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TDT tem ficado aquém das expectativas

O documento, divulgado na página na internet da Autoridade Nacional para as Comunicações (ANACOM), diz ainda que, se o caminho atual for mantido, “a penetração irá continuar a decrescer e os utilizadores da TDT serão indubitavelmente as populações de menor rendimento disponível, do interior e com menos apetência tecnológica”.

Por outro lado, acrescenta, “aumenta, sobretudo entre as novas gerações, a visualização de conteúdos através de outros meios (como a internet ou o móvel, em detrimento do tradicional aparelho de televisão, em casa) o que pode significar, nas novas gerações, uma redução do consumo através de pacotes”.

O ‘Estudo sobre alargamento adicional da oferta de serviços de programas na TDT’, promovido pela ANACOM, sugere que a mobilidade “é outra das ofertas que podem ser desenvolvidas na plataforma da TDT”, embora possa trazer um “impacto significativo” em investimento na rede, caso se pretenda manter a cobertura semelhante à atual.

“Em caso de se oferecer uma cobertura mais restrita para captar segmentos específicos de utilizadores, o investimento pode ser mais moderado e compensador do ponto de vista de negócio”, sugere.

O estudo diz ainda que a oferta de pacotes que combinem Tv + Internet (em parceria com operadores de banda larga) “pode ser atrativo para o mercado da TDT, indo buscar utilizadores à faixa de utilizadores do cabo que consomem os pacotes mais básicos”.

Os autores do estudo reconhecem que os hábitos da visualização da televisão estão a mudar e que isso “pode ser visto como uma ameaça ou uma oportunidade”.

“Por um lado, cada vez mais se está a optar pela visualização não linear de conteúdos, uma funcionalidade que a TDT em Portugal não apresenta de uma forma consistente e que as outras plataformas alternativas apresentam de uma forma massiva”, afirma o estudo, sugerindo que a Televisão Digital Terrestre “deveria equacionar a apresentação de uma oferta competitiva com a inclusão desta funcionalidade”.

Quanto aos canais televisivos, o estudo refere que “a taxa de crescimento do share da RTP3 quando entrou na TDT pode ser um bom indício do interesse dos canais na plataforma”.

Sublinha ainda que, “nas entrevistas realizadas, todos os operadores atualmente presentes na plataforma (RTP, SIC e TVI) demonstraram interesse na introdução de mais canais”.

Os autores do estudo lembram que a nível internacional foram identificadas novas ofertas de serviço, “baseadas em novos modelos de negócio de canais baseados em vendas, em entretenimento/jogos ou em publicidade, que muitas vezes sustentam operações de TDT e em que os canais tradicionais são remunerados (ou pagam valores reduzidos) para estarem presentes nessas plataformas e serem apenas “geradores” de tráfego”.

Contudo, recordam, em termos do operador de TDT, “não parece possível que o atual detentor do DUF [Direito de Utilização das Frequências] tenha qualquer incentivo para o alargamento da oferta, a introdução de novos canais e serviços ou a valorização da plataforma no seu todo. Isto porque o modelo de negócio definido (em termos das regras de pricing) e o seu claro conflito de interesses (por ser também detentor de uma plataforma concorrente) assim o determinam”.

A este nível, o estudo diz que “deve ser ainda analisada e equacionada a implicação, em termos de conflitos de interesse, da MEO — empresa titular do DUF — ser a mesma (ou estar inserida no mesmo grupo de empresas) que um operador concorrente à TDT — o operador de TV por cabo e satélite da MEO”.

“Acresce a este facto que a MEO formalizou ainda uma oferta sobre o Grupo Media Capital, onde se encontra a TVI, um dos clientes do serviço do titular do DUF”, sublinha.

Quanto aos poderes públicos (nos quais se podem incluir a ANACOM, a Entidade Reguladora para a Comunicação e os titulares do poder executivo) “denota-se uma clara vontade de avançar (…) para o alargamento da oferta e a introdução de novos serviços que potenciem o serviço da TDT e vão mais ao encontro das expetativas criadas por esta plataforma”.

“No entanto, tudo isto é feito num cenário de contenção orçamental do nosso país, pelo que os valores disponíveis para investimento público não são significativos”, considera o estudo promovido pela ANACOM, sugerindo que “os valores provenientes da venda do dividendo digital 2, com a libertação das frequências da faixa dos 700 MHz para outras atividades” podem obviar a situação.

Como opção para o futuro, o estudo sugere a alteração do modelo de negócio, permitindo uma clara separação entre a transmissão e a agregação de conteúdos.

“O agregador de TDT deverá ser livre de escolher a rede em que irá operar (caso haja essa oferta no mercado) e concentrar-se no seu negócio core — o desenvolvimento da plataforma, através de canais, novos serviços, funcionalidades adicionais e de uma cobertura do território e qualidade de serviço que possam ser competitivas com as outras plataformas de televisão”, acrescenta.

LUSA

Ordem dos Psicólogos já tentou punir Quintino Aires, mas nunca conseguiu

A Ordem dos Psicólogos está a ser inundada por queixas contra Quintino Aires. A direcção considera “de extrema gravidade” as declarações que aquele psicólogo proferiu num programa da TVI sobre as comunidades ciganas. Irá pedir ao seu conselho jurisdicional que as analise.

Quintino Aires é bem conhecido naquela estrutura, que já duas vezes decidiu aplicar-lhe uma pena de repreensão por declarações que violavam o código deontológico. Doutra vez decidiu suspendê-lo três meses por má prática profissional. Em todas, Quintino Aires recorreu aos tribunais administrativos, não tendo os processos tido ainda um desfecho.

Na primeira vez, o psicólogo pronunciou-se sobre um concorrente de um programa da TVI que aos 26 anos ainda não iniciara a vida sexual. Aos microfones da Antena 3, aconselhou os ouvintes a recusarem “estas patologias sociais” e afirmou que a virgindade é um problema de “saúde pública”. Da segunda vez, numa entrevista que deu à revista Happy Woman, afirmou: “Fazer sexo com animais aumenta a ligação entre o ser humano e a natureza. Pelo que está claro que não devemos considerar a zoofilia uma perversão, mais sim uma celebração das nossas origens. No fundo somos todos animais.”

A terceira vez diz respeito a duas crianças acompanhadas em pedopsiquiatria. O médico receitara-lhes medicamentos e Quintino Aires aconselhou a mãe a deixar de lhos dar. Ora um psicólogo não pode prescrever nem suspender a toma de medicamentos. O sucedido pode vir a valer-lhe uma suspensão.

Agora, Quintino Aires fez generalizações sobre os cidadãos de etnia cigana. “A etnia cigana não respeita as normas do país onde vive”, disse quarta-feira noVocê na TV, programa apresentado por Manuel Luís Goucha e Cristina Ferreira na TVI. “A maioria vive dos subsídios ou trafica droga e não trabalha”, acrescentou.

Na sexta-feira, 14 associações e três eleitos pelas associações ciganas para o Grupo Consultivo para a Integração das Comunidades Ciganas subscreveram um comunicado a dizer que as declarações de Quintino “são inadmissíveis, porquanto reproduzem preconceitos e estereótipos e promovem posições racistas”. Solicitaram à TVI que tomasse uma posição pública e à Ordem dos Psicólogos, à Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial e à Entidade Reguladora para a Comunicação Social que actuassem. Este tipo de comentários podem dar origem a multa e até a pena de prisão.

A direcção da Ordem dos Psicólogos “repudia os comentários” de Quintino Aires e prepara-se para os encaminhar para o órgão estatutário como competência disciplinar. “Os psicólogos procuram no seu dia-a-dia, e através dos seus contributos específicos, criar condições para que caminhemos para uma sociedade mais inclusiva e menos preconceituosa”, adiantou o responsável pelo gabinete de comunicação, Duarte Zoio. A petição pública que reclama o afastamento do comentador juntava quase 1900 assinaturas no final desta segunda-feira. Três outras, lançadas para o defender, juntavam 9, 8 e 6 pessoas.

Há ciganos que omitem a sua etnia

Não há dados estatísticos que permitam fazer uma caracterização rigorosa das condições de vida dos ciganos portugueses. A Constituição não permite que a etnia figure na estatística oficial. Sabe-se que têm origem diversa(ascendência rom, sinti, manouche e calé) e diferentes tradições e estima-se que sejam entre 40 mil e 60 mil.

Há um punhado de estudos qualitativos e microlocalizados. Só um tem carácter nacional. E  “grande parte do trabalho de campo desse estudo [divulgado no ano passado] foi feito em comunidades desfavorecidas”, adverte uma das autoras, Manuela Mendes. Os inquéritos foram aplicados, sobretudo, em acampamentos e bairros sociais.

Também há ciganos de classe média, média alta e alta, só que esses “são mais difíceis de localizar”, não só pela sua dispersão, mas também por muitos deles preferirem omitir a etnia. “Receiam represálias” nas escolas que frequentam ou nos empregos que têm, explica. Os ciganos são um dos principais alvos de racismo e discriminação.

Não é só o estigma. O abandono escolar precoce persiste, embora esteja a diminuir. E a baixa escolaridade e a falta de formação profissional têm fortes implicações no acesso ao mercado de trabalho. Na referida investigação – realizada pelo Centro de Estudos para as Migrações e Relações Interculturais da Universidade Aberta, em parceria com o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa – é pequeno o número dos que têm como principal fonte de receita o trabalho formal (9,5%).

Irão destrói cem mil antenas parabólicas

As autoridades iranianas procederam à destruição, neste fim de semana, de cem mil antenas parabólicas, numa iniciativa que faz parte de uma campanha para eliminar estes aparelhos, considerados ilegais no país. Para o o governo de Teerão, as antenas parabólicas, e o acesso que proporcionam a canais de televisão internacionais transmitidos via satélite, criam insegurança, cultivam vícios e alimentam o aumento dos divórcios.

A cerimónia de destruição das antenas e de outro material que permite a receção do sinal de tv, foi presidida por um general do exército do Irão, Mohammad Reza Naghdi, líder da milícia Basij, um braço dos guardas revolucionários, criado pelo Ayatollah Khomeini em 1979, após a revolução que depôs o regime do xá Reza Pahlevi. “A maior parte dos canais de televisão por satélite desviam a moral e a cultura da sociedade”, afirmou o chefe da milícia durante o evento.

Naghdi revelou que o total de um milhão de cidadãos iranianos tinha entregado, voluntariamente, os seus dispositivos às autoridades. De acordo com a legislação em vigor no Irão, o equipamento que permite ter acesso à televisão por satélite é proibido e quem o distribua, use ou repare fica sujeito a multas que podem atingir 2.500 euros. Para tentar garantir que ninguém desrespeita a lei, são frequentes, no país, as rusgas da polícia com o objetivo de confiscar as antenas parabólicas que são instaladas no topo dos edifícios.

O tema não é pacífico entre os responsáveis políticos do Irão. Ali Jannati, ministro da Cultura, defendeu, nesta sexta-feira, uma revisão da lei porque, se a utilização de antenas parabólicas é proibida, “a maior parte das pessoas usam-nas”, numa proporção que calcula atinja 70% da população.

As afirmações de Jannati foram criticadas por Mohammad Reza Naghdi: “aqueles que têm a responsabilidade sobre os assuntos da cultura deviam ser honestos com o povo em vez de irem atrás daquilo que lhes agrada”. O chefe da milícia Basij acrescentou que a “maior parte dos canais por satélite fragilizam os alicerces das famílias, mas também provocam disrupções na educação das crianças que, sob a influência destes canais, assumem comportamentos impróprios”.

Hassan Rouhani, o moderado que é presidente do Irão, é um adepto da revogação da legislação em causa. O político, que termina o mandato em julho de 2017, tem defendido que a proibição dos canais por satélite, que transmitem em farsi, e a partir do estrangeiro, informação, entretenimento, filmes e séries, é “desnecessária e contraproducente”.

Os desenhos animados da nossa infância

Quais as suas memórias se lhe perguntarem sobre os desenhos animados da Ana dos Cabelos Ruivos, o Marco, a Família Robinson e tantos outros? Quem viveu a infância nos anos 1970, 80 e 90 ficou certamente marcado pela televisão, pelos desenhos animados que passavam nos poucos canais à escolha – a RTP1 e RTP2 e, só a partir da década de 1990, a SIC e a TVI. Sentados no sofá aos sábados de manhã, ainda de pijama e a beber um copo de leite com chocolate. Quantos de nós não o fizeram? Hoje, recordamos esses momentos passando em retrospetiva mais de 20 séries de desenhos animados que se tornaram culto. Veja a nossa galeria de imagens.

1. Heidi
1. Heidi. Estreou em Portugal em 1976. “A história de uma menina orfã, que vivia nos Alpes Suíços com o seu avô, até ao dia em que a sua tia a leva, contra a sua vontade, para Frankfurt, para ir fazer companhia a uma menina deficiente, cujo pai se encontra ausente, por motivos profissionais. Enquanto o avô procura desesperadamente pela sua neta Heidi, muitas serão as desventuras pelas quais ela terá de passar…” (RTP)
2. As Aventuras de Tom Sawyer
2. As Aventuras de Tom Sawyer. A série estreou em Portugal em 1981 na RTP. Baseado no livro de Mark Twain, Tom Sawyer é um rapaz traquina que desde a morte dos pais vive em casa da tia Polly, em S. Petersburgo, com o irmão mais novo, Cid. Tom Sawyer, que não gosta de ir à escola, vive inúmeras aventuras com o amigo Huckleberry Finn, que foi abandonado pelo pai.
3. Ana dos Cabelos Ruivos
3. Ana dos Cabelos Ruivos. Estreou em Portugal em 1987. Ana é uma menina de 10 anos que vive com os pais adotivos, Matias e Marília, em Green Gables, perto da pequena cidade de Avonlea. “Ela é terrivelmente romântica e possui uma imaginação viva. Apesar de ser temperamental, Ana é uma criança leal, generosa, polida e sincera, mas por vezes as suas emoções levam-na a meter-se em sarilhos” (RTP)
4. A família Robinson
4. A família Robinson. Estreou em Portugal em 1988. Conta a história de Flora e da sua família, que naufragaram e foram parar, numa jangada, a uma ilha deserta.
5. Marco
5. Marco. Estreou em Portugal em 1977. Conta a história de um menino pobre que procura a mãe.
6. Dartacão
6. Dartacão. “Os desenhos animados começaram a ser exibidos em Espanha em outubro de 1982. Chegaram a Portugal e à RTP um ano depois. A série de animação é baseada no livro ‘Os Três Mosqueteiros’” (RTP).
7. Candy Candy
7. Candy Candy. Estreou em Portugal em 1983. Candy, que foi abandonada ainda bebé num orfanato, era inseparável de Ana, até que esta última foi adotada por uma família rica e afasta-se. Candy começa a viver uma série de aventuras, com amores e tragédias à mistura. Foi uma série polémica, devido à violência psicológica, que acabou por deixar de ser exibida no nosso país.
8. Abelha Maia
8. Abelha Maia. Estreou em Portugal em 1978. Adaptado do livro ‘As Aventuras da Abelha Maia’, de Waldemar Bonsels, conta a história de uma abelha divertida e curiosa, que prefere as aventuras na floresta à escola. Maia tem como amigos Willy e o gafanhoto Flip.
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9. Vickie, o Vicking. Estreou em Portugal em 1974, tendo repetições na década de 80 e 90. Vickie era um pequeno vicking que acompanhava o pai nas suas expedições resolvendo todos os problemas que encontravam pelo caminho.
9. He-Man e os Donos do Universo
10. He-Man e os Donos do Universo. Estreou em Portugal em 1986. He-Man, o príncipe Adam e herdeiro do trono de Etérnia, defende, com a sua poderosa espada, o Universo da maldade de Skeletor.
10. Era Uma Vez... a Vida
11. Era Uma Vez… a Vida. Estreou em Portugal em 1987. Esta série francesa de desenhos animados conta a história do corpo humano para crianças.
11. Calimero
12. Calimero. É a história de um pintainho preto, quase sempre infeliz, que usa a casca de ovo como chapéu. Nada parece correr bem a Calimero. Estreou na RTP em 1987.
12. Estrunfes
13. Estrunfes. São os famosos gnomos azuis criados pelo desenhador belga ‘Peyo’. Os desenhos animados estrearam na televisão na década de 1980.
13. Topo Gigio
14. Topo Gigio. Em 1981 chegou a Portugal Topo Gigio, o rato amoroso que mantinha conversas com o pianista Rui Guedes, sempre acompanhados por música.
14. Transformers
15. Transformers. Estreou em Portugal em 1989. Na verdade foi uma série encomendada pela Hasbro para lançar uma nova linha de brinquedos, robôs que se podem transformar em carros, dispositivos ou animais.
15. As Aventuras do Bocas
16. As Aventuras do Bocas. A versão portuguesa foi exibida pela primeira vez no início dos anos 1990 na RTP2 e, mais tarde, no programa ‘Agora Escolha’, apresentado por Vera Roquette. Estes desenhos animados seguiam o dia a dia de um boi, o Bocas, que tinha uma quinta, e do seu melhor amigo, a tartaruga Ted.
16. Scooby-Doo.
17. Scooby-Doo. “Uma série de animação com um velho herói canino, grande e vistoso, conhecido há muitos anos como Scooby-Doo, uma criação da célebre dupla Hanna-Barbera. Scooby soube resistir ao tempo, às mudanças e manter a sua legião de admiradores em todo o Mundo de que esta série recente, recheada de aventuras, mistérios, monstros, fantasmas e muitas trapalhadas, é um grande exemplo” (RTP). Estreou em Portugal no final da década de 1980.
17. Dragon Ball
18. Dragon Ball. Estreou em Portugal em 1995, na SIC, no programa Buéréré. “O protagionista de Dragon Ball é Son Goku, um rapaz com rabo de macaco que parte em busca das sete esferas do dragão, as dragon balls, para conseguir fazer aparecer Shelong, um dragão com poder para realizar qualquer desejo. Mas até conseguir encontrar, conquistar e reunir as sete esferas, Son Goku envolve-se em imensas lutas cheias de vilões surpreendentes” (SIC)
18. Tom Jerry
19. Tom Jerry. “Tom e Jerry é uma série animada americana de curtas-metragens criada em 1940, por William Hanna e Joseph Barbera. Centra-se sobre a rivalidade, aventuras e tropelias entre os dois personagens principais, o gato Tom e o rato Jerry, e muitos personagens recorrentes” (RTP)
19. Looney Tunes
20. Looney Tunes. “Quem não conhece Sylvester, o pobre gato que segue os seus instintos perseguindo a mais ilusória das refeições – Tweety –, ou Bugs Bunny, o simpático e esperto coelhinho, o mais popular de todos os desenhos animados, que escapa sempre ao caçador Elmer Fudd,desarmando-o com a sua frase tão conhecida “What´s up duck?”, ou, ainda, Daffy Duck o pequeno pato preto, competitivo, paranóico e neurótico, vítima de injustiças e que passa a vida a protestar?” (RTP)
20. Flintstones
21. Flintstones. Esta é a história de uma família moderna da idade da pedra, que vive na pequena cidade de Bedrock e que partilha aventuras com o casal vizinho, Barney we Betty Rubble. Esta série foi exibida pela primeira vez em Portugal ainda na década de 1970.
21. Simpsons
22. Simpsons. A família amarela de Springfield já está na televisão há 26 anos. A série de animação criada por Matt Groening pode até ser considerada uma sátira da sociedade norte-americana.

Televisão paga cresceu em 2015

De acordo com os dados da Anacom divulgados esta quarta-feira, a trajetória ascendente deve-se sobretudo ao aumento das ofertas em pacote e serviços convergentes.
No final de 2015, a taxa de penetração da televisão por subscrição situava-se nos 86,6 assinantes por cada 100 famílias.

Netflix é ‘alvo a abater’ para a televisão?

Com serviços de streaming como o Netflix ou o Amazon Prime a ter cada vez mais subscritores é a televisão tradicional e sobretudo os canais por cabo que mais sofrem com esta mudança, uma que está cada vez mais vincada e a retirar uma fatia cada vez mais maior de espectadores.

De acordo com a empresa de pesquisa MoffettNathanson, 42% dos subscritores da Netflix norte-americanos assistiram a menos programas do canal CBS que aqueles sem qualquer ‘afiliação’ a serviços de streaming.

Porém, o estudo também nota que nem tudo são más notícias para os canais por cabo uma vez que os subscritores da Netflix assistiram a 11% mais de programas dos canais da Disney, o que significa que a principal vantagem do serviço de streaming é uma de conveniência de acesso e não de qualidade de programação.

Há um político que dominou os ecrãs televisivos em janeiro. Quem?

Todos os domingos à noite era certo. O professor Marcelo Rebelo de Sousa entrava no ecrã dos portugueses para dar a sua opinião sobre a atualidade política. De todos os domingos passou para todos os dias, mas desta vez como candidato à Presidência da República.

A Marktest, baseando-se em dados do serviço Telenews, elaborou um ranking dos protagonistas da informação televisiva de janeiro. E sim, Marcelo Rebelo de Sousa lidera a lista.

O novo Presidente eleito conta com 201 notícias, totalizando 10 horas e 42 minutos de duração. Saiba que esta análise exclui eventuais programas, debates ou entrevistas.

Em segundo lugar surge o antigo candidato ao Palácio de Belém, que nas eleições presidenciais situou-se atrás de Marcelo. Sampaio da Nóvoa esteve perante os ecrãs por nove horas e 104 minutos, com 190 notícias.

Do Partido Socialista está Maria de Belém, que ocupou o terceiro lugar com 157 notícias de oito horas e 10 minutos.

Ainda no ranking está outra candidata às eleições, que se destacou a 24 de janeiro por ter alcançado números nunca antes vistos no Bloco de Esquerda em presidenciais. Marisa Matias teve 157 referências de seis horas e 47 minutos.

De seguida surge o primeiro-ministro António Costa que em janeiro viu a sua popularidade a ser reduzida: de um primeiro lugar passou para o quinto, com intervenção direta em 121 notícias de quatro horas e 53 minutos.

No top 10 surge ainda Henrique Neto, Jerónimo de Sousa, Pedro Passos Coelho, Catarina Martins e Mário Centeno.

Clubes da II Liga e MEO chegam a acordo: três épocas por 500 mil euros

O dirigente, que é também presidente da Comissão de clubes da II Liga, admitiu, em declarações à agência Lusa, que “o acordo é de 500 mil euros por ano, por cada clube, e inclui a venda dos direitos televisivos e de publicidade nas costas da camisola”.

“Além disto, os dois clubes que garantirem a subida vão passar a receber 3,5 milhões de euros”, acrescentou.

Neste acordo, a operadora “fica obrigada a transmitir jogos da II Liga, embora ainda não esteja definido em que plataforma, e fica previsto também que, se conseguir vender os jogos para o mercado asiático, os clubes terão direito a 30 por cento do valor desse negócio”.

José Godinho explicou ainda que as negociações já estavam a decorrer há algum tempo e com um valor superior ao que ficou agora estipulado – 600 mil euros. No entanto, cinco clubes (Desportivo de Chaves, Farense, Académico de Viseu, Famalicão e Desportivo das Aves) fecharam o acordo de forma individual, com a colaboração da Liga de clubes, por 500 mil euros, “uma situação que obrigou à revisão do acordo”.

“Os clubes foram confrontados com o modelo da Liga de clubes para a II Liga e que previa que cada clube receberia 300 mil euros. Ficámos preocupados e resolvermos avançar nós com as negociações. Na sexta-feira passada reunimos com os representantes da Altice e chegámos a compromisso para os 600 mil euros”, começou por explicar o presidente.

Contudo, de acordo com o dirigente, mais tarde, o representante máximo em Portugal da Altice disse que o negócio, com os pressupostos que tinham sido estipulados, “ficava sem efeito visto que já havia acordos individuais com clubes da II Liga por 500 mil euros”.

José Godinho esclareceu também que a NOS não mostrou abertura para negociar, alegando que já tinha esgotado a verba disponível.

SIC e MEO assinam novo acordo para distribuição de seis canais até 2018

O novo acordo tem início já em janeiro, é valido até dezembro de 2018 e permitirá ao grupo de Francisco Pinto Balsemão “cumprir os objetivos de crescimento que traçou para 2016”, assim como ao MEO, da PT Portugal (grupo Altice), “disponibilizar aos seus clientes os melhores conteúdos em português”, segundo o comunicado conjunto hoje divulgado.

“Neste âmbito, a SIC vai distribuir seis canais na plataforma MEO nos próximos três anos, com a entrada da SIC Caras em janeiro de 2016, que após celebrar recentemente o seu 2º aniversário, vê a sua audiência crescer exponencialmente”, lê-se no comunicado.

Nos próximos três anos, a SIC vai então distribuir na plataforma de televisão por subscrição MEO, que chega a mais de quatro milhões de portugueses, todos os canais que fazem parte do seu universo: SIC, SIC Notícias, SIC Radical, SIC Mulher, SIC K e SIC Caras.

“Conseguimos chegar a um acordo muito relevante para o Grupo Impresa, com um parceiro importante para nós. Além disso, vamos alargar a audiência potencial dos nossos seis canais nacionais a mais espectadores”, frisa o presidente executivo do Grupo Impresa, Pedro Norton, citado no comunicado.

No mesmo sentido, o presidente executivo da PT Portugal, Paulo Neves, destaca: “Este é um acordo, que acreditamos será benéfico, acima de tudo, para os espectadores da SIC e clientes do MEO”.

O gestor diz que o novo acordo “é o reforço do compromisso” que a operadora assumiu “de disponibilizar sempre os melhores conteúdos nacionais” e de ter uma oferta que vai ao encontro do que os seus clientes procuram.

“E é com grande satisfação que hoje anunciamos que a partir de janeiro a SIC Caras fará parte da oferta do MEO e chegará a mais quatro milhões de portugueses. Este é o caminho que estamos a traçar, de termos os melhores conteúdos alicerçados na melhor e maior rede de fibra ótica do país, num vasto ecossistema de inovação e com o compromisso de integrar um serviço de excelência”, diz Paulo Neves, também citado no documento.

A SIC, tal como a TVI, encontrava-se em negociações com a Meo, para a distribuição dos seus canais na plataforma, tendo a RTP chegado a acordo no mês passado.

O impasse no acordo entre a SIC e a TVI com a Meo levou a que a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) já tenha manifestado preocupação sobre o tema, admitindo a possibilidade de recorrer ao mecanismo legal das obrigações de transporte.

Depois do acordo hoje divulgado e do anúncio sobre o novo acordo de distribuição dos canais temáticos da SIC com a Vodafone Portugal também este mês, falta apenas agora a TVI chegar a acordo com a MEO.

Marque na sua agenda: os debates televisivos arrancam na sexta-feira

Nesta fase estão agendados debates entre 01 e 09 de janeiro mas integrando apenas sete candidatos: Marcelo Rebelo de Sousa, Maria de Belém, Sampaio da Nóvoa, Marisa Matias, Edgar Silva, Paulo Morais e Henrique Neto.

De fora desta lista de debates a dois ficam três nomes cujas candidaturas foram aceites pelo Tribunal Constitucional (TC): Cândido Ferreira, Jorge Sequeira e Vitorino Silva (Tino de Rans).

Na terça-feira soube-se que o TC admitiu as dez candidaturas às eleições presidenciais que tinham sido formalizadas com a entrega de pelo menos 7500 assinaturas até 24 de dezembro, o que constitui um número recorde de candidatos a Belém.

Entre 01 e 06 de janeiro haverá três debates por dia, um por cada canal: RTP, SIC e TVI, embora só o canal público transmita os debates desses dias em sinal aberto.

Depois, no dia 07, a SIC transmite às 20:45 no seu canal aberto – e não no cabo – o debate entre Marcelo Rebelo de Sousa e Sampaio da Nóvoa, ao passo que no dia seguinte, às 21:00, o canal 1 da RTP é palco da troca de ideias entre Marcelo e Maria de Belém.

Para dia 09 de janeiro, cerca das 20:45, está previsto o embate entre Sampaio da Nóvoa e Maria de Belém, a emitir na TVI.

Os debates terão tendencialmente 30 minutos de duração, excetuando os três últimos em sinal aberto, que durarão aproximadamente 45 minutos, revelaram as estações televisivas.

Para dia 19 de janeiro já estava previsto um último debate televisivo na RTP entre os candidatos presidenciais, desconhecendo-se, agora, se participarão os dez concorrentes.

No dia 01 de janeiro, sexta-feira, data que marcará o arranque dos debates, há ainda a particularidade de ser transmitida a última mensagem de Ano Novo de Cavaco Silva enquanto Presidente da República.

O período oficial de campanha eleitoral será entre 10 e 22 de janeiro de 2016, e o sufrágio está agendado para dia 24.

O artigo 7.º da lei da cobertura eleitoral frisa que “no período eleitoral os debates entre candidaturas promovidos pelos órgãos de comunicação social obedecem ao princípio da liberdade editorial e de autonomia de programação, devendo ter em conta a representatividade política e social das candidaturas concorrentes”.

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