Inicio Tags Região Centro

Tag: região Centro

Anda à procura de emprego? O Grupo Multipessoal disponibiliza várias oportunidades na Região Centro

O Grupo Multipessoal procura cerca de 50 profissionais interessados em ocupar cargos nas áreas da Indústria, Retalho e Restauração na região Centro do país, durante o presente ano. São necessárias pessoas para posições tão diversificadas como assistentes de loja, assistentes comerciais, técnicos de armazém e operadores não especializados.

Salete Carvalho, a Diretora de Aquisição de Talento do Grupo, refere que “com as oportunidades de emprego que temos disponíveis atualmente pretendemos continuar a contribuir para combater o desemprego na região Centro, procurando reforçar a posição desta zona geográfica com a menor taxa de desemprego do país.”

A Diretora de Aquisição de Talento garante que a Multipessoal disponibiliza oportunidades que contemplam modelos atrativos de desenvolvimento e formação de competências assim como salários acima da média ou benefícios como a possibilidade de adaptação de horário às necessidades dos profissionais.

Para que os candidatos possam concorrer às vagas o Grupo dispõe de uma plataforma de inscrição: https://www.multipessoal.pt/my-multipessoal/termos-e-condicoes.aspx?redirect=registo

Após o furacão Leslie, instituições da Região Centro lançam projeto “Caras Solidárias”

A apresentação oficial da plataforma de operações “CARAS SOLIDÁRIAS” irá decorrer no dia 21 de dezembro pelas 16h00, numa sessão aberta ao público, na Sede do Grupo Caras Direitas em Buarcos.

A plataforma de operações “CARAS SOLIDÁRIAS” terá lugar no Grupo “CARAS DIREITAS “em Buarcos, Figueira da Foz e irá entrar em funcionamento a partir do dia 21 de dezembro, às terças e sextas-feiras, entre as 16h e as 19h.

No período de funcionamento definido, estará presente um técnico comercial com o intuito de prestar um serviço de avaliação das coberturas danificadas com vista à solução técnica mais adequada. Saliente-se que os munícipes figueirenses terão condições especiais aquando da aquisição dos materiais necessários à reconstrução das coberturas.

Apelamos assim, a todos os proprietários de edifícios pertencentes ao concelho da Figueira da Foz, cujas coberturas foram afetadas pelo Furacão Leslie a apresentarem-nos as suas necessidades. Prometemos fazer o nosso melhor para suprir estas faltas.

O Furacão Leslie trouxe consigo avultados prejuízos para diversos concelhos. Na Figueira da Foz estimam-se prejuízos superiores a 32 milhões de euros. À semelhança de outros Edifícios Públicos e Privados, também o Pavilhão do Grupo “CARAS DIREITAS” sofreu severos estragos na sua cobertura. Sendo visíveis os estragos no pavimento, eletrificação e mobiliário, dada a ainda não renovação da cobertura do pavilhão.

Ainda assim, apesar dos danos que o Grupo “CARAS DIREITAS” sofreu, considerou abrir a sua “CASA” para realizar uma campanha solidária para ajudar as famílias figueirenses cujas habitações têm as suas coberturas danificadas pelo Furacão Leslie.
Não sendo indiferente a esta realidade, a UMBELINO MONTEIRO predispôs-se a oferecer parte do material necessário à renovação da cobertura do Pavilhão do Grupo CARAS DIREITAS, o qual ainda contém na sua cobertura placas Lusalite (fibrocimento com amianto, substância cancerígena).

A UMBELINO MONTEIRO irá oferecer cerca de 150 m2 de fibrocimento. Ressalve-se que o fibrocimento comercializado pela UMBELINO MONTEIRO não contém amianto ou qualquer outro contaminante. O fibrocimento UMBELINO MONTEIRO é composto por cimento, que lhe garante resistência à compressão, celulose, fibra sintética e sílica amorfa, que lhe confere estabilidade dimensional.

Ajude-nos na divulgação do projeto “CARAS SOLIDÁRIAS”. Você pode não precisar mas certamente conhece alguém que irá precisar de apoio com a recuperação da cobertura da sua casa.

Saiba mais sobre nós, em www.facebook.com/Grupo-Caras-Direitas www.umbelino.pt www.armazenscalhabe.com

Porquê “CARAS SOLIDÁRIAS”?

“CARAS”
1. Ligação com o nome da Instituição que lidera o projeto “Caras Solidárias” e à qual a UMBELINO MONTEIRO e os Armazéns do Calhabé se aliaram.
2. Representam as diferentes caras que estão por detrás desta ação mas também as caras a que pretendemos chegar. Infelizmente, foram demasiadas as “caras” que presenciaram e sofreram com a calamidade Leslie. Desta forma, é nosso intuito oferecer a estas pessoas aconselhamento técnico, apoio em obra e oferecer soluções, com condições especiais, para a recuperação das coberturas das suas casas.

“SOLIDÁRIAS”
1. Solidariedade – Valor intrínseco à missão das três instituições envolvidas no Projeto. De facto, tanto o Grupo CARAS DIREITAS, como a UMBELINO MONTEIRO e os ARMAZÉNS DO CALHBÉ desempenham um papel bastante ativo com as comunidades envolventes nos mais diversos setores: educação, saúde, desporto, construção, entre outros. Fazendo, portanto, todo o sentido esta parceria.

Sobre nós:

1. GRUPO CARAS DIREITAS
O Grupo CARAS DIREITAS, Instituição de Instrução, Recreio e Beneficência da Figueira da Foz foi fundado em 1901 e desde então tem se dedicado a tornar realidade os sonhos de todos aqueles que integram e interagem com esta instituição. São 111 anos sob o lema “ O Sonho comanda a Vida”.

2. UMBELINO MONTEIRO, S.A. ( www.umbelino.pt)
Fundada em 1959, a UMBELINO MONTEIRO é uma empresa Portuguesa localizada no distrito de Leiria, no centro de Portugal, que pertence ao grupo belga, ETEX, um dos mais importantes grupos industriais do setor da construção.
A UMBELINO MONTEIRO produz telhas e acessórios de cerâmica para telhados. As telhas são produzidas em uma ampla variedade de cores naturais, mediterrânicos e vidrados. Sendo um dos mais importantes players no mercado de coberturas Português e líder na conservação do património cultural e remodelação são visíveis os seus produtos e sistemas construtivos aplicados em edifícios notórios, como o Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa ou Palácio da Pena em Sintra.
Desde 2010, a UMBELINO MONTEIRO comercializa igualmente placas de fibrocimento (isentas de amianto ou de qualquer outro contaminante) constituindo atualmente uma percentagem significativa das vendas.
A Qualidade e Sistema de Gestão Ambiental da empresa estão certificadas em conformidade com a norma ISO 9001 e 14001. Mais recentemente, a UMBELINO MONTEIRO alcançou também a certificação do Sistema de Gestão de Segurança e Saúde através do cumprimento da norma OHSAS 18001. A qualidade telhas está confirmada pelo cumprimento das normas EN 1304 certificado pela CERTIF.
Acreditamos que a nossa forte experiência técnica e portfólio são a chave para garantir COBERTURAS PARA A VIDA.

3. ARMAZÉNS DO CALHABÉ ( www.armazenscalhabe.com)
Sedeada em Coimbra, Armazéns do Calhabé é uma marca da Frias & Teles Gonçalves, Lda, empresa com mais de 50 anos no negócio de materiais de construção. A experiência acumulada de gerações faz de nós o seu parceiro de negócio certo para tudo o que é materiais de construção.

Greve: Centros e hospitais da região Centro com “grandes perturbações”

“Em todos os locais, sentem-se grandes perturbações, quer nos centros de saúde, quer nos hospitais” da região Centro, disse à agência Lusa o coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas (STFP) do Centro, José Dias.

Segundo o dirigente sindical, durante o turno da noite, apenas foram cumpridos os serviços mínimos nas principais unidades hospitalares da região Centro, seja em Coimbra, Figueira da Foz, Leiria, Aveiro, Viseu ou Guarda.

Depois de uma adesão “praticamente total” durante a noite, nos turnos da manhã sentem-se perturbações muito elevadas nos diferentes hospitais, nomeadamente nas “cirurgias programadas, urgências e internamentos”.

Já nas consultas externas, regista-se também uma grande adesão, com várias consultas a não funcionarem, acrescentou.

“A adesão é transversal e enorme porque os trabalhadores estão cansados. A falta de pessoal é imensa”, sublinhou José Dias.

Segundo o coordenador do STFP do Centro, para além do excesso de trabalho, há também várias reivindicações, relacionadas com a carreira, condições salariais e regularização dos trabalhadores precários.

Maria Alfreda Dias, de Seia, estava a caminho do Centro Hospital e Universitário de Coimbra (CHUC), quando soube, pela rádio, que hoje havia greve dos trabalhadores no setor público da saúde.

Acompanhava o marido numa consulta, que acabou por se realizar. “Como é doente oncológico, tem prioridade”, explicou. No entanto, refere, o caso é “excecional”.

“As coisas não estão a funcionar” e a maioria das pessoas não estar a ser atendida, notou, apesar de sublinhar que o ambiente está calmo.

Já Pedro Reis, da Batalha, apenas soube da greve quando confrontado pela agência Lusa. Levou o filho a uma consulta de oftalmologia no CHUC e ficou à espera que a greve não afetasse a marcação.

Outra utente, que não quis ser identificada, saía em passo apressado do hospital, tendo apenas referido que estava “tudo normal, tudo a funcionar”.

Os trabalhadores reivindicam a aplicação do horário de trabalho de 35 horas semanais, progressão de carreira, dignificação das carreiras da área da saúde, reforço de recursos humanos, pagamento de horas de trabalho extraordinário, e a aplicação do subsistema de saúde ADSE (para funcionários públicos) a todos os trabalhadores.

No pré-aviso de greve estão abrangidos os trabalhadores, exceto médicos e enfermeiros, que trabalham nos serviços tutelados pelo Ministério da Saúde, como os hospitais, que “sentem forte indignação pela degradação crescente das suas condições de trabalho”.

LUSA

EMPRESAS