Ancara.

A declaração do dirigente do YSK foi recebida com gritos de alegria na sede do partido do Presidente turco, o AKP, segundo a agência francesa AFP no local.

Güven indicou que 97,7% dos votos foram registados no sistema informático do YSK, precisando que os boletins que ainda não foram contabilizados não eram em número suficiente para retirar a Erdogan a maioria absoluta.

O diretor do YSK não avançou o resultado final das presidenciais, mas a agência noticiosa estatal Anadolu afirma que Erdogan venceu o escrutínio com cerca de 52,5% dos votos, segundo resultados parciais após a contagem da quase totalidade dos boletins de voto.

Os cidadãos turcos votaram no domingo num duplo escrutínio, presidencial e legislativo, muito disputado entre Erdogan, que domina a cena política turca há 15 anos, e uma oposição determinada a impedi-lo de continuar no poder.

De acordo com a Anadolu, o partido de Erdogan, o AKP, e o seu aliado ultranacionalista, o MHP, conservaram a maioria parlamentar nestas eleições legislativas, com cerca de 53,6% dos votos expressos.

Estas eleições são particularmente importantes porque representam a passagem do sistema parlamentar até agora em vigor para um regime presidencialista, que permitirá a Erdogan aumentar consideravelmente as suas prerrogativas.

LUSA

Hollande em quarto lugar nas sondagens para as presidenciais francesas

Caso se candidatasse à reeleição em 2017, François Hollande, o atual presidente de França, sofreria uma pesada derrota, segundo uma sondagem feita pelo jornal francês Le Figaro e publicada esta terça-feira.

Embora não tenha, para já, expressado vontade de se candidatar às eleições presidenciais de 2017, os dados recolhidos pelo jornal Le Figaro e pelo canal de televisão LCI mostram que o socialista conseguiria apenas entre 11% e 15% dos votos, caso se candidatasse. A sondagem foi feita entre os dias 2 e 5 de setembro junto de 1.006 votantes franceses.

Os valores negativos na popularidade de Hollande devem-se sobretudo às opiniões de que o presidente não soube lidar com a situação económica do país.

Os baixos níveis de popularidade do presidente levaram ao surgimento de um possível novo candidato pelo Partido Socialista, o ex-ministro da Economia francês, Emmanuel Macron que, segundo as sondagens, conseguiria entre 15% e 20% dos votos.

Direita com vantagem

A sondagem mostra que o cenário mais provável é que nas eleições de 2017 se defronte um candidato do partido de extrema-direita, a Frente Nacional, e um representante do partido Os Republicanos, partido conservador gaulista.

As primárias do partido Os Republicanos irão decorrer em novembro e o antigo presidente Nicolas Sarkozy deve enfrentar o antigo primeiro-ministro Alain Juppé pelo apoio partidário.

A candidata da Frente Nacional será Marine Le Pen, a filha do fundador do partido, Jean-Marie Le Pen que nestas sondagens passaria à segunda volta.

Se depois de uma primeira volta nenhum candidato conseguir a maioria absoluta é feita uma segunda votação com os dois candidatos mais votados. Caso se verifique este cenário, o Le Figaro conclui que tanto a candidata da Frente Nacional como o d’Os Republicanos devem ir a uma segunda volta – Juppé conseguiria cerca de 33% dos votos e Le Pen 29% e, noutro cenário, Sarkozy conseguiria 27% de apoio e Marine Le Pen 29%.

O antigo ministro da economia de Hollande, Emmanuel Macron, conseguiria cerca de 15% a 20% dos votos e Jean-Luc Melenchon, do Partido de Esquerda, entre os 10% e os 13%.

Maria das Neves ameaça com “outras ações” se eleições em São Tomé e Príncipe não forem anuladas

Maria das Neves, terceira candidata mais votada na primeira volta das presidenciais em São Tomé e Príncipe, realizada dia 17, ameaçou esta quarta-feira recorrer a “outras ações” caso o escrutínio não seja anulado.

“Os vícios são notórios e a única solução é a anulação de todo esse processo sob pena de nós comprometermos a nossa democracia, sob pena de comprometermos a imagem deste país”, disse a candidata em conferência de imprensa.

“Estamos a apelar a todas as instituições da República que assumam as suas responsabilidades sob pena de nós entrarmos com outras ações”, acrescentou.

Maria das Neves voltou a classificar como “farsa” o processo eleitoral e acusou o presidente do Supremo Tribunal de Justiça, José Bandeira, de “ter vendido a face” ao poder.

“Quero confessar que fiquei surpreendida com a atuação do senhor presidente do Supremo Tribunal de Justiça que vendeu completamente a face. Não parece ser um presidente do Supremo Tribunal de Justiça que devia ser isento neste processo, tomou parte e lamento muito que as instituições na nossa República estejam tão envolvidas, perdendo a face num ato como este”, criticou Maria das Neves.

Quanto ao presidente da Comissão Eleitoral Nacional, a candidata acusou-o de “flagrante contradição”, acrescentando que Alberto Pereira “veio a público reconhecer que houve falhas gravíssimas”.

“É necessário assumir-se as responsabilidades”, salientou Maria das Neves, exigindo uma vez mais a “anulação de todo” o processo eleitoral porque, considera, “está todo viciado”.

“Quiseram que o candidato do poder ganhasse as eleições custe o que custasse, mas falharam na estratégia que utilizaram”, defendeu.

“Estou convicta que para além das irregularidades constatadas e reconhecidas pelo senhor presidente da Comissão Eleitoral Nacional, haverá muitas outras que certamente comprometerão todo o processo”, frisou a candidata.

Os resultados oficiais do apuramento geral da primeira volta divulgados segunda-feira afirmam Evaristo de Carvalho, candidato apoiado pelo partido no poder, Ação Democrática Independente com 34.522 votos, o que corresponde a 49,88% dos votos expressos, seguido de Manuel Pinto da Costa com 17.188 votos (24,83%) e Maria das Neves com 16.828 (24,31%).

Num universo de 111.222 votantes, foram às urnas 71.524, que corresponde a 64,31% de afluência, havendo 35,69% de abstenções, equivalente a 39.698 não votantes.

Relativamente aos outros dois candidatos, Manuel do Rosário obteve 478 votos (0,69%) e Hélder Barros 194 (0,28%).

Foram ainda apurados 641 votos em branco (0,90%) e 1.673 nulos (2,34%).

São Tomé. Evaristo de Carvalho concorre sozinho na segunda volta das presidenciais

O candidato presidencial Evaristo de Carvalho vai concorrer sozinho a uma segunda volta das eleições presidenciais em são Tomé e Príncipe, marcada para próximo dia 07 de agosto, anunciou nesta segunda-feira presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

Manuel Pinto da Costa, o segundo mais votado na primeira volta realizada no passado dia 17, anunciou hoje que recusa entrar na segunda volta das presidenciais de São Tomé e Príncipe, considerando que “participar num processo eleitoral tão viciado seria caucioná-lo”.

“A segunda volta é uma realidade, está confirmada e na circunstância dessa desistência não há hipótese de chamar outro candidato para concorrer e fazer uma dupla, e teremos nesse caso apenas um candidato”, explicou José Bandeira.

Repetição das presidenciais na Áustria marcada para 2 de outubro

A Áustria realiza a 2 de outubro a repetição da segunda volta das eleições presidenciais, anulada pelo Tribunal Constitucional na sequência de uma queixa da extrema-direita, anunciou esta terça-feira o chanceler Christian Kern.

“Tivemos de tomar hoje a decisão de realizar a eleição presidencial a 2 de outubro. Como podem imaginar, foi uma decisão relativamente fácil”, disse Kern aos jornalistas depois de uma reunião do governo.

Na sexta-feira passada, o Tribunal Constitucional da Áustria decidiu anular a segunda volta das presidenciais, realizada a 22 de maio, e ordenar a sua repetição devido sobretudo a irregularidades no processo de contagem dos votos por correio.

O coletivo de 14 juízes deu razão ao Partido da Liberdade da Áustria (FPÖ, extrema-direita) e ao seu líder, Heinz Christian Strache, que impugnaram o resultado da votação.

Na volta anulada, o candidato da extrema-direita Norbert Hofer perdeu por escassa margem para o ecologista Alexander Van der Bellen, com 49,65% e 50,35% dos votos, respetivamente.

Candidato ecologista ganhou presidenciais na Áustria

O candidato apresentado pelo partido ecologista austríaco, Alexander Van der Bellen, é o vencedor das eleições presidenciais austríacas, estão a avançar vários media austríacos e a BBC. Norbert  Hofer, candidato nacionalista islamofóbico do Partido da Liberdade, já reconheceu a derrota, na sua página no Facebook, diz a Reuters.

O septuagenário Bellen obteve pelo menos 20  mil votos de avanço sobre Norbert Hofer, na contagem dos votos por correspondência nas presidenciais que decidiram as presidenciais na Áustria.

Há uma semana, Bellen surgia a seis pontos de distância de Hofer,  de 45 anos, fazendo temer que este seria a ser o primeiro chefe de Estado europeu de extrema-direita depois da Segunda Guerra Mundial. Mas os cerca de 900 mil votos por correspondência que continuaram a ser contados na tarde desta segunda-feira – cerca de 10% dos eleitores – tenderiam a favorecer o candidato ecologista.

Estas eleições revelaram o desmoronar dos partidos tradicionais: nem o Partido Social-Democrata ((SPÖ), nem os conservadores do Partido do Povo (ÖVP) conseguiram fazer passar à segunda volta das presidenciais os seus candidatos. E o chanceler social-democrata Werner Faymann, acossado pelas críticas, sobretudo a forma como geriu a crise dos refugiados, demitiu-se entre as duas voltas.

O Governo austríaco também tem sido criticado pela forma como tem lidado com a crise dos refugiados no país. No final de Abril, o Parlamento aprovou uma lei que pretende limitar a concessão de asilo – bastando a declaração de um “estado de emergência”. No ano passado, o país recebeu mais de 90 mil pedidos de asilo e os sociais-democratas foram pressionados pelos parceiros de coligação para fixar um limite ao número de refugiados que pode receber.

Cuba no centro de debate entre Hillary Clinton e Bernie Sanders

“O povo cubano merece que os seus direitos sejam respeitados. Os [irmãos Raúl e Fidel] Castro devem ser considerados autoritários e ditadores. Espero que um dia haja em Cuba líderes que sejam eleitos pelo povo”, afirmou Clinton, ao ser questionada sobre o início da normalização das relações entre os Estados Unidos e Cuba, durante o debate que decorreu em Miami (Florida).

Por seu lado, Sanders defendeu que “o embargo deve terminar” e ser preciso “avançar para uma relação totalmente normalizada com Cuba”.

“Espero que tão breve quanto possível seja um país democrático. Mas, por outro lado, não seria bom não admitir que avançaram na saúde e na educação. Estão a enviar médicos para todo o mundo”, realçou o senador do Vermont, autoproclamado socialista democrata.

“Creio que restaurar as relações diplomáticas por completo com Cuba melhoraria a vida dos cubanos e ajudaria os Estados Unidos”, insistiu.

A ex-secretária de Estado atacou o seu rival, recordando-o de que, numa entrevista em 1985, falou da “revolução dos valores” em Cuba.

“Não posso estar mais em desacordo. Se os valores são reprimir, fazer desaparecer, prender pessoas por emitirem a sua opinião, não é o tipo de revolução que gostaria de ver”, afirmou.

Sanders e Clinton encontraram-se na noite de quarta-feira num debate com moderação e intervenções bilingues em inglês e espanhol (ainda que os dois apenas tenham falado em inglês), organizado conjuntamente pela Univisión e pelo The Washington Post.

Sanders e Clinton disputam a nomeação com candidatos do Partido Democrata nas eleições presidenciais norte-americanas marcadas para novembro.

Há um político que dominou os ecrãs televisivos em janeiro. Quem?

Todos os domingos à noite era certo. O professor Marcelo Rebelo de Sousa entrava no ecrã dos portugueses para dar a sua opinião sobre a atualidade política. De todos os domingos passou para todos os dias, mas desta vez como candidato à Presidência da República.

A Marktest, baseando-se em dados do serviço Telenews, elaborou um ranking dos protagonistas da informação televisiva de janeiro. E sim, Marcelo Rebelo de Sousa lidera a lista.

O novo Presidente eleito conta com 201 notícias, totalizando 10 horas e 42 minutos de duração. Saiba que esta análise exclui eventuais programas, debates ou entrevistas.

Em segundo lugar surge o antigo candidato ao Palácio de Belém, que nas eleições presidenciais situou-se atrás de Marcelo. Sampaio da Nóvoa esteve perante os ecrãs por nove horas e 104 minutos, com 190 notícias.

Do Partido Socialista está Maria de Belém, que ocupou o terceiro lugar com 157 notícias de oito horas e 10 minutos.

Ainda no ranking está outra candidata às eleições, que se destacou a 24 de janeiro por ter alcançado números nunca antes vistos no Bloco de Esquerda em presidenciais. Marisa Matias teve 157 referências de seis horas e 47 minutos.

De seguida surge o primeiro-ministro António Costa que em janeiro viu a sua popularidade a ser reduzida: de um primeiro lugar passou para o quinto, com intervenção direta em 121 notícias de quatro horas e 53 minutos.

No top 10 surge ainda Henrique Neto, Jerónimo de Sousa, Pedro Passos Coelho, Catarina Martins e Mário Centeno.

George W. entra em cena para tentar ressuscitar campanha de Jeb Bush

George W. Bush e Jed Bush

Num evento em North Charleston, o antigo Presidente dos Estados Unidos apelou ao voto no irmão, elogiando o seu carácter e deixando fortes críticas a Donald Trump.

A presença de George W. Bush na campanha pode dar um novo fôlego a Jeb Bush, tendo em conta o simbolismo da Carolina do Sul para a família Bush. Foi este Estado que, em 2000, abriu o caminho à vitória de George W. nas presidenciais do mesmo ano.

Sem mencionar o nome de Donald Trump, George W. Bush, de 69 anos, não deixou dúvidas de que o alvo principal do seu discurso em North Charleston era o milionário de Nova Iorque, que num debate na madrugada de domingo lhe deixou fortes críticas. No debate, onde estiveram presentes os seis candidatos republicanos, Donald Trump atacou o legado do ex-Presidente dos EUA, particularmente a sua política de intervenção militar no Iraque, que destabilizou o Médio Oriente.

A resposta de George W. Bush não tardou. “Estes são tempos difíceis, e eu sei que os americanos estão zangados, mas não precisamos de uma pessoa na Sala Oval que espelhe e inflame a nossa raiva e as nossas frustrações”, afirmou o antigo Presidente americano, citado pela Reuters. Distanciando o discurso populista de Trump do discurso do seu irmão, Bush W. apelou ainda à necessidade de uma “força real” capaz de dar resposta aos desafios que o país enfrenta. “A força não é uma retórica vazia. Não é barulho. Não é teatro de amadores. A força real vem com integridade e carácter. Na minha experiência, a pessoa mais forte não é, habitualmente, a mais barulhenta na sala”.

Horas antes, já o embate entre o ex-Presidente dos EUA e o magnata e estrela de televisão estava ao rubro. Antecedendo o evento protagonizado pelos dois irmãos Bush, Trump participou numa conferência a apenas poucos quilómetros de distância, aproveitando para atacar novamente George W. Bush. “Desculpem-me, o World Trade Center foi derrubado durante o reinado de George Bush, certo? Foi o maior ataque na história dos Estados Unidos – ainda pior do que Pearl Harbor… Não estávamos seguros”, afirmou.

Apesar de muitos republicanos admirarem George W. Bush, a verdade é que as críticas de Donald Trump têm surtido efeito, considera o Governador da Carolina do Sul, David Beasley. “As pessoas vão pensar ´eu adoro o George, mas não sei se posso voltar a confiar o meu voto a outro Bush`”, afirmou o Governador ao Washington Post.

Se a presença de George W. Bush em North Charleston vai ajudar o seu irmão de 63 anos nas primárias da Carolina do Sul do próximo sábado é ainda uma incógnita. Nas sondagens, Jeb Bush está em quarto lugar, atrás do milionário e estrela de televisão, Donald Trump, do Senador do Texas, Ted Cruz, e do Senador da Flórida, Marco Rubio.

Numa altura em que muitos eleitores norte-americanos estão a rejeitar os candidatos do chamado establishment, a corrida não se adivinha fácil para Jeb Bush. Muitos norte-americanos ainda associam a sua imagem ao pesado legado da família Bush, um obstáculo que o ex-Governador da Flórida tem de enfrentar.

Jeb Bush terminou em sexto lugar nos caucus do Iowa e num modesto quarto lugar nas primárias de New Hampshire, onde se esperava que obtivesse um melhor resultado entre os candidatos do establishment.

Apesar disso, na conferência em North Charleston, Jeb Bush afirmou que “vai haver uma surpresa”, antecipando um bom resultado nas primárias da Carolina do Sul, onde disputa com o Senador da Flórida, Marco Rubio, e o Governador do Ohio, John Kasich, um lugar privilegiado para conter o avanço dos republicanos mais radicais, Donald Trump e Ted Cruz.

Sanders a Trump ficam à frente em New Hampshire

Donald Trump e Bernie Sanders

No Partido Democrata, tanto Sanders como Clinton já reconheceram o resultado. Quando estavam contados 50% dos votos, Bernie Sanders tinha 59,4% dos sufrágios, uma vantagem de 20 pontos percentuais em relação a Clinton.

No discurso de vitória, Bernie Sanders considerou que o resultado em New Hampshire revela que os norte-americanos desejam “uma mudança real” e é uma “mensagem que terá eco de Wall Street a Washington”.

“O Governo do nosso grande país pertence a todo o povo e não apenas a um punhado de ricos que contribuem para as campanhas [eleitorais]”, disse Sanders. “Aquilo que começou na semana passada no Iowa e que New Hampshire confirmou hoje é nada menos do que o começo de uma revolução política, que unirá milhões de pessoas”, acrescentou.

Já Hillary Clinton reconheceu a derrota e felicitou Bernie Sanders pelo resultado. A ex-secretária de Estado disse que continuará a lutar por “cada voto” e que sabia que o “caminho não seria fácil” quando iniciou a esta corrida à Casa Branca. A aspirante a candidata democrata à Presidência norte-americana reconheceu que tem, em especial, de trabalhar junto do eleitorado mais jovem.

O New Hampshire elege 32 delegados às convenções nacionais democratas em que será nomeado o candidato do partido a Presidente dos EUA nas eleições de novembro. O processo eleitoral para as Presidenciais norte-americanas deste ano arrancou a 01 de fevereiro no Iowa, onde Clinton venceu, mas por uma margem mínima, uma vez que obteve 49,86%, a muito pouca distância dos 49,57% do seu adversário político.

John Kasich surpreende com o segundo lugar

No Partido Republicano, segundo resultados preliminares, o governador do Ohio John Kasich ficou em segundo lugar. Quando estavam contados 62% dos votos, Trump tinha 34,4% dos votos e Kasih 16,2%.

New Hampshire elege 23 delegados republicanos às convenções nacionais do partido que nomeiam o candidato à casa Branca.

No discurso de vitória, Trump disse que se chegar à Casa Branca os EUA voltarão a ser um país “maravilhoso”, respeitado no mundo, reiterando promessas que tem feito na sua campanha, como a construção de “um muro” para travar a passagem de imigrantes ou “a proteção sagrada da segunda emenda” da Constituição norte-americana, relacionada com o direito à posse de armas.

Já John Kasich, que conseguiu um surpreendente segundo lugar, considerou o seu resultado uma vitória da “luz sobre a escuridão” da política. “Talvez estejamos a passar uma página depois da fase escura da política norte-americana, porque esta noite a luz impôs-se à escuridão das campanhas negativas”, afirmou.

As sondagens nacionais têm colocado Kasich no sexto lugar entre os aspirantes republicanos à nomeação como candidatos à Casa Branca.

No Iowa, o senador Ted Cruz, de ascendência cubana, ganhou a Donald Trump e Marco Rubio ficou em terceiro lugar, a apenas um ponto do magnata.

O facto de o Estado de New Hampshire ser o primeiro a organizar primárias após o ‘caucus’ (assembleias populares) de Iowa confere-lhe uma importância particular, porque representa, tradicionalmente, a tendência de quem serão os escolhidos das duas formações partidárias.

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