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The Bi Life é a primeira estreia do E! em 2019

The Bi Life, a mais recente novidade do Canal E!, tem estreia marcada para o próximo dia 4 de janeiro, às 21h. É a primeira série exclusivamente dedicada a encontros bissexuais (bissexuais, pansexuais, fluidos, etc.) e é apresenta do Shane Jenek (também conhecido como Courtney Act).

O reality show segue dez solteiros britânicos numa aventura internacional em busca do amor. Em cada episódio, os participantes descobrem a cidade de Barcelona e têm encontros bissexuais – e para alguns deles, esta é mesmo a primeira experiência em que exploram quem verdadeiramente são. De volta a casa, um dos encontros é visualizado em conjunto, de forma a poderem comentar o que correu melhor e pior e trocarem, entre todos, dicas e conselhos. Ao contrário do que acontece na maioria dos reality shows, The Bi Life não tem um vencedor ou prémio final, o objetivo é mesmo explorar as histórias de amor que se desenrolarem.

O apresentador do programa é Shane Jenek, também conhecido como Courtney Act, que comenta a importância de existir um programa neste formato, que quer quebrar todos os estereótipos: “Há tantos preconceitos e ideias erradas sobre pessoas bissexuais; uma delas é que os bissexuais se sentem atraídos 50/50 por homens e mulheres, e isso não é de todo verdade.”

Ros Coward, Executive Producer, também afirma: “Este é um programa de televisão que melhor reflete a diversidade dentro da sociedade. The Bi Life é um programa de encontros moderno para uma geração moderna de daters e o E! é o local perfeito para isso.” 

CONHEÇA O APRESENTADOR

Courtney Act – Rapaz, rapariga. Artista, porta-voz. Courtney Act é mais do que a soma das suas partes. Cantora e drag queen, concorrente no Australian Idol e no RuPaul’s Drag Race e vencedora da edição de 2018 do Celebrity Big Brother no Reino Unido, Courtney procura trazer à atenção do público diversas questões de género e sexualidade que são agora mais pertinentes do que nunca.

CONHEÇA OS PARTICIPANTES

Carmen Clarke (21, Manchester) – Carmen é modelo, define-se como bissexual e sente que o mundo em que trabalha a julga pela sua sexualidade. Está mais interessada em descobrir quem é, do que em se apaixonar, mas procura, ainda assim, alguém que a faça rir todos os dias e a faça ver o mundo de forma mais positiva.

Daisie Thilwind (26, Manchester) – Daisie é oficial de prevenção de fraudes e tem muito orgulho da sua bissexualidade. Solteira há cinco anos, decidiu entrar na série para esquecer as desilusões amorosas do passado – agora procura alguém com dentes perfeitos e um sentido de humor que iguale o seu.

Irene Ellis (23, Londres) – Irene é fotógrafa e assume-se como nerd. Chega ao reality show com o objetivo de aumentar a sua confiança nos relacionamentos. Quer, também, voltar a sentir-se verdadeiramente bissexual, uma vez que nos últimos tempos tem estado com mais homens do que mulheres.

Kyle McGovern (23, South Wales) – Estudante de Neurociência Cognitiva e tutor de crianças com necessidades especiais. Kyle assumiu a sua bissexualidade há um ano e quer explorar quem é, com pessoas que pensem da mesma forma e que não vivam na sua pequena cidade. Procura pessoas com interesse em manter um físico saudável e voltadas para a família.

Leonnie Cavill (27, Manchester) – Promotora de uma discoteca, recém-chegada de uma temporada em Ibiza, Leonnie gosta de viver sempre em festa e não tem uma relação séria há 7 anos. Agora que vê todos os amigos a “assentar”, pensa em fazer o mesmo – mas procura alguém que partilhe a sua vida agitada, seja rapaz ou rapariga.

Mariella Amodeo (33, Londres) – Maquilhadora, é filha de pai italiano e mãe caribenha e viveu em Itália até aos 14 anos. Descrevendo-se como apaixonada, divertida e carinhosa, procura alguém sério que queira começar uma família, e não desistirá até conseguir o seu final de conto de fadas!

Matt Brindley (27, Chester) – Matt é agente de influenciadores e tem muito orgulho no seu físico cuidado. Dizendo-se “pronto para tudo”, não dá ouvidos a quem fala sobre a sua sexualidade. Procura alguém confiante, extrovertido, aventureiro e que goste de socializar.

Michael Gunning (24, Manchester) – Michael é nadador e faz parte da equipa nacional da Jamaica; quer representar o país nos Jogos Olímpicos de 2020. Até agora, nunca teve um relacionamento, devido ao seu compromisso com a natação. Com medo de que lhe partam o coração, diz que entrar neste programa é a última coisa que pensava fazer e que foi por isso mesmo que aceitou.

Ryan Cleary (27, Londres) – Influenciador de fitness, Ryan já esteve em vários relacionamentos, tanto com homens como mulheres. Diz que os homens são mais leais e carinhosos, enquanto as mulheres são mais selvagens. Confiante e charmoso, procura alguém que queira partilhar a sua vida caótica e divertida.

Sol, praia, o ambiente descontraído de Barcelona e dez solteiros bissexuais em busca do amor: são estas as promessas que The Bi Life vai trazer às noites frias de inverno, que ainda estão para vir – não perca a estreia, dia 4 de janeiro às 21h00, em exclusivo no E!

Toda a informação sobre esta série está disponível na página de Facebook e do Instagram do canal.

O Canal E! pode ser visto em:

MEO: E! HD: Posição 101 // E!: Posição102

NOS: E! Posição 56 // E! HD Posição 82

NOWO: E! HD: Posição 396 // E!: Posição 96

VODAFONE TV: E! HD: Canal 142 // E! Canal 143

Sobre Universal Networks International

A Universal Networks International, divisão global de canais da NBC Universal, é um dos maiores distribuidores mundiais de entretenimento, marcando presença com conteúdos atrativos e de qualidade em 176 países da Europa, Médio Oriente, África, América Latina, Ásia e Pacífico. Do seu leque de canais fazem parte os canais Universal Channel, Syfy, Calle 13 Universal, Studio Universal, E! Entertainment Television, The Style Network, DIVA Universal e Golf Channel. Estes canais únicos proporcionam várias hipóteses de entretenimento a diferentes públicos, independentemente da sua localização. A Universal Networks International também detém o canal Movies 24 e tem uma participação maioritária na parceria que gere o canal Kidsco.

A Universal Networks International faz parte da NBC Universal, uma das empresas mundiais líder em produção, desenvolvimento e comercialização de entretenimento, notícias e informação. A Comcast Corporation é a proprietária da NBC Universal, detendo a maioria das ações (51%), enquanto a General Electric conta com os restantes 49%.

Programas de regresso ao superior passam a um e só para alunos carenciados

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) decidiu fundir os dois programas lançados pelo anterior executivo para atrair mais jovens para o ensino superior. A tutela já tinha avançado que considerava que o Mais Superior e o Retomar não tinham cumprido os objectivos a que se propunham e apresentou agora a nova solução, destinando os apoios de 1500 euros anuais em exclusivo aos estudantes provenientes de famílias com carências económicas e que já beneficiam das bolsas de acção social. As associações académicas são críticas da proposta do ministro Manuel Heitor.

A primeira surpresa da proposta de despacho do ministro do Ensino Superior é o desaparecimento do programa Retomar, que era destinado a chamar de volta às universidades e politécnicos os alunos que tinham anteriormente deixado os estudos. Quando anunciou, em Abril, estar a rever os dois programas de apoio do ensino superior, o MCTES tinha afirmado que o Retomar iria ser reorientado para privilegiar cursos em áreas ligadas às tecnologias e ao digital, integrando-o na iniciativa para as competências digitais inscrita no Plano Nacional de Reformas.

No entanto, esse programa Retomar — que conferia uma bolsa de 1200 euros anuais aos estudantes — é extinto.

“Hoje, qualquer família, qualquer jovem sabe, ou pode estimar, se tem acesso à Acção Social Escolar ou não. O Mais Superior é um adicional que se dá aos jovens carenciados para irem para regiões onde há menos procura”

Manuel Heitor, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
“Diria que o antigo Retomar não foi acabado, foi integrado [no Mais Superior] com uma nova orientação, ficando os apoios públicos focados nas famílias de jovens carenciados”, disse o ministro Manuel Heitor num encontro com jornalista na sexta-feira. “Hoje, qualquer família, qualquer jovem sabe, ou pode estimar, se tem acesso à Acção Social Escolar ou não. O Mais Superior é um adicional que se dá aos jovens carenciados para irem para regiões onde há menos procura” de ensino superior, nomeadamente no interior do país.

“Para além deste adicional, a nossa proposta é que, associando o Mais Superior à Acção Social Escolar, este seja um estímulo, um acrescento, com duas majorações: para os estudantes que vêm do ensino profissional e para os adultos que nunca tenham ingressado no superior”, acrescentou.

O Mais Superior, um apoio destinado a cativar estudantes para instituições das regiões do interior, passa a abranger também os estudantes que interromperam os seus estudos. As bolsas, num valor de 1500 euros anuais, podem ser requisitadas quer por estudantes que reingressam no mesmo curso que anteriormente frequentaram, quer por aqueles que mudam de instituição de ensino e/ou curso.

Académicas contra
A intenção do Governo é que estas mudanças entrem em vigor já no ano lectivo que começa esta semana, estando neste momento a discutir com as associações académicas o conteúdo do despacho que vai fixar as novas regras do Mais Superior. As estruturas que representam os estudantes do ensino superior são, no entanto, críticas das mudanças que o MCTES pretende introduzir, desde logo a fusão dos dois programas. Estas bolsas de mobilidade apoiam reingressos no ensino superior, o que “não configura combate ao abandono escolar pois não trata o problema preventivamente”, criticam os estudantes num parecer enviado na quinta-feira ao ministro.

Além disso, a medida “fracassa porque a maior parte dos reingressos resulta de percursos mal sucedidos no passado” e que, por isso, não podem ser enquadráveis nas regras do regulamento de atribuição de bolsas de estudo a estudantes do ensino superior. Ou seja, se um aluno tiver abandonado os estudos devido a insucesso escolar, não cumprirá as regras no momento em que retomar o seu curso — o regulamento de bolsas obriga a terminar um mínimo de 60% das “cadeiras” no ano anterior.

Outra das mudanças fundamentais que o Governo quer fazer no Mais Superior é a de destinar os apoios em exclusivo a alunos oriundos de famílias economicamente carenciadas. Para aferir as condições dos alunos, passam a ser tidos em conta os mesmos critérios que hoje regem a atribuição das bolsas de acção social.

“Não se pode interpretar isto de forma diferente de um reconhecimento, por parte do Governo, de que o sistema de acção social é ineficiente e que os valores atribuídos a título de bolsa de estudo não são suficientes”

Excerto de um parecer das associações académicas enviado ao ministro
No parecer enviado ao ministro, subscrito pela Federação Académica do Porto, pela Federação dos Estudantes do Ensino Superior Politécnico e pelas associações académicas de Lisboa, Minho, Aveiro e Trás-os-Montes e Alto Douro, os estudantes dizem ser “contra” esta intenção.

“Não se pode interpretar isto de forma diferente de um reconhecimento, por parte do Governo, de que o sistema de acção social é ineficiente e que os valores atribuídos a título de bolsa de estudo não são suficientes”, criticam as associações.

Os programas Retomar e Mais Superior foram revistos pela tutela por “não terem atingido os objectivos inicialmente fixados”, justificava, em Abril, o ministério de Manuel Heitor, considerando logo nessa altura ser “imperioso garantir uma resposta mais bem-sucedida ao desafio do combate ao abandono escolar”. O primeiro destes programas devia ter atribuído 3000 bolsas por ano, segundo as contas do anterior Governo. Todavia, no primeiro ano, 2014/15, foram atribuídas 195 bolsas (num total de 482 candidaturas), um número que baixou no ano seguinte para 133.

Já o Mais Superior esgotou sempre os mil lugares disponíveis nos dois anos em que vigorou. Ainda assim, o MCTES entendia que havia problemas no “modelo de selecção dos candidatos”, que não permitia que este programa “funcionasse como um verdadeiro estímulo à deslocação” para o interior.

A outra mudança na organização do Mais Superior é o seu alargamento aos estudantes que se inscrevem em cursos técnicos superiores profissionais, que o Governo reformulou este ano, passando a fazê-los equivaler a um diploma de ensino superior. Para quem entrar nestes cursos, bem como para os estudantes que ingressam em licenciaturas através do concurso especial para maiores de 23 anos, as bolsas de mobilidade têm uma majoração de 15% (cerca de 225 euros por ano). De fora destes apoios continuam a ficar os estudantes de mestrado.

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