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Cristiano Ronaldo treina à parte no Real Madrid pelo terceiro dia consecutivo

O ‘capitão’ da seleção lusa, a recuperar de uma dura entrada sofrida na final do Mundial de Clubes, face ao Grêmio, esteve no relvado, mas a trabalhar à parte, sendo que, segundo fontes dos ‘merengues’, citadas pela agência espanhola EFE, a sua presença na 17.ª jornada da Liga espanhola não corre perigo.

Ainda assim, Ronaldo esteve toda a semana à margem do grupo, estando previsto que se reincorpore na sexta-feira, véspera de um encontro que o Real Madrid enfrenta, ainda que com um jogo em atraso, a 11 pontos do líder FC Barcelona.

Além do português, apenas o guarda-redes Luca Zidane, filho do treinador Zinedine Zidane e terceiro da hierarquia no Real Madrid, não participou no treino, que contou com o reforçou do guarda-redes júnior Moha.

Por seu lado, o galês Gareth Bale, que vem sendo utilizado nos últimos jogos, tem trabalhado sem problemas e poderá ser chamado à titularidade, para formar o famoso ‘BBC’, com Benzema e Cristiano, o que relegaria Isco para o banco.

Ainda assim, o mais provável é que o galês fique fora do ‘onze’, que deverá ser formado por Carvajal, Sergio Ramos, Varane e Marcelo, à frente de Navas, um meio-campo com Casemiro, Kroos, Modris e Isco e um ataque com Ronaldo e Benzema.

O encontro entre o Real Madrid, quarto classificado, com 31 pontos (menos um jogo), e o FC Barcelona, líder invicto, com 42, realiza-se no sábado, no Estádio Santiago Bernabéu, em Madrid, pelas 13:00 locais (12:00 em Lisboa).

LUSA

José Mourinho ouvido num tribunal em Espanha por suspeitas de fraude

A queixa foi apresentada em junho passado pelo Ministério Público espanhol, que calcula os montantes em falta em 3.304.670 euros, dos quais 1.611.537 relativos a 2011 e 1.693.133 referentes a 2012.

O técnico português, que agora treina o clube inglês Manchester United, apresentou as suas declarações fiscais de 2011 e 2012 em Espanha, mas sem incluir as receitas obtidas com a cedência dos direitos de imagem a empresas com sede em paraísos fiscais.

Em julho de 2015, Mourinho reconheceu a falta da declaração de direitos de imagem e aceitou pagar uma coima de 1,14 milhões de euros, mas, para o fisco espanhol, o caso não ficou na altura totalmente resolvido.

Mourinho orientou o Real Madrid entre 2010 e 2013.

Sporting: o problema é que o Ronaldo quando bate, bate bem

Há uns dias, o Financial Times trazia uma história sobre a BCA, uma financeira canadiana que se pusera a teorizar sobre o fim do mundo e que o fim do mundo seria a mãe de todos os tail risks. Coisas de investimentos e altas finanças e especulação, não sei se me estou a fazer entender. Mas o que a BCA calculava – e isso é que o FT e, a bem de ver, toda a gente queria saber – era o Armageddon, o Dia do Juízo Final, o Fim do Mundo.

E era assim que estava no FT: “Há uma grande hipótese de a raça humana vir a desaparecer em 2290 e uma hipótese ainda maior de ser extinta em 2710”. E a BCA lá tentava justificar-se, recorrendo aos índices de fertilidade do homem e da mulher, que subirão para três, o que tornará escassos os recursos e o espaço. Assim, quando todos estivermos acotovelados, uns nos outros, o mundo, tal como o conhecemos… puff. O fim.

Mas os que lá chegarem a 2290 ou a 2270 olharão para trás, para 2016, e saberão que uma equipa de Portugal que se chama Sporting Clube de Portugal e não Sporting Lisbon – é uma exigência expressa dos seus adeptos – foi a Madrid bater o pé ao melhor clube do século XX. E que esse dia, 14 de setembro de 2016, poderia ter sido o ideal para isto tudo terminar em beleza, com um triunfo improvável e histórico, sim, mas sobretudo justo – até às 21h07m, hora portuguesa.

Porque foi nesse instante que as coisas começaram a mudar: Zidane trocou Benzema por Morata e Lucas Vázquez por Gareth Bale – e, fundamentalmente, Gelson Martins saiu de cena para entrar Markovic. O Real soltou-se e acelerou, o Sporting encolheu-se e deixou de ter quem pudesse dar velocidade; e as oportunidades que os merengues não tinham criado antes foram aparecendo, obrigando o Sporting a recuar e a entregar-se ao jogo da sorte contra uma equipa que tem Ronaldo, a quem o azar não costuma bater duas vezes à porta – na primeira vez, atirou ao poste; na segunda, fez o empate num livre direto e foi o seu terceiro golo ao Sporting em três encontros. Depois, numa perda de bola escusada de João Pereira, o Real chegou à vitória, por Morata.

E isso, a que Jorge Jesus acabaria por chamar de inexperiência, apaga um bocadinho o que fora feito até à derrocada. Por exemplo, que o Sporting entrou em Madrid a olhar para o Ronaldo e para o Benzema e para o Bale e para o Modríc e para o Ramos e para o Casemiro como se eles fossem uns quaisquer. Que Jesus, por não ter o que Zidane tem, teve de ser mais esperto do que o francês, inventando soluções onde estas não existiam para tentar reequilibrar o que, à partida, nasceu desequilibrado. E que foi com estes esquemas que o Sporting amarrou Modríc (com Adrien e William e Bruno César) e controlou a profundidade da equipa que melhor contra-ataca no planeta (a defesa não esteve tão subida como de costume). E que, por fim, foi Gelson e não Ronaldo ou Bale (ou outro qualquer) o melhor futebolista em campo.

Esta derrota não foi o fim do mundo, mas pode ser o começo de outro, suportado numa ideia que muitos destes futebolistas trazem do Euro2016 – tudo é possível.

E se Jesus pudesse contar com Ronaldo?

Esta quarta-feira, no Santiago Bernabéu, não vão só medir forças Sporting e Real Madrid. Um jogador terá o coração divido: Cristiano Ronaldo.

Foi em Alvalade que CR7 fez toda a sua formação e onde se potenciou antes de bater as “asas” para Old Trafford, onde viria a passar de promessa a certeza do futebol mundial.

Ronaldo passou sete anos em Alvalade, desde 1997 a 2003. O craque estreou-se na equipa principal em 2002/2003, tendo disputado 25 jogos pela formação principal do Sporting, apontando três golos.

Confrontos com o Sporting:

O avançado português voltou a reencontrar o Sporting na fase de grupos da Liga dos Campeões de 2007/2008, e foi mesmo o carrasco nos “leões” nesses dois confrontos. Primeiro marcou de grande penalidade na vitória do United em Alvalade. Já em Old Trafford, apontou um livre direto aos 92 minutos que valeu os três pontos à equipa treinada na altura por Alex Ferguson.

Na antevisão da partida, em entrevista à UEFA, Cristiano Ronaldo frisou que será “especial” o reencontro com o Sporting, pois se trata do clube que o formou. Referiu-se ainda em tom elogioso ao técnico dos “leões”.

“É uma partida especial, contra uma equipa especial. Queria voltar a jogar frente ao Sporting, porque acredito que eles têm uma boa equipa e têm um muito bom treinador e será outro momento especial na minha vida”.

Na conferência de antevisão da partida, Jorge Jesus relembrou o passado de Ronaldo no Sporting, mas adianta que não haverá marcação especial a CR7. Aliás, se Jesus pudesse até escolheria Ronaldo para o onze do Sporting.

“Como toda gente sabe, o Cristiano é um jogador querido em Portugal e muito mais pelos adeptos do Sporting. Foi aqui que ele se formou como jogador e como homem”, referiu o técnico esta quarta-feira no Santiago Bernabéu.

“Se eu o encontrasse, o que lhe diria? Perguntava-lhe se queria jogar pela nossa equipa “, disse Jesus em tom de brincadeira, arrancando sorrisos entre os jornalistas.

Esta quarta-feira, Cristiano Ronaldo reencontra pela terceira vez o Sporting. A partida tem início às 19h45.

Sá Pinto: “Aquele golo de cabeça do Laudrup deve ter sido o único na carreira dele”

Ainda se lembra quando foi titular pelo Sporting no Santiago Bernabéu? Sim, perdemos por três ou quatro, não foi?

Por 4-0, em 2000, para a Liga dos Campeões. Mas em 1994, na Taça UEFA, só perderam por 1-0. Ah, sim, aí fizemos um grande jogo.

Como foi? Foi monumental. Calámos o Bernabéu do princípio ao fim. Perdemos por um a zero, mas foi muito injusto. Até rematámos duas bolas ao poste. O Figo fez um grande jogo, como o resto da equipa, e toda a gente ficou impressionada com a qualidade de jogo que nós apresentámos. Ao ponto de o estádio ficar calado durante o jogo inteiro, foi impressionante.

Mas costumava ser muito barulhento? Já lá joguei várias vezes, também pela Real Sociedad, e quando íamos ao Bernabéu e queríamos falar para o lado, às vezes, a meio do jogo, se a outra pessoa estivesse a 10 metros já era muito difícil. Aquele estádio é impressionante.

Depois houve o jogo em casa. Sim, e em casa fizemos outro grande jogo. Merecíamos ter passado a eliminatória, mas houve aquele golo de cabeça do Laudrup, que deve ter sido o único na carreira dele, acho eu. Também marquei um, acho que foi o nosso primeiro, o do empate, e depois fizemos o segundo.

E o Ricardo tem uma coisa curiosa, que é ter marcado por duas vezes ao Real Madrid, em dois jogos em Alvalade.Pois foi, marquei para a Champions e para a Taça UEFA. E na segunda vez ficou 2-2, não foi?

Sim, foi 2-1 na primeira vez e 22 na segunda. Exatamente. Para a Liga dos Campeões até estávamos a ganhar 2-0, outro grande jogo, no velho Estádio de Alvalade. Contra o Real Madrid, em casa, sempre conseguias boas exibições no nosso estádio. Motivávamo-nos muito, igualávamos o Real Madrid em tudo – na agressividade, na organização e mesmo até na qualidade. Conseguíamos estar a um grande nível. Esperamos que agora o Sporting volte a fazer um grande jogo.

Em 1994 tinha acabado de chegar ao Sporting, vindo do Salgueiros, e de repente estava a jogar contra o Real Madrid. Aquilo não mexe com os nervos? [Ri-se] Foi a primeira época, de facto foi muito emocional. Era uma altura de grande pressão e responsabilidade. Claro que, durante o jogo, há sempre uma situação ou outra, própria do jogo, que não correu bem. Mas sempre gostei muito de ter responsabilidade e sentir estes jogos. Cheguei a um grande clube como o Sporting, adaptei-me rapidamente, cheguei à seleção com 21 anos e, nessa altura, foi um percurso muito rápido. Não senti minimamente a pressão, porque a alegria de estar jogar estes jogos é extraordinária. É algo que nos fica para sempre. Estar neste tipo de jogos é algo que todos os jogadores querem. Agora, como treinador, continuo a querer [ri-se outra vez].

Ainda por cima, em 2000, o Sporting jogou contra o então campeão europeu. O que vai acontecer agora outra vez.Exato.

E mesmo assim um jogador não treme um bocadinho?Depende da personalidade. Há uns que acusam mais a responsabilidade que outros. É normal que, neste tipo de jogos, temos de estar na plenitude das nossas faculdades. Não podemos errar nem errar em nada, porque é fatífico contra jogadores desta qualidade. Basta não estamos concentrados a 100%. Mas hoje em dia é muito mais fácil preparar um jogador para isto, em comparação com há 20 ou 30 anos.

Porque há mais informação disponível? Também. E porque temos muito scouting e muito apoio. Quando cheguei ao Sporting, não havia uma pessoa que me aconselhasse em termos de comunicação ou do que fosse para suportar a pressão, em termos psicológicos. Hoje há muitos apoios nesse sentido e hoje um jogador chega muito mais preparado a um jogo destes. Para lidar com os media e com a pressão, por exemplo. Os clubes de primeira liga já têm todo o tipo de apoio que, antes, não existia. E mesmo a cultura dos jogadores é diferente. Têm mais formação académica, preocupam-se mais com a alimentação, com o descanso e com a preparação para o jogo.

O pior erro que o Sporting pode cometer, portanto, é respeitar demasiado o Real Madrid? Tem é que jogar à imagem do Sporting, que é um clube grande. O Real Madrid pode ter 10 ou 11 Liga dos Campeões, mas o Sporting já mostrou que, nestas alturas, consegue discutir o jogo de forma destemida e corajosa. Sempre com respeito, claro, mas com estratégia e condição.

FIFA. Confirmadas as sanções ao Real Madrid e Atlético

O Comité de Apelação da Federação Internacional de Futebol (FIFA) vai manter as sanções ao Real Madrid e ao Atlético de Madrid por assinatura de contratos com futebolistas menores, impossibilitados de entrar no mercado de transferências. O Atlético de Madrid terá de pagar 900 mil francos suíços de multa, enquanto o Real Madrid terá de desembolsar 360 mil francos suíços, diz o El País.

Mas ainda há esperança para os dois clubes madrilenos: o recurso pode agora avançar para o Tribunal Arbitral do Desporto, que tem sempre a última palavra. Caso o juiz dê razão ao Real Madrid e ao Atlético, ambos ficam isentos de multa. Mas se o tribunal defender a posição da FIFA, nenhum dos clubes poderá assinar novos contratos até 2018.

Cristiano Ronaldo marca e bate mais um recorde

O avançado internacional português Cristiano Ronaldo contribuiu este sábado com um golo e duas assistências para a goleada da remodelada equipa do Real Madrid na receção Eibar, por 4-0, em jogo da 32.ª jornada do campeonato espanhol de futebol.

A equipa madrilena resolveu o encontro ainda durante a primeira parte, período durante o qual marcou os quatro golos, tendo demorado apenas oito minutos para inaugurar o marcador, por intermédio do médio colombiano James Rodríguez, na marcação de um livre direto.

Ronaldo fez a assistência para Lucas Vázquez aumentar a vantagem, aos 18, tendo ‘faturado’ no minuto seguinte, consolidando a liderança da lista dos melhores marcadores da prova, com 30 golos, os mesmos do brasileiro Jonas, avançado do Benfica e adversário na corrida à Bota de Ouro.

O avançado português, que tem mais quatro golos do que o uruguaio Luis Suárez e mais oito do que o argentino Lionel Messi, ambos do rival FC Barcelona, tornou-se o primeiro jogador a marcar 30 ou mais golos em seis épocas consecutivas nas cinco principais ligas europeias: Alemanha, Espanha, França, Inglaterra e Itália.

Com Pepe no ‘onze’, mas sem muitos dos jogadores que habitualmente são titulares, poupados para o decisivo confronto com o Wolfsburgo, no qual procura recuperar da derrota por 2-0 sofrida na Alemanha, o Real Madrid não teve dificuldade para bater o tranquilo Eibar, 10.º classificado.

Ronaldo ficou perto de ‘bisar’ por várias vezes, mas teve de ‘contentar-se’ em fazer a assistência para Jesé fechar a contagem, aos 39 minutos, retribuindo o passe decisivo que o avançado espanhol efetuou para o seu único golo.

O Real Madrid ultrapassou provisoriamente o Atlético de Madrid no segundo lugar e reduziu para quatro pontos o atraso para o líder Barcelona, equipas que jogam ainda hoje nos estádios do Espanyol (13.º) e da Real Sociedad (nona), respetivamente.

Imprensa francesa destaca promoção de Zidane à equipa principal

Zinedine Zidane

O diário desportivo L’Equipe coloca o antigo internacional francês na primeira página, com o título “Real”, escrevendo que “o melhor jogador francês da história foi agora glorificado no mais prestigiado dos clubes”, para substituir um treinador “despedido por resultados insuficientes”.

O mesmo jornal acrescenta que este cargo “estava escrito” para Zidane, uma das maiores figuras de sempre da seleção francesa, que representou entre 1994 e 2006, totalizando 108 internacionalizações e 31 golos.

O L’Equipe destaca ainda que Zidane é um “discípulo do jogo ofensivo”, o oposto de ‘Rafa’ Benitez, criticado pelo seu estilo muito mais defensivo.

O Le Parisien também coloca o novo técnico dos merengues em manchete, com o título “O desafio louco de Zizou”.

“[Zidane] unca treinou um clube profissional, mas encarregou-se do futuro do Real Madrid, um dos maiores clubes do mundo”, refere o diário, deixando as questões: “Demasiado rápido? Demasiado cedo? Demasiado grande?”, para este desafio “tão emocionante como arriscado”.

O Le Figaro sublinha que “chegou o tempo de Zidane no Real Madrid”, considerando que a promoção do francês “parecia inevitável desde 21 de novembro, quando os merengues foram humilhados no Santiago Bernabeu pelo FC Barcelona por 4-0”.

Ao contrário do que parecia acontecer com Benitez, o Le Figaro considera que Zidane “vai contar com o apoio dos jogadores, a começar por Cristiano Ronaldo, não esquecendo o ‘capitão’ Sergio Ramos e o francês Karim Benzema”.

“Por isso, Zidane não colocou os pés num campo minado”, entrando na equipa principal numa altura em que o Real Madrid segue no terceiro lugar, a quatro pontos do líder, o Atlético de Madrid, e a dois do segundo, o FC Barcelona: “não é uma situação irremediável”.

Mourinho rejeitou regresso ao Real com olhos em Old Trafford

O mercado de inverno já está a mexer e uma das principais notícias é a saída de Rafa Benitez do comando técnico do Real Madrid. Apesar de não ser uma transferência propriamente dita, o espanhol foi substituído por Zidane, antiga glória do clube que treinava a equipa B ‘merengue’.

Porém, o jornal El País explica esta terça-feira que o francês não seria o homem pretendido para a cadeira. É que há cerca de um mês o nome de Mourinho começou a ser falado nos corredores ‘blancos’.

Porém, o técnico português terá rejeitado regressar à capital espanhola, preferindo aguardar pela resolução da situação de Louis Van Gaal, técnico do Manchester United.

O holandês está em permanente ‘risco’, uma vez que nem adeptos nem estrutura do clube parecem estar satisfeitos com a sua prestação.

Assim, o Special One, recentemente despedido do comando técnico do Chelsea aguarda agora que se possa resolver de forma definitiva a situação do técnico dos ‘red devils’, considerando que o United seria a opção ideal para prosseguir a sua carreira.

Benítez despedido do Real

Rafael Benítez

O ex-jogador francês Zinedine Zidane irá substituir o treinador espanhol no comando técnico do Real Madrid.

Na origem do despedimento de Benítez estarão os maus resultados das últimas semanas. Recorde-se que a equipa de Madrid empatou ontem com Valência a duas bolas, e está no terceiro lugar com 37 pontos a 4 do líder Atlético de Madrid

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